ENTENDENDO A DIVINDADE

Nesta fase em que a Nação se ressente da dificuldades imensas, sacrificando todos os seus filhos, é preciso entender os modos de comunicação extra-sensorial da Divindade, a fim de perceber o quanto somos beneficiados por nossos pedidos de melhoria de vida, coisa que nem sempre entendemos.

Na Praça Marcílio Dias, diante da singela igreja de Nossa Senhora de Santana, na praia do Rio Doce, costumo sentar-me e fazer minhas preces, apreciando o das ondas atlânticas e a paz do lugar.

Praça Marcílio Dias e a Igreja de Santana, Olinda

Após as caminhadas quase diárias, para controlar as coronárias e receber, do sol, a vitamina “D”, busco contato universal e meu espírito transcende.

Abrigado pela sombra das árvores costumo sentar-me para meditar e agradecer a Deus pelo que tenho recebido quanto às necessidades imediatas atendidas e os pedidos de orientação espiritual sobre o futuro.

Eis que num desses dias, depois de concentrar meus pedidos durante mais de uma semana, pois atravesso crítica situação econômica, chega ao nosso lar o sobrinho Eduardo José, assim “do nada”, disposto a dar um trato em nossa casa, mesmo sabendo que meus saldos bancários estão mais baixos do que poleiro de pato.

Veio sem asas, mas não há dúvidas que era um anjo disfarçado.

Eduardo José, o anjo disfarçado, e sua mãe, Jurema

Providencia por sua conta a compra do material e passa a consertar nosso telhado, que há mais de um inverno faz sofrer minha esposa com a pingueira que corre pela área de serviço e na cozinha. E deixa tudo dentro dos conformes. Adeus pingos!

Ele é o anjo que aparece para nos mostrar que Deus está ali presente com soluções que muito melhoram nossas vidas. Quase nem percebemos que nossas orações estão sendo atendidas de forma que nem se poderia imaginar.

Segundo minha nora Luciane certas pessoas são anjos disfarçados de amigos, mensageiros diretos do Supremo Arquiteto dos Universos.

Por isso é preciso entender como a Divindade processa suas ações para nos beneficiar, pois usa a forma que lhe parece mais justa, nem sempre como imaginamos.

Por isso se diz que Deus escreve certo por linhas tortuosas. Todavia, eu completo dizendo que Deus mostra que ter amigos é viver cercado de anjos.

1 comentário

    • CÍCERO TAVARES em 12 de junho de 2018 às 20:43
    • Responder

    Meu caro Carlos Eduardo Carvalho sua “Entendendo a Divindade”, a começar pela paisagem da Praça Marcílio Dias e a Igreja de Santana!

    Quantas vezes eu já não me sentei ali e saí de lá “reformado” espiritualmente!

    O tema abordado em sua crônica tem uma sutileza universal! Lembrei-me de um grande amigo médico, clínico geral, Dr. Marcos Paiva. Um coração maior do que o universo! Quantas vezes não estou em situação calamitosa, lhe ligo e quando ouço sua voz o mau estar se some como se nada me tivesse acontecendo!

    Impressionante como existem pessoas que parecem uma dividade!

    Parabéns meu caro cronista pela excelente “Entendendo a Divindade”! Uma pena o governo brasileiro está nos roubando a felicidade!

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