23 agosto 2018 CHARGES

VERONEZI

MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Saudações, meu Papa Berto.

Primeiramente, queira perdoar aqui o seu humilde servo, mas é que estamos aqui numa correria daquelas, cuidando de uns projetos com os alunos, nesta semana dedicada ao folclore;

Segundamente, fiquei surpreso por ver o JBF em sua configuração anterior.

E, terceiramente, aqui está uma declaração de lascar, o que não é nenhuma novidade em se tratando do STF desta nação banânica.

Veja por si mesmo!!!

Um grande abraço aqui do cardinalato pauloafonsino e pense num calor da mulésta dos cachorro doido que está aqui.

Vôte!!

500 graus na sombra, vum!!!

R. Estes 500 graus daí de Paulo Afonso num chegam nem perto dos 500 degraus de putaria de um STF que contém uns excrementos togados feito Gilmar, Toffoli, Lewandowski e Marco Aurélio.

Só em Banânia mesmo!

Muito sucesso pra você,  meu caro amigo, aí na sua escola e na atividade pedagógica.

Felizes os alunos que tem um diretor do seu quilate.

Grande abraço.

23 agosto 2018 CHARGES

J. BOSCO

PANO DE LEITE

23 agosto 2018 CHARGES

PATER

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Seu minino,

Quando houver espaço nessa gazeta da bixiga lixa publique essa obra de arte do mal-assombrado cantor e compositor pernambucano Flavio Leandro, nascido em Bodocó.

R. Espaço pra coisa boa e gente talentosa é o que não falta por aqui, meu caro colunista.

Mande as ordens.

E vamos ao vídeo que você nos enviou:

23 agosto 2018 CHARGES

SINFRÔNIO

23 agosto 2018 AUGUSTO NUNES

TRINCA DO BARULHO

Benedita da Silva avisa que o PT entrou disposto a jogar pesado na disputa do título de campeão nacional da bandidagem

“Eu faço parte do time do melhor presidente que o Brasil já teve em toda a sua história. Juntos, com Márcia Tiburi, Fernando Haddad, Lindbergh Farias vamos reconstruir o RJ e o Brasil. Bota FÉ!”.

Benedita da Silva, deputada federal pelo PT fluminense, no Twitter, ameaçando o Rio de Janeiro e o Brasil com uma trinca que disputa como favorita o título de campeão nacional da bandidagem, também cobiçado por craques temíveis como Fernandinho Beira-Mar, Nem e Marcola.

23 agosto 2018 CHARGES

CLAYTON

A IDÉIA – Augusto dos Anjos

De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!

Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica …

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica.

23 agosto 2018 CHARGES

J. BOSCO

23 agosto 2018 DEU NO JORNAL

UMA BOVINA CAGANDO PELA BOCA

“Lula é hoje o maior ser humano vivo”

Manuela d’Ávila cumunista sacerdotisa da Seita dos Adoradores Lulaicos

* * *

Ao cagar este tolôte oral, a descerebrada candidata do PCdoB alegrou a nossa quinta-feira.

É pra gente se mijar-se de tanto se rir-se-mos.

Agradecemos do fundo do coração.

Manuela Idiota d’Ávila em dois momentos: segurando uma foice em forma de culhão e um martelo em forma de pica e, à direita (êpa!), gozando as delícias dos zimperialistas zamericanos aos pés da Estátua da Liberdade, num passeio em Nova Iorque

23 agosto 2018 CHARGES

AMARILDO

STAND-UP COM POESIA

CALA-TE BOCA

Palavras às vezes
Ferem como facas
Doem como tacas
Palavras malditas
Às vezes escritas
Não voltam jamais

NEM ATA, NEM DESATA

Exceto os nós
Do Maranhão
Todos os nós
São desatáveis
Nós não.

DUPLA MORTE

Todo dia
Morro de medo
De morrer
Um dia
Acabo morrendo
Um dia.

JARDIM DAS OLIVEIRAS

Lembro-me bem de um jardim
Só tinha uma folha de parreira
Se cobrisse você, descobria a mim
Pense bem, numa desgraceira

NOSTALGIA

Sentei-me cansado
Ao lado do destino
Vi o tempo apressado
Passando sorrindo
Olhei meu passado
De mim fugindo
Me deixando a sós
Ficando, distante
Mais longe que antes
E mais perto, do depois

ESCOLHA

Se me aceitares em pedaços
Cabeça, tronco ou membros
Se já escolheste, não lembro
Diz-me, portanto o que faço
Com o que sobrar, ou bagaço
Descartar, não sei se posso
Talvez, seja um mau negócio
Quem sabe, talvez, se perca
A parte que não “pulou cerca”
Cheia de amor pelo próximo

Cê é que sabe.

23 agosto 2018 CHARGES

IOTTI

23 agosto 2018 DEU NO JORNAL

NÓIS MERECE

Os eleitores falam em mudança e juram que estão indignados com a corrupção.

Mas as pesquisas apontam preferência por um presidiário para a presidência da república.

E, segundo o Diap, 75% dos parlamentares devem ser reeleitos.

* * *

A República Federativa de Banânia, com o eleitorado que tem, merece o título do texto do colunista fubânico José Nêumanne Pinto, publicado hoje no JBF.

Confiram:

O BRASIL TEM TUDO PARA NÃO DAR CERTO TÃO CEDO

Vale a pena ler o que escreveu Luiz P. O. Bragança:

“Não me choco em ver presidiário nas recentes pesquisas de intenção de voto. Quando Caligula nomeou seu cavalo como Senador expôs o sistema de governo de Roma ao escárnio. Naquele momento o malvado não foi Calígula mas sim o sistema que permitiu a luxúria.”

“Meus ileitô quirido”

23 agosto 2018 CHARGES

JORGE BRAGA

RAPIDÍSSIMAS

CAFÉ NO BULE

Bem quentinho é como lampião de gás. Quantas lembranças ele nos traz.

PAI E MÃE

Eles sempre deixam saudade medonha. Um dia chega a hora de partir. E eles partem. Sem nos deixar endereço ou telefone. Não há tempo nem idade que aplaquem a dor no peito – dor que vai e volta, feito ioiô de porre.

NA DÚVIDA

Fique calado, esboce um sorriso enigmático, faça cara de conteúdo. O único risco é que o tomem por gênio.

INADIMPLÊNCIA

Aqui se faz. Aqui se paga. Quando sobra dinheiro para pagar, claro.

APARÊNCIAS

Não bastava ser honesta. A mulher de César tinha que parecer honesta. Por aqui, infelizmente, a maioria dos nossos “representantes” não parece honesta. Nem é.

SÁBIOS

Defuntos dispensam choros, velas, flores e caixão de qualidade superior. Não estão nem aí com essas coisas mundanas.

SE FOR VERDADE

Tudo bem, tudo bem. Só os incautos levam a sério falação de político. De qualquer forma, nunca é demais lembrar que muitos deles batem no peito e dizem em alto e bom som: “O Congresso é a cara do povo”. Se isso for verdade, a conclusão é inescapável: Somos uma m…

PRÉ-CONDIÇÕES

Para viver no Brasil, não basta ter nervos de aço e paciência de Jó. É preciso ter um saco imenso.

NUVENS

Minha fé é miúda. Já lhes disse isso. Não me orgulho disso. Mas hoje estou meio feliz. Só meio. Logo cedo, as nuvens desenharam um coração. Acreditei. Precisava acreditar.

LETALIDADE

Ora, dificuldades não matam ninguém. Mas a falta de perspectiva é cicuta na veia.

23 agosto 2018 CHARGES

NANI

CARLOS DE PÁDUA – NITERÓI-RJ

Caro editor Berto,

Acho que vale a pena você recomendar este livro para os leitores da nossa gazeta.

Confira e veja se não é verdade.

Saudações

23 agosto 2018 CHARGES

SINOVALDO

O BRASIL TEM TUDO PARA NÃO DAR CERTO TÃO CEDO

O ano começou com uma expectativa generalizada de que teria início nele algo que um romancista inspirado chamaria de “o verão de nossas esperanças”. Antes de setembro chegar, trazendo a primavera, ninguém precisará ser muito pessimista para lembrar, neste “inverno de nossas desilusões”, que agosto é, de fato, um mês de muito desgosto e que o verão de 2019 em nada corresponderá aos sonhos de renovação de oito meses atrás. Por quê?

Em 2005 teve início no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento da Ação Penal 470, que ficou popular com o apelido de mensalão e radiografou a podridão das vísceras do primeiro governo soit-disant socialista da História, sob a égide do ex-sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva. Nos debates do plenário da Corte, acompanhados com interesse antes só despertado pelos festivais da canção e pela Copa do Mundo, foi revelado ao povo um esquema de compra de apoio parlamentar com o erário sendo tratado como quirera.

Os “supremos” magistrados condenaram à prisão políticos de alto coturno, que trataram os partidos que dirigiam como se fossem organizações criminosas: José Dirceu e José Genoino, que tinham presidido o Partido dos Trabalhadores (PT), Roberto Jefferson, suserano do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Valdemar Costa Neto, rei do Partido Liberal (PL), que viraria Partido da República (PR), Pedro Corrêa, dirigente do Partido Progressista (PP), e outros.

Reza o folclore político que, instado a participar de um movimento para depor o então presidente Lula, o ex-chefão do Partido da Frente Liberal (PFL), hoje o Democratas (DEM), Antônio Carlos Magalhães, disse que preferia derrotá-lo nas urnas. Como a História, implacável, registra, Lula bateu o tucano Geraldo Alckmin na eleição de 2006. Os chefões das quadrilhas partidárias seriam, depois, indultados pela companheira Dilma Rousseff, que Lula elegeria sua sucessora, e, afinal, perdoados pelos companheiros nomeados para o fiel e desleal STF.

Mas, ah, ora, direis, ouvindo estrelas, o povo foi às ruas para reclamar daquilo que, antes de comandar a rapina nos cofres públicos, o PT chamava de “tudo o que está aí”. A rebelião das ruas, que apoiou o combate à corrupção por uma geração de jovens policiais, procuradores e juízes federais, porém, passou ao largo de alguma mudança de fato no Brasil que Machado de Assis chamava de “oficial”, em contraponto ao nobre, pobre e probo “País real”. No ano seguinte às espetaculares manifestações de rua em nossas cidades, 2014, Dilma foi reeleita com Temer e o PMDB na chapa em campanha de que, como depois revelaria outra devassa, nem os vencidos sairiam inocentes. Tudo como dantes no cartel de Abrantes.

Para cúmulo da ironia, levado a julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o triunfo da chapa que juntou a fome com a vontade de comer passou a ser dado como absolvida “por excesso de provas”. Mas a decisão, tomada numa sessão presidida pelo ministro do STF Gilmar Mendes, manteve Temer na Presidência, depois do impeachment da titular da chapa vencedora. E Dilma sem cargo, mas liberada para ocupar posto público por uma canetada praticada pelas mãos esquerdas do senador peemedebista Renan Calheiros e do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

Isso ocorreu apesar do enorme entusiasmo popular com novo feito da Justiça em primeira instância, a Operação Lava Jato, iniciada em 2014 e responsável pela sequência da AP 470, levando às barras dos tribunais e às celas os maiores empreiteiros do Brasil, Marcelo Odebrecht à frente, e o ex-presidente Lula. Este havia saído incólume do mensalão por obra e graça da omissão do relator, tido como implacável, Joaquim Barbosa, e a atenta proteção do sucessor deste na presidência do STF, Lewandowski. O que não impediu que depois fosse condenado e preso como “chefe da quadrilha”.

No verão, esperava-se que se elegessem um presidente para limpar a máquina pública e um Congresso para apoiá-lo na guerra à corrupção. No inverno, 90% dos deputados e 65% dos senadores candidatos sepultam o devaneio do “não reeleja ninguém”. Dos seis pretendentes à Presidência com chance, nenhum se compromete com o que de fato importa: o combate a privilégios, política econômica para pôr fim à crise e ao desemprego e o basta à impunidade de criminosos armados ou de colarinho branco. Quem está em primeiro lugar nas pesquisas de preferência de voto é um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro a 12 anos e 1 mês de prisão.

O economista Cláudio Porto, da Macroplan, acaba de divulgar a pesquisa Cinco cenários para o governo do Brasil 2019-2023, que conclui que qualquer governo terá de conviver com cinco condicionantes imediatos: renda per capita 9% abaixo da de 2014 e desemprego de 14 milhões de pessoas; contexto externo menos favorável do que o dos últimos anos; tensão permanente entre a população impaciente e a maioria fisiológica dos políticos; demandas da sociedade por mais e melhores serviços públicos, em confronto com a manutenção e a conquista de mais benesses pelo baronato de políticos; e combate à corrupção menos intenso.

Para enfrentar esses problemas o eleitorado, segundo Porto, divide-se pela metade, não entre esquerda e direita, mas entre a sedução do populismo e a saída não populista. A pesquisa, feita para a Macroplan pelo economista Flávio Tadashi entre 6 e 8 de agosto, situa em 16,1% a adesão ao populismo de esquerda; 17,4% ao de direita e 16,5% ao “de ocasião”. A saída não populista divide-se em 27% para a conservação do status quo e 23% para o “reformismo modernizante”.

As chances de o Brasil continuar a não dar certo são de 77% e as necessárias reformas e modernização para o País crescer e prosperar não são inviáveis, mas dependem de a maioria do eleitorado ser convencido de que a melhor saída seria essa.

23 agosto 2018 CHARGES

VERONEZI

GOIANO BRAGA HORTA

Aqui nosso estimado colega, o colunista fubânico Goiano, interpreta o clássico de Lupicínio Rodrigues “Nunca“.


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