7 agosto 2018 CHARGES

MIGUEL

TODOS JUNTOS PELA IMPUNIDADE

A compra de voto sempre existiu, mas cresceu quando o Partido dito dos Trabalhadores (PT), para exercer o poder com “governabilidade” (kkkk), se aliou ao Partido Liberal (PL), que depois viraria Partido da República (PR) (snif), propriedade privada de Valdemar Costa Neto, o Boy. A compra de apoio das miríades de pequenas bancadas com representação no Congresso, equivocadamente alcunhada de mensalão, explodiu quando Roberto Jefferson, à época e até hoje presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), em entrevista a Renata Lo Prete, da Folha de S.Paulo, expôs as entranhas de um Congresso apodrecido. E denunciou a compra dos próceres que se dizem “representantes do povo”.

Antes, o factótum de Lula, José Dirceu, propusera ao poderoso chefão uma aliança do PT com o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), já sob a batuta de Michel Temer. Mas o padim tinha outros planos, que não incluíam sócios poderosos, e preferiu alugar bancadas menores para somar seus votos em plenários fragmentados a ter sócios com mais cacife. Aí, criou-se a incorporação do “toma lá, dá cá” contemporâneo ao maquiavelismo renascentista do “dividir para reinar”. Realizado com a lavagem de dinheiro de campanhas publicitárias, aplicada pelo mineiro Marcos Valério a serviço do tucano Eduardo Azeredo em Minas, o esquema gerou as denúncias da polícia e os indiciamentos do Ministério Público, levados às varas da primeira instância e, mercê do envolvimento de poderosos criminosos de colarinho branco protegidos pela prerrogativa de foro, ao degrau mais alto: o Supremo Tribunal.

Essa história foi contada em detalhes pelo citado mandachuva do PTB, Roberto Jefferson, no livro Nervos de Aço, publicado em 2007. Nele o chefão petebista afirma que o PT não queria compartilhar um projeto de poder e optou por comprar apoio fragmentado para ampliar a base do Congresso. No mensalão parlamentares foram alugados e pagos diretamente para a patota de Lula e Dirceu não ter de repartir o poder com sócios de organizações criminosas rivais. E para compensar eventuais insatisfações José Dirceu e sua quadrilha criaram o esquema de repartição de recursos, como descreveu Jefferson no livro citado, leitura obrigatória.

O mesmo chefão da sigla fundada por Getúlio Vargas e, depois, presenteada pela ditadura à sobrinha-neta do caudilho, Ivete Vargas, relatou que o esquema das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) é sempre o mesmo: “Oferecem-se algumas cabeças à guilhotina e não se mexe nas estruturas viciadas da corrupção”. Os verbos estão no presente porque o esquema continua. No caso, as cabeças eram a dele e a de Dirceu.

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7 agosto 2018 CHARGES

DUKE

KRISTINA REIS – RIO DE JANEIRO-RJ

Olha o que achei sobre a criatividade da PTralhada…….

Bom proveito

Boa noite

Beijos

7 agosto 2018 CHARGES

SPONHOLZ

7 agosto 2018 DEU NO JORNAL

TÁ FUDIDO MESMO

Em entrevista ao programa “Poder em Foco”, de Debora Bergamasco, no SBT, o ministro Gilmar Mendes disse que a inelegibilidade de Lula é “aritmética”.

Para ele, a Lei da Ficha Limpa não deixa dúvidas.

* * *

Gilmar tá certo: é uma inelegibilidade aritmética e fudernética.

O soltador de bandidos e corruptos falou sem rodeios.

Se até Gilmar empajaraca o furico de Lula, é sinal de que o proprietário do PT está mesmo fudido.

Num tem saída pra Lapa de Corrupto.

Gilmar Boca-de-Buceta: nem ele quer aliviar a situação do bandido petralha

7 agosto 2018 CHARGES



MAGNO DOS SANTOS – PALM COAST – FLÓRIDA-EUA

G.A.R.U.P.A. Berto

(Grande, Admirabilíssimo, Retíssimo e Universal Profeta do Altíssimo Berto):

Pois bem, após mais de 60 anos de trabalho ininterrupto (desde os 13 anos), resolvi aposentar-me, pendurar as chuteiras, vestir o pijama, calçar os chinelos e mudar-me para Palm Coast, uma cidadezinha da Florida, estado onde se encontram dois espectros de brasileiros: os grandes ladrões do dinheiro público e os pobres desencantados com os rumos de Banânia que aqui batalham por um lugar ao sol.

Pois bem, uma coisa que chama a atenção (e peço que Vossa Eminência Reverendíssima faça chegar como sugestão ao candidato Jair Bolsonaro, um meu guru da dupla de heróis Moro & Jair) é o fato de que prisioneiros aqui são postos para trabalhar em seviços para a comunidade, mesmo que a temperatura externa bata nos 33 graus: isso tanto pode significar uma redução da pena (cada três dias de trabalho reduzem um dia na pena) como uma oportunidade para que repensem os malfeitos que cometeram.

Se não me falha o bestunto, também podem ganhar algum dinheiro (parte de um salário mínimo) para pouparem e terem algum quando saÍrem da cana. Redução de pena é isso, e não ler livros na cadeia.

Imediatamente vem à cabeça de qualquer um que não seja vagabundo e tenha um Q.I. acima de uma ostra a pergunta: porque no Brasil os bandidos são tratados a pão-de-ló pelos tais de Direitos Humanos, recebendo bolsa-presidiário, tendo 4 refeições por dia, visitas íntimas das esposas oficiais ou das putas de Muricapeba, homenagens dos politicos canalhas, direito a se candidatarem e “otras cositas más”?

A visão mostrada nas fotos anexas é algo absolutamente comum aqui neste País.

Aproveito para comunicar-lhe que estou enviando uma modestíssima contribuição de R$ 100,00 via Banco do Brasil que rogo a Vossa Excelentíssima que aceite como uma ínfima recompensa pelo acesso diário a essa brilhante fonte de sabedoria, humor e crítica que é o Jornal da Besta Fubana.

Um grande abraço e muita paz e alegria para você, Aline e Chupicleide.

R. Meu caro, nestas fotos que você tirou de dentro do seu carro, uma coisa me chamou a atenção.

Esta placa onde está escrito “Prisioneiros trabalhando” é na cor vermêia.

Igualzinha à cor do bando banânico conhecido como PT, cujo proprietário está cumprindo pena por grossa ladroagem.

Aí eu pensei numa cena que me encheu o peito de alegria:

Uma placa feito esta, fincada numa estrada brasileira, na cor vermêia e contendo uma istrêla.

E, ao lado da placa, Lula com uniforme de presidiário e uma corrente amarrada nas pernas, trabalhando pra tapar buracos e consertar o asfalto.

Fiquei feliz que só a porra quando esta imagem me tomou o pensamento.

Meu caro, gratíssimo pela generosa doação que você fez para ajudar as combalidas finanças do JBF.

Esta gazeta escrota, como todos sabem, não conta com qualquer publicidade, nem com verbas de patrocínio, sejam públicas ou privadas.

Chupicleide, que trabalha todos os 7 dias da semana, das 5 da manhã às 5 da tarde, chega relinchou de alegria com a menção que você fez ao nome dela e já pediu um adiantamento de salário de 100 reais.

Coitada…. ainda num recebeu nem o 13º do ano passado…

Abraços pra grande comunidade fubânica daí dos Zistados Zunidos!!!

Chupicleide, secretária de redação do JBF, se rindo-se de alegria com a doação do nosso leitor

7 agosto 2018 CHARGES

CLÁUDIO

7 agosto 2018 DEU NO JORNAL

MAIS UMA INJUSTIÇA

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou nesta segunda-feira, 6, analisar um pedido do PT para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pudesse participar do primeiro debate na TV entre os candidatos à Presidência da República, na próxima quinta-feira, 9, na TV Bandeirantes, além de atos de sua campanha.

* * *

A Associação dos Presidiários Brasileiros, que tem Fernandinho Beira-Mar e Marcola na sua diretoria, acabou de emitir um nota condenando com veemência mais uma injustiça contra o presodenciável Lula.

Isto é “protagonismo judiciário”, afirmou Beira-Mar.

“Em qualquer país democrático de primeiro mundo, um presidiário pode concorrer à presidência e participar de todos os debates”, diz a nota.

A Editoria do JBF apoia integralmente a combativa Associação dos Presidiários Brasileiros, uma movimento de massas que tem a solidariedade integral do povo brasileiro.

Irmãos companheiros unidos contra a injustiça da justiça

7 agosto 2018 CHARGES

NANI

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

A COMPETÊNCIA MERECE SER LOUVADA

O Instituto Nacional de Previdência Social arrogou a si o direito de desamparar algo que legitimamente pertencia a este singelo aprendiz. Concausa fui instado a lutar para que não viesse a ser privado da posse dos meus haveres.

Aconselhei-me com a Universidade de Brasília que, de pronto, recomendou o nome da doutora MARLENE MOREIRA, advogada que adquiriu notoriedade por timonear fácil por entre o intrincado cipoal previdenciário brasileiro.

Nomeei-a minha causídica e agora, menos de um ano, celebro o triunfo da razão sobre a desrazão.

Para os complexos processos previdenciários este é o nome:

MARLENE MOREIRA, a quem agradeço e louvo, por justa razão: SBN – Quadra 02, Bl. J, salas 703/704 – Ed. Eng. Paulo Maurício, Tel. (61) 3326-1112 – CEP: 70040-905, Brasília, DF.

7 agosto 2018 CHARGES

SPONHOLZ

OS CLÁSSICOS E ERUDITOS DE NOSSA REGIÃO

Josefina Aguiar: pianista pernambucana, amante de Grieg, executava Capiba e Nelson Ferreira

Pesquisava compositores e instrumentistas eruditos e classicos regionais, como o potiguar Cussy de Almeida, os pernambucanos Marlos Nobre, Antonio Meneses, Inaldo Moreira, entre outros.

Quase envergonhado pela desinformação, encontrei Josefina Aguiar, que, segundo os dicionários Ricardo Cravo Albin e Renato Phaelante e textos da Fundação Joaquim Nabuco, foi uma das mais completas pianistas brasileiras.

Josefina iniciou cedo sua carreira artística, conseguindo logo uma notória consagração pública.

Sua primeira audição foi aos 8 anos, na presença de amiguinhos, como o futuro político Marcos Freire.

O Recife, porém, só a ouviu tocar, pela primeira vez, no rádio. O pai a levara ao programa de Nelson Ferreira, na Rádio Clube de Pernambuco. Sem saber que estava no ar, tocou o adágio da Sonata ao Luar, de Beethoven.

O episódio rendeu-lhe fama imediata e um ilustre fã, o multiacadêmico, dramaturgo e escritor Valdemar de Oliveira, que viria a ser seu mentor.

A dificuldade em encontrar vídeos ou registros sonoros com Josefina Aguiar, levou-me a dispor de notícia do NETV de 2013 para apresentar um pouco de sua história e talento.

Clique aqui para ver: “Para Josefina Aguiar”, homenagem à pianista pernambucana (2013) – Coreografia feita pela neta da artista, Bárbara Aguiar

Com sólida formação musical recebida no Recife, Salvador, Rio de Janeiro, na Suiça e na Austria, foi a primeira menina solista a tocar na Orquestra Sinfonica do Recife (OSR), aos 11 anos.

É considerada um dos raros talentos que despontaram na década de 1940, em Pernambuco.

Sua garra em preservar a música classica tornou-a conhecida como “a dama da resistência” e de “leoa do Norte”.

Josefina Aguiar fundou o curso de música da Universidade Federal de Pernambuco, atuando nas áreas de piano, transposição e acompanhamento, solfejo, prática de conjunto, música de câmara e nas salas de canto e instrumentos melódicos.

Foi finalista do 12º Concurso Internacional de Munique, Alemanha, recebeu a medalha do mérito Joaquim Nabuco e o troféu cultural do Conselho de Cultura da Cidade do Recife.

Fez parte do TAP (Teatro de Amadores de Pernambuco) e atuou ao lado de grandes nomes internacionais, como Marion Mathaus, Claudio Santoro, Michael Haran e Corine Sertilange, entre outros.

Constam de seu repertório obras importantes, como a de Edward Grieg (Concerto em Lá Menor para Piano e Orquestra) – sua interpretação é conhecida como uma das mais famosas do Brasil.

Em dupla ou individualmente, Josefina era uma artista especial. As apresentações no Brasil foram inúmeras, incluindo a Escola Nacional de Música, no Rio de Janeiro.

Valorizava os compositores pernambucanos como Capiba, Nelson Ferreira, Alfredo Gama, Zuzinha, Misael Domingues e um desconhecido chamado José Capibaribe, que na verdade era um pseudônimo de Valdemar de Oliveira, aquele que se tornara seu fã desde a primeira apresentação na Rádio Clube de Pernambuco.

7 agosto 2018 CHARGES

AMARILDO

7 agosto 2018 DEU NO JORNAL

CONTO DO VIGÁRIO

J.R. Guzzo

Está sendo feita hoje no Brasil o que talvez seja a maior campanha pela ilegalidade já tentada neste país desde que os acionistas majoritários da vida pública nacional resolveram, há uns 30 anos, que isso aqui deveria ficar com cara de lugar sério. Fizeram uma Constituição com 250 artigos e mais de 100 emendas ─ sendo que boa parte dessa maçaroca não foi regulamentada até hoje, de maneira que não dá para saber direito o que vale e o que não vale. Escreveram mais leis do que qualquer outro país do planeta. Criaram uma espécie de Espírito Santo chamado “instituições”, ente invisível que flutua em cima de tudo e de todos, embora muito pouca gente saiba realmente o que vem a ser isso. O tempo e os fatos mostraram que esse esforço para montar um Brasil civilizado se transformou numa piada ─ na verdade, a democracia moderna que se pretendia criar foi sendo desmanchada, na prática, a cada artigo da Constituição que ia sendo escrito. A ofensiva, agora, é para desmontar de vez o princípio básico segundo o qual a lei tem de ser obedecida por todos. É isso, e apenas isso, que quer dizer a campanha para soltar o ex-presidente Lula da cadeia, achar um jeito para ele concorrer à próxima eleição presidencial e garantir que volte ao Palácio do Planalto.

Trata-se de um conto do vigário de tamanho inédito, a começar pela ambição da mentira contada ao público. Nada do que o sistema de apoio a Lula pretende, e que a mídia divulga diariamente como a coisa mais normal do mundo, pode ser feito sem desrespeitar a lei. É como se alguém quisesse participar de um concurso popular para ser escolhido imperador vitalício do Brasil, ou algo parecido ─ não dá para fazer uma coisa dessas, não é mesmo? Mas é este o tema número 1 do debate político do momento. Lula, como se sabe, está no xadrez, condenado a doze anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Recebeu sua sentença de condenação na 13ª. Vara Criminal da Justiça Federal em Curitiba, no dia 12 de julho de 2017, e de acordo com a lei, recorreu em liberdade da decisão. Essa sentença foi confirmada e aumentada seis meses depois, em 24 de janeiro de 2018, por unanimidade de votos, por três desembargadores do TRF-4 de Porto Alegre, o tribunal superior encarregado de julgar o caso. No último dia 7 de abril, enfim, não havendo mais nada a se fazer, Lula foi preso. Ao longo dessa história, seus advogados entraram com mais de 70 recursos; não dá para dizer, em nenhum momento, que qualquer dos direitos do réu para se defender foi violado.

O ex-presidente está na cadeia porque não poderia, muito simplesmente, estar em nenhum outro lugar ─ é para lá que a lei penal manda os criminosos depois de condenados em segunda instância. Fazer o quê? Muita gente pode achar que a sentença foi injusta, assim como há muita gente achando que foi justíssima. Mas achar uma coisa ou a outra não muda nada. Só a Justiça, e ninguém mais, tem autorização para resolver, no fim de todas as contas, se alguém é culpado ou não. Em algum momento, mais cedo ou mais tarde, o sistema judiciário precisa dizer se as provas apresentadas contra o réu são válidas ou não; se forem consideradas válidas, o sujeito vai para a penitenciária. Isso não depende da opinião de quem gosta de Lula ou de quem não gosta. É a lei que decide ─ e ela é igual para todos. Ou se faz assim ou ninguém é condenado nunca, porque os advogados vão continuar dizendo até o fim da vida que seus clientes não fizeram nada de errado. Muito bem: só que Lula e os seus fiéis não aceitam isso. Obviamente, um indivíduo que está preso não pode, ao mesmo tempo, ser presidente da República. A saída da esquerda, então, tem sido manter de pé uma fake news monumental ─ Lula é um “preso político” que tem de ser solto para candidatar-se à Presidência, ganhar a eleição e recomeçar os seus “programas sociais” em favor dos pobres. Além do mais, “todas as pesquisas” dizem que o presidente tem de ser ele. Onde já se viu uma bobagenzinha como a aplicação da lei penal, mais a Lei da Ficha Suja, ficarem atrapalhando tamanho portento?

É essa novena que vem sendo pregada todos os dias pelo Brasil pró-Lula ─ artistas, “intelectuais”, “celebridades”, a maior parte da mídia, a Rede Globo, os empreiteiros de obras, os fornecedores de lixo enferrujado para a Petrobras e todos os que estão impacientes para voltarem a roubar em paz. Não há nem sequer uma sombra de presença do povo brasileiro, não do povo de verdade, em nada disso aí. É pura sabotagem contra o que ainda sobra de nossa escassa legalidade.

7 agosto 2018 CHARGES

J. BOSCO

7 agosto 2018 A PALAVRA DO EDITOR

UMA DUPLA DE TABACUDOS BANÂNICOS

No dia 24 de janeiro deste ano de 2018, o ministro Marco Aurélio Babaca de Mello, um idiota togado, declarou que “uma eventual prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva incendiaria o Brasil.

No dia de hoje, 7 de agosto de 2018, se completam 4 meses que o maior salafrário de toda a história de República Federativa de Banânia está atrás das grades.

Restam ainda 141 meses de pena.

Fora as penas que estão por vir com o outros processos de ladroagem que ainda tramitam na justiça.

Não se viu incêndio algum nesta terra espantosa.

Os únicos incêndios de que tive notícia aconteceram nos corações das pessoas de bem, que pegaram fogo de tanto civismo e alegria quando Lapa de Corrupto foi trancafiado.

Só mesmo numa bosta de país feito este nosso é que dois porras que nem estes, Lula e Marco Aurélio, chegariam às posições que chegaram.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Tabacudo de Mello, reverente, submisso e com o olhar cheio de pena, observa Lapa de Corrupto medir o tamanho da pajaraca que levou por conta de sentenças dadas pelos verdadeiros, honestos e autênticos juízes brasileiros

7 agosto 2018 CHARGES

PATER

DEMIS ROUSSOS

Em 1973 Demis Roussos fazia muito sucesso com a música “Forever and Ever“, composição dele e de Lakis Vlavianos e Alec Constandinos. Demis Roussos encantou-se em 25 de janeiro de 2015 aos 68 anos.

7 agosto 2018 CHARGES

JORGE BRAGA


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