Investigada pela Operação Registro Espúrio, a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) afirmou neste sábado (28), em tom irônico, que o PTB virou “criminoso político”, criticou o que classificou de “ativismo judicial” do Ministério Público e desafiou: “podem bater doído na gente”.

Ela é filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, que foi condenado e preso por envolvimento no esquema de corrupção do mensalão do PT.

Segundo a parlamentar, a inocência dos dirigentes do PTB, que estão entre os alvos da Operação Registro Espúrio, “prevalecerá”.

A Operação Registro Espúrio, da Polícia Federal, investiga uma organização criminosa integrada por políticos e servidores públicos que atuou para cometer fraudes na concessão de registros sindicais pelo Ministério do Trabalho, pasta que é comandada pelo PTB desde 2016.

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Além desta vaca corrupta do PTB, eu já ouvi animais irracionais de outro partido falarem também que estão sendo vítimas de “ativismo judicial“, uma babaquice inominável.

Só num me lembro que partido é este outro…

Tô cum a memória meio fraca…

Só me lembro que é um partido tão safado quanto o PTB e que também usa a expressão “a inocência prevalecerá“, a mesma usada por Cristiana Égua Brasil.

Lula: “Eu tombém num sei de donde foi qui a cumpanhera Cristiane tirô esse negoço de ativismo judiciá…”

2 Comentários

  1. Você é tão “inocente” quanto seu pai, são somentes dois vagabundos, ladrões, protegidos pelo foro privilegiado, espero que os brasileiros “do bem”, mandem vocês a puta que os pariú!

  2. Uma bicha que vive de babar ovos de políticos , Disse em comentário na tv que se deve barrar juízes e procuradores , pois acha a bichona , que estão criminalizando a política. Estão criminalizando o que?, se lá está apinhado de criminosos , ladrões, viados ,corruptos e vagabundos de toda espécie?. Mesmo votando em político linha dura , fica difícil acreditar que a rapinagem não pegará carona na próxima administração. Afinal, amigo falso, só se torna inimigo após processo e condenação. É o tal estado de direito onde o ladrão tem um STF cheio de comparsas para libertá-lo. Só após um pra lá e pra cá (transitado) e um Habeas Corpus para soltar e protelar o julgamento 12 ou 20 anos de espera ,e o processo já caducado e o criminoso foragido já no exterior, voltará a ser discutido o caso. Sem faxina geral, dificilmente a coisa mudará de figura.

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