11 agosto 2018 CHARGES

CLAYTON

SONETO DE LOUCA ESPERANÇA

Toda a minha alegria era o teu riso,
e minha só tristeza era o teu pranto.
Tudo era claro então; hoje, entretanto,
ando entre luz e trevas indeciso.

Cravaste-me um punhal de gelo enquanto
eu te pedia um sol. Era preciso?
Sei que sabes que sofro. E, pois, o riso
fora-te agora escárnio do meu pranto.

Assim, só sou feliz quando estás triste,
o que me faz tão infeliz… Resiste
um coração em meio a tais escolhos?

Quero em teus olhos ver um sol criança!
E, contudo, só vive esta esperança
do que existe de sombra nos teus olhos…

11 agosto 2018 CHARGES

ZÉ DASSILVA

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

NÃO SABIA DE NADA, TADINHO…

Gilberto Gil diz a Moro que não sabia de corrupção no governo Lula

O cantor Gilberto Gil, ministro da Cultura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de 2003 a 2008, nega ter tido conhecimento de qualquer ato ilícito envolvendo o petista quando ocupava o cargo.

Ele prestou depoimento ao juiz Sergio Moro, na manhã desta quinta-feira (9), como testemunha de defesa de Lula na ação que envolve o sítio de Atibaia (SP).

* * *

O fubânico petista Ceguinho Teimoso também não sabia que houve corrupção no governo Lula.

Também durante o governo Lula, garante Ceguinho, não houve assalto, arrastão, estupro ou qualquer outro ato de violência no Rio de Janeiro.

Aqui em Recife tem um cabra, um médico militante comuno-luleiro, mais conhecido por Dotô Antão, que garante que nunca soube de ditadura ou de presos políticos em Cuba.

A ingenuidade ideologeira e a não-sabença são marcas marcas características dos devotos lulaicos.

“Eu não vi nada de corrupção no governo de Lula”

11 agosto 2018 CHARGES

IOTTI

11 agosto 2018 CHARGES

CACINHO

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

É TUDO DA MESMA LAIA

Ticiano Toffoli, irmão do futuro presidente do STF, foi condenado por improbidade administrativa no período em que era prefeito de Marília (SP).

Segundo o juiz Walmir Idalêncio dos Santos Cruz, da Vara da Fazenda Pública da cidade, ficou demonstrado que em 2012, nos últimos 180 dias de mandato, Ticiano aumentou em 5,46% as despesas com pessoal, o que violaria “o artigo 21, parágrafo único, da Lei de Responsabilidade Fiscal, evidenciando-se que ocorreram contratações de servidores para cargos em comissão”.

A despesa de pessoal na prefeitura de Marília era de quase R$ 260 milhões em junho e saltou para R$ 291 milhões em dezembro, informa o Jota.

Ticiano também foi denunciado por gastos ilegais durante a campanha de 2012, mas acabou absolvido pelas mãos de Gilmar Mendes.

Como cabe recurso, a defesa de Ticiano vai empurrar o caso até chegar ao STF para que caia, de preferência, novamente nas mãos de Gilmar Mendes.

O ministro tem sido um bom companheiro do futuro presidente do Supremo desde quando Toffoli foi indicado para a Corte.

* * *

Ticiano foi eleito pelo PT.

Em sendo um corrupto, escolheu o partido certo pra se candidatar e ganhar. Com o voto das antas de Marília, claro.

O irmão dele, o ministro Tofinho – aquele que é possuidor de notável ignorância jurídica -, é um petista militante, já condenado por corrupção, ex-subordinado de Zé Dirceu e fiel da igreja lulaica.

Logo, Ticiano, o irmão de Tofinho, não poderia negar o sangue.

Petismo e bandidagem são sinônimos, conforme registrado na Dicionário Corruptício de Banânia.

Ticiano Toffoli: não negou o sangue petralha do maninho

11 agosto 2018 CHARGES

BRUNO AZIZ

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

UM ESPELHO DO BRASIL

J.R. Guzzo

A dois meses da eleição para escolher o próximo presidente da República, está na hora de dizer com franqueza algumas coisas possivelmente incômodas a respeito do deputado Jair Bolsonaro, o candidato mais discutido desta e talvez de qualquer outra eleição presidencial brasileira. Não há lembrança de nenhuma figura parecida com ele. Nunca alguém foi tão odiado pelos adversários como Bolsonaro. Nunca um candidato a qualquer coisa neste país encontrou tanta oposição nos meios de comunicação quanto ele. Nunca houve tanto esforço para implodir uma candidatura quanto o que está sendo feito contra a sua. Ninguém, antes dele, foi descrito com tanta indignação como uma ameaça à democracia, à população brasileira e à própria ideia de uma vida civilizada no Brasil. Mas em algum ponto, ao longo dessa caminhada, perdeu-se o contato com certas realidades que não irão embora só porque não se fala delas. Seria bom lembrar um pouco quais são. A primeira é que o deputado Bolsonaro não é uma ameaça, definitivamente, para os milhões de brasileiros que vão votar nele — ao contrário, acham que o homem é uma solução, e têm o direito de achar isso. É útil lembrar, também, que ninguém é obrigado a votar “certo”. A lei diz apenas que você pode votar em quem quiser, e não estabelece controles de qualidade para o seu voto; não é pecado votar em Bolsonaro, nem um ato de virtude votar nos outros candidatos, ou vice-versa. Enfim, é preciso ter em mente que Bolsonaro só chegará à Presidência da República se a maioria absoluta dos brasileiros decidir que o presidente deve ser ele.

Eis aí, mais uma vez, a questão que jamais se cala: a democracia é uma coisa perigosa. Não serve, positivamente, para quem não está disposto a conviver com a ideia de que eleições são decididas por maiorias, e maiorias frequentemente são estúpidas. Quer dizer: podem, o tempo todo, tomar a decisão de votar justo naquele que você acha o pior candidato. Não gosta disso? Então você está com um real problema. A massa do Brasil é essa aí que existe hoje; pode ser altamente insatisfatória, mas é a única disponível. Não é sua função, além do mais, fazer o trabalho de Deus Pai; não lhe cabe separar o bem do mal. É muito simples: não é a maioria dos votos que decide o que é a verdade. Maiorias servem para eleger governantes, não para estabelecer a virtude, ou para definir quem tem razão, ou para tornar as pessoas felizes. A eleição de outubro, muito simplesmente, vai mostrar qual é o Brasil que existe na vida real — se Bolsonaro ganhar, é porque o Brasil de hoje é mais parecido com ele do que com os seus adversários. Isso não transforma os eleitores do deputado em seres humanos piores ou melhores. Quer dizer apenas, caso acabe vencendo, que são mais numerosos.

Tudo isso, naturalmente, serve para qualquer outro dos candidatos com possibilidades reais de suceder ao presidente Michel Temer. Mas um eventual sucesso de Bolsonaro, ou mesmo uma simples votação em massa no seu nome, é algo que não está sendo visto apenas como um dos azares comuns de uma disputa eleitoral. Pela descrição feita até agora por quase todos os formadores de opinião, comentaristas políticos e personalidades de primeiro plano na vida pública brasileira, isso seria uma desgraça histórica ─ a negação, segundo asseguram, das liberdades, direitos e garantias que fundamentam os regimes democráticos, é um convite à autodestruição do país. Será realmente assim, ou algo parecido? Para saber com certeza é preciso, antes de mais nada, que Bolsonaro seja mesmo eleito presidente da República, coisa bem mais fácil de discutir do que acontecer na vida real – sabe lá Deus quanta água vai rolar até 7 de outubro, dia marcado para o primeiro turno, e dali para a frente. Uma coisa é certa. Bolsonaro pode ser o pior candidato de todos os que se apresentaram para suceder a Michel Temer. Pode até ser o pior da história. Mas a solução para o eleitor que acha isso está aberta o tempo todo: basta não votar nele.

O que seguramente não deu certo, até agora, foi o esforço para apresentar Bolsonaro como uma espécie de filme-catástrofe ─ ou melhor, só deu certo para ele. A simpatia pelo candidato na mídia foi e continua sendo zero. Pior que isso, na verdade: a irritação que Bolsonaro provoca nos jornalistas é algo provavelmente sem precedentes na história da imprensa brasileira. Sua situação não melhora fora da mídia. Politicamente ele continua isolado. Em quase dois anos como candidato à Presidência, conseguiu o apoio de um único partido entre os 35 que estão aí; é tudo o que tem para disputar a Presidência. Já sofreu mais de trinta pedidos de cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados. Tem menos de dez miseráveis segundos de tempo na propaganda obrigatória da televisão. Em matéria de dinheiro para campanha, então, é mais pobre que um caça-ratos desempregado. Antes de receber o primeiro voto já se discute seriamente a hipótese de ser pedido o seu impeachment como presidente; da mesma forma, condenam-se as suas possíveis intenções de fechar o Congresso Nacional e criar uma ditadura no Brasil depois de eleito. Mas apesar de todos esses contratempos, Bolsonaro foi crescendo até chegar onde está. O que houve?

Houve, pelo jeito, que os meios de comunicação, os partidos e quem mais influi na política estão falando uma coisa e grande parte dos brasileiros está pensando outra. Ou seja, quanto mais batem em Bolsonaro, mais aumenta o número de eleitores que querem votar nele ─ porque muita gente acha certo, justamente, aquilo que os críticos apontam como seus piores pecados. Onde vaiam, o público aplaude. É duvidoso, na verdade, que o eleitor esteja muito incomodado com a falta de preparo de Bolsonaro, um dos pontos mais bombardeados de sua candidatura. Num país que já foi presidido por Dilma Rousseff fica difícil, francamente, imaginar alguém que consiga ser pior ─ e, de mais a mais, qual é o preparo da candidata (e já ex-candidata) Manuela d’Ávila, por exemplo, e outros que valem o mesmo que ela? Também não parece, até o momento, que o eleitorado esteja sentindo a necessidade de saber, já, quem vai ser o ministro da Economia de Bolsonaro, se também não sabe os ministros da Economia de nenhum outro candidato. É mais ou menos a mesma coisa com o programa de governo. O programa de Bolsonaro, por tudo que foi possível saber até agora, é uma perfeita escuridão. Acontece que a maioria dos demais candidatos propõe a mesma charada. A ideia mais ambiciosa que apareceu até agora foi acabar com o serviço de proteção ao crédito.

O problema são as outras coisas. A artilharia verdadeiramente pesada cai em cima de Bolsonaro quando ele diz que é contra as cotas para negros, que os quilombolas vivem na vadiagem ou que o território das reservas indígenas deveria ser reduzido. O candidato desperta escândalo quando é acusado de homofobia, por negar que os homossexuais sofram mais violência do que a média dos brasileiros ─ ou por declarar-se contra a exposição, nas escolas, das ideias segundo as quais pertencer ao gênero feminino ou masculino não é uma realidade fisiológica, mas uma questão de livre escolha por parte dos alunos. Deixa os adversários indignados ao dizer que Lula e o PT são inimigos do Brasil. É especialmente ofensivo, aos olhos de seus juízes, quando aplaude o regime militar e a repressão aos grupos armados que agiam para derrubar o governo. Em sua visão, as duas partes estavam em guerra ─ e na guerra é preciso matar o inimigo. O candidato se faz detestar, também, quando apoia o agronegócio e faz pouco dos “agrotóxicos”. É acusado de ser um delinquente social quando se declara contra o MST, a “reforma agrária”, ou a invasão de imóveis nas cidades ─ ou contra a legalização de drogas, o desarmamento da policia e os “programas sociais” como bolsa-família, bolsa-pesca e por aí afora. Atrai ataques exasperados quando nega que o crime seja um problema social; acha que é falta de policia, direitos excessivos para os criminosos e impunidade geral.

O nó complicado que se formou em volta da candidatura de Jair Bolsonaro está justamente aí ─ os brasileiros que pretendem votar nele estão convencidos de que as posições descritas acima, que tanto estupor causam em seus críticos, são o máximo em matéria de boa política. O que a mídia apresenta como denúncia os seus eleitores tomam como elogio. Os argumentos utilizados contra ele se transformam, para milhões de eleitores, em argumentos a favor. A questão, no fim das contas, talvez não seja exatamente o candidato Bolsonaro. A questão é o tamanho desse Brasil que vê nele o seu herói, defensor e espelho. É o que a eleição para presidente vai mostrar.

11 agosto 2018 CHARGES

JORGE BRAGA

11 agosto 2018 A PALAVRA DO EDITOR

ROLANDO LERO

Para alegrar o nosso sábado.

Um excelente final de semana pra toda a comunidade fubânica!!!

11 agosto 2018 CHARGES

RONALDO

ERROS PRIMÁRIOS DO PT

Acredito que o PT tenha sido o partido de oposição mais ferrenho que já existiu no Brasil. Lembro-me da expulsão de Bete Mendes, atriz que era deputada pelo PT – RJ, porque voltou em Tancredo Neves no colégio eleitoral. Em 1992, o PT expulsão uma das suas várias correntes, chamada Convergência Socialista que gerou o PSTU, mas o que é mais marcante foi a expulsão de Heloísa Helena, o deputado Babá, Luciana Genro e o deputado João Fontes (SE). Todos criticaram a política econômica do governo Lula (Palocci era o Ministro da Fazenda) e esta ação levou HH às lágrimas. Uma cena antológica é Lula conversando com Heloísa Helena para ela votar a favor da aprovação de Meirelles para o Banco Central. No caso dos três primeiros houve um processo, um debate, uma votação. No caso do último a expulsão foi sumária e tudo porque João Fontes divulgou um discurso no qual Lula defendia, nos idos anos 1980, posições contrárias aquelas adotadas pelo seu governo.

Pregar uma coisa e mudar de acordo com a maré é uma prática normal do político. É como comentarista de futebol que critica o time exaustivamente até o momento do gol. Depois disso é só elogios, mesmo o gol sendo contra. Então, numa primeira análise, a postura que afastou históricos contrários ao PT-governo e bem distantes do PT-oposição, mostra uma ruptura no discurso e depois com a constatação de que jamais chegaria ao poder sem coligações, o PT se vendeu aos corruptos da vez que negociavam apoio em troca de propina.

Cabe lembrar que Sérgio Moro perguntou a Lula se ele tinha usado a influência dele no PT para apurar os desvios e ele respondeu que não, que o MP achava que ele tinha influência porque não conhecia o PT. Hoje, preso, integrantes do PT sofrem as decisões tomadas por Lula. Primeiro, o senador petista José Pimentel foi defenestrado no Ceará onde o partido optou por apoiar Eunício Oliveira que, até um dia desses, era chamado de golpista. Em outros estados petistas e golpistas estão de mãos dadas.

O caso mais intenso, talvez, tenha sido visto em Pernambuco onde a candidatura de Marília Arraes foi implodida com o apoio do PT ao PSB somente para que este não se coligasse com Ciro Gomes. De uma tacada só lascou dois nomes, dois aliados. Tudo isso para garantir, também, a candidatura de Humberto Costa ao senado, que dificilmente será eleito. A candidatura de Marília tinha reais condições de chegar ao segundo turno porque tecnicamente ela estava empatada com o atual governador e com o senador Armando Monteiro tendo, em termos absolutos, mais votos do que este. Observe, então a lógica: num fundo a decisão de Lula ajuda a candidatura de Armando Monteiro. Simples assim.

Com o trauma causado no diretório estadual, Lula fez com que o partido não vote em Paulo Câmara. A militância queria Marília e não vai votar em Paulo porque o PSB votou a favor do impeachment. Então, tenderão a votar em Armando Monteiro que defendeu o governo Dilma, sendo, inclusive, um dos seus ministros. O PT enganou o governador pernambucano, sacrificou Marília e quem irá se beneficia será Armando Monteiro.

Em termos de senado, Humberto Costa não terá votos. Ele foi visto como um dos mentores da decisão de rifar Marília, como ele fez com o ex-prefeito João da Costa. Existem grandes mágoas. Assim, pelo Pernambuco deverá eleger Jarbas Vasconcelos senador com certa tranquilidade.

No bojo de tudo isso, o PT acabou com discurso das esquerdas. Ninguém acredita mais em qualquer proposta vindo das chamadas esquerdas. E na essência, as defesas públicas que são feitas das esquerdas, de Lula, do PT, são apenas meras tentativas de ressureição de um defunto insepulto. O PT errou quando apostou, e viveu, do carisma de Lula, mas ao que se sabe, isto era algo bem planejado por ele. Suplicy, no passado, colocou seu nome para disputar com Lula, na convenção do partido, a indicação para ser candidato a presidente da república e Lula não aceitou. Não haveria eleição, haveria aclamação. Ou ele seria aclamado candidato ou não participaria da convenção. Depois disso, Suplicy foi relegado ao ostracismo, recebeu chá de cadeira no Planalto tanto de Dilma quanto de Lula, inúmeras vezes quando era senador.

Depois de tanta besteira feita por uma pessoa que não tem influência sobre o partido, tem uma questão em aberto: Palocci afirma que o PT recebeu dinheiro de Kadafi. Se provar isso, então o PT não será sepultado, mas sim, cremado. Em praça pública.

11 agosto 2018 CHARGES

J. BOSCO

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

MEU DESEJO

Uma amiga que acompanhava a estudante Paula de Freitas Silva, de 18 anos, morta ao entregar o celular a um criminoso em Santo André, na Grande São Paulo, disse à polícia que o ladrão atirou na garota porque achou que ela estava “debochando” da cara dele.

A ação ocorreu por volta das 19h de quinta-feira (9).

No depoimento, a jovem que presenciou o assassinato disse que a vítima e mais duas amigas estavam a caminho da escola quando dois homens em uma moto as abordaram, anunciando o assalto e exigindo os celulares.

Os amigos contam que ela não reagiu, mas que, ao entregar o celular, o ladrão afirmou que ela estava com cara de “deboche” e perguntou “está me tirando?”.

O criminoso atirou contra o peito da vítima e não levou os pertences dela, atirando o celular que Paula havia lhe entregue e a bolsa da garota no chão, próximo ao corpo.

* * *

Eu queria ficar apenas uma hora trancado numa cela com este cabra que matou a jovem estudante de 18 anos.

Ele amarrado e eu com um cipó de goiabeira e um cacete nas mãos.

E mais uma dose de veneno pra matar a sede deste pobre excluído depois de alguns carinhos meus.

Garanto que ele ficaria totalmente ressocializado e pronto pra gozar das delícias do reino de Satanás.

Já com os felas-da-puta dos defensores dos direitos dos manos, os babacas zisquerdóides do tipo das marias-do-rosário banânicas, com estes eu queria passar não apenas uma hora, mas uma noite inteira.

11 agosto 2018 CHARGES

TACHO

O PERIGO É GRANDE

Foi um ato criminoso o que se permitiu acontecer com o Brasil em nome de uma “ideologia” que só atende e atendeu interesses de uma mínima parcela da população brasileira. Em nome da “Democracia” que existe apenas de forma superficial ou de fachada, foi instaurado o regime “socialista” voltado a satisfazer as elucubrações de um bando de aloprados, companheiros de alucinações ideológicas que hoje ainda persistem permanecer em grande parte da América Latina. Esses membros que se dizem preocupados com a situação da população e fundamentam com isso suas loucas ações, são pessoas frustradas, desqualificadas ou emocionalmente descontroladas. Tem sido fácil perceber isso no meio mais humilde até a mais alta escala social e cultural como é o caso de alguns membros da Corte brasileira que ainda tem muito espaço e tempo para aprontar estripulias na vida deste País.

Eles, os chamados esquerdistas, que no Brasil e América Latina são uma mistura de ilusionistas, picaretas e usurpadores do Poder, são elementos incapacitados de comandar uma Nação dada sua incompetência em entender a real função do Estado no comando de um povo. Essa falta de preparo na sua formação intelectual e profissional é que os leva a criar essa dicotomia entre pobres e ricos, do “eles” e “nós”, sugerindo aos menos favorecidos a ideia de que com eles no Poder tudo se transformará, um novo tempo de fartura surgirá. Discursam sobre competitividade mas esquecem que não temos desenvolvimento em tecnologia de ponta, salvo raros setores, o mesmo acontece com o nosso campo industrial que é sofrível em nível de inovação, não temos uma política eficiente de formação de mão de obra que possa favorecer o crescimento produtivo e levar a uma aceleração no desenvolvimento tecnológico e industrial.

O Brasil vai as urnas no dia 07 de outubro. A massa eleitoral, composta de cerca de148 milhões de eleitores, irá definir o que nos espera a partir de 2019. Será um dos momentos mais críticos da vida brasileira porque estamos no limite entre a possibilidade de retomar o crescimento que almejávamos em 2002, mesmo que ainda inconsistente naquela época, ou chafurdarmos de vez em um lamaçal de inconsequências que hoje estamos experimentando, de remanso ou, no popular, pelas beiradas. Exemplos são muitos nesta subdesenvolvida América Latina, incapacitada economicamente, única e exclusivamente pelas aventuras, incluso o Brasil, de vários espectros políticos em sua existência. São fantasmas ideológicos e de governantes que arrastam por séculos a população para a miséria e cujo único interesse é se beneficiarem do Poder e nele se manter. O povo fica a viver das migalhas que caem das beiradas dos fartos pratos dos políticos que tem no seu bem-estar, sua única visão. Há as exceções, verdade seja dita, mas raríssimas.

Os eleitores precisam entender que a eleição de quem nada fez será a continuidade do nada ter. O eleitor tem a obrigação de se informar sobre os candidatos e sua atuação voltada ao benefício da população. Procurar compreender que nada muda se todos que nada fizeram permanecerem com o Poder político. Tomar ciência de que seus filhos e netos serão massacrados pela miséria que está começando, como metástase, a se espalhar pelo nosso território. É preciso abrir a mente para perceber que o dinheiro doado pelo governo não será eterno, mas é um construtor de dependência e miséria. Temos que ter a frente do nosso País alguém que seja um estadista, que veja o Estado antes da politicagem, um presidente que recupere moral e eticamente o Brasil e leve a Nação a acreditar nela. A preocupação é que a quantidade de candidatos pode levar a uma pulverização dos votos e termos com isso um elemento de esquerda, tipo petista, em segundo turno. Como essa vertente ideológica está comprometida com malfeitos e traquinagens, é provável que os demais traquinas de outros partidos se agrupem, no segundo turno, para evitar a cadeia que, com toda certeza, virá se perderem o governo. Perdendo, não terão instrumentos para enfraquecer a operação Lava Jato e, menos ainda, o Juiz Sérgio Moro. Você, eleitor, pode evitar isso. O perigo é grande.

11 agosto 2018 CHARGES

NANI

NÍVEA DE PAULA – BELO HORIZONTE-MG

Sr. Editor,

Eu e o Ceguinho Teimoso já fizemos nossas doações.

A Odebrechet também já fez.

Espero que todos os leitores do Jornal da Besta Fubana também façam o mesmo.

É muito importante atender ao apelo que está no vídeo abaixo.

É um assunto sério. Sério demais.

Lula está precisando muito.

Saudações,

11 agosto 2018 CHARGES

VERONEZI

EM NOME DA PAIXÃO

A personagem deste texto é uma velha conhecida nossa, pois tem abrigo no âmago de cada ser humano e atende pela alcunha de paixão. Controlada, ela admite conviver com urbanidade na sociedade, mas, sem peia nem cabresto torna-se uma besta ensandecida e cruel. Em nome da paixão excessos são cometidos e o radicalismo ganha contornos obscuros. A paixão, tal qual determinadas drogas, embota os sentidos e induz a caminhos perigosos onde não existem limites.

A metáfora “Eu amo de paixão!”, deixa margem à interpretação de que, por amor excessivo a alguém ou a qualquer coisa, o indivíduo é levado a cometer loucuras. Existem segmentos que ordenam a vida em comunidade, onde é apavorante constatar o descontrole da paixão. O esporte, a religião e a política são alguns deles.

A paixão pelo esporte, particularmente naqueles coletivos, atinge com facilidade o histerismo. Sem domínio, leva o público a elevados níveis de catarse, que derivam para ações exacerbadas de entusiasmo e de agressão. E aí nos vem à lembrança o êxtase das plateias dos circos romanos ao assistirem cristãos sendo dilacerados por leões famintos.

Comparação não tão distante das cenas da antiguidade, estão hoje nos estádios de futebol. Torcedores insatisfeitos com resultados adversos de simples pelejas esportivas, agridem adversários e, ensandecidos, pisoteiam e matam assistentes indefesos em situações de entusiasmo descontrolado.

A paixão sem limites na religião também deixa marcas quando gera extremismo, fanatismo e intolerância. Sob a égide da Inquisição, defensores da Igreja resolveram combater o sectarismo religioso erradicando a heresia. Tudo começou no século XII, na França, mas tomou forma no início do Renascimento, na Espanha e Portugal, quando tribunais inquisidores tentaram converter judeus e muçulmanos ao catolicismo.

Com a justificativa de ameaça ao cristianismo católico exageros foram cometidos por protetores da fé, torturando e queimando hereges. O símbolo da crueldade dessa época ficou nas ações do inquisidor-geral de Castela e Aragão, o frade dominicano Tomás de Torquemada. A vítima mais emblemática da Inquisição foi Joana d’Arc, que morreu queimada na fogueira condenada por heresia. Por ironia, a heroína francesa se tornou santa da Igreja Católica e padroeira da França.

Um exemplo do extremismo da paixão pela política, ainda se mantém vivo na lembrança de nações, mundo afora. Seis milhões de pessoas foram exterminadas em nome da purificação de uma raça. A ideologia formulada por Adolf Hitler praticada pelo Partido Nazista foi adotada pela Alemanha de 1933 a 1945.

O resultado? Homens, mulheres e crianças de origem judia sendo perseguidos e aprisionados por carrascos do Terceiro Reich, em quase toda Europa. Em campos de extermínio foram assassinados por fuzilamento ou pelo gás Ziklon B, ou sucumbiram de inanição ou por doenças oportunistas no cativeiro. A “solução final da questão judia” ficou conhecida como “holocausto”, e representa uma nódoa na história da humanidade, emoldurada pelo horror da II Guerra Mundial.

Em outubro próximo exerceremos, outra vez, o livre direito de votar. Eis a oportunidade para depositarmos nas urnas a esperança de melhores perspectivas para o futuro do Brasil. Isso, se fizermos as escolhas certas para os lugares certos, desprovidos de paixões sem medidas.

11 agosto 2018 CHARGES

TACHO

SARAH BRIGHTMAN & ANDREA BOCELLI

A composição de Francesco Sartori e Lucio Quarantotto , “Con te partirò” foi um grande sucesso na voz de Andrea Bocelli em 1995, e foi sucesso maior ainda com a segunda versão, em 1997, “Time to Say Goodbye” cantada em italiano e inglês por Andrea Bocelli e Sarah Brightman.


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