PIRIQUITAS EM FÚRIA!

“SEXO: O prazer é momentâneo, a posição é ridícula e as despesas são exorbitantes. ” Lord Chesterfield

Existem algumas mudanças de longo prazo em curso na humanidade que, por sua tremenda lentidão, estão passando totalmente despercebidas pela grande maioria das pessoas. Refiro-me às mudanças observadas na constituição física básica daquilo que se costumava conhecer como machos e fêmeas, homens e mulheres, da espécie Homo Sapiens.

Ao longo de todo o século XX, estudiosos constataram uma lenta e inexorável redução da idade na qual as jovens adolescentes apresentavam suas menarcas. Se no início do século passado, as jovenzinhas costumavam ter a primeira menstruação aos 14 ou 15 anos, hoje esta ocorre aos 11 ou 12, não sendo nada incomum casos em que a menina menstrua pela primeira vez aos 8 ou mesmo 9 anos.

A que se deve isso? Ninguém sabe! Especula-se a respeito de melhoras na alimentação, na erotização precoce através da televisão e de outros meios de comunicação modernos, mas a verdade é que os cientistas se encontram diante de um verdadeiro mistério.

Por outro lado, os rapazes demonstram estar cada dia mais suaves e delicados. Constatou-se, inclusive, um acelerado processo de declínio na quantidade e na qualidade dos espermatozoides produzidos pelos homens ao longo das décadas, desde o início do século passado. Hoje, a quantidade estaria em praticamente a metade do que já foi. As características fenotípicas dos machos da espécie parecem estar se diluindo cada vez mais. Basta dar uma circulada em meios juvenis, especialmente aqueles mais aparelhados pela ideologia de gêneros, aquela que propõe serem os papeis desempenhados pelos sexos da nossa espécie meramente “construtos culturais”, para que nos deparemos com uma verdadeira fauna de “bichinhas” e “veadinhos” das mais variadas espécies. É um verdadeiro zoológico humano.

Deparamo-nos também, cada vez mais, com pares de moçoilas, às vezes lindíssimas, trocando carícias entre si. A vontade que me dá é chegar a elas e ir separando-as e beijando-as. Enquanto isso, ir lhes dizendo: Dá licença! Dá licença! Coisas lindas maravilhosas!

Raro, nos dias que correm, é nos depararmos com um rapaz másculo e uma jovem com feminilidade, abraçados e trocando carinhos tradicionais. Quando me deparo com uma cena destas, juro que tenho ganas de ir até eles e congratulá-los por estarem assegurando a continuidade da espécie.

Comenta-se a boca pequena que a razão desta avacalhação ampla, geral e irrestrita da sexualidade humana seria proveniente da abundante adição de hormônios que vem sendo praticada na ração dos animais que consumimos, galinhas e vacas. Isto visaria levá-los a um acelerado crescimento, o que aumentaria sobremaneira os lucros dos criadores. Não sei! Acho até que ninguém sabe. Só desconfiam.

Enquanto isso, impressiona-me sempre a capacidade dos humanos(?) para acreditar em imbecilidades oriundas das ideias mais malucas, especialmente as de um alemão seboso que viveu grande parte da vida na Inglaterra, sempre sustentado por um amigo tão amalucado quanto ele, só que rico.

A grande atração exercida pelas teorias abstrusas desse cara sobre as mentes mais simplórias se deve à promessa que faz de criar um paraíso na terra, sempre prescindindo totalmente do conceito de Deus, o qual abominava. Pena que, para a implantação deste paraíso colimado, primeiro tenham que conduzir grandes parcelas da humanidade ao inferno, seja aqui mesmo na terra, seja matando-os às dezenas de milhões; de fome, de frio, de doenças e de raiva. Se tudo isso não funcionar, fuzilando-os aos milhares.

A tática mais utilizada por estes vendedores de pesadelos é a antiga máxima de César, dividir para reinar. Não foi outra a razão que levou os profetas do apocalipse a incentivaram tanto as divisões e as “lutas” entre as “classes” da sociedade, lutas estas que, segundo esta visão belicista e raivosa do mundo, teriam sido sempre o grande motor das transformações históricas. O entendimento dos adeptos desta seita sobre o que seriam estas classes é sempre bastante difuso e instrumental, adaptando-se às suas aspirações de hegemonia e poder à medida que a desídia se instala entre elas, justificando assim sua profecia autorrealizável. Qualquer grupo humano que apresente alguma diferença de outro grupo, por menor e mais irrelevante que seja, passa imediatamente a ser incentivado a “Lutar e combater” por seus direitos.

Os grupos onde os ressentimentos eram mais amargos adotaram este “Weltshauung” com verdadeira volúpia! Muito mais especialmente aquela categoria linda dos humanos de “Cabelos longos e ideias curtas”, segundo o mau humor de Schoppenhauer, e que sangra todos os meses. Não era nada de se estranhar, já que estas belas criaturas, oprimidas desde sempre, sofriam daquilo que Freud chamou de “Inveja do Pênis”. Passaram então a atuar agressivamente na busca da conquista de alguns direitos que lhes haviam sido subtraídos injustamente desde sempre. Coisas como direito de votar, de se candidatar a cargos públicos, direito de herança, de autonomia frente a pais, maridos e filhos, e por aí vai.

O danado é que, aberta a caixa de Pandora, todos os demônios pularam para fora imediatamente e ao mesmo tempo. O que era inicialmente uma demanda por direitos absolutamente legítimos, deu um salto indutivo na direção da busca pela igualdade plena com os homens. Foi aí que a coisa toda degringolou!

Ao assumir o poder, consequência de uma sadia alternância democrática, os esquerdopatas trataram imediatamente de criar estruturas governamentais visando garantir a “igualdade de Gêneros”, muitos até com status ministerial. Afirmavam que sua missão seria combater a persistência dos “estereótipos sexistas” na sociedade. A suposta “igualdade” passou a ser considerada o bem supremo a ser buscado.

São horrorosas por que estão com raiva ou estão com raiva porque são horrorosas?

Recentemente uma jornalista de expressão, parafraseando Marx, ordenou: Mulheres, uni-vos!

Unir-se contra o que? Contra quem? Contra esta angústia difusa que as torna amargas, rancorosas e rabugentas? Se essas pragas não tivessem xoxota, eu nem cumprimentava!

Tem eleitor que vota com o fígado: com raiva! Outros, votam com o estômago: sempre pensando no que vão conseguir mamar! Alguns, votam com o coração: emocionados com algum evento ou atitude recente do candidato! Poucos votam com o cérebro, convencidos que as propostas do candidato são as melhores. Hoje, esta corrente está consubstanciada na candidatura de Bolsonaro que, se Deus quiser, será majoritária logo no 1º turno. Agora, surgiu a ala que vota com o útero! A mulherada radical e frustrada, histérica, manipulada e tornada inocente útil pelo marxismo tupiniquim na luta contra Bolsonaro, criou uma nova classe de inimigos. Antes, eram os inimigos figadais! Agora, são as inimigas “BUCETAIS”!

NÃO TEM RISCO DE DAR CERTO!

O máximo que Bolsonaro e sua equipe vai conseguir, quando o capitão for devidamente eleito Presidente do Brasil, será minimizar o desastre com Perda Total criado, nutrido e cevado em nosso país pela canalhada que se apoderou de sua estrutura de comando. Se fizer isto, já será uma vitória imensa. Eliminar essa horda de bandidos, segundo creio, já é em si uma missão praticamente impossível.

Vamos continuar eternamente nos arrastando entre o fracasso total e o sucesso rumo a uma posição de destaque entre as nações do mundo. Como dizia Nietzsche, somos “Uma corda atada entre o abismo e o infinito! ”. Minhas razões para afirmar isto são as seguintes:

1. Analfabetismo, ignorância total e incivilidade (selvageria) – Vivemos uma era de verdadeira selvageria. O retrocesso verificado em todos os aspectos civilizacionais de nosso povo é algo que não encontra nada parecido em toda a história da humanidade. Foi uma obra realmente brilhante de desconstrução (palavra da moda) de tudo o que havia de digno e de decente em nosso país.

2. Violência e Criminalidade – A principal consequência do nosso mergulho neste mar de ignomínia foi o aumento assombroso da violência e da criminalidade. Somos os campeões mundiais em homicídios e as atitudes das autoridades responsáveis são sempre pífias, quando não simplesmente canalhas, coerentemente com a estrutura também absolutamente canalha das suas personalidades e do esprit de corps do governo de que participam.

3. Dívida pública e seus juros – Em paralelo à avalanche de atitudes e decisões absolutamente canalhas e imbecis excretadas pelo nosso governo, ocorre uma suruba financeira que deixaria Sodoma e Gomorra como exemplos de moralidade. O Governo deve uns dois anos de sua arrecadação bruta. São TRILHÕES de reais de uma dívida cujos juros consomem a METADE de toda a escorchante carga tributária cobrada inexoravelmente dos brasileiros que não fazem parte da gangue governamental. Mesmo assim, somam-se anualmente outras dezenas de BILHÕES à dívida assassina que está devorando nosso país.

4. Funcionários públicos – Enquanto o governo afunda em débitos e déficits, arrastando consigo toda a estrutura produtiva do país à bancarrota, uma multidão de facínoras travestidos de homens da lei, sendo UM MILHÃO na ativa e outro MILHÃO com aposentadorias privilegiadésimas, terminam de afundar o país na total falência sem que abram mão do mais mínimo dos inúmeros privilégios que se auto-outorgaram e que consideram “Direito adquirido”. Quem vai se esfolar para bancar estes direitos? Não lhes interessa minimamente. Desalojar essa multidão de parasitas vai dar muito trabalho.

5. O Mènage a trois – Os três poderes, teoricamente harmônicos e independentes, uniram-se em uma verdadeira suruba na qual que o sodomizado é o povo brasileiro. É absolutamente inacreditável o cinismo e a desfaçatez com que estes bandidos se locupletam às custas do suor de quem trabalha.

6. Sistema Político e “Concessões” do governo (TVs e Rádios) – Toda a estrutura de comunicação do país foi “aparelhada” a fim de dar continuidade ao estupro praticado pela oligarquia dominante, seja através da concessão de estações de rádio e de TV para companheiros das gangues, seja do puro e simples suborno dos “Formadores de Opinião” ou, idealmente, através da ideologização dos crápulas que deverão manipular de forma abjeta as informações veiculadas.

7. Empresas estatais e Fundos de pensão – Não satisfeitos com toda a imensa desgraceira propiciada pelas ações anteriormente listadas, dominaram com mão de ferro todos os grandes fundos de aposentadoria existentes no país, os quais foram devidamente depenados pelos interesses mais escusos imagináveis. Não é outra a razão pela qual estão TODOS absolutamente quebrados e arcando com passivos atuariais imensos e impagáveis, fruto da demagogia aliada à roubalheira.

8. Fornecedores do Governo e Entidades “Pilantrópicas” – A sanha devoradora de propinas e subornos se estendeu com voracidade à cobrança de comissões, agora transmutadas em “pixulecos”. Toda e qualquer empresa que deseje fornecer ao governo, em todos os seus níveis e inumeráveis tentáculos, terão seus preços incrementados de forma geométrica, a depender apenas da possibilidade de se ir adicionando os famigerados “aditivos contratuais”.

9. Subsídios a grandes empresas – Num ambiente como este, de total putrefação moral, as grandes empresas, sempre cheias de pundonor, jamais sujam as mãos sonegando. Sai muito mais simples e barato comprar alguma isenção fiscal, através de uma medida provisória feita sob encomenda, ajudada por um empurrãozinho daquele parlamentar que está na sua folha de pagamentos.

10. Crédito limitado e dirigido (BNDES, BNB, FAT, etc.) – Em um país onde a voracidade governamental drena cada centavo da poupança popular a fim de financiar-lhe a esbórnia, as taxas de juros são estratosféricas. As únicas fontes de financiamento a taxas minimamente humanas são restritas aos privilegiados do círculo governamental. Ou seja: aos membros da gangue. A única exceção é o financiamento de valores ridiculamente pequenos a pobres miseráveis, periodicamente anistiados, e que não serve para realizar coisíssima nenhuma. Só serve para conquistar votos de cabresto de uma multidão de deserdados da sorte e manter a estrutura escrota de poder.

11. Sindicatos e Sistema “S”- Funcionam 17 mil sindicatos no nosso país. Nos Estados Unidos são apenas 190 e, no Reino Unido, atuam apenas 168. Os nossos servem apenas para garantir o pão de cada dia aos dirigentes sindicais. Com o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, muitos dos sindicatos fantasmas que comem do bilionário bolo, sem prestar contas, vão desaparecer. Para o Brasil acabar com esta base sindical, atrasada e viciada, vai dar trabalho. De forma semelhante, os “Jardins Suspensos da Babilônia” representados pelo “Sistema S” é outro antro de privilegiados, altamente ociosos e inúteis, e que são abundantemente supridos pelas contribuições extorquidas dos salários miseráveis de todos os trabalhadores do país.

12. Faculdades particulares e federais – O mais novo antro de sinecuras que veio se juntar às já tradicionais Universidades Federais, foram as paquidérmicas estruturas universitárias, cevadas a abundantes recursos públicos. Sairia mais barato dar um Voucher aos melhores estudantes para que fossem se especializar em Harvard, MIT ou Sorbonne. Mais uma sangria que vai dar trabalho estancar.

13. Ambiente de Negócios e Empreendedorismo – Para um pais cuja estrutura governamental faz de tudo para exterminar toda e qualquer iniciativa econômica de seus cidadãos, surpreende a quantidade imensa de empreendedores existente em nosso pais, segundo a contagem oficial. Este paradoxo se deve à necessidade desesperada dos brasileiros para prover o sustento, a si mesmo e aos seus, mesmo diante da catástrofe econômica pela qual estamos passando. Assim, parte-se para realizar alguma atividade que possa lhe propiciar algum rendimento, por mais humilde que seja. Só que os otimistas governamentais, ávidos por estatísticas que lhes justifique os salários de nababos, inflam as estatísticas com os pobres miseráveis que, na completa ausência de opção, partem para iniciativas pífias tais como vender alimentos ou peças íntimas femininas nas ruas. São estes os “Empreendedores” do nosso país, onde a estrutura produtiva industrial está sendo dizimada sem piedade.

Vou votar em Bolsonaro mas, já estou com pena dele, diante da pedreira que deverá encarar.

SUPREMO TRIBUNAL DA FOFOCA – S.T.F.

“No romance distópico 1984 de George Orwell, o governo tenta controlar não apenas as falas e ações, mas também os pensamentos de seus cidadãos, rotulando os pensamentos desaprovados pelo termo crime de pensamento (thoughtcrime) ou, em novilíngua, “pensar criminoso” (crimethink), também traduzido como crimideia ou crimepensar. No livro, Winston Smith, a personagem principal, escreve em seu diário: “Crime de pensamento não acarreta morte: crime de pensamento é morte” (“Thoughtcrime does not entail death: thoughtcrime is death”).

A Polícia do Pensamento (thinkpol em Novilíngua) é a polícia secreta do romance “1984” cuja função é descobrir e punir o crime de pensamento. A polícia do pensamento usa psicologia e vigilância para encontrar e eliminar membros da sociedade que são capazes de meramente pensar em desafiar a autoridade governante.

A Polícia do Pensamento de Orwell e a sua perseguição do crime de pensamento estavam baseados nos métodos utilizados pelos estados totalitários e as ideologias em competição no século XX, elencadas por Orwell em seu texto “Notes on Nationalism” (ele cita em tal texto como exemplos o comunismo totalitário, o catolicismo político, o sionismo, o antissemitismo, o trotskismo e o pacifismo. Isso também tinha muito a ver com aquilo que Orwell chamava de “poder de encarar fatos desagradáveis” (algo no mesmo sentido em que colocado no trecho mais famoso da decisão do caso Handyside contra Reino Unido, e sua intenção de criticar ideias prevalecentes que o colocaram em conflito com suas “pequenas fedorentas”. Embora Orwell se descrevesse como um socialista democrático, muitos outros socialistas (especialmente aqueles que apoiavam o ramo comunista do socialismo) entenderam que a sua crítica à União Soviética dirigida por Stalin prejudicou a causa socialista.

O termo “Polícia do Pensamento”, por extensão, passou a se referir à imposição clara ou inferida de correção ideológica em qualquer contexto moderno ou histórico”. (Fonte: Wikipedia)

Se liberdade significa algo afinal, significa o direito de dizer às pessoas aquilo que não querem ouvir

Sinceramente, eu não esperava viver o suficiente para ver um conterrâneo meu, cidadão brasileiro, vir a ser processado porque chamou um outro, comprovada e assumidamente homossexual, de qualira (Pará), de baitola (Ceará), de frango (Pernambuco), de bicha (Rio de Janeiro), de veado, de perobo, de boneca, ou de qualquer outro regionalismo com o qual nós brasileiros costumamos designar os gays (USA).

Aliás! Costumamos, não. Costumávamos! Hoje, costumamos cada vez menos.

O mesmo se aplica a qualquer pessoa que tenha a pele um pouco mais tisnada pelo sol, ou que contenha um pouco mais de melanina que a média da população. Chamá-lo pelo que ele é (negrão, crioulo, mulato, etc.), hoje é caso para cadeia. Temos que aplicar o neologismo canhestro “Afrodescendente”. O mesmo se dá com os cegos, agora denominados de “Deficientes Visuais”; os aleijados, agora denominados simplesmente de “deficientes; e toda uma plêiade de imbecilidades de igual jaez. Similarmente, favelas não são mais favelas: Agora são “Comunidades”. O marginal, o bandido, o vagabundo, o ladrão, o facínora, só pode ser denominado de “Suspeito”, mesmo tendo ele cometido seus crimes diante de toda a torcida do flamengo e do Corinthians juntas.

Implantou-se sorrateiramente a Polícia do Pensamento entre nós, através do que se costumou chamar de “Politicamente correto”. Esta imbecilidade foi mais uma das obras estúpidas dos sucessivos governos totalitários de esquerda (olha o pleonasmo) sob os quais vivemos nos últimos anos.

O objetivo subliminar seria sempre o de padronizar e fiscalizar o linguajar e o pensamento da população, tal qual descrito na magistral obra de George Orwell.

Quase conseguiram!

Prova disto é estarem processando Jair Bolsonaro, no STF, simplesmente por ele ter afirmado que alguns quilombolas por ele visitados estariam pesando acima de sete arrobas. Outro processo, por ter afirmado a uma jabiraca histérica do PT que não precisaria se preocupar com algum eventual estupro pois era feiosa demais.

Assim, uma corte que supostamente se destinaria a julgar causas relevantes para a nação como um todo, especialmente aquelas focando na análise da adequação de questionamentos quanto a sua relação com a nossa constituição, aparelhada por um bando de medíocres subservientes e lacaios de uma facção criminosa, passaram a servir de tribunal de fofocas e brigalhadas de deputados de esquerda no congresso.

Esses nababos do STF não têm nada mais para se preocupar além de defender os próprios salários hipertrofiados e desonestos, o mimimi desses crápulas esquerdistas e os milhares de “agravos de instrumentos” da defesa de Lula na busca desesperada de encontrar brecha legal para liberar o canalha?

Que decadência, né?

Especialmente quando consideramos que a liberdade de pensamento está contida na Constituição Federal de 1988, em seu art. 5º, inciso IV, considerada como um direito fundamental. Além disso, é corroborada com o dispositivo 220 também da Carta Magna que reza: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nessa Constituição.”

Bom lembrar que a função deste magote de lacaios das esquerdas é EXATAMENTE a de defender os princípios constitucionais, não a de se transformar em tribunal de inquisição ou “Polícia do Pensamento”. Muito especialmente tendo sido a opinião, por mais absurda que possa ter sido, tendo sido emitida por um parlamentar no exercício da função. Isto sim é ditadura!

Será que vão querer que Bolsonaro se apresente paramentado com um Sambenito, traje oficial dos penitentes perante os tribunais inquisitoriais?

Quer dizer que, se eu afirmar que considero aquela deputada do PT uma bruaca, vou ser indiciado no inquérito também? E se eu disser que os 11 membros do STF são um belo magote de imbecis e enganadores, vou também? E se eu disser ainda que considero os negros mais geneticamente direcionados aos exercícios corporais (atletas) que aos exercícios intelectuais (Prêmio Nobel de física ou economia), vou ser preso? E se eu disser que considero as mulheres mais emocionais que racionais e, portanto, mais adequadas que os homens àquelas funções que demandam empatia, como medicina e enfermagem, e menos adequadas às engenharias, serei crucificado? E se eu falar então que considero ridículos, patéticos, grotescos, aberrantes, e bizarros os arremedos de trejeitos femininos praticados por humanos com genótipo masculino, especialmente se lhes tiverem sido agregados artificialmente alguns fenótipos femininos, serei então esquartejado e terei os pedaços jogado aos urubus?

Quer dizer que, mesmo indo contra todas as evidências empíricas e históricas, que a realidade insiste em explodir diante de nossos olhos, serei obrigado a repetir as opiniões dos tiranetes da hora?

É ruim! Vão ter que fazer muito mais que isso!

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

O meu candidato a presidente nas próximas eleições, Jair Bolsonaro, afirmou em entrevista recente que não tinha vocação para ditador e que, uma das suas principais metas, seria a descentralização dos recursos federais a fim de ganhar mais proximidade com as demandas da população e agilidade na execução das obras e no atendimento das necessidades. Belas intenções! Só que…

NÃO VAI DAR CERTO! AÍ É QUE A ROUBALHEIRA VAI SER DESBRAGADA!

As evidências empíricas por mim observadas só me levaram a concluir que o título de PREFEITO e a palavra LADRÃO já são praticamente um pleonasmo em nosso combalido país. Lógico que há a exceções. Só que as que eu pude conhecer foram pouquíssimas. O sistema todo já é tão corrompido que, mesmo admitindo que estes honoráveis senhores não roubem para si, toda a atuação municipal já é uma roubalheira em si mesma. Veja-se o caso da municipalização do trânsito: possibilitou a implantação de um verdadeiro terrorismo em cima dos pobres cidadãos, que só desejam exercer o simples direito constitucional de ir e vir, juntamente com uma extorsão financeira digna de Al Capone – A Máfia das Multas. Isto juntamente com uma

deterioração dos padrões técnicos que fez o nosso trânsito virar uma verdadeira carnificina

Analisemos algumas estatísticas: São Paulo tem 645 municípios dos quais, 145 tem menos de 5.000 habitantes. Se o critério para a emancipação fosse um mínimo de 10.000 habitantes, 267 municípios permaneceriam na condição de distrito. Destes 645 municípios, em 2016, 32 prefeitos (5%) tinham seus mandatos cassados pelos mais diversos motivos. Minas Gerais segue na mesma direção. São 853 municípios, dos quais 223 tem menos de 5.000 habitantes. Com o mesmo critério de 10.000 habitantes como mínimo, 473 municípios permaneceriam na condição de distrito, deixando o estado com apenas 370 municipalidades. Destes 853 municípios, 31 prefeitos (3,2%) tinham seus mandatos cassados pelos mais diversos motivos em 2016. Os prefeitos que foram cassados foram apenas aqueles pegos com a boca na botija. São apenas a ponta do iceberg.

A Operação Pasárgada, da Polícia Federal, desencadeada em 2014, prendeu 16 prefeitos, dos quais 14 de Minas e dois dos municípios baianos de Itabela e de Sobradinho. Entre os presos estavam o juiz federal Weliton Militão dos Santos, servidores da Justiça Federal, nove advogados e um gerente da Caixa Econômica Federal. Ao todo, foram expedidos pelo corregedor-geral do Tribunal Federal, Jirair Aram Meguerian, 52 mandados de prisão na operação. Segundo a Polícia Federal o prejuízo aos cofres públicos do suposto esquema, que estaria em operação há 3 anos, e vinha sendo investigado havia 8 meses, é de R$ 200 milhões.

Prefeito de Juiz de fora sendo preso e dinheiro achado em sua casa

A multiplicação e pulverização de municípios sempre teve em vista a criação de mais estruturas administrativas nas minúsculas comunidades, sempre em busca de propiciar uma sinecura a uma multidão de parasitas (Secretários, motoristas, assessores, vereadores, etc.), todos apaniguados daquele que conseguir se eleger prefeito. A remuneração desta tropa se dá sempre através dos recursos repassados pelo Fundo de Participação dos Municípios que, na maioria dos casos, representa a única fonte de receita destas prefeituras miseráveis.

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional (CF, Art. 159, I, b), da União para os Estados e o Distrito Federal, composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição dos recursos aos Municípios é feita de acordo com o número de habitantes, de acordo com faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual, variando de 0,6 a 4,0: O mínimo para municípios com até 10.188 habitantes e o máximo para aqueles com mais de 156.000 habitantes.

Observem que esta distribuição gera um enorme incentivo para as pequenas comunidades se emancipem dos municípios sede. Assim, um município com 5.000 habitantes, recebe um valor por habitante que é o dobro de outro que tenha 10.000 habitantes, já que o valor recebido por ambos será igual. São Paulo e Minas Gerais chegam a ter município com cerca de 800 habitantes. Condomínios, com um simples síndico, têm mais habitantes que estes vilarejos miseráveis. Só que a estrutura da Prefeitura é nababesca: Secretários às pencas (Cunhado, irmão, sobrinhos, filhos, raparigas, etc.), estruturas burocráticas (mais assessores), vereadores a serem remunerados e subornados, etc.

A constituição de 1988 liberou os estados para que definissem os critérios necessários à criação de novos municípios. FOI UM FRENESI! Pareciam piranhas devorando um pedaço de carne. Foram criados no Brasil 1.070 novos municípios na década de 90. Os sete estados listados representam 2/3 dos novos municípios. Só no Piauí foram 10% criados. Quase multiplicou por dois sua quantidade de municípios.

Houvessem dois motoristas bêbados tomando cachaça à beira de uma estrada, em um cabaré, e era criado um novo município. A consequência não podia ser outra: Volumes imensos de recursos públicos sendo malbaratados em salários de “aspones” e com o aluguel de camionetes D-20, Hilux e Triton L-200 para as “otoridades” municipais. Todas alugadas a preços carésimos e, naturalmente, da loja de algum primo ou cunhado. Em um ano de aluguel, com os preços que são cobrados, estão totalmente amortizadas pelos locatários. Esta é a razão das frotas imensas deste tipo de veículos nas estradas do estado. São símbolos de status. Quem está fora desta esbórnia, está louco para entrar e meter a mão na bufunfa também. Tem sempre dois ou três grupos se digladiando pela posição.

Estudo realizado por Cláudio Burian Wanderley, ao final da década de 90, nos 98 municípios emancipados em Minas Gerais, não constatou nenhuma evolução significativa nas variáveis sociais dos mesmos. Em ouras palavras, a emancipação foi inócua, em termos de benefícios para a população, só gerando um custo altíssimo das novas estruturas administrativas criadas.

O danado é que, mesmo a roubalheira “Light”, não é suficiente para atender à tremenda voracidade das gangues que se apoderam do poder, já que os vilarejos não possuem outra atividade econômica que não seja a de fazer crianças. Então, a solução é encontrar maneiras criativas para depenar o erário. É roubalheira na merenda escolar e no transporte dos alunos, é roubalheira nos programas sociais tipo “Qualquer coisa para todos”, e por aí vai. O resultado disto tudo foi a cassação pelo TRE de 54 dos prefeitos eleitos em 2008 no Piauí. Um em cada quatro foi defenestrado e alguns até preso.

Nesta época, estava eu desempenhando a função de Coordenador Geral de Planejamento da SUDENE, a convite do seu Superintendente, Luiz Gonzaga Paes landim. Chamou-nos a atenção, a mim e à equipe de economistas, o fato do Piauí, naquele ano específico, ter dado um salto diferenciado no seu IDHM.

Este indicador, para os que não sabem, é composto através da ponderação três outros indicadores: A expectativa de vida, a renda per capita e o resultado dos testes do Índice da Educação Básica – IDEB.

Fomos analisar o porquê daquele salto e constatamos o seguinte:

1º – A expectativa de vida continuava praticamente a mesma, com pequena variação.

2º – A renda per capita se encontrava exatamente no mesmo patamar.

3º – Quem havia dado um grande salto, saindo de uma situação deplorável para uma situação apenas sofrível, tinha sido exatamente o IDEB. Listamos todos os municípios do Piauí e os ordenamos em função da variação verificada nos seus índices de educação naquele período que estávamos estudando. Dentre todos, cerca de 50 municípios se destacavam enormemente.

Partimos então à procura de qual teria sido o programa de governo, ou até mesmo alguma outra variável exógena que poderia ter provocado aquele efeito. Algo como boas chuvas e safras recordes ou alguma outra coisa assim. Qual não foi nossa surpresa ao constatar que aqueles eram EXATAMENTE os mesmos municípios onde os prefeitos tinham sido cassados e até presos. Bastou prenderem o prefeito que estava roubando a merenda escolar e o transporte dos alunos, para seu sucessor, com medo de ir preso também, parar a roubalheira. Só isto foi suficiente para o IDEB dar um pulo de qualidade.

Se começarmos a fuzilar sumariamente os administradores públicos que forem pegos roubando, lucraremos duplamente. O IDEB vai disputar com a Finlândia e Singapura; assim como poderemos demitir milhares e milhares de advogados vagabundos que só fazem tumultuar o processo: Procuradorias, advocacias, defensorias, promotorias, corregedorias, auditorias, ouvidorias, controladorias, etc. Multidões de parasitas fiscalizando ladrões simplesmente para não dar em nada.

UM PAÍS RIDÍCULO

Os Trapalhões! Fizeram tantas canalhices que estão se borrando de medo da população.

1. O Supremo Tribunal Federal foi criado com a missão de ser o guardião supremo de nossas leis, nossa constituição e nossas tradições. O problema todo é quando um presidente analfabeto, cínico e altamente corrompido por uma ideologia falida, indica apaniguados seus de NOTÓRIA IGNORÂNCIA JURÍDICA e de REPUTAÇÃO ALTAMENTE DESABONADORA para ocupar estas funções. Tudo isso visando unicamente garantir sua impunidade e da sua gangue, especialmente quando deixarem o poder. Só que o bandido montou um bando de cafajestes tão malandros que estes rasgaram as máscaras e partiram para iniciativas visando o próprio interesse, aprovando para si aumento salarial ABSOLUTAMENTE INCONSTITUCIONAL ao custo de BILHÕES. Quando é depois, ficam reclamando que querem desmoralizar o STF. E precisa de alguém para os desmoralizar? Claro que não! Eles mesmos se encarregam desta tarefa com brilhantismo e denodo.

2. Justiça do Trabalho CARÉSIMA, custando bem mais que todas as causas julgadas. Tanto que sairia bem mais barato para a população se fechássemos esta merda de justiça e pagássemos todas as indenizações demandadas. Isso sem falar no terrorismo de um passivo trabalhista que o empregador nunca sabe de quanto será, já que os juízes são sempre muito bonzinhos com os empregados;

3. Funcionários públicos constituindo uma casta à parte do restante da população. Salários imensamente superiores ao mercado, incontáveis benefícios indiretos, aposentadorias integrais, praticamente não podem ser demitidos em HIPÓTESE nenhuma, obrigação de fazer absolutamente nada (Muito mal de comparecer ao local de “trabalho”), etc… Esta última parte até que é boa para a nação, pois, quando se metem a fazer alguma coisa, só fazem merda. São essas hordas imensas de parasitas que votam majoritariamente pela manutenção da atual estrutura escrota. São um verdadeiro câncer no tecido social da nação. Estão matando o hospedeiro e estrangulando a nação, tal qual Allien, o 8º Passageiro, que para ser extirpado teria que degolar a vítima

4. Congresso (Câmara e senado) ocupado majoritariamente por criminosos dos mais diversos calibres. Daí que, toda a legislação produzida por eles tem por única finalidade depenar ainda mais o erário e garantir a integridade das pregas da retaguarda de suas excelências. Decididamente, este é o melhor congresso que o dinheiro pode comprar.

Você compraria um carro usado de algum desses bandidos?

5. País tarado em diploma! O país dos analfabetos diplomados. Durante todo o tempo do Brasil Colônia, havia uma proibição rigorosa do Governo Português para que não fossem desenvolvidas neste país as artes e ofícios. Tal medida visava garantir nossa dependência com relação aos produtos importados de Portugal. Isto fez com que a fina flor da nossa juventude se destinasse ao estudo da “Trívia”: Gramática, Retórica e Dialética. Daí à nossa tendência para o “bacharelesco” pomposo e vazio de conteúdo foi um pulo. Hoje, o importante é ter um diploma. Seja de que faculdade for. Não interessa! Eu quero é ser “Doutor”! As mais procuradas, até por uma questão de facilidade, são aquelas em que se pratica a mesma verborragia diarreica dos velhos bacharéis. Ao final, verdadeiras tropas de jumentos diplomados.

6. Ladrão encarcerado, mentiroso contumaz, trambiqueiro de primeira, enganador, maior ladrão da história deste país…e candidato a presidente. Canalha aplica o maior trambique jamais perpetrado contra alguma nação, ao longo de toda a história da humanidade e, mesmo assim, legiões de anencéfalos, alimentados pelas migalhas caídas da mesa do banquete deste butim gigantesco de roubalheiras, seguem o facínora tal qual um D. Sebastião ressuscitado, um Padre Cícero, ou mesmo um Antônio Conselheiro. Está me parecendo que vai ser necessário o envio de tropas federais para exterminar estas hordas de fanáticos famélicos mais uma vez.

7. As “mães” (que belas mães!) querem ter a liberdade de assassinar seus próprios filhos ainda no ventre, ao seu bel talante e sem que incorram nas penas de alguma lei do tipo “Não matarás!”. Para completar, querem que nós, que não temos nada a ver com a trepada de mal jeito que elas deram, paguemos a conta médica do assassinato. Por mim, podem fornicar à vontade, bem como estraçalhar seus rebentos ao seu bel prazer. Que o sangue desses inocentes caia sobre as cabeças dessas famigeradas. Só não joguem a conta para nós pagarmos mais uma vez.

8. Todos são iguais perante a lei! Mas alguns são mais iguais do que os outros. “Lula não é um cidadão comum. Ele foi presidente duas vezes” (sic). Por mim, ele poderia ser até a Rainha de Sabá. É ladrão? Vai para a cadeia. Aliás, devia ir para a cadeia comum, que é para ter que lavar a latrina e os outros bandidos comerem-lhe o toba. Funcionário Público que não produz porra nenhuma, tem mais que ser demitido. Juiz que faz cagada, tem nada de se aposentar como doido. Tem que ser demitido sumariamente. Político profissional tem que ser extinto. Vai lá, cumpre seu mandato (dever cívico e honraria), recebe o mesmo salário de quando estava na iniciativa privada, e volta para o seu canto de rabo entre as pernas ao fim do mandato. Do mesmo modo que ocorre quando vai servir ao exército.

9. A grande preocupação do canalha momentaneamente no poder é assegurar algum privilégio para a galera. Quem vai pagar o pato não interessa. É casa de graça, faculdade de graça, eletricidade com “tarifa social”, é vale gás, e bolsa crack, bolsa presidiário, bolsa família, é prioridade para negros, deficientes, velhos, boiolas, quilombolas, o caralho! Todo e qualquer grupelho que ser “especial” e ganhar uma porrada de benesses governamentais a serem bancadas pelos otários que não estão incluídos na mamata. É negro querendo entrar em universidades e concursos na frente dos brancos mais qualificados, são os índios e os quilombolas querendo a “proteção” do estado para seu modo de vida. Querem viver na idade da pedra? Vivam! Problema seu! Só não venham nos encher o saco depois querendo esmolas governamentais.

QUE PAÍS MARAVILHOSO! QUE NAÇÃO DE MERDA!

BRASIL DO NORTE E BRASIL DO SUL

Dentre as inúmeras consequências desastrosas para nossa nação decorrentes da passagem do PT pelo poder, poderia citar como sendo as principais as seguintes:

– Desindustrialização acelerada da economia: Retorno à condição de mero exportador de algumas poucas comodities e importador de produtos com conteúdo tecnológico, situação e condição típica de país de 3º mundo.

– Degeneração total da moral “Ocidental e Cristã: Passou-se a propagandear abertamente a mais completa promiscuidade. Não existe mais MACHO e FÊMEA! É tudo uma questão de opinião e gosto! Daí à explosão de filhos bastardos de adolescentes com menos de 15 anos. Criou-se toda uma geração cujos parâmetros de comportamento são dignos de um bordel de 5ª categoria.

– Encastelamento no poder de uma classe política absolutamente corrupta: Implantou-se um verdadeiro “Vale-Tudo” na política, onde a única regra é a busca pelo enriquecimento rápido e a sobrevivência política. Corromperam-se todos em uma verdadeira bacanal de corrupção e de cinismo descarado; de deputados a senadores, dos juízes dos tribunais superiores aos ocupantes dos principais cargos do executivo.

– Apologia da ignorância e da estupidez: A velha máxima do “Honra ao Mérito” foi solenemente encaminhada à lata do lixo! Passou a ser muito mais importante filiação à corrente ideológica dominante que qualquer competência ou valor profissional. O mote passou a ser: Proteção total do Estado a todos os possíveis apoiadores da “Nova Ordem” hegemônica.

– Criação de toda uma constelação de organizações parasitárias do Estado: A única finalidade desta multidão de ignorantes famélicos, após terem sido abundantemente envenenados com uma miscelânea de teorias abstrusas contra “tudo isto que está aí”, seria dar apoio e base ao projeto de perpetuação no poder do partido dito “Hegemônico”.

– Exacerbação do preconceito contra o “Patrão Explorador”: Como consequência deste terrível ranço marxista contra o empreendedor, verificamos o extermínio acelerado de qualquer intenção de empreendedorismo e a criminalização das atividades produtivas. Daí à estagnação da economia, o desemprego galopante e queda na arrecadação dos impostos. Foi só um pulo!

– Transformou toda a Classe Média em funcionários Públicos: Diante do extermínio da iniciativa privada empresarial, seja por meio de impostos extorsivos, seja por uma legislação absolutamente maluca e enlouquecedora, ou até mesmo por uma estrutura trabalhista absolutamente contrária a qualquer possibilidade de harmonia entre o capital e o trabalho; o fato é que a classe média se viu premida por todos os meios a buscar uma sinecura no pantagruélico aparato estatal. Quando avaliavam que para ter um salário de 2 ou 3 mil reais, na iniciativa privada, teriam que trabalhar muito, ser bastante competentes e, além de tudo, assíduos, enquanto que um juizeco de 1ª instância inicia a vida ganhando perto de 30 mil, ou mesmo como procurador (desses que procura, procura, e nunca acha nada), iniciariam recebendo uns 15 mil por mês, ficou fácil entender porque toda nossa juventude dourada virou “Concurseiro”.

Dentre todas estas catástrofes, há uma, porém, que eu considero especialmente desastrosa: O abismo que se criou e cevou entre o Brasil do Norte e o Brasil do Sul. Eu explico!

Quando da eleição presidencial de 2002, o candidato Lula obteve uma vitória esmagadora em praticamente todos os estados. As únicas exceções foram: Serra, em Sergipe; Ciro Gomes, no Ceará e Garotinho, no Rio de Janeiro.

Já na eleição de 2006, quando o mesmo Lula buscava se reeleger, o quadro da divisão começava a se cristalizar. Enquanto que o Sul e o Centro-Oeste eram majoritariamente contra o projeto petista, o Norte e o Nordeste passavam a se constituir baluartes da esquerda.

Exatamente o mesmo quadro ocorreu quando da votação para presidente, em 2010, ocasião na qual se elegeu Dilma Rousseff. A única exceção ficou por conta do Espírito Santo, que se bandeou para Serra.

A esta altura, já estava bem claro para a maioria da população que, pelo andar da carruagem, o destino da nossa nação era a total baderna bolivariana, caso persistíssemos na mesma trilha que vínhamos percorrendo até então.

Em 2014, repete-se exatamente o mesmo quadro mais uma vez: O Norte e o Nordeste, petistas; enquanto o Sul e o Centro-Oeste se alinham com o concorrente. Só que, desta feita, a votação é extremamente apertada, o que deu origem a bem fundamentadas suspeitas de fraude quando da apuração dos votos nas urnas venezuelanas.

Começa, então, a se estabelecer uma clara distinção entre os dois “Brasis”. Um, de economia pujante e largamente inserida na economia mundial. O outro, eminentemente agrário, miserável e analfabeto; condições ideais para o voto de cabresto em líderes messiânicos e enganadores, em função das esmolas governamentais que venham eventualmente a ser distribuída entre a multidão de famélicos.

Levantamento realizado pelo deputado Júlio César, do Piauí, mostra que são transferidos a cada ano, para os estados da “Nova Cuba”, via transferências do Governo Federal, R$ 200 Bilhões a mais do que é neles arrecadado. São os recursos das aposentadorias de quem nunca contribuiu, do Bolsa Família, do Fundo para a Educação Básica (FUNDEB), Fundo de Participação dos Estados e Municípios, Universidades Federais, Institutos Federais, pagamentos de salários de funcionários federais, e por aí vai. Quem paga o pato é o Estado de São Paulo, que transfere R$ 200 Bilhões a mais para o Governo Federal, a cada ano, do que aquilo que recebe em repasses. Os demais estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste praticamente empatam: O que recolhem é o que recebem. Tudo isto significa dizer, pura e simplesmente, que:

1. Se dividir o Brasil em dois, a banda Sul ganhará imediatamente uma folga orçamentária anual de mais de R$ 200 Bilhões para investimentos. Isto levará rapidamente sua economia a um padrão Europeu.

2. Por outro lado, estados cujo PIB é metade composto por esmolas governamentais, afundarão imediatamente em uma miséria digna da Biafra. Não produzem nem o necessário para alimentar sua população. Devem retornar imediatamente ao canibalismo se quiserem ter o que comer.

Esta é a população que não abre mão de eleger Lula e sua gangue de miquinhos amestrados. Esta é a população que se borra de medo que Bolsonaro venha a ser eleito e estabeleça o princípio de que, se quiser ter o que comer, então terá que produzir alguma coisa e achar alguém disposto a comprá-la.

Quem viver, verá!

A MESMA VELHA ESTÓRIA DE SEMPRE

Considero fantástico como todas as estórias são extremamente parecidas! Eles nunca aprendem.

Tudo começa com uma multidão de gente muito parecida com uma manada de carneiros. Todos com uma imensa preguiça de pensar e desejando apenas que apareça um líder para lhes dizer para que direção seguir e de que forma. A esta espécie de imbecilização coletiva convencionou-se dar o nome de “IDEOLOGIA”. Até o termo IDIOTA vem daí, já que “idios”, em grego, quer dizer: O mesmo.

Em seguida, e como consequência, aparece sempre um gaiato, um pouco mais esperto e que sente imenso prazer em mandar na vida dos outros. São aqueles seres imbuídos daquela ânsia que o filósofo alemão chamou de “Vontade de Poder”.

Dizia o psicólogo Wilhelm Reich que esse tipo de gente sofreria de uma patologia sexual. Seriam casos de deformação da libido. Não conseguiam foder direito, em casa, partiam para foder a população e a nação. Sei lá! Vá querer entender…

O que eu sei é que esse tipo de gente começa assumindo a liderança da manada e, consequentemente, também o poder; seja por meios violentos, seja por meios democráticos. A partir daí é que a coisa toda começa a desandar: Em pouco tempo, de tanto serem bajulados por uma coorte de puxa-sacos e baba-ovos, passam a ser possuidores de um fortíssimo sentimento de que são eminentemente superiores aos seus comandados e que, por conta disso, são também plenamente merecedores de todos os mimos e regalias que o dinheiro pode comprar, muito especialmente quando este dinheiro foi arrecadado junto à multidão passiva de abestalhados que ele comanda. Conforme dizia Bakunin, em seu famoso panfleto de 1867, “Power Corrupts the Best”, “O Estado nada mais é que a dominação e a exploração, regulamentada e sistematizada”. Incrível como esta descrição tem se aplicado ao longo da história humana. Os que quiserem ler o texto todo, podem acessar clicando aqui. Vale a pena! A etapa seguinte é a população ir enchendo o saco com os desmandos do tiranete e ir aumentando os protestos, enquanto este se aferra cada vez mais ao poder e aumenta a repressão. Ao final, o governo do tirano se parece mais com uma camisinha: SÓ DESENROLA NO PAU! A turba parte para a ignorância e trucida o crápula. Vamos aos exemplos:

1. Comecemos com o assassinato de Júlio César, em 15 de março de 44 a.c. O grande chefe militar e ditador de Roma foi esfaqueado por membros do senado devido às suas atitudes imperiais e autocráticas. Entre seus assassinos estava até Brutus, seu filho adotivo.

2. Outro ditador que ficou na história foi Robespierre, o grande promotor da revolução francesa. Foi degolado em 28 de julho de 1794, na Place de la Concorde. Ele havia assumido poderes ditatoriais. Calcula-se que o terror jacobino causou dezenas de milhares de vítimas. Em apenas 49 dias, executou 1.400 pessoas. No final, o terror engoliu os terroristas.

3. Vindo para tempos mais próximos, temos uma longa relação de tiranos que, inebriados pelo poder, passaram a adotar atitudes ditatoriais e terminaram devidamente despachados para o inferno. Comecemos pela Romênia. O tirano Yon Antonescu foi fuzilado em 1 de junho de 1946. Dentre as inúmeras acusações, destacava-se a traição ao povo Romeno por ter se aliado aos alemães de Hitler.

4. Na virada seguinte, o próximo ditador romeno a ser fuzilado foi Nicolae Ceaucescu. O caso não foi nem um pouco diferente dos demais: Repressão brutal, culto à personalidade, genocídio de seu próprio povo, roubalheira desbragada, contas no exterior, vida de luxo e fausto, ruína econômica do país e, ao final, derrubada do poder e morte ignóbil. Morreu fuzilado em 25 de dezembro de 1989, juntamente com sua esposa.

5. Na vizinha Áustria, Arthur Seyss-Inquart serviu como chanceler após a renúncia de seu antecessor por pressão dos nazistas. Em dois dias, 11 a 13 de março de 1938, assinou atos legais que deram aparência de legalidade à anexação pela Alemanha nazista. Foi enforcado em 16 de outubro de 1946, por decisão do Tribunal de Nuremberg.

6. Na Hungria, foram também dois tiranos a serem mortos. O primeiro, fuzilado, foi o Ex-Primeiro Ministro László Bárdossy, em 10 de janeiro de 1946. Sua condenação por um tribunal militar húngaro se deu devido o papel fundamental que desempenhou na nazificação do país e pelas atrocidades cometidas. O outro, Ferenc Szálasi, foi enforcado em 12 de março de 1946. Ocupou o cargo de Primeiro Ministro com poderes ditatoriais assegurados pelos nazistas. Era o representante máximo do nazismo na Hungria e cometeu incontáveis atrocidades.

7. A vizinha Eslováquia também passou por situação semelhante. À revelia dos anseios da maioria da população, Jozef Tiso – um padre católico, assumiu poderes ditatoriais durante toda a guerra (de 1939 a 1945), sempre suportado por tropas nazistas. Ao final da guerra, foi condenado pela prática de crimes contra a humanidade e enforcado em Bratislava, a 18 de abril de 1947.

8. A mais célebre das execuções foi a de Mussolini, juntamente com outros líderes fascistas. Ocorreu o fuzilamento em 28 de abril de 1945, em um posto de gasolina da cidade de Milão. Depois de fuzilados, os corpos ficaram expostos, pendurados de cabeça para baixo e sujeitos à execração pública de uma multidão de milhares de pessoas.

9. Em tempos mais atuais, no Afeganistão, tivemos o linchamento pelos Talibãs de Mohammad Najibullah, em 27 de setembro de 1996, como “paga” pelas atrocidades por si cometidas enquanto comandava a Polícia Secreta e enquanto serviu como Primeiro Ministro.

10. Outros que tiveram de encarar a ira das respectivas populações foram: a) o ditador Líbio, Muamar Kadafi, em 20 de outubro de 2011 b) O ditador da Libéria, Samuel Doe, em Monróvia, aos 12 de setembro de 1990. c) O ditador do Iraque, Saddan Husseim, em 30 de dezembro de 2006. d) Salvador Allende, morto no Chile em 11 de setembro de 1973.

A lista aqui apresentada poderia se prolongar indefinidamente. Eles nunca aprendem!

Os próximos, na fila dos mais cotados a virarem sarapatel de ditador ao molho pardo, são:

a) Daniel Ortega, da Nicarágua.

b) Nicolás Maduro, da Venezuela.

Mas….E o bebum de Garanhuns? O eneadáctilo?

Na minha modesta opinião, É CARTA TOTALMENTE FORA DO BARALHO! Ele e toda a sua gangue. O tempo deles passou. Vão apodrecer na prisão e podem se considerar extremamente afortunados por terem cometido suas barbaridades em um país cuja população é composta majoritariamente por panacas, sem sangue nas veias e sem cabelo nas ventas.

PORQUE VOU VOTAR EM BOLSONARO

Antes de mais nada, é bom que se diga que uma das minhas regras de vida que mais prezo é NÃO IDOLATRAR e NÃO REVERENCIAR NINGUÉM. A única exceção que tenho feito até hoje é à figura de Jesus, o Cristo, e assim mesmo com muitas restrições às inúmeras baboseiras que foram agregadas à sua memória por interesses diversos.

Assim, posso dizer que vou votar em Bolsonaro, bem como vou instar insistentemente todas as pessoas que conheço para que façam o mesmo, por uma série enorme de razões que passarei a detalhar abaixo.

Primeiramente, Jair Messias é hoje A ÚNICA BARREIRA que se interpõe entre o Brasil e o completo domínio de nosso país por essa esquerda patológica que se infiltrou em todos os escaninhos de nossa nação, especialmente nas esferas governamentais. CARACA!!!! Até eu já estou falando em “esferas” de governo. Esse linguajar escroto é grudento e invade nossas mentes,

Esse cara, e tudo o que ele representa, é a última tábua de salvação que nos resta, no meio desse mar tormentoso, contra o tsunami de mentiras, enganos, falácias, manipulações, cooptações com dinheiro público e conseguido através de propinas e extorsões, pressões as mais diversas, tais como a exclusão de círculos profissionais e acadêmicos, e por aí vai, de quem não se enquadra nos esquemas mentais definidos pelo partido “hegemônico”. Ou escolhemos Bolsonaro, ou aceitamos a barbárie bolivariana em toda sua força. O simples fato de Bolsonaro frequentar o Congresso nacional por diversos mandatos, sem nunca ter sido envolvido em nenhuma forma de corrupção, já o transforma numa espécie de virgem residindo em um puteiro de quinta categoria. O pior de tudo é que todas as rameiras gonorrentas da política sabem disso e lhe devotam ódio por não ter se curvado à práxis reinante no ambiente corrompido e putrefato.

A sua conhecida defesa de uma posição de rigor para com os bandidos, assim como a sua defesa de um total apoio às vítimas deles, vai frontalmente contra a pregação esquizofrênica das esquerdas, em que o criminoso seria “vítima da sociedade” e, portanto, estaria autorizado a cometer toda espécie de crime contra os cidadãos. O criminoso, na visão desta gangue política, seria pura e simplesmente mais um agente da revolução socialista e estaria antecipadamente absolvido de toda e qualquer atrocidade que viesse a cometer.

Bolsonaro representa, antes de mais nada, um basta à ditadura do “Politicamente Correto”, em que não se pode mais chamar as coisas pelo seu verdadeiro nome. Uma hipocrisia canalha e idiotizante, onde todos devem se pautar pelos chavões definidos pelo partidão e utilizar apenas eufemismos idiotas que nada dizem. Escondem mais do que revelam a verdadeira natureza das coisas e as intenções ocultas. Infiltram de maneira subliminar conceitos e ideologias caras às esquerdas e que visam única e exclusivamente minar e solapar o arcabouço civilizacional de nossa sociedade, preparando o terreno para a revolução socialista. Desta forma, as pessoas não seriam mais definidas pelo SEXO masculino ou feminino, já que o “GÊNERO”, segundo esse bando de imbecis venenosos, seria uma “construção social”. Acreditam esses jumentos que a realidade objetiva não existe. Tudo seria fruto de construções coletivas. Tudo seria relativo: A moral, a decência, os valores, os princípios, a ética. TUDO! O que deixaria o campo totalmente liberado para que a cúpula dirigente decidisse como moralmente aceitável tudo o que mais lhe conviesse. Querem ver um exemplo disso: A questão do aborto.

Tudo começa com a liberação geral de uma sexualidade sem freios e sem nenhum padrão de moralidade. Abandona-se de forma irreversível toda uma tradição de moral e de convivência civilizada construída através de muito esforço e de séculos de sofrimentos. Tudo, mas literalmente TUDO MESMO, passou a ser considerado permitido. Os meios de comunicação de massa, normalmente os grandes influenciadores do comportamento de uma multidão imensa de ignorantes descerebrados, passa a martelar consistentemente que o bonito é ser gay, que não há mal nenhum na promiscuidade mais desbragada, que a noção de pecado, de aberração e de abominação foi totalmente abolida. Deblaterar contra estas abominações passou a ser até CRIMINALIZADO! Dá para aceitar?

Na etapa seguinte, temos uma situação em que quase um terço de todas as crianças que nascem no Brasil são filhas de adolescentes com menos de 15 anos de idade. Ao final, bem mais que a metade das crianças brasileiras são criadas em lares onde só há um dos conjugues, normalmente a mãe. As abestalhadas pela pregação massiva dos meios de imbecilização de massas, chegam aos 19 ou 20 anos, normalmente analfabetas e ignorantes, totalmente despreparadas para uma vida produtiva e com 2 ou três filhos de pais diferentes que ninguém sabe direito por andam. Se tiverem sorte, recebem uma pensão miserável que mal e porcamente dá para comprar algum alimento. Os avós, quando existem, assumem parte deste descalabro para tentar salvar as crianças do desastre da criminalidade e das drogas, normalmente sem muito resultado. Esta é a militância que está sendo preparada pela pregação esquerdista: Um país de bastardos, criados de solta, feito bode na caatinga. Perfeito para a implantação do socialismo.

É então que a mãe, turbinada por algum álcool na ideia, depois de dançar bastante funk, parte para mais uma transa eventual de fim de semana. Engravida mais uma vez! A única saída que lhe parece aceitável passa a ser o aborto, a fim de evitar que mais um indesejado venha a se juntar àqueles que já estão lhe pesando na vida. Apela para alguma droga abortiva ou para um açougueiro indicado por alguma amiga de copo e de cruz que já passou por situação similar. É aí que milhares estão sendo atendidas nas emergências do SUS e muitas morrendo. É daí que sai um dos principais argumentos que estão sendo utilizados pelo governo para justificar o aborto: O imenso custo econômico para o sistema de saúde dessas internações e tratamentos. Minha sugestão é que sigamos raciocínio similar para os acidentes com motos, que custam muito mais ainda. Acidentou um motoqueiro? Não chame o SAMU! Passe com o carro por cima dele umas duas ou três vezes para assegurar que não vai necessitar de tratamento nenhum. Esta decisão dará uma economia imensa para todo o sobrecarregado SUS. Se podemos autorizar as mães a matar os seus próprios filhos, por que não podemos estender este “tratamento” aos motoqueiros?

Querem saber mais detalhes sobre as diferenças marcantes que nos levam à decisão por Bolsonaro?

Acessem o site Beraká. Boa parte dos argumentos e das imagens mostradas foram retirados de lá.

O CAVALEIRO SOLITÁRIO

Todos os meios de comunicação têm enfatizado à exaustão o pouco tempo de televisão de que disporá o candidato Jair Bolsonaro em sua campanha pela Presidência da República.

É quando eu pergunto: MAS… E DAÍ?

Quem é suficientemente maluco para ficar plantado em frente a um aparelho de televisão, por longos e intermináveis minutos, assistindo a uma procissão de canalhas, todos formados, diplomados e pós-graduados nas escolas de patifaria da política nacional, repetindo ad-nausean aquela mesma velha cantilena xaroposa que nos levou ao atual estado de degradação? Ninguém, não é?

Então, qual é a vantagem desse povo em ter mais tempo para passar mais vexame falando para ninguém? Esses idiotas, assim como todos os meios de comunicação, não se tocaram ainda que a sua capacidade de fazer a população acreditar naquilo que eles querem que acreditem está próxima a zero. A grande maioria da população está literalmente de saco cheio de ser feita de trouxa por esses espertos e não acredita mais em nada.

O fato de Bolsonaro não ter firmado parceria com nenhum dos partidos detentores de grandes bancadas também não é ruim não. É ÓTIMO!!! Esta é mais uma das mentiras que nos querem fazer engolir: Bolsonaro está só e vai ver sua candidatura encolher quando começar o Horário Eleitoral. DUVIDO!!!

Este isolamento é a prova de que o que ele propõe é exatamente o oposto daquilo que desejam as hordas de parasitas encastelados na política nacional. Tivesse ele aceitado as condições impostas, para que estas alianças ocorressem, estaria ferindo de morte suas possibilidades de vir a ser eleito. É exatamente este o comportamento que o eleitorado deseja e espera dele: Nada de alianças com essa corja. Que ele não venda sua alma a fim de conquistar alguma pequena vantagem momentânea. Quanto mais isolado e execrado por seus concorrentes, mais se firmará como sendo o candidato de toda a imensa maioria que está com verdadeiro nojo dessa classe de patifes que vem nos infelicitando há décadas.

A próxima linha de ataque à sua eleição passa a ser a descoberta óbvia de que “ninguém consegue governar sem as instituições” (sic). QUAIS INSTITUIÇÕES, cara pálida? Um STF totalmente dominado por bandidos a soldo do PT? Ou serão as inúmeras Universidades Federais, entupidas de ativistas da ideologia bolivariana? Ou será um congresso (Câmara e senado) totalmente dominado por ladravazes altamente vorazes? Ou mesmo a paquidérmica estrutura governamental, recheada de sindicalistas analfabetos, inúteis e altamente corporativistas?

Sou mesmo um otimista contumaz! Continuo achando que para tudo tem jeito. Bota mais dez homens sérios, que os há, lá no STF, e estará tornada minoritária e, portanto, diluída a patifaria. Transforma as Universidades Federais em fundações autônomas, livres de subsídios estatais, tendo que atrair alunos capazes de pagar e vamos ver quanto tempo essa corja de parasitas sobrevive sem mamar nas tetas governamentais.

Vamos ver quantos desses canalhas, atualmente dominantes na política, conseguirão se reeleger. Se reeleitos, quanto tempo passarão se recusando a atender aos anseios da nação e torpedeando os projetos que lhes chegarem às mãos, sem correrem abjetamente atrás de Bolsonaro para firmar “alianças”.

Demitidos todos os DAS aspones e eliminada a vitaliciedade em cargos públicos, vamos ver quanto tempo essas máfias se perpetuarão mamando em cargos governamentais, especialmente depois de um enxugamento drástico a ser realizado em todo o aparato estatal.

Pois é! Podem espernear o quanto quiserem. 2018 é Bolsonaro na cabeça! Contra tudo e contra todos. A esta altura, considero extremamente remota a possibilidade de uma reviravolta na corrida presidencial. Teria que ser algum fato novo absolutamente dramático e chocante. Algo como um avião ser “acidentado”, coisa que não deverá ocorrer. A única possibilidade plausível de vê-lo derrotado são as urnas bolivarianas. Vamos torcer para que as inúmeras formas indiretas de controle da votação sejam eficazes para evitar uma rasteira, do tipo daquela que nos deram em 2014.

Será extremamente interessante de ver o frenesi de todos os deserdados das urnas a correr atrás de Bolsonaro para ver se conseguem alguma sinecura governamental que lhes garanta uns trocados para a feira, de modo a não submergir de vez no esquecimento, juntamente com o mar de mediocridades que compõe nossa casta atualmente dominante. Será uma delícia ver todas estas ratazanas retornarem às latrinas que lhes deram origem e de onde nunca deveriam ter saído.

Enquanto as eleições não chegam, vamos nos divertindo com as perguntas absolutamente imbecis com que os repórteres das empresas de comunicação brindam a inteligência do candidato e dos eleitores. Coisas do tipo: – O senhor vai colocar mulheres em seu governo? E negros? E gays?

Deviam completar a lista perguntado: – Haverá vaga para obesos? Mas… e os feios? E os pernetas? E os zarolhos? E os hermafroditas? E que tem ejaculação precoce?

Se eu fosse o candidato, ao ser “premiado” com uma pergunta idiota dessas eu diria:

– Minha filha! Se não for ladrão, cafajeste e canalha, como a maioria absoluta desses que estão aí, e se for razoavelmente competente, eu coloco até o Satanás nesse governo.

Bolsonaro passarinha! Eles passarão! Hi-Yo Silver!

Para aqueles que ainda se iludem com a conversa mole dessa cambada, tem candidato para todo gosto: Tem um cangaceiro camaleônico e metido a ditador; tem um insípido, insosso e inodoro e que se aliou com a corja toda a fim de se eleger a qualquer preço, e que os crápulas acham que será a salvação deles; tinha uns imbecilizadores da televisão que queriam continuar imbecilizando a população, só que em uma escala muito maior; tem a possibilidade de Lula vir a indicar um de seus baba-ovos, com a missão de tentar ressuscitar o cadáver do PT; e por aí vai.

NÃO ADIANTA! É BOLSONARO EM 2018!

A LOTERIA DA VIDA

Só por um momento, imaginei que sou Deus e decidi criar um planeta cheio de vida. Um jardim maravilhoso, lindo em todos os aspectos e perfeito para aquilo que tenho em mente.

Pois bem! Primeiramente, comecei com uma imensa nuvem de gás a meia distância da borda de uma galáxia com 100.000 anos-luz de raio. Teria de ser uma nuvem de partículas remanescentes da explosão de alguma estrela gigante da 1ª geração do universo. Isto porque, ao entrar nos estágios finais de sua vida, transformando-se em Supernova e explodindo, esta estrela produziria todos os demais elementos da tabela periódica e não seria composta apenas por hidrogênio e hélio, os elementos mais simples e básicos do universo.

Se não fosse assim, não poderia contar com estes elementos para o lindo projeto que tenho em mente: A vida!

Com o passar de milhões e milhões de anos (não tenho pressa nenhuma pois sou eterno), esta imensa nuvem de gás, atraída pelas forças gravitacionais nela atuantes, iria tomando a forma de um disco.

Este mesmo disco giraria velozmente em torno de um eixo central e, paulatinamente, tal qual um “angu de caroço”, iria juntando suas partículas de maneira a formar pequenos globos, sendo o maior deles o que se acharia no centro deste imenso vórtice. Minha receita estaria começando a dar certo.

Na etapa seguinte, o globo situado no centro não poderia ser nem muito grande, nem muito pequeno. Teria que ser aquilo que os astrônomos chamam de “Estrela de quinta grandeza”, já que seu tamanho, mesmo sendo imenso, não é lá essas coisas quando comparado com algumas de suas irmãs gigantes. Por outro lado, não poderia fazer parte de um sistema binário, ou até mesmo com mais estrelas, já que isto lhe provocaria muita instabilidade. Não poderia ser também uma estrela submetida a muitas explosões e variações de brilho, tal qual ocorre com outras de suas irmãs. Teria que ser uma estrela solitária e razoavelmente constante em seu brilho, de modo a não comprometer todo o projeto que preparei meticulosamente. Toda esta conjectura foi criada por Kant e Laplace, ao mesmo tempo.

Ao atingir um tamanho suficientemente grande, esta esfera central acenderia um imenso reator nuclear em seu interior e começaria a emitir luz e radiação. Em paralelo, inúmeros planetas estariam sendo formados, sempre girando todos ao seu redor e no mesmo sentido. Alguns, imensas esferas de gás; outros, imensos globos rochosos. Aquele que escolhi para a sede do meu projeto deveria ter algumas características altamente específicas, se não o meu lindo projeto desandaria totalmente.

Primeiramente, no conjunto de planetas que se formou junto com ele, deveria existir um que fosse imensamente grande, e que estivesse situado entre este meu planeta jardim e o espaço exterior. Serviria de escudo contra impactos com objetos errantes que entrassem em nosso sistema planetário. Estes objetos seriam atraídos por sua tremenda força de gravidade e nele cairiam, deixando assim de constituir ameaça a meu planeta predileto. Só a título de exemplo, vejam a explosão provocada pela queda em Júpiter de um objeto com algumas dezenas de metros de diâmetro. A explosão provocada tem quase o tamanho da Terra. Dá para imaginar o que um objeto desses provocaria caindo aqui, como aquele que provocou a extinção dos dinossauros.

O ponto seguinte da minha receita é que o planeta escolhido deveria se situar a uma distância do sol tal que possibilitasse a existência de água em seus três estados físicos: Sólido, líquido e gasoso. Para isto, a temperatura da sua superfície não poderia situar muito perto dos 100 graus centígrados, nem muito abaixo de zero grau. Como maneira de assegurar que sua temperatura seria suficientemente tépida, mas nunca quente demais, adotei uma órbita na forma de uma elíptica alongada, segundo as Leis de Kepler.

Só que, para assegurar esta estabilidade térmica, apenas a distância conveniente do sol não seria suficiente, já que a forma elíptica de sua órbita provocaria períodos de calor intenso, seguidos de períodos de frio extremo. Assim, outros mecanismos de regulação térmica far-se-iam necessários.

Minha grande sacada foi bombardear este meu planeta com cometas compostos de água congelada. De novo, ao longo de mais alguns milhões de anos, aquela bola de fogo foi esfriando sua superfície, e criando uma fina crosta sólida, através desse bombardeio continuado. Ao final desse período, meu jardim era um planeta líquido, coberto por um oceano com profundidade média de 5 Km. Não dava para criar muitas formas de vida nestas condições, especialmente porque o planetinha bamboleava seu eixo central de forma totalmente caótica, já que não tinha nada próximo que o estabilizasse. Foi aí que me veio uma sacada genial, modéstia à parte: Decidi dar-lhe uma bolada com outro planeta quase de igual tamanho, de modo a deixar este meu predileto exatamente nas condições ideais para a vida. Foi uma tacada de sinuca simplesmente perfeita!

Com esta colisão, o eixo central da terra ficou inclinado de 23 graus, grande parte da água de sua superfície foi expelida para o espaço exterior e se formou um satélite da Terra cujas características de peso e tamanho, assim como a distância e a velocidade com que orbita, foram EXATAMENTE os elementos que faltavam para tornar o nosso planeta o lugar ideal para a eclosão da vida. Com a inclinação do eixo da Terra, deu-se origem às estações, maravilhosa solução para a implantação dos ciclos da vida. A presença da Lua, por sua vez, estabilizou nosso planeta com seu eixo nesta posição e tornou os dias muito mais lentos. Se antes duravam apenas 4 horas, depois do choque passaram a durar as atuais 24 horas. Quanto à agua que permaneceu em sua superfície, este fato merece maiores detalhamentos. Primeiramente, a água tornou-se o grande estabilizador da temperatura superficial do planeta. Por seu grande Calor Latente, tanto de fusão como de evaporação, absorve e libera continuamente quantidades imensas do calor do sol. Semelhantemente, as nuvens aumentam o albedo, quer dizer, o tanto de luz do sol que é refletida. Assim, quando os oceanos ameaçam esquentar demais, as nuvens produzidas tratam de esfriá-lo. Por outro lado, a água é a única substância que aumenta de volume ao congelar. Assim, quando o gelo que se forma nos polos se desprende, sai boiando e refletindo muito mais a luz do sol que a água que o circunda, ajudando desta forma ao equilíbrio térmico também. Se afundassem, nosso planeta estaria condenado a um eterno inverno.

O núcleo desse nosso planeta teria de ser formado por metais magnéticos, especialmente o ferro, de forma a criar um imenso campo magnético a sua volta. Este campo magnético seria o responsável por desviar todas as radiações emitidas pelo sol e que poderiam ser prejudiciais ao meu projeto de vida.

Já para as reações químicas necessárias a prover os seres vivos com energia, decidi pelas reações de oxidação, já que são eminentemente exotérmicas, ou seja: liberam energia. Só que, para isto, necessitaríamos de uma atmosfera gasosa composta por este elemento e isenta de outros gases tóxicos. Providencie inicialmente uma forma de bactéria que se alimentasse desses gases tóxicos e expelisse o Oxigênio. Depois de alguns milhões de anos, chegamos aos atuais 22% de oxigênio, sendo o resto composto por um gás inerte e que não faz mal a ninguém: O Nitrogênio. Tivéssemos uma taxa maior de oxigênio, a vida seria impossível pois entraríamos em combustão a qualquer momento. Tivéssemos um pouco menos, seria insuficiente para manter a vida. Para segurar esta atmosfera, o nosso planeta tem de ter um tamanho mínimo. Não pode também ser muito grande porque a força da gravidade esmagaria os seres que nele vivessem. O tamanho decorrente da grande colisão é exatamente o ideal.

Para completar, o Oxigênio da atmosfera, quando submetido à radiação ultravioleta que vem do sol, e que provocaria mutações teratogênicas nos seres vivos, se transforma em uma forma alotrópica: O Ozônio. Esta camada criada na alta atmosfera é o que nos protege dos raios cósmicos abundantes no espaço sideral. Mais uma das inúmeras “coincidências” que fui forçado a provocar para dar um lar a estas bactérias arrogantes conhecidas como humanos. UFA! CANSEI!

DA RAIVA AO NOJO

Sempre considerei essas intermináveis discussões a respeito de capitalismo versus socialismo como sendo o ápice da babaquice humana. De forma semelhante e consequente, sempre me recusei a participar desses festivais de imbecilidade nos quais a maioria absoluta dos brasileiros tem se esmerado e comprazido em excretar tudo o que é jumentices que lhes vai n´alma, especialmente depois de bêbados.

O foco da indigência mental, predominante nestas malsinadas plagas, se deslocou de coisas mais prosaicas, tais como futebol ou a inflação, para este tipo de discussão de quem fumou maconha estragada. Tudo o que é macaco disfarçado de humano hoje se julga plenamente apto a excretar verbalmente, e de forma disentérica e autoritária, infindáveis platitudes a respeito da dinâmica interna da “Dialética Hegeliana” e do “Marxismo Gramsciano” frente a globalização.

Decididamente, meu saco não aguenta tanta besteira!

Na minha modesta forma de ver, toda esta estória é extremamente simples! Resume-se a definir quem vai se locupletar com as mamatas governamentais e quem vai se lascar para pagar a conta da esbórnia.

Todas as vezes que eu vejo alguém defendendo apaixonadamente alguma posição política extremada, vem-me imediatamente à mente a figura daquele cara que era tão macho, mas tão macho… que só andava na companhia de outros machões como ele, só praticava esportes de macho, só bebia bebidas de machos, tudo o que fazia era “coisa de macho”. Termina dando a bunda loucamente.

Foi a mesma coisa que aconteceu com algumas das economias mais desenvolvidas do mundo. Eram tão capitalistas, mas tão capitalistas que… ao final…terminaram virando… SOCIALISTAS!

Dá para acreditar? Vamos aos exemplos!

Alguns dos países mais desenvolvidos economicamente, tais como os Estados Unidos e o Japão, não possuem sistemas de aposentadoria governamental como o conhecemos aqui no Brasil. É cada um por si e Deus por todos! O cheque da Assistência Social é apenas uma esmola para que os mais pobres não morram de fome. A regra é a seguinte: Quer se aposentar quando estiver velho? Pois então trate de poupar e investir em um fundo para tal!

Ocorre que os sindicatos, lá pelas bandas mais desenvolvidas, são TOTALMENTE desvinculados de qualquer governo. Esse negócio de sindicato com autorização e registro do governo foi coisa de Mussolini e de Hitler, que era para manter a galera sempre comendo na mão do tirano de plantão, tal e qual acontece até hoje no Brasil. Pois bem… Os próprios sindicatos de lá trataram de formar fundos de investimentos para os seus associados. Só que, lá no Japão, chegam ao preciosismo de ter apenas um sindicato para cada empresa. O sindicato é considerado lá como sendo o “condomínio” dos trabalhadores e “Parceiro” da diretoria na gestão da empresa.

O mais interessante é que, quando o fundo de pensão dos funcionários pensa em investir os recursos que estão sendo poupados, a primeira empresa em que eles pensam investir é aquela mesma em que trabalham. Isso dá origem a algumas situações extremamente interessantes, tais como quando o operariado discorda de alguma atitude da gerência. Em vez de partirem para a greve, o que prejudicaria a empresa e, consequentemente, seus fundos de pensão, simplesmente passam a usar uma tarja preta no bolso da camisa, como quem está de luto. Quando querem protestar mais firme, marcam o protesto para depois do horário de trabalho, de modo a não prejudicar a produção.

A verdade é que estes operários realizaram o sonho final dos ditos socialistas – tornaram-se os proprietários dos seus meios de produção. Adquiriram as empresas em que trabalham, através da compra de suas ações por meio de seus fundos de pensão.

Enquanto isso, numa latrina chamada Brasil…a ideia vendida é que os meios de produção, para que sejam de propriedade do “povo”, devem pertencer ao governo. Qualquer atividade produtiva que não seja de propriedade do governo é mera exploração capitalista, é apropriação da mais valia dos funcionários e, portanto, deve ser tratada como criminosa e contrária à nova ordem que se deseja implantar.

ESSE NÃO É, DECIDIDAMENTE, O PAÍS EM QUE EU QUERO VIVER!

Para mim, essa distorção da ideia original, dos operários serem os detentores da propriedade dos seus meios de produção, é o maior conto do vigário já aplicado em todos os tempos.

Para completar, essa turma de degenerados que acredita piamente que este seja o caminho para a implantação do “Paraiso Socialista”, nunca fica satisfeita em implantar esta sacanagem só entre eles. Não! Tem que empurrá-la goela abaixo de todo mundo. Queiram ou não queiram. Não interessa.

É um verdadeiro estupro e, como tal, me defenderei dele com paus, pedras, facas, o que me estiver à mão, já que me foi subtraída a possibilidade de possuir uma arma para me defender dessa sacanagem.

Se não conseguirem enganar toda a população, quem vai pagar pelas mordomias dos donos do poder?

A pior parte desta raça não são aqueles que estão encastelados em posições governamentais e mamando. São os que foram estrategicamente colocados em posições do poder e que definem o certo e o errado para a população: O poder legislativo e o judiciário. São estes canalhas, verdadeiros proxenetas da nação, a quem deve ser dirigido não só o ódio, como também todo o asco de que sejamos possíveis.

Este é o verdadeiro panteão da canalhice nacional. Tem muitos mais como estes. E pensar que essas carniças se consideram meus semelhantes. Mas não são mesmo!

É por causa dessa corja que estou louco para ir embora desta terra.

BELÍNDIA DIVIDIDA

Aviso importante aos meus Duzentos Milhões de companheiros de copo e de cruz: O BRASIL NÃO TEM MAIS JEITO! VAI CONTINUAR AFUNDANDO NA MERDA ATÉ O DIA DO JUÍZO FINAL! Vamos involuir, a partir dessa desgraça que está aí, para situações cada vez piores!

Bolsonaro não vai herdar uma herança maldita. Vai encarar um cadáver putrefato e em decomposição.
Por que digo isso com tanta segurança e certeza? Muito simples! Sigam o meu raciocínio.

Lá pelos idos de 1974, um cara muito inteligente e preparado, que havia sido presidente do IBGE e do BNDES, posteriormente foi consultor do banco de investimentos Itaú BBA, retratou o Brasil como sendo uma Bélgica, pequena e rica, arrodeado por uma Índia, gigantesca e pobre. Era a imagem perfeita para descrever a situação de nosso país naquela ocasião. Tanto que a analogia criada ficou grudada em nossos corações e mentes de forma praticamente indelével.

O que mudou de lá para cá? Muito pouco! Apenas tivemos um alargamento no fosso que separava as duas frações desta nação esquizofrênica. A Bélgica ficou imensamente mais rica, parecendo agora com um Emirado Árabe, dada a quantidade imensa de nababos existente nela, enquanto a fração Índia pulou de Noventa Milhões de miseráveis para Duzentos e Dez Milhões e, o que é pior, muito mais miseráveis, ignorantes, violentos, sem ética, sem educação e sem esperança do que naquela época. Enquanto a Índia verdadeira vem apresentando taxas de crescimento ao redor de 10% ao ano, e retirando multidões da miséria, a nossa parcela Índia afunda-se na merda do clientelismo governamental, mesclado com um socialismo hipócrita, desastroso e messiânico, o que a tem levado a uma situação mais miserável ainda que a de Bangladesh ou do Burundi, exemplos arquetípicos das nações mais miseráveis do planeta.

Lado a lado com o movimento de fragmentação social, de escala tectônica, grandes movimentos sociais de extrema importância para a concretização da nossa maldição estão ocorrendo de forma inexorável. Só que, por evoluírem de forma lenta e silenciosa, não são percebidos com clareza pela minoria de nossa população que ainda consegue ler e raciocinar. Quais são estes movimentos? Vamos a eles!

1º Movimento: O PAÍS ESFOLADO POR POLÍTICOS E MARAJÁS DO SERVIÇO PÚBLICO

Se, em um exercício de imaginação, somássemos todos os cargos diretamente ligados ao governo, tais como: Presidente da República e Vice (02), Ex-Presidentes (05), Senadores (81), Assessores Parlamentares no Senado (Sem concurso) (4.455), Deputados Federais (513), Assessores Parlamentares na Câmara (Sem concurso) (12.825), Governadores de Estado e Vice (27+27=54), Deputados Estaduais (1.049), Assessores Parlamentares nas Câmaras Estaduais (Sem concurso) (27.000 – Estimados), Prefeitos (5.568), Vice-Prefeitos (5.568), Vereadores (57.931), Assessores Parlamentares de Vereadores (Sem concurso) (600.000), chegaríamos a um TOTAL ESTIMADO de 715.051 funcionários. Esta multidão, somada aos funcionários do Governo Federal, que segundo o Portal da Transparência, são 1.074.395, dos quais 7% é DAS nomeado sem concurso, daria um TOTAL =1.789.446. Some-se a esta multidão de parasitas mais cerca de 1.000.000 de aposentados com aposentadorias integrais. Temos aí a razão pela qual metade dos impostos que pagamos, que é o que sobra depois do pagamento dos juros da dívida monstruosa, serve apenas para o pagamento dos salários desta turma.

Segundo o PNAD de 2015, nossa população de 15 anos ou mais era de 161,8 milhões de pessoas, dos quais 104,8 milhões de pessoas economicamente ativas (64,8%) e 57,0 milhões de pessoas não economicamente ativas (35,2%). A população ocupada era de 94,8 milhões de pessoas, o que representou uma queda de 3,9% em relação a 2014, quando foi registrado um total de 98,6 milhões de pessoas. A redução observada foi a primeira da série 2004-2015. Com 11,9 milhões de ocupados em 2015, a indústria registrou a maior perda de contingente (1.037.000 pessoas), representando uma queda de 8,0% em relação a 2014, caracterizando um acelerado processo de desindustrialização do país. Cabe ressaltar que somente na Região Sudeste a redução chegou a 531 mil pessoas. Da população ocupada, 60,6% estava inserida no mercado de trabalho como empregado (57,4 milhões de pessoas). Já os trabalhadores por conta própria correspondiam a 23,0% (21,8 milhões de pessoas). Os trabalhadores domésticos eram 6,6% (6,3 milhões de pessoas) e os empregadores 3,7% (3,6 milhões de pessoas). No mesmo ano, dos 53,6 milhões de empregados em atividade não agrícola, 78,3% (ou 41.969.000) estavam no setor privado. Destes, 79,4% (ou 33.323.000) possuíam carteira de trabalho assinada. Os empregados do setor público eram 21,7%, ou 11.631.200. O que isto significa é que, cada brasileiro do setor privado e com carteira assinada, tem de produzir para sustentar outros SETE que não produzem nada. A única diferença é que estes recebem uma renda média mensal de R$ 2.000,00; enquanto os marajás do Governo, dentre outras mordomias difíceis até de se imaginar, recebem mensalmente (em média) cerca de R$ 10.000,00. Os parasitas estão matando a vaca leiteira, mas não abrem mão dos “direitos adquiridos”.

2º Movimento – GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO COM IMUNIZAÇÃO COGNITIVA

O trabalho constante de doutrinação promovido pelos governos “bolivarianos” criou toda uma população cujas crenças estão no domínio da fé! Simplesmente dispensam o raciocínio lógico. Argumentos e fatos não tem relevância na formação da sua convicção. Tudo que desejam é passar num concurso público para, daí para a frente, não produzir mais nada e ter sua subsistência assegurada pelo resto da vida. Votarão contra qualquer candidato que represente a mínima possibilidade de fim desta situação.

3º Movimento – CLASSE POLÍTICA E CÚPULA DO JUDICIÁRIO TOTALMENTE CANALHA

Apenas neste ano de 2018, o Orçamento da União reservou R$ 888,7 milhões para o Fundo Partidário e outros R$ 1,7 bilhão para o Fundo Eleitoral. Ambos são distribuídos entre as 35 legendas atualmente registradas no TSE de forma proporcional à bancada dos partidos no Congresso. Outros 37 partidos estão em processo de registro, doidos para participar também do butim. Se a este valor, somarmos as famigeradas “emendas parlamentares” que só servem para propiciar mais e melhores roubalheiras, teremos então um início de compreensão da razão pela qual as oligarquias políticas vão se eternizando na gatunagem, geração após geração. Vão querer mudanças?

Além das mamatas vampirescas, resta como subproduto para a população a total insegurança jurídica e a tirania mais atroz disfarçada de burocracia governamental.

4º Movimento – GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS

O Atlas da Violência 2018, publicado pelo IPEA, diz que no ano de 2016, o Brasil bateu novo recorde de homicídios, com 62.517 mortes. Isto representa uma taxa de 30,3 mortes por cada 100.000 habitantes, taxa 30 vezes superior à apresentada pelos países civilizados. Já para acidentes de trânsito, em 2017 foram 52 mil acidentados, aumento de 23% em relação aos 42 mil registrados em 2015. Estamos pior que os Estados Unidos, que registrou 33 mil vítimas de acidentes de trânsito com uma frota seis vezes maior e uma população que corresponde a uma vez e meia a brasileira. Segundo a CNI, a falta de segurança custa R$ 365 BILHÕES por ano. Na minha modesta opinião, É MUITO MAIS!

5º Movimento – FUGA DAS MULTINACIONAIS e FALÊNCIA DE NOSSAS EMPRESAS

O Brasil representa apenas 3% da população do mundo e 98% das ações trabalhistas. O custo de Bilhões da justiça do trabalho é muito maior que o valor das causas julgadas. Serve apenas para hospedar milhares de parasitas magnatas. São dois passivos que o empresário nunca sabe de quanto é: O tributário e o trabalhista. Diante deste quadro de terrorismo estatal, é de se estranhar que empresas como HSBC (Banco), KIRIN (Cervejaria), CITIBANK (Banco), GEELY (Carros), WALLMART (Supermercados), DUKE ENERGY (Energia), NINTENDO (Jogos eletrônicos), dentre muitas outras, tenham decidido encerrar suas operações em nosso país? Enquanto o BC informa que o fluxo de investimento direto para o Brasil caiu 22,5% em 2015 na comparação com o ano anterior, dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) mostram que o fluxo global aumentou 36%, conforme última estimativa da entidade. Enquanto isso, nossas empresas são exterminadas feito moscas.

6º Movimento – FUGA DE JOVENS E DA NOSSA ELITE INTELECTUAL E MORAL

O grande sonho da elite intelectual e moral de nossa juventude passou a ser emigrar para um país menos canalha que o nosso. No mínimo, para não se ver na condição de vítima preferencial da carnificina hodierna que vem ocorrendo em nossas cidades. Apenas graças ao fato de que não é tão simples assim a mudança para outro país é que estes não se despedem em massa desta nossa latrina alcunhada de Brasil. Desejo a todos, do mais profundo de meu coração, que tenham sucesso nesta empreitada.

EXODUS – VERSÃO SÉCULO XXI

Durante quase 500 anos, nosso país foi visto por toda a humanidade como sendo a terra do futuro e o paraíso na terra. Em função desta visão, emigrantes de todos os quadrantes do planeta abandonaram suas pátrias e para cá se dirigiram de forma voluntária, sempre acreditando que esta terra lhes propiciaria melhores condições de vida, para si e para os seus descendentes.

Se ao longo dos séculos anteriores, recebemos primeiramente levas e mais levas de portugueses. Depois, passaram a vir os alemães e italianos, os sírios e os libaneses, os japoneses e, em menor escala, os armênios, poloneses e espanhóis, além de outras inúmeras nacionalidades menos cotadas. Todos foram muito bem recebidos e se aclimataram tão bem por aqui que se diluíram totalmente em nossa nacionalidade, não importando se cristãos, muçulmanos, budistas, xintoístas ou judeus. Houve época em que recebemos sucessivas levas de chilenos e argentinos, todos fugindo das suas respectivas ditaduras. Foi sempre uma injeção de sangue novo e de competências que nós não possuíamos. Foram eles os responsáveis por termos sido um dos países que mais se desenvolveram neste período da história.

Hoje, a situação mudou dramaticamente! Passamos a ser exportador de mão de obra qualificada. Se antes recebíamos técnicos alemães e italianos altamente qualificados, hoje recebemos levas de desesperados compostas por haitianos, bolivianos e venezuelanos semianalfabetos. Enquanto os países desenvolvidos são extremamente seletivos na escolha de quem para lá pode emigrar, só aceitando jovens com altíssimo nível de qualificação e em áreas em que estejam carentes, o Brasil reafirma sua belíssima tradição e recebe irmãmente multidões de refugiados desesperados. Diz a wikipedia que vivem hoje no Brasil cerca de 1.328.000 estrangeiros. Por outro lado, a terra considerada o “Jardim do Éden” pelos europeus que primeiro lhe visitaram, transformou-se hoje em um inferno para sua população atual. O Itamarati estimou, em seu último levantamento de 2015  que haveriam exatos 3.083.255 brasileiros vivendo no exterior.

Na minha modesta opinião, é muito mais! Só para dar uma ideia sobre o quanto este número está distante da realidade, analisemos o caso de Portugal. O Itamarati afirma neste mesmo documento que, em 2015, seriam 116.271 os brasileiros que trocaram a nossa terra pelas terras lusitanas. Enquanto isso, o departamento português responsável por esta área, o SEF (Serviço de Emigração e Fronteiras) afirmava que seríamos 162.190 (quase 50% a mais), sem falar nos 270.000 brasileiros que requereram a dupla nacionalidade e que viviam em Portugal. Minha interpretação destes números é que a quantidade de brasileiros vivendo no exterior supera em muito as estimativas feitas pelo nosso corpo diplomático. Isso se dá pela grande repulsa que os ilegais apresentam a se apresentarem em repartições oficiais, seja para o que for. Muito mais quando se trata de estudos e análises sobre a sua situação de ilegal.

O nosso governo, mantendo sua tradição de voracidade tributária, aplica linearmente uma tarifa de 25% sobre todos os rendimentos auferidos no Brasil, por brasileiros que decidiram ir morar em outros países. Isto sem nenhuma possibilidade de compensação ou redução. Provavelmente seja isto o que explica o fato de, mesmo diante desta imensa diáspora dos brasileiros pelo mundo, de 2013 a 2017, a quantidade de Declarações de Saída Definitiva do Brasil entregues à Receita Federal tenha evoluído de 9.887 para apenas 21.701. Significa dizer que as pessoas vão embora mas mantem a nacionalidade e a residência no Brasil. Primeiro, porque fica sempre aquele restinho de esperança de que as coisas vão melhorar e poderão voltar um dia à sua terra natal. Depois, para não serem mais uma vez esfolados impiedosamente, e sem direito a nenhuma contrapartida, pelo nosso famigerado Imposto de Renda.

O paradoxo da nossa presente situação é que estamos expulsando a nata da nossa juventude pelo desencanto com a nossa realidade. Enquanto isso, importamos pobres miseráveis, semianalfabetos, sem nenhuma qualificação profissional e carentes de tudo. Como se já não tivéssemos quantidades suficientes deste tipo de gente em nosso país. O Brasil se transformou em um imenso Piauí.

É o seguinte: O Piauí possui um punhado de alguns dos melhores colégios do Brasil. O Instituto Dom Barreto já foi a escola com melhor avaliação no IDEB do país inteiro. Isto gerou surpresa e consternação por parte de grupos educacionais altamente competitivos do sul do país. Tanto por uma questão de marketing como para justificar as contas estratosféricas apresentadas aos pais. Juntamente com o Dom Barreto, uma série de outros colégios seguem seus passos de perto: O Diocesano, O Colégio das Irmãs, e uma série de outras escolas particulares. Até as escolas municipais são de excelente nível.

A consequência é que os exames vestibulares para as faculdades, em Teresina, são uma verdadeira briga de foice. Isto faz com que uma grande quantidade destes alunos de alto nível vá estudar o curso superior em outras cidades, onde sempre se destacam e onde muitos terminam por fincar raízes. Por falta de perspectivas de desenvolvimento, o Piauí prepara profissionais de excelente qualidade e os exporta para todos os demais entes da federação. É exatamente o que o Brasil está fazendo em escala mundial.

Este é o caminho certeiro para que nosso país permaneça miserável e medíocre pelos próximos séculos.

Os emigrantes judeus que aportaram em Israel depois da 2ª Grande Guerra, mesmo estando em condições deploráveis e massacrados pelo holocausto, eram possuidores de altíssimo grau de coesão social, de uma moral rigorosíssima e de altíssimo nível educacional. Foram capazes de rapidamente construir um Estado e uma Nação exemplar em pouquíssimo tempo. Já os atuais retirantes do Norte da África e do Oriente Médio, todos detentores de uma baixíssima condição, em termos de Capital Social, estão condenados a viver sendo enxotados a cada lugar que aportam.

Enquanto isso, a nação mais abundantemente aquinhoada de recursos em todo o planeta, detentora de uma centenária tradição de amálgama de todas as nações do mundo, catalisadora de tudo o que estas possuíam de positivo, formadora de uma personalidade nacional única e admirada por todas as demais, afunda e apodrece em um mar de canalhices promovidas por seus próprios governantes. Assistimos impotentes a um acelerado processo de dilapidação de nosso imenso Capital Social, acumulado a duras penas ao longo dos séculos de nossa existência: debacle moral, ética, religiosa, educacional, civilidade, política, econômica, financeira, etc.

MEU DEUS, MEU DEUS… POR QUE NOS ABANDONASTES?

LULA LIVRE

Nesta terça feira, dia 26 de junho de 2018, o valhacouto de embusteiros conhecido como 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal da República Federativa do Brasil estava programado para se reunir e tentar dar ares de legalidade a uma das maiores traições já tramadas contra a pátria brasileira, traição maior até que as patifarias praticadas por Joaquim Silvério dos Reis e por Calabar: A libertação de Lula!

Escreveriam assim seus nomes de forma indelével no panteão das figuras abjetas da nossa história, se é que já não o fizeram. Sua ignomínia se estenderia pelos séculos afora.

Não tenho a mínima dúvida de que este seria o resultado da pantomima a ser representada por este bando ridículo de velhos degenerados e sem nenhum resquício de escrúpulo, salvo honrosas exceções.

Ainda bem que um anjo sussurrou no ouvido de algum desembargador lá do sul, e este declarou a ação proposta como inepta. Culminou com o Ministro Fachin mandando arquivá-la, sustando assim a trama. Estas raposas peludíssimas, pressentindo que a gana da população seria tocar fogo naquele belo prédio de Niemeyer com todos eles dentro, se acovardaram e recuaram do seu intento satânico. Pode até ser… Só que o cinismo e o descaramento desta cáfila de patifes não conhecem limites. Julgam-se pairando acima do bem e do mal. Continuarão tramando a soltura do verme. Caso isto venha a ocorrer, seja de que forma for, será a desgraça deles. Será a gota d’água que fará transbordar o copo até aqui de mágoas.

O problema é que, com a população desarmada, fica dificílimo intentar qualquer reação firme à patifaria generalizada que se incrustou em todos os poderes da república e em todos os seus níveis e escaninhos. A podridão moral generalizou-se! Com as Forças Armadas só falando em “Garantir a Lei e a Ordem”, mesmo que as leis sejam as mais escrotas possíveis e a ordem seja esta situação em que toda a população vem sendo estuprada e ainda forçada a lamber o pau melado de bosta, assim não se vai a lugar nenhum.

“Em cismar sozinho à noite, fico tristonho a pensar”, tal qual Gonçalves Dias, imaginando o que ocorrerá neste puteiro pinga pus e de 5ª categoria, conhecido como Brasil, após a liberação do canalha mor.

Considerando que ao liberar o canalha, sem restituir-lhe os direitos políticos, não estarão fazendo a canalhice completa, e sabendo que aqueles patifes ali não são de fazer a patifaria pela metade, creio que Lula sairá da cadeia puro, cândido e belo. A alma mais honesta deste país. Nem Jesus Cristo se igualará a ele em honestidade. Se brincar, ganhará a eleição e a corrida pelo Prêmio Nobel da Paz ao mesmo tempo, além de mais um balaio de títulos de Doutor Honoris Causa, dado por uma porrada de universidades aparelhadas pelos companheiros ao redor do mundo, mesmo sendo o calhorda analfabeto e tendo estuprado a economia deste nosso malsinado país.

Desta vez, a corrida de Lula para a presidência prescindirá de um inocente útil, como foi o José Alencar, para engabelar o empresariado e a maioria francamente liberal. Não necessitará se disfarçar de “Lulinha Paz e Amor”. Não engana mais ninguém! Quem votar nele, saberá exatamente o que estará comprando. Voltará com ele ao poder todo o bando de tarados que havia sido defenestrado a ferro e fogo e as empresas estatais e as universidades, se já são disfarçados aparelhos do partido, desta feita virarão, assumida descaradamente, como verdadeiros escritórios de representação da caterva.

Escolado pelo susto de ter sido engaiolado pelas patifarias praticadas, desta feita o verme não deverá deixar mais nenhuma “ponta solta” sem amarração: Controle social da mídia, quer dizer, censura governamental partidária. Aos amigos tudo; aos inimigos a lei. Aparato jurídico e legal totalmente manietado e submisso aos interesses dos bolivarianos. Tribunais superiores, tribunais regionais, congresso, senado, procuradorias, polícia federal, todos, absolutamente todos, cooptados ou corrompidos. Todos prostrados, de joelhos e de rabo para cima.

Ai de quem discordar deste “Consenso do Fórum de São Paulo”! Quem não quiser viver em um país “mais igual”, terá de se mudar para o Burundi. A Venezuela será o Brasil do amanhã.

Venezuelanos catando lixo para comer

A consequência mais direta e imediata desta volta triunfal do caudilho “pai dos pobres” ao poder será a derrocada total e irreversível do PIB do nosso país.

Considerando que hoje a economia já se encontra em compasso de espera, só aguardando para ver no que é que vai dar essa esbórnia toda, consolidada a certeza da volta das multidões de chupins bolivarianos às tetas estatais ficaria confirmada a certeza de que essa bodega aqui caminha célere e irreversivelmente para o buraco. Com isso, a fuga de capitais e de cérebros empreendedores deste país se daria de forma mais acelerada ainda do que já vem ocorrendo. A imagem que me vem à mente é a saída dos americanos de Saigon, ao fim da guerra do Vietnam. Um “Salve-se quem puder!”

Civis desesperados para entrar na Embaixada Americana e pegar um dos últimos helicópteros

Configurada a possibilidade de eleição do sapo barbudo, a cotação do Dólar Americano deverá chegar aos R$ 10,00 antes das eleições. Só com essa queda, ficaremos duas vezes e meia mais pobres, além de inviabilizar totalmente a importação das máquinas e componentes tão necessários à modernização de nossa economia. Retornaremos ao Brasil Colônia, fornecedor de matérias primas. 

Alguém ainda acha estranho que ninguém queira investir em coisa nenhuma neste país enquanto pairar a sombra da possibilidade dessa imundície retornar ao poder? Quem viver verá!

THE POINT OF NO RETURN!

Uma imensa multidão de pessoas, no mundo inteiro, vem tentando se manter informada a respeito das notícias sobre a corrupção no Brasil. Ficam todos impressionados com os volumes de dinheiro que foram surrupiados pelos políticos ladrões que nos assaltaram nas últimas décadas. São montantes verdadeiramente astronômicos de dinheiro! É difícil para as pessoas normais ter uma ideia clara da imensidão dos recursos que foram roubados, já que a maioria existe apenas de forma escritural nos computadores. Quando aparece uma minúscula parte do roubo em forma de papel moeda, dá para encher um apartamento de classe média com malas recheadas de cédulas. Vamos pagar esta conta por décadas.

Julga a maioria, adequadamente a meu ver, que essa apoteose de roubalheiras seja apenas a culminação de um longo processo histórico de espoliação da nossa nação pela oligarquia canalha que a tem dominado ao longo de séculos, e cujo único compromisso é com o enriquecimento próprio e com a manutenção do poder e da impunidade. A tônica tem sido sempre desejar que a população se exploda.

Por outro lado, a grande maioria considera erradamente que a grande mácula deixada pelas desastrosas administrações de esquerda foi apenas o imenso rombo financeiro decorrente, fruto espúrio da incúria e da desonestidade adotadas quando da realização de seus projetos mirabolantes, todos sempre apresentando as mesmas características fatídicas: tamanhos faraônicos, custos na casa dos Bilhões de dólares e sempre crescentes, através de sucessivas aplicações do argumento canalha dos aditivos contratuais, o que eleva o custo final às nuvens. Nunca se sabe o valor final: O céu é o limite! Todos projetos intermináveis e, pior ainda, caso algum dia venham a ser concluídos, absolutamente inviáveis.
Pois eu afirmo que o desastre maior ainda não foi este.

Considero, sem nenhum receio de estar cometendo erro de julgamento, que diante da imensa pletora de pragas devastadoras que nos foram impingidas pelos nossos desastrados governantes esquerdistas, esta talvez seja exatamente a de menor impacto ao longo do tempo.

A verdade é que o fundo do buraco em que estamos afundando ainda está bem longe. É bem mais embaixo! Temos muito ainda para afundar, graças a outras iniciativas muito mais venenosas desta gangue e que, por sua natureza insidiosa, tem sido negligenciada mesmo pela minoria ainda pensante desta terra. Os seus efeitos estão entranhados em nosso tecido social e terão repercussão maléfica por décadas, se não por séculos vindouros. Para mim, a origem de todas as nossas mazelas maiores está exatamente nas ideias desastrosas que foram impiedosamente marteladas na mente de todos os cidadãos deste nosso país. Os seus principais aspectos são os seguintes:

– O Estado é o provedor de tudo e a fonte da riqueza. Quem vai gerar esta riqueza e sustentar o aparato estatal não interessa. O empresário é sempre retratado como explorador inescrupuloso da mais valia produzida pelos operários e sonegador dos impostos com que o estado “bonzinho” vai ajudar aos pobres.

Consequência: É governo demais para pouco país. Com a estrutura governamental que temos, daria para administrar toda a América Latina. Os carrapatos cresceram e se multiplicaram tanto que estão matando a vaca. Ninguém quer mais produzir nada. Nosso destino é o caos bolivariano, em que todo mundo tem que comer 3 vezes ao dia e ninguém produz nada. Uma visão do inferno! Se o desemprego está em 12% (o que já é uma grande mentira – é muito mais), sua tendência será sempre de aumentar.

– Para que eu vou me esfolar para produzir algo se, depois, vou ficar sendo tratado como bandido pela justiça do trabalho, pelos sindicatos mantidos pelo governo, ficar sendo esfolado pela carga tributária, pelos juros, e sendo assacado todo dia por tudo que é fiscal canalha? Vou fazer um Concurso Público e me aboletar. O resto que se dane!

Consequência: Diante do quadro desastroso da imensa burocracia alucinada e corrupta, da carga tributária escorchante, das nuvens de fiscais inescrupulosos e vorazes, tal qual uma nuvem de gafanhotos, dos sindicalistas demagogos e manipuladores, dos juros de agiotas cobrados pelos bancos, do ordenamento jurídico que torna impossível cobrar qualquer dívida e da vida de nababos indianos levada pelos nossos juízes, procuradores, auditores, ouvidores, delegados, escrivães, investigadores, e uma miríade de outras funções menos votadas, mas não menos aquinhoadas com tratamento de altos executivos de multinacionais, mesmo sem produzir porra nenhuma, nossa juventude decidiu em massa que vai fazer um concurso público. Nosso futuro, como nação, é sermos uma imensa repartição pública.

– Para que vou me matar de estudar se um analfabeto e uma retardada viraram presidente da República? O negócio é descolar um diploma, de qualquer maneira, numa dessas universidades do governo que só fazem discutir “Políticas Públicas” e greves de apoio a alguma imbecilidade comandada pelas esquerdas desvairadas. Se não der, descola um FIES e vai para uma dessas novas “fábricas de diplomas” com ações na Bolsa e comandadas por multinacionais.

Consequência: O aluno entra burro e sai promovido a jumento, só que diplomado. O importante é ter um diploma, mesmo sendo analfabeto funcional, que é para poder conseguir alguma sinecura no aparato estatal. O nível rasteiro de formação serve de solo fértil para a adoção de qualquer doutrina imbecil que apele mais competentemente para as frustrações e os anseios medíocres dessa malta.

– Educar virou sinônimo de doutrinar. Copiaram a centenária estratégia de doutrinação jesuítica: Aparelharam as escolas com companheiros altamente ideologizados, entusiastas defensores do “Admirável Mundo Novo” bolivariano. Só são admitidos como professores, nessas Madraças socialistas, aqueles comprometidos até à alma com “a causa”. Tudo abundantemente regado com recursos do erário.

Consequência: O mestre deixou de ser um simples professor. Foi promovido à condição de “Educador”! Assim, coisas que antigamente eram ensinadas juntamente com o leite materno, agora, com a virtual destruição da família patriarcal, passam a ser gravados a ferro e fogo na alma dos jovens pelos comissários do partidão infiltrados nas escolas.

– O corpo é meu e eu decido o que é melhor para mim. Sexualidade é uma questão de escolha. Com essa visão instrumental do corpo humano, que deixou de ser um templo divino, passou a valer tudo:

Consequência: Desde o assassinato de crianças, ainda no ventre materno, pela própria mãe, até as mais criativas aberrações comportamentais em termos sexuais, tudo passou a ser uma mera questão de escolha! Eu quero, eu posso! Comportamentos que anteriormente envergonhavam toda a família, hoje continuam envergonhado toda a família, só que o aberrante passou a sentir orgulho das suas aberrações. Adolescentes de sexualidade indefinida, atormentados pela sua inadequação social, cada vez mais optam pelo suicídio. Uma em cada três crianças que nascem no Brasil são filhas de mães adolescentes com menos de 15 anos de idade. Duas em cada três crianças nascidas no Brasil são criadas por apenas um dos pais, normalmente as mães que, por terem de trabalhar para ganhar o sustento, delegam o encargo às avós, quando as possuem e estas se prestam a tal serviço. Transformamos o Brasil em um país de bastardos, criados de solta que nem o boi “Pé Duro” nas caatingas do Nordeste. É de estranhar que a violência, a criminalidade e o consumo de drogas tenham explodido em nosso país?

Eu poderia me estender por páginas e páginas, sempre detalhando as misérias que nós mesmos introjetamos em nossa população. Não vou fazer isso! Primeiro, por falta de espaço. Depois, porque sei que a paciência dos meus leitores já deve ter se esgotado. Eu poderia falar de ideias malucas como:

– Temos uma “Dívida Social” a ser “resgatada”. O Estado paga e, depois, socializa o prejuízo.

– Não existe culpa individual. É sempre da sociedade. Não do coitado do bandido estuprador e assassino.

– A Guerra entre as classes que opõe todos que tiveram sucesso na vida aos fracassados e preguiçosos.

– A Missão social da propriedade, em que nada lhe pertence realmente, pois tem sempre uma missão social a cumprir, a depender do arbítrio de algum agente do partido.

– Uma sociedade mais igual, em que os que possuem alguma coisa mais que os outros é sempre culpado.

– Os nababos governamentais e o inchaço da máquina estatal devido ao aparelhamento das suas estruturas a fim de alojar os companheiros.

A conclusão é que o tecido social de nosso país está podre. Gangrenou! Não há mais possibilidade de regeneração. Daqui para a frente, com as hordas de anencéfalos, criadas e nutridas ao longo do período bolivariano, a bradarem em assembleias “democráticas” todas as estultices que lhes vier às mentes, não haverá redenção. Passamos do ponto em que haveria possibilidade de retorno.

O BRASIL QUE EU QUERIA!

Atendendo ao chamado da Globo, vou descrever em poucas linhas como seria o Brasil que eu queria.

Estou usando o condicional, queria, porque a esta altura do campeonato, eu não quero absolutamente mais nada dessa piada de mau gosto em que se transformou esta espelunca chamada Brasil.

Aliás, quero sim! Quero tão somente que liberem finalmente a minha tão achincalhada aposentadoria, que é para que eu possa ir viver em outro país que seja menos canalha com seus habitantes.

Ao dar um profundo e sofrido balanço na minha vida, vejo que apesar de ter sido imensamente abençoado nos aspectos pessoal e profissional, especialmente graças aos meus filhos e netos maravilhosos, faço parte de uma geração completamente fracassada. Todos os planos e sonhos que imaginávamos realizar para este país ao longo da década de 70 do século passado, época em que esta nação caminhava celeremente para se tornar uma das grandes potências do mundo e um país maravilhoso para se viver, tudo foi por água abaixo em uma enxurrada de mediocridades, canalhices, roubalheiras, incompetência, estelionatos e safadezas dos mais diversos tipos e calibres.

Os principais agentes desta debacle foram sempre as figuras dominantes do nosso destrambelhado aparato de (des)governo, em todas as suas manifestações: Legislativo, Executivo e Judiciário. Uniram-se os três, independentes e harmônicos, sempre a fim de estuprar cada vez mais as combalidas finanças nacionais em proveito próprio. Foi assim que evoluímos de uma carga tributária pouco maior que 20% do PIB, para algo próximo aos 40% atuais, sem contar com as infinitas formas de espoliar os otários que são implantadas diuturnamente pelos amaldiçoados que se aboletaram nas mais diversas posições governamentais. As figuras são sempre exatamente as mesmas há já uns 40 ou 50 anos. Figuras decrépitas de bandidos cuja deformação moral é facilmente identificável em seus rostos lombrosianos. Preparam-se agora para encaminhar a sucessão ao pleitear que a população imbecil venha a lhes sufragar os descendentes herdeiros, para que usufruam do butim estatal por mais uma geração.

Vamos aos meus sonhos:

1. Que toda a imensa multidão de sacanas e picaretas aboletados em mamatas estatais sejam alijados de qualquer posição de governo por cinco gerações.

Pequena amostra das gangues brasilienses a serem exterminadas!

2. Que a obesa estrutura governamental seja totalmente extinta e que sejam anulados todos os privilégios adquiridos pelos atuais parasitas e que estes todos sejam sumariamente demitidos, restando apenas algumas poucas funções de coordenação em áreas críticas para a nação tais como: Infraestrutura, Segurança, Saúde, Educação e Justiça. Venda sumária de todas as empresas estatais e com o lucro abater da Dívida Pública.

3. Que a carga tributária seja reduzida ao máximo de 20% do PIB e cobrada majoritariamente sobre a renda. Todo o excedente atualmente cobrado deveria ser dirigido à eliminação total da Dívida Pública, devendo esta ser banida ad aeternum de nosso país. Governantes só seriam autorizados a emitirem Títulos de Dívida em caso de guerras e calamidades extremas. Hoje, a calamidade extrema é o próprio governo.

4. Que toda criança deste país, das mais pobres às mais ricas, mesmo aquelas que foram procriadas irresponsavelmente por pais degenerados e irresponsáveis, fossem educadas em escolas de primeiríssimo nível, e que a evolução para novas etapas, níveis, cursos e profissões se desse sempre pelo mérito, e nunca por características antropológico, origem social, ou mesmo por alguma característica especial que a diferencie das demais. Que as escolas mantidas pelo governo sejam melhores que as da iniciativa privada, e que os professores venham a ser a categoria mais prestigiada da nossa sociedade.

5. Que sejam eliminadas em nosso país todas as formas de aposentadoria que não sejam originadas em uma conta de poupança alimentada pelo próprio cidadão. Em contrapartida, os 36% que são desviados mensalmente do salário de cada trabalhador para sustentar as mais diversas formas de bandalheiras e mamatas governamentais passariam a ser depositados integralmente nesta conta individual. Os Fundos de Investimentos seriam gestores destes recursos e os aplicariam em projetos produtivos.

6. Que seja instaurada a Lei da Sharia: Matou? Morre! Roubou? Corta a mão! Delitos menores, a pena seria graduada em chibatadas com uma chibata de bambu bem fininha, que é para tirar um bife em cada chibatada. Pena de morte para governantes, políticos e juízes corruptos.

Com isso, e aplicando esses princípios ao longo de umas 5 gerações, pode ser que esta terra malsinada um dia vire uma nação;

UTI POSSIDETIS

Com a tomada de Constantinopla pelos Otomanos, em maio de 1453, fechou-se o comércio dos europeus com o Oriente por lá. Este processo de fechamento já vinha de longe! Desde a queda de Jerusalém em outubro de 1187, para as tropas de Saladino. Por conta desse processo, iniciou-se uma busca frenética por rotas alternativas para se buscar as imensamente lucrativas mercadorias orientais. Coisas como Sedas, porcelanas, damascos, veludos, tapetes e, muito especialmente, pimenta, anis, canela, noz moscada, cominho, açúcar, frutas exóticas, etc. Na liderança desta corrida “Tecnológica” estavam duas nações até então consideradas periféricas com relação aos reinos mais tradicionais da Europa: Espanha e Portugal.

As descobertas marítimas destas se sucediam: Em 1418, a Ilha da Madeira foi redescoberta. Falo redescoberta porque já haviam referências à sua existência por cartógrafos espanhóis. Quanto aos Açores, teriam sido descobertas por Diogo de Silves, marinheiro do Infante D. Henrique, no ano de 1427. É difícil determinar com exatidão a data do descobrimento das Canárias. As célebres “Ilhas Afortunadas”, da mitologia, teriam sido visitadas pelos Fenícios, embora estas só venham a aparecer na cartografia em 1339. É bem provável que navegadores italianos, portugueses e espanhóis as tenham conhecido antes dessa data. O fato de serem ilhas habitadas por uma população aguerrida dificultou desde cedo as tentativas de ocupação. Com relação à descoberta das Ilhas de Cabo Verde, é objeto ainda de discussão historiográfica. Admite-se que o arquipélago tenha sido alcançado em 1460, por Diogo Gomes, também a serviço do Infante D. Henrique.

Com a chegada dos Portugueses ao Cabo das Tormentas (Boa Esperança), em 1488, e com a descoberta das Antilhas, por Colombo, a serviço da Espanha, em 1492; acirra-se sobremaneira os atritos entre os reinos ibéricos pelas novas conquistas e na busca pelo caminho para as Índias. Solicitam então a arbitragem do Papa Alexandre VI e este emite a Bula “Intercoetera”, de 1493, onde o mundo fica dividido entre as duas potências. Insatisfeito com o limite demarcado pelo Papa (100 léguas a oeste de Cabo Verde), muito provavelmente por já ter conhecimento do Brasil, conhecimento este mantido debaixo de extremo sigilo, Portugal recorre e as negociações são reabertas. Estas novas negociações são realizadas em uma pequena cidade espanhola, de nome Tordesilhas, onde foi firmado um tratado em que o mundo é dividido a partir de 370 léguas a oeste de Cabo Verde, o que deixava o Brasil sob o domínio Português. É digno de nota que o principal negociador deste tratado, a maior vitória diplomática da história conseguida por um reino possuidor de informações assimétricas, tenha sido exatamente a mesma pessoa que posteriormente, já promovido a Almirante sem nunca antes ter pisado em uma nau, venha a comandar a frota que “Descobre” o Brasil e dele toma posse: Pedro Álvares Cabral. É digno de nota também que, um mês antes de Cabral nos “descobrir” (em 21 de abril de 1500), o navegador espanhol Vincente Yanez Pinzon esteja flanando no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, como que para conferir o tamanho do prejuízo das cortes de Castela com a concessão das 370 léguas a partir de Cabo Verde. Mantida a limitação do Tratado de Tordesilhas, o Brasil seria hoje apenas o “bico” leste da América do Sul. Em vez disso, nós praticamente triplicamos nossa dimensão territorial, sempre em detrimento de nossos “Hermanos” vizinhos. Como isso se deu?

Principalmente em função do arrojo de nossos pais fundadores ao penetrar os sertões, sem que nenhuma preocupação com limites traçados na distante Europa tolhesse seus movimentos. Primeiramente, durante a união ibérica, de 1580 a 1640, éramos uma só colônia dos espanhóis. Assim, não havia porque reclamar. Depois, ao libertar-se Portugal da Espanha, já estavam os brasileiros estabelecidos em inúmeros territórios muito além do meridiano de Tordesilhas. Era uma questão estratégica da Coroa Portuguesa mantê-los. Foi assim que, quando Espanha e Portugal rediscutiram as fronteiras entre seus domínios, no ano de 1750, através do Tratado de Madrid, o Brasil já incorporava praticamente metade da América do Sul.

Apesar de Tomás da Silva Teles (Visconde de Vila Nova de Cerveira) ter representado Portugal, Alexandre de Gusmão, brasileiro de Santos, foi o redator deste Tratado e o idealizador da aplicação do conceito uti possidetis. Utti possidetis, é um princípio, hoje amplamente adotado no Direito Internacional, com origem no Direito Romano. Segundo o mesmo, os que de fato ocupam um território possuem direito sobre este. A expressão advém da frase uti possidetis, ita possideatis. Significa: “quem possui de fato, deve possuir de direito”. Com trabalhos apresentados à Corte espanhola, Gusmão comprovou que as usurpações luso-espanholas em relação à linha de Tordesilhas eram mútuas, com as portuguesas na América (parte da Amazônia e do Centro-oeste) sendo compensadas pelas da Espanha na Ásia (Filipinas, Ilhas Marianas e Molucas). Foi assim que meio continente foi assegurado a Portugal pela atividade de Alexandre de Gusmão.

Em 1746, quando começaram as negociações diplomáticas a respeito do Tratado, Alexandre de Gusmão já possuía os mapas mais precisos da América do Sul, que encomendara aos melhores geógrafos do Reino. Era um dos trunfos com que contava para a luta diplomática que duraria quatro anos. O tratado foi admirável em vários aspectos. Determinou que sempre haveria paz entre as colônias americanas, mesmo quando as metrópoles estivessem em guerra. Abandonou as decisões tomadas arbitrariamente nas cortes europeias por uma visão mais racional das fronteiras, marcadas pelos acidentes naturais do terreno e pela posse efetiva da terra. O princípio romano de uti possidetis deixou de se referir à posse de direito, determinada por tratados entre potências hegemônicas e imperialistas, como até então tinha sido compreendido, para se fundamentar na posse de fato e na ocupação do território: as terras habitadas por portugueses eram portuguesas.

A utilização que tem sido dada a este princípio tem sido brutalmente distorcida. Visa somente permitir que partes beligerantes reivindiquem a legitimação da posse e da propriedade de territórios tomados durante a guerra, tal como ocorreu no caso da anexação da Alsácia-Lorena, pelo Império Alemão, em 1871. Tivesse sido aplicado na definição das fronteiras de todas as ex-colônias africanas e asiáticas, teríamos presenciado muito menos guerras de extermínio entre diferentes etnias e religiões. Atualmente, serve apenas para dar laivos de legalidade à “Ultima Ratio Regus” (Último argumento dos Reis): Os canhões.

O fato da Assembléia Geral da ONU ter se arvorado o direito de ceder aos judeus terras ocupadas milenarmente pelo povo palestino foi uma terrível regressão aos tratados colonialistas formalizando pretensões hegemônicas sobre territórios de terceiros. Quem nos garante que a próxima decisão, nesta mesma linha, não seja para internacionalizar a Amazônia, ou cedê-la de volta à “Nação” Yanomami?

Neste aspecto, a “Nação” judaica não tem se diferenciado em nada das tropas alemães de Hitler, quando estas invadiam os países vizinhos em busca do tão ansiado “Lebensraum” (Espaço Vital). Depois, quando terminavam a tarefa de expulsar todos os nativos, ou até mesmo exterminá-los, não necessitariam nem apelar ao princípio do Uti Possidetis pois seriam a Raça Dominante (Herrenvolk). Isto é EXATAMENTE o que deverá ocorrer na Palestina, caso o processo atualmente em andamento não seja estancado a tempo. O máximo que os sionistas concederão ao mundo civilizado será o argumento de um Uti Possidetis distorcido em sua natureza, apenas de modo a acalmar a consciência dos inúmeros inocentes, bem intencionados e mal informados,que lhes foram úteis para a concretização de seus planos.

APARTHEID, GENOCÍDIO e LIMPEZA ÉTNICA

Um livro publicado em 1905, supostamente escrito a partir das anotações tomadas sobre as palestras proferidas no 1º Congresso Sionista de Basileia, Suíça, em 1897, vem há mais de um século assombrando o mundo. O mesmo tem sido sistematicamente acusado de ser uma fraude produzida pela polícia secreta do Czar da Rússia a fim de justificar o seu antissemitismo. O nome pelo qual este livro ficou conhecido foi “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Quem quiser lê-lo na íntegra, para tirar suas próprias conclusões, basta acessar aqui.

O jornal de Henri Ford, o Dearborn Independent, já em 1921, deu ampla publicidade a este livro e fez o seguinte comentário: “Este trabalho é terrivelmente real demais para ser simples ficção, bem argumentado demais para ser simples especulação, profundo demais no seu conhecimento dos segredos da vida para ter sido fraudado”.

Quem escreveu este livro? Provavelmente, jamais saberemos. Só sabemos que é muito pouco provável que tenha sido escrito por algum brutamontes da polícia secreta russa, como querem fazer-nos crer. Sua análise é tão penetrante e suas profecias são tão infalíveis, mesmo sendo historicamente dúbio, que qualquer pessoa familiarizada com os eventos ocorridos no último século os reconhecerá previstos no livro com notável precisão. Dentre outros eventos, o documento previu o colapso das monarquias europeias, a Revolução Bolshevique, as Guerras Mundiais e que estas não produziriam grandes mudanças territoriais, mas sim grandes mudanças nas finanças mundiais; a grande depressão provocada pela limitação do crédito, o desastre das nações afogadas em monstruosos débitos, o domínio dos meios de comunicação por esquerdistas, a hegemonia desta ideologia nas universidades e escolas, a destruição da família e a derrocada moral provocada pela “Revolução Sexual” e, por último, mas de longe não menos importante, o renascimento do Estado de Israel, dentre inúmeras outras.

Na minha modesta opinião, Os Protocolos (fraude ou não) refletem fielmente os planos e ambições de Meyer Amschel Rothschild, Adam Weishaupt, Albert Pike, Mazzini, e tantos outros líderes demoníacos.

Ao longo dos quase dois milênios da diáspora judaica, os judeus de todo o mundo sempre alimentaram a aspiração de retornar à Palestina e recriar uma pátria judaica. Muitos, estudiosos, para lá se dirigiam a fim de realizar estudos bíblicos, assim como inúmeros idosos para lá se dirigiam a fim de serem enterrados na “Terra Santa” quando morressem. Ao final do século XIX, e com a realização de sucessivas campanhas de perseguição e extermínio dos judeus nas cidades do leste europeu, a palavra eslava “Pogrom” entrou definitivamente no léxico ocidental e, ao mesmo tempo, provocou a intensificação da emigração de judeus para a Palestina. No início do século XX, os judeus eram menos de 10% da população total da região, dispersos em propriedades adquiridas paulatinamente.

De 1517 a 1917, a Palestina esteve sob o comando do Império Otomano. Ao final da Ia Guerra Mundial, os Otomanos foram derrotados pelos Ingleses e estes passaram a deter um Mandato da Liga das Nações a fim de controlar toda a região, inclusive a Jordânia. O Líbano e a Síria ficaram sob controle francês.

Pouco antes da vitória inglesa, o então Secretário Britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, dirigiu uma carta ao Barão de Rothschild, líder da comunidade judaica e, provavelmente, o homem mais rico da Terra na ocasião, assegurando-lhe a intenção do seu governo, caso ganhasse a guerra, de facilitar a criação da pátria judaica. A carta foi escrita nos seguintes termos:

Tenho o grande prazer de endereçar a V. Sa., em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas declaração submetida ao gabinete e por ele aprovada:

O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não-judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país. (O grifo é meu)

“Desde já, declaro-me extremamente grato a V. Sa. pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista. “Arthur James Balfour.”

A partir da vitória Britânica, o texto da carta passou a fazer parte de todos os tratados relativos à região. A emigração judaica explodiu, especialmente depois que Hitler tentou exterminá-los durante a 2ª Guerra Mundial. Em 1947, a ONU, sob o comando do brasileiro Oswaldo Aranha, decidiu dividir a Palestina em duas regiões federadas e unidas economicamente: Uma árabe e outra judia. Belas intenções!

Todas viraram palavras vazias, desde Balfour até hoje, e foram solenemente para o vinagre diante da volúpia dos judeus em dominar a região por completo e estabelecer um estado religioso mais radical que o mais radical estado islâmico. A consequência foi a criação de uma nova diáspora, desta vez do povo Palestino. Hoje, estima-se que sejam cerca de 5 milhões, espalhados em todo o mundo, expulsos que foram de suas terras ancestrais pelo terrorismo sionista, que não consegue conviver em paz com ninguém que apresente a mínima diferença de herança genética ou religiosa, a não ser de uma posição de poder e de dominação.

As técnicas que o governo israelense tem adotado para alcançar seu objetivo de dominar completamente o território são as mais malignas desenvolvidas no século XX: o Muro de Berlim, “Apartheid”, limpeza étnica, terrorismo de estado, campos de concentração, estrangulamento econômico, ocupações ilegais e à revelia das determinações da ONU, etc

Morei e trabalhei na Jordânia durante quase um ano. Nesta ocasião, fui praticamente adotado pela família árabe de meu patrão, mesmo eles sabendo que eu sou cristão. Falaram-me com tremendo respeito sobre as pregações de Jesus. Afirmam que ele seria um profeta tão grande quanto Maomé. Consideram Maria como sendo o exemplo de mulher honesta e dedicada à família, e por aí vai. Dizem que o fato de ser cristão é uma excelente base para a compreensão dos conceitos do Alcorão. Somos povos irmãos, afirmam!

Já os judeus, no TALMUD, livro dos ensinamentos dos seus sábios, afirmam que Maria seria uma prostituta, que Jesus seria filho bastardo de um centurião, que Maria teria se divertido com toda a tropa romana, que Jesus seria um bandido agitador, maligno e farsante, e que teria aprendido mágicas enquanto esteve no Egito. Estaria sendo cozido no inferno, dentro de um pote de excrementos por toda a eternidade, por conta disso. Bem interessante, não?

Um povo que, ao receber o maior de todos os profetas, um homem cujas palavras só traziam votos de paz, compreensão, respeito, bondade e perdão, condenou-o a uma morte terrivelmente ignominiosa e sofrida, simplesmente porque pregava conceitos que estes jamais conseguirão entender, tanta é a maldade dos seus corações; e que ao final, inquiridos por Pilatos, quando este disse não ver culpa nenhuma neste justo, mesmo assim urrou ordenando: “Crucifica-o! E que seu sangue caia sobre as nossas cabeças e dos nossos filhos”. É de se estranhar que sejam considerados por muitos, ao longo de toda a história, como sendo um povo amaldiçoado e com o qual não dá para conviver?

JERUSALÉM – CAPITAL DE QUEM MESMO?

A notícia que causou frenesi em todos os meios de comunicação do mundo civilizado na semana passada foi a decisão unilateral de Donald Trump para transferir a embaixada dos Estados Unidos, em Israel, de Tel Aviv para Jerusalem. Tal decisão coroa décadas de uma política sionista de expansão territorial e expulsão dos palestinos. Vão empurrando devagarinho, até que a coisa toda seja consolidada com o apoio, velado ou não, de inocentes úteis e aproveitadores que querem pegar jacaré na onda dos judeus.

Tudo começou quando um tal de Abraão, da cidade de Ur, na Caldeia, há uns 7.000 anos atrás, teve um sonho dizendo que ele devia se mudar para um outro lugar, na terra dos cananeus, (hoje de nome Hebron, em sua homenagem, e a 10 Km de Jerusalém) e que seus descendentes seriam mais numerosos que as estrelas do céu. Como sua esposa, Sara, já estava idosa e não tinha tido filhos, esta lhe autorizou a ter uma segunda esposa, para que assegurasse sua descendência com ela. Este escolheu Hagar, uma escrava, que logo veio a engravidar. O interessante é que Sara, aliviada do estresse e da pressão de ter que engravidar, também ficou grávida logo depois. Foi aí que começou toda a confusão!

Enciumada e cheia de direitos, agora que havia dado à luz seu filho Isaac, Sara passou a exigir que Abraão expulsasse de casa sua segunda esposa, juntamente com o filho dela. Os descendentes de Isaac, os atuais judeus, dizem que Hagar era concubina e que seu filho Ismael é um bastardo. MENTIRA! Ela era a 2ª esposa, costume muito comum naquela época, e tanto Abraão quanto Sara foram tremendamente canalhas ao expulsá-la, junto com seu primogênito, para o deserto. Na certa, tinham a esperança de que os dois morreriam rápido. Não morreram, e se reproduziram adoidado, dando origem aos árabes atuais.

O tempo passa! O tempo voa! Mais adiante, os descendentes de Abraão foram escravizados e conduzidos ao Egito. Eis que surge um líder messiânico que, depois de conduzi-los por 40 anos vagando pelo deserto na península do Sinai, certamente passando tremendas necessidades, eis que chegam à terra dos Nabateus (atual Petra, na Jordânia), onde foram bem recebidos e acolhidos. Assim que se sentiram fortes o suficiente, sua primeira providência foi baixar o cacete nos Nabateus.

Seguiram em frente e, finalmente, chegaram ao Monte Nebo, sobre o Mar Morto, donde se podia ver toda a terra de Canaã do outro lado, terra por eles considerada como sendo a “Terra prometida por Deus”.

Desceram o Monte Nebo, contornaram o Mar Morto e cruzaram o Rio Jordão. Do outro lado do rio, a primeira providência de Josué, sucessor de Moisés, foi atacar a antiquíssima cidade de Jericó, dos Cananeus, fundada havia mais de 6.000 anos já naquele longínquo ano de 1406 a.c.. Ao penetrar em suas muralhas, a ordem de Josué foi para que matassem todos os seus 20.000 habitantes. Daí para a frente, as carnificinas se sucederam. Era totalmente impossível qualquer forma de convivência pacífica com aquele povo altamente fanatizado pela sua religião e que se considerava acima de todos os demais seres humanos, tendo inclusive um mandato divino para executar as atrocidades que praticava.

A luta seguinte de Josué com os Cananeus foi pela posse da cidade de Ai. Lá, mataram cerca de 12.000 cananeus. A seguinte foi a cidade de Asor. Como sempre, foram todos passados a fio de espada. Com a morte de Josué, seguiu-se um período de uns 200 anos em que os Judeus foram dominados pelos Cananeus. Eu só estranho que os Cananeus não tenham aproveitado a oportunidade para exterminá-los, tal qual estes vinham fazendo com as suas cidades. Seguiram-se guerras com os Midianitas, os Filisteus, Samaritanos, Ismaelitas, Moabitas, Edomitas, Assírios, Babilônios, Egípcios, e outros menos votados.

Lá pelo ano 1.000 A.C., já sob o comando do rei Davi, estes decidem conquistar a capital do Jebuseus, conhecida na época como Jebus. Era uma fortaleza extremamente bem protegida, postada sobre a colina de um monte de nome Sião. Após a conquista, Davi resolveu que aquela cidade, localizada no coração da Judeia, seria a sede perfeita para o seu reino recém-unificado. No ano 970 A.C., Salomão sucede a Davi, reinando até morrer, em 930 A.C. É nesse período que são construídas as inúmeras melhorias que dão feição à cidade que passou a ser conhecida como “A cidade de Salomão” ou a “Cidade da Paz” (Yehud shalom – há controvérsia a respeito desta origem). Daí para a frente, o nome de “Cidade da Paz” passou a ser uma ironia pois, durante a sua longa história, Jerusalém foi destruída pelo menos duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes e capturada e recapturada outras 44 vezes. É mole ou quer mais?

Só nos tempos modernos, já depois de Cristo, foram guerras com os gregos, romanos, persas, mongóis, islâmicos, franceses (nas cruzadas), mamelucos, otomanos, ingleses (no mandato da Palestina), e agora os palestinos, ao resistirem ao retorno dos judeus espalhados pelo mundo pela diáspora provocada pelos romanos no ano 70 D.C. Tem confusão para todo gosto. Pense num povinho renitente e encrenqueiro.

O fato dos judeus espalhados pelo mundo, traumatizados após o tratamento que sofreram quando Hitler lhes aplicou o mesmo remédio que eles tentaram aplicar em seus vizinhos do Oriente Médio durante milhares de anos, não traz em si nenhum mal. É justo e razoável! De lascar é a forma como a coisa toda vem sendo feita:

Primeiro, disseram que iriam dividir a Palestina entre os Judeus e os Palestinos. Dividiram! Só que os judeus ficaram com os jardins à beira mar e coube aos palestinos o deserto da Judeia. Depois, iniciaram campanhas terroristas visando expulsar na cara dura os milhões de palestinos que moravam lá há mais de 2.000 anos. Hitler, quando explodiram o carro do “Protetor da Bohemia e da Morávia” que ele havia nomeado, em represália mandou matar todos os habitantes da cidade onde isto aconteceu e apagá-la dos mapas. O nome do local era Lídice e virou símbolo de ignomínia eterna. Os judeus apagaram do mapa mais de 150 localidades palestinas, desde a divisão, em 1948, e ninguém deu um pio a respeito até agora.

Fizeram de tudo para expulsá-los! Os palestinos resistiram. Queriam que os países vizinhos os aceitassem. Os vizinhos, mesmo acolhendo levas imensas de refugiados, se recusaram. Invadiram Jerusalém e lá se estabeleceram, mesmo ao arrepio de todas as decisões da ONU. Implantaram incontáveis assentamentos judaicos em terras que, mesmo sendo péssimas para viver, deveriam ser dos palestinos. Cercaram as áreas palestinas e as transformaram em enormes Campos de Concentração. Monopolizaram as nascentes do recurso mais escasso na região, a água, liberando apenas migalhas para os miseráveis assentamentos palestinos. Realizaram um bloqueio nas fronteiras em que, até mesmo a ajuda humanitária de comida e remédios que lhes é enviada, é atacada pelas suas poderosas forças armadas. Estrangularam a economia e só permitem que saiam para Israel a fim de realizar trabalhos subalternos, tais como os prisioneiros de guerra, chamados de “Geist Arbeiter” (Trabalhadores convidados) pelos nazistas. Só faltam agora as Câmaras de Gás para a “Solução Final.

Ah! Antes que os imbecis de plantão comecem a me rotular de antissemita, nazista, fascista, e outros apodos menos votados, vou logo avisando:

1. Eu não encaro a questão daquela região com a visão rastaquera de um simples Fla X Flu. É muito mais complexa do que supõe a vã filosofia da grande maioria de imbecis da nossa população.

2. Sou brasileiro e, como tal, descendente direto de uma mistura de negros, índios, portugueses, holandeses e só Deus sabe o que mais. Dizem que tenho cara de árabe e que meu sobrenome é de judeu marrano de Portugal. Vá saber!

3. Tenho inúmeros amigos de origem tanto árabe quanto judaica. Alguns, como Hélio Posternak, tiveram gestos para comigo de uma dignidade e nobreza que me tornou seu eterno devedor. Outros, como o Dr. Ahmad Al-Khatib, dispensaram-me um tratamento de uma fidalguia que eu não sei se serei jamais capaz de retribuir à altura. Todos pessoas maravilhosas.

4. O que eu não gosto é ver gente que se acha as pregas querendo lascar todas as pessoas que deram o azar de viver no mesmo tempo e espaço que eles, só porque se consideram “O povo escolhido por Deus”. Também que uma terra, que já tinha dono antes, seja deles porque foi Deus quem prometeu.

E tenho dito!

O ESTUPRO

Existe atualmente em andamento um verdadeiro estupro praticado pelas estruturas governamentais do Brasil sobre o restante da população que não está dependurada e mamando nas tetas estatais. Não fosse suficiente o estupro praticado diuturnamente, desde os aspectos mais comezinhos da vida diária do cidadão, este é praticado juntamente com um verdadeiro escárnio e um tripudio sobre a vítima.

Diante do estado de miserabilidade e total falência da nossa economia, consequência direta do imenso volume de violências, canalhices e incompetências praticadas pelas nossas “Excelências”, podemos dizer que o referido estupro já se encaminha para a classificação de necrofilia, já que está sendo praticado em cima de um cadáver.

As metáforas que me veem à mente, sempre que nos referimos aos nossos “amados” governantes, são inúmeras. Gostaria de compartilhar algumas delas com meus queridos amigos fubânicos.

A primeira delas é o Rei Sadim. Creio que todos conhecem bem a história de Midas, rei da Frígia. Certo dia, Midas recebeu a visita de alguns camponeses que levaram a ele um velho, bêbado e perdido, que haviam encontrado em uma estrada. Midas reconheceu o velho: era Sileno, mestre e pai de criação de Baco. Midas cuidou de Sileno e o levou a Baco. O deus da vinha e do vinho, muito benevolente, concedeu um pedido a Midas. Este, sem refletir muito, pediu o dom de transformar em ouro tudo o que tocasse. Mesmo percebendo a ânsia gananciosa de Midas, Baco realizou o pedido.

Midas voltou para casa feliz. Transformou várias coisas em ouro pelo caminho: pedras, folhagens, frutos… Ao chegar a sua casa, ordenou aos criados que servissem a ele um banquete. Ao tocar no pão, este foi transformado em ouro. Ao pegar a taça de vinho e tocar com seus lábios na bebida, esta se transformou em ouro líquido. Midas ficou desesperado ao perceber que jamais poderia se alimentar novamente. Sua filha, Phoebe, vendo seu desespero tentou socorrê-lo e, ao tocá-lo, transformou-se em uma estátua de ouro.

Mais desesperado ainda Midas orou a Baco, pedindo que este o livrasse daquilo que, na verdade, era uma maldição. Baco consentiu e disse a Midas que deveria se banhar na fonte do rio Pactolo para que pudesse se lavar do castigo. Ao se lavar, Midas passou às águas do rio o poder de tudo transformar em ouro, sendo que a areia do Pactolo se tornou dourada.

Pois bem: O nosso governo, em todas as suas manifestações, é um Rei Midas ao contrário. Onde toca, vira merda! E, infelizmente, só há um rio que pode nos ajudar a livrar a nação desta maldição.

A segunda imagem que me salta à mente, ao pensar em nosso governo, é de um imenso Pantagruel. Para os que não sabem, este é o herói do romance de François Rabelais Les horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel Roi des Dipsodes, fils du Grand Géant Gargantua (“Os horríveis e apavorantes feitos e proezas do mui renomado Pantagruel, rei dos dipsodos, filho do grande gigante Gargântua”), publicado em 1532. Pantagruel é filho do gigante Gargântua e de sua mulher Badebec, que morre durante o parto.

Um grande boa-vida, alegre e glutão, destaca-se desde a infância por sua força descomunal – superada apenas por seu apetite. Esta seria a imagem perfeita de nossos governantes: Alegres, irresponsáveis e de um apetite descomunal, nunca estando satisfeito com suas imensas prebendas e privilégios.

A imagem que me vem à mente a seguir é a de um imenso Buraco Negro. De acordo com a Teoria da Relatividade Geral, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, podem escapar. Este é o resultado da deformação do espaço-tempo, causada após o colapso gravitacional de uma estrela, com uma matéria astronomicamente maciça e, ao mesmo tempo, infinitamente compacta e que, logo depois, desaparecerá dando lugar ao que a Física chama de singularidade, o coração de um buraco negro, onde o tempo para e o espaço deixa de existir. Um buraco negro começa a partir de uma superfície denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual não se pode mais voltar. O adjetivo negro em buraco negro se deve ao fato de este não refletir a nenhuma parte da luz que venha atingir seu horizonte de eventos.

De maneira similar, o nosso governo, nas suas mais diversas manifestações, é possuidor de uma voracidade inenarrável e, ao mesmo tempo, não reflete absolutamente nada de positivo para os entes que o alimentam

Por último, e de longe a analogia mais importante, pelo menos segundo a minha maneira de entender a nossa atual situação, é a que considera a nossa casta dominante como apresentando comportamento altamente similar ao que foi apresentado pela Aristocracia Francesa, durante todo o período imediatamente anterior à revolução francesa de 1789.

Os sintomas são todos claramente os mesmos: Total irresponsabilidade e despreocupação com o interesse público; ausência completa de qualquer tipo de escrúpulos ao se apoderar da riqueza que lhes é disponibilizada através dos impostos e taxas; um grande pacto das elites para a autoproteção contra o desespero provocado em toda a população por esta se encontrar acéfala e dirigida por uma cambada de imbecis, todos altamente inúteis e inconsequentes e cuja única característica comum é a disposição para roubar o que puder e enquanto der; tudo isso a par com uma alienação das reais condições da população que beira a ingenuidade. “Se não tem pão, por que não comem brioches?”

O altíssimo nível de extorsão governamental, aliado com o também imenso nível de arbítrio contido nas decisões estapafúrdias oriundas de dirigentes totalmente despreparados e desonestos, nomeados por serem irmão do cunhado da piniqueira da rapariga do deputado, ou porque a sua mãe era amiga da mulher do presidente, ou porque foi advogado da turma do “Campo Majoritário” por muito tempo, ou por qualquer outro motivo que seja, por mais banal que possa parecer, desde que seja preservada a lealdade à gangue que se apossou do poder, é o que tem levado as aberrações a píncaros de paroxismo. Os despautérios se sucedem infinitamente. Pelo menos, até o terror começar e cabeças começarem a ser decepadas.

A esperança só renasce das cinzas ao vermos um coronel se pronunciar, declarando a firme disposição de cercar o STF e engaiolar todas as excelências sine die, caso viessem a liberar o facínora mor deste país através de alguma das dezenas de manobras jurídicas escusas já tentadas. Bastou isso para a famigerada 2ª turma cagar bem fininho e votar 5 a zero contra a liberação.

Por mim, teria aproveitado a ocasião e o motivo para dar um basta bem definitivo nesta putaria toda!

PEQUENO MANUAL DE ESTÉTICA DO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Os tempos modernos que estamos vivendo são verdadeiramente admiráveis!

Depois de termos testemunhado coisas bizarras tais como “O Teatro do Oprimido”, “A Pedagogia do Lascado”, “A Ideologia do Arrombado”, e coisas assim… Passamos a presenciar uma verdadeira miscelânea nas tendências da moda, entendida esta como um “statement” de afirmação individual de princípios e valores. Para nós, remanescentes de uma era em que o bardo Falcão apregoava insistentemente que “Homem é homem! Menino é menino! Político é político! E Baitola é baitola!”, só nos restou um total atordoamento com as bizarrices com que temos nos deparado em todos os locais públicos para onde nos dirigimos.

Assim, visando contribuir com meus colegas sexagenários, colegas estes também de estupor e de atordoamento, segue uma modesta tentativa de interpretação destes novos tempos.

1. “HOMEM” COM BRINCOS – Eis aí um bom exemplo de comportamento bastante controverso. Existem aqueles que afirmam com segurança que há todo um “CODEX” de significados ocultos contidos neste simples penduricalho, antes privilégio do belo sexo. Dizem que, usado na orelha direita, significa que o portador é gay ativo. Já na orelha esquerda, seria gay passivo. Usados nas duas orelhas, seria do tipo que topa tudo: Dá, come, chupa, faz qualquer negócio. É um caso ainda sujeito a estudos. Por outro lado, o tipo de brinco seria também prenhe de significados. Um simples e pequenininho “strass” ? Bichinha enrustida e delicada! Um enorme batoque? Gay “mucho macho”! Aguenta qualquer bitola de piroca! E por aí vai…

2. “HOMEM” COM CABELO ESTILO SAMURAI – É aquele “rabo de cavalo” amarrado na parte de trás do topo da cabeça. Esse estilo foi, com certeza, copiado de um ninja gay. A função original daquele nó de cabelos no cocuruto do “de cujus” era para deixar o “teatro de operações” desimpedido de cabelos, bem como para dar um ponto de apoio onde o indivíduo que estivesse lhe proporcionando uma penetração anal tivesse onde se segurar.

3. BONÉ VIRADO PARA TRÁS – Originalmente, representava um gesto de rebeldia adolescente totalmente inócuo. Quando alguém observava que a posição estava errada, a resposta era: DEIXE! EU QUERO ASSIM MESMO! Era uma afirmação infantil de independência. Hoje, utilizado por marmanjos descerebrados, representa apenas e tão somente um retardado mental perseverando em um comportamento pueril e idiota.

4. CALÇA TODA RASGADA E ESFARRAPADA – Originalmente, esta nova forma de ostentar riqueza por inversão (já que essas calças costumavam ser vendidas em butiques carésimas) era limitada às representantes do belo sexo. Depois, com a geleia geral estabelecida pela nova ideologia de “gêneros”, a distinção entre os sexos se evanesceu, até que deixou de existir completamente. Assim, criaturas de sexo indiferenciado passaram a adotar também este tipo de identificação com azelites. O interessante é que só as calças são objeto desta estética grotesca. Blusas, blazers, etc. não são atingidos por este comportamento.

5. “HOMEM” COM CALÇA FOLGADONA, SEM CINTURÃO E MOSTRANDO A BUNDA – Originalmente, esta nova forma de estética era limitada a presidiários. Isto porque eram proibidos de terem cintos e as calças eram distribuídas sem muita consideração com tamanho. Além disso, ao deixá-las escorregar, sinalizavam que estavam dispostos a ter relação anal com outros homens. Posteriormente, este comportamento foi adotado por uma escória social conhecida como “Gangsta”: cantores de rap, normalmente negros ou latinos, sempre marginais, como forma de identificação e de adesão aos grupos mais perigosos e poderosos, tais como traficantes e bandidos de outras espécies menos votadas. Esta estética, ao ser adotada por gayzinhos ricos e de classe média, iniciantes nas artes da pederastia, tem a vantagem de deixar antever-lhes a regada da bunda, o que é uma forma de incitar a tesão dos possíveis pederastas ativos com potencial para fornicar-lhes o ânus.

6. “HOMEM” COM BARBA DESENHADA – Outra nova forma de estética absolutamente paradoxal. Ao contrário do que podem pensar os mais incautos, o fato de deixar a barba não significa, em absoluto, que o indivíduo não seja adepto das novas formas de relacionamento sexual preconizadas pela ideologia de gêneros. O simples fato de um indivíduo, nascido do sexo masculino, passar um tempo enoooooooorme fazendo delicados desenhos na barba já diz muito do quanto a sua mente está predisposta e aberta à descoberta de novas experiências sexuais, especialmente aquelas não corriqueiras e triviais, se é que me entendem.

7. “HOMEM” COM CABELO RASPADO NAS LATERAIS – É fascinante como este tipo de comportamento vem e vai, ao sabor dos caprichos da moda. Quando nós éramos criança, nossas mães mandavam cortar nosso cabelo estilo “Jack Demis”. Era bem baixinho em cima e raspado nas laterais. Este estilo, “basicamente militar”, era também conhecido como “Príncipe Danilo”, só Deus sabe por que. Muitos anos depois, surgiu a moda de raspar as laterais e deixar um penacho bem alto, tipo aquela tribo de índios americanos: Os Xoxones. Com pequena variação, já que a lateral não é mais raspada, é o estilo que Itamar Franco usava e que Donald Trump usa até hoje. Serve para disfarçar a careca. Agora, aparecem dezenas de criaturas, de novo, com as laterais raspadas e uma tuinha de cabelo no topo. Virou moda! Só que, como a maioria da população tem cabelo pixaim, fica parecendo que um pombo cagou na cabeça desses indivíduos. Quando é uma mulher que raspa as laterais da cabeça, é sinal inequívoco de preferências sexuais pouco ortodoxas.

8. USO DE FONES DE OUVIDO EM LOCAL PÚBLICO – Outra nova forma de expressão individual cuja imbecilidade galopante é símbolo dos novos tempos que estamos vivendo. Evidencia um total desprezo do indivíduo pelos componentes do seu entorno, aliado a uma dependência psicótica da audição em altíssimo volume dos sons bizarros propiciados pelas formas primitivas de música(?) atualmente em voga. Prenuncia uma forma gravíssima de autismo auto-induzido. Conduz a um abestalhamento galopante de difícil reversão posterior.

9. USO DE LENÇOS DE CABEÇA POR “HOMENS” – Mais uma nova forma de sutil de afirmação da sexualidade adepta da ideologia de gêneros. Pode ocorrer que a homosexualidade do indivíduo esteja ainda em estágio latente mas, sem a menor sombra de dúvidas, é uma criatura predisposta a “preencher o seu vazio interior” de forma pouco ortodoxa. A crisálida muito em breve desabrochará!

10. TATUAGEM E PIERCING – Deixamos por último estas formas de expressão da individualidade por considerá-las, de longe, como sendo as mais imbecis de todas. Forma comum entre prisioneiros e prostitutas, invadiu de forma avassaladora todos os ambientes sociais, provocando uma situação em que fica dificílima a identificação de quem é puta, quem é bandido, quem é viado, etc. Nossa sorte é que os diversos comportamentos patológicos geralmente ocorrem de forma consorciada, o que nos facilita sobremaneira a catalogação.

DEMOCRACIA, SOCIALISMO E DESENVOLVIMENTO

Meu velho pai (92 anos e ainda namorando) me falou certa vez que existem coisas que não conseguem caminhar juntas nem a pau. O exemplo mais maravilhoso que ele me deu foi aquela velha balela do “Liberté – Egalité – Fraternité!”

Segundo ele, se houver “Fraternité e Liberté”, a “Egalité” vai rapidinho para o beleléu! Algumas pessoas, mais bem dispostas para trabalhar, e mais bem aquinhoadas de talentos, rapidamente se destacarão à frente da massa majoritária de medíocres e estará terminada a igualdade. A mim parece que Deus nunca foi muito adepto do socialismo, já que tem essa mania desgraçada de sempre fazer alguns muito mais capazes de realizações do que os demais. Assim, não tem igualdade que dure.

Por outro lado, se quisermos forçar a existência de “Fraternité” e “Egalité” na marra, tal qual os experimentos socialistas comprovaram exaustivamente, a “Liberté” vai para o cacete rapidinho. A situação fica que nem aquela célebre frase do General Figueredo: Quem não aceitar a “Egalité” eu prendo e arrebento. Só desta forma, prendendo e arrebentando, os mais trabalhadores e capazes poderão ser forçados a ceder parte dos seus ganhos para vagabundos que, ou não trabalham, ou que são desprovidos de talento e coragem.

De maneira semelhante, os conceitos de Democracia, Socialismo e Desenvolvimento Econômico são absolutamente imiscíveis. Não se misturam em hipótese alguma. Falou em socialismo, pode até haver desenvolvimento econômico, mas a democracia vai diretinho para o vinagre. Durante a época do stalinismo na antiga URSS, presenciamos uma acelerada acumulação de capital nas mãos do Estado, capital este direcionado para uma acelerada industrialização, só que sob o tacão de uma ditadura furiosa e que matou milhões de pessoas. Primeiro, matou milhões de dissidentes enviando-os aos Gulags (prisões na Sibéria). Depois, de fome mesmo, devido aos desastrosos resultados provenientes da coletivização forçada das fazendas. Obrigados a entregar toda a produção ao Governo, sem nenhuma garantia de que seriam adequadamente remunerados e recompensados, a produção agrária passou a apresentar sucessivamente resultados pífios, que não eram suficientes nem para manter a população adequadamente alimentada, mesmo após esta ter sido substancialmente reduzida artificialmente por expurgos e guerras.

Por outro lado, o caso da China é emblemático. Para conseguir alcançar altos índices de desenvolvimento econômico, o governo de Deng Shiao Ping optou por abrir mão do socialismo, mesmo que a conta-gotas. À medida que algumas regiões eram liberadas para que os próprios habitantes tomassem a iniciativa de realizar investimentos econômicos, sempre utilizando a altíssima taxa de poupança individual mantida pela população, estas mesmas regiões literalmente explodiram em desenvolvimento e se transformaram nas locomotivas do crescimento chinês. Optou-se por uma abordagem pragmática em que, nos dizeres do próprio Deng, “Não interessa a cor do gato. Interessa se ele caça os ratos!”.

Uma nação não pode ser ignorante e livre ao mesmo tempo. (Thomas Jefferson)

Eis que, depois de darmos algumas voltas, chegamos ao nosso Brasil velho de guerra. O primeiro ponto que salta à vista é que somos periodicamente obrigados a escolher entre uma plêiade de gatunos e salafrários da pior espécie para ver quais deles serão agraciados com o direito inamovível de nos esfolarem até os ossos durante os próximos anos. Só temos o direito de escolher um ou outro. Rejeitá-los maciçamente não está previsto entre nossas prerrogativas. Colocar um cabresto em suas iniciativas legiferantes nojentas nem pensar. Ao se elegerem, tornam-se plenipotenciários e pairam acima do bem e do mau.

Eis que, numa dessas voltas que a vida dá, hordas de eleitores simiescos elegeram sucessivamente encantadores de jumentos cujas promessas de criar um paraíso na terra, ocasião na qual jorraria o lei e o mel das fontes em praças públicas, sem que ninguém tivesse que realizar nenhum esforço para tal, e nos levaram a uma era voltada para a implantação do socialismo bolivariano (seja lá isso o que diabos for) em nossa querida terra brasilis.

Hoje, depois do total fiasco da cleptocracia implantada, só descoberta por causa do concomitante fiasco da economia como um todo, o país se prepara para uma eleição que se apresenta como sendo um divisor de águas. A economia do país exangue e a população exausta com tantos escândalos de roubalheiras sem fim, encontra-se na expectativa do que sairá de tanta tormenta. Enquanto isso, as esquerdas, órfãs após a prisão do Sumo-sacerdote da sua seita fanática, ensaia uma reação que faria inveja a El Cid – O Campeador.

Para os que não sabem ou não se lembram, consta na tradição lendária que, ao contrário de vê-lo morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de “Campeador”, ou “El Cid”, ou “Mio Cid”, faleceu numa cama de seu castelo, em Valência, a 10 de julho de 1099. É nesse ponto da história que Rodrigo vira uma lenda. Os mouros ficaram muito confiantes ao saber que El Cid havia finalmente morrido. Sua mulher, porém, mandou amarrar seu corpo ao cavalo, sua espada a sua mão, e o mandou ao campo de batalha. Ao ver El Cid em cima do seu cavalo , os mouros passaram a fugir e foram perseguidos e derrotados pelo exército de Rodrigo. Por isso reza a lenda que Don Rodrigo de Castella venceu uma batalha mesmo depois de morto. Seus restos mortais, juntamente com os de sua esposa, Jimena, estão sepultados na Catedral de Burgos.

É exatamente esta mesma proeza que está sendo ensaiada para El Lula – O Fraudador. Também conhecido como El Gran Raton. Querem amarrar o seu cadáver político a um estandarte já completamente desmoralizado e acham que, com esta providência, assustarão à população já devidamente escolada com os sucessivos trambiques e jogadas marqueteiras realizadas por esta facção criminosa ávida de poder e, atualmente, em luta encarniçada pela própria sobrevivência.

Vamos só ver se, ao fim e a termo, conseguimos nos livrar da maldição que assustadoramente tem pairado sobre as nossas cabeças, enviando para o cárcere, todos devidamente premiados com longas sentenças, esta caterva de obliterados mentais, até mesmo os agentes úteis e os não tão inocentes assim.

As estruturas governamentais do nosso país precisam passar urgentemente por um expurgo de dimensões bíblicas. A quantidade de apaniguados e aderentes que se encastelaram em posições de sinecura é verdadeiramente assombrosa. O inchaço estatal atinge proporções pantagruélicas e, o que é muito pior, são abcessos incrustados no organismo que precisam urgentemente serem devidamente lancetados, já que são majoritariamente compostos por anencéfalos cuja única característica que os levou a tais posições foi a disposição de toparem qualquer parada a fim de manterem a estrutura bolivariana no poder. VADE RETRO, SATANÁS! Exemplo de “sarcasmo (?)” Socialista.

P.S. Pra que diabos esse povo quer colocar um elefante trepado numa árvore? É devido a esse raciocínio torto que chamamos aos petistas no governo de Jabuti. Só estão lá no alto porque foram colocados por alguém. E as faculdades, lotadas de jumentos batizados, todos bancados pelos nossos impostos, é claro!

PECADOS CAPITAIS

Li, não sei mais nem onde nem quando, muito menos por quem foi dito, que o socialismo tinha, em tese, intenções maravilhosas: Igualdade econômica entre todas as pessoas, distribuição equitativa de renda, eliminação total da miséria, trabalhos distribuidos segundo a capacidade de cada um, e por aí vai…Seria o paraiso na terra. Só que … O RESULTADO É SEMPRE DESASTROSO!

Já o capitalismo, bem mais modesto em seu objetivo, pleiteia apenas que todos sejam iguais perante as leis e tenham acesso às mesmas oportunidades. Limita-se a deixar que cada um procure a melhoria da sua condição de vida segundo as suas inclinações. Quer ser um grande pianista? Corra atrás de seu sonho! Não deu certo? Seu talento não chega a tanto? Problema seu! Procure outro meio de ganhar a vida honestamente, mesmo que mais modesto, porem mais adequado à sua realidade como pessoa. Não cabe, dentro desta filosofia, que o Estado se converta em babá de ninguém, nem muito menos em uma muleta econômica para os fracassados ou preguiçosos. O seu papel, quando muito, é o de assegurar condições mínimas para que todas as crianças, independente da sua origem, seja de pais fracassados, seja de pais altamente bem sucedidos, tenham um mínimo de condições para adentrar nesta arena competitiva da busca de realização pessoal, tanto expandindo e polindo os seus talentos naturais como dando vazão aos seus anseios através da realização dos seus sonhos. Para que isso ocorra, uma escolaridade meritocrática e gratúita, desde a alfabetização até o ensino profissionalizante, é o pilar mestre. A universidade é apenas e tão somente uma extensão da educação básica e cuja natureza é eminentemente elitista, devendo ser limitada aos reconhecidamente melhores talentos. Exatamente o oposto daquilo que vem ocorrendo no nosso país: Temos uma educação básica desastrosa e forçamos, através de diversos artifícios enganosos, a entrada de hordas de analfabetos nos cursos superiores.

O único resultado prático desta política demagógica (mais uma) tem sido o enriquecimento acelerado de grandes grupos empresariais pouquíssimo voltados para o desempenho acadêmico ou a excelência profissional, juntamente com uma plêiade de carééééésimas Universidades Federais cujo objetivo maior é, a par com uma doutrinação marxista-leninista-petista de uma multidão de alunos anencéfalos, cevar professores regiamente remunerados e com um desempenho pífio, abaixo de qualquer crítica séria. Os alunos entram burros na universidade e saem promovidos a jumentos diplomados. Já o cidadão que banca financeiramente a esbórnia, ganha todos os dias um diploma de otário.

Tenho ensinado em faculdades dos mais diversos cursos (Engenharia, administração, economia, psicologia, arquitetura, etc.) ao longo dos últimos 40 anos. O quadro com que tenho me deparado é simplesmente aterrador. Os sintomas mais graves da longa e constante derrocada são os seguintes:

1. Dramática redução do universo vocabular. Só Deus sabe a angústia que me dá ao franquear a palavra a um destes meus alunos e vê-lo gaguejar e tartamudear num tatibitati digno de uma criança pouco instruida de 5 ou 6 anos. É uma verdadeira tortura! Para nós dois! Segundo Wittgenstein, “O universo vocabular delimita o tamanho do cérebro!” Por estas ocasiões, dá para ter uma ideia bem clara da pandemia de microcefalia que afeta nossa juventude universitária.

2. Os princípios e valores de um socialismo capenga e xinfrim estão entranhados na massa cerebral de nossa população, trombeteados que foram insistentemente por todos os meios de comunicação ao longo dos últimos anos. Sempre que menciono ganhos de produtividade em empresas que investiram em automação e racionalização das operações, com a consequente redução na quantidade de funcionários, sofro uma verdadeira barreira de críticas. Para eles, a missão das empresas é “criar emprego e renda” (sic), e não produzir riqueza. Considerações a respeito de produtividade e competitividade estão totalmente ausentes das suas ponderações. De forma semelhante, a pessoa que assume os riscos ao investir em uma empresa nunca é considerado o líder se arrisca e que provoca o progresso econômico. É sempre visto como o capitalista explorador da “mais valia” das pobres massas trabalhadoras.

3. Baixíssima capacidade de análise e de crítica. O certo e o errado não existem. Tudo se limita a uma questão de opinião e, segundo eles, cada um tem direito de ter a sua, por mais imbecil que possa ser, devendo ser por todos respeitada. Esta idiotice seria o cerne daquilo que eles conhecem como “Democracia”. Nas aulas de metodologia científica, ensinam-lhes a paginação normatizada dos trabalhos (3-3-2-2), o tipo e o tamanho das letras, como citar fulano apud sicrano, etc. Quanto à capacidade de raciocinar, o máximo a que chegam é o ensino da dialética marxista-hegeliana, onde o fundamental é ganhar a discussão através do uso dos mais diversos sofismas e falácias (Erística), e não a busca da verdade. Nada se fala a respeito da dialética socrática, onde a real arena das discussões e da busca do conhecimento é interna e pessoal.

4. Total e absoluta confusão entre os conceitos relativos a: a) Conjectura, b) Opinião, c) Argumento, d) Prova, e) Lei científica, f) Crença e g) Ideologia. A consequência é uma barafunda mental onde se misturam anarquicamente farrapos de ideias, muitas delas acreditadas simplesmente porque o crente deseja que sejam verdadeiras, método este que é a base de todas as ideologias que tanta miséria trouxeram ao mundo ao longo dos séculos.

Sabe o que é o mais irônico disso tudo? É essa multidão de anencéfalos, ao ir atrás da ilusão de criar um paraiso na Terra, terminaram criando infernos piores que a mais aterradora descrição bíblica . Vejam o exemplo do que ocorreu com Pol Pot, Hitler, Stalin, Mao, Fidel Castro, Hugo Chaves et caterva.

Enquanto isso, o capitalismo bota todas as suas fichas exatamente nas características humanas mais abominadas pelo bom-mocismo hipócrita das esquerdas e da igreja católica: Os sete pecados capitais. Estes são, na minha modesta opinião, os grandes acionadores do comportamento humano em todas as épocas. Foram eles que fizeram com que a nossa espécie deixasse de ser um frágil bando errante nas savanas africanas e evoluísse para o estágio civilizatório que temos hoje.

TROFEU IGNOBIL OU GENTE QUE FAZ! (MERDA. MUITA MERDA)

A sociedade que coloca a igualdade na frente da liberdade termina sem igualdade e sem liberdade. – Milton Friedman

Temos vivido recentemente tempos históricos! O fruto final da adoção de filosofias imbecis em nosso pais, como de resto em toda a América Latina, com a única e honrosa exceção do Chile, foi o triunfo das hordas ululantes de subhumanos sobre o aparato estatal e a mais completa vulgarização da nossa sociedade em todos os seus aspectos. Substituimos uma aristocracia, que já não era lá grande coisa, por um vagalhão de sindicalistas analfabetos e altamente vorazes, muito especialmente quando se trata da apropriação partidária e particular de fundos e recursos governamentais.

A epítome deste movimento histórico continental de degradação social em larga escala das últimas décadas é o meliante denominado Luiz Inácio Lula da Silva, que Deus o tenha e o Diabo que o carregue.

Assim, foi profundamente consternado, totalmente perplexo, absolutamente atônito e completamente estupefacto, que li recentemente na internet que havia sido aberto um “Abaixo Assinado” solicitando a inclusão do famoso meliante brasileiro, cuja característica peculiar é ser possuidor de apenas 9 dedos e de uma monumental ignorância, aliada a uma canalhice quase que absoluta, na lista dos indicados ao Prêmio Nobel da Paz deste presente ano da graça de 2018.

O motivo da minha consternação se deve ao fato do referido facínora ter pautado toda sua tragetória de enganador por atitudes e decisões absolutamente desastrosas para o nosso país, se não vejamos:

• Forçou artificialmente a divisão de nossa população em grupêlhos antagônicos, sempre visando criar uma “Luta de Classes” à la Brasil que justificasse a falida profecia marxista. Eram: Negros contra brancos dozóiazuis, heterosexuais contra homossexuais, patrões contra empregados, “Mortadelas” contra “Coxinhas”, “Machistas” contra “Feministas”, autodenominados “Progressistas” contra “Facistas” ou “Neoliberais”(seja lá o que isso for), e por aí vai.

• Disseminou em toda a população pobre a mentira de que o Estado teria a “Obrigação” de prover-lhes o sustento, sem que para isso tivessem de realizar o mínimo esforço trabalhando, bastando para isso fazer uma “Distribuição de Renda” na marra. Qualquer cagada que viessem a fazer, a culpa seria apenas e tão somente da “sociedade”. A única cobrança seria estes terem que perpetuar a gangue dos fascínoras no poder através do voto de cabresto.

• Forçou, através de todos os meios possíveis e imagináveis, a destruição de todos os valores morais e de decência em nossa população, especialmente dentre a população dos mais jovens, através de uma ideologia em que o certo e o errado passou a ser questão de “opinião”, e onde o que interessa é a satisfação dos prazeres, mesmo aqueles mais bestiais.

• Quebrou a economia do nosso país, deixando um legado maldito de R$ 3,5 TRILHÕES de dívida pública, dívida esta que consome atualmente quase a metade de todos os escorchantes impostos cobrados da população, impostos estes situados entre um dos mais altos do mundo e que reverte em pouquíssimos benefícios para a população, já que a metade restante dos impostos só dá para manter os nababos inamovíveis que se encontram encastelados na estrutura estatal.

• Inchou o aparato estatal atraves do aparelhamento de todos os seus ramos, sempre concomitante com a colocação de asseclas em posições de comando. Estes, guindados a posições de poder cuja capacidade de oferecer oportunidades para roubar nunca tinha sido nem vislumbrada pelas hordas de fascínoras, mesmo em seus mais selvagens devaneios, provocou o total apodrecimento das estrutura governamentais através de uma corrupção endêmica e altamente predatória dos recursos públicos, não sobrando nada para as obras a serem realizadas.

• Apodreceu a cúpula do judiciário através da indicação de cúmplices para posições fundamentais de nossa nação, assim como corrompeu todo o legislativo através da cooptação dos representantes populares com prebendas e cargos, fazendo com que as casas legislativas deste países se transformassem em covis de ladrões e local da realização das mais tenebrosas transações.

• Intentou repetir na nossa economia o “Milagre da Multiplicação dos Pães” através de uma loucura que denominou “Nova Matriz Econômica”. Pretendia criar desenvolvimento através da “gastança”, e não da poupança. Ao invés da tão abominada “Acumulação de Capital”, pretendia fazer o desenvolvimento da economia através da farta distribuião de um dinheiro que o governo não tinha, para uma população que nada produzia e que, o que é pior ainda, não tinha a mínima intenção de produzir nada a não ser novos filhos para aumentar a “Bolsa” recebida.

• Dizimou todos os centros de excelência anteriormente existentes em nosso país através da invasão dos mesmos por gestores alinhados ideologicamente com o projeto de hegemonia absoluta e cuja característica maior da personalidade era uma total e absoluta imbecilidade, alinhada a uma imensa capacidade de roubar, seja para o partido, seja para sí mesmo. Com isso, dizimou as outroras líderes da nossa economia, antes exemplos para o mundo, restando apenas as carcaças falidas das mesmas, pálidas sombras do que já foram um dia.

Por tudo isso, e por muito mais que poderíamos nos estender por páginas e páginas, solicito ao nosso prezado editor, que abra um “Abaixo Assinado” nesta gazeta visando coletar adesões de apoio à concessão para este bucéfalo acima mencionado da láurea que aqui mostramos.


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