A CIRANDA INVADINDO A FRANÇA

Há na França muitos músicos brasileiros divulgando a nossa música popular, sendo que o Samba é o ritmo mais freqüentemente apresentado ao público francês.

Um desses artistas é o Célio Mattos, guitarrista, cantor e compositor, chefe da Jiripoca Band, radicado há tempos em Lyon.

Somos parceiros de inúmeras composições, para mais de cem, e não se passa um ano sem que façamos mais algumas.

A novidade é que meu parceiro acaba de criar mais um grupo, chamado Ritmo Brasil, para realizar um projeto que tem por objetivo mostrar a nossa riqueza musical, evidenciando que a música brasileira não se resume a Samba e Bossa-Nova, pois dispomos de uma grande diversidade de ritmos, influências e estilos.

Acontece que faço parte desse Projeto Ritmo Brasil, do qual tenho o prazer de apresentar uma das minhas participações, a Ciranda Nova, aos queridos leitores do Jornal da Besta Fubana, em primeira mão:

Coincidindo com o fato de ser esta publicação marcantemente nordestina, trata-se de uma Ciranda, modalidade característica do Nordeste, ora apresentada na linda voz da Patrícia Tinôco (RJ), com Célio Mattos na guitarra (SP), Damilton Viana na bateria (PB), Marcos Dias na percussão (BA) e os franceses Thomas Picot no baixo e Inaê da Costa no saxofone.

Espero que agrade e que tenham em vista o nosso interesse na divulgação da arte e cultura brasileiras no exterior.

4 comentários

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  1. Assisti duas vezes o video até agora. Assisto muitos clipes , comprava muitos cd’s , dvd’s e passei só a ouvir e ver pelo youku ou youtube. É bom ouvir uma musica sem palavrões e de outro ritmo. Lembra as apresentações do programa do Rolando Boldrin. Sem música, sem poesia, sem humor, não dá para manter a sanidade. É muita notícia ruim durante o dia.

    • Goiano em 20 de junho de 2018 às 21:46
    • Responder

    Joaquim Francisco, estamos mesmo passando por uma fase mais do que de hegemonia, de exclusividade do chamado Sertanejo que nos invade e que tem um público imenso que o aprecia e o mantém, sendo que o problema é que não se abre no momento espaço suficiente para os demais ritmos e tipos musicais dos quais nossa cultura é muito bem dotada.
    Precisamos encontrar brechas para voltar a uma fase mais multifacetada e rica.
    Quanto à França, a prevalência de nossa música lá tem sido o Samba. Ótimo. Mas queremos oferecer a eles também um pouco mais do que temos. Tenho orgulho departicipar disso. Obrigado pela audiência!

    • Jairo Juruna em 22 de junho de 2018 às 00:57
    • Responder

    🙂
    Bacana!
    Gostei.

      • Goiano em 22 de junho de 2018 às 12:20
      • Responder

      Que bom, Jairo! Obrigado pela audição e apreciação!

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