Itamar de Oliveira, ex-integrante da equipe de segurança de Lula, disse que ia de três a quatro vezes por semana ao sítio de Atibaia, entre 2010 e 2011, para cumprir ordens de Marisa Letícia.

Ele ia ao sítio juntamente com Rogério Aurélio Pimentel, assessor de Lula.

Marisa se inteirava, através de Rogério, das obras então em curso na propriedade — obras sob o comando da ex-primeira-dama.

O sítio de Lula é de Lula.

* * *

Imprensa mentirosa que só a porra.

Só publica inverdades.

Ceguinho Teimoso já cansou de dizer:

O sítio de Lula não é de Lula!!!

Eu acredito mais na palavra de Ceguinho do que nas investigações da Polícia Federal.

Foto do acervo da Polícia Federal feita no sítio de Lula que não é de Lula

16 Comentários

  1. Vocês não entendem. O Ceguinho já explicou mil vezes aqui.

    Os donos do sítio, o J. Suassuna e o F. Bittar como são quase que da famíglia; emprestaram o sítio para o Lula fazer o que quisesse com ele.

    Alguns empresários, assim como quem não quer nada em troca, fizeram todas as reformas que D. Marisa pediu, sem custo algum e sem exigir nada em troca.

    Lula, que não viu maldade alguma nestes presentes, porque ex presidente é assim mesmo, todos gostam de agradar. Ele gosta de receber presentes simples. Aceitou e recebeu estes amigos para tomar alguma birita e participar de churrascos (v. fotos no sítio com os empreiteiros).

    Maldade é supor que por estes fatos, o Lula era o real proprietário do sítio ou que tenha prometido algum benefício a estes amigos empresários que ajeitaram o sítio ao gosto de D. Marisa.

  2. Todos sabem que o sítio de Atibaia não é e não era de Lula, foi emprestado à família para ser usado à vontade, como demonstram os depoimentos, pelo proprietário, amigo íntimo da família, tanto para servir de local de guarda do acervo presidencial como refúgio para descanso e lazer – embora Lula o achasse menos adequado do que gostaria, pela distância, mas que acabou servindo aos propósitos expostos.
    O fato de existirem bens familiares no sítio foi amplamente esclarecido com as declarações de que o sítio ficou à disposição de Lula e ele o usou como se fosse dele, por empréstimo.
    Mas… a questão é: Lula recebeu propina por ter participado de atos de corrupção na Petrob ras?
    A resposta é: – Não, isso não foi provado.
    Muitas perguntas, conclusões, ilações, dúvidas e suspeitas surgem dos fatos, mas isso que não foi provado não podia determinar a condenação de um ex-presidente de passado correto e de grande estadista, julgamento havido em um momento histórico que, por si, lança dúvidas históricas sobre a justiça e justeza da condenação.

    • Goiano, repete as minhas palavras de outras formas.

      Todo mundo tem um amigo íntimo ou parente que empresta casa, sítio, rancho, chácara, etc; entrega a chave e diz que pode usar à vontade, instalar suas coisas , levar amigos e devolver quando quiser. Se não tem, azar.

      Imóvel para ser seu tem que ter escritura. Isso de dono oculto não existe, pois esta figura não existe nas leis brasileiras.

      Corrupção para ser provada precisa de três coisas: alguém oferecendo a vantagem, alguém recebendo a vantagem e um ato de ofício assinado com data e assinatura com data posterior aos dois primeiros procedimentos; caso contrário não se caracteriza.

      Viu, são argumentos sólidos que demonstram não haver corrupção neste país.

      • Joaquim Francisco, a corrupção, para ser provada, precisa ser provada.
        No caso do Lula, em um momento histórico conturbado, que me permito mencionar sem explorar, por desnecessário (vivemos a hora), tratando-se de um ex-presidente da república cujo afastamento do cenário interessa tanto a tantos, a primeira argüição é de suspeição, não a técnica, formal e processual, mas a racionalmente presumível, de modo que o julgamento de tal figura cerca-se de algumas circunstâncias especialíssimas: não que ele seja diferente perante a lei das demais pessoas; as circunstâncias são diferentes entre as demais pessoas e ele (como diria Ortega y Gasset, não se trata de julgar Lula, mas de julgar Lula e suas circunstâncias). Enquanto minha compreensão não puder alcançar isso, minha isenção estará comprometida.

        • Deve haver um Premio Ignóbil para quem defende a “corrupção que para ser provada , precisa ser provada” e para quem a lei para lula e a mesma que para os outros , apenas lula é diferente por isto exige-se uma lei própria feita na medida para o molusco. Os suprassumos não aceitam as conduções coercitivas , será que o Zanin não vai tentar de alguma forma um Habeas dizendo que molusco foi prejudicado pela PF, em sua condução coercitiva e que por isto acabou preso, ou outra balela qualquer? Imaginação ele tem.

      • Não é todo o mundo que tem um parente ou um amigo íntimo para chamar de seu e que lhe emprestará um sítio, uma fazenda, uma chácara, uma mensão ou um apartamento para uso e abuso, só pessoas como Lula, que morou de grátis em apartamento do seu advogado e amigo aquele e que usou a fazenda do Bumlai, ou como Juscelino, que ficava na mensão do seu amigo Penido em Búzios, ou o Fernando Henrique Cardoso quefica bem mornéis no apartamento da Maria do Carmo Abreu Sodré em Paris, e assim por diante se quisermos pesquisar a vida não só de ex-presidentes da república, mas de autoridades em geral. Políticos importantes são cercados de pessoas a lhes fazerem ou procurarem fazer cortesias, de viagens maravilhosas, passando por hospedagens deslumbrantes e jatinhos à disposição, a presentes e contas pagas em restaurantes, bem como outros “benefícios”, frequentemente para “ficarem bem na fita” para quando essa simpatia se torne necessária. Se ocorrer de algum desses “favores” for contrapartida por benefícios que configurem crime, é indispensável que esse crime seja provado.
        Essa alegação de que corrupto não passa recibo tem sido usada para argumentar que não é preciso provar a corrupção para condenar.
        Desse modo, Lula pode ser condenado porque não passou recibo mas o juiz achou que ele é culpado.
        O pior é que todos sabem que Lula é inocente do crime de corrupção e, conseqüentemente, de lavagem de dinheiro.

  3. Agora está esclarecido para que o molusco precisa de assessor.
    Assessores são acessórios para um segurança do presodentro.
    O sujeito tirou muitos da miséria , eram seus parentes. Até a nora arranjou emprego sem necessidade de comparecer ao trampo. Acho que quem defende , ou mamou no lula (digo governo) ou é parente. Ou queria ser pois até quer incluir lula no nome. Aqui a dúvida: as propriedades de quem o defende “por amor” não seriam do molusco? Seriam os pretensos lulas , laranjas?. Nada a ver com Goiano lula Braga Horta, ” O Chato”.

  4. Quando presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo , o” rapaz esperto” vivia em uma belíssima casa . Dizia pertencer ao advogado Roberto Teixeira, que, segundo ele, não lhe cobrava aluguel . Já naquela época, o rapaz adorava uma mamata, eta caboclo de “sorte “.

    • Eu emprestei um apartamento para dois amigos morarem, de grátis, por muitos meses. Eles estavam desempregados, eu não precisava do imóvel naquele momento e fiquei sabendo que um deles, que estava desimpedido, até levava lebres para abater lá. Pelo que me consta, nenhum de ambos precisou armar alguma marmelada na Petrobras para irem cento e onze vezes, ou muito mais, àquele sítio.

  5. so para contrariar , o guvernante lula era tao operoso , que logo depois de assumir a presidencia do sindicato dos metalurgicos de sao bernardo do campo e diadema , acabou com o sstiema medico do sindicato que prestava serviço aos metalurgicos de pequenas empresas ,e que nao tinham planos medicos , forneciam remedios de graça para pessoas ligadas aos metalurgicos e que nao tinham posse , , e a preço de custo para os metalurgicos da base com os dentistas e tambem com o convenio com hospitais , que aceitavam os metalurgicos sem planos medicos e cobravam as despesas a perder de vista , ate a chegada de lula a presidencia do sindicato , nao havia sindicalista rico , , apos a entrada de lula na presidencia do sindicato , logo todos os diretores e puxa sacos deles passaram acomprar carro e casa para si e para seus familiares , e o retorno em serviços aos associados e aos metalurgicos em geral acabou , e assim foi se desseminando por todos os sindicatos do pais que nao mais investiram no social da categoraia , mas sim no bem estar dos corruptos que assaltaram os sindicatos e nao mais sairam de la usando ate a violencia e morte para permanecerem nas tatas fartas dos sindicatos , DUVIDAS , FACEIS DE DERIMIR , BASTA APENAS A RECEITA FEDERAL FAZER UM TRABALHO HONESTO E OPEROSO , COMO O FAZ CONTRA OS CONTRIBUINTES ASSALARIADOS , ONDE DESCOBREM ATE RECIBO DE DENTISTA DE POUCOS REAIS SE FRAUDADOS , BASTA QUE A RECEITA TENHA ESTA MESMA DILIGENCIA PARA COM OS SINDICALISTAS E POLITICOS , E OUTROS FNCIONARIOS PUBLICOS QUE A VERDADE APARECERA CLARA COMO O SOL , NAO ADIANTARA A PENEIRA DE GOIANO PARA O TAPAR…. ,

  6. Levava lebres para lá abater: Prostíbulo ? Abatedouro clandestino? Tem certificado do Ibama? O ap e o sitio eram seu ? do lula? Suassuna& Bittar ? Escritura no nome de quem? Mais um a se explicar com a PF, PA, MP. Mas não adianta ,na cela de lula só o boff dele.

  7. Caro Goiano,
    Todo funcionário público, por uma simples questão do mais simples bom senso, está impedido de aceitar qualquer benesse, “mesmo que desinteressada”, de quem quer que seja.
    Mirem-se no exemplo da monarquia inglesa.
    Passei um breve período de dois anos como funcionário de uma autarquia federal, a convite de seu diretor, e sempre que recebia convites para dar palestras ou fazer simples visitas às instalações de alguma empresa, coisas que durante toda minha vida profissional realizei abundantemente, já que era possuidor de uma certa consideração pela minha capacidade profissional, vi minhas demandas de parecer à procuradoria do órgão apontar por uma recomendação de que não aceitasse tais convites pois poderiam indicar favorecimento a tais instituições.
    Assim, para mim, funcionário público, mesmo sem ser de carreira, só eram permitidas atividades estritamente e TOTALMENTE custeadas pela autarquia a que estava ligado.
    Por que a seu molusco de estimação seria dada a prerrogativa de se esbaldar em prebendas de raposas peludíssimas do empresariado nacional
    Podes dizer o que quiseres mas, para mim, e para toda a população brasileira raciocinante, É CORRUPÇÃO DAS BRABAS!

  8. Não, meu caro Adônis, não é. Pode ser, pode não ser, é ou não é. Não é tão simples assim.O Supremo Tribunal Federal (para dar um exemplo) acaba de absolver um político que havia sido denunciado por crime em sua administração como prefeito. Veja só, houve a investigação, a denúncia foi aceita, ele se tornou réu e o STF considerou que não houve crime. Isso porque uma coisa para ser crime precisa ser definida como tal.
    Em Portugal, o simples gesto de oferecer um presente a um servidor público, mesmo de pequeno valor, é considerado crime de corrupção e suborno, com pena de até cinco anos de prisão e multa.
    No Brasil, quanto à administração pública, temos como crime de corrupção passiva (CP art. 317) solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, MAS EM RAZÃO DELA, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem. Há, ainda, os crimes de concussão (o dispositivo é parecido com o de corrupção passiva, mas difere porque o agente público na concussão EXIGE a vantagem – ver. art. 316 CP). Há o crime de peculato, quando o agente pùblico se apropria de bens na forma prevista na lei (art. 312) .E há ainda o crime de excesso de exação, mas difere o dispositivo, porque não se trata de aceitação ou exigência de vantagem pessoal (ver art. 316), bem como alguns outros tipos previstos que não vem ao caso ora relatar.
    O que nos interessa: No caso da corrupção passiva, tipo próprio do agente público, a configuração incluirá ATO ESPECÍFICO DE SUA FUNÇÃO OU CARGO, OU SEJA, ATO DE OFÍCIO (OMISSIVO OU COMISSIVO), conforme a jurisprudência.
    Ao condenar Lula, o juiz Sérgio Moro considerou suficientemente provado que Lula praticou ato de ofício omissivo (deixa de fazer algo a que estava obrigado) ou comissivo (faz alguma coisa que lhe era vedada).
    Não é possível condenar o agente público por corrupção passiva pelo recebimento de alguma vantagem sem que o ato de ofício omissivo ou comissivo tenha sido praticado por ele.
    Exemplo: um servidor público recebe de uma empresa, agradecida pela atenção que lhe foi dispensada, um aparelho de telefone celular caríssimo, daqueles de cinco mil reais. Nenhum ato proibido praticou ou deixou de praticar e inadvertidamente aceitou o presente. O fato é descoberto ou denunciado, verifica-se que ocorreu realmente, o servidor confessa, mas verifica-se que essa irregularidade não correspondeu ao tipo penal de corrupção passiva, porque o servidor público não favoreceu irregularmente a empresa que o presenteou. Não houve, então, corrupção nem mesmo das mansas, quem dirá das brabas.
    É preciso tipificar para caracterizar crime, infração civil, responsabilidade administrativa
    eticétera e tal e coisa.

  9. Meu caro Goiano,
    Admiro deverasmente a sua erudição com relação à nossa legislação.
    Diante da minha monumental ignorância de tais sutilezas da prosopopeia e da capilogência nacional, abstenho-me de querer contrapor qualquer argumento às suas sábias ponderações.
    Ocorre-me, porém, que toda estas filigranas jurídicas decorrem do fato da nossa justiça estar construída de forma rococó, cheia de meandros inúteis e de “praquetudoissos”. Não basta o simples entendimento da maioria absoluta das pessoas de bem do país para condenar um canalha. Tem que estar detalhadamente descrito em algum alfarrábio legal, assim como tem que recibo com firma reconhecida em cartório e atestada por tabelião com fé de ofício.
    Assim não dá!
    Adotemos o direito britânico.

    • Há, caro Adônis, um desconhecimento generalizado a respeito da formação da Ciência Jurídica, o que faz com que estabelecimentos profundos do Direito Positivo (as leis, restritivamente), visando à obtenção máxima possível da Justiça, sedimentados durante séculos, com base nos costumes, no comportamento e nas necessidades sociais, na filosofia, na ética, nos valores, enfim, em tudo o que compõe a vida em comunidade de gente, sejam entendidos e tomados como complexidade desnecessária, firulas, exageros, mas que, na verdade, são o fruto da experiência humana.
      Tratando-se de uma ciência humana, em contraposição às chamadas exatas, que nem exatas são, mormente com o advento da física quântica, o Direito amolda-se, evolui e, até, involui para regular às relações sociais.
      Quanto ao “Commom Law”, pode ser um engano imaginar que não existem leis estabelecidas na Inglaterra, no Reino Unido e onde ele é adotado, pois as decisões tomadas constituem uma espécie de jurisprudência que se aplicará aos casos semelhantes, sendo que quando ocorrer o raro caso de não haver precedente e o juiz adotar a sua decisão própria e particular para o caso essa decisão estabelecerá o precedente para os demais assemelhados. Também é de notar que as decisões dos juízes não são tomadas ao seu puro juízo, antes consideram o “sistema”, isto é, o substrato da ideologia jurídica daquele momento social.
      Mas… se quisermos adotar a legislação britânica, teríamos de usar aqui a norma que lá vige que permite a uma mulher grávida mijar no quépi de um policial. Se isso acontecer entre nós, eu não desejaria jamais assumir um posto na polícia.
      O senso comum, ou melhor, a cabeça do povo, não serve para julgar civilizadamente os crimes; a turba é boa para linchar e o linchamento não é considerado nos tempos modernos uma coisa educada e polida.

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