Oi, Luiz Berto,
boa noite!

Recebi esta fábula de Demosthenes Silva, um amigo de Belo Horizonte (MG).

Achei ótima!

Tem tudo a ver com a atual conjuntura do nosso País.

Um abraço.

* * *

O BURRO AMARRADO

Havia um burro amarrado a uma árvore, ai veio o demônio e o soltou.

O burro entrou na horta dos camponeses vizinhos e começou a comer tudo.

A mulher do camponês dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e disparou.

O dono do burro ouviu o disparo, saiu, viu o burro morto, ficou enraivecido, também pegou seu rifle e atirou contra a mulher do camponês.

Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do burro.

Os filhos do dono do burro, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.

O camponês, em represália, os matou.

Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito e ele respondeu:

– Não fiz nada, só soltei o burro.

Conclusão: SE VOCÊ QUISER DESTRUIR UM PAÍS, SOLTE O BURRO.

R. Concordo plenamente com o desfecho desta fábula.

Quem quiser destruir o país, é só soltar o burro.

O melhor mesmo é mantê-lo preso.

2 Comentários

  1. Uma pitada de maldade: Leu isto Goiano lula B Horta. Avise aos demônios do STF que se soltarem o burro vai ter disparo para todo canto. Não vai dar para chegar em Paris, nem mesmo em Caiena, bom talvez a Ilha do Diabo seja mais atrativa ( tudo brincadeira Goiano , ninguém vai para lá , vão reativar Ilha Grande e rebatizar como C.P. Nenê Briscola como dizia Chico Anísio).

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