ROBERTO CARLOS E A ORGIA NO BURACO DE OTÍLIA

Por volta dos anos setenta o cantor Roberto Carlos já era idolatrado como o ídolo das multidões. Onde fizesse show, uma tonelada de gente feminina entupia o recinto de histerismo, principalmente tribufus balzaquianas ricas e mal amadas que se atiravam no palco dos shows desejando que o rei as comesse ali mesmo na frente da multidão ensandecida, porque a tesão aflorava os poros e elas sentiam orgasmos telepáticos. Vaca Peidona fazia parte desse palco de beduínas-ouriçadas.

Junto com o Amigo da Onça, Erasmo Carlos, o terror das barangas, um dos responsáveis pela criação do movimento tabacudo intitulado de Jovem Guarda, parceiro das composições do rei da avareza, que todo mês de dezembro lançava um elipeido para infestar as lojas de discos de todo o Brasil, e se tornava presente de natal obrigatório para os tabacudos que idolatravam as músicas do ídolo da “perna de pau” comprar e dar de presente aos abestalhados para a satisfação desse velho escroto do trenó: Papai Noel.

Roberto Carlos já era conhecido em todos os bordéis do Brasil, quando chegava para fazer seus shows, como o rei da suruba, do bacanal, da esbórnia, movido a chá de cogumelo, cachimbada e marijuana que ele fazia questão de levar às festas para barofar o ambiente e compartilhar com todos que curtiam suas fantasias sexuais tresloucadas.

Vem dessa época a mania dele fumar aquele cachimbo preto fedorento com a boca parecendo o furico da Vaca Peidona soltando bufa de batata purgante, estampado na capa do elipeido intitulado ROBERTO CARLOS: PRA SEMPRE, onde está inserida a música “Jesus Cristo”, biografia do filho de Deus não autorizada por Edir Macedo, que até hoje lhe cobra os dízimos autorais na justiça celestial por apropriação indébita e direito de imagem.

Com o estrondoso sucesso das músicas Jesus Cristo, Meu Pequeno Cachoeiro da Itapemirim e a lambada Minha Senhora, composta por Aurino Quirino Gonçalves – o Pinduca, o elipeido ROBERTO CARLOS: PRA SEMPRE, estremeceu as paradas cardíacas das rádios AM de todo o Brasil, incluindo a Aurora do Jumento, em Carpina-PE, que era comandada pelo anão “bimba triste”, que, segundo as más línguas, era menor do que a pitoquinha de um galo garnisé.

Com toda essa estrondosa sucessão de sucesso que se sucedia sucessivamente sem cessar nos cabarés de todo o Brasil, Roberto Carlos provocou inveja no comedor de gente, o cafajeste Carlos Imperial, que fazia o programa de auditório “Esta noite se improvisa comendo uma priquita”, transmitido pela TV Record, que o convidou para participar do programa e comer todas as cantoras e atrizes principiantes que apareciam por lá com as priquitas coçando e doidas para fazer sucesso a qualquer custo: Gretchen, Rita Cadilac, Vaca Peidona, Elke Maravilha e outras “lebretes” do mundo cão do Teatro Oficina eram dessa época.

Foi neste ano que Roberto Carlos veio fazer um show aqui em Pangeia, digo: Recífilis, se hospedando no Grande Hotel do Alto da Foice. Assim que chegou, chamou o anão “pau vermelho”, jardineiro do Grande Hotel, PhD em pedofilia, mandou-o “selecionar umas quarentas adolescentes cabaços nas redondezas, com idade entre 12 e 16 aninhos” para, assim que terminasse o show ROBERTO CARLOS: PRA SEMPRE, no Geraldão, ele ir até o Buraco de Otília, para fazer a maior orgia regada a chá de cogumelo e vaselina de mijo de vaca, trazidos da fazenda Tabé Lião, do Coronel Ludugero. Wilza Carla, que o Vudum Collor de Mello comia na Casa da Dinda, era dessa época!

Uma hora da matina, Roberto Carlos chega ao Buraco de Otília cercado por quarenta putinhas secionadas a dedo pelo anão “pau vermelho”. Entra no quarto reservado por Quitéria, a cafetina do priquito mais folote da América Latina, e lá pratica o maior bacanal de Herodes de todos os tempos que se tem noticia em Recífilis, regado a vaselina e manteiga feita de leite de jumenta, ao ponto de no outro dia sair do cabaré direto para a maternidade MATADOURO, no Alto da Foice, com a cabeça da bicha toda esfolada e sangrando, onde Liêdo Maranhão labutava como dentista e, aqui e acolá, fazia o papel de enfermeiro pau pra toda obra. Por ausência da profissional de plantão na época, foi Liêdo encarregado de engessar a cabeça da bimba do “rei da perna de pau” com gesso Vitória Qualimina, que ficou dura que só o filé ao molho madeira, segundo comentava Liêdo Maranhão sirrindo-se de se mijar naquele seu jeitão de gozador nato!

Foi nessa época que o “rei da varejeira”, Roberto Carlos, recebeu das “meninas” que com ele “surubaram” a alcunha de “o cabeleira do trussui à esquerda”. Até hoje se tem a curiosidade de saber o por quê do apelido tão escroto alcunhado no “rei”, mas dona Quitéria, apesar de ser comida por Zé Lezin com a promessa de revelá-lo para ele saber como enrabar Cinderela, não o disse e guarda o segredo a sete chaves no meio da taiada veia e cheia de pentelhos grisalhos, e disse que pretende morrer com ele não revelado, a não ser que um biógrafo fuleiro que esteja disposto a escrever suas memórias de putarias e proxeneta, pagando 50% de adicionais de insalubridades priquitais, não previstos na CLT de Getúlio Vargas.

P.S. Essa história da perna cabeluda não está inserida no livro ROBERTO CARLOS EM DETALHES, biografia do rei da perna de pau escrita pelo jornalista e historiador PAULO CÉSAR DE ARAÚJO, que o biógrafo preferiu omitir por atentado violento ao pudor e agressão a neurótico, apesar de na época ainda não existir o ECA (eca!), mais uma lei especial tolête grosso aprovada pelo Congresso Nacional, o Prostíbulo de Brasília, e sancionada à época pelo presidente doidão, Vudum de Mello, para encher a linguiça do ordenamento jurídico penal de Banânia!

Roberto Carlos já repetiu várias vezes em entrevistas que gostaria de lançar uma autobiografia para ter a oportunidade de contar sua própria história: “Ninguém vai contar a minha história melhor que eu”, disse ele em coletiva à imprensa. A polêmica em torno do assunto começou em 2007, quando ele moveu uma ação de busca e apreensão por calúnia, injuria e difamação, contra o jornalista e historiador Paulo César de Araújo, autor da biografia “ROBERTO CARLOS EM DETALHES” que, em conchavo com o juiz da Vara Criminal da Comarca do Rio de Janeiro, numa condenação típica de regime de exceção, retirou a referida biografia de circulação, apreendendo mais de onze mil exemplares das prateleiras das livrarias de todo o Brasil, e até hoje ele, Roberto Carlos, guarda os livros dentro daquele fiofó murcho, para todo dia limpar o cu com uma página!

Sem contar que ele foi office boy, dedo-duro dos militares da Dita-Dura que proibiu a exibição do filme JE VOUS SALUE, MARIE, em 1985, do cineasta francês Jean-Luc Godard; processou o jornalista Ruy Castro, por uma série de reportagem para a revista STATUS, que retratava suas aventuras amorosas regadas a pó de mico no bolso, dentre outras aberrações típicas de um lunático sexual centralizador, sem contar a recente proibição do livro JOVEM GUARDA: Moda, Música e Juventude, da jornalista de moda Maira Zimmerman e as ações movidas contra corretores de imóveis por todo o Brasil que ousaram registrar suas imobiliárias com seus próprios nomes: Roberto Carlos!

A Ação de Roberto Carlos, o “Rei da Perna de pau” movida contra o corretor de imóvel da Paraíba, Roberto Carlos Vieira, que registrou uma imobiliária com seu nome de batismo, RC Imobiliária e por causa do processo foi à falência, com a família destroçada, a esposa, com câncer, entrou em depressão e o sonho da filha mais velha de viajar aos Estados Unidos tornou-se um pesadelo para o profissional imobiliário.

Esse é o Roberto Carlos do coração bondoso, do homem das rosas, do “Jesus Cristo eu estou aqui”, amigo dos caminhoneiros, amante do dinheiro, usurpador da biografia de Jesus Cristo e Nossa Senhora! A Ação Judicial movida por ele em face do homônimo corretor de imóveis, arruinando-o, em contraste com seu pronunciamento oportunista em favor dos caminhoneiros, é uma das boas metáforas do Brasil atual, governado por um presidente incompetente, irresponsável e ladrão de grosso calibre: Michel Temer!

* * *

Caro confrade Raimundo Floriano:

Em primeiríssimo lugar gostaria de agradecer-lhe a correção feita no meu artigo AS COISAS MUDAM, publicado aqui no dia 11/junho/2018, com o acréscimo de: O LULA DE HOJE E O LULA DE ONTEM. Simplesmente magistral! Visão digna de um revisor proeminente, ligado em todas as nuances do texto! Também por incluir meu nome em destaque à margem direita do seu Blog (Raimundo Floriano) junto a todos aqueles feras das letras: da poesia, da trova, da glosa, da crônica, das charges, o que para mim é uma honra e um privilégio que jamais imaginaria alcançar na vida, vez que sou um simples corretor de imóvel!

O Poeta Anderson Braga Horta, colunista deste JBF, e Raimundo Floriano, pesquisador literário e revisor d’O Romance da Besta Fubana

Autorizo-o, de público, a fazê-lo também em todas as outras besteiras que escrevo e publicadas aqui no nosso Jornal da Besta Fubana, essa seita desassombrada fundada por Luiz Aberto, como o chamou um comentarista nosso Papa Berto!

Aproveito a oportunidade para lhe dar mil abraços e dizer publicamente que lhe tenho uma grande admiração por todo trabalho cultural que o insigne pesquisador faz em pró da Cultura Popular ao longo desses mais de oitenta anos de existência.

Nos primeiros dias no ano de dois mil e dezoito as coisas não andaram boa para o nosso Jornal da Besta Fubana. Baixou um caboclo destruidor nos três provedores irresponsáveis que o hospedaram principalmente naquele jacaré da cara de rapariga, responsável pela detonação de todos os arquivos que o nosso PAPA ABERTO tinha armazenado desde 2007 e com isso destruiu a História de mais de 10 anos desta Gazeta Escrota que foi bater nos confins do Inferno de Bacurim. E não é que eu perdi alguns artigos salvos pelo Grande Floriano no seu Blog?! O que eu só tenho a agradecer e muito ao nobre revisor do Romance da Besta Fubana pelo armazenamento.

Para minha felicidade, chafurdando seu site: ALMANAQUE DO RAIMUNDO FLORIANO, deparei com meus predicados literários desde que estreei no Jornal da Besta Fubana, magnificamente preservado pelo nobre escritor, poeta, revisor, agitador cultural, homem honesto, trabalhador, digno, honrado… filho de um Brasil que finge não o reconhecer e não o valorizar a altura da sua importância no meio literário!

Neste momento de euforia pude perceber que não perdi os meus escritos porque foram salvos pelo nobre mecenas das letras. Por isso venho a publico lhe agradecer de coração e dizer que estou muito feliz porque o nobre revisor salvou minha produção literária, mesmo modesta e insignificante.

Obrigado de coração, Raimundo Floriano! Que a Natureza lhe dê mais oitenta anos de vida com mais saúde do que já tem!

10 comentários

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    • Paulo Terracota em 18 de junho de 2018 às 17:26
    • Responder

    Se a velha memória não me engana, o apresentador do programa Esta Noite se Improvisa, era o Blota Júnior, por ser um bom conhecedor de musica, o Carlos Imperial era figurinha carimbada no programa. Um abraço Cícero.

      • Cícero Tavares em 18 de junho de 2018 às 18:37
      • Responder

      Caro Paulo Terracota:

      Toda essa história, com algumas modificações avacalhadas, já foi contada aqui no JBF que o Jacaré Fela-da-puta detonou e não é invenção, apenas a a rapaziada que pesquisa sobre a vida do “Rei da Jovem Guarda” omite por ser uma história da perna cabeluda. Liêdo Maranhão, grande historiador dos puteiros do Recífilis, sabia-o contar com riqueza de detalhes o caso conto como o caso foi.

      Essa história é tal e qual a de Carlos Imperial, não importando o lugar que ele ocupasse no programa mencionado.

    • John Doe em 18 de junho de 2018 às 18:19
    • Responder

    Mas qual é o sentido desta catilinária com tra o cantor?
    Por acaso o cronista foi desprezado pelo cantor à porta do camarim?
    Não defendo o Roberto, mas achei de um profundíssimo mau gosto o artigo.
    Além de mau gosto é mentiroso. O “Buraco da Otilia” é um restaurante (já almocei lá) e não um puteiro. Procure no Google.
    Vê se te manca!!!
    Parece até petista defendendo o Lula!!! Vôte!!!

    • Maurício Assuero em 18 de junho de 2018 às 18:51
    • Responder

    Cícero, a biografia não autorizada por Edir Macedo está pra matar de rir.

      • Cícero Tavares em 18 de junho de 2018 às 20:41
      • Responder

      Caro Maurício Assuero:

      Edir Macedo, o homem que não gosta de dinheiro, nunca perdoo o “rei da perna de pau” por essa apropriação indébita da biografia de J. Cristo, mesmo depois de o Supremo Tribunal Federal, a Casa da Mãe Joana, ter julgado a inconstitucionalidade dos artigos 20 e 22 do Código Civil!

      Aliás, os dois se merecem, seus deuses sempre foram e serão o dinheiro, o resto para eles é o suprassumo da bosta do cavalo do bandido!

      Obrigado, Grande colunista pela visita e comentário!

      Estou ancho que só a porra!

    • Mundinho Fulô (do Bico Doce) em 18 de junho de 2018 às 18:59
    • Responder

    Estimado Cicero,
    (Sem revisão)

    Participei do Jornal da Besta Fubana, desde sua fundação e como colunista, durante 8 anos, com matérias todas as segundas-feiras, sem falhar uma sequer. Em 2016, ao completar 80 anos, sentindo-me incapaz de manter o mesmo pique, resolvi dar uma freada na carroça, razão pela qual solicitei ao amigo Luiz Berto, editor do JBF, permissão para me retirar, o que me foi concedido.

    Na ocasião, comuniquei-lhe que, para não me entregar completamente à ociosidade, iria editar um site, inteiramente cultural. Luiz Berto, magnanimamente, me franqueou as matérias de todos os colaboradores do JBF. De posse dessa dádiva, verdadeiro tesouro, escolhi os que mais me agradavam e se adaptavam a meus propósitos, você, por exemplo.

    Para dar prosseguimento, um pedido: não chame mais meu site de blog, please! Blog é algo limitado, no qual o leitor quase não dispõe de espaço para opinar ou comentar; por isso, grátis. Site é amplo, sem limitação, requerendo um domínio de .com e um hospedeiro, ambos pagos e caros, onde o leitor pode usar e abusar de sua criatividade, a exemplo do JBF e de meu almanaque.

    De início, para não invadir o espaço alheio com concorrência desleal, resolvi só postar comentário no JBF quando citado e jamais mencionar nele meu site, o que fiz até agora. Com esta sua matéria, ele é, pela primeira vez, aqui nominado.

    Meu site vem, aos poucos, conquistando seu espaço, deslanchando, como se diz. Em setembro de 2017, ao completar um ano de existência, sua média era de 10 leitores diários. Hoje, é de 150. Geralmente, levo ao ar um mínimo de 15 matérias diárias, o que me requer quase 4 horas de trabalho, sempre na parte da manhã. Ao meio-dia, dou por encerrado o expediente, ficando os assuntos novos para o dia seguinte.

    Isso posto, passemos ao que realmente interessa.

    Last, but not least, agradeço todas as gentis paravas expendidas por você, o que muito massageou meu ego. Chaleirismo é bom, e disso eu gosto por demais, seguindo ensinamento do Dr. Mário Magno, amigo meu e de Luiz Berto: – Duas coisas o ser humano ouve com prazer, música e elogio!

    Não é de meu feitio mexer nas matérias dos colunistas. No caso acima, fiz o acréscimo por um detalhe: todos os títulos que publico no almanaque são imediatamente compartilhados com pessoal do Facebook. Se aparecesse lá esta manchete AS COISAS MUDAM, a atenção do leitor não seria instigada. Portanto, o título chamativo: AS COISAS MUDAM: O LULA DE HOJE E O DE ONTEM. Procurei, desse modo, dar ênfase ao seu texto.

    Vou parando por aqui, para aborrecê-lo em excesso. Agradeço-lhe, imensamente, a participação no almanaque com seus belos textos, enriquecedores, motivos pelos quais estamos crescendo, dia a dia, cada vez mais.

    Um abraço!

      • Cícero Tavares em 18 de junho de 2018 às 20:25
      • Responder

      Obrigado por tudo que disse, Raimundo Floriano:

      Saiba que sou seu fã incondicional pelo extraordinário trabalho prestado à Cultura Popular Brasileira!

      De coração, agradeço o comentário! Fiquei ancho que só a porra também!

      Saber que o nobre pesquisador é um fã do que escrevo aleatoriamente, sem rumo certo, ganhei o paraíso, se houver, e para esse caso há porque faz bem o ego!

    • Cícero Tavares em 18 de junho de 2018 às 19:30
    • Responder

    Meu caro comentarista John Doe:

    O sentido dessa catirina toda com o “Rei da Jovem Guarda”, Roberto Carlos, é pura zona não inventada. Talvez ele, o “Rei”, tenha feito festa de arromba pior ao longo de sua história que ninguém tem nada a ver nem coragem de contar, e só com uma pesquisa a fundo sobre a vida dele é que venha a tona tudo. Ou o nobre comentarista considera o “rei” um santo como ele apregoa? Prefiro Rey Clarles que não foi hipócrita!

    Não a ser “desprezado” pelo “rei”, eu prefiro as putarias de Zé Lezin e Cinderela “Em Briga de Marido e Mulher, Ninguém Mete.., são mais criativas e inteligentes as piadas e a putarias.

    O Buraco de Otília foi apenas o cenário das filmagens ficcionais, também nada a ver com a história.

    Quanto à sua indagação sobre “petista defendendo Lula”, não vejo diferença entre o mau caratismo escancarado do “rei”, processando corretores de imóveis honestos só porque usaram seus homônimos em suas imobiliárias, e foram liminarmente liquidados por juízes irresponsáveis que atenderam o pedido do “Rei”, e depois de toda ruína, a instância superior corrige e as psicopatologias praticadas pelo petismo!

    • Severino Gomes Souto em 18 de junho de 2018 às 19:38
    • Responder

    Puta merda, que estória massa. Formidável!
    Parabéns, pariceiro!

      • Cícero Tavares em 18 de junho de 2018 às 20:30
      • Responder

      Caro colunista Severino Gomes Souto:

      Para você ver, inventei “fricção” com realidades e deu no que deu!

      Imagine o nobre colunista se eu tivesse contado tudo que o genial pesquisador das putas recifilenses, Liêdo Maranhão, me passou se rindo de se mijar-se?

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