1 julho 2018 CHARGES

TACHO

1 julho 2018 A PALAVRA DO EDITOR

ORLANDO TEJO ENCANTOU-SE

Uma notícia que enevoou o meu domingo.

Meu querido amigo e irmão Orlando Tejo encantou-se hoje, 1º de julho, às 4 da madrugada.

Recebi a notícia agora há pouco.

A Nação Nordestina e a Poesia estão de luto.

Ele será sepultado amanhã, em João Pessoa.

Orlando Tejo é autor de um clássico da literatura nordestina, o livro Zé Limeira, O Poeta do Absurdo, uma obra que já tem mais de dez edições.

Clique aqui para assistir ao filme O homem que viu Zé Limeira, dirigido pelo meu cumpade Maurício Melo.

Eu e o colunista fubânico Jessier Quirino aparecemos neste documentário.

Sempre vou me lembrar de Orlando pela alegria, pelo talento, pelo amor à vida e pela presença de espírito que eram suas marcas salientes. 

Um abração, meu querido.

Descanse em paz.

* * *

Dois vídeos que gravei há algum tempo sobre Orlando Tejo

1 julho 2018 CHARGES

SPONHOLZ

JOSÉ EUSTÁQUIO ROMÃO – SÃO PAULO-SP

Caro Berto,

Você não me conhece. Isso não tem importância.

O Importante é que eu passei a lhe conhecer por meio d’O Romance da Besta Fubana.

Ganhei-o de um amigo, Rodolfo Furtado de Mendonça, um engenheiro iluminado de Juiz de Fora, Minas Gerais, que tinha mania de comprar seu livro e distribuí-lo a mancheias para amigos.

Eu fui um agraciado.

Li-o num fôlego só e passei a ter a mesma mania: comprar o livro (nos sebos é mais barato e me permite distribuí-lo mais), distribui-la e recomendar a leitura.

Neste mês, comprei-o e distribuí mais 10 (dez) exemplares.

Estou relendo o livro e deliciando-me com sua escrita esculhambadamente séria.

Considero seu romance como um dos mais importantes romances da ficção brasileira e um dos mais importantes do “Realismo Fantástico” latino-americano.

Tenho dito, a quem presenteio com a obra, que você “deixa Gabriel Garcia Marques no chinelo”, neste último aspecto.

Gostaria de manter contatos e, se possível, ter uma obra sua autografada, para mostrar, com orgulho, aos que quero transformar em seus leitores.

Um grande abraço.

R. Danô-se!

Comprar vários volumes da Besta Fubana pra presentear os amigos é uma experiência nova, uma sensação que eu nunca tinha vivido antes.

Fiquei ancho que só a peste, caro leitor, com a generosidade de sua apreciação sobre o meu livro.

Comparar este meu escrito à obra de Gabriel Garcia Marques é pra deixar este pobre autor imensamente feliz.

Comecei bem o segundo semestre deste ano de 2018.

Gratíssimo do fundo do coração. 

Aguarde que vou enviar outras obras minhas para o endereço que você me mandou.

Enquanto aguarda, vá lendo estes textos que foram escritos sobre O Romance da Besta Fubana e que circulam pela internet.

Existem vários outros.

É só clicar nos títulos abaixo:

1) O REALISMO MARAVILHOSO E A CULTURA POPULAR EM O ROMANCE DA BESTA FUBANA

2) O ROMANCE DA BESTA FUBANA

3) COMENTANDO MINHAS LEITURAS

E já que você me deu asas, vou aproveitar pra continuar vendendo meu peixe.

Veja só:

Esta Besta Fubana já virou até Tese de Mestrado, escrita pela professora Ilane Ferreira Cavalcante, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Tese esta que foi transformada em livro, publicado pelas Edições Bagaço, com o título de  “O Romance da Besta Fubana: Festa, Utopia e Revolução no Interior do Nordeste

Quando tiver um tempinho, veja uma postagem que foi feita aqui no JBF em agosto de 2008 (e já lá se vão 10 anos…) sobre este assunto.

É só clicar aqui .

Um grande abraço!!

1 julho 2018 CHARGES

J. BOSCO

1 julho 2018 DEU NO JORNAL

OPERAÇÃO LIBERA A JATO

Revista Isto É

 

CORTEJO FÚNEBRE – Integrantes da 2ª Turma do STF puxam o caixão para o enterro da Lava Jato, mas a troca de cadeiras em três meses pode reverter o cenário

Nos corredores do Supremo Tribunal Federal, um sentimento une desde alguns ministros até os auxiliares mais modestos. Aumenta o número de pessoas que começam a acalentar o sonho da chegada do mês de setembro. Não exatamente porque a entrada da primavera ameniza o clima seco que já começa a sufocar Brasília. No STF, a esperança de mudança de clima é outra. Setembro marcará o momento em que a atual presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, passará o cargo para o ministro Antônio Dias Toffoli. E ocupará o lugar dele na 2ª Turma de julgamento, aquela que os advogados apelidaram de “Jardim do Éden” pela forma camarada, para dizer o mínimo, com que costuma tratar os réus. Nas últimas semanas, a 2ª Turma tornou-se o foco principal de uma franca guerra interna no Supremo, que vem comprometendo a credibilidade da Corte. Na terça-feira 26, o “Jardim do Éden” atuou para rever diversas ações importantes da Operação Lava Jato. A já bem conhecida tríade formada por Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski atuou para confrontar a Lava Jato com uma verdadeira “Operação Libera a Jato”. Na prática, consolidou-se uma política de grades abertas – e sem mesuras. Colocou em liberdade o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Soltou também o ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu. Tornou nula uma operação de busca e apreensão no apartamento da senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT – uma semana depois de absolvê-la.

Suspendeu a ação penal movida contra o deputado Fernando Capez (PSDB-SP), acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema conhecido como “máfia da merenda”. Toffoli ignorou mesmo o fato de Capez ter trabalhado em seu próprio gabinete no STF. Desconsiderou que a óbvia e estreita ligação entre os dois deveria impedi-lo de julgar. Com a ausência na terça 26 do ministro Celso de Mello, a porteira foi escancarada, literalmente: a tríade isolou o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, impondo-lhe uma escalada de derrotas.

No Supremo, consolida-se a impressão de que os três ministros da 2ª Turma combinaram “limpar a pauta”. Ou seja, montaram uma articulação destinada a rever o máximo de condenações e decisões possíveis enquanto dominam o quórum. Ciente do quadro favorável, o ex-presidente Lula ingressou na quinta-feira 28 com um pedido para lá de esdrúxulo. Por meio do advogado Cristiano Zanin apresentou um novo requerimento a fim de que a segundona do STF atropele o relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, e retome o julgamento de seu pedido de liberdade. Fachin havia decidido enviar ao plenário o julgamento sobre a validade ou não a soltura de Lula. Para dar celeridade, e evitar um novo golpe, descartou até a opinião do Ministério Público. Cabe agora à ministra Cármen Lúcia, presidente da corte, definir a data. Lá, com o time completo, os 11 em campo, a história em geral é outra: Lula já foi derrotado pelo placar apertado de 6 a 5. Na 2ª Turma, as chances do triunfo na peleja são imensamente maiores, por óbvio. Para Zanin “o pedido de liminar deverá ser analisado por um dos ministros da 2ª Turma do STF, conforme prevê a lei (CPC, art. 988, par. 1o)”. Resta saber se Lewandowski e companhia terão a audácia de passar a patrola sobre o colega.

Mais um 7×1 contra o brasil

Se o fizerem, há consideráveis chances de êxito, como se viu na terça-feira 26, quando Fachin viveu seu dia de 7 a 1, só que pelo lado dos derrotados. Primeiro, os três ministros decidiram anular provas colhidas na Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato em São Paulo, que apura desvios de pelo menos R$ 40 milhões no Ministério do Planejamento com a participação da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Por 3 a 1, a Turma acolheu um pedido da defesa de Gleisi, que questionava a realização de buscas e apreensões no apartamento funcional da senadora em Brasília. Os ministros argumentaram que um juiz de primeira instância não poderia determinar a busca em um imóvel funcional sem aval do Supremo. Lewandowski teceu duras críticas à operação: “É um absurdo um juiz de primeiro grau determinar busca em apartamento de uma senadora. Isso é inaceitável”. A decisão, porém, beira o surrealismo ao instaurar uma espécie de “foro privilegiado em imóveis funcionais”, ou seja, apartamentos que só podem ser alvos de buscas com autorização do Supremo. “Novidade jurídica: foro privilegiado de imóveis”, ironizou a procuradora da Lava Jato no Paraná, Jerusa Viecili. A Operação Lava Jato está concretamente ameaçada. STF deve ser o guardião da Constituição e não da injustiça e impunidade. “Enquanto todos secavam a Argentina, a maioria da 2ª Turma faz 7 a 1 contra a Lava Jato. Ops, não marcamos nem mesmo um”, lamentou o decano da Lava Jato, Carlos Fernando Lima.

O convescote de Dirceu

Na mesma sessão, Gilmar, Toffoli e Lewandowski confirmaram a soltura do lobista Milton Lyra, apontado como operador do MDB. Em seguida, decidiram ir contra o entendimento do plenário da Corte, que autoriza a prisão após condenação em segunda instância, e soltaram o ex-tesoureiro do PP, João Claudio Genu, e o ex-ministro José Dirceu. Ambos já foram condenados pelo TRF4, mas restou entendido que as penas ainda poderiam ser revistas por recursos pendentes. Entre a decretação de sua prisão pelo juiz Sergio Moro e a soltura pelo STF, Dirceu passou menos de 40 dias preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Na quarta-feira 27, o petista promoveu um animado convescote em sua residência, no Sudoeste, região nobre de Brasília, durante o jogo do Brasil, regado a cerveja e petiscos variados.

A sessão continuou com mais resultados que levam os brasileiros a crer que criminosos poderosos recebem tratamento diferenciado no Poder Judiciário. Para o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, “os ministros Gilmar, Toffoli e Lewandowski desrespeitaram a autoridade do plenário do STF, que autorizou prisão após decisão de segunda instância. Tentaram disfarçar, mas a violação é clara. Caso se exigissem requisitos de prisão preventiva (que aliás estão presentes), não seria execução provisória”.

Na tarde de quinta-feira 28 foi a vez do ministro Marco Aurélio Mello mandar soltar outro preso de alto calibre: o ex-deputado e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Mas como ele coleciona mandados de detenção, em ações às quais responde por corrupção e lavagem de dinheiro, Cunha permanece na cadeia, onde se encontra desde outubro de 2016 por decisão do juiz Sergio Moro.

Como se nota, Fachin ao lado de Cármen Lúcia tornaram-se ilhas de resistência, em meio ao libera geral que equipara certas togas ao que há de pior no Legislativo e Executivo, onde imperam fichas-sujas. No Judiciário, descobre-se agora, coabitam os togas sujas – aqueles que preferem sujar as próprias mãos e a indumentária de ministro a aplicar a lei.

O Brasil não é a terra da pizza, seus traçados não formam uma bota, mas está cada vez mais parecido com a Itália. Lá, como aqui, tudo começou quase por acaso puxando o novelo de um escândalo menos estrepitoso de corrupção político-empresarial que envolveu o líder dos socialistas de Milão, Mario Chiesa. Ele aspirava à prefeitura da cidade e exigia dinheiro sujo das empresas em troca de concessões de obras públicas. Foi então que um grupo de juízes, liderado por Antonio Di Pietro, uma espécie de Sergio Moro italiano, descobriu que a corrupção era como cupim a carcomer o sistema político como um todo. Como na Odebrecht, foram encontradas planilhas com as cifras oferecidas a partidos e políticos. Praticamente todos os partidos políticos teciam a grande e intrincada teia da corrupção, embora quem operasse os fios da corrupção fosse o Partido Socialista (PSI) que, com Bettino Craxi, havia alçado pela primeira vez ao poder. Entre as centenas de políticos condenados, Craxi e seu partido representaram a alma do esquema. O líder socialista acabou condenado a 17 anos de prisão, mas desertou para um exílio na Tunísia, onde terminou seus dias. Também lá, como aqui, Craxi atacou com virulência os juízes e posou de perseguido político. A trama foi revelada como um câncer comandado por um partido a infestar a classe política, mas degenerou em frustração para os italianos e na aprovação de leis que neutralizaram as punições aplicadas pela Justiça. O risco, aqui, se impõe a partir do comportamento de próceres do Supremo. “Infelizmente, o cenário é muito preocupante porque a similitude com o que ocorreu na Itália com o que está ocorrendo aqui é muito grande. As reações da classe política lá são exatamente as mesmas reações da classe política aqui. As frases são iguais. É impressionante. O ‘Judiciário quer criminalizar a política’ é uma expressão usada lá e depois usada aqui”, lamentou Rodrigo Chemim, procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná, para quem a população está meio saturada de ouvir falar em escândalo. “E aí é o momento que os políticos aproveitam para aprovar leis que no final de contas neutralizam os efeitos da investigação”.

Em setembro, quando Toffoli sair de campo e adentrar aos gramados Cármen Lúcia, a tendência hoje ali favorável aos réus tende a se inverter. Cármen, Fachin e Celso de Mello passarão a formar a maioria que hoje está nas mãos de Toffoli, Gilmar e Lewandowski. O que preocupa a todos é a insegurança jurídica que esse clima de guerrilha traz, com decisões sendo modificadas apenas por conta da composição que detém a maioria nas turmas. Como escreveu o professor de Direito Constitucional Joaquim Falcão, o que pesa hoje no STF não é tanto “a palavra final”, do plenário, mas a “palavra intermediária” das turmas e dos ministros. As diversas mudanças de decisões são perigosas. “Isso torna o País inseguro juridicamente”, considera Falcão. Por isso, a dança de cadeiras no foro restrito é considerada mais importante que a chegada de Toffoli à Presidência da corte. Mesmo no comando do STF, ele preside um colegiado. Não pode agir contra a maioria. Seu poder concentra-se mais na definição da pauta. Como hoje as seções intermediárias do Supremo têm sido mais importantes, é na 2ª Turma que a Lava Jato e o processo de saneamento do País nutrem tempos de esperança. Se até setembro a tríade libertadora não colocar tudo a perder.

1 julho 2018 CHARGES

YKENGA

1 julho 2018 DEU NO JORNAL

UM TRIO DA PESADA

Polícia Federal pediu nesta quinta-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal mais 60 dias para concluir o inquérito que investiga se o presidente Michel Temer favoreceu empresas do setor de portos em troca de propina.

Este é o terceiro pedido de prorrogação apresentado pela PF nessa investigação.

Em maio, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do inquérito, já havia concedido mais prazo, até início de julho, para o fim das investigações.

Mas, com a proximidade do fim do prazo, a PF argumenta que ainda não conseguiu concluir a apuração e, por isso, pede a nova prorrogação.

O inquérito foi aberto no ano passado a partir de depoimentos de executivos do grupo J&F que fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.

A investigação apura se um decreto editado por Temer tinha por objetivo beneficIar empresas específicas que atuam no porto de Santos (SP).

O presidente nega que o decreto tivesse essa finalidade.

* * *

O presidente nega“, claro.

Faz parte do saco de explicações corruptivas.

Lula que o diga.

Quanto mais tempo a Polícia Federal tiver pra investigar, maior será a pajaraca que MIchel Cara-de-Tabaca vai receber no olho do furico.

Seria lindo vermos três ex-presidentes, todos eleitos pelo PT, dormindo juntos na cadeia.

Curitiba teria que reforçar sua vigilância sanitária e ampliar medidas profiláticas pra receber Lula, Dilma e Temer por lá.

Três tolôtes saídos do mesmo pinico: a chapa do PT. Ceguinho Teimoso votou neles

1 julho 2018 CHARGES

DUKE

EU, ROBÔ. ELE, ROBÔ

Aconteça o que acontecer no Supremo Tribunal Federal – o que inclui aquelas surpresas jurídicas com que já nos acostumamos – o ex-presidente Lula não deve ser candidato à Presidência: é barrado pela Lei da Ficha Limpa. Mas faz questão de manter a ficção de pé e sustentar a candidatura até que seja formalmente impugnada pelos tribunais. Neste momento entra em cena o Plano B, aquele que Lula e seus principais seguidores garantem que não existe: ele sai de cena e tenta transferir seus votos para um poste. O robô (já escolhido) fará o papel de clone de Lula: eu sou ele, ele sou eu.

O robô, diz Veja on-line, coluna Radar, é Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, derrotado no primeiro turno por João Dória quando tentou a reeleição. No horário de TV, Lula e Haddad se apresentarão, deixando claro que um é candidato-robô, só para cobrir a vaga do inelegível. Lula diz: “Eu, Lula, sou Haddad”. E Haddad, no melhor estilo dos antigos filmes de Tarzan (“Me Tarzan, you Jane”), responde: “Eu, Haddad, sou Lula”.

Haddad não é Lula, Lula não é Haddad (nem ele tem por si próprio tanta veneração quanto a que Haddad lhe dedica). Mas não faz mal: supõe-se que Haddad não faça com Lula o que Dilma fez, ao disputar a reeleição sem ceder a vaga para ele. E Haddad, um político menos afoito, não terá a ousadia de liderar o PT. Mesmo se fosse eleito, seria um robô de Lula.

Os bens da família

Afinal, a quanto monta o patrimônio da família de Lula? Aqui estão os números oficiais, expostos pelos advogados da família no inventário de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente. No inventário não consta o apartamento triplex, que Lula sempre negou lhe pertencer; nem o sítio de Atibaia, que segundo o ex-presidente pertence a amigos que o convidam permanentemente para ali se hospedar e se comportar como se fosse dele. Os bens imóveis, de acordo com a lei, são avaliados pelo valor venal, que raramente coincide com o valor de mercado.

É muito, é pouco? Veja a íntegra do documento com o arrolamento dos bens a dividir, elaborado pelo escritório Teixeira, Martins Advogados, em Rol dos bens da família Lula da Silva. Ao fazer as contas, não esqueça que um presidente pode acumular mais bens do que alguém com o mesmo salário, pois suas despesas correm por conta do exercício do cargo. Sem raiva, sem ódio: faça sua análise.

Sem Tesouro, sem partido

O cientista político Jairo Marconi Nicolau, professor da Universidade Federal do Rio, calcula que os atuais 35 partidos políticos brasileiros se transformem em uns 20, isso já no ano que vem. Motivo: para ter acesso ao Fundo Partidário (a caverna do Tesouro que explica por que há tantos partidos no país), a legenda terá de alcançar 1,5% dos votos para deputado federal. Esta campanha é curta; apesar de tantos políticos desmoralizados por escândalos de corrupção, muitos vão se reeleger porque são veteranos e seu nome é lembrado. O provável aumento de abstenções, brancos e nulos dificultará a tarefa de quem não é conhecido. E qual o interesse de muitos donos de partidos em mantê-los sem ter o Abre-te Sésamo da riqueza?

O papel da elite

Não, Zeina Latif não faz parte de grupos para quem a culpa de tudo é “da zelite”. É uma das mais respeitadas economistas da nova geração. E, exatamente por ser rigorosa em métodos e pesquisas, deve ser lida com atenção. Em excelente estudo publicado pela Análise XP, da XP Investimentos, Zeina Latif questiona a elite brasileira, mostrando as oportunidades que perdeu de liderar o país para o desenvolvimento. Não vale a pena resumir: o melhor é ler o texto (bem redigido, sem economês, do tamanho exato para informar e analisar. Pode ser lido rapidamente). Em  O papel da elite.

Pegue menos, pague mais

Lembra-se daquela história sem pé nem cabeça, de que a cobrança pelas bagagens iria baratear as passagens aéreas? Pois é: baratear não barateou, não. As passagens até subiram – e, além delas, o passageiro tem de pagar também a passagem de sua mala. Nesta semana, a Gol aumentou em até 67% o preço para enviar a primeira mala (eram R$ 30, foram para R$ 50). Isso caso o passageiro opte pelo sistema mais barato, de reservar o envio pela Internet. Se levar a mala para despacho no embarque, o preço foi de R$ 60 para R$ 100. A propósito, as passagens subiram mais 7,9%.

É bom mas não pode

Um assíduo leitor desta coluna sugere que se economize, modernizando a administração: cada região metropolitana teria administração única, sem disputas internas; o número de prefeitos, secretários, vereadores, assessores cairia drasticamente. Mas, com menos cargos, como os partidos viveriam?

1 julho 2018 CHARGES

NANI

UMA EXCELENTE GAZETA

Novo comentário sobre a postagem ÉRICA MOTTA – NITERÓI-RJ

Ruy:

“Ilustre Sr. Berto

Parabéns pelo seu excelente site.

Mais um brilhante serviço de utilidade pública.

Muito agradecido.”

* * *

1 julho 2018 CHARGES

SINOVALDO

1 julho 2018 AUGUSTO NUNES

DELINQUENTE INSONE

Lindbergh defende a soltura do ex-presidente corrupto por saber que ele é Lula amanhã

“Por que não julgam a ADC do presidente Lula sobre segunda instância? Eles sabem que tem uma maioria no Supremo contra a prisão em segunda instância. Sabe por que tem maioria? Porque o ministro Marco Aurélio deu uma declaração corretíssima numa tevê portuguesa dizendo que a prisão é inconstitucional. Inventaram essa coisa de prisão em segunda instância para prender Lula”.

Lindbergh Farias, senador do PT do Rio de Janeiro, responsabilizando uma misteriosa entidade chamada “eles” pela temporada que vai passar na cadeia quando a Justiça julgar as bandalheiras cometidas por Lindinho e Primo, codinomes que lhe foram presenteados pelo Departamento de Propinas da Odebrecht.

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NICOLIELO

1 julho 2018 DEU NO JORNAL

AGINDO CONFORME O REGULAMENTO DO BANDO

O ex-deputado do PT André Vargas é apontado como líder do grupo de detentos que desfrutam de regalias dentro do Complexo Médico Penal, o presídio da Lava Jato, em Curitiba.

Segundo carta escrita de dentro do presídio, que motivou a reabertura das investigações pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, Vargas seria ainda o principal interlocutor com agentes e a direção da unidade.

“Aqui dentro da carceragem do CMP, o líder deles é o André Ilário Vargas, assessorado por João Vaccari Neto e Jorge Afonso Argello (Gim Argello).”

* * *

Liderar putaria e traficar influência com quem manda é o tipo de tarefa que dá certinho com um integrante da cúpula do PT.

André Vargas merece a distinção.

Os cumpanheros petralhas Lula e Vargas, dois prisioneiros condenados por corrupção, posando para o JBF

1 julho 2018 CHARGES

PATER

UMA ENTREVISTA HISTÓRICA

Em 30 de junho de 2002 o Brasil ganhou a Copa Mundial de Futebol no Japão. No mesmo dia, um grande brasileiro aos 92 anos, fez seu voo para outras esferas e acredito eu, continua sua missão de “Amor e Caridade” ao próximo. Ele nos deixou um imenso legado. Encontrei um trecho da famosa entrevista que concedeu no Programa Pinga Fogo da extinta TV Tupi em 1971 considerada à época a maior audiência da TV brasileira, alcançando 75% de aparelhos sintonizados. Compunham a bancada de entrevistadores: Saulo Ramos, Reali Junior, Helle Alves, Herculano Pires, Freitas Nobre, Vicente Leporace, Durval Monteiro, João de Scantimburgo e Hernani Guimarães Andrade.

FRANCISCO CANDIDO XAVIER, OU CHICO XAVIER

* * *

O GORDO E O MAGRO

Para os fãs da dupla, um curta metragem de 1932 que vai animar o início da semana.

*****
DICA:

Grande Hotel, um clássico do cinema de 1932, encabeçado pelas atrizes Greta Garbo e Joan Crawford.

O filme é considerado um drama e vai entrelaçando de forma ágil os problemas dos hospedes de um hotel.

Clique aqui para assistir.

1 julho 2018 CHARGES

PELICANO

DESCASO

O serviço público é cheio de erros e defeitos que deixam a população em polvorosa, jogada no meio da rua, totalmente desprotegida. A culpa é dos agentes que não dão bolas para as necessidades carentes. É certo que a maioria do servidor público não ganha salário suficiente para se sentir confortado com a precária situação vivida nas instituições do governo.

No entanto, a minoria que recebe altos salários, Legislativo e Judiciário, se faz de cego e mouco, diante das reclamações do povo, para não ser perturbado, não se meter em furadas. Não procurar sarnas para se coçar por culpa de gestores incompetentes e desinteressados em sentir a ansiedade do povo, que apesar de buscar uma maneira de viver com dignidade, tem as carências desrespeitadas pelos administradores.

Como geralmente não dispõe de condições e nem de equipamentos para desempenhar um trabalho proveitoso no expediente, o servidor parte para o improviso. Então, diante das carências, da incompreensível falta de estrutura, é difícil o contribuinte encontrar no serviço público a esperada ajuda, o cobiçado calor humano para ser bem atendido.

O que salva no serviço público é a diminuta quantidade de gente devotada no atendimento, pessoas competentes, prestativas e humanas que fazem até o impossível para atender a quem procura as repartições, na ânsia de receber aquela gentil atenção no serviço social de qualidade.

Diariamente o cidadão sofre barbaridade no transporte público, ônibus, trens, metros sempre superlotados e ultrapassados.

Nos hospitais, postos de saúde e prontos socorros, o paciente enfrenta filas por falta de equipamentos adequados e, principalmente, pela ausência de profissionais preparados em quantidade para não deixar o povo na aflição. Entregue às baratas. Padecendo em macas nos corredores hospitalares.

Para o descaso no serviço público existem aceitáveis explicações. Desinteresse do governante, ineficiência administrativa, falta de recursos, oportunos desvios financeiros praticados pela corrupção, bandidagem de falsos representantes do povo no poder.

Na saúde, embora seja um direito constitucional do brasileiro, mas, quem manda é a negligência. Na Carta Magna está bem claro. Compete ao Estado, como dever, dispensar ao cidadão a devida atenção no atendimento. Mas, este procedimento acontecer de verdade é balela.

Para o dependente do SUS-Sistema Único de Saúde, em especial, o normal é o doente receber desumano atendimento. Péssima atenção. Desrespeito até nas urgências.

Foi o que aconteceu com o bebê, Alice Emanuele, de apenas dois meses de vida, filha da mãe Ariany Duarte da Fonseca, de 26 anos, de Santa Barbara d’Oeste, pequena cidade de São Paulo, com apenas 180 mil habitantes, que sofrendo de problemas respiratórios, procurou o pronto-socorro Afonso Ramos, do município, para atendimento emergencial.

Mas por falta de UTI neonatal, o bebê foi atendido provisoriamente numa caixa de papelão para fazer inalação. A sorte é que a improvisação deu certo, salvou a criança, até surgir socorro imediato em outra cidade.

A sorte é que na cidade vizinha, Sumaré, distante 114 quilômetros da capital, o Hospital Estadual ofereceu ajuda à criança que sofria de bronquiolite.

O curioso é a Secretaria de Saúde se pronunciar, enaltecendo a criatividade da equipe de médicos e de enfermeiros de Santa Bárbara d’Oeste que prontamamente salvou o bebê Alice.

Porém, desconhecer que o sofrimento da família deu-se justamente em função do descaso e da omissão do Estado, que não equipa as unidades hospitalares de acordo com as recomendações médicas mínimas exigidas para o perfeito atendimento da população é dose. É querer fazer o povo de besta. É enoralção de fato e de direito.

1 julho 2018 CHARGES

NEWTON SILVA

1 julho 2018 DEU NO JORNAL

UM AMEAÇA DE PROCESSO QUE É UMA GRANDE HONRA

Gilmar Mendes disse que vai processar o jurista Modesto Carvalhosa.

Nesta semana, em entrevista ao movimento Vem pra Rua, Carvalhosa chamou Gilmar de “marginal” e disse que o ministro “não tem mais nenhum pudor em defender corruptos”.

* * *

Parabéns ao grande jurista Modesto Carvalhosa.

Ser processado por um marginal como Gilmar Boca-de-Buceta é uma honra inexcedível.

Qualquer cidadão de bem ficaria muito feliz com tamanho galardão.

Ser ameaçado de processo por um pulha defensor e soltador de bandidos é um atestado de honradez!

A propósito, vamos ouvir o que o grande jurista  Modesto Carvalhosa tem a dizer sobre o nosso “supremo”:

1 julho 2018 CHARGES

S. SALVADOR

OS BRASILEIROS X – JOAQUIM NABUCO

Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo nasceu no Recife, em 19/8/ 1849. Advogado, político, orador, memorialista e diplomata reconhecido como um dos maiores homens públicos do Brasil. Liderou a campanha Abolicionista, tendo nascido e criado no meio da aristocracia escravista. Viveu até os 8 anos, com a madrinha no engenho Massangana. Em seguida mudou-se com os pais para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Pedro II. Em 1865, foi morar em São Paulo, fez os 3 primeiros anos do curso de Direito e formou-se no Recife, em 1870. Foi colega de Castro Alves, que lhe incutiu as bases de seu caráter literário e abolicionista. Aos 20 anos, ainda estudante, assumiu o caso de um escravo acusado de assassinato, defendendo-o perante o tribunal do júri de Recife.

Em 1873, durante uma viagem para a Europa, manteve um relacionamento amoroso com a investidora financeira e filantropa Eufrásia Teixeira Leite, detentora de uma das maiores fortunas do mundo na época. Ela herdou, em 1872, uma fortuna equivalente a 5% do valor das exportações brasileiras. O romance durou até 1887 e dois anos depois, aos 38 anos, casou-se com Evelina Torres Soares Ribeiro. Foi adido de primeira classe na Embaixada de Londres e depois em Washington, de 1876 a 1879. Como era filho do Senador José Tomás Nabuco de Araújo e de Ana Benigna Barreto Nabuco de Araújo, estava destinado a ter uma atividade política. Porém se opunha aos interesses dos poderosos senhores de engenho, e isto dificultou sua entrada na vida política. Começou escrevendo artigos abolicionistas para diversas revistas.

Em 1878, com a volta ao poder do Partido Liberal, onde seu pai era influente, foi eleito deputado geral e lutou pela eleição direta, pela participação dos não católicos no Parlamento e, principalmente, pela abolição total da escravidão sem indenizações aos donos de escravos. Criou a Sociedade Anti-escravidão Brasileira, escrevendo um manifesto; fundou o jornal “O Abolicionista”: e viajou pelo exterior para divulgar a causa e obter apoio. Teve o apoio imediato da Inglaterra, uma das nações que mais combatia a escravidão, que se constituía num empecilho à sua expansão industrial e comercial em todo o mundo. Porém, mesmo assim, não conseguiu demover o conservadorismo na política nacional e foi derrotado nas eleições seguintes. Foi morar em Londres, onde viveu entre 1882-1884, e escreveu O abolicionismo, livro em que aproveitou para expor suas ideias sobre a reforma agrária. Seu plano era perfeito: beneficiar os negros libertos com terras para viver e trabalhar. Se fosse executado, hoje o Brasil seria outro.

De volta ao Brasil foi novamente deputado, e continuou com sua campanha abolicionista escrevendo diversos livretos antiescravagistas. Noutra viagem à Londres, apresentou uma proposta na Associação de Direito Internacional e, em Roma, fez uma visita ao Papa Leão XIII, que chegou a lhe prometer uma encíclica em favor da abolição. Apesar das ideias progressistas, mantinha o ideal monarquista com receio da perda da unificação territorial, como ocorreu com a América espanhola desmembrada em 18 repúblicas. No entanto, o ideal republicano crescia a cada dia. Para defender a monarquia, apresentou, em 1885, um projeto de monarquia federativa, defendendo a descentralização do poder para dar mais autonomia às províncias. Tal estratégia visava atender os anseios republicanos sem abrir mão da monarquia. Ele não via contradição política neste posicionamento, pois admirava o sistema presidencialista dos EUA e a monarquia parlamentar inglesa. Deixou registrado seu apreço pela monarquia no livro Por que continuo a ser monarquista (1890).

Em 1888, com fim da escravidão, recebeu o título de visconde, mas recusou a comenda do governo imperial. Em seguida, com a proclamação da República, em 1889, passou a dedicar-se mais à vida de escritor memorialista. Nessa fase de espontâneo afastamento, viveu no Rio de Janeiro, exercendo a advocacia e fazendo jornalismo. Frequentava a redação da Revista Brasileira, onde estreitou relações e amizade com altas figuras da vida literária brasileira, Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, de cujo convívio nasceria a Academia Brasileira de Letras. Ele foi o fundador da Cadeira nº 27 e secretário-geral até 1899 e de 1908 a 1910.

Nesse período publicou duas de suas obras mais importantes: Um estadista do Império (1897-1899), em 3 volumes, uma biografia de seu pai e relato da história do Brasil naquele período e Minha formação (1900), livro de memórias. Na época o Brasil ainda não tinha embaixadas em outros países; o que havia eram legações para discutir questões diplomáticas. Mas, com a República era preciso estreitar os laços com outras nações através de embaixadas. Em 1900, o Presidente Campos Sales conseguiu convencê-lo a aceitar o posto de enviado extraordinário e ministro plenipotenciário em missão especial em Londres, na questão do Brasil com a Inglaterra, a respeito dos limites da Guiana Inglesa. Em 1901, foi acreditado em missão ordinária, como embaixador do Brasil em Londres e, a partir de 1905, foi indicado pelo barão do Rio Branco, para assumir a primeira embaixada brasileira no exterior, em Washington, onde permaneceu até a morte. Ao lado de tantas atividades, vale acrescentar que Joaquim Nabuco, ao lado de Rui Barbosa, assumiu posição de destaque na luta pela liberdade religiosa no Brasil que, na época, tinha a religião católica como oficial, constituindo-se em um Estado confessional. Ele defendia a separação entre Estado e Religião, bem como a laicidade do ensino público.

Em 1906, veio ao Rio de Janeiro para presidir a 3ª. Conferência Pan-Americana, em companhia do Secretário de Estado norte-americano Elihu Root. Ambos eram defensores do pan-americanismo, no sentido de uma ampla e efetiva aproximação continental. Foi muito prestigiado não apenas junto ao governo norte-americano, bem como ao povo e a comunidade acadêmica. Proferiu diversas palestras nas universidades sobre a cultura brasileira e foi um grande propagador dos Lusíadas, de Camões. Tais incursões na área literária lhe garantiram o grau de “doutor em letras” pela universidade de Yale. Quando faleceu, em Washington, em 17/1/1910, seu corpo foi conduzido, com solenidade excepcional, para o cemitério, e depois foi trasladado para o Brasil, no cruzador North Caroline. Do Rio de Janeiro foi transportado para o Recife, onde foi sepultado no Cemitério de Santo Amaro. As solenidades de sepultamento em Washington, Rio de Janeiro e Recife duraram em torno de um mês.

Após o falecimento, as homenagens são frequentes até o momento. Em 1949 foi criada a Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ), vinculada ao Ministério da Educação, com o propósito de preservar seu legado histórico-cultural; na década de 1990, o Engenho Massangana, onde ele passou a infância, foi tombado pelo Patrimônio Histórico sob o nome de Parque Nacional da Abolição. Em seguida, a FUNDAJ criou em suas dependências o Centro Científico e Cultural Engenho Massangana (CCEM). Outras homenagens: na data de seu nascimento, 19 de agosto, comemora-se o Dia do historiador; a lei nº ei nº 11.946, de 15/6/2009, instituiu o ano de 2010 como “Ano Nacional Joaquim Nabuco”; em 2/6/2014, seu nome foi inscrito no “Livro dos Heróis da Pátria”, pela Lei nº 12.988; em 28/9/1915, seu nome passou a designar uma das praças públicas mais importantes do Recife, onde se encontra sua estátua.

Praça Joaquim Nabuco e sua estátua frente ao Restaurante Leite, o mais antigo do Brasil

Cenas do funeral de Joaquim Nabuco em Washington, em abril de 1910:

Na primeira foto: Chegada do ataúde, numa carreta de artilharia, à Igreja de São Mateus. Na segunda: O Presidente dos EUA, William H. Taft e a Sra Taft chegando à Igreja.

Na primeira foto: Os marinheiros do North Carolina formados em frente ao Palácio Monroe. Na segunda: As representações oficiais ao saírem do Palácio Monroe, onde ficou exposto o corpo de Joaquim Nabuco.


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