23 junho 2018 CHARGES

DUKE

23 junho 2018 DEU NO JORNAL

VAI FICAR SEM GRAÇA

Tem mais de 50 anexos a “delação do fim do mundo” do ex-ministro Antonio Palocci, que está preso desde setembro de 2016 na Polícia Federal em Curitiba (PR). 

A poucos metros de Lula, principal alvo.

Palocci vai contar todos os detalhes da doação de US$ 1 milhão feita pelo ditador da Líbia, Muamar Kadafi, à campanha de Lula, em 2002.

Doação de estrangeiros é crime e pode resultar na extinção do PT.

* * *

A extinção do PT seria uma coisa muito sem graça.

Nós, os sádicos que derramamos lágrimas de crocodilo, perderíamos demais em termos de sacanagem, hipocrisia, safadeza, putaria, cinismo, pornografia, maledicência e ladroagem.

Sem um bando criminoso como o PT no cenário pulítico banânico, a quantidade de histórias de horror corruptífero cairia vertiginosamente.

Quanto à “Delação do Fim do Mundo”, já mandei avisar pra Lula que ele pode ficar tranquilo: o fubânico petista Ceguinho Teimoso está às ordens para defendê-lo.

Hoje mesmo ele já fez uma brilhante argumentação em favor do Presodenciável aqui no JBF.

Em termos de defender o indefensável e explicar o inexplicável, Ceguinho é imbatível.

É primeiro sem segundo!!!

A natureza, em sua impressionante diversidade, permite que mau gosto também seja motivo de felicidade para muitas pessoas. Muitas mesmo.

23 junho 2018 CHARGES

SINOVALDO

OS MELHORES ADIVOGADOS DE BANÂNIA ESTÃO NO JBF

Comentário sobre a postagem DE MÃOS LIMPAS ATADAS

Wagner de Oliveira Lopes:

“Goiano, você é o máximo!!!

Não tem como não admirá-lo.

Não sei o que seria de nós, fubânicos, sem esta sua verve iluminada.

V. Exa. como causídico deve saber que o crime de lavagem de dinheiro consiste em ocultar patrimônio. Somente. Ou você imagina que tanto o triplex quanto o sítio de Atibaia seriam registrados em nome do molusco?

Como não foi registrado em nome dele, faltou prova para condená-lo. Por isso todo petista fala que o ladrão foi condenado sem provas. Coisa de comunista.

Mas fique tranquilo que o melhor está para acontecer: o língua plesa Paloffi teve sua delação homologada. Vem mais merda por ai.

Paloffi já havia dito para o juiz Sérgio Moro, extraoficialmente, que Lula tinha um “Pacto de Sangue” com Emílio Odebrecht e que envolvia um pacote de propina. Este pacote de propina era uma merreca de trezentos mihões de reais. Era a famosa conta administrada pelo italiano (Palocci) que repassava a propina para o “amigo” (Lula).

Ou seja, o administrador da conta propina vai dizer tudo, tim tim por tim tim, e provar com documentos. Imagina só o tamanho da merda que vai sobrar para o mais “onesto”.

Outra coisa importante: você como advogado renomado pode se inscrever para visitar o presidiário de Curitiba, quiça, doravante, patrocinar a defesa dele. Você tem competência para tal. O seu texto de hoje revela que você sabe o caminho das pedras. Você daria um show no Zanin. Este sim, é a incompetência a toda prova.

Você pode montar uma equipe fantástica de advogados para acabar de vez com esse justiçamento, como você bem disse.

Conheço dois advogados italianos, que fuderam com operação mãos limpas na Itália, que podem te auxiliar: Dr. Tomás Turbano e Dr. Cuca Belludo.

Só fera!

Sem falar na Dra. Paula Tejano, a mãe dos embargos infringentes.

Aproveite a visita ao presidiário, sobretudo porque agora ele tornou-se um leitor contumaz (leu 21 livros em 57 dias), e lhe dê de presente um livro fundamental para ele aprender um pouco mais sobre boas maneiras, e que livros são úteis, sim.

Sugiro A Retórica, do velho Aristóteles. Faria muito bem para ele descobrir que pathos (as paixões) precisam de ethos (o caráter do orador) e de logos (o conhecimento), para que ocorra persuasão.

Que pão com mortadela é igual a peido de aviador: some no ar.

Fale com ele, ao pé do ouvido, que até mesmo o grande Cícero, que mesmerizava multidões, se fudeu com um alfinete de cabelo espetado na língua.

Ele só levou uma pajaraca sextavada do Dr. Moro no furico, por enquanto. Muito pouco se comparado com o estrago que esse verme causou ao país, com a balela de ser o pai dos pobres.”

* * *

Duas mãos limpas e injustamente algemadas; não podem nem limpar o furico do presodenciavel, todo cagado à espera da delação de Palocci

23 junho 2018 CHARGES

J. BOSCO

23 junho 2018 DEU NO JORNAL

A CORRUPÇÃO POR TRÁS DAS INVASÕES DO MST

Os imóveis da União viraram alvo de toda sorte de cobiça, mas não só. ISTOÉ havia revelado, em 30 de maio, que um balcão de negócios foi arquitetado a partir da edição de uma medida provisória destinada a regularizar terras da União em litígio – sob orientação do senador Romero Jucá (MDB-RR). O que agora a Polícia Federal descobriu é mais escabroso. Trata-se da existência de um perigoso conluio entre empresas interessadas nesses imóveis e o MST. Grupos ligados ao movimento estariam sendo arregimentados por empreiteiras, fazendeiros e políticos para invadirem propriedades passíveis de regularização, em troca de pagamentos em dinheiro. A medida provisória, criada com as bênçãos de Jucá, é um facilitador para que o esquema possa fluir como mel. Por ela, terras da União que estiverem invadidas passaram a ter prioridade na regularização. Segundo as investigações da PF, os sem-terra invadem as propriedades, criam situações de fato, que, depois, são resolvidas a partir das regras determinadas pela MP. Feita a regularização, lucram todos: os especuladores imobiliários e os líderes do movimento.

Perímetro

Um dos exemplos desse conluio encontra-se a céu aberto. Fica a cerca de trinta quilômetros do centro de Brasília. Ali, famílias do MST estão acampadas numa fazenda de 19,8 mil hectares desde maio. Parte dessa área é administrada pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que cuida das terras federais. A ocupação foi deflagrada justamente após a edição da MP. Por trás da invasão, há um interesse imobiliário. A Fazenda Sálvia, localizada na rodovia DF-440, integra um plano bilionário. Nela, seria construído um setor para 94 mil habitantes batizado de Taquari 2, em alusão a uma cidade homônima de Brasília. O empreendimento, estimado em R$ 30 bilhões, estava pronto para ser realizado pelas empreiteiras JC Gontijo e OAS, esta última envolvida na Lava Jato. O negócio foi fechado durante o governo Agnelo Queiroz (PT). E se daria por meio de parceria público-privada, sem licitação.

Tudo parecia perfeito até que a PF desenvolveu a Operação Perímetro. A operação identificou a participação do MST no esquema criminoso. Conforme apurou ISTOÉ, quem coordenou a missão de invasão das terras foi Acilino Ribeiro. Ele era responsável por capitanear o grupo do Planalto Central. O líder ocupa hoje a função de subsecretário de Movimentos Sociais do governo. Antes de assumir cargos públicos e políticos, o advogado foi guerrilheiro. Preso duas vezes pela ditadura militar de 1964, exilado no exterior, treinado na Rússia e na Líbia, a ponto de se tornar segurança do ditador Muamar Kadafi. Uma primeira invasão havia ocorrido ainda no final do governo petista de Agnelo. Mas, aos poucos, as famílias deixaram a fazenda ao perceberem que a justiça não se pronunciaria tão cedo a respeito da terra. A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia embargado o projeto depois de constatar que uma grande parte dessa área era de propriedade da União e não do DF. O processo corre em segredo de justiça, sob o número 0053447.44.2014.4.01.0000. Quando foi editada a MP 759-A, este ano, os sem-terra de pronto retornaram ao local para ocupar a fazenda.

Teia de interesses

Há outros elos e coincidências. Acilino é ligado à superintendente da Secretaria de Patrimônio da União no Distrito Federal, Fabiana Torquato. É ela quem administra a propriedade das terras da União. O nome dela foi apoiado por lideranças do MST. Fabiana, por sua vez, foi indicada pelo deputado federal Izalci Lucas (PSDB). O controle da SPU-DF foi uma retribuição do senador Romero Jucá pela lealdade e trabalho de Izalci, que presidiu a comissão mista que analisou a MP 759-A. A Fazenda Sálvia não é a única invasão do MST em áreas públicas após a edição do MP. Ainda no DF, um grupo de sem-terra invadiu uma área de 504 hectares destinada à criação do Pólo de Cinema de Brasília. Detalhe: quem escreveu a cartilha de ocupações de terras no DF foi o próprio secretário do Governo. Tudo veio a público durante uma operação de retirada de invasores de um hotel abandonado bem no centro de Brasília. No meio da operação, os policiais encontraram o documento com as orientações ao MST assinada por Acilino.

Acilino e os sem-terra do DF usam estratégia semelhante a que vem sendo adotada pelos sem-terra em alguns casos para criar situações de invasões também em propriedades privadas. Neste caso, os fazendeiros arregimentam lideranças do MST para invadirem suas terras, gerando a situação que, amparada na MP, força a desapropriação e a regularização da propriedade. Após receber o subsídio para demarcação e construção das casas, os integrantes vendem a propriedade. Às vezes, para o mesmo fazendeiro. A Polícia Federal está no encalço desse tipo de fraude. Já detectou casos em Tocantins e Mato Grosso. Mas não pode revelar os locais para não atrapalhar as investigações. Um fazendeiro de Alexânia, município de Goiás, que não quis se identificar, desnudou o esquema à ISTOÉ. Ele contou que seu irmão recebeu uma proposta para vender a terra para líderes do MST que marchavam para Brasília durante o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. Após ter cinco hectares da terra invadidos pelos membros do movimento, o fazendeiro foi abordado por representantes com a proposta para o negócio. “Isso é um esquema fácil”, teria dito o líder dos sem-terra ao fazendeiro, segundo relato dele. “Vamos fechar, a gente divide o dinheiro. Todos ganham”. O pagamento seria à vista. O fazendeiro não aceitou.

Então, os sem-terra usaram a propriedade para armazenar pneus e outros artefatos para bloquear a rodovia BR-060, que dá acesso à capital federal e por onde passariam as caravanas de apoio ao impeachment.

O dinheiro sumiu

Em Unaí (MG), um outro tipo de fraude está sendo investigada pela PF. O MST não consegue comprovar em que aplicou os R$ 3 milhões que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) destinou ao acampamento denominado Barreirinho. O caso chegou à PF por uma denúncia de um ex-integrantes do MST: o brasiliense José Carlos Rodrigues Teixeira, militante no movimento por cinco anos. “Os integrantes do movimento aproveitaram a ascensão do PT para lucrar com a invasão de terras”, denunciou. Depois de invadir e ganhar a posse de Barreirinho, as lideranças do MST recorreram ao governo em busca de subsídios para o projeto. Segundo Teixeira, a Caixa Econômica Federal pediu que fosse montada uma cooperativa para a liberação de recursos, já que a legislação exigia a existência de um CNPJ. “Mas, em vez de o dinheiro ser destinado para cada família, os líderes do movimento disseram que seriam eles que administrariam os recursos. Pulei fora, pois eu seria um simples laranja”, afirmou ele. “O MST é uma quadrilha”, disse.

EX-SEM-TERRA – denuncia José Carlos Rodrigues Teixeira, ex-integrante do movimento:
“O MST é uma quadrilha” 

Há ilhas, fazendas e outras propriedades rurais e urbanas alvos da cobiça dos especuladores. ISTOÉ apurou que, antes da edição da MP, o senador Romero Jucá solicitou ao ministro do Planejamento uma relação das propriedades mais preciosas da União. Obteve um pendrive com as 21 áreas de maior valor na Amazônia, no Mato Grosso e no DF. Nos locais a PF suspeita da repetição de irregularidades, que compõem a tempestade perfeita: a união de políticos corruptos e empreiteiras criminosas, com o MST fazendo o jogo das invasões combinadas.

Transcrito da Revista Isto É

23 junho 2018 CHARGES

ATORRES

VITOR MIRANDA – SÃO PAULO-SP

Salve grande Berto!

Cá estou eu novamente.

Forte abraço!

A Banda da Portaria lança nova música com vídeo do fotógrafo Donaire.

Meus Pés” é um poema do livro “Poemas de amor deixados na portaria” de Vitor Miranda. Ele foi retirado de uma carta escrita pra uma namorada durante uma viagem pro Farol de Santa Marta-SC.

Musicado por João Mantovani no apartamento em Paraisópolis onde morava. Lugar em que foram compostas as primeiras parcerias entre Vitor e João, e também entre João e Binho Siqueira.

A música ganhou arranjo da Banda da Portaria que é formada, além dos três citados, por Danilo Trevisan, Henrique Stella e Arthur Lobo.

A música vem acompanhada do vídeo do fotógrafo Donaire, que o poeta Miranda assistiu na exposição do fotógrafo.

Meus Pés” e outras músicas da banda também podem ser achadas no spotify, soundcloud, youtube, instagram, entre outras plataformas.

23 junho 2018 CHARGES

NICOLIELO

23 junho 2018 AUGUSTO NUNES

PADROEIRO DOS BANDIDOS

Gilmar só aceita como prova a confissão do réu em texto manuscrito, com firma registrada em cartório e três cópias rubricadas pela mãe do delinquente

“Vou votar pela absolvição pela falta de provas suficientes para condenação. O caso foi estruturado apenas no depoimento de vários delatores, que se contradizem. O reforço de provas materiais é raquítico e inconclusivo”.

Gilmar Mendes, ministro da segunda turma do STF, na sessão que absolveu Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e o advogado Ernesto Kugler, confirmando que só aceita como prova a confissão de culpa do réu em texto manuscrito e assinado, com firma registrada em cartório e três cópias rubricadas pela mãe do delinquente.

23 junho 2018 CHARGES

IOTTI

23 junho 2018 A PALAVRA DO EDITOR

BRASILEIRINHO

23 junho 2018 CHARGES

GENILDO

23 junho 2018 JOSIAS DE SOUZA

DEFESA DE LULA AMA CONFUSÃO. E É CORRESPONDIDA

Uma das características fundamentais da dificuldade dos tribunais para deferir os recursos de Lula é ter que ler as várias petições da defesa e chegar à conclusão de que os advogados do ex-presidente petista já não têm muito a dizer em favor do seu cliente. A escassez de argumentos leva à criatividade processual. Numa de suas inovações, os defensores de Lula tentaram saltar instâncias. Protocolaram no Supremo um recurso que dependia do aval do TRF-4 para tramitar. Não colou.

A Segunda Turma do Supremo já havia marcado para terça-feira (26) o julgamento de um recurso extraordinário que pedia a libertação de Lula. Os advogados queriam suspender os efeitos da condenação que resultou na inelegibilidade do preso. Desejavam que, além de ganhar a liberdade, Lula pudesse participar da campanha presidencial até que o mérito do seu recurso fosse julgado pelo Supremo.

O problema é que esse tipo de recurso teria de ser analisado previamente pelo TRF-4, o tribunal que confirmou a condenação que Sergio Moro impusera a Lula no caso do tríplex. A defesa tomou o atalho de Brasília sob a alegação de que o tribunal de segunda instância demorava a encaminhar o recurso à Suprema Corte.

Os companheiros estavam esperançosos, pois a Segunda Turma do Supremo absolvera há três dias a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, numa das ações movidas contra ela por corrupção e lavagem de dinheiro. Mas a vice-presidente do TRF-4, desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, jogou jurisprudência dentro do chope do petismo.

Em despacho divulgado no final da tarde desta sexta-feira, a magistrada decidiu que um dos recursos protocolados pela defesa de Lula deveria seguir para o Superior Tribunal de Justiça, onde são julgadas as encrencas infra-constitucionais. Envolve uma questão relacionada ao valor da indenização a ser paga por Lula à Petrobras. Mas a desembargadora brecou o recurso que os advogados endereçavam ao Supremo. Sustentou que não há pendências constitucionais a serem julgadas.

Diante da novidade, o ministro Edson Fachin, relator da causa no Supremo, cancelou o julgamento que estava marcado para terça-feira. “A modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste STF”, anotou Fachin. “Diante do exposto (…), julgo prejudicada esta petição. Retire-se de pauta.” Presidente da Segunda Turma, o ministro Ricardo Lewandowski já excluiu a matéria da pauta.

Os advogados de Lula informam que recorrerão contra as duas decisões, a de Maria Labarrère e a de Fachin. Antes, a defesa terá de se entender consigo mesma. As bancas de Brasília e de São Paulo batem cabeça. Em memorial entregue aos ministros do Supremo, o doutor Sepúlveda Pertence pedira a conversão do encarceramento de Lula em prisão domiciliar. Seu colega Cristiano Zanin divulgara nota para informar que não interessa a Lula senão a liberdade plena.

Vai ficando claro que a defesa de Lula ama a confusão. E é plenamente correspondida.

23 junho 2018 CHARGES

J. BOSCO

23 junho 2018 A PALAVRA DO EDITOR

HOJE É DIA DE FESTA

23 de junho, véspera de São João.

Hoje é dia de celebração na Nação Nordestina.

É festa por todo canto, do litoral ao sertão.

Meu café da manhã foi com pamonha, canjica e milho cozido.

Hoje de noite, num fuá que tem aqui perto de casa, vamos eu e Aline relar o bucho ao som de um trio de forró pé-de-serra, aquecidos por uma bela fogueira.

No final do ano, em todo o Brasil, é comum desejar “Feliz Natal”.

Aqui neste nosso recanto de mundo, no mês de junho, a saudação é outra:

Feliz São João pra todos os fubânicos!!!

23 junho 2018 CHARGES

RICARDO MANHÃES

23 junho 2018 AUGUSTO NUNES

PRESODENCIÁVEL EM AÇÃO

Lula sonha ter Gilmar como vice na chapa encabeçada pelo primeiro PRESODENCIÁVEL da história

“Nada espero dos que te acusaram falsamente. Mas tenho certeza de que o povo brasileiro saberá reconhecer seu exemplo de coragem e integridade para enfrentar a máquina de mentiras da Lava Jato e da TV Globo. E assim, de vitória em vitória, vamos reconstruir este país e restaurar a esperança na democracia, na justiça e na igualdade”.

Lula, numa carta enviada a Gleisi Hoffmann que alguém escreveu e ele assinou, para comemorar a absolvição pela Segunda Turma do STF da senadora conhecida pelo codinome Amante no Departamento de Propinas da Odebrecht, reforçando a suspeita de que sonha ter Gilmar Mendes como vice na chapa encabeçada pelo primeiro PRESODENCIÁVEL da história.

23 junho 2018 CHARGES

PATER

SONETO DOS CABELOS

Mulher, mas com purezas de menina.
Frágil, de uma fragilidade extrema.
Faces de rosa, lábios de poema,
olhar que o sol do Espírito ilumina.

De uma outra vida ou de um país celeste
trazia-te a fragrância na minha alma.
Revejo-te na Terra. Angústia e calma,
chão e nuvens, de súbito, me deste.

Redoma de carícia e de ternura…
Se sofro, amor, é só pela tortura
de ter-não-ter o céu de teus desvelos.

Mas, feliz de que existas, vai meu sonho
adormecer e despertar, risonho,
nas noturnas manhãs de teus cabelos.

23 junho 2018 CHARGES

NANI

THIAGO DE HOLANDA – ARAÇATUBA-SP

Prezado Editor,

Vamos divulgar e ficar de olho nesta tabela da copa.

A nossa torcida é muito importante.

Brasil! Brasil! Brasil!

R. Caro leitor, pelo noticiário das últimas horas, este jogo do dia 26 foi tirado da tabela.

Este que é um dos maiores adversários do Brasil em todos os tempos, tomou no olho do fopa.

Mais uma vez.

Para grande alegria dos cidadãos de bem e de todos aqueles que detestam corrupção e não tem bandidos prediletos.

23 junho 2018 CHARGES

EDD SILVA

CREIO EM OUTUBRO

Estou perdendo, diante dos fatos, a vontade de escrever. Parece que de nada adianta mais os textos, -meus e de milhares de outros articulistas, e os noticiários sobre a situação brasileira já que nada vai mudar por um fato simples e real: as pessoas que estão no comando do Brasil, Executivo, Legislativo e Judiciário, os quais compõe os três Poderes da Nação, estão comprometidas na desconstrução social, política e econômica e estão entrando de cabeça no lamaçal das benesses e aliciamentos via favores. São elementos, em sua maioria, que já não comungam mais com a ética, a moral e a decência. Abraçaram a causa dos grupos quadrilheiros e resolveram, de público, assumir essa postura. São, hoje, os esteios da bandidagem neste País. O quarto Poder, a Imprensa, em sua maioria, o qual poderia dar sustentabilidade à credibilidade informativa, abandonou-a e aderiu a tudo aquilo que não presta, venha de onde vier, seja partido, ideologia ou grupos políticos de malfeitores. Todos querem seu quinhão nesse latifúndio da patifaria, da bandidagem. Descobriram que o povo não existe, são meras massas de manobras dóceis e facilmente iludidas.

Temos um ex presidente presidiário e um que, tão logo deixe o cargo, se encaminha a passos largos para a cela da Polícia Federal. Temos um Congresso Nacional que não funciona no estabelecimento de mecanismos de desenvolvimento social e político. Tornou-se um estafeta dos Estados federados junto ao Governo Central. Mais da metade dos congressistas estão envolvidos com a justiça por muitos malfeitos praticados. São pessoas desprovidas de quaisquer intenções em legislar pela Nação, de agir em prol da população. Os interesses deles passam a margem das necessidades brasileiras, agem de forma corporativista e exclusivamente dentro dos seus desejos pessoais. Anos após anos são os mesmos que continuam no comando político e nada mudam ou constroem em benefício do País. A entrada do desqualificado petista no governo em 2003, como presidente do Brasil, fruto de Fernando Henrique Cardoso, deu vazão a um tsunami de corrupção nunca visto na história mundial. Estava claro que a personalidade, dos que passaram a viver desse novo cenário, exceção de alguns, era forjada no vento e nas profundezas dos porões, habitat das ratazanas.

Em razão deste formato de governo e da personalidade dos que o compõe, percebe-se que, como exemplo, falta de qualquer interesse de retirar de sua dependência, a gigantesca massa populacional que hoje é submissa aos benefícios estatais, estabelecendo neles o sentimento de visão de que o Estado tem que ser servil. Esta situação e forma de ver o Estado, mantém sob controle político dos dominantes, cerca de 60 milhões de pessoas, ou seja, aproximadamente 40 milhões de votos sob cabresto. Isso está configurado nos ganhos de mais de 20 milhões que recebem cerca de R$ 140,00 mensais. São nove milhões em pobreza extrema e metade da população ativa recebe salário mínimo, no Nordeste mais de 68% vivem nessa condição salarial. Cinquenta milhões são analfabetos ou semiletrados. Cerca de 33% nunca comprou um livro e raríssimas professoras leem. É um País que dá valor aos discursos políticos, via voto, mas sempre contesta aqueles que produzem. Exploram o setor produtivo via leis voltadas a sacrificar o trabalho privado e satisfazer assalariados da sua estrutura pública, inclusas a gastanças “mordômicas” e distribuição de benefícios através de um sem número de penduricalhos “legais”, feitos sob medida.

Estamos em um período de Copa do Mundo e isso absorve todas as atenções dos brasileiros que tentam fazer da seleção brasileira, um canal de extravasamento as suas frustrações do dia a dia. Apesar do momento crítico que vivemos, tudo nesse período futebolístico é deixado de lado. E, sorrateiramente, os membros que ocupam Poderes de comando do judiciário, se aproveitam dessa letargia para maquinar maneiras de promover benefícios a condenados de forma a livra-los das cadeias, incluso o ex presidente petista. O que está acontecendo no Supremo Tribunal Federal – STF, é algo assombroso. As normas legais deram lugar às conveniências com os amigos. Hoje, a bandidagem conta com apoio dentro do STF. O incrível é que isso está notório e descaradamente praticado e não existe qualquer reação popular, congressual, corporativa, partidária, institucional, até mesmo das Forças Armadas. O Brasil está de joelhos aos bandoleiros. Apesar de tudo, ainda creio na consciência do povo e no seu olhar ao que acontece com o Brasil. Tenho fé, por isso creio em outubro.


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