Este vídeo que vocês vão ver agora foi feito por uma TV estatal de um país latino.
No início do mês de agosto passado, acontecia uma entrevista com um cidadão no meio da rua. O programa estava sendo transmitido ao vivo e o tema da matéria era música. De repente, outro cidadão, bêbado, interrompeu a gravação, se postou à frente da câmara e declarou que o problema do seu país era a fome, a falta de alimentos. Ele gritou: “O que nos faz falta é um pouco de comida! Faz falta comida, pois há uma tremenda fome!”.
Um grito que foi escutado, ao vivo, no país inteiro.
No mesmo mês de agosto, dia 12, Juan Carlos González Marcos, o bêbado, conhecido como “Pánfilo”, foi sentenciado, num julgamento sumaríssimo, a dois anos de prisão pelo delito de “periculosidade social pré-delitiva”, conforme reza a lei do seu país.
O leitor do JBF que adivinhar em que país aconteceu este fato absurdo e aterrorizante, vai ganhar o Prêmio Frei Betto de Fome 1000.
O prêmio será entregue numa cerimônia animada com muita salsa, garrafas de rum, charuto Havana e contará com a presença de José Dirceu e do Ministro Tasso Genro que, durante a festa, lerá uma mensagem do cumpanhero Presidente Lula dirigida ao cumpanhero presidente do país de Pánfilo.






























23 novembro 2009 às 19:32
Falta dinheiro para comida, mas sobra p/ cachaça…igual a um país que eu conheço!!!
23 novembro 2009 às 19:51
Ele não disse que falta dinheiro. O que falta é comida pra ser comprada!
23 novembro 2009 às 20:08
Não acredito que os amantes das leis não irão defender a pena aplicada exemplarmente a esse malfeitor!!! Se quer ser bêbado e falar merda, vá ser Presidente!!!
23 novembro 2009 às 21:07
Este ano de 2009 George J. Bartusek Jr., um norte-americano de 51 anos, foi condenado em um julgamento sumaríssimo a seis meses de prisão em regime de liberdade condicional por ter sido pego trepando com bonecas infláveis mum estacionamento de um país aí.
Já um milionário norueguês foi multado em mais de duzentos mil reais por dirigir bêbado e ainda teve sua carteira cassada!
Ou seja, faça sexo com bonecas inbfláveis em casa e se beber não dirija nem fale mal do governo!
23 novembro 2009 às 21:12
Numa festa um golega de minha bessoa estava totalmente chapado, chegou pro dono da casa naquela voz bastosa de bebo e perguntou:
- Desculpe-me, mas limão tem pena?
- Como é que é?
- Dô berguntando se liiiimão tem pena? - rebetiu meu gumpade bêbo.
- Creio que não - respondeu o dono da festa, rindo na gara dele.
- Epa! - disse meu aammmiiigo bebbummm soluçando igual bêbo.
- O que foi? perguntou o dono da festa e da casa.
- Então acho que espremi seu canário na minha caipirinha, hic!
Blleaarrghhhh!
23 novembro 2009 às 23:55
O primeiro cidadão (de chapéu branquinho, limpo e rasgado! ! !) foi interrompido por outro bebim com dentes perfeitos e aspecto saudável, igual o outro. Nos dois, nenhum sinal de quem passa fome… Isso tá me cheirando a coisa engendrada.
Bem diferente dos nossos sertanejos, personagens do Velho Graça, Zé Américo e Guimarães Rosa.
Esses negros, com toda essa saúde, estão precisando é de ir curar esses porres e voltar ao trabalho.
Porém, em matéria de deboche e ironia, o Goiano tá dando um banho…
24 novembro 2009 às 5:42
A situação é tão absurda e medievalesca que o jeito é este mesmo: fazer graça e ironia e esquecer o que os juristas chamam de “mérito” da matéria.
Ou fazer feito Natan, falar disparates como “tá me cheirando a coisa engendrada”, num tácito reconhecimento de que o fato é gravíssimo.
Pobre Cuba, pobre povo cubano…
24 novembro 2009 às 6:15
Um milionário bêbado dirigindo é preso e tem a carteira cassada (isso é Lei em qualquer civilização).Outro fudendo uma boneca inflável num local “público” (às vistas de todos) com base em Lei é preso e cumpre em Liberdade Vigiada (pequenas causas).Já um bêbado reclama a falta de COMIDA no país e é preso e condenado a 2 (dois,DOIS) anos de detenção.
Realmente são casos BEM SEMELHANTES. Principalmente se você for “torcedor” dessa que se diz zisquerdas.
24 novembro 2009 às 6:18
Quando um zisquerdista fala, a primeira coisa a ser atacada é sempre a lógica!
24 novembro 2009 às 9:54
A logica das zisquerdas e a que serve a eles. Nao tem nem bom senso.
24 novembro 2009 às 10:07
Meu papa, acho que SS se equivocou. Quando falei de ‘coisa engendrada’, estava pensando na blogueira cubana Yoani Sánchez. Essa danada magrela é raçuda, tenho que reconhecer. Ela me lebra aquela sequestrada pelas heróicas FARC, a Ingrid Betancourt.
Vou ser mais claro: Esse vídeo é uma armação!
Repito: os dois negros pode sofrer qualquer coisa, menos fome.
Só pra lhe refrescar a memória: Cuba é o único país do mundo onde não há crianças de ruas, dormindo debaixo de pilotís, nem fazendo arrastão nas praias. Todos estudam (ensino de primeira) e se alimentam bem.
O Lula está ensaiando chegar lá também, só que aqui é mais difícil, pois os governos anteriores deixaram a coisa tomar corpo.
Até os ‘pés-inchados’ da Ilha de Fidel são de muito boa aparência física; ou seriam ‘atores’ contratados por dª Yoani Sánchez?
Tudo indica…
24 novembro 2009 às 10:37
Continua valendo o que eu disse: diante dos fatos, só resta dizer que é mentira e armação. Muito comum nas ditaduras e nos admiradores dela.
Tá lembrando quando os generais brasileiros garantiam que não havia tortura no Brasil???
É a mesma coisa.
24 novembro 2009 às 15:12
Creo que en matéria de ironía no perdemos para otros ironistas del Rornal de la Biesta Hubana!
No Brasil, um dos significados para “rama” (”jama” pronuncia-se “rama”)
tá no dicionário assim: “Rama - s.f. Bras. Pop. Cana, cachaça”.
24 novembro 2009 às 15:44
Fala sério! Não creio que haja fome em Cuba! Pode-se debater com segurança questões relacionadas a violência institucional, à falta de liberdade (de imprensa e outras), à ausência de produtos de luxo e conforto e muitas outras relacionadas à problemática do socialismo no mundo, hoje em Cuba, na China e onde mais ainda vige a “ditadura do proletariado”. Mesmo esses problemas dos países comunistas têm defensores, que argumentam seriamente, fundamentadamente, sob determinados pontos de vista relacionados à manutenção do socialismo, como a pressão internacional para que esses países reingressem no bloco dos “mundos livres”, com Deus e pela Família, e a atração que os países capitalistas exercem sobre as pessoas pela visão da “maçã de ouro”. Enfim, é tudo uma questão de opção: há quem prefira o capitalismo, com todos os defeitos que tem, como a absoluta desorganização da economia e da produção, com os altos índices de vícios e criminalidade, com a pobreza extrema lado a lado com a abastança e a ostentação, mas tendo por outro lado as vantagens do que chamamos de democracia, que é o regime das liberdades amplas e da possibilidade de elegermos nossos representantes políticos, safados ou não, e com a possibilidade, também, de qualquer um poder vir a ser podre de rico, ainda que para isso deva em geral enganar, subtrair, corromper e ser corrompido etc.; e há quem prefira o socialismo, que visa distribuir os bens com igualdade e justiça, que pretende ter um estado bem organizado política, econômica e socialmente, que prega, de uma forma simplificada, que tudo é de todos (o Estado é a encarnação do povo), onde todos tenham acesso em igualdade de condições à saúde, à alimentação, à habitação, à educação, ao lazer e outras vantagens, mas que tem o “defeito” de, por dividir tudo igualmente, só poder dar amplo conforto a todos quando os bens forem suficientes para uma distribuição farta, e que vem apresentando, historicamente, os problemas relacionados à violência ionstitucional, ao amordaçamento das pessoas e da imprensa, ao fechamento de fronteiras, à instituição de castas e outros.
Há, assim, divergências insuperáveis entre os que se postam de um lado (esquerda) e de outro (direita), como, por exemplo, verificamos no site católico onde um indivíduo dá o seu “testemunho” a seguir e em seguida é contestado por quem não concorda com seu posicionamento. Vejamos:
“Recebido em 6/7/99
A quem interessar possa!
Li todas as respostas sobre Fidel Castro. Gostaria de acrescentar o meu parecer sobre o presidente de Cuba, com bases em estudos e vivência - pude estar com eles algumas vezes.
Vivi na Ilha durante três anos entre 1989 até 1992 como estudante de pós-graduação em Antropologia e Estudos Socioeconômicos da América Latina, na Escola Internacional de Periodismo “José Martí”, e após o curso como tradutora e correspondente para o Brasil.
Seguinte: nunca vi, neste ínterim, alguém passar fome em Cuba. Nunca vi algum desempregado, nem violência, nem pessoas tristes, nem mendigância. Não existem analfabetos na Ilha. Saúde e educação há 40 anos é de graça para todos. As pessoas pagam apenas 10% do salário em aluguéis. Não há favelas - existem curtiços sim, mas todos vivem com dignidade e com direito ao médico da família.
Quanto à prostituição, existem leis que estão sendo rigorosamente cumpridas desde o dia 3 de janeiro deste ano (quando lá eu estava, por ocasião da festa dos 40 anos do triunfo da revolução cubana),quando foram anunciadas pelo presidente Fidel que: se uma menor de 17 anos for pega prostituindo-se será presa. Isso, portanto, acabou. Fala-se bem, fala-se mal de Fidel Castro aqui no Brasil, entretanto, quase não vemos matérias explicando o que era Cuba antes de 1959 e o que ele fez após a revolução pelo povo cubano. Afinal, é fácil entender: Cuba é o único país do terceiro mundo que tem a menor taxa de mortalidade infantil (7 em 1000 nascidos vivos), é o único país do terceiro mundo que não depende dos EUA economicamente. Unico país do terceiro mundo que não tem analfabetos. Unico país que cura o vitiligo. E assim por diante…
Não fosse o bloqueio imposto pelos EE.UU há quatro décadas, certamente, toda a humanidade estaria cobrindo o “Comandante” de elogios.
Falar mal de Fidel Castro é não entender, conhecer e não ler sobre Cuba. Se antes Cuba era o quintal dos magnatas, gangsters, grandes empresários e burgueses norte-americanos, hoje a Ilha é soberana e livre de qualquer sociedade de consumo. Está socialmente restaurada. É muito gratificante estar ou visitar um país onde as pessoas têm consciência, ideologia e senso de patriotismo. É muito gratificante poder ver uma juventude preparada para o próximo milênio, sem drogas, sem prostituição, sem “tiazinhas”, “xuxas”, “ratinhos”, “banheiras do Gugu” etc. É muito fratificante perceber que a juventude cubana tem noção de disciplina, futuro e vida. A juventude cubana vive, aflora e se desenvolve - não está sem rumo na vida…
É isso! Jornalista,
M. B. - editora do Jornal “R.”
Quem quiser ver as controvérsias é só ir em
http://www.lepanto.com.br/dados/DMCubaSaudeEducacaoII.html
Em suma, esse debate sobre se Cuba é que é o bom ou se é um inferno fica assim meio digamos estéril.
Os zisquerdistas como eu querem, pelo menos, à falta de uma via feliz para o socialismo (a história tem demonstrado que o homem não está preparado para fazer essa bela aventura), que possamos praticar um capitalismo menos selvagem, mais humano, no qual as riquezas se dividam de forma menos injusta: não podemos esperar muito mais de um regime estruturalmente cruel.
24 novembro 2009 às 18:55
Responda apenas uma coisa.
Se aqueles desalmados pugilistas cubanos não foram obrigados a voltar pelo Ministro da Justiça do Brasil(aquel que tem um terrorista de estimação) por que diabos logo em seguida fugiram de lá?
24 novembro 2009 às 18:57
Cuba é uma prisão! Os cubanos são escravos que trabalham para sustentar as mordomias da disnastia da família Castro.
Sonho em ver os cubanos cantando, de mãos dadas, os mesmos versos declamados pelos húngaros em 1989 (no enterro de Imre Nagy, que também enterrou o socialismo por lá): nunca mais seremos escravos, nunca mais seremos escravos.
24 novembro 2009 às 19:53
Caro Nohnoh,
Se o senhor “sonha” em ver os cubanos cantando felizes à queda de um regime totalitário, cruel e escravista, pegue então um vídeo do povo cubano às ruas de Havana saudando a chegada das tropas de Fidel Castro em 1959, pondo fim à ditadura de Fulgêncio Batista, ditador patrocinado pelos EEUU.
Claro que Cuba está longe de ser o paraíso na terra, afinal o país não se desenvolveu na área política e econômica, devido principalmente à dependência da União Soviética. Mas socialmente Cuba alcançou números impressionantes para um país de terceiro mundo. Coisa que a população cubana jamais pensaria em ter nas mãos dos ditadores norte-americanos.
Uma coisa é fato: nenhum povo é escravizado se não o permite. A história já provou através de inúmeras ditaduras no decorrer dos anos. Como aqui no Brasil tivemos a marcha dos cem mil que praticamante pediu o golpe militar de 1964. Ninguém domina um povo que não quer ser dominado…vide o caso dos Palestinos! Se o povo Cubano quer de fato botar Fidel Castro para correr, por que não o faz da mesma forma que o conduziu ao poder?
Eu particularmente não acho que Fidel Castro seja a solução dos problemas cubanos atualmente. Eu não gostaria de morar lá… Mas eu acredito que a população da ilha sabe o que é melhor para ela. Agora ridículo mesmo é esse discurso de “cerca lourenço” falando da “dinastia” da família Castro que “escraviza” o povo. Tão atrasado quanto a própria ditadura de Fidel Castro… Por que esse povo que “morre” de pena da população cubana não faz o seguinte: Ao invés de ficar lamentando, pega um barco pequeno, coloca alguns fuzis, chama um grupo de 12 pessoas, desembarca na ilha, se embrenha na Sierra Maestra, conquista a confiança do povo, e depois de alguns anos de combate, toma o poder? Fidel fez assim…
24 novembro 2009 às 20:02
Tem jeito não, Goiano. Os Reaças não têm sensibilidade pra essa coisa de igualdade, justiça pra todos.
Não entra na cabeça dos Reaças que, quanto mais o povo seja instruído, bem alimentado e tenha acesso à saúde e moradia é melhor pra eles (os reaças). Não tem diabo que enfie isso na cabeça desse povo do lado de lá. PQosPariu!
25 novembro 2009 às 13:45
Caro Hugo Leonardo,
Já assisti. E, no decorrer da película, sempre torci pela vitória da esperança e pela derrota da ditadura.
Do ponto de vista histórico, é bom lembrar um fato que a esquerda tenta ocultar: os americanos apoiaram e financiaram a coluna revolucionária.
Sobre os indicadores sociais impressionantes da ilha, vou transcrever alguns dados do Banco Mundial referentes a 1956, bem antes da instalação do regime (constam do livro Sombras do Paraíso):
- 3a. melhor renda per-capita da América Latina;
- 3a. população melhor alfabetizada da A. Latina (perdia para Argentina e Uruguai);
- 1 carro para cada 40 habitantes (abaixo apenas de Venezuela e Porto Rico);
- 1 telefone para cada 38 hab. (quarto lugar na AL);
- 1 TV para cada 25 hab. (primeiro lugar na AL);
- 5 canais de TV, sendo um em cores (isso em 1956!);
- desde 1940, todos os professores do primário e secundário tinham nível superior;
- em 1959, o nr de estudantes de nível superior era 3,8 por 1000 (abaixo apenas de Argentina, Uruguai e México);
- Apenas a Argentina e o Uruguai superavam Cuba no nr de médicos e dentistas por hab. (128,6 por 100.000 hab).
Os números não mentem. Cuba, a despeito de seus problemas (e dos ditadores norte-americanos), já tinha bons indicadores sociais.
Você tem todo o direito de considerar meu discurso ridículo. Contudo, a palavra dinastia é a que melhor sintetiza o sistema sucessório cubano (de irmão para irmão). Reafirmo, também, o escraviza, por que acredito que estaria sendo desonesto se afirmasse que o povo cubano é livre (lá, Hugo, eles não tem nem a liberdade de sair do campo prá morar na cidade).
Sobre sua sugestão de “pegar um barco, uns fuzis e iniciar a revolução, não o faço exatamente por respeitar o direito de auto-determinação dos povos. Exatamente o contrário daquilo que fez (faz?) parte da esquerda marxista, que concorreu para milhões de mortes ao redor do mundo e muitas, também, em nosso país.
Você tem razão num ponto: nenhum povo é escravizado se não o permite. Por isto mesmo eu, apesar da sua justa crítica, continuarei torcendo pela vitória do povo (como fiz ao assistir o filme).
25 novembro 2009 às 15:07
Caro Nohnoh,
Como eu disse, eu não concordo com o atual regime cubano e nem viveria lá, ao contrário dos marxistas que acham que Cuba é o paraíso… Sei que não é!!! Mas eu gostaria de conhecer esse livro e a pessoa que escreveu tal obra que afirma que a ditadura de Fulgêncio Batista era essa maravilha toda que o senhor descreveu, porque foge completamente do que falam os livros de história, enciclopédias e obras literárias da época. É a primeira pessoa que leio a defender a ditadura e os governos pré-Fidel. Inclusive, eu li textos de historiadores anti-Fidel que colocam como a principal acusação ao regime de Fulgêncio Batista o fato de ele ter possibilitado a vitória dos revolucionários graças a um total desgoverno e atraso na ilha. Se Cuba era tão boa assim, por que a população fez festa na chegada dos revolucionários ao poder? Por que o povo fez uma greve geral de apoio aos revolucionários, paralisando quase todo o país? Por que antes de 1959 Cuba não figurava como uma das potências olímpicas? Por que Cuba não era referência em medicina como é hoje (apesar dos pesares)? Por que a população que tinha uma vida até boa, deixou que a ditadura de Fidel se instalasse no poder por tanto tempo, já que Fidel Castro( na sua visão) só piorou a vida dos cubanos?
Em momento algum eu disse que o povo cubano é livre e que Fiedel não era ditador. Eu sei como as coisas “não” funcionam por lá. Mas daí dizer que as coisas são muito piores do que na época da ditadura de Fulgêncio Batista, me desculpe, mas é demais!!!! Qual país de américa latina têm um programa de saúde em casa nos moldes de cuba? Qual país da AL têm a quantidade de médicos/hab.? Qual país da AL que têm desempenho olímpico tal qual o cubano (apesar das fugas de atletas)? Se Cuba está ou não no caminho certo (no momento eu acho que não…) o povo é que vai decidir! Ou por bem ou por mal. Mas ficar repetindo discurso de mídia burguesa, isso eu não vou fazer!!!!
25 novembro 2009 às 15:58
Caro Hugo Leonardo,
Entendi que você não concorda com o regime cubano, o que é ótimo.
Quanto a mim, torci - no filme sobre a revolução - da mesma maneira que torço hoje: pelo bem-estar sócio-econômico do povo cubano. Portanto, não tenho e nunca tive nenhuma simpatia por Fulgêncio.
Os números do Banco Mundial nos mostram apenas que, entre os países da AL, Cuba JÁ tinha bons indicadores, inclusive na saúde e educação. Se melhoraram, ótimo para o povo.
O livro foi escrito por Antônio Rangel (socialista), o prefácio é de Mário Soares (socialista) e não é uma exaltação do regime de Fulgêncio, mas uma crítica bem fundamentada da revolução que degenerou numa ditadura. Você pode visualizar, aqui:
http://books.google.com.br/books?id=SxwKQneFCAYC&printsec=frontcover&dq=sombras+do+para%C3%ADso#v=onepage&q=&f=false
Boa leitura.