20 julho 2018O CU EM DESTAQUE



A exposição “Cu é lindo”, assinada por Kepler Reis, é destaque dentro da mostra “Devires”, projeto artístico que propõe um exercício de desnaturalização das relações entre sexo, gênero, visualidade, raça e poder.

Em sua primeira edição, a mostra teve início no dia 12 de julho e segue com diversas atividades em Salvador até o dia 12 de agosto, das 9h às 19h, com entrada gratuita.

O processo criativo “CU É LINDO” foi iniciado em 2011 a partir das reflexões surgidas durante a realização da “Trilogia Venha Me Amar” (2008/2011).

Bem como da potência da impossibilidade de deixar de falar sobre a abjeção do Cu, do silêncio histórico da homofobia, da moral social, do fundamentalismo religioso e da ocupação das ruas através da linguagem da performance e da pichação enquanto arte política e curativa.

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Um nome arretado para um exposição de artes: CU É LINDO!

Belíssima esta ilustração aí de cima, na qual aparece uma boca engolindo um cu com uma joia enfiada nele.

Aliás, a notícia e o texto se casam admiravelmente.

Um obra-prima vermêio-istrelada.

É o retrato cagado e cuspido de uma Banânia petêlha.

No Rio de Janeiro, o PT lançou como candidata ao governo do estado uma cientista, Márcia Tiburi, que tem Doutorado em Ciências Cuzulógicas e é especialista no orifício por onde sai a bosta.

Na Bahia, o governo petista de Rui Costa apoia, patrocina e divulga uma exposição cujo tema central é o cu.

Nunca vi nada tão coerente e tão pertinente.

PT, cu e merda são sinônimos.

5 Comentários

  1. De novo??? Puta que pariu. Vão gostar de mostrar (e dar) cu assim na casa do caralho (êpa).
    Bando de imbecis sem talento, sem criatividade, sem moral e sem vergonha. A única “arte” que conseguem excretar com abundância (que vem da bunda) é mostrar e dar o cu.
    Saudação japonesa pra vocês: TOMANOKU.

  2. Acho que a turma esquerdopata anda enlouquecida pelo cu. Não dá para mandá-los tomar no cu porque isso eles adoram.
    Este país está ficando uma merda é pior que paga com dinheiro público.
    Puta que pariu.

  3. Meu único comentário a respeito da questão é ortográfico: todos os dicionários dizem que cu não tem acento, mas em minha opinião isso tira muito da expressividade e da carga emocional que a palavra deveria transmitir. Em especial quando usada no tradicional xingamento “Vá tomar no cú”, o uso da palavra nua, sem o acento agudo que lhe transmite força e pujança, deixa a expressão pífia, chocha, como uma sinfonia que se encerra com um acorde menor. O acento agudo traz até mesmo um maior equilíbrio estético à frase, elevando o que seria um acanhado monossílabo, de parcas duas letras, à condição de centro gravitacional da oração, chamando para si a responsabilidade de transmitir ao leitor todo o conjunto de emoções e sentimentos que o escritor desejou exprimir.

  4. Depois das manifestações de meia dúzia de defensores e participantes dos movimentos LGBTs a favor das banidas exposições “Queer”, nada mais coerente que passarem a oferecer o(a) “Cu”. Consequentemente, o ideal, para quem gosta, e parece que os dirigentes petistas apoiam as duas, seria reuni-las numa só exposição: a “Queer Cu”.

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