11 agosto 2018O PERIGO É GRANDE



Foi um ato criminoso o que se permitiu acontecer com o Brasil em nome de uma “ideologia” que só atende e atendeu interesses de uma mínima parcela da população brasileira. Em nome da “Democracia” que existe apenas de forma superficial ou de fachada, foi instaurado o regime “socialista” voltado a satisfazer as elucubrações de um bando de aloprados, companheiros de alucinações ideológicas que hoje ainda persistem permanecer em grande parte da América Latina. Esses membros que se dizem preocupados com a situação da população e fundamentam com isso suas loucas ações, são pessoas frustradas, desqualificadas ou emocionalmente descontroladas. Tem sido fácil perceber isso no meio mais humilde até a mais alta escala social e cultural como é o caso de alguns membros da Corte brasileira que ainda tem muito espaço e tempo para aprontar estripulias na vida deste País.

Eles, os chamados esquerdistas, que no Brasil e América Latina são uma mistura de ilusionistas, picaretas e usurpadores do Poder, são elementos incapacitados de comandar uma Nação dada sua incompetência em entender a real função do Estado no comando de um povo. Essa falta de preparo na sua formação intelectual e profissional é que os leva a criar essa dicotomia entre pobres e ricos, do “eles” e “nós”, sugerindo aos menos favorecidos a ideia de que com eles no Poder tudo se transformará, um novo tempo de fartura surgirá. Discursam sobre competitividade mas esquecem que não temos desenvolvimento em tecnologia de ponta, salvo raros setores, o mesmo acontece com o nosso campo industrial que é sofrível em nível de inovação, não temos uma política eficiente de formação de mão de obra que possa favorecer o crescimento produtivo e levar a uma aceleração no desenvolvimento tecnológico e industrial.

O Brasil vai as urnas no dia 07 de outubro. A massa eleitoral, composta de cerca de148 milhões de eleitores, irá definir o que nos espera a partir de 2019. Será um dos momentos mais críticos da vida brasileira porque estamos no limite entre a possibilidade de retomar o crescimento que almejávamos em 2002, mesmo que ainda inconsistente naquela época, ou chafurdarmos de vez em um lamaçal de inconsequências que hoje estamos experimentando, de remanso ou, no popular, pelas beiradas. Exemplos são muitos nesta subdesenvolvida América Latina, incapacitada economicamente, única e exclusivamente pelas aventuras, incluso o Brasil, de vários espectros políticos em sua existência. São fantasmas ideológicos e de governantes que arrastam por séculos a população para a miséria e cujo único interesse é se beneficiarem do Poder e nele se manter. O povo fica a viver das migalhas que caem das beiradas dos fartos pratos dos políticos que tem no seu bem-estar, sua única visão. Há as exceções, verdade seja dita, mas raríssimas.

Os eleitores precisam entender que a eleição de quem nada fez será a continuidade do nada ter. O eleitor tem a obrigação de se informar sobre os candidatos e sua atuação voltada ao benefício da população. Procurar compreender que nada muda se todos que nada fizeram permanecerem com o Poder político. Tomar ciência de que seus filhos e netos serão massacrados pela miséria que está começando, como metástase, a se espalhar pelo nosso território. É preciso abrir a mente para perceber que o dinheiro doado pelo governo não será eterno, mas é um construtor de dependência e miséria. Temos que ter a frente do nosso País alguém que seja um estadista, que veja o Estado antes da politicagem, um presidente que recupere moral e eticamente o Brasil e leve a Nação a acreditar nela. A preocupação é que a quantidade de candidatos pode levar a uma pulverização dos votos e termos com isso um elemento de esquerda, tipo petista, em segundo turno. Como essa vertente ideológica está comprometida com malfeitos e traquinagens, é provável que os demais traquinas de outros partidos se agrupem, no segundo turno, para evitar a cadeia que, com toda certeza, virá se perderem o governo. Perdendo, não terão instrumentos para enfraquecer a operação Lava Jato e, menos ainda, o Juiz Sérgio Moro. Você, eleitor, pode evitar isso. O perigo é grande.

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