O VAZIO DE OUTUBRO

Pelo menos este outubro que se aproxima não será o “Outubro Vermelho”. O “Red October” está bem visível aos olhos dos eleitores. As marcas vermelhas deixadas no Brasil foram com o sangue do povo e elas não se apagarão em pouco tempo, mesmo com uso das mais infames jogadas de marketing promovidas pelos institutos de pesquisas e mídias que foram, e ainda são, parceiras da esquerda fantoche que promoveu, neste País, uma das maiores desestruturações sociais e econômicas já conhecidas por uma Nação. Os últimos resultados eleitorais desmoralizam e desmentem esses grupos indutores de fantasias e ilusionismo que buscam tirar proveito da sofrível condição cultural que vive o brasileiro. Praticam um crime de ‘lesa pátria” com essa covarde ação na tentativa de se perpetuarem no controle do Poder. São grupos desprovidos de quaisquer resquícios de ética e moralidade bem como de princípios humanistas e de respeito ao ser humano, verdadeiras hienas oportunistas e despojadas da decência. Os resultados das pesquisas a favor do presidiário mostram bem essa ação indecente e desqualificada para com toda a população.

Apesar desta amostra eleitoral, a imprensa e institutos de pesquisas aderentes do Partido dos Trabalhadores e seus partidos penduricalhos, o ninho das falcatruas, ainda insistem na tentativa de se manter na esfera do Poder, via propagação de falsas notícias e resultados de opinião, das pesquisas. Entretanto, a realidade demonstra que aqueles que permanecerem de braços com o presidiário, chefe do bando petista e aderentes, não obterão sucesso no outubro que se aproxima. Ainda mais se somarmos o que está a caminho, na justiça, para a presidente do PT e o seu chefe. Inconsistentes notícias por boa parte da mídia, de tendência petista, deterioram a moralidade e a imagem do povo brasileiro em todo o planeta. Estamos sendo considerados a Nação da bandidagem. Não é para menos com os divulgados resultados das pesquisas de intenções de votos a favor do presidiário. Isso depõe contra o Brasil. Leva a crer, no exterior, que a sociedade brasileira é conivente com o crime e permissiva com os bandidos. Esse entendimento lá fora da nossa Nação, quebra com a espinha dorsal da moralidade e da ética como princípio de valor na vida do brasileiro. É uma atitude rasteira que se utilizam para impingir no nosso povo uma falsa realidade.

Esses grupos que jogam sujo para se manterem no Poder, desmantelaram politicamente o Brasil. Foi prática de dominação, com a quebra de estruturas partidárias para controle do Estado. Essa pensada atitude política de fracionar os grupos e partidos, produziu resultados lastimosos para o processo político deste País. Desenvolveu um corpo político frágil com repercussão negativa profunda para os novos valores que poderiam surgir neste cenário. Em razão disso, outubro seria um grande teste e com a possibilidade de uma ruptura com o estado de coisa vigente, mas não é bem isso que se está apresentando. Temos enormes vácuos a serem preenchidos na vida do nosso Brasil e as candidaturas propostas não parecem gabaritados para tal tarefa. São políticos sem vestígios de competência organizacional e administrativa do Estado, ou seja, estadistas. Aqueles que parecem ser, padecem do mesmo mal de outros, são contemporizadores e o momento Brasil exige outro perfil.

Está muito difícil, as opções, até agora, não irão nos atender. O partido e candidatos contra a utilização de dinheiro do povo, omitem-se em representar judicialmente pela suspensão da Lei do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O candidato Jair Bolsonaro já declarou ser contra a utilização desse Fundo, que é uma vergonha ante a situação que vive o Brasil, mas não tomou nenhuma iniciativa. Cada candidato deveria se viabilizar, se quer ter um cargo eletivo. Tenho defendido o ponto de vista de que até outubro o eleitor brasileiro estará bem consciente do seu voto. Caso nada mude no cenário das candidaturas, é bem provável que teremos um campo fértil aos votos negados, que consiste na soma dos brancos, nulos e abstenções, os quais irão superar a casa dos 45%, se não for muito mais. A esquerda, dentro de sua doutrina de dominação para instalação do Estado Totalitário, quebrou com a ética e a moralidade da classe política como forma de desacreditá-la e assumir o controle. Paralelamente, agiu da mesma forma com objetivos do desmantelamento da família como célula mater da sociedade. Aí estão os resultados provocados, são milhões de jovens que nada fazem, a expansão do crime organizado, a destruição do sistema educacional e de saúde e por aí vai. É preocupante, mas há um grande vazio em outubro.

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