15 julho 2010DESEJOS PROIBIDOS DO PULMÃO
Viver de oco estufado feito pulmão de Popeye
Cheio de fumaça-doida e maneirar tranquilão.
Respirar feito tilápia na piscina das mulheres
Ser importante e vital, mas nunca radiografado
Permanecendo amoitado nos pordentro do sujeito
Protegido pelos ossos, feito carne de siri
E viver discretamente feito pâncreas por ali.




































15 julho 2010 às 11:30
Cada vez mais admiro o Cardeal Quirino! Que gênio ilumina uma criatura dessas? Só gênio de gênio…
15 julho 2010 às 16:06
Não há outra palavra para definir Quirino, se possível fosse definí-lo numa palavra só: Gênio. Até quando fala do nada-poético, a poesia se faz presente, se amostra em verso e rima de fazer inveja ao mais nobre dos Poetas, seja ele quem for. Envaidece-me tê-lo como colega no colégio cardinalício.
15 julho 2010 às 16:36
Puxa,eu,aqui da minha condição de admirador desse conterrâneo da mulesta não o chamo de poeta poque poetas smos nós(os loucos)ele é,como citaram os confrades anteriores um GÊNIO,um gênio consciente! parabens.Sucesso sempre!!!!