31 agosto 2010 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

Um samba que fez sucesso em 1946, O que se leva dessa vida, de Pedro Caetano, na voz de Ciro Monteiro.
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Especialista em generalidades, extremista de centro, peruador sem compromisso, dono de um currículo sem qualquer saliência digna de nota, autor de uma obra perfeitamente dispensável, azeitador do eixo do sol, ensacador de fumaça, fiscal de feiras, carnavalesco e cachacista, Papa da Igreja Católica Apostólica Sertaneja

Um samba que fez sucesso em 1946, O que se leva dessa vida, de Pedro Caetano, na voz de Ciro Monteiro.
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Mais um grande sucesso do ano de 1946, Gioconda, na forte e inconfundível voz de Vicente Celestino.

Outra marchinha tocada nos clubes no ano de 1946, a Espanhola, de Benedito Lacerda e Haroldo Lobo, na belíssima voz de Nelson Gonçalves. Já era o segundo ano consecutivo que os compositores venciam o concurso de Carnaval da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em 1945 foram vitoriosos com a música Verão do Havaí.

Um samba de sucesso em 1946, Deus me perdoe de Humberto Teixeira e Lauro Maia, cantado por Ciro Monteiro. Ciro tinha uma capacidade de improviso impressionante. Muito simpático, era chamado pelos amigos de “Formigão” e “O cantor das mil e uma fãs” pelos seus admiradores. Era casado com a cantora Odete Amaral.

No ano de 1946, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga lançavam a música Baião, interpretada por Quatro ases e Um Coringa, que fez na época um enorme sucesso.

Uma música em homenagem aos alfaiates, muito tocada no ano de 1946.
Gonzagão interpreta esta composição que ele fez em parceria com Miguel Lima e J. Portela.

Essa marchinha fez muito sucesso no carnaval de 1946 com o grupo carioca Anjos do Inferno. Cordão dos puxa-sacos, escrita por Roberto Martins e Frazão, fez com que o grupo viajasse por vários países. Inclusive, acompanhando Carmem Miranda no EUA. E em 1951 foi contratado pela Rádio Jornal do Comércio do Recife.
De quebra, aproveitando a deixa, um trecho do filme mexicano Pobre Corazon, de 1950, que conta com a participação do Anjos do Inferno, cantando a música Nós, os carecas.

A mulher e o homem dos morros cariocas, e o seu cotidiano, eram retratado nas letras do sambista Geraldo Pereira. Até hoje não voltou (1946), parceria dele com J. Portela, cantada por Ciro Monteiro, conta a história de um malandro que gasta tudo com uma mulher que o abandona pela gafieira. Um pouco também da vida de Geraldo, que viveu e morreu na boemia.
Geraldo Pereira foi morto pelo legendário Madame Satã numa briga de bar.

Uma mazurca para alegrar um domingo ensolarado.
Composição de Luiz Gonzaga.

Hoje, 2 de agosto, se completam 21 anos da morte de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
Hora do Adeus (Onildo de Almeida/Luiz Gonzaga) de 1967.

21 anos sem a presença do Rei do Baião, Luiz Gonzaga.
Documento Matuto é um baião composto em 1964 por Paulo Patrício.

2 de agosto de 2010.
São 21 anos da morte de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Hoje, 2 de agosto, se completam 21 anos da morte de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
Vamos lembrar dele ouvindo-o cantar esta bela toada da autoria de Zé Dantas.

Uma sugestão do Padre Walter Jorge para o Caçuá Musical.
Um samba da dupla Cícero Nunes e Sebastião Fonseca, na voz do inconfundível Moreira da Silva.

Hoje, 16 de julho, é aniversário de nascimento de Eliseth Cardoso, a Divina.
Se viva fosse, estaria completando 90 anos.
Vamos curtir duas interpretações fantástica na voz maravilhosa desta iluminada. Duas obras-primas da Música Popular Brasileira.
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No Rancho Fundo, de Ary Barroso e Lamartine Babo:
Três Apitos, de Noel Rosa:

Elizeth Cardoso (16 de julho de 1920 — 7 de maio de 1990)

Mais uma nova interpretação da belíssima composição de Juraildes da Cruz.
Uma canção terna e comovedora, interpretada por Triângulo Caraiva.

Um forró bem gostoso de Tarcísio Capistrano, na interpetação mais gostosa ainda de Marinês e Sua Gente.

Pra relaxar os “neuvos” num dia de jogo decisivo do Brasil.
A clássica composição de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira executada pela Orquestra Tabajara, do Maestro Severino Araujo.
O solista é Lorival Pereira no acordeon.
Música enviada pelo Padre Walter Jorge, de Pesqueira.

Uma composição de Lupicinio Rodrigues, interpretada por Francisco Alves, acompanhado de um regional.
Sugestão enviada pelo Padre Walter Jorge.


Pra fechar com chave de ouro as celebrações juninas, uma composição de Dominguinhos, dos anos 60, interpretada por ele mesmo.


Neste dia de hoje, 29 de junho, dedicado a São Pedro e dia de festa na Nação Nordestina, vamos ouvir um composição de Garoto Nordestino interpretada pelo próprio.


Marinês e Sua Gente interpretam um embalo junino muito gostoso da autoria Onildo Almeida.


Uma composição da dupla Venâncio e Corumba interpretada por Jackson do Pandeiro.


Um forró da dupla Toninha e Adão Ferreira na interpretação dos 3 do Nordeste.


Neste Dia de São João, vamos brincar de roda com uma composição da autoria de Onildo Almeida, o caruaruense que é ícone da Nação Nordestina.
A interpretação é do saudoso Coroné Ludugero.


Um forró da dupla Toninha e Adão Ferreira na interpretação dos 3 do Nordeste.


Marinês e Sua Gente cantam uma música junina da autoria de Zé Dantas e Joaquim Lima.


Uma tradicional cantiga junina da autoria de Benedito Lacerda, com Carlinhos Mafasoli e conjunto.


Dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo no embalo do São João.
Uma composição junina de Antônio Barros interpretada por Marinês e Sua Gente.


Um sacolejado gostoso da autoria de Julinho e Ary Monteiro, interpretado por Julinho e seu acordeon.


Um embalo junino da autoria de Jackson do Pandeiro e Avelar Júnior na voz de Jackson.


Uma composição da dupla Anastácia-Dominguinhos, interpretada pelo Trio Mossoró.


Um gostoso forró da autoria de Tarcísio Capistrano, interpretado pela saudosa Marinês.


Apesar do título, esta música nada tem a ver com o momento político atual.
Trata-se apenas de uma celebração junina, gravada em 1957.
Composição do imortal Zé Dantas na voz de Marinês.


E continua a programação de São João do JBF.
Composição de Antônio Barros e Jackson do Pandeiro. Canta o próprio Jackson.


Uma composição da dupla Delmiro Ramos e Vitor Oliveira na voz do saudoso Ary Lobo.


Um embalo junino da dupla Jackson e Anastácia, na voz de Jackson do Pandeiro.


Jacinto Silva alegra nosso São João interpretando uma música de sua autoria.


Uma composição da dupla Jorge de Altinho e Lindolfo Barbosa, falando da terra que tem o maior São João do mundo, interpetada pelo Trio Nordestino.


Um balanço gostoso e especial para o período junino.
Música de Manuel Euzébio e Juarez Santiago interpretada pelo Trio Nordestino.