DA RAIVA AO NOJO

Sempre considerei essas intermináveis discussões a respeito de capitalismo versus socialismo como sendo o ápice da babaquice humana. De forma semelhante e consequente, sempre me recusei a participar desses festivais de imbecilidade nos quais a maioria absoluta dos brasileiros tem se esmerado e comprazido em excretar tudo o que é jumentices que lhes vai n´alma, especialmente depois de bêbados.

O foco da indigência mental, predominante nestas malsinadas plagas, se deslocou de coisas mais prosaicas, tais como futebol ou a inflação, para este tipo de discussão de quem fumou maconha estragada. Tudo o que é macaco disfarçado de humano hoje se julga plenamente apto a excretar verbalmente, e de forma disentérica e autoritária, infindáveis platitudes a respeito da dinâmica interna da “Dialética Hegeliana” e do “Marxismo Gramsciano” frente a globalização.

Decididamente, meu saco não aguenta tanta besteira!

Na minha modesta forma de ver, toda esta estória é extremamente simples! Resume-se a definir quem vai se locupletar com as mamatas governamentais e quem vai se lascar para pagar a conta da esbórnia.

Todas as vezes que eu vejo alguém defendendo apaixonadamente alguma posição política extremada, vem-me imediatamente à mente a figura daquele cara que era tão macho, mas tão macho… que só andava na companhia de outros machões como ele, só praticava esportes de macho, só bebia bebidas de machos, tudo o que fazia era “coisa de macho”. Termina dando a bunda loucamente.

Foi a mesma coisa que aconteceu com algumas das economias mais desenvolvidas do mundo. Eram tão capitalistas, mas tão capitalistas que… ao final…terminaram virando… SOCIALISTAS!

Dá para acreditar? Vamos aos exemplos!

Alguns dos países mais desenvolvidos economicamente, tais como os Estados Unidos e o Japão, não possuem sistemas de aposentadoria governamental como o conhecemos aqui no Brasil. É cada um por si e Deus por todos! O cheque da Assistência Social é apenas uma esmola para que os mais pobres não morram de fome. A regra é a seguinte: Quer se aposentar quando estiver velho? Pois então trate de poupar e investir em um fundo para tal!

Ocorre que os sindicatos, lá pelas bandas mais desenvolvidas, são TOTALMENTE desvinculados de qualquer governo. Esse negócio de sindicato com autorização e registro do governo foi coisa de Mussolini e de Hitler, que era para manter a galera sempre comendo na mão do tirano de plantão, tal e qual acontece até hoje no Brasil. Pois bem… Os próprios sindicatos de lá trataram de formar fundos de investimentos para os seus associados. Só que, lá no Japão, chegam ao preciosismo de ter apenas um sindicato para cada empresa. O sindicato é considerado lá como sendo o “condomínio” dos trabalhadores e “Parceiro” da diretoria na gestão da empresa.

O mais interessante é que, quando o fundo de pensão dos funcionários pensa em investir os recursos que estão sendo poupados, a primeira empresa em que eles pensam investir é aquela mesma em que trabalham. Isso dá origem a algumas situações extremamente interessantes, tais como quando o operariado discorda de alguma atitude da gerência. Em vez de partirem para a greve, o que prejudicaria a empresa e, consequentemente, seus fundos de pensão, simplesmente passam a usar uma tarja preta no bolso da camisa, como quem está de luto. Quando querem protestar mais firme, marcam o protesto para depois do horário de trabalho, de modo a não prejudicar a produção.

A verdade é que estes operários realizaram o sonho final dos ditos socialistas – tornaram-se os proprietários dos seus meios de produção. Adquiriram as empresas em que trabalham, através da compra de suas ações por meio de seus fundos de pensão.

Enquanto isso, numa latrina chamada Brasil…a ideia vendida é que os meios de produção, para que sejam de propriedade do “povo”, devem pertencer ao governo. Qualquer atividade produtiva que não seja de propriedade do governo é mera exploração capitalista, é apropriação da mais valia dos funcionários e, portanto, deve ser tratada como criminosa e contrária à nova ordem que se deseja implantar.

ESSE NÃO É, DECIDIDAMENTE, O PAÍS EM QUE EU QUERO VIVER!

Para mim, essa distorção da ideia original, dos operários serem os detentores da propriedade dos seus meios de produção, é o maior conto do vigário já aplicado em todos os tempos.

Para completar, essa turma de degenerados que acredita piamente que este seja o caminho para a implantação do “Paraiso Socialista”, nunca fica satisfeita em implantar esta sacanagem só entre eles. Não! Tem que empurrá-la goela abaixo de todo mundo. Queiram ou não queiram. Não interessa.

É um verdadeiro estupro e, como tal, me defenderei dele com paus, pedras, facas, o que me estiver à mão, já que me foi subtraída a possibilidade de possuir uma arma para me defender dessa sacanagem.

Se não conseguirem enganar toda a população, quem vai pagar pelas mordomias dos donos do poder?

A pior parte desta raça não são aqueles que estão encastelados em posições governamentais e mamando. São os que foram estrategicamente colocados em posições do poder e que definem o certo e o errado para a população: O poder legislativo e o judiciário. São estes canalhas, verdadeiros proxenetas da nação, a quem deve ser dirigido não só o ódio, como também todo o asco de que sejamos possíveis.

Este é o verdadeiro panteão da canalhice nacional. Tem muitos mais como estes. E pensar que essas carniças se consideram meus semelhantes. Mas não são mesmo!

É por causa dessa corja que estou louco para ir embora desta terra.



BELÍNDIA DIVIDIDA

Aviso importante aos meus Duzentos Milhões de companheiros de copo e de cruz: O BRASIL NÃO TEM MAIS JEITO! VAI CONTINUAR AFUNDANDO NA MERDA ATÉ O DIA DO JUÍZO FINAL! Vamos involuir, a partir dessa desgraça que está aí, para situações cada vez piores!

Bolsonaro não vai herdar uma herança maldita. Vai encarar um cadáver putrefato e em decomposição.
Por que digo isso com tanta segurança e certeza? Muito simples! Sigam o meu raciocínio.

Lá pelos idos de 1974, um cara muito inteligente e preparado, que havia sido presidente do IBGE e do BNDES, posteriormente foi consultor do banco de investimentos Itaú BBA, retratou o Brasil como sendo uma Bélgica, pequena e rica, arrodeado por uma Índia, gigantesca e pobre. Era a imagem perfeita para descrever a situação de nosso país naquela ocasião. Tanto que a analogia criada ficou grudada em nossos corações e mentes de forma praticamente indelével.

O que mudou de lá para cá? Muito pouco! Apenas tivemos um alargamento no fosso que separava as duas frações desta nação esquizofrênica. A Bélgica ficou imensamente mais rica, parecendo agora com um Emirado Árabe, dada a quantidade imensa de nababos existente nela, enquanto a fração Índia pulou de Noventa Milhões de miseráveis para Duzentos e Dez Milhões e, o que é pior, muito mais miseráveis, ignorantes, violentos, sem ética, sem educação e sem esperança do que naquela época. Enquanto a Índia verdadeira vem apresentando taxas de crescimento ao redor de 10% ao ano, e retirando multidões da miséria, a nossa parcela Índia afunda-se na merda do clientelismo governamental, mesclado com um socialismo hipócrita, desastroso e messiânico, o que a tem levado a uma situação mais miserável ainda que a de Bangladesh ou do Burundi, exemplos arquetípicos das nações mais miseráveis do planeta.

Lado a lado com o movimento de fragmentação social, de escala tectônica, grandes movimentos sociais de extrema importância para a concretização da nossa maldição estão ocorrendo de forma inexorável. Só que, por evoluírem de forma lenta e silenciosa, não são percebidos com clareza pela minoria de nossa população que ainda consegue ler e raciocinar. Quais são estes movimentos? Vamos a eles!

1º Movimento: O PAÍS ESFOLADO POR POLÍTICOS E MARAJÁS DO SERVIÇO PÚBLICO

Se, em um exercício de imaginação, somássemos todos os cargos diretamente ligados ao governo, tais como: Presidente da República e Vice (02), Ex-Presidentes (05), Senadores (81), Assessores Parlamentares no Senado (Sem concurso) (4.455), Deputados Federais (513), Assessores Parlamentares na Câmara (Sem concurso) (12.825), Governadores de Estado e Vice (27+27=54), Deputados Estaduais (1.049), Assessores Parlamentares nas Câmaras Estaduais (Sem concurso) (27.000 – Estimados), Prefeitos (5.568), Vice-Prefeitos (5.568), Vereadores (57.931), Assessores Parlamentares de Vereadores (Sem concurso) (600.000), chegaríamos a um TOTAL ESTIMADO de 715.051 funcionários. Esta multidão, somada aos funcionários do Governo Federal, que segundo o Portal da Transparência, são 1.074.395, dos quais 7% é DAS nomeado sem concurso, daria um TOTAL =1.789.446. Some-se a esta multidão de parasitas mais cerca de 1.000.000 de aposentados com aposentadorias integrais. Temos aí a razão pela qual metade dos impostos que pagamos, que é o que sobra depois do pagamento dos juros da dívida monstruosa, serve apenas para o pagamento dos salários desta turma.

Segundo o PNAD de 2015, nossa população de 15 anos ou mais era de 161,8 milhões de pessoas, dos quais 104,8 milhões de pessoas economicamente ativas (64,8%) e 57,0 milhões de pessoas não economicamente ativas (35,2%). A população ocupada era de 94,8 milhões de pessoas, o que representou uma queda de 3,9% em relação a 2014, quando foi registrado um total de 98,6 milhões de pessoas. A redução observada foi a primeira da série 2004-2015. Com 11,9 milhões de ocupados em 2015, a indústria registrou a maior perda de contingente (1.037.000 pessoas), representando uma queda de 8,0% em relação a 2014, caracterizando um acelerado processo de desindustrialização do país. Cabe ressaltar que somente na Região Sudeste a redução chegou a 531 mil pessoas. Da população ocupada, 60,6% estava inserida no mercado de trabalho como empregado (57,4 milhões de pessoas). Já os trabalhadores por conta própria correspondiam a 23,0% (21,8 milhões de pessoas). Os trabalhadores domésticos eram 6,6% (6,3 milhões de pessoas) e os empregadores 3,7% (3,6 milhões de pessoas). No mesmo ano, dos 53,6 milhões de empregados em atividade não agrícola, 78,3% (ou 41.969.000) estavam no setor privado. Destes, 79,4% (ou 33.323.000) possuíam carteira de trabalho assinada. Os empregados do setor público eram 21,7%, ou 11.631.200. O que isto significa é que, cada brasileiro do setor privado e com carteira assinada, tem de produzir para sustentar outros SETE que não produzem nada. A única diferença é que estes recebem uma renda média mensal de R$ 2.000,00; enquanto os marajás do Governo, dentre outras mordomias difíceis até de se imaginar, recebem mensalmente (em média) cerca de R$ 10.000,00. Os parasitas estão matando a vaca leiteira, mas não abrem mão dos “direitos adquiridos”.

2º Movimento – GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO COM IMUNIZAÇÃO COGNITIVA

O trabalho constante de doutrinação promovido pelos governos “bolivarianos” criou toda uma população cujas crenças estão no domínio da fé! Simplesmente dispensam o raciocínio lógico. Argumentos e fatos não tem relevância na formação da sua convicção. Tudo que desejam é passar num concurso público para, daí para a frente, não produzir mais nada e ter sua subsistência assegurada pelo resto da vida. Votarão contra qualquer candidato que represente a mínima possibilidade de fim desta situação.

3º Movimento – CLASSE POLÍTICA E CÚPULA DO JUDICIÁRIO TOTALMENTE CANALHA

Apenas neste ano de 2018, o Orçamento da União reservou R$ 888,7 milhões para o Fundo Partidário e outros R$ 1,7 bilhão para o Fundo Eleitoral. Ambos são distribuídos entre as 35 legendas atualmente registradas no TSE de forma proporcional à bancada dos partidos no Congresso. Outros 37 partidos estão em processo de registro, doidos para participar também do butim. Se a este valor, somarmos as famigeradas “emendas parlamentares” que só servem para propiciar mais e melhores roubalheiras, teremos então um início de compreensão da razão pela qual as oligarquias políticas vão se eternizando na gatunagem, geração após geração. Vão querer mudanças?

Além das mamatas vampirescas, resta como subproduto para a população a total insegurança jurídica e a tirania mais atroz disfarçada de burocracia governamental.

4º Movimento – GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS

O Atlas da Violência 2018, publicado pelo IPEA, diz que no ano de 2016, o Brasil bateu novo recorde de homicídios, com 62.517 mortes. Isto representa uma taxa de 30,3 mortes por cada 100.000 habitantes, taxa 30 vezes superior à apresentada pelos países civilizados. Já para acidentes de trânsito, em 2017 foram 52 mil acidentados, aumento de 23% em relação aos 42 mil registrados em 2015. Estamos pior que os Estados Unidos, que registrou 33 mil vítimas de acidentes de trânsito com uma frota seis vezes maior e uma população que corresponde a uma vez e meia a brasileira. Segundo a CNI, a falta de segurança custa R$ 365 BILHÕES por ano. Na minha modesta opinião, É MUITO MAIS!

5º Movimento – FUGA DAS MULTINACIONAIS e FALÊNCIA DE NOSSAS EMPRESAS

O Brasil representa apenas 3% da população do mundo e 98% das ações trabalhistas. O custo de Bilhões da justiça do trabalho é muito maior que o valor das causas julgadas. Serve apenas para hospedar milhares de parasitas magnatas. São dois passivos que o empresário nunca sabe de quanto é: O tributário e o trabalhista. Diante deste quadro de terrorismo estatal, é de se estranhar que empresas como HSBC (Banco), KIRIN (Cervejaria), CITIBANK (Banco), GEELY (Carros), WALLMART (Supermercados), DUKE ENERGY (Energia), NINTENDO (Jogos eletrônicos), dentre muitas outras, tenham decidido encerrar suas operações em nosso país? Enquanto o BC informa que o fluxo de investimento direto para o Brasil caiu 22,5% em 2015 na comparação com o ano anterior, dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) mostram que o fluxo global aumentou 36%, conforme última estimativa da entidade. Enquanto isso, nossas empresas são exterminadas feito moscas.

6º Movimento – FUGA DE JOVENS E DA NOSSA ELITE INTELECTUAL E MORAL

O grande sonho da elite intelectual e moral de nossa juventude passou a ser emigrar para um país menos canalha que o nosso. No mínimo, para não se ver na condição de vítima preferencial da carnificina hodierna que vem ocorrendo em nossas cidades. Apenas graças ao fato de que não é tão simples assim a mudança para outro país é que estes não se despedem em massa desta nossa latrina alcunhada de Brasil. Desejo a todos, do mais profundo de meu coração, que tenham sucesso nesta empreitada.



EXODUS – VERSÃO SÉCULO XXI

Durante quase 500 anos, nosso país foi visto por toda a humanidade como sendo a terra do futuro e o paraíso na terra. Em função desta visão, emigrantes de todos os quadrantes do planeta abandonaram suas pátrias e para cá se dirigiram de forma voluntária, sempre acreditando que esta terra lhes propiciaria melhores condições de vida, para si e para os seus descendentes.

Se ao longo dos séculos anteriores, recebemos primeiramente levas e mais levas de portugueses. Depois, passaram a vir os alemães e italianos, os sírios e os libaneses, os japoneses e, em menor escala, os armênios, poloneses e espanhóis, além de outras inúmeras nacionalidades menos cotadas. Todos foram muito bem recebidos e se aclimataram tão bem por aqui que se diluíram totalmente em nossa nacionalidade, não importando se cristãos, muçulmanos, budistas, xintoístas ou judeus. Houve época em que recebemos sucessivas levas de chilenos e argentinos, todos fugindo das suas respectivas ditaduras. Foi sempre uma injeção de sangue novo e de competências que nós não possuíamos. Foram eles os responsáveis por termos sido um dos países que mais se desenvolveram neste período da história.

Hoje, a situação mudou dramaticamente! Passamos a ser exportador de mão de obra qualificada. Se antes recebíamos técnicos alemães e italianos altamente qualificados, hoje recebemos levas de desesperados compostas por haitianos, bolivianos e venezuelanos semianalfabetos. Enquanto os países desenvolvidos são extremamente seletivos na escolha de quem para lá pode emigrar, só aceitando jovens com altíssimo nível de qualificação e em áreas em que estejam carentes, o Brasil reafirma sua belíssima tradição e recebe irmãmente multidões de refugiados desesperados. Diz a wikipedia que vivem hoje no Brasil cerca de 1.328.000 estrangeiros. Por outro lado, a terra considerada o “Jardim do Éden” pelos europeus que primeiro lhe visitaram, transformou-se hoje em um inferno para sua população atual. O Itamarati estimou, em seu último levantamento de 2015  que haveriam exatos 3.083.255 brasileiros vivendo no exterior.

Na minha modesta opinião, é muito mais! Só para dar uma ideia sobre o quanto este número está distante da realidade, analisemos o caso de Portugal. O Itamarati afirma neste mesmo documento que, em 2015, seriam 116.271 os brasileiros que trocaram a nossa terra pelas terras lusitanas. Enquanto isso, o departamento português responsável por esta área, o SEF (Serviço de Emigração e Fronteiras) afirmava que seríamos 162.190 (quase 50% a mais), sem falar nos 270.000 brasileiros que requereram a dupla nacionalidade e que viviam em Portugal. Minha interpretação destes números é que a quantidade de brasileiros vivendo no exterior supera em muito as estimativas feitas pelo nosso corpo diplomático. Isso se dá pela grande repulsa que os ilegais apresentam a se apresentarem em repartições oficiais, seja para o que for. Muito mais quando se trata de estudos e análises sobre a sua situação de ilegal.

O nosso governo, mantendo sua tradição de voracidade tributária, aplica linearmente uma tarifa de 25% sobre todos os rendimentos auferidos no Brasil, por brasileiros que decidiram ir morar em outros países. Isto sem nenhuma possibilidade de compensação ou redução. Provavelmente seja isto o que explica o fato de, mesmo diante desta imensa diáspora dos brasileiros pelo mundo, de 2013 a 2017, a quantidade de Declarações de Saída Definitiva do Brasil entregues à Receita Federal tenha evoluído de 9.887 para apenas 21.701. Significa dizer que as pessoas vão embora mas mantem a nacionalidade e a residência no Brasil. Primeiro, porque fica sempre aquele restinho de esperança de que as coisas vão melhorar e poderão voltar um dia à sua terra natal. Depois, para não serem mais uma vez esfolados impiedosamente, e sem direito a nenhuma contrapartida, pelo nosso famigerado Imposto de Renda.

O paradoxo da nossa presente situação é que estamos expulsando a nata da nossa juventude pelo desencanto com a nossa realidade. Enquanto isso, importamos pobres miseráveis, semianalfabetos, sem nenhuma qualificação profissional e carentes de tudo. Como se já não tivéssemos quantidades suficientes deste tipo de gente em nosso país. O Brasil se transformou em um imenso Piauí.

É o seguinte: O Piauí possui um punhado de alguns dos melhores colégios do Brasil. O Instituto Dom Barreto já foi a escola com melhor avaliação no IDEB do país inteiro. Isto gerou surpresa e consternação por parte de grupos educacionais altamente competitivos do sul do país. Tanto por uma questão de marketing como para justificar as contas estratosféricas apresentadas aos pais. Juntamente com o Dom Barreto, uma série de outros colégios seguem seus passos de perto: O Diocesano, O Colégio das Irmãs, e uma série de outras escolas particulares. Até as escolas municipais são de excelente nível.

A consequência é que os exames vestibulares para as faculdades, em Teresina, são uma verdadeira briga de foice. Isto faz com que uma grande quantidade destes alunos de alto nível vá estudar o curso superior em outras cidades, onde sempre se destacam e onde muitos terminam por fincar raízes. Por falta de perspectivas de desenvolvimento, o Piauí prepara profissionais de excelente qualidade e os exporta para todos os demais entes da federação. É exatamente o que o Brasil está fazendo em escala mundial.

Este é o caminho certeiro para que nosso país permaneça miserável e medíocre pelos próximos séculos.

Os emigrantes judeus que aportaram em Israel depois da 2ª Grande Guerra, mesmo estando em condições deploráveis e massacrados pelo holocausto, eram possuidores de altíssimo grau de coesão social, de uma moral rigorosíssima e de altíssimo nível educacional. Foram capazes de rapidamente construir um Estado e uma Nação exemplar em pouquíssimo tempo. Já os atuais retirantes do Norte da África e do Oriente Médio, todos detentores de uma baixíssima condição, em termos de Capital Social, estão condenados a viver sendo enxotados a cada lugar que aportam.

Enquanto isso, a nação mais abundantemente aquinhoada de recursos em todo o planeta, detentora de uma centenária tradição de amálgama de todas as nações do mundo, catalisadora de tudo o que estas possuíam de positivo, formadora de uma personalidade nacional única e admirada por todas as demais, afunda e apodrece em um mar de canalhices promovidas por seus próprios governantes. Assistimos impotentes a um acelerado processo de dilapidação de nosso imenso Capital Social, acumulado a duras penas ao longo dos séculos de nossa existência: debacle moral, ética, religiosa, educacional, civilidade, política, econômica, financeira, etc.

MEU DEUS, MEU DEUS… POR QUE NOS ABANDONASTES?



LULA LIVRE

Nesta terça feira, dia 26 de junho de 2018, o valhacouto de embusteiros conhecido como 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal da República Federativa do Brasil estava programado para se reunir e tentar dar ares de legalidade a uma das maiores traições já tramadas contra a pátria brasileira, traição maior até que as patifarias praticadas por Joaquim Silvério dos Reis e por Calabar: A libertação de Lula!

Escreveriam assim seus nomes de forma indelével no panteão das figuras abjetas da nossa história, se é que já não o fizeram. Sua ignomínia se estenderia pelos séculos afora.

Não tenho a mínima dúvida de que este seria o resultado da pantomima a ser representada por este bando ridículo de velhos degenerados e sem nenhum resquício de escrúpulo, salvo honrosas exceções.

Ainda bem que um anjo sussurrou no ouvido de algum desembargador lá do sul, e este declarou a ação proposta como inepta. Culminou com o Ministro Fachin mandando arquivá-la, sustando assim a trama. Estas raposas peludíssimas, pressentindo que a gana da população seria tocar fogo naquele belo prédio de Niemeyer com todos eles dentro, se acovardaram e recuaram do seu intento satânico. Pode até ser… Só que o cinismo e o descaramento desta cáfila de patifes não conhecem limites. Julgam-se pairando acima do bem e do mal. Continuarão tramando a soltura do verme. Caso isto venha a ocorrer, seja de que forma for, será a desgraça deles. Será a gota d’água que fará transbordar o copo até aqui de mágoas.

O problema é que, com a população desarmada, fica dificílimo intentar qualquer reação firme à patifaria generalizada que se incrustou em todos os poderes da república e em todos os seus níveis e escaninhos. A podridão moral generalizou-se! Com as Forças Armadas só falando em “Garantir a Lei e a Ordem”, mesmo que as leis sejam as mais escrotas possíveis e a ordem seja esta situação em que toda a população vem sendo estuprada e ainda forçada a lamber o pau melado de bosta, assim não se vai a lugar nenhum.

“Em cismar sozinho à noite, fico tristonho a pensar”, tal qual Gonçalves Dias, imaginando o que ocorrerá neste puteiro pinga pus e de 5ª categoria, conhecido como Brasil, após a liberação do canalha mor.

Considerando que ao liberar o canalha, sem restituir-lhe os direitos políticos, não estarão fazendo a canalhice completa, e sabendo que aqueles patifes ali não são de fazer a patifaria pela metade, creio que Lula sairá da cadeia puro, cândido e belo. A alma mais honesta deste país. Nem Jesus Cristo se igualará a ele em honestidade. Se brincar, ganhará a eleição e a corrida pelo Prêmio Nobel da Paz ao mesmo tempo, além de mais um balaio de títulos de Doutor Honoris Causa, dado por uma porrada de universidades aparelhadas pelos companheiros ao redor do mundo, mesmo sendo o calhorda analfabeto e tendo estuprado a economia deste nosso malsinado país.

Desta vez, a corrida de Lula para a presidência prescindirá de um inocente útil, como foi o José Alencar, para engabelar o empresariado e a maioria francamente liberal. Não necessitará se disfarçar de “Lulinha Paz e Amor”. Não engana mais ninguém! Quem votar nele, saberá exatamente o que estará comprando. Voltará com ele ao poder todo o bando de tarados que havia sido defenestrado a ferro e fogo e as empresas estatais e as universidades, se já são disfarçados aparelhos do partido, desta feita virarão, assumida descaradamente, como verdadeiros escritórios de representação da caterva.

Escolado pelo susto de ter sido engaiolado pelas patifarias praticadas, desta feita o verme não deverá deixar mais nenhuma “ponta solta” sem amarração: Controle social da mídia, quer dizer, censura governamental partidária. Aos amigos tudo; aos inimigos a lei. Aparato jurídico e legal totalmente manietado e submisso aos interesses dos bolivarianos. Tribunais superiores, tribunais regionais, congresso, senado, procuradorias, polícia federal, todos, absolutamente todos, cooptados ou corrompidos. Todos prostrados, de joelhos e de rabo para cima.

Ai de quem discordar deste “Consenso do Fórum de São Paulo”! Quem não quiser viver em um país “mais igual”, terá de se mudar para o Burundi. A Venezuela será o Brasil do amanhã.

Venezuelanos catando lixo para comer

A consequência mais direta e imediata desta volta triunfal do caudilho “pai dos pobres” ao poder será a derrocada total e irreversível do PIB do nosso país.

Considerando que hoje a economia já se encontra em compasso de espera, só aguardando para ver no que é que vai dar essa esbórnia toda, consolidada a certeza da volta das multidões de chupins bolivarianos às tetas estatais ficaria confirmada a certeza de que essa bodega aqui caminha célere e irreversivelmente para o buraco. Com isso, a fuga de capitais e de cérebros empreendedores deste país se daria de forma mais acelerada ainda do que já vem ocorrendo. A imagem que me vem à mente é a saída dos americanos de Saigon, ao fim da guerra do Vietnam. Um “Salve-se quem puder!”

Civis desesperados para entrar na Embaixada Americana e pegar um dos últimos helicópteros

Configurada a possibilidade de eleição do sapo barbudo, a cotação do Dólar Americano deverá chegar aos R$ 10,00 antes das eleições. Só com essa queda, ficaremos duas vezes e meia mais pobres, além de inviabilizar totalmente a importação das máquinas e componentes tão necessários à modernização de nossa economia. Retornaremos ao Brasil Colônia, fornecedor de matérias primas. 

Alguém ainda acha estranho que ninguém queira investir em coisa nenhuma neste país enquanto pairar a sombra da possibilidade dessa imundície retornar ao poder? Quem viver verá!



THE POINT OF NO RETURN!

Uma imensa multidão de pessoas, no mundo inteiro, vem tentando se manter informada a respeito das notícias sobre a corrupção no Brasil. Ficam todos impressionados com os volumes de dinheiro que foram surrupiados pelos políticos ladrões que nos assaltaram nas últimas décadas. São montantes verdadeiramente astronômicos de dinheiro! É difícil para as pessoas normais ter uma ideia clara da imensidão dos recursos que foram roubados, já que a maioria existe apenas de forma escritural nos computadores. Quando aparece uma minúscula parte do roubo em forma de papel moeda, dá para encher um apartamento de classe média com malas recheadas de cédulas. Vamos pagar esta conta por décadas.

Julga a maioria, adequadamente a meu ver, que essa apoteose de roubalheiras seja apenas a culminação de um longo processo histórico de espoliação da nossa nação pela oligarquia canalha que a tem dominado ao longo de séculos, e cujo único compromisso é com o enriquecimento próprio e com a manutenção do poder e da impunidade. A tônica tem sido sempre desejar que a população se exploda.

Por outro lado, a grande maioria considera erradamente que a grande mácula deixada pelas desastrosas administrações de esquerda foi apenas o imenso rombo financeiro decorrente, fruto espúrio da incúria e da desonestidade adotadas quando da realização de seus projetos mirabolantes, todos sempre apresentando as mesmas características fatídicas: tamanhos faraônicos, custos na casa dos Bilhões de dólares e sempre crescentes, através de sucessivas aplicações do argumento canalha dos aditivos contratuais, o que eleva o custo final às nuvens. Nunca se sabe o valor final: O céu é o limite! Todos projetos intermináveis e, pior ainda, caso algum dia venham a ser concluídos, absolutamente inviáveis.
Pois eu afirmo que o desastre maior ainda não foi este.

Considero, sem nenhum receio de estar cometendo erro de julgamento, que diante da imensa pletora de pragas devastadoras que nos foram impingidas pelos nossos desastrados governantes esquerdistas, esta talvez seja exatamente a de menor impacto ao longo do tempo.

A verdade é que o fundo do buraco em que estamos afundando ainda está bem longe. É bem mais embaixo! Temos muito ainda para afundar, graças a outras iniciativas muito mais venenosas desta gangue e que, por sua natureza insidiosa, tem sido negligenciada mesmo pela minoria ainda pensante desta terra. Os seus efeitos estão entranhados em nosso tecido social e terão repercussão maléfica por décadas, se não por séculos vindouros. Para mim, a origem de todas as nossas mazelas maiores está exatamente nas ideias desastrosas que foram impiedosamente marteladas na mente de todos os cidadãos deste nosso país. Os seus principais aspectos são os seguintes:

– O Estado é o provedor de tudo e a fonte da riqueza. Quem vai gerar esta riqueza e sustentar o aparato estatal não interessa. O empresário é sempre retratado como explorador inescrupuloso da mais valia produzida pelos operários e sonegador dos impostos com que o estado “bonzinho” vai ajudar aos pobres.

Consequência: É governo demais para pouco país. Com a estrutura governamental que temos, daria para administrar toda a América Latina. Os carrapatos cresceram e se multiplicaram tanto que estão matando a vaca. Ninguém quer mais produzir nada. Nosso destino é o caos bolivariano, em que todo mundo tem que comer 3 vezes ao dia e ninguém produz nada. Uma visão do inferno! Se o desemprego está em 12% (o que já é uma grande mentira – é muito mais), sua tendência será sempre de aumentar.

– Para que eu vou me esfolar para produzir algo se, depois, vou ficar sendo tratado como bandido pela justiça do trabalho, pelos sindicatos mantidos pelo governo, ficar sendo esfolado pela carga tributária, pelos juros, e sendo assacado todo dia por tudo que é fiscal canalha? Vou fazer um Concurso Público e me aboletar. O resto que se dane!

Consequência: Diante do quadro desastroso da imensa burocracia alucinada e corrupta, da carga tributária escorchante, das nuvens de fiscais inescrupulosos e vorazes, tal qual uma nuvem de gafanhotos, dos sindicalistas demagogos e manipuladores, dos juros de agiotas cobrados pelos bancos, do ordenamento jurídico que torna impossível cobrar qualquer dívida e da vida de nababos indianos levada pelos nossos juízes, procuradores, auditores, ouvidores, delegados, escrivães, investigadores, e uma miríade de outras funções menos votadas, mas não menos aquinhoadas com tratamento de altos executivos de multinacionais, mesmo sem produzir porra nenhuma, nossa juventude decidiu em massa que vai fazer um concurso público. Nosso futuro, como nação, é sermos uma imensa repartição pública.

– Para que vou me matar de estudar se um analfabeto e uma retardada viraram presidente da República? O negócio é descolar um diploma, de qualquer maneira, numa dessas universidades do governo que só fazem discutir “Políticas Públicas” e greves de apoio a alguma imbecilidade comandada pelas esquerdas desvairadas. Se não der, descola um FIES e vai para uma dessas novas “fábricas de diplomas” com ações na Bolsa e comandadas por multinacionais.

Consequência: O aluno entra burro e sai promovido a jumento, só que diplomado. O importante é ter um diploma, mesmo sendo analfabeto funcional, que é para poder conseguir alguma sinecura no aparato estatal. O nível rasteiro de formação serve de solo fértil para a adoção de qualquer doutrina imbecil que apele mais competentemente para as frustrações e os anseios medíocres dessa malta.

– Educar virou sinônimo de doutrinar. Copiaram a centenária estratégia de doutrinação jesuítica: Aparelharam as escolas com companheiros altamente ideologizados, entusiastas defensores do “Admirável Mundo Novo” bolivariano. Só são admitidos como professores, nessas Madraças socialistas, aqueles comprometidos até à alma com “a causa”. Tudo abundantemente regado com recursos do erário.

Consequência: O mestre deixou de ser um simples professor. Foi promovido à condição de “Educador”! Assim, coisas que antigamente eram ensinadas juntamente com o leite materno, agora, com a virtual destruição da família patriarcal, passam a ser gravados a ferro e fogo na alma dos jovens pelos comissários do partidão infiltrados nas escolas.

– O corpo é meu e eu decido o que é melhor para mim. Sexualidade é uma questão de escolha. Com essa visão instrumental do corpo humano, que deixou de ser um templo divino, passou a valer tudo:

Consequência: Desde o assassinato de crianças, ainda no ventre materno, pela própria mãe, até as mais criativas aberrações comportamentais em termos sexuais, tudo passou a ser uma mera questão de escolha! Eu quero, eu posso! Comportamentos que anteriormente envergonhavam toda a família, hoje continuam envergonhado toda a família, só que o aberrante passou a sentir orgulho das suas aberrações. Adolescentes de sexualidade indefinida, atormentados pela sua inadequação social, cada vez mais optam pelo suicídio. Uma em cada três crianças que nascem no Brasil são filhas de mães adolescentes com menos de 15 anos de idade. Duas em cada três crianças nascidas no Brasil são criadas por apenas um dos pais, normalmente as mães que, por terem de trabalhar para ganhar o sustento, delegam o encargo às avós, quando as possuem e estas se prestam a tal serviço. Transformamos o Brasil em um país de bastardos, criados de solta que nem o boi “Pé Duro” nas caatingas do Nordeste. É de estranhar que a violência, a criminalidade e o consumo de drogas tenham explodido em nosso país?

Eu poderia me estender por páginas e páginas, sempre detalhando as misérias que nós mesmos introjetamos em nossa população. Não vou fazer isso! Primeiro, por falta de espaço. Depois, porque sei que a paciência dos meus leitores já deve ter se esgotado. Eu poderia falar de ideias malucas como:

– Temos uma “Dívida Social” a ser “resgatada”. O Estado paga e, depois, socializa o prejuízo.

– Não existe culpa individual. É sempre da sociedade. Não do coitado do bandido estuprador e assassino.

– A Guerra entre as classes que opõe todos que tiveram sucesso na vida aos fracassados e preguiçosos.

– A Missão social da propriedade, em que nada lhe pertence realmente, pois tem sempre uma missão social a cumprir, a depender do arbítrio de algum agente do partido.

– Uma sociedade mais igual, em que os que possuem alguma coisa mais que os outros é sempre culpado.

– Os nababos governamentais e o inchaço da máquina estatal devido ao aparelhamento das suas estruturas a fim de alojar os companheiros.

A conclusão é que o tecido social de nosso país está podre. Gangrenou! Não há mais possibilidade de regeneração. Daqui para a frente, com as hordas de anencéfalos, criadas e nutridas ao longo do período bolivariano, a bradarem em assembleias “democráticas” todas as estultices que lhes vier às mentes, não haverá redenção. Passamos do ponto em que haveria possibilidade de retorno.



O BRASIL QUE EU QUERIA!

Atendendo ao chamado da Globo, vou descrever em poucas linhas como seria o Brasil que eu queria.

Estou usando o condicional, queria, porque a esta altura do campeonato, eu não quero absolutamente mais nada dessa piada de mau gosto em que se transformou esta espelunca chamada Brasil.

Aliás, quero sim! Quero tão somente que liberem finalmente a minha tão achincalhada aposentadoria, que é para que eu possa ir viver em outro país que seja menos canalha com seus habitantes.

Ao dar um profundo e sofrido balanço na minha vida, vejo que apesar de ter sido imensamente abençoado nos aspectos pessoal e profissional, especialmente graças aos meus filhos e netos maravilhosos, faço parte de uma geração completamente fracassada. Todos os planos e sonhos que imaginávamos realizar para este país ao longo da década de 70 do século passado, época em que esta nação caminhava celeremente para se tornar uma das grandes potências do mundo e um país maravilhoso para se viver, tudo foi por água abaixo em uma enxurrada de mediocridades, canalhices, roubalheiras, incompetência, estelionatos e safadezas dos mais diversos tipos e calibres.

Os principais agentes desta debacle foram sempre as figuras dominantes do nosso destrambelhado aparato de (des)governo, em todas as suas manifestações: Legislativo, Executivo e Judiciário. Uniram-se os três, independentes e harmônicos, sempre a fim de estuprar cada vez mais as combalidas finanças nacionais em proveito próprio. Foi assim que evoluímos de uma carga tributária pouco maior que 20% do PIB, para algo próximo aos 40% atuais, sem contar com as infinitas formas de espoliar os otários que são implantadas diuturnamente pelos amaldiçoados que se aboletaram nas mais diversas posições governamentais. As figuras são sempre exatamente as mesmas há já uns 40 ou 50 anos. Figuras decrépitas de bandidos cuja deformação moral é facilmente identificável em seus rostos lombrosianos. Preparam-se agora para encaminhar a sucessão ao pleitear que a população imbecil venha a lhes sufragar os descendentes herdeiros, para que usufruam do butim estatal por mais uma geração.

Vamos aos meus sonhos:

1. Que toda a imensa multidão de sacanas e picaretas aboletados em mamatas estatais sejam alijados de qualquer posição de governo por cinco gerações.

Pequena amostra das gangues brasilienses a serem exterminadas!

2. Que a obesa estrutura governamental seja totalmente extinta e que sejam anulados todos os privilégios adquiridos pelos atuais parasitas e que estes todos sejam sumariamente demitidos, restando apenas algumas poucas funções de coordenação em áreas críticas para a nação tais como: Infraestrutura, Segurança, Saúde, Educação e Justiça. Venda sumária de todas as empresas estatais e com o lucro abater da Dívida Pública.

3. Que a carga tributária seja reduzida ao máximo de 20% do PIB e cobrada majoritariamente sobre a renda. Todo o excedente atualmente cobrado deveria ser dirigido à eliminação total da Dívida Pública, devendo esta ser banida ad aeternum de nosso país. Governantes só seriam autorizados a emitirem Títulos de Dívida em caso de guerras e calamidades extremas. Hoje, a calamidade extrema é o próprio governo.

4. Que toda criança deste país, das mais pobres às mais ricas, mesmo aquelas que foram procriadas irresponsavelmente por pais degenerados e irresponsáveis, fossem educadas em escolas de primeiríssimo nível, e que a evolução para novas etapas, níveis, cursos e profissões se desse sempre pelo mérito, e nunca por características antropológico, origem social, ou mesmo por alguma característica especial que a diferencie das demais. Que as escolas mantidas pelo governo sejam melhores que as da iniciativa privada, e que os professores venham a ser a categoria mais prestigiada da nossa sociedade.

5. Que sejam eliminadas em nosso país todas as formas de aposentadoria que não sejam originadas em uma conta de poupança alimentada pelo próprio cidadão. Em contrapartida, os 36% que são desviados mensalmente do salário de cada trabalhador para sustentar as mais diversas formas de bandalheiras e mamatas governamentais passariam a ser depositados integralmente nesta conta individual. Os Fundos de Investimentos seriam gestores destes recursos e os aplicariam em projetos produtivos.

6. Que seja instaurada a Lei da Sharia: Matou? Morre! Roubou? Corta a mão! Delitos menores, a pena seria graduada em chibatadas com uma chibata de bambu bem fininha, que é para tirar um bife em cada chibatada. Pena de morte para governantes, políticos e juízes corruptos.

Com isso, e aplicando esses princípios ao longo de umas 5 gerações, pode ser que esta terra malsinada um dia vire uma nação;



UTI POSSIDETIS

Com a tomada de Constantinopla pelos Otomanos, em maio de 1453, fechou-se o comércio dos europeus com o Oriente por lá. Este processo de fechamento já vinha de longe! Desde a queda de Jerusalém em outubro de 1187, para as tropas de Saladino. Por conta desse processo, iniciou-se uma busca frenética por rotas alternativas para se buscar as imensamente lucrativas mercadorias orientais. Coisas como Sedas, porcelanas, damascos, veludos, tapetes e, muito especialmente, pimenta, anis, canela, noz moscada, cominho, açúcar, frutas exóticas, etc. Na liderança desta corrida “Tecnológica” estavam duas nações até então consideradas periféricas com relação aos reinos mais tradicionais da Europa: Espanha e Portugal.

As descobertas marítimas destas se sucediam: Em 1418, a Ilha da Madeira foi redescoberta. Falo redescoberta porque já haviam referências à sua existência por cartógrafos espanhóis. Quanto aos Açores, teriam sido descobertas por Diogo de Silves, marinheiro do Infante D. Henrique, no ano de 1427. É difícil determinar com exatidão a data do descobrimento das Canárias. As célebres “Ilhas Afortunadas”, da mitologia, teriam sido visitadas pelos Fenícios, embora estas só venham a aparecer na cartografia em 1339. É bem provável que navegadores italianos, portugueses e espanhóis as tenham conhecido antes dessa data. O fato de serem ilhas habitadas por uma população aguerrida dificultou desde cedo as tentativas de ocupação. Com relação à descoberta das Ilhas de Cabo Verde, é objeto ainda de discussão historiográfica. Admite-se que o arquipélago tenha sido alcançado em 1460, por Diogo Gomes, também a serviço do Infante D. Henrique.

Com a chegada dos Portugueses ao Cabo das Tormentas (Boa Esperança), em 1488, e com a descoberta das Antilhas, por Colombo, a serviço da Espanha, em 1492; acirra-se sobremaneira os atritos entre os reinos ibéricos pelas novas conquistas e na busca pelo caminho para as Índias. Solicitam então a arbitragem do Papa Alexandre VI e este emite a Bula “Intercoetera”, de 1493, onde o mundo fica dividido entre as duas potências. Insatisfeito com o limite demarcado pelo Papa (100 léguas a oeste de Cabo Verde), muito provavelmente por já ter conhecimento do Brasil, conhecimento este mantido debaixo de extremo sigilo, Portugal recorre e as negociações são reabertas. Estas novas negociações são realizadas em uma pequena cidade espanhola, de nome Tordesilhas, onde foi firmado um tratado em que o mundo é dividido a partir de 370 léguas a oeste de Cabo Verde, o que deixava o Brasil sob o domínio Português. É digno de nota que o principal negociador deste tratado, a maior vitória diplomática da história conseguida por um reino possuidor de informações assimétricas, tenha sido exatamente a mesma pessoa que posteriormente, já promovido a Almirante sem nunca antes ter pisado em uma nau, venha a comandar a frota que “Descobre” o Brasil e dele toma posse: Pedro Álvares Cabral. É digno de nota também que, um mês antes de Cabral nos “descobrir” (em 21 de abril de 1500), o navegador espanhol Vincente Yanez Pinzon esteja flanando no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, como que para conferir o tamanho do prejuízo das cortes de Castela com a concessão das 370 léguas a partir de Cabo Verde. Mantida a limitação do Tratado de Tordesilhas, o Brasil seria hoje apenas o “bico” leste da América do Sul. Em vez disso, nós praticamente triplicamos nossa dimensão territorial, sempre em detrimento de nossos “Hermanos” vizinhos. Como isso se deu?

Principalmente em função do arrojo de nossos pais fundadores ao penetrar os sertões, sem que nenhuma preocupação com limites traçados na distante Europa tolhesse seus movimentos. Primeiramente, durante a união ibérica, de 1580 a 1640, éramos uma só colônia dos espanhóis. Assim, não havia porque reclamar. Depois, ao libertar-se Portugal da Espanha, já estavam os brasileiros estabelecidos em inúmeros territórios muito além do meridiano de Tordesilhas. Era uma questão estratégica da Coroa Portuguesa mantê-los. Foi assim que, quando Espanha e Portugal rediscutiram as fronteiras entre seus domínios, no ano de 1750, através do Tratado de Madrid, o Brasil já incorporava praticamente metade da América do Sul.

Apesar de Tomás da Silva Teles (Visconde de Vila Nova de Cerveira) ter representado Portugal, Alexandre de Gusmão, brasileiro de Santos, foi o redator deste Tratado e o idealizador da aplicação do conceito uti possidetis. Utti possidetis, é um princípio, hoje amplamente adotado no Direito Internacional, com origem no Direito Romano. Segundo o mesmo, os que de fato ocupam um território possuem direito sobre este. A expressão advém da frase uti possidetis, ita possideatis. Significa: “quem possui de fato, deve possuir de direito”. Com trabalhos apresentados à Corte espanhola, Gusmão comprovou que as usurpações luso-espanholas em relação à linha de Tordesilhas eram mútuas, com as portuguesas na América (parte da Amazônia e do Centro-oeste) sendo compensadas pelas da Espanha na Ásia (Filipinas, Ilhas Marianas e Molucas). Foi assim que meio continente foi assegurado a Portugal pela atividade de Alexandre de Gusmão.

Em 1746, quando começaram as negociações diplomáticas a respeito do Tratado, Alexandre de Gusmão já possuía os mapas mais precisos da América do Sul, que encomendara aos melhores geógrafos do Reino. Era um dos trunfos com que contava para a luta diplomática que duraria quatro anos. O tratado foi admirável em vários aspectos. Determinou que sempre haveria paz entre as colônias americanas, mesmo quando as metrópoles estivessem em guerra. Abandonou as decisões tomadas arbitrariamente nas cortes europeias por uma visão mais racional das fronteiras, marcadas pelos acidentes naturais do terreno e pela posse efetiva da terra. O princípio romano de uti possidetis deixou de se referir à posse de direito, determinada por tratados entre potências hegemônicas e imperialistas, como até então tinha sido compreendido, para se fundamentar na posse de fato e na ocupação do território: as terras habitadas por portugueses eram portuguesas.

A utilização que tem sido dada a este princípio tem sido brutalmente distorcida. Visa somente permitir que partes beligerantes reivindiquem a legitimação da posse e da propriedade de territórios tomados durante a guerra, tal como ocorreu no caso da anexação da Alsácia-Lorena, pelo Império Alemão, em 1871. Tivesse sido aplicado na definição das fronteiras de todas as ex-colônias africanas e asiáticas, teríamos presenciado muito menos guerras de extermínio entre diferentes etnias e religiões. Atualmente, serve apenas para dar laivos de legalidade à “Ultima Ratio Regus” (Último argumento dos Reis): Os canhões.

O fato da Assembléia Geral da ONU ter se arvorado o direito de ceder aos judeus terras ocupadas milenarmente pelo povo palestino foi uma terrível regressão aos tratados colonialistas formalizando pretensões hegemônicas sobre territórios de terceiros. Quem nos garante que a próxima decisão, nesta mesma linha, não seja para internacionalizar a Amazônia, ou cedê-la de volta à “Nação” Yanomami?

Neste aspecto, a “Nação” judaica não tem se diferenciado em nada das tropas alemães de Hitler, quando estas invadiam os países vizinhos em busca do tão ansiado “Lebensraum” (Espaço Vital). Depois, quando terminavam a tarefa de expulsar todos os nativos, ou até mesmo exterminá-los, não necessitariam nem apelar ao princípio do Uti Possidetis pois seriam a Raça Dominante (Herrenvolk). Isto é EXATAMENTE o que deverá ocorrer na Palestina, caso o processo atualmente em andamento não seja estancado a tempo. O máximo que os sionistas concederão ao mundo civilizado será o argumento de um Uti Possidetis distorcido em sua natureza, apenas de modo a acalmar a consciência dos inúmeros inocentes, bem intencionados e mal informados,que lhes foram úteis para a concretização de seus planos.



APARTHEID, GENOCÍDIO e LIMPEZA ÉTNICA

Um livro publicado em 1905, supostamente escrito a partir das anotações tomadas sobre as palestras proferidas no 1º Congresso Sionista de Basileia, Suíça, em 1897, vem há mais de um século assombrando o mundo. O mesmo tem sido sistematicamente acusado de ser uma fraude produzida pela polícia secreta do Czar da Rússia a fim de justificar o seu antissemitismo. O nome pelo qual este livro ficou conhecido foi “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Quem quiser lê-lo na íntegra, para tirar suas próprias conclusões, basta acessar aqui.

O jornal de Henri Ford, o Dearborn Independent, já em 1921, deu ampla publicidade a este livro e fez o seguinte comentário: “Este trabalho é terrivelmente real demais para ser simples ficção, bem argumentado demais para ser simples especulação, profundo demais no seu conhecimento dos segredos da vida para ter sido fraudado”.

Quem escreveu este livro? Provavelmente, jamais saberemos. Só sabemos que é muito pouco provável que tenha sido escrito por algum brutamontes da polícia secreta russa, como querem fazer-nos crer. Sua análise é tão penetrante e suas profecias são tão infalíveis, mesmo sendo historicamente dúbio, que qualquer pessoa familiarizada com os eventos ocorridos no último século os reconhecerá previstos no livro com notável precisão. Dentre outros eventos, o documento previu o colapso das monarquias europeias, a Revolução Bolshevique, as Guerras Mundiais e que estas não produziriam grandes mudanças territoriais, mas sim grandes mudanças nas finanças mundiais; a grande depressão provocada pela limitação do crédito, o desastre das nações afogadas em monstruosos débitos, o domínio dos meios de comunicação por esquerdistas, a hegemonia desta ideologia nas universidades e escolas, a destruição da família e a derrocada moral provocada pela “Revolução Sexual” e, por último, mas de longe não menos importante, o renascimento do Estado de Israel, dentre inúmeras outras.

Na minha modesta opinião, Os Protocolos (fraude ou não) refletem fielmente os planos e ambições de Meyer Amschel Rothschild, Adam Weishaupt, Albert Pike, Mazzini, e tantos outros líderes demoníacos.

Ao longo dos quase dois milênios da diáspora judaica, os judeus de todo o mundo sempre alimentaram a aspiração de retornar à Palestina e recriar uma pátria judaica. Muitos, estudiosos, para lá se dirigiam a fim de realizar estudos bíblicos, assim como inúmeros idosos para lá se dirigiam a fim de serem enterrados na “Terra Santa” quando morressem. Ao final do século XIX, e com a realização de sucessivas campanhas de perseguição e extermínio dos judeus nas cidades do leste europeu, a palavra eslava “Pogrom” entrou definitivamente no léxico ocidental e, ao mesmo tempo, provocou a intensificação da emigração de judeus para a Palestina. No início do século XX, os judeus eram menos de 10% da população total da região, dispersos em propriedades adquiridas paulatinamente.

De 1517 a 1917, a Palestina esteve sob o comando do Império Otomano. Ao final da Ia Guerra Mundial, os Otomanos foram derrotados pelos Ingleses e estes passaram a deter um Mandato da Liga das Nações a fim de controlar toda a região, inclusive a Jordânia. O Líbano e a Síria ficaram sob controle francês.

Pouco antes da vitória inglesa, o então Secretário Britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, dirigiu uma carta ao Barão de Rothschild, líder da comunidade judaica e, provavelmente, o homem mais rico da Terra na ocasião, assegurando-lhe a intenção do seu governo, caso ganhasse a guerra, de facilitar a criação da pátria judaica. A carta foi escrita nos seguintes termos:

Tenho o grande prazer de endereçar a V. Sa., em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas declaração submetida ao gabinete e por ele aprovada:

O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não-judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país. (O grifo é meu)

“Desde já, declaro-me extremamente grato a V. Sa. pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista. “Arthur James Balfour.”

A partir da vitória Britânica, o texto da carta passou a fazer parte de todos os tratados relativos à região. A emigração judaica explodiu, especialmente depois que Hitler tentou exterminá-los durante a 2ª Guerra Mundial. Em 1947, a ONU, sob o comando do brasileiro Oswaldo Aranha, decidiu dividir a Palestina em duas regiões federadas e unidas economicamente: Uma árabe e outra judia. Belas intenções!

Todas viraram palavras vazias, desde Balfour até hoje, e foram solenemente para o vinagre diante da volúpia dos judeus em dominar a região por completo e estabelecer um estado religioso mais radical que o mais radical estado islâmico. A consequência foi a criação de uma nova diáspora, desta vez do povo Palestino. Hoje, estima-se que sejam cerca de 5 milhões, espalhados em todo o mundo, expulsos que foram de suas terras ancestrais pelo terrorismo sionista, que não consegue conviver em paz com ninguém que apresente a mínima diferença de herança genética ou religiosa, a não ser de uma posição de poder e de dominação.

As técnicas que o governo israelense tem adotado para alcançar seu objetivo de dominar completamente o território são as mais malignas desenvolvidas no século XX: o Muro de Berlim, “Apartheid”, limpeza étnica, terrorismo de estado, campos de concentração, estrangulamento econômico, ocupações ilegais e à revelia das determinações da ONU, etc

Morei e trabalhei na Jordânia durante quase um ano. Nesta ocasião, fui praticamente adotado pela família árabe de meu patrão, mesmo eles sabendo que eu sou cristão. Falaram-me com tremendo respeito sobre as pregações de Jesus. Afirmam que ele seria um profeta tão grande quanto Maomé. Consideram Maria como sendo o exemplo de mulher honesta e dedicada à família, e por aí vai. Dizem que o fato de ser cristão é uma excelente base para a compreensão dos conceitos do Alcorão. Somos povos irmãos, afirmam!

Já os judeus, no TALMUD, livro dos ensinamentos dos seus sábios, afirmam que Maria seria uma prostituta, que Jesus seria filho bastardo de um centurião, que Maria teria se divertido com toda a tropa romana, que Jesus seria um bandido agitador, maligno e farsante, e que teria aprendido mágicas enquanto esteve no Egito. Estaria sendo cozido no inferno, dentro de um pote de excrementos por toda a eternidade, por conta disso. Bem interessante, não?

Um povo que, ao receber o maior de todos os profetas, um homem cujas palavras só traziam votos de paz, compreensão, respeito, bondade e perdão, condenou-o a uma morte terrivelmente ignominiosa e sofrida, simplesmente porque pregava conceitos que estes jamais conseguirão entender, tanta é a maldade dos seus corações; e que ao final, inquiridos por Pilatos, quando este disse não ver culpa nenhuma neste justo, mesmo assim urrou ordenando: “Crucifica-o! E que seu sangue caia sobre as nossas cabeças e dos nossos filhos”. É de se estranhar que sejam considerados por muitos, ao longo de toda a história, como sendo um povo amaldiçoado e com o qual não dá para conviver?



JERUSALÉM – CAPITAL DE QUEM MESMO?

A notícia que causou frenesi em todos os meios de comunicação do mundo civilizado na semana passada foi a decisão unilateral de Donald Trump para transferir a embaixada dos Estados Unidos, em Israel, de Tel Aviv para Jerusalem. Tal decisão coroa décadas de uma política sionista de expansão territorial e expulsão dos palestinos. Vão empurrando devagarinho, até que a coisa toda seja consolidada com o apoio, velado ou não, de inocentes úteis e aproveitadores que querem pegar jacaré na onda dos judeus.

Tudo começou quando um tal de Abraão, da cidade de Ur, na Caldeia, há uns 7.000 anos atrás, teve um sonho dizendo que ele devia se mudar para um outro lugar, na terra dos cananeus, (hoje de nome Hebron, em sua homenagem, e a 10 Km de Jerusalém) e que seus descendentes seriam mais numerosos que as estrelas do céu. Como sua esposa, Sara, já estava idosa e não tinha tido filhos, esta lhe autorizou a ter uma segunda esposa, para que assegurasse sua descendência com ela. Este escolheu Hagar, uma escrava, que logo veio a engravidar. O interessante é que Sara, aliviada do estresse e da pressão de ter que engravidar, também ficou grávida logo depois. Foi aí que começou toda a confusão!

Enciumada e cheia de direitos, agora que havia dado à luz seu filho Isaac, Sara passou a exigir que Abraão expulsasse de casa sua segunda esposa, juntamente com o filho dela. Os descendentes de Isaac, os atuais judeus, dizem que Hagar era concubina e que seu filho Ismael é um bastardo. MENTIRA! Ela era a 2ª esposa, costume muito comum naquela época, e tanto Abraão quanto Sara foram tremendamente canalhas ao expulsá-la, junto com seu primogênito, para o deserto. Na certa, tinham a esperança de que os dois morreriam rápido. Não morreram, e se reproduziram adoidado, dando origem aos árabes atuais.

O tempo passa! O tempo voa! Mais adiante, os descendentes de Abraão foram escravizados e conduzidos ao Egito. Eis que surge um líder messiânico que, depois de conduzi-los por 40 anos vagando pelo deserto na península do Sinai, certamente passando tremendas necessidades, eis que chegam à terra dos Nabateus (atual Petra, na Jordânia), onde foram bem recebidos e acolhidos. Assim que se sentiram fortes o suficiente, sua primeira providência foi baixar o cacete nos Nabateus.

Seguiram em frente e, finalmente, chegaram ao Monte Nebo, sobre o Mar Morto, donde se podia ver toda a terra de Canaã do outro lado, terra por eles considerada como sendo a “Terra prometida por Deus”.

Desceram o Monte Nebo, contornaram o Mar Morto e cruzaram o Rio Jordão. Do outro lado do rio, a primeira providência de Josué, sucessor de Moisés, foi atacar a antiquíssima cidade de Jericó, dos Cananeus, fundada havia mais de 6.000 anos já naquele longínquo ano de 1406 a.c.. Ao penetrar em suas muralhas, a ordem de Josué foi para que matassem todos os seus 20.000 habitantes. Daí para a frente, as carnificinas se sucederam. Era totalmente impossível qualquer forma de convivência pacífica com aquele povo altamente fanatizado pela sua religião e que se considerava acima de todos os demais seres humanos, tendo inclusive um mandato divino para executar as atrocidades que praticava.

A luta seguinte de Josué com os Cananeus foi pela posse da cidade de Ai. Lá, mataram cerca de 12.000 cananeus. A seguinte foi a cidade de Asor. Como sempre, foram todos passados a fio de espada. Com a morte de Josué, seguiu-se um período de uns 200 anos em que os Judeus foram dominados pelos Cananeus. Eu só estranho que os Cananeus não tenham aproveitado a oportunidade para exterminá-los, tal qual estes vinham fazendo com as suas cidades. Seguiram-se guerras com os Midianitas, os Filisteus, Samaritanos, Ismaelitas, Moabitas, Edomitas, Assírios, Babilônios, Egípcios, e outros menos votados.

Lá pelo ano 1.000 A.C., já sob o comando do rei Davi, estes decidem conquistar a capital do Jebuseus, conhecida na época como Jebus. Era uma fortaleza extremamente bem protegida, postada sobre a colina de um monte de nome Sião. Após a conquista, Davi resolveu que aquela cidade, localizada no coração da Judeia, seria a sede perfeita para o seu reino recém-unificado. No ano 970 A.C., Salomão sucede a Davi, reinando até morrer, em 930 A.C. É nesse período que são construídas as inúmeras melhorias que dão feição à cidade que passou a ser conhecida como “A cidade de Salomão” ou a “Cidade da Paz” (Yehud shalom – há controvérsia a respeito desta origem). Daí para a frente, o nome de “Cidade da Paz” passou a ser uma ironia pois, durante a sua longa história, Jerusalém foi destruída pelo menos duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes e capturada e recapturada outras 44 vezes. É mole ou quer mais?

Só nos tempos modernos, já depois de Cristo, foram guerras com os gregos, romanos, persas, mongóis, islâmicos, franceses (nas cruzadas), mamelucos, otomanos, ingleses (no mandato da Palestina), e agora os palestinos, ao resistirem ao retorno dos judeus espalhados pelo mundo pela diáspora provocada pelos romanos no ano 70 D.C. Tem confusão para todo gosto. Pense num povinho renitente e encrenqueiro.

O fato dos judeus espalhados pelo mundo, traumatizados após o tratamento que sofreram quando Hitler lhes aplicou o mesmo remédio que eles tentaram aplicar em seus vizinhos do Oriente Médio durante milhares de anos, não traz em si nenhum mal. É justo e razoável! De lascar é a forma como a coisa toda vem sendo feita:

Primeiro, disseram que iriam dividir a Palestina entre os Judeus e os Palestinos. Dividiram! Só que os judeus ficaram com os jardins à beira mar e coube aos palestinos o deserto da Judeia. Depois, iniciaram campanhas terroristas visando expulsar na cara dura os milhões de palestinos que moravam lá há mais de 2.000 anos. Hitler, quando explodiram o carro do “Protetor da Bohemia e da Morávia” que ele havia nomeado, em represália mandou matar todos os habitantes da cidade onde isto aconteceu e apagá-la dos mapas. O nome do local era Lídice e virou símbolo de ignomínia eterna. Os judeus apagaram do mapa mais de 150 localidades palestinas, desde a divisão, em 1948, e ninguém deu um pio a respeito até agora.

Fizeram de tudo para expulsá-los! Os palestinos resistiram. Queriam que os países vizinhos os aceitassem. Os vizinhos, mesmo acolhendo levas imensas de refugiados, se recusaram. Invadiram Jerusalém e lá se estabeleceram, mesmo ao arrepio de todas as decisões da ONU. Implantaram incontáveis assentamentos judaicos em terras que, mesmo sendo péssimas para viver, deveriam ser dos palestinos. Cercaram as áreas palestinas e as transformaram em enormes Campos de Concentração. Monopolizaram as nascentes do recurso mais escasso na região, a água, liberando apenas migalhas para os miseráveis assentamentos palestinos. Realizaram um bloqueio nas fronteiras em que, até mesmo a ajuda humanitária de comida e remédios que lhes é enviada, é atacada pelas suas poderosas forças armadas. Estrangularam a economia e só permitem que saiam para Israel a fim de realizar trabalhos subalternos, tais como os prisioneiros de guerra, chamados de “Geist Arbeiter” (Trabalhadores convidados) pelos nazistas. Só faltam agora as Câmaras de Gás para a “Solução Final.

Ah! Antes que os imbecis de plantão comecem a me rotular de antissemita, nazista, fascista, e outros apodos menos votados, vou logo avisando:

1. Eu não encaro a questão daquela região com a visão rastaquera de um simples Fla X Flu. É muito mais complexa do que supõe a vã filosofia da grande maioria de imbecis da nossa população.

2. Sou brasileiro e, como tal, descendente direto de uma mistura de negros, índios, portugueses, holandeses e só Deus sabe o que mais. Dizem que tenho cara de árabe e que meu sobrenome é de judeu marrano de Portugal. Vá saber!

3. Tenho inúmeros amigos de origem tanto árabe quanto judaica. Alguns, como Hélio Posternak, tiveram gestos para comigo de uma dignidade e nobreza que me tornou seu eterno devedor. Outros, como o Dr. Ahmad Al-Khatib, dispensaram-me um tratamento de uma fidalguia que eu não sei se serei jamais capaz de retribuir à altura. Todos pessoas maravilhosas.

4. O que eu não gosto é ver gente que se acha as pregas querendo lascar todas as pessoas que deram o azar de viver no mesmo tempo e espaço que eles, só porque se consideram “O povo escolhido por Deus”. Também que uma terra, que já tinha dono antes, seja deles porque foi Deus quem prometeu.

E tenho dito!



O ESTUPRO

Existe atualmente em andamento um verdadeiro estupro praticado pelas estruturas governamentais do Brasil sobre o restante da população que não está dependurada e mamando nas tetas estatais. Não fosse suficiente o estupro praticado diuturnamente, desde os aspectos mais comezinhos da vida diária do cidadão, este é praticado juntamente com um verdadeiro escárnio e um tripudio sobre a vítima.

Diante do estado de miserabilidade e total falência da nossa economia, consequência direta do imenso volume de violências, canalhices e incompetências praticadas pelas nossas “Excelências”, podemos dizer que o referido estupro já se encaminha para a classificação de necrofilia, já que está sendo praticado em cima de um cadáver.

As metáforas que me veem à mente, sempre que nos referimos aos nossos “amados” governantes, são inúmeras. Gostaria de compartilhar algumas delas com meus queridos amigos fubânicos.

A primeira delas é o Rei Sadim. Creio que todos conhecem bem a história de Midas, rei da Frígia. Certo dia, Midas recebeu a visita de alguns camponeses que levaram a ele um velho, bêbado e perdido, que haviam encontrado em uma estrada. Midas reconheceu o velho: era Sileno, mestre e pai de criação de Baco. Midas cuidou de Sileno e o levou a Baco. O deus da vinha e do vinho, muito benevolente, concedeu um pedido a Midas. Este, sem refletir muito, pediu o dom de transformar em ouro tudo o que tocasse. Mesmo percebendo a ânsia gananciosa de Midas, Baco realizou o pedido.

Midas voltou para casa feliz. Transformou várias coisas em ouro pelo caminho: pedras, folhagens, frutos… Ao chegar a sua casa, ordenou aos criados que servissem a ele um banquete. Ao tocar no pão, este foi transformado em ouro. Ao pegar a taça de vinho e tocar com seus lábios na bebida, esta se transformou em ouro líquido. Midas ficou desesperado ao perceber que jamais poderia se alimentar novamente. Sua filha, Phoebe, vendo seu desespero tentou socorrê-lo e, ao tocá-lo, transformou-se em uma estátua de ouro.

Mais desesperado ainda Midas orou a Baco, pedindo que este o livrasse daquilo que, na verdade, era uma maldição. Baco consentiu e disse a Midas que deveria se banhar na fonte do rio Pactolo para que pudesse se lavar do castigo. Ao se lavar, Midas passou às águas do rio o poder de tudo transformar em ouro, sendo que a areia do Pactolo se tornou dourada.

Pois bem: O nosso governo, em todas as suas manifestações, é um Rei Midas ao contrário. Onde toca, vira merda! E, infelizmente, só há um rio que pode nos ajudar a livrar a nação desta maldição.

A segunda imagem que me salta à mente, ao pensar em nosso governo, é de um imenso Pantagruel. Para os que não sabem, este é o herói do romance de François Rabelais Les horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel Roi des Dipsodes, fils du Grand Géant Gargantua (“Os horríveis e apavorantes feitos e proezas do mui renomado Pantagruel, rei dos dipsodos, filho do grande gigante Gargântua”), publicado em 1532. Pantagruel é filho do gigante Gargântua e de sua mulher Badebec, que morre durante o parto.

Um grande boa-vida, alegre e glutão, destaca-se desde a infância por sua força descomunal – superada apenas por seu apetite. Esta seria a imagem perfeita de nossos governantes: Alegres, irresponsáveis e de um apetite descomunal, nunca estando satisfeito com suas imensas prebendas e privilégios.

A imagem que me vem à mente a seguir é a de um imenso Buraco Negro. De acordo com a Teoria da Relatividade Geral, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, podem escapar. Este é o resultado da deformação do espaço-tempo, causada após o colapso gravitacional de uma estrela, com uma matéria astronomicamente maciça e, ao mesmo tempo, infinitamente compacta e que, logo depois, desaparecerá dando lugar ao que a Física chama de singularidade, o coração de um buraco negro, onde o tempo para e o espaço deixa de existir. Um buraco negro começa a partir de uma superfície denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual não se pode mais voltar. O adjetivo negro em buraco negro se deve ao fato de este não refletir a nenhuma parte da luz que venha atingir seu horizonte de eventos.

De maneira similar, o nosso governo, nas suas mais diversas manifestações, é possuidor de uma voracidade inenarrável e, ao mesmo tempo, não reflete absolutamente nada de positivo para os entes que o alimentam

Por último, e de longe a analogia mais importante, pelo menos segundo a minha maneira de entender a nossa atual situação, é a que considera a nossa casta dominante como apresentando comportamento altamente similar ao que foi apresentado pela Aristocracia Francesa, durante todo o período imediatamente anterior à revolução francesa de 1789.

Os sintomas são todos claramente os mesmos: Total irresponsabilidade e despreocupação com o interesse público; ausência completa de qualquer tipo de escrúpulos ao se apoderar da riqueza que lhes é disponibilizada através dos impostos e taxas; um grande pacto das elites para a autoproteção contra o desespero provocado em toda a população por esta se encontrar acéfala e dirigida por uma cambada de imbecis, todos altamente inúteis e inconsequentes e cuja única característica comum é a disposição para roubar o que puder e enquanto der; tudo isso a par com uma alienação das reais condições da população que beira a ingenuidade. “Se não tem pão, por que não comem brioches?”

O altíssimo nível de extorsão governamental, aliado com o também imenso nível de arbítrio contido nas decisões estapafúrdias oriundas de dirigentes totalmente despreparados e desonestos, nomeados por serem irmão do cunhado da piniqueira da rapariga do deputado, ou porque a sua mãe era amiga da mulher do presidente, ou porque foi advogado da turma do “Campo Majoritário” por muito tempo, ou por qualquer outro motivo que seja, por mais banal que possa parecer, desde que seja preservada a lealdade à gangue que se apossou do poder, é o que tem levado as aberrações a píncaros de paroxismo. Os despautérios se sucedem infinitamente. Pelo menos, até o terror começar e cabeças começarem a ser decepadas.

A esperança só renasce das cinzas ao vermos um coronel se pronunciar, declarando a firme disposição de cercar o STF e engaiolar todas as excelências sine die, caso viessem a liberar o facínora mor deste país através de alguma das dezenas de manobras jurídicas escusas já tentadas. Bastou isso para a famigerada 2ª turma cagar bem fininho e votar 5 a zero contra a liberação.

Por mim, teria aproveitado a ocasião e o motivo para dar um basta bem definitivo nesta putaria toda!



PEQUENO MANUAL DE ESTÉTICA DO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Os tempos modernos que estamos vivendo são verdadeiramente admiráveis!

Depois de termos testemunhado coisas bizarras tais como “O Teatro do Oprimido”, “A Pedagogia do Lascado”, “A Ideologia do Arrombado”, e coisas assim… Passamos a presenciar uma verdadeira miscelânea nas tendências da moda, entendida esta como um “statement” de afirmação individual de princípios e valores. Para nós, remanescentes de uma era em que o bardo Falcão apregoava insistentemente que “Homem é homem! Menino é menino! Político é político! E Baitola é baitola!”, só nos restou um total atordoamento com as bizarrices com que temos nos deparado em todos os locais públicos para onde nos dirigimos.

Assim, visando contribuir com meus colegas sexagenários, colegas estes também de estupor e de atordoamento, segue uma modesta tentativa de interpretação destes novos tempos.

1. “HOMEM” COM BRINCOS – Eis aí um bom exemplo de comportamento bastante controverso. Existem aqueles que afirmam com segurança que há todo um “CODEX” de significados ocultos contidos neste simples penduricalho, antes privilégio do belo sexo. Dizem que, usado na orelha direita, significa que o portador é gay ativo. Já na orelha esquerda, seria gay passivo. Usados nas duas orelhas, seria do tipo que topa tudo: Dá, come, chupa, faz qualquer negócio. É um caso ainda sujeito a estudos. Por outro lado, o tipo de brinco seria também prenhe de significados. Um simples e pequenininho “strass” ? Bichinha enrustida e delicada! Um enorme batoque? Gay “mucho macho”! Aguenta qualquer bitola de piroca! E por aí vai…

2. “HOMEM” COM CABELO ESTILO SAMURAI – É aquele “rabo de cavalo” amarrado na parte de trás do topo da cabeça. Esse estilo foi, com certeza, copiado de um ninja gay. A função original daquele nó de cabelos no cocuruto do “de cujus” era para deixar o “teatro de operações” desimpedido de cabelos, bem como para dar um ponto de apoio onde o indivíduo que estivesse lhe proporcionando uma penetração anal tivesse onde se segurar.

3. BONÉ VIRADO PARA TRÁS – Originalmente, representava um gesto de rebeldia adolescente totalmente inócuo. Quando alguém observava que a posição estava errada, a resposta era: DEIXE! EU QUERO ASSIM MESMO! Era uma afirmação infantil de independência. Hoje, utilizado por marmanjos descerebrados, representa apenas e tão somente um retardado mental perseverando em um comportamento pueril e idiota.

4. CALÇA TODA RASGADA E ESFARRAPADA – Originalmente, esta nova forma de ostentar riqueza por inversão (já que essas calças costumavam ser vendidas em butiques carésimas) era limitada às representantes do belo sexo. Depois, com a geleia geral estabelecida pela nova ideologia de “gêneros”, a distinção entre os sexos se evanesceu, até que deixou de existir completamente. Assim, criaturas de sexo indiferenciado passaram a adotar também este tipo de identificação com azelites. O interessante é que só as calças são objeto desta estética grotesca. Blusas, blazers, etc. não são atingidos por este comportamento.

5. “HOMEM” COM CALÇA FOLGADONA, SEM CINTURÃO E MOSTRANDO A BUNDA – Originalmente, esta nova forma de estética era limitada a presidiários. Isto porque eram proibidos de terem cintos e as calças eram distribuídas sem muita consideração com tamanho. Além disso, ao deixá-las escorregar, sinalizavam que estavam dispostos a ter relação anal com outros homens. Posteriormente, este comportamento foi adotado por uma escória social conhecida como “Gangsta”: cantores de rap, normalmente negros ou latinos, sempre marginais, como forma de identificação e de adesão aos grupos mais perigosos e poderosos, tais como traficantes e bandidos de outras espécies menos votadas. Esta estética, ao ser adotada por gayzinhos ricos e de classe média, iniciantes nas artes da pederastia, tem a vantagem de deixar antever-lhes a regada da bunda, o que é uma forma de incitar a tesão dos possíveis pederastas ativos com potencial para fornicar-lhes o ânus.

6. “HOMEM” COM BARBA DESENHADA – Outra nova forma de estética absolutamente paradoxal. Ao contrário do que podem pensar os mais incautos, o fato de deixar a barba não significa, em absoluto, que o indivíduo não seja adepto das novas formas de relacionamento sexual preconizadas pela ideologia de gêneros. O simples fato de um indivíduo, nascido do sexo masculino, passar um tempo enoooooooorme fazendo delicados desenhos na barba já diz muito do quanto a sua mente está predisposta e aberta à descoberta de novas experiências sexuais, especialmente aquelas não corriqueiras e triviais, se é que me entendem.

7. “HOMEM” COM CABELO RASPADO NAS LATERAIS – É fascinante como este tipo de comportamento vem e vai, ao sabor dos caprichos da moda. Quando nós éramos criança, nossas mães mandavam cortar nosso cabelo estilo “Jack Demis”. Era bem baixinho em cima e raspado nas laterais. Este estilo, “basicamente militar”, era também conhecido como “Príncipe Danilo”, só Deus sabe por que. Muitos anos depois, surgiu a moda de raspar as laterais e deixar um penacho bem alto, tipo aquela tribo de índios americanos: Os Xoxones. Com pequena variação, já que a lateral não é mais raspada, é o estilo que Itamar Franco usava e que Donald Trump usa até hoje. Serve para disfarçar a careca. Agora, aparecem dezenas de criaturas, de novo, com as laterais raspadas e uma tuinha de cabelo no topo. Virou moda! Só que, como a maioria da população tem cabelo pixaim, fica parecendo que um pombo cagou na cabeça desses indivíduos. Quando é uma mulher que raspa as laterais da cabeça, é sinal inequívoco de preferências sexuais pouco ortodoxas.

8. USO DE FONES DE OUVIDO EM LOCAL PÚBLICO – Outra nova forma de expressão individual cuja imbecilidade galopante é símbolo dos novos tempos que estamos vivendo. Evidencia um total desprezo do indivíduo pelos componentes do seu entorno, aliado a uma dependência psicótica da audição em altíssimo volume dos sons bizarros propiciados pelas formas primitivas de música(?) atualmente em voga. Prenuncia uma forma gravíssima de autismo auto-induzido. Conduz a um abestalhamento galopante de difícil reversão posterior.

9. USO DE LENÇOS DE CABEÇA POR “HOMENS” – Mais uma nova forma de sutil de afirmação da sexualidade adepta da ideologia de gêneros. Pode ocorrer que a homosexualidade do indivíduo esteja ainda em estágio latente mas, sem a menor sombra de dúvidas, é uma criatura predisposta a “preencher o seu vazio interior” de forma pouco ortodoxa. A crisálida muito em breve desabrochará!

10. TATUAGEM E PIERCING – Deixamos por último estas formas de expressão da individualidade por considerá-las, de longe, como sendo as mais imbecis de todas. Forma comum entre prisioneiros e prostitutas, invadiu de forma avassaladora todos os ambientes sociais, provocando uma situação em que fica dificílima a identificação de quem é puta, quem é bandido, quem é viado, etc. Nossa sorte é que os diversos comportamentos patológicos geralmente ocorrem de forma consorciada, o que nos facilita sobremaneira a catalogação.



DEMOCRACIA, SOCIALISMO E DESENVOLVIMENTO

Meu velho pai (92 anos e ainda namorando) me falou certa vez que existem coisas que não conseguem caminhar juntas nem a pau. O exemplo mais maravilhoso que ele me deu foi aquela velha balela do “Liberté – Egalité – Fraternité!”

Segundo ele, se houver “Fraternité e Liberté”, a “Egalité” vai rapidinho para o beleléu! Algumas pessoas, mais bem dispostas para trabalhar, e mais bem aquinhoadas de talentos, rapidamente se destacarão à frente da massa majoritária de medíocres e estará terminada a igualdade. A mim parece que Deus nunca foi muito adepto do socialismo, já que tem essa mania desgraçada de sempre fazer alguns muito mais capazes de realizações do que os demais. Assim, não tem igualdade que dure.

Por outro lado, se quisermos forçar a existência de “Fraternité” e “Egalité” na marra, tal qual os experimentos socialistas comprovaram exaustivamente, a “Liberté” vai para o cacete rapidinho. A situação fica que nem aquela célebre frase do General Figueredo: Quem não aceitar a “Egalité” eu prendo e arrebento. Só desta forma, prendendo e arrebentando, os mais trabalhadores e capazes poderão ser forçados a ceder parte dos seus ganhos para vagabundos que, ou não trabalham, ou que são desprovidos de talento e coragem.

De maneira semelhante, os conceitos de Democracia, Socialismo e Desenvolvimento Econômico são absolutamente imiscíveis. Não se misturam em hipótese alguma. Falou em socialismo, pode até haver desenvolvimento econômico, mas a democracia vai diretinho para o vinagre. Durante a época do stalinismo na antiga URSS, presenciamos uma acelerada acumulação de capital nas mãos do Estado, capital este direcionado para uma acelerada industrialização, só que sob o tacão de uma ditadura furiosa e que matou milhões de pessoas. Primeiro, matou milhões de dissidentes enviando-os aos Gulags (prisões na Sibéria). Depois, de fome mesmo, devido aos desastrosos resultados provenientes da coletivização forçada das fazendas. Obrigados a entregar toda a produção ao Governo, sem nenhuma garantia de que seriam adequadamente remunerados e recompensados, a produção agrária passou a apresentar sucessivamente resultados pífios, que não eram suficientes nem para manter a população adequadamente alimentada, mesmo após esta ter sido substancialmente reduzida artificialmente por expurgos e guerras.

Por outro lado, o caso da China é emblemático. Para conseguir alcançar altos índices de desenvolvimento econômico, o governo de Deng Shiao Ping optou por abrir mão do socialismo, mesmo que a conta-gotas. À medida que algumas regiões eram liberadas para que os próprios habitantes tomassem a iniciativa de realizar investimentos econômicos, sempre utilizando a altíssima taxa de poupança individual mantida pela população, estas mesmas regiões literalmente explodiram em desenvolvimento e se transformaram nas locomotivas do crescimento chinês. Optou-se por uma abordagem pragmática em que, nos dizeres do próprio Deng, “Não interessa a cor do gato. Interessa se ele caça os ratos!”.

Uma nação não pode ser ignorante e livre ao mesmo tempo. (Thomas Jefferson)

Eis que, depois de darmos algumas voltas, chegamos ao nosso Brasil velho de guerra. O primeiro ponto que salta à vista é que somos periodicamente obrigados a escolher entre uma plêiade de gatunos e salafrários da pior espécie para ver quais deles serão agraciados com o direito inamovível de nos esfolarem até os ossos durante os próximos anos. Só temos o direito de escolher um ou outro. Rejeitá-los maciçamente não está previsto entre nossas prerrogativas. Colocar um cabresto em suas iniciativas legiferantes nojentas nem pensar. Ao se elegerem, tornam-se plenipotenciários e pairam acima do bem e do mau.

Eis que, numa dessas voltas que a vida dá, hordas de eleitores simiescos elegeram sucessivamente encantadores de jumentos cujas promessas de criar um paraíso na terra, ocasião na qual jorraria o lei e o mel das fontes em praças públicas, sem que ninguém tivesse que realizar nenhum esforço para tal, e nos levaram a uma era voltada para a implantação do socialismo bolivariano (seja lá isso o que diabos for) em nossa querida terra brasilis.

Hoje, depois do total fiasco da cleptocracia implantada, só descoberta por causa do concomitante fiasco da economia como um todo, o país se prepara para uma eleição que se apresenta como sendo um divisor de águas. A economia do país exangue e a população exausta com tantos escândalos de roubalheiras sem fim, encontra-se na expectativa do que sairá de tanta tormenta. Enquanto isso, as esquerdas, órfãs após a prisão do Sumo-sacerdote da sua seita fanática, ensaia uma reação que faria inveja a El Cid – O Campeador.

Para os que não sabem ou não se lembram, consta na tradição lendária que, ao contrário de vê-lo morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de “Campeador”, ou “El Cid”, ou “Mio Cid”, faleceu numa cama de seu castelo, em Valência, a 10 de julho de 1099. É nesse ponto da história que Rodrigo vira uma lenda. Os mouros ficaram muito confiantes ao saber que El Cid havia finalmente morrido. Sua mulher, porém, mandou amarrar seu corpo ao cavalo, sua espada a sua mão, e o mandou ao campo de batalha. Ao ver El Cid em cima do seu cavalo , os mouros passaram a fugir e foram perseguidos e derrotados pelo exército de Rodrigo. Por isso reza a lenda que Don Rodrigo de Castella venceu uma batalha mesmo depois de morto. Seus restos mortais, juntamente com os de sua esposa, Jimena, estão sepultados na Catedral de Burgos.

É exatamente esta mesma proeza que está sendo ensaiada para El Lula – O Fraudador. Também conhecido como El Gran Raton. Querem amarrar o seu cadáver político a um estandarte já completamente desmoralizado e acham que, com esta providência, assustarão à população já devidamente escolada com os sucessivos trambiques e jogadas marqueteiras realizadas por esta facção criminosa ávida de poder e, atualmente, em luta encarniçada pela própria sobrevivência.

Vamos só ver se, ao fim e a termo, conseguimos nos livrar da maldição que assustadoramente tem pairado sobre as nossas cabeças, enviando para o cárcere, todos devidamente premiados com longas sentenças, esta caterva de obliterados mentais, até mesmo os agentes úteis e os não tão inocentes assim.

As estruturas governamentais do nosso país precisam passar urgentemente por um expurgo de dimensões bíblicas. A quantidade de apaniguados e aderentes que se encastelaram em posições de sinecura é verdadeiramente assombrosa. O inchaço estatal atinge proporções pantagruélicas e, o que é muito pior, são abcessos incrustados no organismo que precisam urgentemente serem devidamente lancetados, já que são majoritariamente compostos por anencéfalos cuja única característica que os levou a tais posições foi a disposição de toparem qualquer parada a fim de manterem a estrutura bolivariana no poder. VADE RETRO, SATANÁS! Exemplo de “sarcasmo (?)” Socialista.

P.S. Pra que diabos esse povo quer colocar um elefante trepado numa árvore? É devido a esse raciocínio torto que chamamos aos petistas no governo de Jabuti. Só estão lá no alto porque foram colocados por alguém. E as faculdades, lotadas de jumentos batizados, todos bancados pelos nossos impostos, é claro!



PECADOS CAPITAIS

Li, não sei mais nem onde nem quando, muito menos por quem foi dito, que o socialismo tinha, em tese, intenções maravilhosas: Igualdade econômica entre todas as pessoas, distribuição equitativa de renda, eliminação total da miséria, trabalhos distribuidos segundo a capacidade de cada um, e por aí vai…Seria o paraiso na terra. Só que … O RESULTADO É SEMPRE DESASTROSO!

Já o capitalismo, bem mais modesto em seu objetivo, pleiteia apenas que todos sejam iguais perante as leis e tenham acesso às mesmas oportunidades. Limita-se a deixar que cada um procure a melhoria da sua condição de vida segundo as suas inclinações. Quer ser um grande pianista? Corra atrás de seu sonho! Não deu certo? Seu talento não chega a tanto? Problema seu! Procure outro meio de ganhar a vida honestamente, mesmo que mais modesto, porem mais adequado à sua realidade como pessoa. Não cabe, dentro desta filosofia, que o Estado se converta em babá de ninguém, nem muito menos em uma muleta econômica para os fracassados ou preguiçosos. O seu papel, quando muito, é o de assegurar condições mínimas para que todas as crianças, independente da sua origem, seja de pais fracassados, seja de pais altamente bem sucedidos, tenham um mínimo de condições para adentrar nesta arena competitiva da busca de realização pessoal, tanto expandindo e polindo os seus talentos naturais como dando vazão aos seus anseios através da realização dos seus sonhos. Para que isso ocorra, uma escolaridade meritocrática e gratúita, desde a alfabetização até o ensino profissionalizante, é o pilar mestre. A universidade é apenas e tão somente uma extensão da educação básica e cuja natureza é eminentemente elitista, devendo ser limitada aos reconhecidamente melhores talentos. Exatamente o oposto daquilo que vem ocorrendo no nosso país: Temos uma educação básica desastrosa e forçamos, através de diversos artifícios enganosos, a entrada de hordas de analfabetos nos cursos superiores.

O único resultado prático desta política demagógica (mais uma) tem sido o enriquecimento acelerado de grandes grupos empresariais pouquíssimo voltados para o desempenho acadêmico ou a excelência profissional, juntamente com uma plêiade de carééééésimas Universidades Federais cujo objetivo maior é, a par com uma doutrinação marxista-leninista-petista de uma multidão de alunos anencéfalos, cevar professores regiamente remunerados e com um desempenho pífio, abaixo de qualquer crítica séria. Os alunos entram burros na universidade e saem promovidos a jumentos diplomados. Já o cidadão que banca financeiramente a esbórnia, ganha todos os dias um diploma de otário.

Tenho ensinado em faculdades dos mais diversos cursos (Engenharia, administração, economia, psicologia, arquitetura, etc.) ao longo dos últimos 40 anos. O quadro com que tenho me deparado é simplesmente aterrador. Os sintomas mais graves da longa e constante derrocada são os seguintes:

1. Dramática redução do universo vocabular. Só Deus sabe a angústia que me dá ao franquear a palavra a um destes meus alunos e vê-lo gaguejar e tartamudear num tatibitati digno de uma criança pouco instruida de 5 ou 6 anos. É uma verdadeira tortura! Para nós dois! Segundo Wittgenstein, “O universo vocabular delimita o tamanho do cérebro!” Por estas ocasiões, dá para ter uma ideia bem clara da pandemia de microcefalia que afeta nossa juventude universitária.

2. Os princípios e valores de um socialismo capenga e xinfrim estão entranhados na massa cerebral de nossa população, trombeteados que foram insistentemente por todos os meios de comunicação ao longo dos últimos anos. Sempre que menciono ganhos de produtividade em empresas que investiram em automação e racionalização das operações, com a consequente redução na quantidade de funcionários, sofro uma verdadeira barreira de críticas. Para eles, a missão das empresas é “criar emprego e renda” (sic), e não produzir riqueza. Considerações a respeito de produtividade e competitividade estão totalmente ausentes das suas ponderações. De forma semelhante, a pessoa que assume os riscos ao investir em uma empresa nunca é considerado o líder se arrisca e que provoca o progresso econômico. É sempre visto como o capitalista explorador da “mais valia” das pobres massas trabalhadoras.

3. Baixíssima capacidade de análise e de crítica. O certo e o errado não existem. Tudo se limita a uma questão de opinião e, segundo eles, cada um tem direito de ter a sua, por mais imbecil que possa ser, devendo ser por todos respeitada. Esta idiotice seria o cerne daquilo que eles conhecem como “Democracia”. Nas aulas de metodologia científica, ensinam-lhes a paginação normatizada dos trabalhos (3-3-2-2), o tipo e o tamanho das letras, como citar fulano apud sicrano, etc. Quanto à capacidade de raciocinar, o máximo a que chegam é o ensino da dialética marxista-hegeliana, onde o fundamental é ganhar a discussão através do uso dos mais diversos sofismas e falácias (Erística), e não a busca da verdade. Nada se fala a respeito da dialética socrática, onde a real arena das discussões e da busca do conhecimento é interna e pessoal.

4. Total e absoluta confusão entre os conceitos relativos a: a) Conjectura, b) Opinião, c) Argumento, d) Prova, e) Lei científica, f) Crença e g) Ideologia. A consequência é uma barafunda mental onde se misturam anarquicamente farrapos de ideias, muitas delas acreditadas simplesmente porque o crente deseja que sejam verdadeiras, método este que é a base de todas as ideologias que tanta miséria trouxeram ao mundo ao longo dos séculos.

Sabe o que é o mais irônico disso tudo? É essa multidão de anencéfalos, ao ir atrás da ilusão de criar um paraiso na Terra, terminaram criando infernos piores que a mais aterradora descrição bíblica . Vejam o exemplo do que ocorreu com Pol Pot, Hitler, Stalin, Mao, Fidel Castro, Hugo Chaves et caterva.

Enquanto isso, o capitalismo bota todas as suas fichas exatamente nas características humanas mais abominadas pelo bom-mocismo hipócrita das esquerdas e da igreja católica: Os sete pecados capitais. Estes são, na minha modesta opinião, os grandes acionadores do comportamento humano em todas as épocas. Foram eles que fizeram com que a nossa espécie deixasse de ser um frágil bando errante nas savanas africanas e evoluísse para o estágio civilizatório que temos hoje.



TROFEU IGNOBIL OU GENTE QUE FAZ! (MERDA. MUITA MERDA)

A sociedade que coloca a igualdade na frente da liberdade termina sem igualdade e sem liberdade. – Milton Friedman

Temos vivido recentemente tempos históricos! O fruto final da adoção de filosofias imbecis em nosso pais, como de resto em toda a América Latina, com a única e honrosa exceção do Chile, foi o triunfo das hordas ululantes de subhumanos sobre o aparato estatal e a mais completa vulgarização da nossa sociedade em todos os seus aspectos. Substituimos uma aristocracia, que já não era lá grande coisa, por um vagalhão de sindicalistas analfabetos e altamente vorazes, muito especialmente quando se trata da apropriação partidária e particular de fundos e recursos governamentais.

A epítome deste movimento histórico continental de degradação social em larga escala das últimas décadas é o meliante denominado Luiz Inácio Lula da Silva, que Deus o tenha e o Diabo que o carregue.

Assim, foi profundamente consternado, totalmente perplexo, absolutamente atônito e completamente estupefacto, que li recentemente na internet que havia sido aberto um “Abaixo Assinado” solicitando a inclusão do famoso meliante brasileiro, cuja característica peculiar é ser possuidor de apenas 9 dedos e de uma monumental ignorância, aliada a uma canalhice quase que absoluta, na lista dos indicados ao Prêmio Nobel da Paz deste presente ano da graça de 2018.

O motivo da minha consternação se deve ao fato do referido facínora ter pautado toda sua tragetória de enganador por atitudes e decisões absolutamente desastrosas para o nosso país, se não vejamos:

• Forçou artificialmente a divisão de nossa população em grupêlhos antagônicos, sempre visando criar uma “Luta de Classes” à la Brasil que justificasse a falida profecia marxista. Eram: Negros contra brancos dozóiazuis, heterosexuais contra homossexuais, patrões contra empregados, “Mortadelas” contra “Coxinhas”, “Machistas” contra “Feministas”, autodenominados “Progressistas” contra “Facistas” ou “Neoliberais”(seja lá o que isso for), e por aí vai.

• Disseminou em toda a população pobre a mentira de que o Estado teria a “Obrigação” de prover-lhes o sustento, sem que para isso tivessem de realizar o mínimo esforço trabalhando, bastando para isso fazer uma “Distribuição de Renda” na marra. Qualquer cagada que viessem a fazer, a culpa seria apenas e tão somente da “sociedade”. A única cobrança seria estes terem que perpetuar a gangue dos fascínoras no poder através do voto de cabresto.

• Forçou, através de todos os meios possíveis e imagináveis, a destruição de todos os valores morais e de decência em nossa população, especialmente dentre a população dos mais jovens, através de uma ideologia em que o certo e o errado passou a ser questão de “opinião”, e onde o que interessa é a satisfação dos prazeres, mesmo aqueles mais bestiais.

• Quebrou a economia do nosso país, deixando um legado maldito de R$ 3,5 TRILHÕES de dívida pública, dívida esta que consome atualmente quase a metade de todos os escorchantes impostos cobrados da população, impostos estes situados entre um dos mais altos do mundo e que reverte em pouquíssimos benefícios para a população, já que a metade restante dos impostos só dá para manter os nababos inamovíveis que se encontram encastelados na estrutura estatal.

• Inchou o aparato estatal atraves do aparelhamento de todos os seus ramos, sempre concomitante com a colocação de asseclas em posições de comando. Estes, guindados a posições de poder cuja capacidade de oferecer oportunidades para roubar nunca tinha sido nem vislumbrada pelas hordas de fascínoras, mesmo em seus mais selvagens devaneios, provocou o total apodrecimento das estrutura governamentais através de uma corrupção endêmica e altamente predatória dos recursos públicos, não sobrando nada para as obras a serem realizadas.

• Apodreceu a cúpula do judiciário através da indicação de cúmplices para posições fundamentais de nossa nação, assim como corrompeu todo o legislativo através da cooptação dos representantes populares com prebendas e cargos, fazendo com que as casas legislativas deste países se transformassem em covis de ladrões e local da realização das mais tenebrosas transações.

• Intentou repetir na nossa economia o “Milagre da Multiplicação dos Pães” através de uma loucura que denominou “Nova Matriz Econômica”. Pretendia criar desenvolvimento através da “gastança”, e não da poupança. Ao invés da tão abominada “Acumulação de Capital”, pretendia fazer o desenvolvimento da economia através da farta distribuião de um dinheiro que o governo não tinha, para uma população que nada produzia e que, o que é pior ainda, não tinha a mínima intenção de produzir nada a não ser novos filhos para aumentar a “Bolsa” recebida.

• Dizimou todos os centros de excelência anteriormente existentes em nosso país através da invasão dos mesmos por gestores alinhados ideologicamente com o projeto de hegemonia absoluta e cuja característica maior da personalidade era uma total e absoluta imbecilidade, alinhada a uma imensa capacidade de roubar, seja para o partido, seja para sí mesmo. Com isso, dizimou as outroras líderes da nossa economia, antes exemplos para o mundo, restando apenas as carcaças falidas das mesmas, pálidas sombras do que já foram um dia.

Por tudo isso, e por muito mais que poderíamos nos estender por páginas e páginas, solicito ao nosso prezado editor, que abra um “Abaixo Assinado” nesta gazeta visando coletar adesões de apoio à concessão para este bucéfalo acima mencionado da láurea que aqui mostramos.



RAZÃO E EMOÇÃO

Tenho me esforçado a não rir das ações humanas, nem as odiar, nem chorar por elas, mais sim compreendê-las. – Baruch de Spinoza

Há já bastante tempo que cheguei a uma conclusão extremamente paradoxal a respeito da nossa espécie.

Minhas observações do comportamento das pessoas me levaram a concluir que nós, os seres humanos, depois de termos encarnado sucessivas vezes, termos sofrido um longo e penoso processo de evolução pessoal, assim como de termos evoluído enormemente em termos morais, deveremos retornar a este planeta sob a forma de um cão. Falo isto sem nenhuma ironia ou sarcasmo, podem crer.

A minha admiração pelas altíssimas qualidades morais apresentadas pelos cães, especialmente as raças mais desenvolvidas “intelectualmente”, não tem limites. Raças como Pastor Alemão, Labrador, aquela raça japonesa do cachorrinho que continuou indo à estação de trem esperar pelo seu amigo já falecido até morrer, ou até mesmo o nosso modestíssimo “Vira-Latas”, são tantas e em nível tão elevado que qualquer ser humano que as possuísse, poderia e deveria servir de exemplo para toda a humanidade.

Dentre as inúmeras qualidades dessas criaturas abençoadas, poderia começar mencionando a dedicação absoluta que votam aos seus donos. É amor para toda uma vida e até mais. Mesmo após a pior das reprimendas, quando fazem alguma coisa errada, ou até mesmo castigo físico; basta o dono assoviar os chamando que a alegria se espalha em seus rostos e eles se aproximam imediatamente, dando saltos de alegria e já esquecidos dos castigos e das broncas recebidas. Isso sim é capacidade de perdoar!

No quesito da bravura e da abnegação, mais uma vez são incomparáveis. Ao perceber a presença de alguma coisa que possa ameaçar seu amigo, imediatamente viram fera. Não lhes importa o tamanho da ameaça ou do perigo. Vão com tudo em cima da ameaça, dispostos a matar ou morrer, sempre pensando em preservar seu dono. É a velha estória: “Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão”!

Poderia continuar esta lista por longo tempo. Poderia falar de coisas como a sinceridade, a honestidade, etc. Mas vou parar por aqui pois tem outras coisas importantes que eu gostaria de acrescentar a este raciocínio que iniciei. Lembremos apenas que estas qualidades morais são desenvolvidas em cães criados com apuro e carinho pelos seus criadores.

Outro raciocínio maluco e paradoxal a respeito deste assunto é que nosso Criador, ao criar a espécie humana, dotou-a com um programa BIOS, instalado na sua memória EPROM, onde estão claramente definidos todos os conceitos morais. Acredito firmemente que não há um só ser humano que não tenha uma consciência bem clara a respeito daquilo que é correto e que é errado. Acredito inclusive que já nascemos, em maior ou menor grau, já sabendo todos estes conceitos básicos para uma convivência harmoniosa com os nossos semelhantes. Tudo o que os pais fazem, ao meu ver, é ativar e reforçar (ou não) estes conceitos que, de uma maneira ou de outra, já estão latentes na personalidade da criança.

Quando uma criança se irrita com a mãe, por ver contrariado algum desejo seu, e lhe dá uma tapa; a reação escandalizada da mãe, as vezes até de forma histriônica e teatralizada, é mais que suficiente para inculcar e reforçar na criancinha o conceito de que aquele ato é abominável. O mesmo se dá quando ela se irrita com um coleguinha e lhe bate. Firma-se na sua personalidade o conceito de que não é correto bater nas outras pessoas, seja por que razão for. O mesmo se dá quando ela se apropria de algo pertencente a um coleguinha. Na maioria das vezes, basta uma pequena explicação para que ela entenda e passe a praticar o conceito de que não é correto se apropriar daquilo que não lhe pertence.

A experiência tem nos mostrado que até mesmo os cães, sobre os quais dizemos não serem possuidores de raciocínio, apresentam altíssimo grau de discernimento a respeito do que é certo e errado. Basta que ralhemos com eles, após terem praticado alguma ação condenável, para que demonstrem claramente todo o seu grau de arrependimento e contrição. Isto nos demonstra de forma irretorquível sua capacidade para aquilatar as ações corretas e as erradas.

Hoje, no Brasil, toda a inteligência e engenho humano parecem estar sendo direcionados para justificar o injustificável, dizer que o certo é errado, e para acobertar todo tipo de patifaria e canalhice.

Raciocinemos um pouco a respeito da degradação moral que vem assolando nosso país nos últimos anos. A enxurrada de canalhices a que estamos sendo hodiernamente submetidos, segundo creio, não é casual. É projeto meticuloso, pensado e repensado, visando única e exclusivamente transformar nossa sociedade em uma total cachorrada, na pior acepção que esta palavra pode ter. Tudo começa com a “ideologia de gêneros” e com a moralidade de bordel que é trombeteada pelos grandes meios de comunicação. É uma verdadeira lavagem cerebral! Os meios de comunicação só estão comprometidos com os índices de audiência propiciados pela apresentação do bizarro, do grotesco, do aberrante, do chocante e do desviante de qualquer padrão de moralidade, mensagem que é dirigida especialmente àquelas classes socioeconômicas mais vulneráveis a este tipo de pregação. Está sendo preparado aí o nosso desastre.

A observação nos mostra que as cadelas de rua são absolutamente promíscuas: Copulam com seus pais, irmãos, filhos, e quem mais aparecer, sem nenhuma distinção ou escrúpulo. Quando estão no cio, são capazes de fornicar sucessivamente com toda uma imensa legião de machos. Determinar a paternidade das sucessivas ninhadas gestadas é tarefa praticamente impossível. O resultado desta promiscuidade sem regras ou limites é a produção de legiões de ninhadas raquíticas e criadas ao Deus dará.

Pois bem! É esta mesma moralidade de “cadela de rua no cio” que tem sido insistentemente apregoada pelas lideranças formadoras de opinião das nossas esquerdas bolivarianas. As consequências nos tem sido verdadeiramente trágicas e sua implementação em nosso país extremamente bem sucedida.

Esta tem sido a gênese da explosão de uma multidão de bastardos atualmente em criação. As “pitchulinhas” e “funkeiras”, já de per si predispostas a este tipo de comportamento promíscuo, induzidas pela avalanche de mensagem direcionadoras e turbinadas por músicas mesmerizantes e coreografias imitativas de uma sensualidade animalesca, mergulham de cabeça numa verdadeira cachorrada.

A consequência? Legiões de jovens adolescentes gerando sucessivas gestações de pais desconhecidos ou, quando muito, apenas desconfiados. Uma amiga minha, plena de bondade e de caridade cristã, tentou justificar essas gestações como sendo consequência de um possível “acidente”. Respondi-lhe que só seria acidente caso estas jovens tivessem escorregado sem calcinha e, por cúmulo do azar, caído sentada exatamente sobre um pênis ereto. O passo seguinte destas jovens é submeter o elemento suspeito da proeza de tê-las emprenhado a teste de DNA. Isto visando apenas e tão somente a assegurar uma miserável pensão alimentícia. Essas crianças “criadas de solta”, como se dizia do gado Pé Duro do sertão do Piauí, recebem pouca ou nenhuma orientação do tipo que mencionamos acima, e que visariam despertar-lhes e desenvolver-lhes suas qualidades morais. Só lhes resta como “Moldador de comportamento” a repressão policial. Está aí explicada a explosão da criminalidade e o crescimento geométrico do número de pessoas encarceradas em nosso país.