7 setembro 2010 UM TEXTO DE LUIZ OTÁVIO CAVALCANTI

Pesquisa feita pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, apurou que renda acima de R$ 11 mil reais não influi sobre a taxa de felicidade pessoal.
A matéria está na Folha de São Paulo, de hoje, página A 13. Acentua que “não ser pobre faz diferença no grau de bem estar, mas dinheiro perde efeito após certo valor”.
O estudo é sério, coordenado pelo prof. Daniel Kahneman, vencedor do prêmio Nobel de economia, em 2002. Para ser feliz, o importante não é ser rico, mas não ser pobre. A base do trabalho é ampla: mais de 450 americanos foram entrevistados.
Segundo o estudo, gente solitária se sente infeliz em relação a quem tem companheiro. Por outro lado, vai tornando-se mais feliz quem está envelhecendo. Aparentemente porque aprende a lidar melhor com as dificuldades.
O fator religioso é importante para o bem estar, de acordo com a pesquisa. Quem vai à igreja faz amigos, tenta compreender questões difíceis que afetam as pessoas. É o primeiro fator no ranking de uma lista de sete itens.
Aí vão eles:
Fatores que trazem felicidade Fatores que trazem infelicidade
1. Ser religioso Sentir solidão
2. Ganhar mais de 6 mil/mês Ter dor de cabeça
3. Não ser jovem Ter problema de saúde
4. Ser casado Ser fumante
5. Ter plano de saúde Sustentar alguém da família
6. Ter filhos (e digo eu, netos) Ser obeso
7. Ter curso superior Ser divorciado
Tenho certeza de que a nação fubana ocupa majoritariamente a coluna da esquerda. Boa tarde.
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