A juíza Carolina Moura Lebbos, titular da 12ª Vara Federal de Execuções Penais (VEP) de Curitiba, negou, nesta quarta-feira, pedido apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para gravar vídeos, conceder entrevistas e fazer, por meio de videoconferência, atos de pré-campanha, além de participar “presencialmente” da convenção do PT.

Filmagens na sede da Polícia Federal em Curitiba também estão vedadas.

É lá que o petista cumpre, desde 7 de abril, pena de 12 anos e um mês de prisão pela condenação no caso do tríplex do Guarujá.

* * *

O pedido feito pela defesa de Lapa de Canalha é um deboche, um acinte, uma piada, uma tremenda falta de vergonha no fucinho.

Uma ausência de simancol capaz de deixar estupefato qualquer vivente desta terra surrealista.

Mas, senso de ridículo é um atributo que a gente não encontra de modo algum no fedorento chiqueiro petista.

Depois da gigantesca pica que levou no rabo no último domingo, esta nova cacetada da juíza curitibana veio arrebentar mais outro tanto de pregas no furico do presidiário, cumprindo pena por grossa ladroagem.

A Editoria do JBF informa que a pajaraca do jumento fubânico Polodoro encontra-se à disposição de todas as instâncias do nosso poder judiciário.

Disponham.

“Tô ansioso e de pica pronta, aguardando novas sentenças. É só me chamar”

2 Comentários

  1. Dalinha Catunda
    O GALO IOIÔ
    Vi um galo fanfarrão
    Que fez o maior salseiro
    Se achando dono da rinha
    Cagou no pau do poleiro
    Por isso foi condenado
    Mas agora encarcerado
    Protesta o arruaceiro.

    Chamou os três mosqueteiros
    Pra lhe tirar da prisão
    Pegou outro galo amigo
    Que estava de plantão
    Mas vendo bater badalo
    Distante cantou de galo
    Quem tinha a chave na mão.

    O galo velho ciscou,
    E fez roda e fez titica
    Um dizia solta o galo
    Já outro o galo fica
    O galo ia e voltava
    E desse jeito ficava
    Igual a couro de pica.

  2. Prezado BERTO, o problema não é aceitar o rompimento das pregas, é aceitar isto como uma coisa corriqueira, normal, afinal, o que é um simples “cu” em nome de uma ideologia (desde que seja o dos outros)?

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