Comentário sobre a postagem UMA DATA ESPECIAL

Beni Tavares:

“Meu caro Editor, acho que ainda não estamos livres da herança maldita deixada por estas tranqueiras.

Ontem tive o desprazer de ler uma reportagem onde mostra que o ENEM abordou, em uma de suas questões, um tema que envolve uma tal língua “PAJUBÁ”, criada pela viadagem, para se comunicarem, onde misturam o “português” com putaria.

Isto significa que o jovem concorrente ao ENEM é obrigado a ter conhecimento desta língua nefasta.

Pobres dos nossos jovens.”

* * *

Fique tranquilo, caro leitor.

O futuro Ministro da Educação jamais permitirá uma putaria como esta cometido pelo Enem no último domingo.

Tenha certeza disto.

A pornografia didática petista foi sepultada na última eleição presidencial.

E escute o desabafo da aguerrida pernambucana Clarissa Tércio no vídeo abaixo.

Em seguida, pra esfriar a cabeça, veja uma postagem do irreverente Joselito Müller sobre este putífero assunto. Clique aqui para ler.

25 Comentários

  1. Esse troço envolvendo o linguajar Pajubá é puro terrorismo cultural, que floresce em uma sociedade arrastada para correntes de pensamento característicos do modo de ser fascista.
    O ENEM criou uma questão na prova que visava identificar, e pontuar, se os alunos dominavam o conhecimento adquirido em sala de aula sobre os elementos que caracterizam um dialeto.
    O JBF deve tentar compreender se, efetivamente, existe um conteúdo nocivo, deturpado e perturbador da mentalidade dos jovens, com o fato de uma questão de lingüística do ENEM trazer uma linguagem determinada para avaliar se o seu conteúdo caracteriza um dialeto – e no caso o material a ser avaliado é uma linguagem da qual a comunidade LGBT se apropriou, pois trata-se em parte de termos de línguas ou dialetos africanos usados em comunidades religiosas brasileiras.
    Vou ser bem repetitivo para facilitar a compreensão.
    A questão era algo como identificar quais são os elementos característicos de um dialeto e apontar, então, se determinado texto se referia a um dialeto ou não. Para tanto, seria indiferente que o pretenso dialeto fosse a linguagem, dos bandidos, dos traficantes, dos quilombolas, das putas, dos gays e lésbicas, ou de uma comunidade de origem alemã do Sul do Paraná. Se tivessem escolhido a comunidade loira, tudo bem, a questão nem seria notada, mas estamos em época de terror cultural – falar de LGBT, por exemplo, é proibido. Dar aula de filosofia que cite Marx, Engels, Schopenhauer é crime. Falar de Fidel Castro e Che Guevara em aula de política é afronta a democracia. E por aí vamos para o buraco do retrocesso das idéias conquistadas. Só falta, pelo tanto que as mulheres têm sido desconsideradas e diminuídas, retirarem-lhes as igualdades conquistadas, o direito do voto, a paridade salarial. Esse é o caminho que podemos estar abrindo com a introjeção do ódio às minorias, às diferenças. Talvez seja isso que está acontecendo que se possa classificar de ideologia da extrema-direita.
    A matéria de capa da Super Interessante de outubro 2018 afirma que estamos na Era da Burrice.
    Fudeu.

    • Meu prezado Goiano, posso até ser burro, como você sugere no seu comentário, mas não me considero assim. Tenho dois títulos de nível superior, conseguido sem a ajuda de nenhum político, ou partido e já tenho idade suficiente para entender o que presta e o que é nocivo à todos. Beijinho na sua bundinha.

      • Beni, eu não precisei ter cursos superiores para ser burro, consegui isso pelo meu esforço próprio.
        O beijinho que enviaste para minha bundinha chegou bem.

  2. Nunca tinha ouvido falar de Clarissa Tercio, que apresenta o vídeo onde repete a burrice difundida a respeito da questão do ENEM que usou o Pajubá, linguagem assumida por setores de comunidades homossexuais, para avaliar, e pontuar, os conhecimentos do alunos a respeito da identificação de dialetos.
    Ao ter a oportunidade de conhecê-la, compreendi que a Inernet é maravilhosa e importante por dar voz a todos para falarem o que quiserem, o que pensam, o que acham, no que acreditam, e repetiram o que ouviram dizer como verdades absolutas, sem qualquer censura nem filtro, inundando o mundo de sabedoria e… de bobagens.

  3. É sempre bom ler as porcarias que Joselito Müller escreve,porque ele é engraçado, divertido, e na sacanagem consegue ridicularizar o que parece importante, como foi o caso da Guerra dos Pajubás, ou Batalha do Travequês.
    Graças a ele descobri um curso de Introdução ao Pajubá.

  4. Acho que a porcaria que fizeram no ENEM ensinando nossas crianças a falarem Pajubá e se comunicarem na língua dos viados merece que Bolsonaro acabe com isso, oquêi? Vamos tirar aquela gente de lá e pôr professores de verdade no lugar deles, pessoas honradas que entendem de honra, dignidade, família e cura gay, para acabar com a viadagem no mundo. Eles querem ensinar as crianças a dar vão ensinar os filhos deles! Começa assim, um dia olham para ti com um jeito de viado, no outro dia de dão alô, mais tarde sem que notes se encostam, depois fazem umas gracinhas e quando vês já és um viado também!

  5. A prova do ENEM tinha um objetivo claro que era a comunidade LGBT proteger os concorrentes do seu grupo de lésbicas e paneleiros e isso ficou provado pelo fato de que só os viados passaram na prova!

  6. Prezada Clarissa, logo o Ministério da Educação ficara livre desse Ministro, Sr. Rossieli, já foi importado pelo Estado de São Paulo para o novo governo.

    Também ouvi hoje uma entrevista na Rádio Jovem Pan com dito senhor, alegando que não leu as perguntas. Informou ainda que, esse exame é elaborado pelo INEP cuja presidente é a senhora Maria Inês e perguntado, informou que esse órgão faz parte de seu Ministério (???).

    Se houver dúvida é só acessar a entrevista pra continuar não entendendo nada.

  7. Sinceramente acho pouco relevante a utilização do tal Pajubá (nunca tinha ouvido falar nesse troço!)para ilustrar a questão de linguagem proposta pelo ENEM. Me parece que os alunos não tinham necessidade de conhecer o dito dialeto para acertar a pergunta.

    O que me causa preocupação, sobretudo por ter uma filha que em breve ira passar pelo exame, é o baixo nível da literatura cobrada nas provas; o viés esquerdista das questões de história entre outras, o que leva os alunos a uma espécie de doutrinação ideológica durante os estudos.

    Há também um forte descompasso entre as matérias cobradas nos exames a aquelas ensinadas nas escolas públicas.

    Espero que o próximo ministro da educação dê a devida atenção a estes problemas.

  8. Qual a utilidade desse tal dialeto para aqueles estudantes que pretendem fazer o curso de Engenharia Civil por exemplo? Ou aqueles que querem fazer o curso de Ciências Contábeis?

  9. Que existem viados advogados e viados psicólogos, mas continuo não vendo o que o domínio do tal dialeto para conseguir uma vaga nos cursos de Engenharia ou Ciências Contábeis ou Arquitetos. Posso até estar errado mas não acredito que alguma matéria seja explicada para os estudantes usando esse tal dialeto.

    • É que não estás a par, Chatonildo, do que são capazes os petistas! Atualmente, nas reuniões do Ministério da Educação, e isso desde a administração de Haddad, só são permitidos debates em pajubá, que seria a nova língua oficial que Lula, caso tivesse concorrido e sido eleito, iria implantar no Brasil, Brasil que passaria, inclusive, a se chamar Brazuela.

    • Cara, tu é burro ou tá fazendo cursinho? Em que momento na questão aparece a exigência de que o candidato domine essa imundícia do tal pajubá? Leia a questão sua anta!

    • Pois vá te preparando, José Crente, porque Berto pretende determinar que os comentários no JBF também passem a ser feitos em pajubá a partir de 1º de janeiro!

  10. Conservar bons valores, a respeitar o próximo,ser cordial. O respeito é dom, o amor é uma virtude, amar ao próximo, é de Deus. .(Esse troço envolvendo o linguajar Pajubá é puro terrorismo cultural, que floresce em uma sociedade arrastada para correntes de pensamento característicos do modo de ser fascista.)
    PQP ,Goiano pajubá,ta foda respeitar suas sandices

  11. Só uma sociedade fachista, meu caro Júlio, defende doentiamente bons valores, respeito, cordialidade, amor ao próximo e a Deus. Uma sociedade sã precisa de alguma transgressão. Hoje mesmo uma pessoa se retirou da conversa em uma rede social reclamando que o debate estava em termos elevados mas ela estava caindo fora porque já estavam sendo usadas palavras de baixo calão e isso porque eu me referi a gays, homossexuais, lésbicas, putas e bandidos. A palavra puta a agrediu como se tivesse levado uma porrada. Aí é foda, tu não achas? Imagine essa pessoa freqüentando as páginas deste jornal escroto.

  12. Se para passar o Enen tem que estar alinhado com esta doutrinação então os professores estão começando bem cedo a malhar a cabeça das crianças esta ideologia.
    Deve ter colégio se orgulhando que seus alunos tiraram as melhores notas, imagina o que tiveram de inseminar de política nos jovens….

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