30 julho 2009FELINHO E O FORMIGÃO



 felinho

 Felinho – Acervo da Fundação Joaquim Nabuco

Lá no meu sertão, pro caboco dizer que é bom saxofonista, tem que dar as provas: tocar o frevo de rua Formigão de uma lapada só, inteiriço, sem tirar o sax da boca. São 2 minutos e 42 segundos de colcheias, semicolcheias, fusas e semifusas. Isso no meu sertão sul-maranhense de outrora, quando conheci dois grandes instrumentistas, Martinho Mendes e Leonizard Braúna, que realizavam essa proeza com extrema facilidade e perfeição. Foram eles os responsáveis por enorme parte das inesquecíveis peças que povoam minha memória musical.

Um dia, estando eu por lá, muito tempo depois do falecimento desses dois mestres, consegui, em precárias condições, que um saxofonista, cheio de cana, fizesse o registro em fita do citado frevo.

E os anos se passaram. Neste julho de 2009, depois de ter adquirido todos os 10 volumes da coleção O Tema é Frevo, contabilizando mais de 1.400 títulos no meu acervo frevoroso, decidi ter chegado a hora de conseguir a gravação original do Formigão, custasse o que custasse.

Lendo crônica no JBF, supus que ele seria uma boa fonte a que recorrer. E com razão. Inicialmente, ele disse não possuí-lo. Mandei-lhe a        falhuda gravação de que dispunha. Imediatamente, ele me deu o retorno, enviando-me, em contrapartida, uma feita por Antônio Nóbrega e creditando a autoria ao compositor e músico Felinho. A coisa começou a esquentar.

Entrei em contato com diversos colecionadores da pesada, obtendo de todos respostas negativas, digo, exceto um, o amigo Roberto Lapicirella (lapiccirella@oi.com.br), de Camanducaia, MG, que me disse possuir uma gravação com tal nome, mas que era choro e não frevo. Quase desisti, o Roberto, era a última esperança. Mas, de repente, me veio um estalo: pedi-lhe que me mandasse o choro, para que eu o conhecesse. Como poucos sabem, aos colecionadores que possuem mais de cem mil fonogramas no seu acervo é impossível conhecê-los todos, de cor, com detalhes, valendo-lhes, nos seus controles, o que vem escrito nas capas, contracapas e selos de cada volume.

Surpresa! Era frevo mesmo! Porém, no Álbum 78 RPM nº 15095, Lado B, da Mocambo, de 1956, consta assim: Formigão, choro, composição e interpretação de Felinho. No Lado A, o frevo Vassourinhas, com a Orquestra Mocambo, tendo Felinho como solista nas 8 antológicas variações que ele criou para a música. No caso de Formigão, como a Orquestra Mocambo dele não participou, pode-se deduzir que a gravação ficou a cargo de Felinho e Seu Regional. É peça rara, raríssima, agulha no palheiro!

Tem-se notícia de que o frevo Vassourinhas, introduzindo Felinho e seu sax-alto com suas 8 variações, foi gravado nos estúdios da PRA-8, em 1944, pela orquestra da emissora, sob a regência do Maestro Nélson Ferreira. Sucesso absoluto no Carnaval daquele ano.

Conseguido o registro sonoro, faltava-me a imagem do intérprete. Outra quase intransponível barreira. Pesquisei em todos os sites possíveis e impossíveis, e a resposta era sempre a mesma: nadica de nada! E, novamente, o JBF veio em meu socorro. Mexeu lá com os seus pauzinhos, e o resultado foi que a foto me chegou, gentilmente enviada pela Fundação Joaquim Nabuco, mediante Termo de Responsabilidade de que só a usaria neste JBF e para ilustração desta matéria. Outra agulha dentre as mais invulgares!

Prosseguindo, vamos saber um pouco do que foi esse músico, meu parente, eis que primo distante de minha mãe, Maria de Albuquerque e Silva, descendentes ambos de Jerônimo de Albuquerque, o Adão Pernambucano. Os dados aqui expostos foram colhidos no Google, especialmente da disponibilização da Editora Revivendo, a qual externa agradecimentos a Leonardo Dantas Silva, pela biografia enviada, o que ora também faço.

Félix Lins de Albuquerque, o Felinho, nasceu na cidade do Bonito, PE, aos 14 de dezembro de 1895.

Logo cedo, iniciou estudos de solfejo com João Archelau Lins de Albuquerque, seu tio paterno, que possuía sólidos conhecimentos musicais e exigia do sobrinho que lesse música em todas as claves. Teve, assim, um profundo ensinamento musical, tanto que, aos quinze anos de idade, se tornou regente de bandas de música de várias cidades, como Catende, Ribeirão, Barreiros e a própria cidade natal.

Com Antônio de Holanda, clarinetista que viveu muitos anos no Rio de Janeiro, RJ, aprendeu saxofone, clarinete e trombone, piano e outros instrumentos. Mudando-se do interior para o Recife, começou a tocar em cassinos e cinemas. A partir da década de 20, tiveram início suas constantes viagens ao interior do Estado, onde retomou sua função de regente de banda e, ao mesmo tempo, passou a lecionar música aos filhos dos usineiros.

Em 1932, foi trabalhar na PRA 8, Rádio Clube de Pernambuco, onde chefiou um regional, o famoso Regional do Felinho, e criou o Quarteto de Saxofones Ladário Teixeira, em homenagem ao saxofonista mineiro. Paralelamente, integrou a Orquestra de Concertos e inaugurou, como flautista, a Orquestra Sinfônica do Recife.

Em meio a tanta agitação profissional, nunca lhe faltou tempo para as mais belas composições, como o frevo Formigão, objeto desta crônica, os choros Amoroso, Apaixonado e A Vida É Um Choro, e as valsas Olhos Que Mentem, Silêncio e Triste Consolo, dedicada àquela que era sua namorada na época e que, depois, se tornou sua esposa. As oito variações para saxofone introduzidas por ele no frevo Vassourinhas fizeram-no conhecido e admirado.

Veio a falecer no Recife, no dia 9 de janeiro de 1980, deixando uma vasta obra musical, como estas outras composições de sua lavra: Formigueiro, Pretensioso, Meu Choro a São João, Contemplando, Venha Para o Choro, Seu Paiva, Sacrifício por Amor, A Saudade Vive Comigo, Soluços, Suave Tortura e Delírio de Amor.  A valsa Triste Consolo foi resgatada no LP Compositores Pernambucanos Nº 1, da FUNDAJ, em 1987.

Apresento-lhes, pois, o frevo Formigão, com meus agradecimentos à Papisa Aline que, com seu vasto conhecimento da tecnologia informática, aliado a imensa boa vontade, colocou a gravação em condições de ser apreciada por toda a comunidade nordestina, sertaneja e fubânica. 

 

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69 Comentários

  1. Ana Cristina Laskos disse:

    Esse meu padrinho nas artes fubânicas é uma verdadeira enciclopédia da memória musical brasileira.
    Ouvindo esse frevo dá vontade de cair na dança.

  2. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Obrigado, minha afilhadinha, muito obrigado, mas, cuidado: vá com calma ao cair na dança, porque se não, você dança!

  3. Wélinton Alencar, Bispo da ICAS, Diocese de Trindade- GO disse:

    Cardeal Mundinho,

    Vossa Eminência é um arrombado ! ( no bom sentido )

  4. Carlos Ramos disse:

    Parabéns por resgatar um dos maiores músicos do Brasil, quiça do mundo!

  5. renato phaelante disse:

    Caro amigo,parabens pelo resgate sobre o nosso Felinho. quero adiantar que essa minibiografia,é do meu livro Compositores Pernambucanos vol-1 lançado pela editora massangana ,da Fundação Joaquim nabuco em 1995 e que o arquivo de Felinho foi doado pela familia a nossa divisão musical,estando a disposição para consultas.Adimirei bastante sua maneira de homenagear ilustres figuras,bastante esquecidas de nossa cultura,abraço Renato Phaelante.

  6. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Meus agradecimentos ao pesquisador Renato Phaelante por suas palavras esclarecedoras, constantes do seu comentário. Pena que seu livro não esteja acessível ao público em geral.
    Mesmo assim, aos poucos, vamos obtendo mais dados sobre o Felinho, e minha matéria, também, passo a passo, vai se enriquecendo

  7. renato phaelante disse:

    Amigos o livro estará sendo lançado em segunda edição revizada e atualizada,ainda este ano de 2009 se Deus quizer,abraço em todos; Renato phaelante

  8. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Nesse caso, nobre escritor e pesquisador Renato Phaleante, tenho a certeza absoluta de que o Papa Berto I franqueará as páginas deste jornal para ampla publicidade desse importante lançamento.
    E já me coloco na fila para a quisição de um exemplar, devidamente autografado.

  9. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Paulatinamente, minha matéria vai recebendo importantes conbribuições, que a ela se incormpram, dando-lhe maior valor e riqueza.

  10. Bispo Goiano de Frância disse:

    Merecidamente, ao Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, que é um repositório da cultura musical brasileira, tantos aqui quanto alhures, babam-lhe, a essa sacrossanta figura, os fugazes óvulos.

  11. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    UM PEDIDO A RENATO PHAELANTE:

    Estou pesquisando sobre o compositor e Maestro Geraldo Medeiros. Será que suas fontes dispõem de alguma imagem dele e de informação sobre a data e local do seu falecimento?

  12. renato phaelante disse:

    Não temos fotos nem imagens,no entanto afirmam alguns pesquisadores que o mesmo ,que era paraibano de Areia nasceu em 1917,e teria falecido no Rio de janeiro em 1978.Participante efetivo da ORQ Tabajara de Severino Araujo.abraço Renato Phaelante.

  13. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Pelo menos, um dado iportante apareceu. Vou registrar a cidade do Rio de Janeiro como local do seu falecimento.

  14. João Batista disse:

    Não é necessário ser pernambucano e/ou ser músico para gostar e saborear uma música deste quilate. Simplesmente, basta gostar de música.

  15. taciana miranda disse:

    prezado senhor, fiquei muito orgulhosa ao ler sua materia, pois sou bisneta de felinho esse mmusico brilhante no qual tive o prazer de conviver. meu avô era uma pessoa iluminada de uma sensibilidade tremenda, costumava me colocar para dormir tocando sua flauta, tive uma infancia maravilhosa ao seu lado, por diversas vezes tive o prazer de acompanha-lo ao teatro de santa isabel para ver seus ensaios, e muitas vezes os concertos da orquestra sinfonica do recife. o meu avô fernando miranda junto com renato phaelante conseguiram com a fundação joaquim nabuco fazer dois cds compositores pernambucanos vol I e II,no qual foi regravado triste consolo valsa que ele compôs para minha avó lieta. graças ao meu avô fernando miranda ao maestro guedes peixoto, antonio nobrega e maestro spock, meu bisavô nao foi esquecido, após sua morte houveram verias homenagens e concursos para ver quem conseguia tocar as variações de vassourinhas, mas como disse em materia a bbc de londres, tocar como felinho, impossivel pois foi considerado o saxofone de veludo, e era mesmo, para mim que tive o previlegio de escutar ele tocando seu saxofone e sua flauta posso lhe garantir era um balsamo. obrigado por prestar mais esta homenagem ao meu bisavô, caso precise de qualquer informação sobre suas obras e sua vida terei o maior prazem em ajuda-lo, meu bisavô era um homem simples, mas de um talento enorme!
    obs: meu bisavô faleceu no dia 10 de janeiro de 1980.

  16. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezada Taciana Miranda,

    É uma grande honra ter pessoa tão especial como você enriquecendo a matéria que escrevi e a homenagem feita ao seu bisavô.

    Não vou lhe falar de como foi difícil, demorado e dispendioso conseguir o frevo FORMIGÃO, com Felinho. O certo é que ele aí está para ser apreciado por todos os que gostam da boa música.

    Pena que os CDs Compositores Pernambucanos, Volumes I e II, não se encontrem mais à disposição do público melômano, o que sempre ocorre quando se trata de qualquer item pertinente à cultura. Avalie que para conseguir uma foto do Felinho eu tive até de assinar Termo de Responsabilidade junto à Fundação Joaquim Nabuco. E mesmo assim, um close de busto, sem o seu mavioso instrumento que, como você bem assinala, era o saxofone de veludo.

    Agradeço imensamente suas palavras, que muito me incentivam. Aqui neste Jornal, sempre que a ocasião se faça apropriada, estaremos resgatando preciosos nomes que engrandeceram o osso passado musical.

    Como já foi o caso do seu bisavô, brindando os internautas com suas inimitáveis interpretações do Frevo Formigão e as 8 famosas variações que criou para Vassourinhas.

  17. taciana miranda disse:

    Prezado Mundinho,

    Agradeço sua atenção em responder ao meu email, estou tentando resgatar toda obra do meu avô, através de fotos, entrevistas, materias publicadas em jornais, meu avô em vida me presenteou com sua flauta, e suas partituras, que doamos a fundação joaquim nabuco, mais a flauta não consegui doar, pois tem um valor sentimental muito grande como também seus albuns . pretendo escrever biografia do meu avô, estou escaneando tudo para colocar em um livro, pois não pretendo deixa-lo cair no esquecimento, tenho uma fita cassete com meu avô tocando em sua flauta triste consolo, que é uma das mais belas valsas.
    Fico grata por sua atenção.

  18. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Pedido à Taciana:
    Será que você me arranjaria uma foto do seu bisavô com o saxsofone?

  19. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezada Taciana,
    Antecipadamente grato, aí vai o meu e-mail:

    raimundofloriano@brturb.com.br

  20. aquiles lima de mendonça disse:

    meu amigo isso é uma obra rara se possivel manda esse frevo e a partitura pra eu estudar esse frevo pra meu email

  21. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Aquiles,

    Não possuo a partitura do Formigão. Quanto à gravação, a mesma que consta desta matéria, já seguiu para o seu e-mail.

    Bom proveito!

  22. aquiles lima de mendonça disse:

    beleza meu irmao valeu mesmo, obrigado pela consideração

  23. aquiles lima de mendonça disse:

    E aí, meu amigo raimundo, sinto-me honrado em ler com prazer sua comunicação com a Taciana que é maravilhosamente a bisneta de Felinho, e me sinto na obrigação também de agradecer pela disponibilidade dela em nos ajudar a resgatar a memoria do nosso querido músico, Pernambuco tem que reconhecer o trabalho feito por ele, já é hora de cobrar do estado o uma sala museum de felinho com suas obras, para ser apreciado por seus fãns e admiradores.esse pessoal que está mais proximo do poder publico e tem a midia junto pode dar uma ajudinha, como maestro Duda, o maestro Spok e muitos outros para alavancar assa ideia para que não só Pernambuco ganhe ,ganhe o Brasil e o mundo, por que é a nossa memória, custumo dizer que um país sem memória é um país esquecido, vou sempre entrar em contato, faço parte de uma banda de música que o ano que vém completa 110 anos é a Sociedade Musical Caruaruense, que chamamos carinhosamente de Banda Comércial. Fiquem com DEUS e até mais tarde . Valeuuuuu…

  24. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Aquiles, eu, daqui de Brasília, modestamente, faço o que posso na divulgação dos grandes ídilos, injustamente esquecidos, a exemplo do Felinho.

  25. aquiles lima de mendonça disse:

    beleza meu amigo Raimundo, quando eu encontrar com esse pessoal eu mesmo vou comentar sobre esse assunto, principalmente com o Spok que hoje é a propria mídia em pessoa e com os demais.
    pois já sabendo que você é de Brasília eu tenho muita vontade de visitar o clube do choro que fica aí , sou colecionador de LPS de chorinho, tenho mais de 65 LPS de muitos feras do chorinho que são meus amores. Um grande abraço, e fica com DEUS valeuuu…

  26. aquiles lima de mendonça disse:

    meu amigo Raimundo, cadê vc mande notícias

  27. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Aquiles,

    Estou presente neste JBF, todas as segundas-feiras, com matéria nova em A COLUNA DE RAIMUNDO FLORIANO.

    No final de cada mês, mando para o JBF e para a minha lista de e-mails, uma história de sacanagem, em forma de carta.

    É só aguardar!

  28. taciana miranda disse:

    prezado senhor mundinho, peço que me informe seu email para que possamos nos comunicar, pois estou com o acervo de fotos e algumas partituras originais como bau dourado, a flauta de meu avô e todos os artigos e os discos originais pela gravadora mocambo e toda a obra de felinho, pois em minha familia eu sou a unica que luto pela memoria de vovô, pois o meu avô Fernando Miranda casado com a filha mais velha de felinho dulce, que se encontra atualmente em estado vegetativo me pediu para que fizesse de tudo para não deixar felinho cair no esquecimento a memoria de vovô, ainda lúcido em comum acordo com a familia foi doado ao museu da imagem e do som o acervo de vovô, meu avô fernado tem um apreço muito grande ao senhor Renato Phaelante então estou com todo material para realizar a vontade dele. peço que se possível entre em contato comigo, pois tenho toda a biografia de meu avô e estou tentando concluir este trabalho de resgate das memorias de felinho. me encontro sempre com o maestro ivanildo, o mesmo que tocou bau dourado em homenagem ao meu avõ pois ele é professor de musica de meus filhos no colégio dourado e ele me mandou o telefone de DR. Reinaldo Oliveira pois o mesmo ira me ajudar muito com informções preciosas sobre meu avô, peço sua ajuda pois so descansarei após color toda a obra de meu avô para conhecimento literario. Estou escaneando todo este acervo, pois ele estava de posse da minha avó lieta e sem muitos cuidados por isso o meu medo e minha preocupação para que esse material não se destrua com o tempo.

  29. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezada Taciana,
    Aqui no Jornal da Besta Fubana, a pessoa do Felinho será sempre lembrada e homenageada, numca no entanto, à altura do valor que ele represnta para o Frevo, em particuar, e para a MPB em geral.
    Gostaria de receber uma foto dele com o seu sax.
    Meu e-mail é: raimundofloriano@brturbo.com.br

  30. Ozi dos Palmares disse:

    ozi

  31. Domingos Sávio disse:

    Taciana,

    Desejo-lhe boa sorte nesse relevante projeto de preservação e divulgação da memória do Felinho.
    Sou Educador Musical, lider de orquestra e me dedico informalmente à história da banda de minha cidade.

    Gostaria de me comunicar com você.

  32. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Aí vai o meu endereço vitual, à disposição de todos:

    raimundofloriano@brturbo.com.br

  33. Rafael Tompson disse:

    Raimundo,

    Saudações!!

    Primeiramente, gostaria de dizer o quanto estou emocionado pela matéria, pela música, e pelo depoimento de Taciana Miranda. Natural que assim eu estivesse, sobretudo pelo fato de que, nos últimos 10 meses, eu esteja envolvido, através de pesquisas, com a figura de Felinho. Estou absolutamente comovido, envolvido, seduzido e apaixonado pela história de Felix Lins de Albuquerque.

    Bom, deixa eu explicar: Estou me formando em jornalismo, aqui na Universidade Católica de Pernambuco, e o meu projeto experimental – em rádio – na conclusão do curso será sobre Felinho.

    E, quanto mais a gente anda atrás das coisas mais a gente se apega…

    Gostaria, portanto, de saber se eu poderia contar com a sua gentil ajuda para o meu projeto, através do acervo que você já dispõe?

    Gostaria também, se fosse possível, que você me passasse o contato de Taciana Miranda.

    Gostaria muito de entrevista-la. Seria uma riqueza sem tamanho. Até mesmo de outros familiares se fosse possível…

    Aguardo uma resposta

    Bom, agradeço desde já!!

    Um grande Abraço

    rafa_tompson@hotmail.com
    rafatompson@yahoo.com.br

  34. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Rafael,

    Tudo o que possuo dobre o Felinho está na minha matéria acima.
    Quanto ao contato com a Taciana, dirija-se ao Papa Berto I, que lhe dará se endereço virtual.

  35. taciana miranda disse:

    Raimundo

    o Rafael entrou em contato comigo pelo meu email,mandei o meu numero de celular para que o mesmo podesse se comunicar comigo e até agora nada. bem, quero lhe pedir um favor, preciso entrar em contato com o senhor renato phaelante, pois preciso da sua ajuda, pois pretendo fazer um esposição no aeroporto do recife com com sua biografia e todo material que tenho.o Sr. Renato conhece muito o meu avô Fernando Miranda, que hoje esta em cima de uma cama, com um hospital residencial se ultimando.

    apos ter prometido ao meu avô Fernando que daria seguimento a sua luta de não deixar o Felinho cair no esquecimento, luta esta que o sr. Renato conhece muito bem.não tenho penssado em outra coisa, mas confesso estou meio perdida. gostaria de fazer esta esposição no mês de fevereiro/2011, por isso preciso de sua ajuda.

  36. Emanoel Barros disse:

    olá, sou músico e queria o aúdio desta linda música, vocês podem mandar o aúdio dela?
    Grato:
    Emanoel Barros (Trompetista)

  37. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Emanoel, se é o Formigão que você quer, informe-me qual é o seu e-mail, que elas eguirá no ato!

  38. rento phaelante disse:

    Quero aproveitar a oportunidade para informar que a partitura de FORMIGÃO se encontra aqui na Fonoteca da fundação Joaquim Nabuco rua Dois irmaõs 92 apipucos.podemos fornecer cópia ,atenciosamente Renato Phaelante.

  39. Fulô (do Bico Doce) disse:

    Agora, que já sei dessa preciosidade disponibilizada pelo Professor, Renato Phaelante, passarei a informar a todos os que a mim recorrem, fazendo-o com absoluta segurança.

    Não me recordo, mas ontem mesmo, por intermédio de Luiz Berto, alguém me pediu essa partitura. Direcionei-o para a Comunidade Só Dobrados, do Orkut. Como todo e-mail que recebo é apagado, depois de lido e providenciado, não sei de quem se trata, mas, sendo essa pessoa leitora do JBF, seu problema está resolvido.

    Gostaria que o Professor informasse o e-mail para as colicitações.

  40. Regina Cascão disse:

    Olá.
    Sou Regina Cascão, neta de pernambucano recifense. Genealogista e historiadora. Diretora do Colégio Brasileiro de Genealogia, com 60 anos de existencia,e sede no Rio de Janeiro. Membro de diversos institutos de genealogia pelo Brasil e, muito orgulhosamente, Sócia Correspondente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Autora de 3 livros sobre fam[ilias pernambucanas: Genealogia da Família Cascáo – 2002, Pereira Lima, uma família pernambucana – 2006 e Do Porto ao Recife – Os Pinto de Lemos, de 2008. Atualmente meu interesse volta-se para o ramo Moura Mattos, de minha bisavó. Tudo começou com Francisco Sergio de Mattos que se casou com Maria Salomé de Moura, portugueses radicados no Recife. Deles, entre outros, houve o filho Sergio Diniz de Moura Mattos, que foi pai de 4 mulheres, sendo a mais nova Maria Amélia de Mattos, que meus arquivos tinham como casada com Félix Lins… Estando neste momento no Recife, volto dentro de horas ao Rio de Janeiro e resolvi usar o tempo que me resta até o voo para navegar na Internet e eis que me deparo com seu blog, e com Felinho nele. Lendo todos os comentários, eis que a bisneta dele, Taciana Miranda, conta a data de falecimento e, mais adiante, cita o apelido da mulher dele: Lieta. Pois a “minha” Maria Amélia de Mattos tinha o apelido de Lieta!!!! Bingo! Tenhi aqui registrados os nomes dos filhos de Feliz e Lieta: Dulce, Eunice, Geraldo e Francisco. Tenho apenas isso, mas já foi confirmado pela Taciana o nome da filha mais velha do casal, Dulce, que “bate”com meus registros. Assim, esta apaixonada por Pernambuco gostaria imensamente de entrar em contato com Taciana, para – se for do interesse dela, fornecer-lhe dados da ascendencia de sua bisa Lieta e, se possível, obter para meu próximo livro sobre os Moura Mattos os dados da descendencia do casal. Pediria ao nobre Raimundo que fornecesse meu email ã Taciana, de cujo contato resultará certamente muito avanço para minhas pesquisas e para mais esta homenagem que quero prestar aa terra de meu avo, que tanto aprendi a amar e reverenciar. Saudaçoes, Regina Cascão, do Rio de Janeiro.

  41. Regina Cascão disse:

    Umja correção ao meu escrito acima: Sergio Diniz de Moura Mattos foi pai de Frnacisco de Paula de Moura Mattos, que se casou com Alice Coelho Dutra. Eles [e que foram pais de quatro Marias: Emilia, Thereza, Alice e Amélia, a Lieta, mulher de Felinho. Renovadas saudações, Regina Cascão, do Rio.

  42. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Duma lapada só, você falou em 5 nomes de mulher, afora o seu. Pra quê mais?

  43. Fernando Portela Câmara disse:

    Prezados e queridos amigos,
    (em especial Berto e Mundinho Fulô)
    Consegui a partitura do Formigão, via Fundação Joaquim Nabuco.
    Esse é um blog arretado mesmo.
    Saudações do pernambucano exilado,
    Portela

  44. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Marrapaz!

    É um grande prazer “ouvir” isso!

    Disponha sempre! Aqui tem café no bule!

  45. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    PARTITURA DO FREVO FORMIGÃO, PARA PISTOM, SAX TENOR E CLARINETA!

    Encontra-se à disposição de todos neste endereço:

    raimundofloriano@brturbo.com.br

  46. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    PARTITURAS DO FREVO DE RUA FORMIGÃO

    No próximo dia 28.02.11, segunda-feira, aqui no JBF, em A COLUNA DE RAIMUNDO FLORIANO, sob o título PARTITURAS CARNAVALESCAS – 2011, disponibilizarei as seguintes partituras do frevo de rua FORMIGÃO, bastando as opções COPIAR/COLAR, para habitarem os arquivos dos interessados:

    PARA PISTOM, SAX TENOR E CLARINETA, numa deferência da Fundação Joaquim Nabuco; e

    PARA TROMBONE E SAX ALTO, em especial gentileza do grande amigo – meu e da Música – Antônio Gomes Sales, de Caraúbas (RN).

    Ambas estarão à disposição neste endereço: raimundofloriano@brturbo.com.br.

  47. SAMUEL VALENTE disse:

    Estou feliz com cada história divulgada porque circunstanciam inolvidáveis momentos de um dos grandes músicos, instrumentistas e compositores, FÉLIX LINS DE ALBUQUERQUE – FELINHO, o pernambucanissimo.
    Há comentários, porém, divergentes, por exemplo, quanto ao Estado e data de seu nascimento e falecimento.
    Quero apenas colaborar e afirmar que FELINHO nasceu na cidade de BONITO, Pernambuco, em 14 de dezembro de 1895, tendo falecido no Recife, Pernambuco, no dia 09 de janeiro de 1980. Pernambucano, pois, e não paraibano. E conterrâneo de outro Mestre, o Maestro Nelson Ferreira.
    Foi mestre do Trombone e do clarinete – todos sabem -, e um virtuoso na execução do saxofone, tendo sido o criador, nos anos 40, das famosas variações do frevo Vassourinha, fato que todos conhecem.
    Não foi propriamente um autor dedicado à composição do Frevo. A Polca, sem dúvida alguma, foi uma de suas maiores paixões no cenário musical.
    No entanto, não há como negar FORMIGÃO, gravado em 1956 com a Orquestra Mocambo conduzida pela batuta de Nelson Ferreira, um frevo-polca de raríssima beleza, um dos mais belos de todos os tempos.
    Cito, ainda, BAÚ DOURADO, gravado para o carnaval de 1977, pelo cantor Ivanildo Silva, acompanhado por um Coral Misto.
    Agradeço a atenção.

  48. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Comentário enviado pelo pesquisador Professor Julio Vila Nova.

    Prezado Raimundo,

    Cheguei há pouco da apresentação do Bloco Lírico Paraquedista Real, no Poço da Panela, e resolvi conferir os emails para saber de alguma novidade, antes de ir dormir.

    Aí me deparo com uma mensagem de Ubiratan Souza, que me vem lá do Maranhão, talvez através da lista de emails de algum amigo (sei que Ubiratan é parceiro de Bráulio de Castro em algumas canções, mas não o conheço pessoalmente). Na referida mensagem, ele recomenda matéria sobre Felinho, no JBF, postada por você em 2009. Depois de ler tive de novo a sensação de pesar por não ter conhecido o JBF há mais tempo, porque através dessa gazeta da bixiga pude entrar em contato com pessoas grandiosas como você.
    Pois saiba que a leitura do texto, a audição dessa obra prima e, ainda por cima os comentários, sobretudo da bisneta do artista, me fizeram marejar os olhos. Você sabe, folião inveterado fica besta quando vai chegando o carnaval…
    Acho que chorei uma mistura de alegria pela audição dessa gravação e tristeza pelas injustiças que se cometem neste país contra pessoas como ele, um artista que devia merecer todo o cuidado e respeito com a sua memória, com a preservação de sua obra e a perpetuação de seu nome.

    Fiquei pensando também, para afastar a tristeza, na importância de muita gente das novas geraçoes têm aí. Lembrei então que o grande Spok uma vez relatou (numa mesa redonda do qual também participei, junto com o Maestro Edson Rodrigues e o músico Publius) a dificuldade que ele teve em conseguir ao menos uma foto de Felinho, algo injustificável pela sua importância na história do Frevo. Pois bem, a partir daí Spok começou a se preocupar ainda mais com o registro, a documentação da obra dos grandes mestres que lhe serviram e servem de referência, e está ajudando a produzir o documentário Mestres do Frevo, sobre a vida de sete grandes maestros ainda em atuação. Muitas outras pessoas têm trabalhado também em pesquisa e têm produzido coisas para a preservação da nossa música. Mas ainda é pouco. É por isso que fico contente demais, como sei que os leitores todos do JBF também, porque ainda há pessoas como você, para ajudar a reparar essa falha imperdoável de muitos dos órgãos de cultura deste país, muitas vezes comandados por gente sem uma ínfima parte da sensibilidade e do conhecimento que você tem.

    Obrigado, então.

    Se puder enviar pra mim a gravação de Formigão, serei um folião ainda mais empenhado neste carnaval.
    A respeito do documentário que Spok está ajudando a produzir, espero logo mandar algumas informações com o pedido para que o Berto publique. A equipe de filmagens esteve no acerto de marcha do Cordas e Retalhos fazendo imagens de Edson Rodrigues, e eu já soube que eles vão acompanhar o desfile do bloco pelo Recife, filmando o maestro à frente da orquestra. Além de Edson, o filme mostrará Nunes, Clóvis Pereira, Duda, Ademir Araújo, José Menezes e Guedes Peixoto.

  49. Kênya disse:

    Gostaria de saber se tem como baixar esse choro e se por acaso tem a partitura. Obrigada.

  50. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezada Kênia,

    Se você está se referindo ao frevo de rua Formigão, informe seu e-mail, para que eu lhe mande o áudio, assim como as partituras para trombone e sax alto; pistom, sax tenor e clarineta.

  51. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Amiga Kênia,

    A gravação e as partituras jé seguiram para o e-mail informado.

  52. Taciana Miranda disse:

    Prezado Raimundo

    Tenho o livro da Regina Cascão, foi repassado dados de nossa familia por uma prima minha. A avó dela Maria Alice não nos informou a época do interesse da Sra Regina por isso não foi acrescentado os nomes dos filhos de terezinha, de Maria Amelia,Maria Alice e dos
    seus herdeiros a história da usina de aripibu e catende como também todas as fotos albuns e cartas que tenho. Este material com certeza irá abrilhantar o seu novo livro. Recentemente um dos filhos de terezinha José lins lançou o livro Memoria da OAB alagona, advogado e escritor, com certeza o tio Zé tem uma enorme bagagem e grande interesse em colaborar com um trabalho tão maravilhoso de resgate da historia de nossa familia. Por gentileza repasse o meu email, para que possa envia-la o endereço e telefone para contato.

  53. Mundinho Fulô (Do Bico Doce) disse:

    Prezada Taciana,

    Esse assunto GENEALOGIA, é muito instigante. E também complicadíssimo. Quanto mais eu me aprofundo, mais tenho dúvidas.

    Agora mesmo, para escrever cerca de 5 páginas sobre personagem histórico de meu sertão, já gastei mais de 500 reais só de certidões de nascimento e óbito.

  54. Riccardo Guerra disse:

    Grande Felinho, um dos maiores saxofonistas do planeta.
    Se fosse americano do norte ou européu veríamos quase que diariamente esta belíssima execução divulgada nos meios televisivos quase que diariamente.
    O Maestro Nélson Ferreira tinha uma predileção toda especial por ele.
    Pois Nélson como pianista, grande compositor e arranjador, preferia sempre que Felinho executasse as partes mais importantes, principalmente, dos seus belíssimos Frevos.
    O que Nélson fazia no piano – as partes para a orquestra e em especial para o saxsofone alto – era Felinho quem tocava do jeitinho que Nélson compunha, Tim tim por tim tim com a ênfase que o maestro queria e gostava de ouvir.
    Parabéns por nos brindar com essa preciosidade.
    Riccardo Guerra (trompetista, poeta e compositor).
    Da Minha bucólica e aprazível cidade de Jaqueira, vizinha a de Caende-PE.

  55. Riccardo Guerra disse:

    Tenho o LP original com as execuções dos solos de Vassourinhas com Felinho tocando, gravado pela Mocambo.
    Amplexos.
    Riccardo Guerra.

  56. Riccardo Guerra disse:

    Grande Felinho, um dos maiores saxofonistas do planeta.
    Se fosse americano do norte ou européu veríamos quase que diariamente esta belíssima execução divulgada nos meios televisivos quase que diariamente.
    O Maestro Nélson Ferreira tinha uma predileção toda especial por ele.
    Pois Nélson como pianista, grande compositor e arranjador, preferia sempre que Felinho executasse as partes mais importantes, principalmente, dos seus belíssimos Frevos.
    O que Nélson fazia no piano – as partes para a orquestra e em especial para o saxsofone alto – era Felinho quem tocava do jeitinho que Nélson compunha, Tim tim por tim tim com a ênfase que o maestro queria e gostava de ouvir.
    Parabéns por nos brindar com essa preciosidade.
    Riccardo Guerra (trompetista, poeta e compositor).
    Da Minha bucólica e aprazível cidade de Jaqueira, vizinha a de Catende-PE.

  57. Mundinho Fulô (Do Bico Doce) disse:

    Prezado Ricardo,

    Quando escrevi esta matéria sobre o Felinho, foi sem qualquer intenção outra, senão prestar modesta homenagem a esse grande saxofonista cuja perícia em seu instrumento me maravilhou desde o primeiro momento em que ouvi as variações por ele criadas para o frevo Vassourinhas, em sua magistral interpretação. Em 2009, após décadas de procura, consegui a gravação original do frevo Formigão, que eu conhecia tocado por vários saxofonistas de meu sertão sul-maranhense, e tive a maior surpresa, ao constatar que tanto a autoria quanto o solo eram do Felinho.

    Minha primeira providência foi compartilhar essa preciosidade com os leitores deste jornal, hoje o maior movimento cultural do Nordeste. Isso se deu no dia 30.07.2009.

    Mas não esperava tamanho retorno! Hoje, o Felinho continua atual e bem lembrado graças a este jornal. E o que mais me impressiona é a quantidade de comentários até agora postados por todos vocês: 65! Minhas matérias, mesmo tratando de vultos importantes, recebem, em média, dois ou três comentários.

    E com quanta pessoa boa e conhecedora da vida e do trabalho desse grande nome da MPB tenho interagido depois disso! Você, por exemplo!

  58. Riccardo Guerra disse:

    Caríssimo, você deveria postar também “algo” sobre o grande Dudinha, saxofonista tenor, funcionário da Usina Catende, um dos melhores no seu instrumento desde a década de 1950 à 1990 quando nos deixou e foi conhecer o “grande mistério”. Foi e continua sendo um músico incógnito, todavia, continua sendo uma referência, assim como Felinho, para os amantes dos saxofones bem executados.

  59. Mundinho Fulô (Do Bico Doce) disse:

    Como você mesmo afirma, foi e continua sendo um músico incógnito. Nunca ouvira falar nele. Mas vou pesquisar para ver se ele deixou alguma gravação disponível.

  60. Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Nobre Ricardo,

    Hoje mesmo, em A COLUNA DE RAIMUNDO FLORIANO, eu trouxe ao conhecimento dos leitores a pessoa e a obra de um grande Músico sertanejo, na matéria MARTINHO MÚSICO E A MÚSICA MILITAR. A tarefa configurou-se com certa dificuldade, mas não tanta, pois com ele convivi e dispunha de muita informação em minha elefantina memória.

    Essa matéria já provocou, hoje mesmo, o pedido dum outro conterrâneo, para que eu resgatasse a memória de seu saudoso pai, o Tenente Joca, Maestro Militar, compositor de dobrados e marchinhas. Talvez eu consiga abraçar esse desafio, pois fui amigo do Tenente, toquei algumas de suas marchinhas, e seus filhos estão aí mesmo para me assessorarem no projeto.

    Quanto ao Dudinha, sou-lhe franco, é-me impossível encarar a pedreira. Pesquisei na Internet, nada encontrei sobre ele. Acho mesmo que é uma tarefa para os moradores das adjacências da Usina Catende, na qual ele trabalhou.

  61. Johnny disse:

    Sou clarinetista e saxofonista… Alguém tem esta partitura? Pelo amor de Deus, preciso aprender a tocar esse Formigão!!!

  62. Cardeal Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Prezado Johnny,
    A partitura encontra-se à disposição comigo. Basta me informar seu e-mail, que eu a enviari para você. (raimundofloriano@brturbo.com.br)

  63. Johnny disse:

    Eminente Cardel Floriano,
    Agradeço a inestimável gentileza do envio da partitura de Formigão. Quase não acreditei quando recebi seu e-mail no dia seguinte em resposta ao meu. Parece até que estavas on-line…
    Brincadeiras à parte, realmente o Jornal Besta Fubana é um tesouro para quam gosta de música e cultura popular.
    Parabéns a todos.

  64. Cardeal Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Amigo Johnny,

    Disponha de meu acervo! E, podes crer, estou sempre on-line, cobrando escanteio e fazendo o gol de cabeça!

  65. Josenildo Ribeiro disse:

    Meu caro Mundinho…sou saxofonista integrante da Banda de Música mais antiga da Paraíba: a Filarmônica Abdon Milanez Filho que, neste ano completou 165 anos de existência e atividade ininterrupta, desde 1847. Por diversas vezes,juntamente com amigos já participei do carnaval pernambucano,em especial para prestigiar as orquestras dos Maestros Spok e Forró! Bálsamo para os ouvidos…Desde criança, ouço gravações do Maestro Felinho e suas antológicas variações de vassourinhas e a impecável execução do Formigão, inevitável inspiração para quem toca (ou tenta tocar !) saxofone…Obrigado pelo relato e pela providência do resgate da Obra do Inesquecível Maestro.Parabéns ! Se possível, também gostaria de receber as partituras para sax, piston, trombone,etc, no e-mail josenildoribeiro@hotmail.com.

    Grato.

  66. Cardeal Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    Meu Caro Josenildo,

    Parabens pela Arte que abraçou! Continue a ler o Jornal da Besta Fubana, pois aqui é seu lugar. Gostaria de possuir em meu acervo um CD de sua Banda.

    Quanto às partituras, você veio bater na porta certa. Mandarei para seu e-mail as do Formigão para trombone e pistom e instruções de como baixar mais 400 carnavalescas.

  67. Josenildo Ribeiro disse:

    Mundinho, muito obrigado pela pronta atenção dispensada ! Pois é…tenho outras atividades profissionais (para sobrevivência !!!), mas é na música que encontro minha maior satisfação ! Quanto à nossa Banda, apesar de tão antiga, ainda não tem CD gravado ! Fizemos uma participação (abertura), com apenas 6 números, na gravação de um DVD da Banda da Polícia Militar do II Batalhão da PB, em 2010. Temos várias gravações “amadoras” que, de certo, não poderiam compor acervo como referência para apresentação de tão importante agremiação. Mas temos projetos para isso. Nesse ano fundamos uma Associação que tem por objetivo tornar independente a música em nossa cidade (atualmente atrelada ao Poder Público) e assim captar recursos para que possamos, inclusive, colocar a nossa arte em CD. Por enquanto, vou enviar-lhe alguns artigos e algumas fotos, bem como alguns links sobre a nossa atividade, ok ? Agradeço, mais uma vez, a atenção e o interesse. Deus o abençoe !

    Abçs,

    Josenildo Ribeiro.

  68. Padre Quincas disse:

    Meu Deus, que música linda. E que execução…………..

  69. Cardeal Mundinho Fulô (do Bico Doce) disse:

    E Felinho continua atual, graças ao Jornal da Besta Fubana, que o tirou do anonimato e o revelou para as novas gerações.

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