1 julho 2010 FULEIRAGEM

NANI - CHARGE ONLINE

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1 julho 2010 A PALAVRA DO EDITOR

NOTÍCIAS DA TERRINHA

Para uma conterrânea de Palmares, que hoje mora no exterior e que me escreveu pedindo notícias da nossa terrinha, eu dedico esta postagem. Assim como recomendo que não deixe de ler outra postagem do último dia 27 de junho.

Não tenho boas notícias pra dar e a situação continua calamitosa. Um desastre, um furacão se abateu sobre a nossa querida Mata Sul e acabou com tudo.

O desmantelo foi tão grande que até o Presidente da República e o Governador do Estado estiveram lá, desfilaram em carro aberto ao lado do Prefeito Municipal e garantiram muitos votos.

A Palmares que a gente conhecia não existe mais.

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Veja este vídeo e leia esta matéria que tirei do Diário de Pernambuco:

 

 * * *

MP INVESTIGA SUPERFATURAMENTO

Enquanto a tragédia das chuvas em Pernambuco comove cidadãos de bem que se mobilizam numa corrente de solidariedade para ajudar as vítimas das enchentes, o mesmo motivo tem sido usado por aproveitadores para praticar ações de má-fé.

Preços abusivos em produtos e serviços foram observados nas cidades de Palmares e Barreiros, na Mata Sul, justamente as duas mais prejudicadas dentre as 12 em estado de calamidade pública. Na Região Metropolitana do Recife, em Jaboatão dos Guararapes, alimentos que teriam sido retirados de dentro da lama nessas cidades estavam sendo comercializados por negociantes do entorno do Mercado Público de Cavaleiro. Desde o início da semana, o Ministério Público de Pernambuco recomendou aos promotores de justiça das 39 cidades atingidas pelas chuvas que adotassem medidas necessárias para a repressão dos crimes contra a economia popular.

O promotor Darwim da Silva, que responde pelas comarcas de Palmares e Água Preta, notificou ontem a Associação de Mototaxistas de Palmares. Os mototaxistas estariam cobrando mais do que o dobro para transportar passageiros. Segundo o promotor, antes das enchentes, o valor para levar um morador de um lugar a outro era R$ 2. Hoje, custa R$ 5.

A decisão foi tomada após denúncias de que comerciantes dos municípios atingidos estariam se aproveitando da situação para cobrar mais caro pelas mercadorias, como água mineral, gás de cozinha e alimentos. No último dia 21, quando esteve em Barreiros, na Mata Sul, o Diario de Pernambuco presenciou, em um ponto comercial na entrada da cidade, um garrafão de água mineral sendo vendido por R$ 20, enquanto o preço normal é de R$ 3,5.

O promotor Darwim Silva não conseguiu flagrar o problema. Mas adiantou ter ouvido comentários nas duas cidades onde trabalha. “Orientei a população para formalizar uma queixa formal no Ministério Público, delegacia ou na polícia”, disse.

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Denúncia na OAB - A Ordem dos Advogados do Brasil recebeu uma denúncia formal, ontem, de que os preços de alimentos e artigos de higiene pessoal estavam acima da média dos praticados normalmente, no supermercado de propriedade do prefeito de Palmares, José Bartolomeu de Almeida Melo, conhecido como Beto da Usina. Segundo o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, a denúncia seria de que os preços no estabelecimento comercial teriam pipocado após a tragédia. Um garrafão de água mineral, por exemplo, teria passado de R$ 5 para R$ 20. Uma notícia-crime deve ser oferecida hoje pela OAB ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o prefeito, para que as denúncias sejam apuradas. “Se for comprovada a prática, ele poderá responder por crime contra a economia popular e prevaricação”, explicou Mariano.

Beto da Usina negou o teor da denúncia, atribuindo as acusações a intrigas feitas por um grupo político local adversário. “A gente não preciso disso. Isso é gente que é contra mim aqui em Palmares que fica inventando essas coisas”, rebateu.

O prefeito também enviou, por e-mail, uma cópia do relatório da visita feita ontem por uma equipe de fiscalização do Procon-PE ao Supermercado do Beto, de sua propriedade. No documento, o agente Aristófanes Francisco da Silva, do Procon-PE, atesta que não foi constatada nenhuma irregularidade relacionada a preços irregulares no estabelecimento.

O coordenador do Procon, José Rangel, disse que duas equipes de fiscais estão em Palmares para apurar denúncias da mesma natureza em outros pontos comerciais da cidade. O trabalho deve ser feito nos demais municípios em estado de calamidade pública.

Ontem, o Procon de Jaboatão apresentou vários pacotes de alimentos que teriam sido trazidos das cidades atingidas pelas chuvas para serem vendidos em Cavaleiro. “Apreendemos mortadela estragada, massa de pastel com validade vencida, margarina e outros produto sem validade e sujos de lama”, disse o superintendente do Procon, Jaboatão, Altamiro Fontes. Segundo ele, alguns dos produtos estavam com a embalagem suja de lama.

1 julho 2010 FULEIRAGEM

FERNANDES - DIÁRIO DO ABC

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SÓ OS ALIENADOS VÃO NESTA CONVERSA

É digno de registro, o “papo furado” com que os governos, municipais, estaduais e até o Governo Federal se utilizam para tentar encobrir as “lambanças” cometidas por eles, no que diz respeito a utilização de verbas públicas, através de “financiamentos” feitos por este país afora, principalmente para as populações distantes dos centros urbanos, visando proporcionar o surgimento de obras sem nenhuma garantia de um funcionamento específico e duradouro.

E neste aspecto, a região nordestina ganha disparada neste “abestalhamento” governamental, aderindo à programas que existem pura e tão somente, para possibilitar as “velhas raposas”, aquelas que não deixam um instante de “meter a mão no jarro”, sugando o quanto pode do Tesouro Nacional.

As recentes enchentes que trouxeram vultosos prejuízos para a população, sendo o mais legítimo reflexo de um conjunto de deficiências e fatores que, numa estratégia pra lá de “sacana” desses governos, terminaram desaguando no velho hábito de invocar a chuva como principal responsável pelos transtornos causados.

Até um leigo no assunto, deduz que as enxurradas que arrasaram algumas cidades nordestinas, tiveram o seu nascedouro, não apenas das precipitações climáticas registradas na época da devastação.

O que provocou todo o extraordinário volume de águas que passou arrastando tudo o que vinham pela frente por determinadas cidades (Barreiros, Palmares e Água Preta, só para citar as mais atingidas), foi o resultado do rompimento destes açudes e barragens “feitos nas coxas”, obras estas, levadas à efeito como sendo “realizações” deste “bando de ladrões do dinheiro público” que se apossaram dos meios os mais ilícitos, para se apossarem o quanto mais melhor, dos “percentuais” pré-estabelecidos junto aos gestores públicos interioranos.

A magnitude do volume d’água, certamente não poderia ter a chuva como a responsável direta pela sua formação. A fúria demonstrada pelas torrentes, resultou desta combinação de fatores, razão pela qual, observou-se a enorme capacidade no arrastar incontrolável de tudo que se encontrava no percurso devastador.

E como não poderia deixar de ser, a “farra financeira” fica ainda mais fácil de ser praticada, depois da verificação dos estragos. Os “urubus da coisa públicas” se apressam em provocar o aparecimento das medidas assistenciais, principalmente aquelas que resultem na disponibilidade de grandes volume de recursos.

Outra vez constata-se o surgimento dos personagens do tipo: Ali Babá e os Quarenta Ladrões –(claro que quarenta é um número muito aquém da quantidade de gatunos)-, todos eles freneticamente interessados em “embolsar” os já conhecidos “percentuais” sobre os valores dimensionados para aplicação nas mais diferentes finalidades.

Assim como sempre existiu a “indústria da seca”, consolida-se agora também, em caráter antagônico, a “indústria da cheia”. Em ambas, nunca deixarão de acontecer o fato da formação de uma “farra política” direcionada exclusivamente para caracterizar o cinismo interesseiro destes “gatunos” que hoje infestam as administrações públicas mais corrompidas, “nunca vistas antes com tamanha intensidade neste país”.

No liberar das verbas, não tem “nem choro, nem vela”: a estratégia é, entrar no circuito da “grana” e “correr para a galera”…


1 julho 2010 FULEIRAGEM

ELVIS - AMAZONAS EM TEMPO

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NOGUEIRA NETTO - BELO JARDIM-PE

Modernistas Obsoletos
 
Nossa metamorfose está banida
Pelos gênios ingênuos que alienam
Seus preâmbulos são os que envenenam
Sua veia poétia entupida
 
Até nossos vernáculos condenam
Sendo a métrica substituída
Por eunucos que geram sem ter vida
Crias mortas que as covas armazenam
 
Entrelinhas com tácitas mensagens
Por não ter escansão são desvantagens
Como o idílio curvado ao epigrama
 
Se contentem forjando seus talentos
Vocês são simplesmente fragmentos
Da poética inteiriça que nos chama

Soneto do repentista Nogueira Netto como crítica aos poetas modernista que são preconceituosos com a poesia popular nordestina.

www.nacaocutural.pe.gov.br/nogueiranetto

 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

EDER - COMÉRCIO ARARAQUARA

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1 julho 2010 A PALAVRA DO EDITOR

UMA PERDA LAMENTÁVEL

É com uma tristeza imensa que o JBF faz este registro.

Está de luto a Paraiba, está de luto a Nação Nordestina e está de luto a música brasileira.

Vejam esta matéria do Correio da Paraiba de hoje:

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Um acidente de trânsito agora há pouco na região de Itaporanga provocou a morte de quatro músicos, dentre eles dois do Sexteto de Trombone da Paraíba. Segundo informações do repórter Flávio José, da Correio Sat, entre os mortos está o maestro Radegundis Feitosa.

Relatos dão conta de que o carro em que levavam os músicos tentou desviar de um animal e acabou se chocando contra outro, em um trecho da BR-361. Com o impacto, o veículo capotou por várias vezes e pegou fogo, matando na hora todos os ocupantes do carro.

As vítimas foram identificadas como o maestro Radegundes Feitosa, de 42 anos; Roberto Ângelo, de 42; Luis Benedito, 69; e Adenilton, 24.

Dos quatro, apenas o maestro e Roberto Ângelo fazem parte do Sexteto da Paraíba, que iria se apresentar hoje à noite em Itaporanga como parte das comemorações do aniversário da cidade.

Neste momento, muitas pessoas estão se deslocando para o local do acidente, já que as vítimas são de Itaporanga e de reconhecimento internacional, no caso do maestro de Radegundes Feitosa.

* * *

RADEGUNDIS FEITOSA (Itaporannga – PB, 1962-2010).  

 

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Mestre pela “The Julliard School” (New York, USA, 1987) e doutor em trombone performance pela “The Catholic University of America” (Washington, D.C, USA, 1991), orientado por Per Brevig. Participou da Orquestra Sinfônica da Paraíba e da Bahia. Foi vencedor de vários concursos nacionais e internacionais como Jovens Concertistas Brasileiros em 1984-85, Jovens Intérpretes da Música Brasileira, em 1984, “East and West Artist” para debut no “Carnegie Recital Hall”, em New York, USA. Professor de trombone da UFPB, desde 1983..

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O paraibano Radegundis Feitosa era um dos maiores trombonistas brasileiros. Tendo feito carreira no Nordeste e no exterior (onde fez seu doutorado em trombone), não é devidamente conhecido no resto do Brasil. Para ajudar a resolver isto a gravadora CPC-Umes está lançou seu disco em 2002 “Concerto Brasileiro”, onde mostra todo seu virtuosismo e é acompanhado pela Camerata Brasílica, grupo de instrumentos de cordas.

O cd pode ser adquirido através da página Americanas.com

* * *

O JBF pesquisou na internet e oferece aos seus leitores estes dois vídeos nos quais pode se ter uma pequena idéia do talento de Radegundis Feitosa:


 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

AROEIRA - O DIA

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http://sergiobgomes.wordpress.com/
O BOM MENINO

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1 julho 2010 FULEIRAGEM

DÁLCIO - CORREIO POPULAR

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CARDEAL BERNARDO - MACEIÓ-AL

Mestre Papa,

veja que desmantelo da gota.

Pra quem já gosta de tomar uma talagada, é se mudar de mala e cúia e de vez em quando dar um pulinho em casa.

Com os respeitos do Cardeal

R. Essa já foi publicada aqui. Mas fica valendo a máxima de que safadeza nunca é demais no JBF.

* * *

BAR FAZ SUCESSO COM GARÇONETES NUAS


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Um barzinho aberto há um ano e meio em Amsterdan, na Holanda, vem fazendo o maior sucesso, embora não tenha strip tease como a New Sagitarius de Belo Horizonte ou a Zoom de Montes Claros. Ou boêmios e poetas como a Cachaçaria do Durães. Muito menos música ao vivo como o Curralzin do Boi ou a tradição dos botecos do Mercado Central. A grande atração do barzinho holandês é o cardápio de bebidas impresso no corpo nu de quatro garçonetes loiríssimas, cara de uma, focinho da outra…

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Situado no porto de Amsterdan, o bar traz o nome das bebidas e o preço de cada uma estampados na pele em pêlo das meninas.

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Elas trabalham em quatro salões e  um jardim de inverno, nos quais deixam a clientela muito à vontade.

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Ninguém se atreve a mexer com as garçonetes, fora uma gracinha ou outra tolerada pela gerência.

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O salário de cada gatinha dessas aí é de 4 mil euros por mês, variando a gorjeta diária em torno de 350 euros.

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Detalhe importantíssimo: todas elas são casadas, não se tendo notícia de que seus maridos freqüentem o local.

1 julho 2010 FULEIRAGEM

GERSUS - CHARGE ONLINE

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PRA SÃO JOÃO DECIDIR

Uma composição de Lupicinio Rodrigues, interpretada por Francisco Alves, acompanhado de um regional.

Sugestão enviada pelo Padre Walter Jorge.

 

 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

J. BOSCO - O LIBERAL

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“CHOFÉ PISA INTÉ O DIABO…”

(in “OTHONIEL MENEZES – Obra Reunida”, no prelo – Editora UNA, Natal-RN)

“Vangloriando-se de que era capaz de fazer num automóvel, certo Nestor dos Anzóis, que era chauffeur, afamado cantador e mestre de samba, lembrado por José Martins (Luzes do Canaã, ed. Imp. Industrial, Recife), improvisava, convicto:

Num artamove,
faço tanta piruêta,
que as roda fica zambeta,
com vontade de sartá.
No aceilerá,
meu sapato láiga a sola,
passageiro vira bola
e o carro vira biá…”

Tal e qual. Por esta, se afere, com raríssimas exceções, a mentalidade universal do motorista, o impune, o intangível semeador de cruzes, na era moderna, em todas as “curvas da morte” das rodovias de penetração. A um velho repentista, aleijado de ambas as pernas, e que pede  esmolas aos passageiros do trem da Central, em Duas Estradas (Paraíba), ouvimos esta admirável sextilha, ritmada ao tinir de uma moeda de níquel na tigelinha de flandres:

Chofé, pisa Deus e o mundo,
e só não pisa baleia
porque roda de pneu
no mar não se arrimideia.
Chofé pisa inté o diabo
mas não vai para a cadeia…

Tal e qual…”

1 julho 2010 FULEIRAGEM

REGI - AMAZONAS EM TEMPO

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COPA DO MUNDO 2010 - CAMISAS

Camisas personalizadas

Brasil na Copa 2010

Adquira a sua!

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http://www.oimaginariobg.com/swf/camisas_brasil.html

 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

RICO - VALE PARAIBANO

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PROPAGANDA TRARÁ ADVERTÊNCIA

Segundo resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, publicidade de alimentos com alto teor de gorduras nocivas, sódio e açúcar trará, dentro de 180 dias, advertência quanto aos seus possíveis efeitos adversos, como problemas cardíacos, obesidade, diabetes ou cárie dentária.

Para Virginia Weffort, da Sociedade Brasileira de Pediatria, a medida poderia ter ocorrido há muito mais tempo. Para Ailton Diogo Rodrigues, do Conselho Federal de Odontologia, a orientação serve para mostrar que alimentos aparentemente inofensivos podem trazer sérios problemas à saúde, enquanto para Bruno Geloneze, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, “Toda e qualquer medida que vise controlar a obesidade é bem-vinda”. Concluem os especialistas que, acima de tudo, é necessária a conscientização das pessoas, no que estão cobertos de razão.

Segundo a Anvisa, as frases de alerta terão o mesmo destaque que a propaganda. Na televisão e no rádio, o aviso deverá ser pronunciado pelo personagem principal; no material impresso deverá causar o mesmo impacto visual que as outras informações, e na internet precisará ser permanente e visível, sendo proibidos símbolos, figuras ou desenhos que possam causar uma interpretação falsa, erro ou confusão em relação à origem, qualidade e composição dos alimentos. Não será permitido, em nenhuma hipótese, afirmar que determinado produto é nutricionalmente completo ou que garante a saúde.

Em síntese, anunciantes investirão 50% de sua verba para vender seu produto e outros 50% para advertir o consumidor quanto ao perigo de consumir aquele mesmo produto. Fabricantes de alimentos, anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação que não cumprirem a resolução poderão receber a notificação de interdição ou multas entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.

A propósito, nestes tempos de propaganda eleitoral, convém uma resolução que coíba promessas vãs e previna tantos desapontamentos. Afinal, invariavelmente os empossados costumam esquecer os compromissos dos candidatos.


1 julho 2010 FULEIRAGEM

CLAYTON - O POVO

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1 julho 2010 DEU NO JORNAL

UM TEXTO DE JANIO DE FREITAS

A AJUDA DA VÍTIMA

Os números são inseguros. Nem é necessário que não o sejam. Tanto faz se são as 157 mil pessoas contadas pelo governo, ou 130 mil, 160 mil, tanto faz. As fotos e os vídeos dizem o suficiente sobre a monstruosidade da tragédia que arruinou 27 municípios de Pernambuco e Alagoas, onde pessoas incontáveis catam na lama e na água fétida algo que comer, dar aos filhos e aos pais, e vagam atônitas sobre os resíduos do que foram suas casas, suas ruas, suas cidades.

Não há o que culpar ao restante do país absorvido pela Copa, sob a pressão uníssona dos meios de comunicação. Quando a Copa acabar, ou se antes o Brasil for eliminado, por certo veremos como os meios de comunicação são dedicados ao que chamam de sua função social, e até dizem ser a sua finalidade primordial.

Aí, sob essa nova pressão muito interessante para ajudar imagens e conceitos, virá boa ajuda aos desgraçados que a esperam para beber e comer algo sem lama e contaminantes. É só a Copa deixar.

Alguma coisa tem ido, por iniciativa do governo. Além de muito insuficiente para o necessário a alimentação, vestuário e abrigo, a distribuição é difícil e, em certas áreas, ainda impossível.

Vacinas, remédios, recursos para restauração de postos de saúde e dois hospitais já estão encaminhados. E as Forças Armadas foram menos indecisas, para iniciativas de socorro, do que nas catástrofes recentes em Santa Catarina e NO Estado do Rio (duas, em Niterói e Angra). Mas as providências de primeiro momento não são tudo. E depois delas o costumeiro é outra forma de desgraça.

Os governos falam muito e sempre, a cada um desses desastres, nas verbas que estão determinando para isso e aquilo. Mesmo quando mandadas destinar, o que ocorre apenas com uma parte do anunciado, a burocracia as espera com um calendário sem final.

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1 julho 2010 FULEIRAGEM

DUKE - O TEMPO

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É HOJE! - PARA OS LEITORES DO RECIFE E OLINDA

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1 julho 2010 FULEIRAGEM

JUNIÃO - DIÁRIO DO POVO

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GRANDES MESTRES DA SANFONA (10)

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Abdias Filho, grande mestre dos oito baixos

José Abdias de Farias, nascido em Taperoá-PB em 13/10/33 e falecido no Rio de Janeiro em 03/03/91, foi um grande sanfoneiro, arranjador, compositor e produtor musical. Artisticamente, ficou conhecido como Abdias, Abdias dos Oito Baixos ou Abdias Filho. Foi por mais de vinte anos casado com a cantora Marinês, também falecida.

Como a grande maioria dos sanfoneiros aprendeu a arte com seu pai. Foi grande tanto na sanfona como no acordeom (ou acordeão) de 120 baixos, que ficou conhecido também como sanfona depois que Luiz Gonzaga se recusou a ser chamado de acordeonista. Exerceu o cargo de diretor artístico da CBS e chegou a ser um destacado produtor musical.

Começou a gravar em oito baixos em 1960 pela Colúmbia, teve uma breve passagem pela Harmony, e em 1963, fez sua estreia pela CBS na qual com pouco tempo assumiu o cargo de diretor artístico. Da sua iniciativa foi que nasceu a mais famosa coletânea junina de todos os tempos, a Pau de Sebo.

Abdias integra o elenco dos caras mais malassombrados do Brasil com uma sanfona de botão nas mãos. Geraldo Correia, Zé Calixto, Arlindo dos Oito Baixos e Abdias se destacaram também por serem muito apaixonados pelo frevo, mas enquanto aqueles três se dedicaram muito ao choro, Abdias tinha verdadeira paixão pelo samba. O samba matuto ou de latada que muitos pensam que é uma criação de Josildo Sá, na realidade começou com ele quando gravou Pra Não Morrer de Tristeza, de autoria do mestre João Silva e Kboclinho tendo João Silva como vocalista.

Na verdade, esse samba apracatado ou da raça, como o chama João Silva, sofre de um preconceito da gota serena. Só quando artistas do quilate de Paulo Moura e Nei Matogrosso resolveram gravá-lo foi que os críticos do sudeste maravilha passaram a dar um pouquinho de atenção ao gênero.

Mas ninguém irá encontrar nada que afirme que Abdias foi um grande músico de samba e isso é uma grande injustiça porque na sua discografia há inúmeras músicas gravadas que estão catalogadas no rol daquela elite de compositores chamada de “fina flor do samba”.

Pra recordar Abdias vamos reviver dois de seus grandes sucessos. Do forró, selecionei Amansa Povo, de Luiz Moreno e J. Cipriano, música que em alguns recantos do Nordeste ficou conhecida como Amansa Corno. E dos sambas gravados por ele escolhi Falsa Baiana, de Geraldo Pereira, que conta com a participação de Oswaldo Oliveira como cantor. Apreciem o talento desse paraibano tanto no forró quanto no samba.

Boa audição!

 

 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

HERINGER - CHARGE ONLINE

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BEM DIZER, ELA CANTOU

Cantou ou não cantou?

Da altura de um bocal
De atarraxar lua cheia
Era a paixão que eu sentia
Por Hermegilda Candeia.

Uma das tais Hermegildas
Que fez meu peito emergir…
Patativinha de igreja
Dessas que a voz estreleja
As noites do Cariri.

Tinha o cabelo comprido
Feito o vestido de Eva
Tinha a pele cor de unha
Antes de o esmalte iludir
Pra mode ser uma princesa
Stephanie ou Diana
Só lhe faltava a alfândega
Carimbar que era dali.

Eu, franciscano em dinheiro
Gravetozinho na vida
Já me sentindo garapa
Não me afoitava dizer-lhe
De fala, tantinho assim…

Criei braveza e audácia
Desembainhei toda a alma      
Fechei os olhos e os pulsos
E disse pre`la me ouvir:
– Gildinha, canta pra mim !!!???

Ela disse:
– NÃO!! Pra não te pôr mau-olhado
E nem cair em pecado!

Bem dizer, ela cantou
Cantou ou não cantou?????

1 julho 2010 FULEIRAGEM

MIGUEL - JORNAL DO COMMERCIO

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FOME 1 X BRASIL 0

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No Recife, quando os jogos verde-amarelos da Copa são às 11h ninguém pode sair da empresa até as 12h. Mas, aí, sempre tem uma galera que manda buscar um galeto na brasa pra almoçar com farofa de ovo e arroz, enquanto assiste o primeiro tempo. Já eu, como não gosto nem de comer pouco na frente dos outros nem que olhem quanto eu como muito, prefiro sair pra almoçar no intervalo do meio-dia. Melhor ainda se for com um colega de trabalho fastioso: o pirão que a pessoa não quer, passa pro meu prato; e a batatinha que ia sobrar também! Afinal, nesses tempos de inundação em Pernambuco, não é pra a gente tá estragando comida. Eu pelo menos garanto, assim que acabar o segundo tempo, transformar tudo em “água preta” ou num “barreiro” só. Sem desperdiçar nem um “pau d´álho” nem dois “palmares”.

1 julho 2010 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO - DIÁRIO DO NORDESTE

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1 julho 2010 A PALAVRA DO EDITOR

FAZ SENTIDO. SEMPRE FEZ SENTIDO.

O Senador Fernando Collor, principal palanque da candidata de Lula, Dilma Roussef, nas Alagoas, lançou ontem sua candidatura ao governo do estado prometendo rigor na segurança pública e no combate à violência. Alagoas consegue a proeza de ser mais violenta e insegura do que Pernambuco.

Vejam este trecho do seu discurso:

— Dou recado aos bandidecos de merda: que saiam de Alagoas, ou vão sentir a minha mão mais pesada, que vai cair sobre eles. Vocês vão deixar a sociedade alagoana em paz.

Agora prestem atenção nas figuras que estavam ao lado dele no palanque:

- Deputados Cícero Ferro (PMN) e João Beltrão (PMN), que já foram presos, acusados de pistolagem e respondem por formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro, crime contra o sistema financeiro e o desvio de R$ 300 milhões da folha de pagamento da Assembleia Legislativa.

- Deputado Marcelo Victor (PMN), acusado de agredir um funcionário da companhia de energia de Alagoas que descobriu um “gato” (roubo de energia) na casa do parlamntar.

- Deputado Francisco Tenório (PMN), acusado de desviar dinheiro da Assembleia Legislativa.

O palanque alagoano de Collor é uma reprodução daqueles comícios onde Lula fala em moralidade e combate à corrupção, tendo ao lado Zé Sarney, Roseana, Jáder Barbalho ou outro ladrão qualquer, de outro estado qualquer.

Ou seja: os estados brasileiros apenas estão reproduzindo o cenário, as alianças e as práticas da administração federal.

Faz sentido. Como diz o ditado, o exemplo vem de cima.

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“Pra esse aqui eu assinaria um cheque em branco”

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Fernando Collor, aliado fiel de Lula e principal palanque de Dilma Rousseff em Alagoas

1 julho 2010 FULEIRAGEM

AMÂNCIO - TRIBUNA DO NORTE

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AS OUTRAS FACES DAS TRÊS MOEDAS

No sábado passado, li na coluna OPINIÃO, do Diário de Pernambuco, o excelente artigo “As três moedas”, de autoria do empresário Antenor Lino. Ele narrou com detalhes uma cena bastante curiosa que aconteceu no Shopping Center Recife, onde uma senhora lhe deu três moedas, simplesmente por vê-lo em uma cadeira de rodas. Antenor, um empresário e executivo bem sucedido, ao ver as três moedas em sua mão direita, olhou para aquela mulher e lhe disse: “a senhora não está entendendo, eu não preciso destas moedas”.

Mas a mulher apertou a sua mão e lhe respondeu: “aceite-as, é pouco, mas é de coração”, e foi embora. Com esse fato, como ele mesmo narrou, Antenor compreendeu que “a sociedade tem o seu mundo, os seus hábitos, os seus paradigmas, a sua cultura” e que “aquela senhora foi muito mais generosa do que caridosa”.

Tanto quanto Antenor, sua esposa e seus amigos, eu fiquei surpreso ao saber daquele fato e concordei com ele a respeito da nossa sociedade, mas é preciso lembrar que existem as outras faces das moedas, pois enquanto aquela senhora se compadeceu dele, acreditando que só os pobres têm “problemas” e tentou amenizar o “sofrimento” de um deles, outros utilizam a miséria do povo para levar vantagem.

Devido às catástrofes ocorridas em Pernambuco e Alagoas com as chuvas da semana passada, onde milhares de pessoas perderam tudo o que tinham, nós pudemos constatar as outras faces dessas moedas. Enquanto milhões de brasileiros, de todos os recantos do país, agiram com generosidade enviando roupas, comidas, dinheiro e até prestando serviços voluntários, para ajudar os desabrigados da cheia, outros elementos dessa dita sociedade, passaram a tirar proveito da situação com o intuito de ganhar dinheiro fácil.

Um garrafão de água mineral, que custa em torno de três reais, passou a ser vendido pelos aproveitadores da miséria do povo, por até quinze reais. São esses “cidadãos” que se encontram nas esquinas e bares da vida para falar mal dos políticos e dizer que todos são corruptos. Que todos calçam quarenta. São esses mesmos “cidadãos” que dizem querer ver os políticos corruptos na cadeia e que nas eleições votam nas piores espécies de políticos em troca de cargos comissionados para eles ou para alguns de seus parentes.

São esses mesmos “cidadãos” que jogam lixo nas ruas, compram e vendem sem notas fiscais para não pagar impostos, oferecem propinas aos policiais rodoviários quando são pegos com os documentos do carro atrasados ou dirigindo embriagados. Esse tipo de “cidadão” participa da mesma sociedade descrita pelo empresário Antenor Lino e representa as “outras faces” das moedas daquela senhora generosa que o ajudou no Shopping.

Nas “três moedas” descritas por Antenor, ele acredita que “a sociedade vai evoluir” e que, “em ambos os mundos, o melhor mesmo é sorrir e nunca chorar”, porém nas outras faces dessas moedas, que vimos nas atitudes de quem explorou a miséria dos flagelados da cheia, chorar, talvez seja a melhor opção.

 

1 julho 2010 FULEIRAGEM

MYRRIA - A CRÍTICA

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BISPO WÉLINTON ALENCAR - TRINDADE-GO

Papamolhado,

Mas uma vez passo o relato e algumas fotos à esta Sé da ICAS, das desobrigas que este Bispo tem feito, desta feita em terras nordestinas.

1- Juazeiro do Meu Padrinho. Como está suja e mal cuidada esta querida  Cidade!. Se mau cheiro saisse em foto, como senti neste bueiro na esquina das Ruas São Pedro com Santa Luzia, tenho certeza que  o bodum empestaria este Jornal. Água  de esgoto correndo nas valas das ruas centrais, as lagoas de decantação, lá na estrada do Horto, exalando  ácido sulfídrico, o escambau! Não é atoa que meu Padrinho tá querendo mudar para o Horto, lá em cima o ar  cheira a  bonina..

Quatro amigos meus, destes, dois já se foram ao Grande Encontro: a Beata rezadeira Alagoana, aquela que meteu a peixeira no buxo do marido cachaceiro, que lhe batia e ainda lhe traía., dentro da sua própria casa e  Tõe do Ouro, meu amigo que vendia ouro (trancelins, pulseiras, anéis) em uma lojinha, abaixo do Horto. Restamos meu amigo Mauro Aleijado, residente lá no Joelho de Pedra e Seu Lino taxista lá da Igreja do Socorro e eu. Será que ano que vem estaremos juntos de novo?

2- Velho Açude do Louro (Irecê), onde mora minha Mãe. Está água tem cheiro das primeiras gotas da chuva nas terras secas do Sertão e gosto de Saudade. Tá com pouca água, quase seco. Fogueira em pé, enfeitada e queimada de 23 para 24 de junho, preparada com brindes para a farra da meninada  ( priminhos, sobrinhos, filhos de amigos )

3- Volto com as baterias sentimentais recarregadas e pronto para mais um ano de trabalho  já sentido vontade de voltar…

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1 julho 2010 FULEIRAGEM

SINOVALDO - JORNAL NH

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1 julho 2010 DEU NO JORNAL

UM TEXTO DE PIERRE LUCENA

FALTA ELENCO NO TIME DO BISONHO

 

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Leopoldo Galtieri e Dunga, estrategistas de araque

Com o país à beira do caos econômico, a Junta Militar que governava a Argentina em 1982, resolveu invadir e retomar as Ilhas Malvinas, recuperando o patriotismo dos argentinos, e ganhando sobrevida junto à população. Como era impossível enganar tanta gente por muito tempo, a Argentina foi humilhada e a Junta Militar acabou ruindo, e o presidente da Argentina, o General Leopoldo Galtieri acabou defenestrado do Poder. Mas já era tarde demais, e essa aventura militar foi responsável pela morte de 649 argentinos.

Com um time sem brilho e sem apoio da população, Dunga resolveu fazer estratégia semelhante, comprando briga com a Rede Globo. Com isso acabou ganhando o apoio de um monte de “patriotas” que acreditam que a Globo é o demônio, esquecendo que Dunga é um treinador fajuto. De uma hora para outra, Dunga deixou de ser um trinador burro e retranqueiro, para virar o símbolo da coragem e da genialidade.

Dunga é o chefe da Junta da Seleção Militar Brasileira. É o nosso Leopoldo Galtieri.

Como disse, não é possível enganar tanta gente por tanto tempo. O General Argentino ainda conseguiu enganar por 2 meses, antes dos navios ingleses chegarem. Dunga enganou por apenas 4 dias, quando precisou colocar em campo seu “exército de cabeças de área”.

A partida de hoje contra Portugal deixou evidente aquilo que todos diziam: o Brasil tem um time mas não tem elenco. Se Kaká não jogar, não há possibilidade de alguma criação no meio de campo.

O time hoje depende única e exclusivamente das jogadas do meia do Real Madrid, já que não tem jogador para o substituir. Com a opção por Kleberson e Julio Baptista, ao invés de Ronaldinho e Ganso, só resta ao Brasil rezar para que Kaká esteja bem. Julio Baptista, reserva do Roma e da Seleção, não criou uma jogada que prestasse em 80 minutos de jogo.

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1 julho 2010 FULEIRAGEM

AMARILDO - A GAZETA

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1 julho 2010 A PALAVRA DO EDITOR

UM DIA DE FÚRIA (2)

Mais um dia de fúria do técnico Dunga para os leitores do JBF.

 


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