COMENTÁRIO DO LEITOR

REGULADOR XAVIER

Comentário sobre a postagem DISCURSO

Monteiro:

O mané anda, como se diz vulgarmente, puto dentro das calças…

Em condições normais a recomendação para gerenciamento de conflitos entre nações é cabeça fria e sensatez.

Problema é que Banânia não está em condições normais – aliás, nem sei se Banânia se classifica atualmente como nação – e o mané, que ora ocupa a cadeira de gerente, não é exatamente aquele tipo que os gringos chamam de “cool”.

Acho que, nas atuais circunstâncias, a melhor recomendação pro nosso gerente é o uso do Regulador Xavier, Número 1 (excesso) ou 2 (escassez), à venda em qualquer botica…

* * *

COMENTÁRIO DO LEITOR

COLÉGIO MILITAR

Comentário sobre a postagem O BRASIL SOBE O TOM

Carlos:

E é com muito orgulho que eu, por ser filho de militar e devido às suas transferências, fui aluno do Colégio Militar de Curitiba, onde entrei concursado por exame de admissão.

Depois fui aluno do Colégio Militar do Rio de Janeiro.

E finalizei meu ensino médio no internato do Colégio Militar de Manaus.

Parabéns aos alunos destes colégios.

COMENTÁRIO DO LEITOR

DECADÊNCIA

Comentário sobre a postagem CHAMOU O PRESIDENTE TRUMP DE “IMBECIL”. E AGORA???

DECO:

Infelizmente, o Brasil está no pior momento de sua história.

Tá igual o título da música do Moraes Moreira: “Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira”.

E Lula em decadência total.

Só não enxerga aquele que não quer ver.

O grande problema é que nosso sistema eletrônico eleitoral ainda é uma incógnita.

E não confiável.

COMENTÁRIO DO LEITOR

O POEMA DAS CIGARRAS

Comentário sobre a postagem A CIGARRA QUE FICOU – Olegário Mariano

Jairo Juruna:

No poema A CIGARRA QUE FICOU Olegário Mariano utiliza a figura da cigarra como uma poderosa metáfora para as relações humanas e a transitoriedade da vida.

Com um texto que evoca uma atmosfera de melancolia e saudade, o poeta descreve a partida em massa das cigarras (“bando fugidio”), que levam consigo “seus desejos e ânsias”, deixando um “coração vazio”.

A estrutura poética sugere que a vida é feita de ciclos de presença e ausência.

O grande momento do relato – o ponto de virada – ocorre quando uma única cigarra decide não partir. Ela se desgarrou das outras e entrou na vida do poeta, sendo descrita no poema como a mais amada e a que possuía o melhor canto.

A relação entre as cigarras e as experiências pessoais do poeta pode ser compreendida de diferentes formas.

Há as cigarras que partem, que representam as inúmeras pessoas que passam por nossas vidas de forma transitória, deixando apenas “antigas ressonâncias”. São encontros fugazes que, ao terminar, geram um sentimento de esvaziamento.

E tem a feliz exceção – da cigarra que fica – simbolizando aquela pessoa especial (o amor que fica?) que escolhe permanecer, ou que o poeta escolhe destacar em sua memória afetiva. Ela não é apenas mais uma no bando; ela traz luz (“tonta de luz”) e um significado único que as outras não possuíam.

No fim das contas, o papel desta cigarra simboliza a própria poesia e o destino do artista que faz poesia. Assim como as pessoas que passaram por ele, a cigarra é frágil, mas seu canto (ou a marca deixada pela pessoa especial) é o que sobrevive ao tempo e à solidão.

Em suma, a leitura que podemos fazer de tudo isso é que o poeta projeta nas cigarras a sua própria dinâmica social e emocional: a dor da despedida coletiva contrastada com a beleza singular de quem decide ficar e transformar o silêncio no melhor e mais intenso canto.

* * *

A CIGARRA QUE FICOU – Olegário Mariano

Depois de ouvir por tanto tempo, a fio,
As cigarras, bem perto ou nas distâncias,
Só me ficou no coração vazio
A saudade de antigas ressonâncias…

Todas se foram… bando fugidio
Em busca do calor de outras estâncias,
Carregando nas asas como um rio
Leva nas águas – seus desejos e ânsias…

E ainda cantaram na hora da partida:
Era um clamor dentro da madrugada…
Essa, entretanto, desgarrou daquelas,

E entrou, tonta de luz, na minha vida,
Porque sabia que era a mais amada,
E cantava melhor que todas elas…

COMENTÁRIO DO LEITOR

NÃO DEIXE O HINO MORRER

Comentário sobre a postagem NOVOS TEMPOS EM BANÂNIA…

Luci Oliva:

Por que não chamaram as crianças das escolas militares?

Elas cantam perfeitamente o hino.

Sempre que chamarem esquerdistas vai ser essa vergonha.

Para cantar o hino precisa tê-lo na mente, mas principalmente no coração para cantar com emoção, e isso é impossível com esquerdista.

Já assassinaram o hino a ministra da Cultura Margareth Menezes, Ludmila, Fafá de Belém, Carlinhos Brown.Todos petistas.

Vamos avisar a Alcione: não deixe o hino morrer, não deixe o hino acabar.

COMENTÁRIO DO LEITOR

CANTANDO O HINO

Comentário sobre a postagem NOVOS TEMPOS EM BANÂNIA…

Sergio Rieffel:

Eu nem estava assistindo o jogo e minha esposa me chamou para ver o horror!

Gostei! Ficou até engraçado!

Eles tentaram “personalizar” o ritmo do hino, mas esqueceram de combinar com o cara do som!

Até eu que sou um ignorante musical, sei que se quiser cantar o hino mais rápido ou no caso mais lentamente, tem que ser “à capela”.

A Fafá de Belém fez isso uma vez, ficou uma porcaria mas pelo menos não ficou essa vergonha alheia do Belo e da Alcione.

Outro problema (esse sem solução) é a afinação do Belo!

O sujeito é um notório desafinado! Até para falar ele desafina!

E tem gente comparando com a Vanusa!

A coitada ao menos estava chapadíssima de medicamentos e não sabia nem quando era dia!

COMENTÁRIO DO LEITOR

COMENTÁRIO DO LEITOR

O ÚLTIMO PRACINHA VIVO

Comentário sobre a postagem HOMENAGEM

João Francisco:

Um herói vivo que merece todas as homenagens.

O último pracinha vivo.

Que nos lembra um Brasil que lutou bravamente na Itália e por lá é muito mais reconhecido que por aqui.

Me lembro que Bolsonaro o visitou quando Presidente e lhe agradeceu pelos serviços prestados.

Foi o único PR que fez isso a um pracinha vivo.

COMENTÁRIO DO LEITOR

AH SE “SESSE”…

Comentário sobre a postagem RECONHECEU

Monteiro:

Autocrítica!?

Nem tanto.

Seria uma maravilha se, de fato, “sesse” autocrítica.

Mas, considerando o personagem, isso está mais distante de ser possível de que vermos o Flávio Dino levitar durante suas sentenças…

A declaração apenas demonstra que o mané se julga acima de tudo e de todos.

Está mais para caduquice, idiotia, ou loucura mesmo.

Agora, a frase expressa uma certa verdade… Ou meia verdade.

Mas aí fica com o eventual leitor a interpretação dessas considerações.

COMENTÁRIO DO LEITOR

CHUPADORES DE SACO MURCHO

Comentário sobre a postagem ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS

Luci Oliva:

E o babaca do Otávio Fezes, digo Guedes, da Globonewslixo, afirmou, com convicção, que o Flávio tinha fugido do Brasil e não voltaria mais.

Ele voltou e foi aclamado no aeroporto.

Essa corja não sabe mais o que fazer para chupar o saco murcho do cachaceiro corrupto.

Para não perder a grana do governo estão perdendo caráter, honra, moral e vergonha.

Quando não tiverem verdades para falar, melhor que fiquem calados que é menos constrangedor e não passarão tenta vergonha.