Berto:

Veja que caso bizarro, acontecido no Estado do poeta Genial, Orlando Tejo, que vivo fosse, certamente também defenderia o ambulante em protesto poemizado:

Vendedor ambulante é agredido por morador de Manaíra-PB e é defendido por advogado em ação em forma de poema.

O advogado Roberto Nascimento, natural de Guarabira-PB e que desempenha um grande trabalho na capital paraibana, entrou na Justiça com uma ação em forma de poema para defender o direito de trabalhar de Severino Ferreira de Lima, conhecido como Cremosinho.

Ele protocolou uma queixa crime contra o servidor público federal que impediu seu Severino de trabalhar em pleno dia 1º de maio, Dia do Trabalhador, caso que ficou conhecido em toda Paraíba através das redes sociais pela estupidez do servidor.

A ação na Justiça chama atenção por trazer no seu preâmbulo um poema que narra todo o ocorrido com o vendedor, que foi impedido de trabalhar porque estaria fazendo muito barulho vendendo seu cremosino.

Banânia é cruel: Quem pode, manda! Quem não pode, se arromba!

Eis a ação em forma de poesia:

A queixa crime feita pelo advogado em desfavor do servidoR público federal

Severino Ferreira de Lima, conhecido como Cremosinho, impedido de trabalhar honestamente para prover a si e a família por um delinquente.

4 Comentários

  1. Caro Editor:
    Confiante na agilidade de nossa Justiça, principalmente em favor dos pobres, espero que Vossa Papância já tenha para dar aos viciados em JBF a grata notícia de que o furico do delinquente federal já foi devidamente arrombado por um desses jovens juízes que, de uns tempos para cá , têm feito a felicidade dos brasileiros decentes.

    • Caro Alvaro:

      Espero que o processo tenha sido distribuído para um juiz com sensibilidade, seja tarimbado, seja jovem, e que tenha senso de justiça, para analisar o caso imparcialmente e aplicar a lei conforme o caso concreto e fazer Justiça!

      Torço para que isso aconteça em todo Brasil porque quem está salvando essa Zona da “Zona” é o Poder Judiciário, por que o Executivo e o Legislativo, meu caro, viraram um imenso Cabaré!

  2. Caro Cícero Tavares oportuna crônica, nos cientificando, com muita propriedade o absurdo e brutal caso do servidor federal que tentou impedir o trabalho do vendedor ambulante de trabalhar honestamente, mesmo no dia 1º de Maio. Excelente defesa poética do advogado de defensa, apresentada ao Doutro Juiz. Estas aberrações tem de acabar, um dia. Parabéns pela iniciativa.

    • Caro Carlos Ivan: O que mais me chamou a atenção na ação criminosa do servidor federal, Elder Norat, foi a investida dele de querer impedir o Cremosinho de exercer sua profissão condignamente!!

      Quando ele, o servidor federal Elder Norat, impediu o cidadão de trabalhar para sustentar a família ele pensou ele no lugar do vendedor?

      Pimenta no cu do outro é refresco!

      Brigadão, amigo, pela visita e comentário! As nossas forças unidas ajudam a combater essas “brutaldades!”

Deixe o seu comentário!


© 2007 - 2018 Jornal da Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa