13 junho 2018 JOSIAS DE SOUZA

GESTÃO TEMER NÃO SE LIMITA A DERRETER, APODRECE

13 junho 2018 CHARGES

DUKE

ANGELA GADOTTI – CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM-ES

Grande Berto!!!

Aconteceu um engano enorme.

O Lula não ganhou um terço do Papa de maneira alguma!!!!

Ele ganhou mesmo foi um rosário.

Uma Maria do Rosário.

Coitado do desinfeliz.

É muito castigo pra um ser humano receber esta belezura.

13 junho 2018 CHARGES

NANI

COMO ANTIGAMENTE, NA MINHA TERRA TUDO É FORRÓ

Severino Januário, Santana (zabumba), Luiz Gonzaga, Helena, Chiquinha, Severino, Zé Gonzaga…

Nesses dias que antecedem às festas juninas, e porque não dizer no ano inteiro, só se fala em forró, como sendo um ritmo de estrutura própria e independente dos demais, lembrei-me do verbete por mim escrito para o Dicionário da Música Brasileira (São Paulo: Art-Editora, 1998) que passo para vocês.

FORRÓ – Abreviatura de forrobodó e forrobodança, de uso comum na imprensa pernambucana da segunda metade do século XIX, para designar o local onde acontecia determinado baile popular. O vernáculo é bem brasileiro, nada tendo a ver com for all, como querem alguns descobridores de anglicismos. O seu uso tornou-se comum na imprensa do Recife (América Ilustrada, nº 25/ 1882, e Mephistopheles, nº 15/1883), sendo classificado por Rodrigues de Carvalho, in Cancioneiro do Norte, Fortaleza 1903, como “bailes da canalha” e por Pereira da Costa, in Vocabulário Pernambucano (1908), como “divertimento, pagodeira, festança”. Com o uso continuado, o vocábulo forrobodó passou a ser utilizado na sua forma forrobodança, assim definido na A Lanceta, nº 121 / 1913: “… é um baile mais aristocrático do que o Chorão do Rio de Janeiro, obrigado a violão, sanfona, reco-reco e aguardente. Nele toma parte indivíduos de baixa esfera social, a ralé […] A sociedade que toma parte no nosso forrobodança é mesclada; há de tudo. Várias vezes verificam-se turras e banzés sem que haja morte ou ferimentos. Fica sempre tudo muito camarada; muito bem, muito obrigado”.

A imagem diferente nos é pintada, já nos anos cinqüenta, por Zé Dantas (José de Souza Dantas Filho), in Forró do Mané Vito, gravado por Luiz Gonzaga em 1949 (RCA 80.0668B); ainda Zé Dantas, Forró em Caruaru, gravado por Jackson do Pandeiro em 1955; Edgar Ferreira, in Forró em Limoeiro, gravado por Jackson do Pandeiro (Copacabana nº 5155) e, novamente, Zé Dantas, in Forró de Zé Antão, também gravado por Luiz Gonzaga em 1962 (RCA BBL 1175B).

No final dos anos 50, com a construção de Brasília, foram transferidos dezenas de milhares de nordestinos para o Planalto Central que, a exemplo do que já vinha acontecendo no Rio de Janeiro e São Paulo, vieram estabelecer os seus bailes populares com o título de forró, geralmente antecedendo ao nome do promotor da festança: “o forró de Zé do Baile toca o ano todo/ toca o ano todo…”.

As chamadas Casas de Forró surgiram, nos anos 70, do século vinte, com uma grande presença de artistas nordestinos, como local de divertimento dos migrantes nordestinos, sendo frequentadas por trabalhadores da construção civil, empregadas domésticas, segmentos outros da comunidade subalterna, bem como por gente da classe média saudosa dos ritmos regionais, ameaçados pela programação radiofônica, onde só havia espaço para músicas estrangeiras. Nos anos setenta, as Casas de Forró, não só do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Natal e outras cidades, passaram a receber a freqüência dos chamados defensores da música popular brasileira, despertando assim o interesse da juventude universitária que viram no ambiente uma forma diversão autêntica e barata.

Em dias mais recentes, artistas como os saudosos Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês e Jackson do Pandeiro, juntamente com nomes como Trio Nordestino, Abdias, Zé Gonzaga, Genival Lacerda, passaram a serem frequentadores assíduos das apresentações abrindo assim um mercado que se encontrava em baixa na segunda metade do século passado.

Na atualidade, sob o título de forró, a exemplo do baião nos anos cinqüenta, passou a existir lugar para todos os ritmos rurais do Nordeste e até de outras regiões. Sob o seu rótulo, vamos encontrar o xote, o rojão, a marcha de roda e a marcha junina (ambas originárias da marcha popular portuguesa), o xenhennhém, a toada, o samba rural, o xaxado, o coco, a mazurca, a rancheira e o próprio baião, como também ritmos alienígenas como o merengue, que aparece travestido de lambada e quadrilha.

Aproveitando a onda de modismo da juventude, o forró tornou-se a palavra de ordem, integrando o repertório de dezenas de conjuntos do gênero existentes em Pernambuco e no Ceará: Mel com terra, Mastruço com leite, Pimenta nativa, Mestre Ambrósio, Raimundos, Cascabulho, Limão com mel, dentre outros.

O forró em nossos dias é um grande guarda-chuva que ampara todos os ritmos regionais; uma espécie do baião, nos tempos áureos de 1952, quando Zé Dantas e Luiz Gonzaga compuseram Tudo é Baião (Vitale 9432/52), gravado pelo conjunto Quatro Ases e um Coringa (RCA 800897-A); composição que hoje poderia ser intitulada de tudo é forró….

Andam dizendo
Que o baião é invenção
Quem disse isso
Nunca foi no meu sertão
Pra ver os cegos
Nesse ritmo cantando
E os violeiros
No baião improvisando

E os sanfoneiros
Do Moxotó
Desde o Navio
Ao Piancó
Do Pajeú
A Cabrobó
Canta baião
Lá nos forró
Pois o baião
Lá no sertão
E o xém-iên-iên
Qu’é seu irmão
Até a cantigas
De Lampeão
Na minha terra
Tudo é baião.

13 junho 2018 CHARGES

VERONEZI

MÁRCIA FANTONI – MANDAGUARI-PR

Berto amigo, 

O twitter Lula pelo Brasil publicou a grande mentira de que o Papa Francisco presenteou o ex-presidente com um terço.

Mais uma mentira do PT.

Para perfeito entendimento dos moucos e mudinhos, veja a tradução da notícia em linguagem de sinais Libras.

O tradutor explica como está o atual estado de Lula.

Por favor, publique para conhecimento de todos os leitores da nossa querida gazeta escrota.

Obrigada.

 

13 junho 2018 CHARGES

AMARILDO

A COPA QUE ERA NOSSA

Meninos, eu vi: na Copa de 62, quando nem se imaginava a transmissão direta pela TV, a Rádio Bandeirantes montou um imenso painel no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, com botões no lugar de jogadores. Pedro Luís e Edson Leite irradiavam e os botões se moviam simulando a partida. Um mar de gente, centenas de milhares de pessoas, acompanhava o painel. O Brasil foi bicampeão; e bicampeões foram os que acompanharam a Copa.

Hoje, diz o Datafolha, a maioria da população, 53%, não tem interesse pela Copa. Já surgiu a tese de que a camisa da Seleção, sendo amarela como o pato da Fiesp usado nos protestos contra Dilma, perdeu prestígio. Besteira: a camisa é canarinho, amarelo-canário, e foi festejada na Copa de 1970, apesar de tentarem (sem êxito) identificá-la com a ditadura militar.

Ao contrário do que acreditam coxinhas e petralhas, o mundo não gira em torno de suas fixações. Nem tudo é política. No caso da Seleção e da Copa, há outro fator: em 58, em 62, em 70, cada torcedor conhecia cada jogador. Os convocados jogavam em seu time, ou contra ele; torcia-se pelo craque do time (e, portanto, pela Seleção). Hoje, poucos craques estão no Brasil, ou aqui se consagraram: saíram meninos e cresceram muito longe da torcida. Normalmente, têm ligação com o Brasil, mas é mais distante.

Gilmar, Nilton Santos, Didi, Vavá, Pelé, esses o torcedor conhecia e sabia onde jogavam. Responda rápido: aqui, onde jogava Roberto Firmino?

Seleção brasileira Campeã do Mundo em 1958. Em pé, da esquerda pra direita: Djalma Santos, Zito, Belini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar. Agachados, da esquerda pra direita: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagalo e o massagista Mário Américo.

Sinal de alerta

Seguidores de Jair Bolsonaro voltaram a atacar João Dória. Adversários de Bolsonaro também colocaram Dória na alça de mira. Mau sinal para o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin: indica que os concorrentes voltam a considerar provável que, diante da imobilidade de Alckmin nas pesquisas, o partido resolva trocá-lo por Dória. Dória nega que queira ser candidato, mas essas coisas são meio complexas: se o partido lhe fizer um apelo, por que não fazer o sacrifício de atender aos pedidos e disputar a Presidência?

A tática de Alckmin

Alckmin tem dito a amigos que sua tática é ficar tranquilo, sem fazer marola. Acredita que Bolsonaro já esteja batendo no teto, incapaz de chegar mais alto; acredita que o candidato do PT tenha mais chances de alcançar o segundo turno; acredita que os partidos tradicionalmente alinhados ao PSDB, que agora tentam criar um candidato de centro, acabem concluindo que este candidato já existe e é ele, Alckmin. No segundo turno, ganharia os votos de todo o eleitorado antipetista e chegaria à Presidência. Pode ser; mas a manutenção de baixos índices nas pesquisas estimula outros partidos a tentar viabilizar novos candidatos (mesmo que sejam do próprio PSDB, como Dória). E se, de repente, Ciro Gomes atrai alguma legenda de centro?

Rir, rir, rir

Henrique Meirelles conta com três fatores para se transformar em nome forte: apoio da máquina do Governo, bons resultados na economia e cacife para pagar a maior parte da campanha (ou até mesmo a campanha toda). Só que o mundo não é bem assim: Michel Temer, com 3% de aprovação, sob ameaça de novo pedido de processo, não controla mais nem seus aliados próximos ainda soltos, quanto mais a máquina do Governo. Os resultados da economia são bons, especialmente considerando-se que foram obtidos em curto prazo e sob permanente crise política, mas uma ampla maioria de eleitores acha que a economia vai mal. Até agora, Meirelles, com apelo popular nulo, não conseguiu passar ao eleitor que sua área vai melhor do que se poderia esperar. E pagar a campanha, OK. Mas fará isso mesmo sem chances de crescer? Agora, o dado humorístico: sugeriram a Meirelles que se posicione mais à esquerda. Será engraçado se ele aceitar.

A vida como ela não é

Sim, os ministros do Supremo Tribunal Federal têm à disposição um servidor que ajeita as cadeiras sempre que algum deles se senta ou levanta (naturalmente, um funcionário por ministro). Não, este detalhe não é o top da mordomia: bom mesmo é desfrutar de uma área exclusiva de embarque no Aeroporto de Brasília, pela qual o Supremo paga R$ 374,6 mil por ano. Questão de segurança: os ministros não precisam se misturar à plebe rude para embarcar. Seu espaço fica a uns 2 km do embarque dos passageiros comuns. No momento do embarque, o ministro é levado de van até o avião e sobe por uma escada exclusiva para uma porta lateral do finger, onde finalmente (que fazer?) se mistura com os cidadãos sem toga.

Mas ainda estão sujeitos a agressões verbais de gente mal-educada, que expressa em voz alta suas restrições ao trabalho de um ou outro ministro.

Bola de cristal

Frase do ex-presidente americano Ronald Reagan: “A política é supostamente a segunda profissão mais antiga. Vim a perceber que tem uma semelhança muito grande com a primeira.”

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CLAYTON

13 junho 2018 EVENTOS

É HOJE!!! – PARA OS LEITORES DO RECIFE – COLUNISTA FUBÂNICO LANÇA NOVO DISCO

13 junho 2018 CHARGES

THIAGO LUCAS

O GALO BAITOLA

Galo “Cumpade Ozias” tinha porte invejável

Minha falecida Avó, aquele mesma tão participativa nesta coluna escrita pelo neto favorito (dela), teve duas filhas. Só essas duas. Minha mãe, Jordina; e Maria, minha tia. Só Maria. Não tinha nenhum outro nome acrescendo. Era Maria, e ponto final.

Diferente da minha avó, minha mãe (Jordina) teve 7 filhos (Cléber, Chico, Didi, Zealfredo – este que vos escreve -, Badeco, Dadi e Jorge Luís) e ainda se atreveu a adotar mais uma menina (Eugênia, há mais de 30 anos vivendo na Itália), nos tempos em que ser menina era algo bom e prazeroso.

Tia Maria também teve uma “reca”. Tinha filhos nascidos no mesmo ano. Um em janeiro e outro em dezembro. Também pudera, pois resolveu casar com uma lapa de macho que beirava os 2 metros de altura e, no povoado Queimadas, era apelidado de “Tripé”. Imaginem por quê. E ela, Tia Maria, gostava que só!

Pois, Antônio Luciano, apelidado “Tripé”, era um cabra muito trabalhador, agricultor de primeira linha, mas ignorante do mesmo nível, quando se tratava de saber das coisas da vida comum de qualquer cidadão. Picava fumo, e fazia o próprio cigarro.

“Seu Lunga” seria uma dama inglesa ao lado dele.

Tia Maria, nas conversas em rodas da própria família, desconjurava “Tripé” e afirmava que, quando o sujeito urinava, para “guardar” o elemento, tinha que dobrar em três partes. Desconjuro!

Como diz o maranhense: “zulive” (querendo dizer: Deus o livre!).

Pois, provavelmente por conta dessa particularidade exagerada, “Tripé” achava que todo animal vivente que não fosse “fêmea”, só procriaria se penetrasse a parceira. Nem valeria à pena tentar explicar para ele o que era a “cloaca”. Pra ele tinha que ter o “penduricalho” para ser macho.

Pois, num dia de domingo daqueles idos tempos, depois de assistir a Santa Missa – que ele só frequentava para fazer o “sinal da cruz” – precisou ir na casa do Compadre Tião, para buscar um frasco de banha de galinha, para dar umas pinceladas na garganta inflamada de Anunciada, uma das filhas dele com Tia Maria.

Ao ultrapassar a porteira da frente da moradia, Antônio Luciano apeou do cavalo e, antes de chamar a dona da casa, ficou observando o galo carijó, “Cumpade Ozias”, cobrir uma galinha. Observou bem, olhou atentamente, e não viu nada “penetrando”, como sempre acreditava que deveria ser o “ato sexual” de reprodução de qualquer ser vivo.

Pegou a encomenda que fora buscar, montou novamente o cavalo, e procurou o caminho que levava à casa onde morava. Ao chegar em casa, foi logo dizendo para Tia Maria:

– Maria, minha véia, eu num sabia que na casa da nossa cumade tinha um “Cumpade Ozias”!

EM TEMPO: “Cumpade Ozias”, desde que o mundo é mundo; a luz ilumina a Terra e os céus; e a água lava o que está sujo; foi o único “baitola” que apareceu naquelas paragens.

13 junho 2018 CHARGES

LUTE

UMA PEQUENA DIFERENÇA ENTRE BANÂNIA E O CANADÁ

Comentário sobre a postagem O QUE É NOSSO, O PETRÓLEO OU O PROBLEMA?

Deco:

“Caro Goiano:

Com a minha idade de 70 anos, que acho que você não tem, quero dizer pra você que trabalhei, SOMENTE, 35 anos no setor elétrico.

No tempo que trabalhei no setor elétrico tive a oportunidade de fazer estágios, no EUA e muito mais no Canadá nas empresas estatais “Ontario Hydro” e “Hydro Quebec“, nessas duas empresas passei por mais de dois meses em cada uma.

No ano passado, em junho de 2017 estive lá visitando os amigos que fiz em Toronto e Montreal nas empresas citadas.

Elas são estatais e como naquela época que estive lá, davam e dão lucro para os respectivos Estados, ou seja, de Ontário e Quebec.

Empresas completamente enxutas e com objetivos empresariais de ESTADO.

Sabe o que é isto?

Cada uma na sua província do país CANADÁ. Lá os executivos que comandam as empresas tem a responsabilidade de conduzirem as empresas com lucros para o estado e para os cidadãos (administração empresarial), que na realidade são os donos das estatais. Tal e qual no Brasil, que somos donos de uma parte da Eletrobras, Petrobrás e por aí vai…

Pois é, entre no site dessas empresas, hoje, e veja como elas são poderosas, hoje, e estatais, exportando energia elétrica para os EUA e dando lucro para o povo canadense. A grande diferença com o Brasil é que aqui as empresas são “governamentais”. Aqui as empresas, e não é de agora, mas que depois de 2003 piorou, os donos não são o ESTADO, mas sim os políticos, os sindicatos, as confederações, os “coronéis” e outros mais.

Por falar em coronéis, A ELETROBRAS, já foi de propriedade do Antonio Carlos Magalhães, do Sarney, do Lobão e outros antes deles. Pelo menos, agora, tem na presidência, um presidente, que não é parente, mas administra, como o Parente que esteve na Petrobrás.

Eu sofri isto na pele em 1986.

O Brasil, a curto prazo, digo nos próximos trinta anos não tem jeito.

A esquerda que já foi boa, existiu mais ou menos até os anos 70. Hoje, a esquerda é retrógrada e ultrapassada . O Brasil precisa reciclar a esquerda, como também a tal e dita direita.

Na realidade, o Brasil está de costa para o mundo.

Só como exemplo a esquerda que governa Portugal, com todos os problemas, dá de dez a zero na nossa.”

13 junho 2018 CHARGES

CLÁUDIO

NOTAS 

Como geralmente são desprezados pelo setor produtivo, em virtude do despreparo e da inexperiência profissional, do pouco estudo e nível cultural abaixo da média, o pobre, para sobreviver tem se virar, como pode. A maneira mais fácil de fazer um bico, ganhar dinheiro para descolar o jantar dos filhos, livrar-se das dificuldades financeiras, é entregar-se de corpo e alma em pequenas atividades lucrativas. Engajar-se no mercado informal, exercer ocupações de serviços gerais, vender coisas miúdas ou improvisar barracas, especialmente na praia para garantir uns trocados. Por conta do elevado estágio do desemprego é que muita gente vira camelô, monta quitanda, resolve vender até passarinhos nas proximidades das feiras livres, apenas com o intuito de sobreviver. O que move a iniciativa de uma pessoa a driblar as necessidades financeiras nesta terra de intensa desigualdade social é cair em campo. Ter força de vontade. Nutrir perseverança e não ficar enrolado com as falsas promessas das autoridades que prometem mundos e fundos na hora do voto, mas, depois da vitória o esquecimento é o que vale. A coisa tá feia até mesmo para quem é formado, tem curso superior e não encontra vaga disponível. ´É nessa enrascadas que o brasileiro se encontra metido até o pescoço. Ouvindo lorotas dos gestores do poder público. Os desempregados reclamam a falta de projetos de desenvolvimento no país, as empresas reivindicam cursos para qualificar pessoas para o trabalho eficiente. A população, tem de virar como pode para sobreviver nesta terra de ninguém.

*

A ganância, mata. A cobiça motiva o “olho grande” a cometer todo tipo de atrocidade. Praticar barbaridade, executar ações de deslize ético, moral, inclusive, penal. Caso seja necessário, o malfeitor, geralmente de sangue frio, não se importa com os resultados. Aliás, por dinheiro o homem endoida o cabeção, a mulher às vezes perde a linha, não se incomoda e nem se envergonha de largar a compostura. Segundo os registros policiais, muitas mortes foram cometidas por causa de dinheiro. Inúmeros assassinatos foram praticados visando apenas o patrimônio da vítima, levando gente da família, assassinar pais, irmãos. Amigos eliminar camaradas com a intensão de zerar débitos. Mas, por que o dinheiro altera comportamentos, modifica o modo de agir dos homens, se a riqueza é apenas uma peça para proporcionar conforto e comodidade ao dono. Sem incutir nas pessoas indícios estimulantes para comprar a vida de alguém abastado. Financiar o trabalho de criminosos, custear farras, viagens e vaidades. A lógica diz que se uma pessoa tem coragem para se vender, simplesmente com o intuito de abater alguém, em nome de outro indivíduo, tendo o dinheiro como pano de fundo, o sujeito não passa simplesmente de pistoleiro profissional, caçador de recompensas que a Polícia, desestruturada, e o Judiciário, moroso, não tem condições de evitar. Daí as mortes por encomenda, os assaltos a bancos e a carros fortes, a destruição de caixa eletrônicos e a queima de ônibus por aí a fora.

*

Acredite, se quiser. Fort Lauderdale, cidade do condado de Broward, banhada pelo Oceano Atlântico e localizada no estado norte-americano da Flórida e distante 45 quilômetros de Miami, é tampa. Dar show de bola, apesar de ser considerada uma das cidades que oferece menos segurança aos habitantes dos Estados Unidos. Por ser cortada por uma rede de canais, a cidade é apelidada de Veneza Americana. Em população, Lauderdale se destaca. Abriga milhares de habitantes que se juntam aos turistas que fervilham pela metrópole, constantemente, especialmente no verão. Todavia, não se equipara ao nível de desenvolvimento de muitas cidades brasileiras de mesmo porte demográfico e econômico. Por uma simples razão, possui mais de quatro mil restaurantes, 63 campos de golfe, 12 shopping centers, 16 museus, 278 parques de campismo e 100 marinas para ancorar milhares de barcos e iates milionários, locais e de fora que chegam de várias partes do mundo. Famosa, Lauderdale recebe anualmente mais de 12 milhões de visitantes, nativos e estrangeiros, que chegam à cidade, atraídos pelo potencial turístico da cidade. O município é tão chique que conta, inclusive com serviço de táxis que navegam nas águas dos canais inúmeros canais da metrópole. Tudo o que o turista quer, encontra em Fort Lauderdale. Muitos barzinhos se responsabilizam pelo agito noturno, praias de areia branca e fina. Arborização ao gosto do visitante. Luxuosas casas com piscina de água azulada, em vez das românticas gôndolas da Veneza Italiana. Enquanto isso, muitas das cidades brasileiras, sem chances de competir em pé de igualdade com Fort Lauderdale, ficam apenas no desejo. Com inveja do grau de progresso de muitas metrópoles americanas. Por falta de planejamento e de garra dos governantes nacionais.

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Os números indicam que, enquanto não modernizar a legislação, introduzindo leis fortes, o brasileiro permanecerá assistindo a deflagração de uma guerra civil no país. Pelo menos os registros revelam que em 10 anos de anotações de óbitos, entre 2006 e 2016, foram assassinados mio milhão de pessoas. Pela frieza das estatísticas, o Brasil é classificado como um dos mais violentos do mundo. As maiores vítimas da exagerada matança são os jovens negros e pobres. O incrível é verificar que os homicídios aconteceram justamente na fase em que o país ingressa na lista de economia emergente. Infelizmente, vários estados nordestinos, foram considerados os mais violentos. Pela ordem figuram Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Para, Amapá, Pernambuco e Bahia. Enquanto isso, São Paulo e Rio de Janeiro vibram por estarem registrando queda nos assassinatos. Parece até que o Brasil compete em criminalidade com a Síria quem em 7 anos de conflitos, desde 2011, mais de 511 pessoas tombaram sem vida, sendo que dos mortos, 350 mil tiveram a identificação nominal revelada. Outro fato lamentável é que dentre as vítimas da guerra síria, mais de 106 mil são civis, e 20 mil são crianças que perderam a vida em nome da violência humana.

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Sem forças para debater com os caminhoneiros, o governo teve que ceder. Abrir as pernas durante a paralisação, conceder subsídios a algumas empresas, onerar importantes setores produtivos como a da exportação e a indústria química. O prêmio distribuído pela área governamental foi na forma de isenção do CIDE e na redução da cobrança do PIS/Cofins. O Cofins é a contribuição federal que financia a Seguridade Social que por sua vez cobre a Previdência, a Assistência Social e a Saúde Pública. O benefício governamental derivado do corte de tributos sobre o diesel também favoreceu outros importantes setores da produção. Contemplou novamente a indústria automotiva, que já tinha sido beneficiada no governo Lula, além de estender as benesses para outras empresas de tecnologia, da informação. Preparados os caminhoneiros deram uma boa lição ao país. Reivindicaram a isenção de pedágio para a categoria, exigiram a revisão da Lei do Caminhoneiro, engavetada no Congresso, sem solução. Infelizmente, diante da fragilidade econômica, o movimento colocou o país no centro das turbulências. Forçou a economia a reviver os mesmos problemas enfrentados em 2013, quando o governo de Dilma Rousseff se recusava a negociar com os manifestantes. As consequências geradas pelos protestos de agora, trouxeram também serias consequências para a população. Faltou combustíveis nos postos, fez o preço subir. Comprometeu o transporte público, cancelou voos nos aeroportos, desbasteceu supermercados, suspendeu aulas e a merenda nas escolas na escola, afetou o mercado automobilístico, interrompendo a produção de veículos, abalou o atendimento nos hospitais, parou o serviço de ambulâncias e da segurança pública, E assim, por descaso de gestores, a economia teve de se virar aos trancos e barrancos para resolver a grave questão. Sem comprometer ainda mais a fragilidade econômica do país.

*

O Brasil possui diversificada fontes de energia. Passou um bom tempo dependendo basicamente da energia hidrelétrica, atualmente conta com dez usinas em atividade, até partir para a exploração de outras fontes energéticas como a derivada do petróleo, carvão mineral, biocombustíveis, gerada de produtos vegetais como a mamona e a cana de açúcar, gás natural e a mais sofisticada, a energia nuclear. Percebendo que a Europa tem um mercado limitado na produção de energia eólica, o Brasil caiu em campo para explorar este tipo de energia limpa e renovável. Aproveitando, então, a abundância de ventos fortes e de terrenos, o país precisou apenas aliar os investimentos para a compra de equipamentos para copiar a invenção dos persas no século V. Cobiçado pelos fabricantes europeus de Aerogeradores, que visavam reduzir de custos com a mão de obra barata, o parque de fabricantes diversificou-se no país. Atualmente, a capacidade de produção de energia eólica passa de 12.76 GW, distribuídos em 458 parques eólicos espalhados por várias regiões brasileiras. A liderança cabe ao Rio Grande do Norte, seguido da Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul, Piauí, Pernambuco, Santa Catarina, Maranhão e a Paraíba. Convém lembrar que a primeira turbina de energia eólica foi instalada em Fernando de Noronha, no ano de 1992. Com a expansão dos parques eólicos, o país assegura três objetivos. Garante a segurança energética, reduz as emissões de gases de efeito estufa e gera empregos. Um fator positivo é que em 2017, a energia mais consumida no Nordeste, cerca de 60%, foi gerada pelas usinas eólicas. Outro detalhe que desperta atenção, é a certeza de que o Brasil se tornou o oitavo maior produtor mundial de energia eólica. Antecedido pela China, Estados Unidos, Alemanha, Índia, Espanha, Reino Unido e França.

13 junho 2018 CHARGES

NANI

PAÍS SEQUESTRADO POR UM CONDENADO PRESO

Os resultados da última pesquisa Datafolha, publicada domingo pela Folha de S.Paulo, não podem ser considerados definitivos para prenunciar a apuração da eleição de daqui a quatro meses porque representam um retrato atual, como sempre, nunca uma profecia exata. E também porque revelam agora uma decisão que muitos cidadãos ainda estão por tomar. Configuram, contudo, e ao que parece de forma cristalizada, tendências que dificilmente mudarão, pois refletem uma situação antiga, crônica, lógica e irrefutável.

Os 30% de preferência pelo soit-disant presidenciável do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva, impressionam por dois motivos. Antes de tudo, porque ele foi condenado em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, em Porto Alegre, a 12 anos e 1 mês por corrupção e lavagem de dinheiro. E é inelegível. Em segundo lugar, por cumprir pena em Curitiba e, portanto, não ser disponível para participar de comícios, carreatas e até, conforme presume quem tem bom senso, gravar pronunciamentos para a propaganda nada gratuita no rádio e na televisão. O comportamento inusitado da Justiça, permitindo-lhe um dia a dia não vivido por outro preso comum – e ele é apenas mais um –, pode pôr em questão a segunda afirmativa. Mas, por enquanto, prever a continuação dessa anomalia, vencidos os prazos legais para o registro de candidaturas, não é realista.

A fidelidade de quase um terço do eleitorado brasileiro ao carisma do mais popular líder político e mais famoso presidiário do País, a esta altura do campeonato, confirma uma evidência e nega uma lenda urbana. O primeiro lugar no ranking atesta que a emoção é decisiva no ato de digitar o número do pretendente na máquina de votar. E o petista é, disparado, o único dos que se apresentaram à liça a despertar a paixão do cidadão, seja por afeto, seja por repulsa. Mas também, por paradoxal que pareça, o voto em quaisquer nível social e escolaridade é decidido pelo estômago e pelo bolso.

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo, perdeste o senso”, resmungará o leitor aflito, citando o repetido verso de Olavo Bilac. Afinal, além de condenado, Lula responde na Justiça a mais seis processos criminais, que, juntos, o desmascaram na chefia de uma organização criminosa que levou a Petrobrás à falência, quebrou as contas públicas, esfolou a economia a ponto de gerar 24 milhões de desempregados e desiludidos, conforme o confiável IBGE, e indicou os dois presidentes mais desastrados e, por isso mesmo, mais impopulares da História: a companheira petista Dilma Rousseff e o cúmplice Michel Temer, do PMDB. Sem Temer, Dilma não teria sido eleita. Sem os votos do PT, Temer não seria presidente.

É aí que entra neste raciocínio a negação de que o brasileiro não tem memória, uma lenda antiga e frágil. Os apressadinhos, que, conforme ensinava vovó, comem cru ou sapecado, arguirão que, ao desprezarem os dados da realidade que fazem de Lula um réprobo, e não os quindins de iaiá, os brasileiros que vegetam abaixo da linha da pobreza não têm memória mesmo e ponto final. Alto lá! História é uma coisa, memória é outra. A História é objetiva, relata fatos indesmentíveis, questiona mitos aparentemente indestrutíveis. A memória é subjetiva. Cada um tem a sua. A lembrança dos fatos ao redor é sempre imprecisa e traiçoeira. A recordação dos benefícios pessoais é permanente. Os que asseguram que votarão em Lula têm a memória gostosa dos tempos de ouro do crédito fácil e do acesso à proteína barata sobre a mesa da família.

A História revela que a inflação acabou, o poder de compra da moeda permitiu o acesso das famílias pobres ao consumo inatingível, por obra e graça do Plano Real, do câmbio flutuante e da Lei de Responsabilidade Fiscal, sob a égide do tucano Fernando Henrique. Mas a memória ressuscita o crédito farto e fácil e é isso que segura Lula no topo das pesquisas.

Detratores de institutos de opinião poderão até constatar que os índices recentes não se confirmarão. Mas dificilmente as tendências serão desmentidas. A principal delas é a novidade que ameaça surgir do panorama visto da pinguela sobre a fossa: a disseminação generalizada de que político nenhum presta mesmo e, então, o melhor é escolher um entre tantos condenados que no passado mais recente lhes “encheram o bucho”, como se diz em meu Nordeste de origem, região tida como baluarte lulista. Sabe o “rouba, mas faz”? Pois…

Em 2013, a população foi à rua protestar contra tudo e no ano seguinte reelegeu Dilma e Temer, dois precipícios para a tragédia. Em 2016 o eleitor surrou o PT porque a Lava Jato levou o partido aos tribunais e às prisões. Presos em Curitiba estão todos os chefões petistas: o próprio Lula, Zé Dirceu e Palocci. E, pior de tudo, três ex-tesoureiros – Delúbio, Vaccari e Paulo Ferreira – tiveram o mesmo destino. Há quem lembre diante desse fato que a organização criminosa, vulgo quadrilha, se afigura na forma da lei com a reunião de mais de quatro membros. Ou seja…

Em 2014 o PSDB fez de Aécio Neves a esperança anti-PT para pelo menos metade da sociedade, que não cai na lábia do profeta de Vila Euclides. O neto de Tancredo Neves, ilusão da Nova República abatida pela septicemia, contudo, protagonizou a maior frustração política da nossa História. Denunciado por um suspeito de ter enriquecido pelo compadrio de Lula e asseclas, gravado anunciando a morte do primo, caso este o delatasse, o mineiro poderia ter passado em branco pela inutilidade que protagonizou em seu mandato de senador pelo Estado mais habilidoso do Brasil. Mas fez muito pior, ao mostrar que seu adversário-mor comprou até a oposição fajuta em que ele mandava.

Lula nem precisará candidatar-se para encarnar o paradoxo deste país surreal, que mantém sob sequestro em sua cela de preso comum: beneficia-se por ter escolhido sucessores que quebraram o Brasil e pagou à oposição para anulá-la.

13 junho 2018 CHARGES

LUSCAR

13 junho 2018 DEU NO JORNAL

PAPA BOTA NO FURICO DO PRESODENCIÁVEL

* * *

Esta manchete aí de cima trata da última mentira de Lula e do PT.

Mais uma mentira no já extenso rosário petêlho.

Uma mentira-cagatória de proporção mundial-pontifícia.

Segundo apuraram os repórteres fubânicos, o detento Luiz Inácio Peroba da Silva declarou que se sentia honrado em ser desmentido e desmoralizado pelo Sumo Pontífice, o argentino Chiquinho.

O que ele não suporta, segundo declarou, é ser desmoralizado por uma gazeta escrota feito o JBF.

Voltaremos a este assunto ainda na edição de hoje.

13 junho 2018 CHARGES

PELICANO

MONTANHA RUSSA ELETRÔNICA

Estamos na segunda semana de junho de 2018 e o esquecido Bitcoin, está cotado próximo a US$ 6.600,00. Alguém lembra que essa moeda chegou a custar US$ 20.000,00 em dezembro do ano passado? E alguém sabia que em junho de 2017 essa moeda custava US$ 2.700,00?

Resumindo: de junho de 2017 até dezembro quem tinha Bitcoin viu sua poupança valorizar em 640%. Quem se animou a comprar cryptomoeda com o 13º está perdendo 67% do Natal até agora nas Festas Juninas. Tudo isso em 12 emocionantes meses. Devo registrar que estou escrevendo em 11/06 as 11 horas e como diz a Rádio BandNews, em 20 minutos tudo pode mudar.

2018 tem sido um ano de muita volatilidade nos mercados. Podemos comparar oscilações de outros ativos conhecidos na tabela abaixo:

Bitcoin

12/06/2017 – 2.700,00
Máxima 20.000,00 – 640%
11/06/2018 – 6.600,00  -67%

Dólar

12/06/2017 – 3,3
Máxima 3,95 – 20%
11/06/2018 – 3,70  -6%

  Ibovespa

12/06/2017 – 61700
    Máxima 88300 – 43%
   11/06/2018 – 73400 17%

Assim é esse perigoso e volátil mundo da especulação com cryptomoedas. Comprar ações e títulos de boas empresas (quais são as boas empresas?) é bem diferente do que apostar nesse balão desconhecido. Embora, oscilem bastante também. Um argumento convincente que me fez atribuir um pouco mais de valor às moedas eletrônicas, é que existem pessoas que confiam mais na segurança que o sistema Blockchain oferece, do que em governos e cofres de bancos para garantir sua riqueza. Outra justificativa para valorização das moedas eletrônicas, é que um submundo de negócios ilegais, precisando do anonimato, utiliza as cryptomoedas por não poderem usar o sistema bancário e devem acumular recursos em Bitcoin e outros.

As novas gerações acostumadas a usar e confiar em tecnologia, mais do que nos tradicionais ativos financeiros, são potenciais poupadores nesse tipo de instrumento. Esses novos investidores preferem Bitcoins e seus “irmãos” do que carregar ouro, por exemplo. Influenciados pela exuberante valorização alcançada pelas moedas eletrônicas ao longo de 2017, empresas de finanças lançaram fundos lastreados nessa modalidade. Bolsas de valores permitiram negociação de algumas cryptomoedas em seus recintos. Esse conjunto de acontecimentos deu maior confiabilidade e visibilidade ao instrumento justificando parte da valorização de 2017.

A teoria da profecia autorrealizável é o que mais motivou a alta de 2017 nas moedas eletrônicas. Os prognósticos dos técnicos no assunto era atingir US$ 50.000,00 até 100.000,00, no caso do Bitcoin. Quanto mais subia, mais gente se sentia quase obrigada a ter algum recurso investido em cryptomoeda. Uma grande aposta. Ouvir seu vizinho falando que comprou Bitcoin por US$ 5.000,00 e estava lucrando horrores, deixava qualquer cristão com aquele sentimento de ignorância e dor de cotovelo. Hoje parece que o Bitcoin saiu da moda. Será que agora está na hora de colocar umas fichas nesse palpite?

Cuidado!!!! Para quem é conservador eu indico ficar distante, pra quem gosta de apostas, melhor colocar poucas fichas.

13 junho 2018 CHARGES

CLÁUDIO


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