Senhor das Fubânicas Divindades

Acabo de ler em um blog patrocinado pela OAB/SP (Migalhas) essa notícia, que bem espelha o sentimento de suruba que existe em nossos sistemas, especialmente o jurídico gilmardiano:

Preso não pode cadastrar duas mulheres para fins de visita

Clique aqui para ler a matéria completa.

Felizmente, foi brecado, como diz a nota, mas acredito que terminará aparecendo uma turma dos direitos dos manos, bem acolhida por algum discípulo gilmardiano que acatará o pedido, instalando o princípio surubático em nossas confortáveis prisões.

Tomemos por exemplo o que já se concedeu a Lulinha lá nos altos paranaenses.

Tomando como madrinhas tanto a vestal Gleisi e a chorona Maria do Rosário, ou o preclaro Jean Willys, logo vamos ter movimento em favor desse perseguido social.

Cumprimentos,

R. Caro leitor, se o prisioneiro Lula não aceitar suas sugestões – Gleisi, Maria do Rosário e Jean Willys -, a Editoria do JBF coloca à disposição dele o jumento fubânico Polodoro.

Nosso jegue já declarou que está disposto a enfrentar o frio curitibano pra satisfazer a libido furical de Lapa de Corrupto.

“Estou às ordens do ex-presidente Lula. É só me chamar”

2 Comentários

  1. O uso do Jégue Polodoro, deveria constar do Código Penal de Banânia, roubou? Encara a jeba! Ou pensava antes nas consequências das pregas, garanto que pensariam duas vezes!

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