Esse cabaré de quinta
Que o povo chama Brasil
É uma nação sem rumo
De ladrão virou covil
O q’um dia foi justiça
Hoje já virou “mundiça”
A se envolver em ardil.

À deriva o nosso povo
Navega na insegurança
O que é certo ou errado
Já não traz mais na lembrança
A classe politiqueira
E a justiça brasileira
Só sabem fazer lambança.

Uma luz no fim do túnel
Eu não consigo enxergar
Do jeito que a coisa anda
A nação vai afundar
Porque em cada partido
Só vejo mesmo bandido
Fica difícil votar.

8 Comentários

  1. Parabéns pela pertinência dos versos, poeta Dalinha Catunda! O Brasil perdeu a Copa e, aproveitando o momento, os operadores da Justiça resolveram jogar no lixo a compostura. Mas a banda decente que ainda resta está reagindo e mostrando a sua força.
    Bjos.

  2. Amiga, eu me cansei tanto de política, que até tinha parado de escrever sobre o assunto. Mas no domingo não deu para segurar. Tive que fazer esses versos. É incrível como somos ridicularizados. O pior é que não temos em quem voltar. Bjos.

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