O TIRANETE LEWANDOWSKI

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

PETISTA LEWANDOWSKI, VÁ TOMAR NO OLHO DO FURICO, SEU CABRA SAFADO!!!

Circula nas redes sociais um vídeo em que Ricardo Lewandowski manda chamar a Polícia Federal para prender um jovem que criticou o STF pouco depois de embarcar com o ministro no mesmo voo.

“Ricardo Lewandowski, o Supremo é uma vergonha, viu. Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo vocês”, desabafou o passageiro.

“Vem cá, você quer ser preso? Chama a Polícia Federal, por favor”, disse o ministro ao comissário de bordo.

A Polícia Federal foi acionada a pedido de Ricardo Lewandowski no voo da Gol entre Congonhas e Brasília.

Logo após o desembarque, o passageiro foi levado à unidade da PF no aeroporto para prestar esclarecimentos.

Caberá ao delegado de plantão decidir se instaura inquérito sobre o episódio.

* * *

Acabei de mandar uma mensagem pro gabinete deste canalha lulo-petista (gabinete.mrl@stf.jus.br) pedindo que ele faça comigo o mesmo que fez com o digno e decente passageiro que falou a verdade na cara dele.

Estou engrossando a corrente “Me prenda também”

Receber ordem de prisão de um safado, de um cafajeste, de um sacana do porte de Lewandowski é um atestado de idoneidade pra qualquer cidadão de bem, pra qualquer contribuinte, pra qualquer pai de família que se preocupa com o futuro do país e de seus filhos.

Vale a pena repetir o que disse hoje o Prof. Marco Antonio Villa sobre este imundo, este canalha lulista.

ELEGIA Nº 10 – Mauro Mota

Insone e inquieta na pequena cama,
Na longa noite, Luciana chora,
E à mamãe tão distante chama, chama,
Como se ela pudesse ouvi-la agora.

Não quer o pai, não quer também sua ama;
Só a mãe que a deixou e foi embora.
No seu choro infantil, pede e reclama
A canção de dormir que ouvia outrora.

Mas, aos poucos, na noite, vejo-a calma,
Para alguém os seus braços se levantam,
Junto do berço, maternal, tua alma

Canta a canção de doces estribilhos
Que as mães, mesmo depois de mortas, cantam
Para embalar os pequeninos filhos.

AGÊNCIAS: REGULADORAS OU REGULADAS?

As Agências Reguladoras Brasileiras, de natureza autárquica federal, foram instituídas para fiscalizar a prestação de serviços públicos praticados pela iniciativa privada nas mais diversas atividades e setores da economia; além, de poder intervir de forma geral nas relações jurídicas e no domínio econômico, decorrentes destas laborações.

Na gênese destes fatos, observamos que “…foi na Inglaterra, a partir de 1834, que utilizou-se a palavra agência para caracterizar um ente regulador de determinada atividade econômica. Esses entes eram criados para concretização dos mandamentos legais e resolução das controvérsias deles resultantes”. (GROTTI, Dinorá. Origem das agências reguladoras).

Nos Estados Unidos, porém, é que se consolida tal sistema de regulação econômica desenvolvido por órgãos autônomos, em 1887, por inspiração do antigo colonizador. Entrementes, com a Depressão Econômica (sob a égide do New Deal, dos anos 1930 – F. D. Roosevelt), as agências foram vigorosamente recriadas para intervir e reestruturar a economia americana. Causada, pela suposição que o pensamento Liberal, vigente â época – de “livre-mercado” sem regulação – pudesse se tornar um obstáculo à retomada do crescimento econômico.

No Brasil foram instituídas, com o recorte atual, as Agências Reguladoras Setoriais (no bojo do Programa Nacional de Desestatização, estabelecido com o decreto-lei 8.031/90), tendo por objetivo de elucidar as divergências entre o concessionário e o poder concedente de serviço público. Ainda, “As Agências Reguladoras foram constituídas como autarquias de regime especial integrantes da administração indireta, vinculadas ao Ministério competente para tratar da respectiva atividade, apesar de caracterizadas pela independência administrativa, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade; ausência de possibilidade de demissão ad nutum [de pronto, sem entraves, por unilateralidade] de seus dirigentes e autonomia financeira” in MORAES, Alexandre de. (org.). Agências Reguladoras. São Paulo: Atlas, 2002. (grifo nosso)

Estas são criadas por leis e, em suas principais funções, estão:

• o levantamento de dados sobre o mercado de atuação;
• elaboração de normas disciplinadoras para o setor regulado;
• fiscalização dessas normas;
• defesa de direitos do consumidor;
• gestão de contratos de concessão de serviços públicos delegados; e
• incentivo à concorrência, minimizando os efeitos dos monopólios naturais e desenvolvendo mecanismos de suporte à concorrência.

Dentre as atuais agências reguladoras federais, estão: Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Agência Nacional do Petróleo (ANP), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Agência Nacional do Cinema (ANCINE). Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (ADASA), Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Contudo, quando nos referimos – atualmente – às Agências e seu papel na sociedade; vêm-nos à baila somente desacertos e desvios de função. Pois, “A função da maioria das agências, custosas para os cofres públicos, deve ser revista. A maior parte delas têm funcionado como moeda de troca política e defensoras dos interesses das empresas em prejuízo dos consumidores.” dito in casu por Claudio Lamachia, presidente da OAB – apud O Antagonista.

Portanto, ante a tal realidade, cabe-nos cobrar, ao governo que se avizinha (J. Bolsonaro), mais transparência (quiçá, autonomia em relação aos Ministérios) – também – para tais Agências.

4 dezembro 2018 CHARGES

IVAN CABRAL

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

NEM-NEM

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam (nem-nem).

* * *

O Departamento de Análises Estatísticas do JBF apurou que este percentual é composto de 100% de militantes do PT.

4 dezembro 2018 CHARGES

DUKE

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

O MILITAR E O JORNALISMO

Hildeberto Aleluia

Impressiona e é um espanto. A velocidade e a forma como o jornalismo (aí leia-se como jornais impresso, revistas e televisão) está se descaracterizando. Agredindo fatos e navegando contra a realidade ele vai morrendo sem explicações aparentes. Muitas vezes vale se perguntar onde querem chegar. Omissões, ideologia, ignorância, má formação, má administração e má fé. Esses, alguns dos ingredientes que estão na panela onde ferve e se desmancha o jornalismo atual. Não é só a internet que o ameaça. Depois da internet seu maior algoz é o próprio jornalista. Salvo destacadas e honrosas exceções.

Nesse burburinho a velha mídia se perde e naufraga. Não é só no Brasil. É no mundo inteiro. Com peculiaridades, diferenças e volumes. Mas no Brasil é especial. Nas últimas eleições um candidato, solitário, sem partido, sem representatividade no Congresso Nacional, sem acesso à velha mídia, sem dinheiro, sem linha direta com os chamados formadores de opinião navegou pela internet captando o sentimento de uma larga parcela do eleitorado. Esse sentimento não foi, se quer, captado pelos institutos de pesquisas. Bolsonaro virou gênio. Engoliu a todos.

Toda a teia do jornalismo de TV, de rádio e jornais, ignora, solenemente, o que a maioria da população pensa. Acusado de racista, nazista, homofóbico, direitista, ditador, violento e despreparado ele foi navegando. A velha mídia dava guarida a essas argumentações e ainda buscava matérias extras para substanciar esses adjetivos. Mesmo assim venceu. Venceu a mídia, venceu a esquerda, venceu o judiciário, venceu os bancos, venceu o Congresso Nacional e o governo, venceu todo o segmento de poder instalado no país nos últimos trinta anos.

E o que é pior: após a vitória a velha mídia continua tratando o candidato eleito com um solene descrédito.

Bolsonaro forma um gabinete de incontestável probidade e formação profissional. Nem assim é reconhecido por eles. Bolsonaro arma um governo perfeitamente de acordo com o pensamento daqueles que lhe votaram. Os jornalistas da velha mídia, em sua maioria esmagadora só enxergam militares. Claro que há exceções. Muito poucas. Mas essas exceções trabalham com mais independência em seus próprios blogs do que nas páginas e vídeos da velha mídia. Logo após a eleição a velha mídia tratava o Bolsonaro com deboche. Agora o trata com ironia e desdém.

Chega a ser cansativo. Como se militar fosse um bicho que deveria viver enjaulado e fora do nosso contexto politico e social. A velha mídia não sabe que o militar é um profissional admirado pelo brasileiro. Respeitado e querido. E de formação exemplar. Eles insistem em apontar o numero de militares no governo como se fosse uma ameaça. Tentam acuar, aqui e ali, os interlocutores, com perguntas estapafúrdias e análises estúpidas.

Os leitores não sabem: quem não gosta de militar é a imensa corrente de jornalistas engajados na ideologia de esquerda. E não gosta porque o militar, ao longo dos últimos cem anos, foi sempre a barreira, a última barreira que se interpõe toda vez que a esquerda totalitária quer dominar o país. Normalmente o Congresso Nacional se rende, o judiciário se rende, as elites se aconchegam e se locupletam. Aí o povo, e alguns outros, poucos, vão bater na porta dos quartéis. E o militar é sempre quem salva a pátria e a liberdade. Os jornalistas não sabem. Não conhecem a história, em sua maioria. Mas a nação sabe. O Jornalista não sabe nem que a continência é também um ato de respeito e de admiração. Pensam que é apenas um ato de submissão.

Assisti na Globonews, na semana de 19 a 24 de novembro de 2018, inúmeras vezes, repórteres e comentaristas se referirem a “um assessor de segurança nacional” do governo dos Estados Unidos que visitaria o presidente eleito no dia 25 de novembro. Por omissão, inexperiência, por ignorância ou má fé, desconhecem que o Conselheiro de Segurança Nacional do Presidente dos Estados Unidos é quem visitava o Presidente eleito do Brasil. E que ele é um dos quatro mais importantes executivos do governo americano, antecedido pelo próprio Presidente, pelo Secretário de Estado e pelo Secretário De Defesa. Não creio que seja ignorância. Nem preguiça de realizar pesquisa. Acho que é descrédito mesmo.

Essa mesma mídia, a velha mídia, é aquela que permanece com olhos e ouvidos fechados a muita coisa que aconteceu no Brasil desde a era FHC. Por interesses diversos, e cumplicidade, o leitor ficará por muito tempo sem saber. Vem tomando conhecimento, aos poucos, pela internet. A velha mídia morrerá antes que possa contar a verdadeira história do Brasil dos últimos trinta anos.

4 dezembro 2018 CHARGES

TACHO

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

LULA PRESO

4 dezembro 2018 CHARGES

NANI

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

O LIXO SERÁ VARRIDO

Um manual para candidatos à diplomacia brasileira deixa claro porque Jair Bolsonaro pediu para seu futuro chanceler Ernesto Araújo limpar o Itamaraty da influência dos governos petistas.

A Fundação Alexandre de Gusmão, vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, editou um manual para candidatos à diplomacia brasileira com críticas ao presidente eleito Jair Bolsonaro, registra “O Globo“.

No volume “História do Brasil”, do professor João Daniel Lima de Almeida, o presidente eleito Jair Bolsonaro é tratado como uma pessoa que “se orgulha de sua homofobia”.

A publicação, em destaque no site do órgão do Itamaraty, foi lançada em 2013, sob a gestão do chanceler Antonio Patriota, durante o governo da petista Dilma Rousseff.

Cinco anos depois, a obra ainda é um guia recomendado aos pretendes à carreira diplomática.

Por esses e outros motivos, Bolsonaro prometeu varrer o Partido dos Trabalhadores (PT) do Palácio Itamaraty.

* * *

O vocábulo “homofóbico” escrito na notícia aí de cima, e que é usado e abusado pelos tabacudos muderninhos, tem tudo a ver com o Itamaraty, um tradicional valhacouto de xibungos dos punhos-de-renda.

Tem baitola que só a porra nos corredores daquela casa!

O verbo “varrer“, que está no último parágrafo, foi aplicado corretamente.

O lixo diplomático vermêio-istrelado que emporcalha e avacalha o nosso Ministério das Relações Exteriores deve ser ensacado e entregue ao caminhão coletor do lixo da Esplanada dos Ministérios.

Pra ser despejado no esgoto.

A esculhambação petralhífera da política externa do Brasil, durante a zona governamental que foi a Era Lula, arrombou a tabaca de Xolinha!!!!

Xolinha de tabaca arrombada com o vergonhoso aparelhamento bolivariano imposto pelo PT à política externa da nação brasileira; felizmente a população esquartejou e enterrou a quadrilha na última eleição presidencial

FÁBIO CABRAL – RECIFE-PE

Caro Berto.

Segue a foto da posse na Academia Passa Disco da Música Nordestina de Joel Datz (o “Irmão Evento”), que teve como patrono o maestro e compositor Nélson Ferreira.

A posse se deu no aniversário de 15 anos da Passa Disco, no último dia 28/11, ocasião que foi lançada a coletânea “Arrisque”, que reúne 18 novos nomes da música pernambucana.

Na foto estão também os seguintes membros da Academia:

– Alexandre Pontes (que tem como patrono Lenine)
– Nilson Araújo (que tem como patrono Cláudio Almeida)
– Tereza Accioly (patrona de Santanna, O Cantador)
– Xico Bizerra (patrono de Lina Fernandes)

Abraços

R. Infelizmente, por conta de compromissos familiares, não pude comparecer a esta importante celebração.

Mas meu amigo-irmão Xico Bizerra, colunista desta gazeta escrota, me deu notícias do evento.

E o Diário de Pernambuco fez uma excelente matéria sobre o aniversário da Passa Disco.

Recomendo a leitura para todos os nossos leitores. É só clicar aqui.

Tenho o privilégio do ocupar, desde agosto de 2008, a Cadeira nº 3 da Academia Passa Disco da Música Nordestina.

Minha Patrona é a grande artista Irah Caldeira, uma amiga muito querida e especial.

Quem entrar na página de Irah Caldeira na internet, clique no item “Apresentação” e veja o texto que escrevi para um dos seus CDs.

O disco que recebi no dia da minha posse na Academia Passa Disco, devidamente emoldurado, está pendurado aqui na parede do meu escritório, bem ao lado do computador onde trabalho.

E, já que falei em Irah e em Xico, duas figuras humanas fantásticas, uma dupla de amigos-irmãos que mora no fundo do meu coração, vou fechar a postagem com um vídeo.

Um vídeo que vai encher de beleza e alegria o nosso dia.

Irah Caldeira interpretando a música Oração do Sanfoneiro, da autoria de Xico, com participação especial do lendário sanfoneiro Camarão.

4 dezembro 2018 CHARGES

J. BOSCO

4 dezembro 2018 DEU NO JORNAL

CORTADA A BOQUINHA MIDIÁTICA

Jair Bolsonaro vai cortar os gastos publicitários do governo em jornais, revistas, TVs e rádios, diz O Globo.

“Serão mantidos os patamares atuais para sites, e será mantido ou ampliado o gasto com redes sociais”.

* * *

Bom, esta gazeta escrota está enquadrada nos tais “sites” citados na nota aí em cima.

Como o gasto publicitário do governo com o JBF sempre esteve no patamar zero, espero que o presidente eleito se lembre de dar uma colher de chá pra gente.

Ajuda nóis, Capitão!!!

Chupicleide, secretária de redação, está cheia de esperanças de receber o 13º.

Abra o seu coração aqui pros combalidos cofres do Complexo Midiático Besta Fubana.

VIOLANTE PIMENTEL – NATAL-RN

Prezado Editor Luiz Berto,
boa tarde!

O lançamento da Coleção Letra Viva Potiguar, promovido em Natal, no dia 28/11/2018, às 19 horas, pela Academia Norte-Riograndense de Letras e pela Editora Bagaço, foi um sucesso. Entretanto, poderia ter tido mais brilho, se tivesse contado com a sua valiosa presença.

O lançamento coletivo incluiu sete autores potiguares, dentre os quais esta autora estreante, “bendito fruto entre os homens”.

Nome dos autores:

Bartolomeu Correia de Melo (in memoriam) – Tempo de Estórias – Contos;
Eulício Farias de Lacerda – O dia em que a coluna passou; 2ª edição
Manoel Marques Filho – NOS CONTORNOS DO RIO POTENGI – 2ª edição;
Manoel Onofre Jr. – Chão dos Simples – 4ª edição;
Tarcísio Gurgel – CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ ;
Violante Pimentel – CENAS DO CAMINHO;
Nelson Patriota – Prelúdio para um Cavaleiro da Mancha – Contos,

O meu muito obrigada a você, que me proporcionou a oportunidade de transformar em livro, a minha coluna “Cenas do Caminho”, presente no seu precioso blog Jornal da Besta Fubana desde 2013, inclusive, com o mesmo título.

Um agradecimento especial à Editora Bagaço, que, com o seu empenho e organização, muito contribuiu para o sucesso do evento.

Um grande abraço!

Seguem algumas fotos do evento:

Com Dr. Diógenes da Cunha Lima, Presidente da Academia Norte-Riograndence de Letras; com o Jornalista Woden Madruga; com o escritor e Procurador do Estado Dr Jurandyr Navarro e com o Dr. Daladier Pessoa da Cunha Lima, médico, escritor, ex-Reitor da UFRN e atual Reitor da FARN.

R. É como eu vivo dizendo: aqui nesta gazeta escrota só tem gente porreta e talentosa!

Fico ancho que só a peste de ver uma colunista do JBF estreando com muito brilhantismo no mundo das letras.

Foi um privilégio ter tido a oportunidade de fazer o prefácio do livro, composto integralmente pelas belas e inspiradas crônicas de Violante, retratando as cenas dos caminhos que ela trilhou e que foram publicadas aqui no nosso jornal.

Parabéns às Edições Bagaço pelo excelente evento de lançamento que promoveu na capital potiguar.

Lamentei bastante não ter estado lá. Um cabra que tem menino pequeno pra levar todos os dias à escola, não pode se dar ao luxo de estar viajando pra cima e pra baixo.

E atenção:

A nossa querida confrade Violante vai fazer uma promoção especial com o seu livro Cenas do Caminho.

É o seguinte: o leitor que mandar aqui pra gente o endereço postal, receberá pelos correios um volume autografado pela autora.

Graciosamente. De grátis. Um mimo da nossa generosa colunista.

Não coloquem o endereço na área de comentários desta postagem.

Mande diretamente pro nosso e-mail:

bertofilho@terra.com.br

Aproveitem a oportunidade e podem começar a mandar os seus endereços.

Muito sucesso, minha querida amiga! 

Este inxirido Editor com o livro autografado por Violante; mande o endereço pra ganhar o seu também

4 dezembro 2018 CHARGES

CAZO

DE QUATRO EM QUATRO O STF ENCHE A PANÇA

Tentando justificar o injustificável reajuste de seus subsídios de R$ 33 mil para R$ 39 mil, o Supremo Tribunal Federal (STF) usou como pretexto o fato de seus membros não terem recebido aumento algum nos últimos quatro anos. Nenhuma evidência demoveu seus membros da premência de suas necessidades básicas, que teriam deixado de ser atendidas pela defasagem denunciada. Os vencimentos reajustados agravam a situação precária das contas públicas, que já assombram o distinto pagante com o fantasma de uma despesa em cascata de, no mínimo, R$ 4 bilhões até, no máximo, R$ 6 bilhões. Nem a obviedade de que a proximidade de inadimplência na Previdência e em outros setores do Estado, que pode levar à incapacidade de honrar os compromissos cada vez mais gravosos do Tesouro Nacional, nos enche de pavor neste momento em que 12 milhões de brasileiros estão desempregados. Nem a constatação de que quem tem o privilégio de um emprego seguro na economia real não sabe o que é um aumento desde o início da crise, em 2014.

Dourando a pílula do reajuste, o relator da ação de inconstitucionalidade (Adin) que contesta o privilégio do auxílio-moradia de juízes e procuradores no STF, ministro Luiz Fux, deu uma contrapartida duplamente cínica, ao proibi-lo autocraticamente, mas sem declarar que é inconstitucional. Com isso deu aos seus principais defensores no plenário da cúpula do Judiciário – o presidente Dias Toffoli e o ex-presidente Ricardo Lewandowski – o pretexto ao qual se agarraram para ludibriar os pagantes, por eles tratados como idiotas: o fim das despesas com o privilégio compensaria o rombo necessário para lhes atender os rogos.

A desfaçatez dupla foi construída em cima de falácias aritméticas. Por mais que seja absurdo, o auxílio-moradia não chega a representar um quarto do dinheiro necessário para cobrir o reajuste exigido em absurda chantagem de julgadores contra julgados (deputados, senadores e o presidente da República). A Câmara aprovou, o Senado também e, sem dar a mínima para o apelo de seu sucessor, Bolsonaro, eleito por mais de 57 milhões de votos em outubro, Temer sancionou a lei absurda. E o pior é que essa não foi a única mentira acrescida à chantagem. Toffoli, Lewandowski e outros pedintes garantiram que economias no orçamento na TV Justiça cobririam com folga o reajuste folgazão. Dois coelhos foram abatidos a golpes de uma só cajadada: orçamento menor na TV poderá bancar menos transmissões ao vivo do vexame que são as sessões de plenário transmitidas sempre no meio das semanas. E o argumento segundo o qual o custo orçado do Poder não aumentaria é outra patranha.

Quem duvidar pode consultar no Portal do Estadão a notícia que serviu de manchete de primeira página à edição de domingo 2 de dezembro do jornal: Judiciário quadruplica gasto com pessoal em duas décadas. É de bom tom esclarecer ao preclaro leitor que essa conta – reproduzida na linha fina da reportagem publicada na página A4, de abertura da Editoria de Política, Em duas décadas. Na comparação com Executivo e Legislativo, Poder foi o que mais expandiu os gastos com a folha de pagamento de 1995 a 1017: um incremento de 297% – não inclui o impacto do reajuste cruel. Desta vez nem é preciso citar o cinismo dos “supremos”. Basta a boutade do presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Fernando Mendes, segundo quem “Justiça não pode ser vista como custo”. A questão é se esse pretexto deve provocar risos ou urros de dor, superando qualquer piada que pudesse ter sido dita no STF.

De acordo com publicação do historiador e radialista Marco Antônio Villa em seu canal do YouTube, “em 2016, o Supremo Tribunal Federal custou mais de meio bilhão de reais, para pagar 1.216 funcionários, 306 estagiários e 959 terceirizados. O total varia de um mês para outro, mas nunca é inferior a 2.450 funcionários e a média é de 222 funcionários para cada um dos 11 ministros”. Villa tem repetido esses dados há dois anos em suas participações nos jornais da Rádio Jovem Pan e nunca foi contestado. Sob a pergunta “democracia ou privilegiocracia”, o professor faz questão de enumerar os “terceirizados”. São 25 bombeiros civis, 85 secretárias, 293 vigilantes, 194 recepcionistas, 19 jornalistas, 29 para cuidar de encadernação, 116 serventes de limpeza, 24 copeiros, 27 garçons, 8 auxiliares de saúde bucal, 12 auxiliares de desenvolvimento infantil, 58 motoristas, 7 jardineiros, 6 marceneiros, 10 carregadores de bens e 5 publicitários. Isso seria Justiça ou apenas um baita custo imoral?

Quando Lewandowski teve o topete de chamar de “modestíssimos” seus vencimentos e seu colega Dias Toffoli, presidente do egrégio tribunal, aventou a possibilidade de os 11 andarem com “pires na mão”, o repórter André Shalders, da BBC Brasil em São Paulo, publicou em seu site uma comparação entre os ministros brasileiros e os europeus. Segundo ele, “um estudo de 2016 da Comissão Europeia para a Eficiência da Justiça (Cepej, na sigla em francês) mostra que, em 2014, um juiz da Suprema Corte dos países do bloco ganhava 4,5 vezes mais que a renda média de um trabalhador europeu. No Brasil, a realidade do salário do STF é ainda mais distante da média da população: o salário-base de R$ 33,7 mil do Supremo Tribunal Federal corresponde a 16 vezes a renda média de um trabalhador do País (que era de R$ 2.154 no fim de 2017)”. Em seguida, comparou: “Em 2014, um magistrado da Suprema Corte de um país da União Europeia recebia, em média, €$ 65,7 mil por ano. Ao câmbio atual, o valor equivaleria a cerca de R$ 287 mil – R$ 23,9 mil mensais”. Ou seja, dois terços dos atuais proventos dos brasileiros, antes de serem reajustados.

Outro texto da BBC Brasil em São Paulo, da lavra de Cláudia Wallins, tem sido citado a respeito dessa querela. Ela o começou com uma sentença indignada de Göran Lambertz, da Suprema Corte da Súécia: “Não almoço à custa do dinheiro do contribuinte”.

Segundo Wallins, “a pergunta que inflamou a reação do magistrado era se, assim como ocorre no Brasil, os juízes da instância máxima do Poder Judiciário sueco têm direito a carro oficial com motorista e benefícios extra-salariais como auxílio-saúde, auxílio-moradia, gratificação natalina, verbas de representação, auxílio-funeral, auxílio pré-escolar para cada filho, abonos de permanência e auxílio-alimentação. ‘Não consigo entender por que um ser humano gostaria de ter tais privilégios. Só vivemos uma vez e, portanto, penso que a vida deve ser vivida com bons padrões éticos. Não posso compreender um ser humano que tenta obter privilégios com o dinheiro público. Luxo pago com o dinheiro do contribuinte é imoral e antiético’”. Que ministro tem filho em pré-escola?

A sentença do juiz sueco poderia ser adotada como bordão por algum nobre colega de ofício dele ou mesmo qualquer servidor público. Deveria, por exemplo, ser adotado pelos membros do Ministério Público Federal, que têm atuado de forma destemida e competente no combate à corrupção em várias operações associadas com a Polícia Federal, sendo a Lava Jato a mais notória delas. No entanto, ao que parece, o bordão do escandinavo não agrada aos togados do STF nem serve de lema para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela acaba de representar contra a extinção do auxílio-moradia para sua categoria, argumentando que o relator Fux não tem autoridade para tomar decisões do gênero. Se o Supremo não decide sobre procuradores, quem decidiria, então: o bei de Túnis ou a Santa Sé?

Pegando a iniciativa de dra. Dodge como gancho, convém lembrar que um Estado de Direito numa República – e assim o Brasil se propõe ser – segue o sistema da autonomia dos três Poderes, tal como previsto por Montesquieu e que pode ser definido no popular como “cada macaco no seu galho”. No Brasil todos os Poderes da República foram afetados pela corrupção, devassada pelas operações citadas. Membros do Congresso, Executivo e Justiça se meteram em ilícitos. E não dá para consertar esse imbróglio dando aos cardeais do Judiciário prerrogativas não previstas na Constituição sobre os outros dois Poderes. O Judiciário tem de olhar para trás e fazer justiça. O Legislativo age na política olhando para a frente ao legislar em nome do povo, de que emana todo o poder. O Executivo cuida do tempo presente, administrando e cumprindo as leis. Não é lícito nem lúcido tornar a Justiça palco de disputa política, tal como ocorre. Este é um erro que urge corrigir.

4 dezembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

O SINHÔ IA, SEU JUIZ?

Dr. Bóris Trindade, um dos maiores criminalistas do País

Com o advogado Bóris Trindade mantenho amizade desde os tempos de nossa juventude, no comecinho da década de 50, quando éramos atores do teatro de Amadores de Pernambuco.

Nosso reencontro, entretanto, ocorreu muito tempo depois, após aposentar-me do Banco do Brasil, quando passei alguns anos auditando empresas do Grupo Preserve, da qual ele era jurisconsulto.

Participando de algumas audiências com ele observei que levara para a advocacia certas coisas do teatro, sobretudo a gesticulação, coisa que prende a atenção do espectador.

O bicho pega quando ele pede ao magistrado para contar certo fato. Geralmente consegue. Não raro, puxa uma daquelas histórias incríveis que ele andou publicando no “Diário da Noite”.

Certo dia, em plena audiência, começou gesticulando como um italiano, foi contando e motivando o riso de todos os presentes, apenas pelas expressões faciais.

Ali estava o ator.

Mariquita, conhecida donzelona de Glória do Goitá, já em pleno caritó. Estava com 45 nos costados, arranjou casório com um portuga. Houve festa e lua de mel no Hotel do Monte. Nunca vira um homem nu.

Mas a questão jurídica, no caso, era seu pedido de anulação de casamento, que um advogado deu entrada logo que ela, no auge da Lua de Mel, pulou da janela e se esbandalhou na rua, vestindo a Camisola do Dia, no caso, da noite.

O Juiz estupefato pediu que ela relatasse as razões do feito – no caso, do “não feito”, porque Mariquita saíra virgem do embate. E ela se explicou.

Vocês imaginem Bóris gesticulando os detalhes da cena!

– Olhe, Seu Juiz, eu ainda sou moça virgem. Nunca havia visto a tal coisa, o instrumento, aquele negócio… o sinhô sabe…

E o Juiz:

– Sei sim, senhora!

E Mariquita continuou:

– Chegamos ao hotel, ele foi tomar banho e voltou enrolado numa toalha. Tudo bem. Fui tomar o meu. Toda perfumada já voltei com a Camisola do Dia. Mas meu desencanto veio logo em seguida. Ao abrir a porta do banheiro já me deparei com Seu Joaquim, totalmente nu, peludo como um Tony Ramos, deitado na cama, comas pernas abertas, se babando de desejo por mim e na entrepernas aquele rolaço escuro, com a cabeça arregalada, e uma touceira de cabelo de fazer medo. E quando me viu ainda vestida, urrou: – Venha, minha filha, seu amor tá lhe esperando! – O Sinhô ia, seu Juiz!

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS – PE

Abaixo a relação completa dos 100 melhores filmes norte-americanos de todos os tempos segundo a enquete da BBC.

Da relação fazem parte nove fitas de FAROESTE entre as 100 melhores.

John Wayne, ator de cinco dos nove westerns da lista; o diretor John Ford teve três de seus westerns selecionados.

Os faroestes estão grifados em maiúsculos.

Ei-los:

1. Cidadão Kane (Orson Welles, 1941);
2. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1972);
3. Um Corpo Que Cai (Alfred Hitchcock, 1958);
4. 2001: Uma Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick, 1968)
5. RASTROS DE ÓDIO (John Ford, 1956). ELENCO: John Wayne, Natalie Wood e Ward Bond;
6. Aurora (FW Murnau, 1927);
7. Cantando na Chuva (Stanley Donen e Gene Kelly, 1952);
8. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960);
9. Casablanca (Michael Curtiz, 1942);
10. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1974);

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4 dezembro 2018 CHARGES

PATER

MÁGICA SAUDADE

Jerry Adriani (1947-2017)

***

O saudoso Paulo Sérgio interpreta de Cassiano Costa e Manoel Nenzinho o seu grande sucesso de 1977, “Amor tem que ser amor”.

4 dezembro 2018 CHARGES

DUKE


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