6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

ADELIO BISPO DE OLIVEIRA, O ESFAQUEADOR

Homem que esfaqueou Bolsonaro é militante de esquerda.

Ele já foi filiado ao PSOL.

Oliveira foi quadro da legenda em Uberaba, entre 2007 e 2014, quando pediu para deixar o partido.

No Facebook, o agressor Adelio Bispo de Oliveira postou postou diversas mensagens, críticas ao candidato do PSL.

Além disso, Oliveira participou de atos contra o presidente Michel Temer e pela libertação de Luiz Inácio Lula da Silva.

Adelio em manifestação política (esq.) e preso após o atentado 

6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

BOLSONARO É OPERADO

A assessoria de Jair Bolsonaro informa que ele foi atingido no fígado.

Ele está sendo submetido a uma cirurgia neste momento.

6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

CANDIDATO BOLSONARO ESFAQUEADO

6 setembro 2018 CHARGES

CLAYTON

6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

O PAPA-FIGO BOTANDO NO FURICO DO POSTE

6 setembro 2018 CHARGES

DUKE

NOTAS

Sem infraestrutura, país algum consegue dar um passo à frente. Progredir. Nem em pensamento. Caso esqueça as rodovias, usinas energéticas e respectiva distribuição, portos, aeroportos, sistema de telecomunicações, ferrovias e saneamento, a economia perde a atração. As empresas fogem. Temem investir, se instalar e aumentar a capacidade produtiva, se falta consumo.

No passado, só quem investia na infraestrutura do Brasil era o poder público. Todavia, depois das privatizações e parcerias, a partir de 1990, o panorama melhorou. Mas, só um pouquinho. O resultado é a fraca capacidade produtiva segurar o impulso do crescimento econômico por conta de atraso tecnológico que trava o desenvolvimento.

Os investimentos em infraestrutura fomentam o desenvolvimento sustentável, principalmente se os setores produtivos se diversificam. A mobilidade urbana é um termômetro de infraestrutura. Os congestionamentos simbolizam atraso econômico no país. O exemplo é a China que investe mais de 10% do PIB na infraestrutura. Com a crise, o Brasil encolheu a infraestrutura. Aplica menos de 2% do PIB. Bem menos do que o Peru.

*
Os juros altos dependuraram muita gente nas dívidas e por causa de descuidos, muitos caíram na inadimplência. Três fatores obscurecem a vida do brasileiro. A taxa Selic, ainda proibitiva, o cenário de crise que deixa a economia incerta e destronada, e a subida da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a CSLL.

Juntando a inflação com os reajustes de impostos e juros, a renda das famílias cai. Encolhe. Se esparrela no chão. Até o desemprego, atualmente em queda, atormenta os bancos. Forçam a manutenção dos juros na estratosfera, com medo da falta de pagamento dos tomadores de créditos. Tanto de pessoas físicas, quanto jurídicas.

Nas lojas, o atraso nas prestações, reduz a capacidade financeira dos comerciantes. Eleva os custos operacionais diários, dificulta a reposição de estoques, abala as vendas internas e dos fornecedores, provoca demissão de funcionários. O desemprego é fator de inadimplência.

*

A Islândia é um país de ímpeto. Fica no topo de altas montanhas. Tem escassas florestas, muitas geleiras, enormes fiordes e 22 vulcões ativos. Localizada entre a Noruega e a Groenlândia, no Atlântico Norte, a Islândia, um país nórdico, é conhecida como a terra do fogo e do gelo. O forte econômico da Islândia é a pesca, especialmente a do bacalhau, e a indústria correspondente. Setores auxiliados pelo sucesso do alumínio, do ferro silício e do intenso turismo receptivo.

Apesar de diminuta, a Islândia, por ser rica e desenvolvida, oferece excelente padrão de vida à população. Registra baíssimas ocorrências de homicídios e reduzida ocupação carcerária. A ordem e a tranquilidade, talvez, sejam decorrentes da invejável estabilidade política e elevada referência na educação e na saúde.

O islandês é um povo privilegiado. Vive num país de pequenas dimensões territoriais, num espaço de apenas 103 mil quilômetros quadrados, mas, muito desenvolvido e de alta tecnologia. O governo cobra baixos impostos da população, estimada em 350 mil habitantes. O curioso é a metade dos islandeses residir na capital, Reiquiavique. Satisfeitos e tranquilos.

*
Enquanto a classe trabalhadora recebe apenas reajuste na base do índice de inflação, os magistrados lavam a burra. A metade da magistratura de Minas Gerais recebeu no ano passado salário superior ao teto estabelecido para os ministros do STF, no valor de R$ 33.7 mil. Dos 1.548 componentes do Poder Judiciário mineiro, o contracheque de 877 dos togados das Alterosas mostra que ganharam acima do limite.

No holerite de um desembargador consta que, incluindo indenizações, o graduado servidor recebeu bruto a importância de R$ 71.4 mil. A menor remuneração foi a de um juiz de segunda instância do interior que totaliza R$ 14.2 mil. Valor avantajadamente superior ao salário pago ao trabalhador comum.

Não é ilegal, a magistratura receber altos salários. Estudaram, fizeram concursos. Mas, moralmente, deprime. A regra do Judiciário descumpre a lei. Mostra absurda diferença salarial num país que quer impor a ordem, apenas para as classes inferiores. Até no recebimento do auxílio moradia, os magistrados se calam. A mídia revela que um desembargador de São Paulo, mesmo sendo proprietário de 60 imóveis, faz questão de receber o citado benefício. Pago desde 2014, conforme determinação do ministro Luiz Fux, do STF.

*
O tempo passa e a descoberta de novos lances de corrupção, de depravação com o bem do Estado e de desmoralização interna força o cidadão perder a confiança nos homens públicos. Elimina o sonho de dias melhores em curto prazo. De fato, a corrupção é quem trava o desempenho econômico no país.

Embora seja uma atividade isolada, a nível mundial, a corrupção, tanto pública, quanto privada, mexe na tranquilidade do país. Através de cargo público, o corrupto recebe vantagens privadas. Desvia recursos, comete fraudes tributárias, se privilegia do favorecimento pessoal, burla licitações públicas, executa o tráfico de influência. E enriquece, descaradamente, fraudando.

Sem transparência no serviço público, a ganância toma assento. Faz e acontece. Quem perde é a economia. Afasta os investimentos, trava o desenvolvimento, infringe os direitos básicos, provoca perda de patrimônio pessoal, alimenta a inflação, desemprega, fomenta a carestia. Impulsiona a criminalidade, come os recursos para construir escola, hospitais e moradias. Atrapalha a infraestrutura e a população.

6 setembro 2018 CHARGES

RICARDO MANHÃES

O MATUTO E O BARBEIRO

6 setembro 2018 CHARGES

PAIXÃO

6 setembro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

ARROMBAMENTO DE FURICO DICIONARIZADO

Hoje pela manhã fui à padaria compra o pão nosso de cada dia e, ao paramos num sinal, vi uma placa pregada numa parede aqui perto da minha casa.

Uma pequena oficina de reforma de móveis.

Ao ler o que estava escrito, me ocorreu uma ideia da porra: fazer com certos políticos brasileiros o que lá estava escrito.

Fotografei a placa enquanto Aline dirigia o carro.

A placa era esta:

Na certa, o artesão queria dizer “empalha-se” cadeira, que lá no dicionário significa o seguinte:

“Cobrir ou forrar de palha. Colocar palhinha trançada no assento ou no encosto de uma cadeira.”

O verbo “empalar” significa submeter a empalamento.

E o que vem a ser empalamento?

Uma estaca de grosso calibre enfiada no furico de certas figuras banânicas como, por exemplo, João Pedro Stédile, fora outros tabacudos, me encheria de alegria e muita satisfação.

E me lembrei também destes horrendos malassombros que abundam no tal horário eleitoral.

Putz!

Meu sádico e perverso coração ficou pulando de contentamento com a ideia.

Quem me dera pudesse fazer isto…

6 setembro 2018 CHARGES

J. BOSCO

CONTRASTE – Padre Antonio Tomás

Quando partimos no verdor dos anos
Da vida pela estrada florescente,
As esperanças vão conosco à frente,
E vão ficando atrás os desenganos.

Rindo e cantando, céleres, ufanos,
Vamos marchando descuidosamente;
Eis que chega a velhice, de repente,
Desfazendo ilusões, matando enganos.

Então, nós enxergamos claramente
Como a existência é rápida e falaz,
E vemos que sucede, exatamente,

O contrário dos tempos de rapaz:
Os desenganos vão conosco à frente,
E as esperanças vão ficando atrás!

6 setembro 2018 CHARGES

GUABIRAS

INCÊNDIO NO MUSEU NACIONAL FOI UM CRIME

Os 20 milhões de itens expostos ao público, objetos de pesquisa e testemunhas à mão da memória e da História do Brasil ainda ardiam no incêndio que devastou o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, por não haver água nos hidrantes do prédio, e vários oportunistas já vinham à tona para se aproveitarem da tragédia.

O esqueleto de Luzia, a mulher mais antiga do continente, resistente a 12 mil anos de intempéries, era apenas uma imagem virtual quando os repórteres dos telejornais, enfrentando a desinformação absoluta com a necessidade de falar alguma coisa, noticiaram que a polícia terá de descobrir e revelar se o incêndio foi acidental ou criminoso. Truísmo é pouco para definir essa platitude. Minhas senhoras, meus senhores, o que se assistiu na noite de domingo passado foi ao assassinato sem piedade de milhares de anos da História do País e da humanidade pelas castas que dilapidam há séculos o patrimônio público. A documentação do registro da passagem do mamífero bípede, impropriamente definido como racional, e da identidade nacional de uma pretensa civilização, instalada nestes tristes trópicos em substituição à barbárie dos silvícolas, anterior a ela, virou cinzas molhadas pelos jatos impotentes de uma (!) escada de bombeiros jorrando água suficiente para apagar uma fogueira junina, se muito.

A primeira instituição científica nacional, fundada há 200 anos por dom João VI, o rei fujão de Portugal, sucumbiu a descaso, insensibilidade, estupidez, incompetência, desídia e rapina de sórdidas castas elitistas de políticos ambiciosos, gestores públicos irresponsáveis e intelectuais militantes.

Os acadêmicos José Sarney e Fernando Henrique, o breve Itamar Franco, os populistas Lula da Silva e Dilma Rousseff e os oportunistas Fernando Collor e Michel Temer não deram a museu algum um segundo de atenção, só usada para ludibriar eleitores e comprar congressistas para se reeleger ou escapar de impeachment, fugir de inquéritos ou prorrogar prerrogativa de foro.

Ora, direis, museu não dá voto. Aliás, é difícil encontrar algo de interesse público que dê votos a quem os disputa na arena cada vez menos ética da política brasileira. Votos se vendem e se compram com vil metal, empregos privilegiados na estroina e corrompida máquina pública nacional e também ideologias generosas somente na aparência. A gestão do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, por exemplo, cabe à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cuja administração é compartilhada por partidos da extrema esquerda sem representatividade popular, PSOL e PCdoB, em aliança com representantes da elite partidária que dá as cartas na República, embora se denomine como “dos Trabalhadores”.

A cúpula dos três Poderes, a intelligentsia acadêmica e, pasme, os responsáveis diretos pela indigência da instituição que ardeu choram e se lamuriam pelo destino dela, como gângsteres que levam flores ao velório das vítimas de sua brutalidade. O presidente Temer divulgou nota oficial quando ainda faltava água para apagar o fogo: “Incalculável para o Brasil a perda do acervo do Museu Nacional. Hoje é um dia trágico para a museologia de nosso país. Foram perdidos duzentos anos de trabalho, pesquisa e conhecimento. O valor para nossa história não se pode mensurar, pelos danos ao prédio que abrigou a família real durante o Império. É um dia triste para todos brasileiros”.

O ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, disse que “certamente a tragédia poderia ter sido evitada”, numa tentativa absurda de transferir apenas para os governos anteriores as causas do desastre, que, segundo Walter Neves, antropólogo que pesquisava o esqueleto de Luzia, foi “anunciado”. A culpa não é apenas do governo atual, é claro, mas é principalmente deste. Leitão age como um sujeito que cai do décimo andar, sai caminhando e pergunta aos transeuntes o que aconteceu. E ninguém foi demitido!

É inútil querer que os incendiários da Quinta da Boa Vista respondam pela omissão do Estado, que se negou a gastar caraminguás para dotar o mais antigo museu nacional de chuveirinhos automáticos e extintores de incêndio que a lei exige de qualquer boteco da periferia. Mas, já que não se dispuseram a abrir mão dos bilhões do Fundo Partidário para salvar o museu extinto, que nos poupem de sua hipocrisia. E sendo inútil exigir que façam algo para a tragédia não se repetir no Arquivo Nacional e na Biblioteca Nacional, podiam fazer o que sempre fizeram: esquecer o tema. E nada de reconstruir o prédio para as gerações futuras se esquecerem de sua participação no crime.

Os candidatos ao posto mais elevado, cujos currículos frustram os cidadãos carentes de um presidente que evite que a economia arda, sabotada pela corrupção do PT, de seus aliados, entre os quais o MDB, e dos falsos oponentes do PSDB, reduziriam o teor de cinismo de suas campanhas se não chorassem sobre a aguinha que não evitou que o incêndio se alastrasse.

A Universidade de São Paulo (USP) e o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin devem explicações sobre o cupim que ameaça a integridade das paredes do Museu do Ipiranga, fechado à visitação desde 2015 e com obras a serem iniciadas no ano que vem. Ou quando, enfim, não chegarem as calendas gregas. Fernando Haddad, o estepe de Lula, não terá como explicar seu silêncio no governo do patrono, quando foi ministro de Educação, sobre a ominosa situação em que a memória nacional embolora, apodrece e arde, enquanto os chefões partidários enriquecem ilicitamente. Nenhum dos dois projetos assinados por Jair Bolsonaro e aprovados em seus 27 anos na Câmara diz respeito a esse assunto. A militância ecológica de Marina Silva não inclui uma denúncia da penúria dos museus, tema também excluído da enxúndia demagógica de Ciro Gomes.

Só restará como testemunho da inépcia deles Bendegó, meteorito que caiu perto de Canudos e resistiu ao fogo feroz.

6 setembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Senhor Editor,

Abstraindo-me do concreto e sem querer ser impertinente (tá todo mundo falando do mesmo assunto), acho que o fogo burro errou o caminho e pegou o cliente errado.

Um amigo meu até quebrou um pé de versos e disse:

Poderia ir pra Bangu,
Pro quarto de seu Cabral,
ou para outro antro,
em distante Capital,
que tivesse uma cela
da Polícia Federal.

Mas acho mesmo que, fosse sabido o fogo, tivesse o mínimo de Inteligência, bom senso, sabedoria e, além disso, fosse um bom prestador de serviços ao povo, o fogo viajaria um pouco além do Rio, desembarcaria em Brasília e, naquele prédio bonito e fedorento, faria a festa, de preferência na hora em que todos ali estivessem votando mais um penduricalho para engrossar seus parcos rendimentos como Senador e Deputado.

6 setembro 2018 CHARGES

SINOVALDO

6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

O JBF ESTÁ ÀS ORDENS

O PT não tem poupado despesas na campanha.

Só com a produção dos programas de televisão e rádio do ex-presidente Lula, o partido já gastou 14,8 milhões de reais.

As duas empresas contratadas para o serviço estão, por enquanto, no topo dos fornecedores como as que mais receberam entre todos os candidatos.

* * *

Já mandei avisar ao PT que o JBF está às ordens do presidiário.

Por bem menos, muito menos, do que estes 14,8 milhões de reais (suspiros, suspiros, suspiros…) gastos com duas empresas, o Editor desta gazeta escrota se venderia, se renderia e se entregaria de corpo e alma à campanha petista.

Garanto que o lema “Lula lá” seria o maior destaque aqui neste jornaleco coxinha, vagabundo, golpista, mercenário e reacionário.

6 setembro 2018 CHARGES

AMARILDO

JOSÉ DOMINGOS BRITO – SÃO PAULO-SP

Caro Berto

Mandei uma noticia nossa ao meu amigo Laurindo Junqueira Filho, ilustre leitor paulista do JBF, perguntando quem responsabilizar pelo incêndio e veja o que ele respondeu:

Meu amigo, visite um museu, antes que acabe!
De passagem, visite o Brasil, antes que acabe!
Escolha um candidato que tenha por hábito
visitar museus!
Quanto aos demais candidatos, vamos mandar
para o museu!
Sem hidrantes, sem detectores e sem brigadas
de incêndio,
Quem sabe algum dia esse novo museu venha
a pegar fogo!

Daria para publicar do modo que você quiser, dando-lhe o crédito.?

O Laurindo foi Secretário Municipal de Transportes de Campinas e Santos anos atrás.

É sem dúvida, um dos leitores qualificados do JBF aqui em São Paulo.

Grato e abraços

R. Pronto, meu caro colunista fubânico: já está publicado.

Aqui você não pede nada.

Mande as ordens.

Abraços

6 setembro 2018 CHARGES

CLÁUDIO

6 setembro 2018 DEU NO JORNAL

NÃO TEM PRA ONDE CORRER

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou na manhã desta quinta-feira 6 um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que ele mantivesse a sua candidatura a presidente da República.

Fachin entendeu que a liminar do Comitê de Direitos Humanos da ONU incide apenas na esfera eleitoral e não no processo criminal, esfera na qual a defesa do ex-presidente o acionou para analisar o caso.

A defesa deve recorrer da decisão de Fachin, que decidirá se pauta o recurso no Plenário ou na Segunda Turma do Supremo, onde as chances de Lula são consideradas maiores.

* * *

Uma manchete pra alegrar a manhã desta quinta-feira.

E pra tranquilizar a banda decente e as pessoas de bem do nosso país. 

Agora, só resta à defesa de Lapa de Demagogo apelar para a Segunda Turma do STF.

Aquele covil onde estão acoitados e homiziados tipinhos como Toffoli e Lewandowski.

Pra evitar qualquer notícia negativa mais pra frente, vindas desta tal Segunda Turma, vamos botar a catimbozeira Dona Gina, minha querida amiga palmarense, pra rogar pragas.

Pragas pros felas-de-puta que ainda intentam formalizar a candidatura de um criminoso cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro.

Manda o cacete, Dona Gina!!!

6 setembro 2018 CHARGES

DUKE


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