11 outubro 2018 CHARGES

CACINHO

11 outubro 2018 AUGUSTO NUNES

ZERO À ESQUERDA

Com o apoio de Boulos, Haddad vai de 29% dos votos válidos para 29% dos votos válidos

“Sempre tivemos lado e coerência, por isso não titubeamos em nenhum momento em declarar nosso apoio integral ao Fernando Haddad neste segundo turno”.

Guilherme Boulos, candidato à Presidência pelo PSOL, derrotado nas urnas depois de conquistar apenas 0,58% dos votos, animando Fernando Haddad com a informação de que os seus pouco mais de 600 mil eleitores estão liberados para votar no candidato do PT.

11 outubro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

11 outubro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

DESCEREBRADA CAGA TÔLOTES ORAIS EM PLENO HORÁRIO NOBRE MATUTINO

A gente só acredita porque está gravado e documentado.

É com este tipo de análise “isenta” de uma “jornalista” tabacuda que vive a chamada grande mídia banânica.

A petêlha Miriam Leitão cagou este tsunami de bosta no noticiário matutino de maior audiência em todo o país, o Bom Dia Brasil da TV Globo.

Coloquem o pinico perto do computador porque a vontade de vomitar vai ser grande.

11 outubro 2018 CHARGES

LUSCAR

O GAÚCHO E O MATUTO

11 outubro 2018 CHARGES

CLÁUDIO

11 outubro 2018 DEU NO JORNAL

VOTO AJUMENTADO

* * *

Não me interessa o primeiro colocado.

O que me importa é o candidato vermêio-istrelado estar atrás.

Meus parabéns pra todos vocês das outras regiões do Brasil que rejeitam o PT.

Já pros meus ajumentados conterrâneos nordestinos que votaram em Lula no primeiro turno, através do seu poste Haddad – e que pretendem votar nele também no segundo turno -, aqui vai uma música cantada por Genival Lacerda.

Genival é um paraibano de Campina Grande, a cidade onde Haddad tomou no furico de modo avassalador.

O poste teve rasgadas todas as pregas do seu furico na brava, esclarecida e politizada Rainha da Borborema!

11 outubro 2018 CHARGES

TACHO

O PRESO E O OFICIAL

A eleição de 2018, a ser decidida em 28 de outubro próximo, foi disputada sob a égide das fake news, expressão inglesa da moda que serve para disfarçar palavras mais duras na língua do caolho Camões, tais como mentira, lorota e estelionato. O Tribunal Superior Eleitoral finge combater as que circulam nas redes sociais e ficaram famosas por causa dos tweets do presidente dos EUA, Donald Trump. Mas não se conhece autoridade no Estado brasileiro que investigue pra valer as notícias falsas que deturpam e fraudam, de verdade, a decisão soberana do eleitor em campanhas e palanques, do bico de pena da Primeira República às urnas eletrônicas.

Coleguinhas apressados no Brasil e no exterior, acadêmicos militantes e analistas ignorantes e improvisados em geral detectam na revolta contra o Estado estroina e espoliador uma onda “conservadora”. O termo é suave para definir esse discurso infame. A palavra direita, usada com nojo e sem pudor, até por jornais de alta circulação, passou a ser mero eufemismo, quando cotejada com as lembranças do Holocausto e da ditadura militar, cujos fantasmas pairam em discursos de candidatos alijados do processo pelo poder soberano do eleitor. Um desses candidatos, Ciro Ferreira Gomes, coronel da República de Sobral nascido em Pindamonhangaba, usa termos como nazi-fascistas para definir os quase 50 milhões de brasileiros que deram o primeiro lugar no primeiro turno ao deputado e capitão reformado Jair Bolsonaro. O espelho do multipartidário do Ceará deve estar quebrado, porque filhote da ditadura é ele mesmo, civil servil dos militares de 1964, na condição de parlamentar da Arena. E com irrelevantes serviços prestados aos desgovernos petistas de Lula e Dilma, dos quais se aproxima e se afasta de acordo com as próprias conveniências.

Se tivesse frequentado aulas de História no grupo escolar, talvez lhe fosse permitido vislumbrar a realidade que muitos acadêmicos, incluindo historiadores, fingem não ver. Getúlio Vargas, estancieiro de São Borja, no Sul, tornou-se o pai dos pobres e a mãe dos ricos ao fundar o Estado-empresário na cidade onde os cavaleiros gaúchos amarraram seus pingos, antiga Corte e capital da República, São Sebastião do Rio de Janeiro. Desde os idos da ditadura do Estado Novo, os cidadãos brasileiros têm sustentado a ineficiência de uma casta burocrática incompetente e gulosa, pendurada nos milhões de cabides de empregos da máquina pública. Os militares, dos quais o candidato do partido fundado para manter a herança getulista foi valet de chambre (criado de quarto), insurgiram-se contra o populismo do caudilho, cuja memória é desde sempre patrimônio político do engenheiro Leonel Brizola e de seus prosélitos no atual PDT.

Só que, como diz a juventude dourada das praias de Fortaleza, Gegê já era. Agora a moda é Lula, o presidente mais popular da História da nossa República. Ciro Gomes não sabe e não quer aprender que, da mesma forma que serviu aos militares antigetulistas que aprenderam a tratar os políticos civis a seu serviço como “vivandeiras de quartel”, está fadado a passar a vida invejando e louvando os usuários de macacão e colarinho branco que hoje compõem a república da roubalheira. Sob os auspícios do ferramenteiro de Garanhuns, essa república bestializa o populacho inerte, sob o signo do Estado larápio, no qual o contribuinte espoliado sustenta não apenas os marajás, que se servem do serviço público, mas também os socialistas de araque, que surrupiam o erário sem deixar moeda.

Fora do jogo, Ciro voltará ao aprisco a que sempre pertenceu, apoiando Lula, que, driblando a leniente e serviçal dita “Justiça” Eleitoral, concorre à Presidência da República, ao transformar seu poste, preboste, preposto, pau-mandado e moleque de recados num simples codinome. Assim como Dilma Rousseff era Estela para confundir a repressão à guerrilha no regime militar, a que Ciro serviu, Lula fez a barba, vestiu a beca do Professor Preguiça e cobra a conta dos cidadãos que alimentou na urna mais próxima. Esta é outra lorota desta eleição: o ringue de MMA do espaço cívico não sedia lutas entre pobres e ricos, socialistas de araque e nazi-fascistas de ocasião, em suma, esquerda e direita. Trata-se apenas de uma disputa que vencerá ou a garantia da manutenção incólume do Estado-empresário, que sobrevive da miséria dos pobres e distribui prebendas entre miliardários, sob a gatunagem do bem, ou o justiceiro, que não parece bem saber como, mas promete ao cidadão indignado combater violência e furto.

Quase 50 milhões de brasileiros foram às urnas com medo, coragem, raiva e juízo para acabar com a farra do Estado-empresário que virou larápio. Não acabou no primeiro turno. E mais uma vez, no segundo, a cidadania brasileira decidirá de que lado está: se se disporá a desmontá-lo ou se se renderá ao carisma de Lula. Ou seja, perdoará liminarmente seus crimes, fartamente comprovados, em gratidão pelos anos de alívio em que se beneficiaram do Bolsa Família, frequentaram escolas nas quais nada aprenderam, viajaram de avião e compraram automóveis a perder de vista, que depois, desempregados pelo “gópi”, não tiveram mais como pagar?

Pode parecer cínico e cruel, mas se trata apenas da realidade nua, dura e crua dos fatos. Foram tão bons os tempos do padim que não pode ser verdadeiro o discurso de quem atribui a felicidade àquela bonança, que, na verdade, fartura nunca foi. Não é simples mesmo estabelecer uma conexão lógica entre a carne gorda das vacas de antanho e os esqueletos esquálidos destes tempos de milhões de desempregados dormindo ao relento e pedindo uma esmola para matar a fome e um cobertor para suportar os rigores do inverno de nossa desesperança. Quem achar que a história não é boa não perderá por esperar o pior, que há de vir.

O capitão teve quase a metade dos votos válidos dos brasileiros, que não suportam mais pagar com seu emprego a incompetência do Estado-empresário, somada à volúpia infinita do Estado-larápio. Eles armaram uma tempestade de votos para dar uma goleada no primeiro tempo, mas o jogo, como diria Abelardo Barbosa, o Velho Guerreiro, só acaba quando termina. Nele o PT de Lula, vulgo Haddad, elegeu a maior bancada na Câmara dos Deputados, Casa do poder que manda na República da coalizão. Se ganhar a parada final, o que é muito difícil, mas nunca impossível, o partido dos tesoureiros onipresentes nos escândalos de corrupção escolherá entre velhos aliados suspeitos sob a mira da Lava Jato um presidente do Senado para chamar de seu. E a suprema casa da tolerância federal, que mantém o “guerrilheiro” José Dirceu ¬- cumprindo pena de 30 anos e meio por corrupção passiva e lavagem de dinheiro – solto pelo presidente Toffoli, ex-advogado dele, e do solta-tucanos Gilmar.

A classe média reclamou do Estado que queimava sua poupança nas manifestações de rua em 2013 e foi traída na eleição fraudada de 2014, em que Dilma e Temer gastaram 1 bilhão e 400 milhões de reais, segundo Palocci, que coordenou a primeira campanha de madama tatibitate. E por Aecinho, que vendeu o ânimo opositor pelas migalhas que caíram da mesa do churrasco dos irmãos Batista e pelo propinoduto de uma empreiteira da Bahia de todos os demônios, onde Jaquinho das candongas reina mais absoluto. Os tucanos sapatearam na cova reservada para o PT no massacre das eleições municipais de 2016 e agora se escondem num túmulo abandonado, imaginando que serão esquecidos pelos que esqueceram.

O Senado sem Dilma será menos ridículo mercê do eleitor mineiro que tornou inócua a penada de Lewandowski, que lhe permitiu que ela disputasse cargo público antes de completar oito anos do quarentene após o impeachment. Bob Dylan será poupado dos assassinatos de Blowin in the Wind por Eduardo Suplicy. Lindbergh ficará rouco de responder a xingamentos de populares quando pensar que terá sido esquecido e sair às ruas. Requião e Ciro treinarão sua grosseria sem freios em torneios retóricos particulares entre eles. Ou seja, os lugares que eles não mais frequentarão se tornarão mais civilizados e agradáveis.

Mas é cedo para saber se a República larápia ainda será combatida por policiais, procuradores e juízes federais que atuam desde 2014 na Lava Jato. Isso dependerá da decisão medrosa, corajosa, raivosa e racional do cidadão no domingo 28. Graças a Deus, ele continua dono dos destinos da República. E resolverá se chegou, ou não, a hora da libertação do jugo de quem furta nosso suado dinheirinho se fazendo de defensores do povo.

11 outubro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

EDITOR FASCISTA

Comentário sobre a postagem MUDOU DA ÁGUA PRO VINHO E DO VERMÊIO PRO VERDE

Cangaço:

“O editor está escancarando seu lado fascista!

Vôte!”

* * *

Nota do Editor:

Em outubro do ano passado a revista Carta Capital foi condenada pela justiça a pagar uma indenização a um sujeito que ela chamou de “fascista”

Da parte deste Editor, quero informar que podem me chamar de fascista à vontade.

De fascista, de chato, de tendencioso, de cabra safado, de metido a besta e do caralho-a-quatro.

Tudo é permitido neste espaço democrático e aberto do JBF.

Agora, fiquem avisados: quem me chamar de petista, eu levo às barras dos tribunais.

Isto é ofensa gravíssima.

Vou até à ONU e ao Tribunal Internacional de Haia!!!!!!!

11 outubro 2018 CHARGES

NANI

11 outubro 2018 DEU NO JORNAL

O PARTIDO ANTI-LULA

J.R. Guzzo

Durante as próximas três semanas você vai ler, ver e ouvir um oceano de explicações perfeitas sobre o que aconteceu nas eleições deste domingo – e em todas elas, naturalmente, os cérebros da análise política nacional dirão ao público o quanto acertaram nos seus pronunciamentos durante a campanha eleitoral, embora tenha acontecido em geral o contrário de quase tudo que disseram. A mesma cantoria, com alguns retoques, deve ser feita daqui para frente para lhe instruir em relação ao desfecho do segundo turno, no próximo dia 28 de outubro. Em favor da economia de tempo, assim, pode ser útil anotar algumas realidades básicas que o primeiro turno deixou demonstradas.

1 – A grande força política que existe no Brasil de hoje se chama antipetismo. É isso que deu ao primeiro colocado, Jair Bolsonaro, 18 milhões de votos a mais que o total obtido pelo “poste” do ex-presidente Lula. Esqueça a “onda conservadora”, o avanço do “fascismo”, as ameaças de “retrocesso” – bem como toda essa discussão sobre homofobia, racismo, machismo, defesa da ditadura e mais do mesmo. Esqueça, obviamente, a força do PSL, que é nenhuma, ou o esquema político do candidato, que não existe. O que há na vida real é uma rejeição tamanho gigante contra Lula e tudo o que cheira a Lula. Quem melhor soube representar essa repulsa foi Bolsonaro. Por isso, e só por isso, ficou com o primeiro lugar.

2 – O PT, como já havia acontecido nas eleições municipais de 2016, foi triturado pela massa dos eleitores brasileiros. Seu candidato a presidente não conseguiu mais que um quarto dos votos. Os candidatos do partido a governador nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul tiveram votações ridículas. Todos os seus candidatos “ícone” ao Senado, como Dilma Rousseff em Minas Gerais, Eduardo Suplicy em São Paulo e Lindbergh Farias no Rio de Janeiro foram transformados em paçoca, deixando o PT sem um único senador nos três maiores colégios eleitorais do Brasil. Mais uma vez, o partido só tem a festejar a votação no Nordeste – e mais uma vez, ali, aparece aliado com tudo que existe de mais atrasado na política brasileira.

3 – A força política de Lula, que continua sendo descrito como um gênio incomparável no “jogo do poder”, é do exato tamanho dos resultados obtidos nas urnas pelo seu “poste”. As mais extraordinárias profecias vêm sendo repetidas, há meses, sobre a sua capacidade de “transferir votos” e a sua inteligência praticamente sobre-humana em tudo o que se refere à política. Encerrada a apuração, Lula continua exatamente onde estava – trancado num xadrez em Curitiba e com muito cartaz do “New York Times”, mas sem força para mandar em nada.

4 – Os institutos de “pesquisa de intenção de voto”, mais uma vez, fizeram previsões calamitosamente erradas. Dilma, segundo garantiam, ia ser a “senadora mais votada do Brasil”. Ficou num quarto lugar humilhante. Suplicy, uma espécie de Tiririca-2 de São Paulo, também era dado como “eleito”. Foi varrido do mapa. Os primeiros colocados para governador de Minas e Rio de Janeiro foram ignorados pelas pesquisas praticamente até a véspera da eleição. Tinham 1% dos votos, ou coisa que o valha. Deu no que deu.

5 – O tempo de televisão e rádio no horário eleitoral obrigatório, sempre tido como uma vantagem monumental — e sempre vendido a peso de ouro pelas gangues partidárias — está valendo zero em termos nacionais. Geraldo Alckmin tinha o maior espaço nos meios eletrônicos. Acabou com menos de 5% dos votos. Bolsonaro não tinha nem 1 minuto. Foi o primeiro colocado. Parece não valer mais nada, igualmente, a propaganda fabricada por gênios do “marketing eleitoral” da modalidade Duda Mendonça-João Santana – caríssima, paga com dinheiro roubado e criada numa usina central de produção. A votação de Bolsonaro foi construída nas redes sociais, sem comando único e sem verbas milionárias.

Daqui até 28 de outubro o público será apresentado a outras previsões, teoremas e choques de sabedoria. É bom não perder de vista o que acaba de acontecer antes de acreditar no que lhe anunciam para o futuro.

11 outubro 2018 CHARGES

IOTTI

DEBAIXO DO TAMARINDO – Augusto dos Anjos

No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!

Hoje, esta árvore, de amplos agasalhos,
Guarda, como uma caixa derradeira,
O passado da Flora Brasileira
E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relógios
De minha vida, e a voz dos necrológios
Gritar nos noticiários que eu morri,

Voltando à pátria da homogeneidade,
Abraçada com a própria Eternidade
A minha sombra há de ficar aqui!

11 outubro 2018 CHARGES

LUTE

11 outubro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

O DATA BESTA ESTÁ NAS RUAS

Esta gazeta escrota está com nova pesquisa no ar.

Vá aí do lado direito do jornal e dê o seu pitaco.

O Instituto Data Besta, o mais sério e confiável que existe na praça, agradece antecipadamente a participação de vocês.

Uma excelente véspera de feriadão pra toda a comunidade fubânica!

11 outubro 2018 CHARGES

SINOVALDO

EDSON MATOS – BELÉM-PA

Caro Berto,

Minha colaboração para nossa gazeta.

Domingo, dia 14/10, será realizado mais um Cirio de Nazaré.

Aproveito para pedir à Nazinha que conceda muita paz e alegria em seu lar, junto com todos que lhe são caros.

R. O dinheiro já está na conta desta gazeta escrota, meu caro.

As doações de vocês é que cobrem as despesas de hospedagem e manutenção deste gazeta escrota, já que não temos qualquer patrocínio público ou privado.

Gratíssimo pela doação. Espero que o seu exemplo consiga abrandar o coração dos pirangueiros.

E agradeço também pelos votos que você formulou, pra mim e pros meus entes queridos, junto a Nazinha, a querida Nossa Senhora de Nazaré, que será celebrada e louvada no próximo domingo..

E aqui vai uma homenagem deste Editor para todos os fubânicos de Belém do Pará, na voz do saudoso Luiz Gonzaga, um nordestino que cantou e encantou todo o Brasil, de norte a sul, de leste a oeste.

11 outubro 2018 CHARGES

MIGUEL

11 outubro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

MUDOU DA ÁGUA PRO VINHO E DO VERMÊIO PRO VERDE

O fubânico José Nêumanne Pinto, grande jornalista brasileiro, no vídeo postado em sua primeira coluna de hoje no JBF (a outra irá ao ar mais tarde), fala sobre o estelionato que o PT vem cometendo na recém inaugurada campanha do segundo turno.

Um dos itens citados por Nêumanne é a mudança de cor no antro petralha

Os tabacudos abandonaram o sanguinolento vermelho e aderiram ao verde-amarelo do capitão.

A propósito desta fantástica mudança, recebi de uma eleitora de Bolsonaro, a leitora Érika Maria, residente em Aracaju, a montagem abaixo:

Ou seja: o PT amarelou!!!

Tá se cagando de medo.

E tem mais.

Vejam só esta nota publicada ontem na Folha de S. Paulo:

“Informado por governadores do Nordeste de que o discurso pró-armas pegou entre os mais pobres, Haddad foi aconselhado a defender mais poder de fogo, sim, ‘mas nas mãos certas’, e a incorporar a criação de uma guarda nacional, proposta de Geraldo Alckmin no primeiro turno, ao seu plano de governo.”

Pra completar, o Departamento de Pesquisas Picaretais desta gazeta escrota descobriu o novo visual que Haddad vai usar nos seus próximos programas eleitorais.

Uma brilhante criação dos marqueteiros petêlhos.

A foto abaixo foi feita no estúdio da empresa de marquetagem do PT.

Nela aparece um modelo fazendo pose de Haddad:

Enfim, quando Lula declarou que era uma “metamorfose ambulante“, estava apenas prevendo o futuro da sua quadrilha.

Cabra bom de adivinhação! 

11 outubro 2018 CHARGES

MILTON CÉSAR

RAPIDÍSSIMAS

POLITICAMENTE CORRETO

– Em Pedro não voto, odeio Paulo, não posso ouvir a voz de Maria…

– Vai votar em branco?

– Enlouqueceu? Só me faltava essa: ser chamado de racista.

PÉ NA TÁBUA

– Está certo, Juvenal. É preciso seguir em frente, mas é bom saber primeiro se a gente está no caminho certo.

O MELHOR VENDEDOR

É o que não torra o saco de freguês. Coisa rara.

OTIMISTA

Se for demais, é tolo incurável.

EXPLICAÇÕES

Justificativas não alteram rotas.

CUCO

– Meu caro: Há algo de errado com você. A vida voa, mas as horas não passam.

LEIS

Ninguém precisa delas para ser decente.

VIGARISTA

– Minhas senhoras, meus senhores: vou sair como entrei: de cabeça erguida e pela porta dos fundos.

SE É PARA PECAR…

Que seja por atos. Por palavras e pensamentos não tem muita graça.

TRAGÉDIA

De fardo em fardo, a vida virou um fado.


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