9 junho 2018 CHARGES

CLAYTON

MARACUJÁ DE ESTALO (1)

9 junho 2018 CHARGES

SINOVALDO

MARCOS ANDRÉ – RECIFE-PE

Berto, boa tarde.

Pelo combate implacável à corrupção, a realeza reverencia Sérgio Moro

É muito estranho os grandes meios de comunicações de Banânia não divulgarem tamanho acontecimento.

Agora, quando é algo referente a “diversidade”, é destaque e debate a semana inteira, em matéria de apologia a bandidagem e comportamentos de gênero, racial e outros “louváveis” para eles.

Clique aqui e leia no facebook.

R. Caro fubânico, a propósito desta notícia sobre o Dr. Sérgio Moro, recebi de outro leitor fubânico esta matéria que está abaixo transcrita, junto com um vídeo.

Veja:

De excelência a alteza – Homenageado na quarta edição do Brasil Mônaco Project, no último fim de semana, Sergio Moro foi recebido com honrarias no principado. O juiz assistiu a um concerto no camarote real da Opera Garnier, no cassino Monte Carlo, ao lado do príncipe Albert 2º. Depois, participou de jantar e prestigiou um leilão beneficente. O evento tem o apoio da realeza e já reverenciou personalidades como o ex-jogador Ronaldo. Convites para participar do ato foram vendidos por €1.000,00.

Dona da festa – A organizadora do evento é Luciana de Montigny, mulher do cônsul de Mônaco. Um vídeo com detalhes da noite de homenagem a Moro foi postado nas redes sociais. Segundo convidados, os recursos arrecadados seriam destinados a uma fundação chamada “Butterfly”.

Meu rei – Moro aparece em diversas imagens. No jantar, foi acomodado na mesa principal, quase de frente ao príncipe. Algumas obras do leilão foram arrematadas por mais de € 20 mil. Em um breve discurso, o juizagradeceu a contribuição das autoridades do principado com a Lava Jato.

Laços – Em 2015, os investigadores deflagraram a operação Conexão Mônaco e prenderam o ex-diretor da Petrobras Jorge Luiz Zelada. Ele e outros dirigentes da estatal tinham dinheiro no paraíso fiscal. 

9 junho 2018 CHARGES

NANI

9 junho 2018 AUGUSTO NUNES

ATIROU NO COLUNISTA E ACERTOU NA PRÓPRIA TESTA

No começo deste ano, a senadora Gleisi Hoffmann acionou a Justiça para condenar-me a indenizá-la por danos morais.

O pedido baseou-se em artigos publicados nesta coluna com os seguintes títulos:

Moro custa muito menos que Gleisi,

O besteirol de Gleisi assassina a verdade,

A tuiteira Gleisi precisa ser trancada no banheiro,

Amante quer transferir Amigo da gaiola para um palanque e

Gleisi prova que, no Brasil do PT, é o bandido que procura o juiz.

Nesta semana, o pedido foi julgado improcedente pelo juiz Flávio Fernando Almeida da Fonseca, do 7º Juizado Especial Cível de Brasília. Trechos da decisão:

Não obstante a discussão sobre a prática de ato ilícito perpetrado pelo réu, da leitura dos textos redigidos por ele, se observa a narração de fatos, com algumas insinuações que não constituem ofensa direta à autora, nem possuem o condão de ocasionar dano à sua honra ou imagem.

Saliento, por oportuno, ser fato público e notório que, como bem explicado na contestação, durante investigações da Operação Lava-Jato, foi encontrada lista de pessoas que recebiam propina de uma das empresas investigadas, sendo cada uma delas indicadas por alcunha e a da autora era “Amante”. Assim, a designação da autora com esse vocábulo faz uso de ferramenta jornalística para chamar atenção do leitor, porém com base em apelido descoberto durante as investigações.

Os demais trechos dos textos redigidos pelo autor possuem outras insinuações à autora, ainda com base no que foi amplamente divulgado na imprensa após diversas investigações que deram ensejo à ação penal na qual a autora é ré no Supremo Tribunal Federal.

(…) Por oportuno destaco que a garantia da liberdade de expressão está consagrada no rol de direitos fundamentais e nos direitos da comunicação social, que foram elevados ao status constitucional e previstos nos artigos 220 e seguintes da Constituição Federal e reconhecem o direito de a imprensa levar informações à coletividade acerca de acontecimentos e ideias de interesse geral, preceito este também garantido constitucionalmente pelo artigo 5o, inciso XIV.

Gleisi atirou no colunista. Acertou a própria testa.

9 junho 2018 CHARGES

NICOLIELO

ÁLVARO SIMÕES FILHO – PORTO VELHO-RO

Prezado Editor do JBF:

Morador de Porto Velho (RO) e Fubânico viciado, sempre compartilhei com amigos as matérias publicadas em nosso diário.

Ocorre que, com a nova paginação (muito bonita, por sinal), salvo qualquer problema em meu computador, sumiu da tela a opção “compartilhar”, restando apenas a opção “curtir”.

Mas “curtir”, no sentido de gostar, chega a ser uma redundância em se tratando do JBF.

Quem, em seu juízo perfeito, não “curtiria” o que ali se publica?

Então me responda, caro Editor, o prazer de compartilhar as notícias, as músicas, as poesias, os cordéis e as esculhambações que fazem do JBF um veículo único, vai voltar?

Grande abraço, cumprimentos à esposa e ao João.

R. Caro leitor, muito grato mesmo pelas suas gratificantes palavras elogiando esta gazeta escrota.

Fique ancho que só a peste!

Ganhei o final de semana.

Quanto ao assunto que você tocou, veja que no final de cada postagem existe uma barra com alguns ícones de compartilhamento.

Basta clicar no sinal  para que todas as outras opções de compartilhamento apareçam.

É isto mesmo: mais de 50 opões estão disponíveis!!!

Só isto. Apenas isto. Nada mais que isto.

 

Simples assim.

Divulgue, espalhe e distribua.

Mensagem eletrônica, zap, fuxico, instagram, twitter, boato, telefonema, feice, boca-a-boca, no pé do ouvido…

Vale tudo.

Vocês fubânicos são a força que dão sustança ao JBF.

Abraços e um excelente final de semana pra essa turma boa de Porto Velho que goza a vida às margens do Rio Madeira!

 

9 junho 2018 CHARGES

CACINHO

CENAS REAIS DE UM CASAMENTO PRINCIPESCO

Não se deixe ser presa da inveja, mas…

Você lembra que recentemente a imprensa se ocupou do conteúdo dos caminhões que deixaram Brasília ao fim da octaetéride luliana? Só para lembrar, eram presentes recebidos pelo casal presidencial brasileiro, e que, de conformidade com as regras vigentes, passam a pertencer ao acervo do país. O entendimento é de clareza meridiana: o presidente da República só o é até o último dia do mandato.

Nunca mais a imprensa voltou ao assunto, mas ainda bem que da Inglaterra nos chega um exemplo. Dois dias após o casamento, o príncipe Harry e Meghan Markle devolveram R$ 34 milhões em presentes de casamento, já que, segundo as regras da família real, não é permitido aceitar presentes que envolvam o mais leve intuito de publicidade grátis. Foram mais de R$ 34 milhões, ressalte-se.

Apesar de o príncipe Harry e sua esposa terem pedido doações para instituições de caridade em vez de presentes de casamento, pessoas e empresas mandaram milhões de libras em recordações gentilmente devolvidas, levando os funcionários da família real britânica passarem as primeiras semanas após o casamento filtrando os presentes para definir os que seriam devolvidos.

De conformidade com as regras estabelecidas da família real em conjunto com o parlamento britânico, a rainha Elizabeth II e seus familiares são impedidos de receber qualquer presente que possa resultar em publicidade grátis para a empresa que o tenha enviado. Para os britânicos, os membros da família real precisam garantir que a empresa que enviou o presente não tenha o feito como forma de publicidade, segundo um assessor da família real.

A propósito, registrou-se que, no começo do primeiro mandato do senhor Luiz Inácio da Silva, uma famosa joalheria estava enfrentando sérias dificuldades para ter de volta as joias emprestadas para uso pela primeira-dama durante a cerimônia de posse.

E era publicidade, sim.

9 junho 2018 CHARGES

PATER

9 junho 2018 DEU NO JORNAL

CORRUPTO-ALUNO DESOBEDECE CORRUPTO-MESTRE

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral foi interrogado nesta sexta-feira (8) pelo juiz Marcelo Bretas em processo que apura ocultação e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

Na audiência, Cabral admitiu ter movimentado R$ 500 milhões em doações eleitorais, sendo R$ 20 milhões do total para uso pessoal.

No depoimento, Cabral disse que “se perdeu” na promiscuidade de doações.

“A promiscuidade de doações foi muito grande e foi nessa promiscuidade que me perdi. Usei dinheiro de campanha para fins pessoais“, afirmou.

“Eu pedia dinheiro. E era muito dinheiro sim. O poder é algo tão perigoso. Eu não soube me conter diante de tanto poder e de tanta força política. E, de maneira vaidosa, quis eleger prefeitos, vereadores, usar recursos”, acrescentou.

* * *

Que diferença!

Ao contrário do professor dele, o Lula, Cabral assumiu a culpa e reconheceu a merda que fez.

Quebrou espetacularmente a lei da omertà da quadrilha lulaica.

Deu mais alento ainda a outro membro de quadrilha, o Palocci, pra fazer também a sua confissão.

Vixe!!!

Condenado a mais de um século de cadeia, o presidiário Cabral vai levar um esporro arretado do fubânico petista Ceguinho Teimoso.

Mas, em compensação, ganhou do JBF o Prêmio Besta Fubana de Enfiação de Carapuça.

“Tu s’isqueceu do qui ti insinei, fela-da-puta. Vô arrancá tua língua”

9 junho 2018 AUGUSTO NUNES

COROINHA DE MISSA NEGRA

Frei Betto acha que a elite brasileira quer arrombar os cofres que os quadrilheiros de Lula e Dilma saquearam ao longo de 10 anos

“Considera que a elite brasileira, que tanto o bajulou durante os 13 anos de governo do PT, hoje se posiciona contra por estar interessada na venda do Estado brasileiro e indignada com a ascensão social da maioria pobre graças às políticas de inclusão adotadas no período em que ele e Dilma governaram”.

Frei Betto, em artigo para o Globo, jurando que a elite brasileira está interessada nos cofres que os quadrilheiros de Lula e Dilma saquearam durante ao menos 10 anos.

9 junho 2018 CHARGES

SPONHOLZ

9 junho 2018 CHARGES

CAZO

SONETO CÓSMICO

Matriz de tudo, imperatriz serena,
núcleo da nebulosa, sol fecundo,
— mulher — és tu no teu pequeno mundo.
És a luz, que em galáxia o caos ordena.

És todo o azul, que todo me dedicas,
e és destes céus a via-láctea ardente.
E no teu seio acolhes-me a semente,
que em luas e planetas multiplicas.

Longe de ignotos, de impossíveis ninhos,
exposto à fúria, ao tédio dos caminhos,
— sem ti — sou como pássaro sem asa.

De teu microuniverso és o eixo e a norma.
E, como a luz, que, só por ser, conforma,
tua simples presença ordena a casa.

9 junho 2018 CHARGES

NANI

ANTENOR DE PÁDUA – CRUZEIRO DO OESTE-PR

Berto,

Vamos que vamos, grande editor!

Bote aí no nosso jornal a mais nova descoberta da Polícia Federal.

Este Lula não tem jeito mesmo.

Cumprimentos a todos os amigos fubânicos.

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IOTTI

O PENSADOR DE IPANEMA

Entre os anos 1978 e 79, em viagem ao Rio de Janeiro, resolvi fazer uma caminhada pela orla indo do Leme ao Leblon. Em Ipanema notei alguém, cuja fisionomia me pareceu familiar, vindo na minha direção num passo acelerado. Tratava-se do desenhista, tradutor, dramaturgo, humorista e pensador brasileiro Millôr Fernandes.

“Celebridade é um idiota qualquer que aparece na televisão”

Naquela época eu nem sonhava em escrever textos para qualquer jornal. Achava-me incompetente sem nada para oferecer de interessante ao leitor. O único predicado que possuía era uma gana desmedida por leitura. Lia até classificados.

“Os nossos amigos poderão não saber muitas coisas, mas sabem sempre o que fariam no nosso lugar”

Vendo-o se aproximar de mim, tomei uma decisão rápida: vou me apresentar e lhe fazer algumas perguntas. O que perguntar, eu não tinha a mínima ideia.

“Chato…Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele”

Emparelhado com o dito, parei, na esperança de que ele também parasse. Deixei escapar um sonoro “Bom dia, Millôr!”, tentando entabular um papo.

“Quem mata o tempo não é um assassino: é um suicida”

Ou não me fiz entender ou ele não quis interromper o seu exercício. Continuou na caminhada deixando-me ali, com cara de paisagem, vendo-o se afastar.

“Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos”

Pus-me então, na posição do pensador, pois eu também não quebraria o ritmo de uma caminhada para atender a um desconhecido desejando insinuar a intimidade que não possuía com um interlocutor famoso.

“Se durar muito tempo a popularidade acaba tornando a pessoa impopular”

Não por isso deixei de admirar o vasto trabalho de Millôr nos livros, revistas e jornais onde ele publicava sua produção autodidata, um misto de inteligência, ironia e sátiras, emolduradas por refinado espírito cômico.

“O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde”

Quanto deleite nos deu a coluna Pif-Paf, subscrita por Vão Gogo, personagem criado por Millôr Fernandes para servir-lhe de pseudônimo. E o que dizer dos desenhos divertidos de Retrato 3×4? Ambos publicados na revista O Cruzeiro?

“Quem fala muito mente sempre porque se esgota seu estoque de verdades”

Na revista Veja, de 1968 a 1982, Millôr ocupou duas páginas com o seu humor gráfico. Deixou o semanário por sentir sua liberdade criativa cerceado por apoiar Leonel Brizola, então candidato ao governo do Rio, em oposição a Moreira Franco.

“Errar é humano. Botar a culpa nos outros também”

Millôr Fernandes morreu em março de 2012. O governo do Rio de Janeiro dedicou-lhe um recanto, entre as praias do Diabo e do Arpoador, chamado Largo do Millôr. Nele existe um banquinho onde se incorporou um monumento com a silhueta do homenageado na postura do Livre Pensador, de Rodin, criação de Chico Caruso.

“O homem é o único animal que ri. E é rindo que ele mostra o animal que é”

Numa próxima viagem ao Rio, sentar-me-ei no tal banquinho e, com o mesmo “Bom dia, Millôr!”, terminarei a conversa que sequer iniciei décadas atrás.

9 junho 2018 CHARGES

VERONEZI

HERB ALPERT & THE TIJUANA BRASS

Em 1962, Herb Alpert & The Tijuana Brass apresentavam, com muito sucesso, a música de Sol Lake, “The Lonely Bull”.


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