12 julho 2010HISTÓRIA DE MINHAS MÚSICAS – 14
FINO CORTEJO
Em 2004, fizemos, eu e Adalberto Cavalcanti (ou Beto do Bandolim, como prefiram) uma valsa para inclusão em um espetáculo encenado no Teatro Santa Izabel, aqui em Recife. Foi interpretada por Geraldo Maia. Recentemente fui consultado sobre a possibilidade de ela vir a constar do trabalho que está sendo desenvolvido por Gonzaga Leal, grande cantor e referência cultural, num disco de músicas pernambucanas. O arranjo da versão que se escutará é de autoria de Adalberto Cavalcanti.
FINO CORTEJO
de Xico Bizerra e Adalberto Cavalcanti (Beto do Bandolim)
Interpretação: Kelly Rosa
os astros e a lua em fino cortejo
louvam o beijo que hei de te dar
a noite que se achega me deixa feliz
um corpo que se ameiga
e tua boca doce que sorri e diz: meu amor
a flutuar no céu brilhos de emoção
meu coração igual ao teu, sorrindo ao bater
no espaço-esplendor, desabrochar de flor
e eu a confessar ao mundo o meu amor
tu és, raio de luz numa noite escura
tu és, porção-milagre, bálsamo que cura
estrela mais que fulgente num céu carregado
és meu pedaço de paz sonhado
és tu, que quando perto, beleza ‘in natura’
és tu, que mesmo longe, anjo de candura
hei de ter-te sempre aqui, meu amor, bem juntinho a mim
pois és o meu eterno sim




































12 julho 2010 às 10:13
Belissima valsa Cardeal. Adoraria ter a partitura dela. Valsa e piano formam um par perfeito.Parabéns.
12 julho 2010 às 10:33
Providenciarei, Cardeal. Tenha só um pouquinho de paciência.
Abraço,
12 julho 2010 às 10:39
Por falha indesculpável de minha parte, omiti o nome da intérprete da valsa FINO CORTEJO: trata-se de KELLY ROSA, cantora das mais talentosas de nosso meio musical, cantante de valsas, choros, sambas e, agora, também de forró.
13 julho 2010 às 1:12
As vezes eu tenho a impressão que fico enchendo o saco do Cardeal Xico. Mas os fãs de carteirinha são assim mesmo Cardeal. Se avexe não.