Categoria: ADONIS OLIVEIRA – LÍNGUA FERINA

JERUSALÉM – CAPITAL DE QUEM MESMO?

A notícia que causou frenesi em todos os meios de comunicação do mundo civilizado na semana passada foi a decisão unilateral de Donald Trump para transferir a embaixada dos Estados Unidos, em Israel, de Tel Aviv para Jerusalem. Tal decisão coroa décadas de uma política sionista de expansão territorial e expulsão dos palestinos. Vão empurrando devagarinho, até que a coisa toda seja consolidada com o apoio, velado ou não, de inocentes úteis e aproveitadores que querem pegar jacaré na onda dos judeus.

Tudo começou quando um tal de Abraão, da cidade de Ur, na Caldeia, há uns 7.000 anos atrás, teve um sonho dizendo que ele devia se mudar para um outro lugar, na terra dos cananeus, (hoje de nome Hebron, em sua homenagem, e a 10 Km de Jerusalém) e que seus descendentes seriam mais numerosos que as estrelas do céu. Como sua esposa, Sara, já estava idosa e não tinha tido filhos, esta lhe autorizou a ter uma segunda esposa, para que assegurasse sua descendência com ela. Este escolheu Hagar, uma escrava, que logo veio a engravidar. O interessante é que Sara, aliviada do estresse e da pressão de ter que engravidar, também ficou grávida logo depois. Foi aí que começou toda a confusão!

Enciumada e cheia de direitos, agora que havia dado à luz seu filho Isaac, Sara passou a exigir que Abraão expulsasse de casa sua segunda esposa, juntamente com o filho dela. Os descendentes de Isaac, os atuais judeus, dizem que Hagar era concubina e que seu filho Ismael é um bastardo. MENTIRA! Ela era a 2ª esposa, costume muito comum naquela época, e tanto Abraão quanto Sara foram tremendamente canalhas ao expulsá-la, junto com seu primogênito, para o deserto. Na certa, tinham a esperança de que os dois morreriam rápido. Não morreram, e se reproduziram adoidado, dando origem aos árabes atuais.

O tempo passa! O tempo voa! Mais adiante, os descendentes de Abraão foram escravizados e conduzidos ao Egito. Eis que surge um líder messiânico que, depois de conduzi-los por 40 anos vagando pelo deserto na península do Sinai, certamente passando tremendas necessidades, eis que chegam à terra dos Nabateus (atual Petra, na Jordânia), onde foram bem recebidos e acolhidos. Assim que se sentiram fortes o suficiente, sua primeira providência foi baixar o cacete nos Nabateus.

Seguiram em frente e, finalmente, chegaram ao Monte Nebo, sobre o Mar Morto, donde se podia ver toda a terra de Canaã do outro lado, terra por eles considerada como sendo a “Terra prometida por Deus”.

Desceram o Monte Nebo, contornaram o Mar Morto e cruzaram o Rio Jordão. Do outro lado do rio, a primeira providência de Josué, sucessor de Moisés, foi atacar a antiquíssima cidade de Jericó, dos Cananeus, fundada havia mais de 6.000 anos já naquele longínquo ano de 1406 a.c.. Ao penetrar em suas muralhas, a ordem de Josué foi para que matassem todos os seus 20.000 habitantes. Daí para a frente, as carnificinas se sucederam. Era totalmente impossível qualquer forma de convivência pacífica com aquele povo altamente fanatizado pela sua religião e que se considerava acima de todos os demais seres humanos, tendo inclusive um mandato divino para executar as atrocidades que praticava.

A luta seguinte de Josué com os Cananeus foi pela posse da cidade de Ai. Lá, mataram cerca de 12.000 cananeus. A seguinte foi a cidade de Asor. Como sempre, foram todos passados a fio de espada. Com a morte de Josué, seguiu-se um período de uns 200 anos em que os Judeus foram dominados pelos Cananeus. Eu só estranho que os Cananeus não tenham aproveitado a oportunidade para exterminá-los, tal qual estes vinham fazendo com as suas cidades. Seguiram-se guerras com os Midianitas, os Filisteus, Samaritanos, Ismaelitas, Moabitas, Edomitas, Assírios, Babilônios, Egípcios, e outros menos votados.

Lá pelo ano 1.000 A.C., já sob o comando do rei Davi, estes decidem conquistar a capital do Jebuseus, conhecida na época como Jebus. Era uma fortaleza extremamente bem protegida, postada sobre a colina de um monte de nome Sião. Após a conquista, Davi resolveu que aquela cidade, localizada no coração da Judeia, seria a sede perfeita para o seu reino recém-unificado. No ano 970 A.C., Salomão sucede a Davi, reinando até morrer, em 930 A.C. É nesse período que são construídas as inúmeras melhorias que dão feição à cidade que passou a ser conhecida como “A cidade de Salomão” ou a “Cidade da Paz” (Yehud shalom – há controvérsia a respeito desta origem). Daí para a frente, o nome de “Cidade da Paz” passou a ser uma ironia pois, durante a sua longa história, Jerusalém foi destruída pelo menos duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes e capturada e recapturada outras 44 vezes. É mole ou quer mais?

Só nos tempos modernos, já depois de Cristo, foram guerras com os gregos, romanos, persas, mongóis, islâmicos, franceses (nas cruzadas), mamelucos, otomanos, ingleses (no mandato da Palestina), e agora os palestinos, ao resistirem ao retorno dos judeus espalhados pelo mundo pela diáspora provocada pelos romanos no ano 70 D.C. Tem confusão para todo gosto. Pense num povinho renitente e encrenqueiro.

O fato dos judeus espalhados pelo mundo, traumatizados após o tratamento que sofreram quando Hitler lhes aplicou o mesmo remédio que eles tentaram aplicar em seus vizinhos do Oriente Médio durante milhares de anos, não traz em si nenhum mal. É justo e razoável! De lascar é a forma como a coisa toda vem sendo feita:

Primeiro, disseram que iriam dividir a Palestina entre os Judeus e os Palestinos. Dividiram! Só que os judeus ficaram com os jardins à beira mar e coube aos palestinos o deserto da Judeia. Depois, iniciaram campanhas terroristas visando expulsar na cara dura os milhões de palestinos que moravam lá há mais de 2.000 anos. Hitler, quando explodiram o carro do “Protetor da Bohemia e da Morávia” que ele havia nomeado, em represália mandou matar todos os habitantes da cidade onde isto aconteceu e apagá-la dos mapas. O nome do local era Lídice e virou símbolo de ignomínia eterna. Os judeus apagaram do mapa mais de 150 localidades palestinas, desde a divisão, em 1948, e ninguém deu um pio a respeito até agora.

Fizeram de tudo para expulsá-los! Os palestinos resistiram. Queriam que os países vizinhos os aceitassem. Os vizinhos, mesmo acolhendo levas imensas de refugiados, se recusaram. Invadiram Jerusalém e lá se estabeleceram, mesmo ao arrepio de todas as decisões da ONU. Implantaram incontáveis assentamentos judaicos em terras que, mesmo sendo péssimas para viver, deveriam ser dos palestinos. Cercaram as áreas palestinas e as transformaram em enormes Campos de Concentração. Monopolizaram as nascentes do recurso mais escasso na região, a água, liberando apenas migalhas para os miseráveis assentamentos palestinos. Realizaram um bloqueio nas fronteiras em que, até mesmo a ajuda humanitária de comida e remédios que lhes é enviada, é atacada pelas suas poderosas forças armadas. Estrangularam a economia e só permitem que saiam para Israel a fim de realizar trabalhos subalternos, tais como os prisioneiros de guerra, chamados de “Geist Arbeiter” (Trabalhadores convidados) pelos nazistas. Só faltam agora as Câmaras de Gás para a “Solução Final.

Ah! Antes que os imbecis de plantão comecem a me rotular de antissemita, nazista, fascista, e outros apodos menos votados, vou logo avisando:

1. Eu não encaro a questão daquela região com a visão rastaquera de um simples Fla X Flu. É muito mais complexa do que supõe a vã filosofia da grande maioria de imbecis da nossa população.

2. Sou brasileiro e, como tal, descendente direto de uma mistura de negros, índios, portugueses, holandeses e só Deus sabe o que mais. Dizem que tenho cara de árabe e que meu sobrenome é de judeu marrano de Portugal. Vá saber!

3. Tenho inúmeros amigos de origem tanto árabe quanto judaica. Alguns, como Hélio Posternak, tiveram gestos para comigo de uma dignidade e nobreza que me tornou seu eterno devedor. Outros, como o Dr. Ahmad Al-Khatib, dispensaram-me um tratamento de uma fidalguia que eu não sei se serei jamais capaz de retribuir à altura. Todos pessoas maravilhosas.

4. O que eu não gosto é ver gente que se acha as pregas querendo lascar todas as pessoas que deram o azar de viver no mesmo tempo e espaço que eles, só porque se consideram “O povo escolhido por Deus”. Também que uma terra, que já tinha dono antes, seja deles porque foi Deus quem prometeu.

E tenho dito!

O ESTUPRO

Existe atualmente em andamento um verdadeiro estupro praticado pelas estruturas governamentais do Brasil sobre o restante da população que não está dependurada e mamando nas tetas estatais. Não fosse suficiente o estupro praticado diuturnamente, desde os aspectos mais comezinhos da vida diária do cidadão, este é praticado juntamente com um verdadeiro escárnio e um tripudio sobre a vítima.

Diante do estado de miserabilidade e total falência da nossa economia, consequência direta do imenso volume de violências, canalhices e incompetências praticadas pelas nossas “Excelências”, podemos dizer que o referido estupro já se encaminha para a classificação de necrofilia, já que está sendo praticado em cima de um cadáver.

As metáforas que me veem à mente, sempre que nos referimos aos nossos “amados” governantes, são inúmeras. Gostaria de compartilhar algumas delas com meus queridos amigos fubânicos.

A primeira delas é o Rei Sadim. Creio que todos conhecem bem a história de Midas, rei da Frígia. Certo dia, Midas recebeu a visita de alguns camponeses que levaram a ele um velho, bêbado e perdido, que haviam encontrado em uma estrada. Midas reconheceu o velho: era Sileno, mestre e pai de criação de Baco. Midas cuidou de Sileno e o levou a Baco. O deus da vinha e do vinho, muito benevolente, concedeu um pedido a Midas. Este, sem refletir muito, pediu o dom de transformar em ouro tudo o que tocasse. Mesmo percebendo a ânsia gananciosa de Midas, Baco realizou o pedido.

Midas voltou para casa feliz. Transformou várias coisas em ouro pelo caminho: pedras, folhagens, frutos… Ao chegar a sua casa, ordenou aos criados que servissem a ele um banquete. Ao tocar no pão, este foi transformado em ouro. Ao pegar a taça de vinho e tocar com seus lábios na bebida, esta se transformou em ouro líquido. Midas ficou desesperado ao perceber que jamais poderia se alimentar novamente. Sua filha, Phoebe, vendo seu desespero tentou socorrê-lo e, ao tocá-lo, transformou-se em uma estátua de ouro.

Mais desesperado ainda Midas orou a Baco, pedindo que este o livrasse daquilo que, na verdade, era uma maldição. Baco consentiu e disse a Midas que deveria se banhar na fonte do rio Pactolo para que pudesse se lavar do castigo. Ao se lavar, Midas passou às águas do rio o poder de tudo transformar em ouro, sendo que a areia do Pactolo se tornou dourada.

Pois bem: O nosso governo, em todas as suas manifestações, é um Rei Midas ao contrário. Onde toca, vira merda! E, infelizmente, só há um rio que pode nos ajudar a livrar a nação desta maldição.

A segunda imagem que me salta à mente, ao pensar em nosso governo, é de um imenso Pantagruel. Para os que não sabem, este é o herói do romance de François Rabelais Les horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel Roi des Dipsodes, fils du Grand Géant Gargantua (“Os horríveis e apavorantes feitos e proezas do mui renomado Pantagruel, rei dos dipsodos, filho do grande gigante Gargântua”), publicado em 1532. Pantagruel é filho do gigante Gargântua e de sua mulher Badebec, que morre durante o parto.

Um grande boa-vida, alegre e glutão, destaca-se desde a infância por sua força descomunal – superada apenas por seu apetite. Esta seria a imagem perfeita de nossos governantes: Alegres, irresponsáveis e de um apetite descomunal, nunca estando satisfeito com suas imensas prebendas e privilégios.

A imagem que me vem à mente a seguir é a de um imenso Buraco Negro. De acordo com a Teoria da Relatividade Geral, um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, podem escapar. Este é o resultado da deformação do espaço-tempo, causada após o colapso gravitacional de uma estrela, com uma matéria astronomicamente maciça e, ao mesmo tempo, infinitamente compacta e que, logo depois, desaparecerá dando lugar ao que a Física chama de singularidade, o coração de um buraco negro, onde o tempo para e o espaço deixa de existir. Um buraco negro começa a partir de uma superfície denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual não se pode mais voltar. O adjetivo negro em buraco negro se deve ao fato de este não refletir a nenhuma parte da luz que venha atingir seu horizonte de eventos.

De maneira similar, o nosso governo, nas suas mais diversas manifestações, é possuidor de uma voracidade inenarrável e, ao mesmo tempo, não reflete absolutamente nada de positivo para os entes que o alimentam

Por último, e de longe a analogia mais importante, pelo menos segundo a minha maneira de entender a nossa atual situação, é a que considera a nossa casta dominante como apresentando comportamento altamente similar ao que foi apresentado pela Aristocracia Francesa, durante todo o período imediatamente anterior à revolução francesa de 1789.

Os sintomas são todos claramente os mesmos: Total irresponsabilidade e despreocupação com o interesse público; ausência completa de qualquer tipo de escrúpulos ao se apoderar da riqueza que lhes é disponibilizada através dos impostos e taxas; um grande pacto das elites para a autoproteção contra o desespero provocado em toda a população por esta se encontrar acéfala e dirigida por uma cambada de imbecis, todos altamente inúteis e inconsequentes e cuja única característica comum é a disposição para roubar o que puder e enquanto der; tudo isso a par com uma alienação das reais condições da população que beira a ingenuidade. “Se não tem pão, por que não comem brioches?”

O altíssimo nível de extorsão governamental, aliado com o também imenso nível de arbítrio contido nas decisões estapafúrdias oriundas de dirigentes totalmente despreparados e desonestos, nomeados por serem irmão do cunhado da piniqueira da rapariga do deputado, ou porque a sua mãe era amiga da mulher do presidente, ou porque foi advogado da turma do “Campo Majoritário” por muito tempo, ou por qualquer outro motivo que seja, por mais banal que possa parecer, desde que seja preservada a lealdade à gangue que se apossou do poder, é o que tem levado as aberrações a píncaros de paroxismo. Os despautérios se sucedem infinitamente. Pelo menos, até o terror começar e cabeças começarem a ser decepadas.

A esperança só renasce das cinzas ao vermos um coronel se pronunciar, declarando a firme disposição de cercar o STF e engaiolar todas as excelências sine die, caso viessem a liberar o facínora mor deste país através de alguma das dezenas de manobras jurídicas escusas já tentadas. Bastou isso para a famigerada 2ª turma cagar bem fininho e votar 5 a zero contra a liberação.

Por mim, teria aproveitado a ocasião e o motivo para dar um basta bem definitivo nesta putaria toda!

PEQUENO MANUAL DE ESTÉTICA DO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Os tempos modernos que estamos vivendo são verdadeiramente admiráveis!

Depois de termos testemunhado coisas bizarras tais como “O Teatro do Oprimido”, “A Pedagogia do Lascado”, “A Ideologia do Arrombado”, e coisas assim… Passamos a presenciar uma verdadeira miscelânea nas tendências da moda, entendida esta como um “statement” de afirmação individual de princípios e valores. Para nós, remanescentes de uma era em que o bardo Falcão apregoava insistentemente que “Homem é homem! Menino é menino! Político é político! E Baitola é baitola!”, só nos restou um total atordoamento com as bizarrices com que temos nos deparado em todos os locais públicos para onde nos dirigimos.

Assim, visando contribuir com meus colegas sexagenários, colegas estes também de estupor e de atordoamento, segue uma modesta tentativa de interpretação destes novos tempos.

1. “HOMEM” COM BRINCOS – Eis aí um bom exemplo de comportamento bastante controverso. Existem aqueles que afirmam com segurança que há todo um “CODEX” de significados ocultos contidos neste simples penduricalho, antes privilégio do belo sexo. Dizem que, usado na orelha direita, significa que o portador é gay ativo. Já na orelha esquerda, seria gay passivo. Usados nas duas orelhas, seria do tipo que topa tudo: Dá, come, chupa, faz qualquer negócio. É um caso ainda sujeito a estudos. Por outro lado, o tipo de brinco seria também prenhe de significados. Um simples e pequenininho “strass” ? Bichinha enrustida e delicada! Um enorme batoque? Gay “mucho macho”! Aguenta qualquer bitola de piroca! E por aí vai…

2. “HOMEM” COM CABELO ESTILO SAMURAI – É aquele “rabo de cavalo” amarrado na parte de trás do topo da cabeça. Esse estilo foi, com certeza, copiado de um ninja gay. A função original daquele nó de cabelos no cocuruto do “de cujus” era para deixar o “teatro de operações” desimpedido de cabelos, bem como para dar um ponto de apoio onde o indivíduo que estivesse lhe proporcionando uma penetração anal tivesse onde se segurar.

3. BONÉ VIRADO PARA TRÁS – Originalmente, representava um gesto de rebeldia adolescente totalmente inócuo. Quando alguém observava que a posição estava errada, a resposta era: DEIXE! EU QUERO ASSIM MESMO! Era uma afirmação infantil de independência. Hoje, utilizado por marmanjos descerebrados, representa apenas e tão somente um retardado mental perseverando em um comportamento pueril e idiota.

4. CALÇA TODA RASGADA E ESFARRAPADA – Originalmente, esta nova forma de ostentar riqueza por inversão (já que essas calças costumavam ser vendidas em butiques carésimas) era limitada às representantes do belo sexo. Depois, com a geleia geral estabelecida pela nova ideologia de “gêneros”, a distinção entre os sexos se evanesceu, até que deixou de existir completamente. Assim, criaturas de sexo indiferenciado passaram a adotar também este tipo de identificação com azelites. O interessante é que só as calças são objeto desta estética grotesca. Blusas, blazers, etc. não são atingidos por este comportamento.

5. “HOMEM” COM CALÇA FOLGADONA, SEM CINTURÃO E MOSTRANDO A BUNDA – Originalmente, esta nova forma de estética era limitada a presidiários. Isto porque eram proibidos de terem cintos e as calças eram distribuídas sem muita consideração com tamanho. Além disso, ao deixá-las escorregar, sinalizavam que estavam dispostos a ter relação anal com outros homens. Posteriormente, este comportamento foi adotado por uma escória social conhecida como “Gangsta”: cantores de rap, normalmente negros ou latinos, sempre marginais, como forma de identificação e de adesão aos grupos mais perigosos e poderosos, tais como traficantes e bandidos de outras espécies menos votadas. Esta estética, ao ser adotada por gayzinhos ricos e de classe média, iniciantes nas artes da pederastia, tem a vantagem de deixar antever-lhes a regada da bunda, o que é uma forma de incitar a tesão dos possíveis pederastas ativos com potencial para fornicar-lhes o ânus.

6. “HOMEM” COM BARBA DESENHADA – Outra nova forma de estética absolutamente paradoxal. Ao contrário do que podem pensar os mais incautos, o fato de deixar a barba não significa, em absoluto, que o indivíduo não seja adepto das novas formas de relacionamento sexual preconizadas pela ideologia de gêneros. O simples fato de um indivíduo, nascido do sexo masculino, passar um tempo enoooooooorme fazendo delicados desenhos na barba já diz muito do quanto a sua mente está predisposta e aberta à descoberta de novas experiências sexuais, especialmente aquelas não corriqueiras e triviais, se é que me entendem.

7. “HOMEM” COM CABELO RASPADO NAS LATERAIS – É fascinante como este tipo de comportamento vem e vai, ao sabor dos caprichos da moda. Quando nós éramos criança, nossas mães mandavam cortar nosso cabelo estilo “Jack Demis”. Era bem baixinho em cima e raspado nas laterais. Este estilo, “basicamente militar”, era também conhecido como “Príncipe Danilo”, só Deus sabe por que. Muitos anos depois, surgiu a moda de raspar as laterais e deixar um penacho bem alto, tipo aquela tribo de índios americanos: Os Xoxones. Com pequena variação, já que a lateral não é mais raspada, é o estilo que Itamar Franco usava e que Donald Trump usa até hoje. Serve para disfarçar a careca. Agora, aparecem dezenas de criaturas, de novo, com as laterais raspadas e uma tuinha de cabelo no topo. Virou moda! Só que, como a maioria da população tem cabelo pixaim, fica parecendo que um pombo cagou na cabeça desses indivíduos. Quando é uma mulher que raspa as laterais da cabeça, é sinal inequívoco de preferências sexuais pouco ortodoxas.

8. USO DE FONES DE OUVIDO EM LOCAL PÚBLICO – Outra nova forma de expressão individual cuja imbecilidade galopante é símbolo dos novos tempos que estamos vivendo. Evidencia um total desprezo do indivíduo pelos componentes do seu entorno, aliado a uma dependência psicótica da audição em altíssimo volume dos sons bizarros propiciados pelas formas primitivas de música(?) atualmente em voga. Prenuncia uma forma gravíssima de autismo auto-induzido. Conduz a um abestalhamento galopante de difícil reversão posterior.

9. USO DE LENÇOS DE CABEÇA POR “HOMENS” – Mais uma nova forma de sutil de afirmação da sexualidade adepta da ideologia de gêneros. Pode ocorrer que a homosexualidade do indivíduo esteja ainda em estágio latente mas, sem a menor sombra de dúvidas, é uma criatura predisposta a “preencher o seu vazio interior” de forma pouco ortodoxa. A crisálida muito em breve desabrochará!

10. TATUAGEM E PIERCING – Deixamos por último estas formas de expressão da individualidade por considerá-las, de longe, como sendo as mais imbecis de todas. Forma comum entre prisioneiros e prostitutas, invadiu de forma avassaladora todos os ambientes sociais, provocando uma situação em que fica dificílima a identificação de quem é puta, quem é bandido, quem é viado, etc. Nossa sorte é que os diversos comportamentos patológicos geralmente ocorrem de forma consorciada, o que nos facilita sobremaneira a catalogação.

DEMOCRACIA, SOCIALISMO E DESENVOLVIMENTO

Meu velho pai (92 anos e ainda namorando) me falou certa vez que existem coisas que não conseguem caminhar juntas nem a pau. O exemplo mais maravilhoso que ele me deu foi aquela velha balela do “Liberté – Egalité – Fraternité!”

Segundo ele, se houver “Fraternité e Liberté”, a “Egalité” vai rapidinho para o beleléu! Algumas pessoas, mais bem dispostas para trabalhar, e mais bem aquinhoadas de talentos, rapidamente se destacarão à frente da massa majoritária de medíocres e estará terminada a igualdade. A mim parece que Deus nunca foi muito adepto do socialismo, já que tem essa mania desgraçada de sempre fazer alguns muito mais capazes de realizações do que os demais. Assim, não tem igualdade que dure.

Por outro lado, se quisermos forçar a existência de “Fraternité” e “Egalité” na marra, tal qual os experimentos socialistas comprovaram exaustivamente, a “Liberté” vai para o cacete rapidinho. A situação fica que nem aquela célebre frase do General Figueredo: Quem não aceitar a “Egalité” eu prendo e arrebento. Só desta forma, prendendo e arrebentando, os mais trabalhadores e capazes poderão ser forçados a ceder parte dos seus ganhos para vagabundos que, ou não trabalham, ou que são desprovidos de talento e coragem.

De maneira semelhante, os conceitos de Democracia, Socialismo e Desenvolvimento Econômico são absolutamente imiscíveis. Não se misturam em hipótese alguma. Falou em socialismo, pode até haver desenvolvimento econômico, mas a democracia vai diretinho para o vinagre. Durante a época do stalinismo na antiga URSS, presenciamos uma acelerada acumulação de capital nas mãos do Estado, capital este direcionado para uma acelerada industrialização, só que sob o tacão de uma ditadura furiosa e que matou milhões de pessoas. Primeiro, matou milhões de dissidentes enviando-os aos Gulags (prisões na Sibéria). Depois, de fome mesmo, devido aos desastrosos resultados provenientes da coletivização forçada das fazendas. Obrigados a entregar toda a produção ao Governo, sem nenhuma garantia de que seriam adequadamente remunerados e recompensados, a produção agrária passou a apresentar sucessivamente resultados pífios, que não eram suficientes nem para manter a população adequadamente alimentada, mesmo após esta ter sido substancialmente reduzida artificialmente por expurgos e guerras.

Por outro lado, o caso da China é emblemático. Para conseguir alcançar altos índices de desenvolvimento econômico, o governo de Deng Shiao Ping optou por abrir mão do socialismo, mesmo que a conta-gotas. À medida que algumas regiões eram liberadas para que os próprios habitantes tomassem a iniciativa de realizar investimentos econômicos, sempre utilizando a altíssima taxa de poupança individual mantida pela população, estas mesmas regiões literalmente explodiram em desenvolvimento e se transformaram nas locomotivas do crescimento chinês. Optou-se por uma abordagem pragmática em que, nos dizeres do próprio Deng, “Não interessa a cor do gato. Interessa se ele caça os ratos!”.

Uma nação não pode ser ignorante e livre ao mesmo tempo. (Thomas Jefferson)

Eis que, depois de darmos algumas voltas, chegamos ao nosso Brasil velho de guerra. O primeiro ponto que salta à vista é que somos periodicamente obrigados a escolher entre uma plêiade de gatunos e salafrários da pior espécie para ver quais deles serão agraciados com o direito inamovível de nos esfolarem até os ossos durante os próximos anos. Só temos o direito de escolher um ou outro. Rejeitá-los maciçamente não está previsto entre nossas prerrogativas. Colocar um cabresto em suas iniciativas legiferantes nojentas nem pensar. Ao se elegerem, tornam-se plenipotenciários e pairam acima do bem e do mau.

Eis que, numa dessas voltas que a vida dá, hordas de eleitores simiescos elegeram sucessivamente encantadores de jumentos cujas promessas de criar um paraíso na terra, ocasião na qual jorraria o lei e o mel das fontes em praças públicas, sem que ninguém tivesse que realizar nenhum esforço para tal, e nos levaram a uma era voltada para a implantação do socialismo bolivariano (seja lá isso o que diabos for) em nossa querida terra brasilis.

Hoje, depois do total fiasco da cleptocracia implantada, só descoberta por causa do concomitante fiasco da economia como um todo, o país se prepara para uma eleição que se apresenta como sendo um divisor de águas. A economia do país exangue e a população exausta com tantos escândalos de roubalheiras sem fim, encontra-se na expectativa do que sairá de tanta tormenta. Enquanto isso, as esquerdas, órfãs após a prisão do Sumo-sacerdote da sua seita fanática, ensaia uma reação que faria inveja a El Cid – O Campeador.

Para os que não sabem ou não se lembram, consta na tradição lendária que, ao contrário de vê-lo morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de “Campeador”, ou “El Cid”, ou “Mio Cid”, faleceu numa cama de seu castelo, em Valência, a 10 de julho de 1099. É nesse ponto da história que Rodrigo vira uma lenda. Os mouros ficaram muito confiantes ao saber que El Cid havia finalmente morrido. Sua mulher, porém, mandou amarrar seu corpo ao cavalo, sua espada a sua mão, e o mandou ao campo de batalha. Ao ver El Cid em cima do seu cavalo , os mouros passaram a fugir e foram perseguidos e derrotados pelo exército de Rodrigo. Por isso reza a lenda que Don Rodrigo de Castella venceu uma batalha mesmo depois de morto. Seus restos mortais, juntamente com os de sua esposa, Jimena, estão sepultados na Catedral de Burgos.

É exatamente esta mesma proeza que está sendo ensaiada para El Lula – O Fraudador. Também conhecido como El Gran Raton. Querem amarrar o seu cadáver político a um estandarte já completamente desmoralizado e acham que, com esta providência, assustarão à população já devidamente escolada com os sucessivos trambiques e jogadas marqueteiras realizadas por esta facção criminosa ávida de poder e, atualmente, em luta encarniçada pela própria sobrevivência.

Vamos só ver se, ao fim e a termo, conseguimos nos livrar da maldição que assustadoramente tem pairado sobre as nossas cabeças, enviando para o cárcere, todos devidamente premiados com longas sentenças, esta caterva de obliterados mentais, até mesmo os agentes úteis e os não tão inocentes assim.

As estruturas governamentais do nosso país precisam passar urgentemente por um expurgo de dimensões bíblicas. A quantidade de apaniguados e aderentes que se encastelaram em posições de sinecura é verdadeiramente assombrosa. O inchaço estatal atinge proporções pantagruélicas e, o que é muito pior, são abcessos incrustados no organismo que precisam urgentemente serem devidamente lancetados, já que são majoritariamente compostos por anencéfalos cuja única característica que os levou a tais posições foi a disposição de toparem qualquer parada a fim de manterem a estrutura bolivariana no poder. VADE RETRO, SATANÁS! Exemplo de “sarcasmo (?)” Socialista.

P.S. Pra que diabos esse povo quer colocar um elefante trepado numa árvore? É devido a esse raciocínio torto que chamamos aos petistas no governo de Jabuti. Só estão lá no alto porque foram colocados por alguém. E as faculdades, lotadas de jumentos batizados, todos bancados pelos nossos impostos, é claro!

PECADOS CAPITAIS

Li, não sei mais nem onde nem quando, muito menos por quem foi dito, que o socialismo tinha, em tese, intenções maravilhosas: Igualdade econômica entre todas as pessoas, distribuição equitativa de renda, eliminação total da miséria, trabalhos distribuidos segundo a capacidade de cada um, e por aí vai…Seria o paraiso na terra. Só que … O RESULTADO É SEMPRE DESASTROSO!

Já o capitalismo, bem mais modesto em seu objetivo, pleiteia apenas que todos sejam iguais perante as leis e tenham acesso às mesmas oportunidades. Limita-se a deixar que cada um procure a melhoria da sua condição de vida segundo as suas inclinações. Quer ser um grande pianista? Corra atrás de seu sonho! Não deu certo? Seu talento não chega a tanto? Problema seu! Procure outro meio de ganhar a vida honestamente, mesmo que mais modesto, porem mais adequado à sua realidade como pessoa. Não cabe, dentro desta filosofia, que o Estado se converta em babá de ninguém, nem muito menos em uma muleta econômica para os fracassados ou preguiçosos. O seu papel, quando muito, é o de assegurar condições mínimas para que todas as crianças, independente da sua origem, seja de pais fracassados, seja de pais altamente bem sucedidos, tenham um mínimo de condições para adentrar nesta arena competitiva da busca de realização pessoal, tanto expandindo e polindo os seus talentos naturais como dando vazão aos seus anseios através da realização dos seus sonhos. Para que isso ocorra, uma escolaridade meritocrática e gratúita, desde a alfabetização até o ensino profissionalizante, é o pilar mestre. A universidade é apenas e tão somente uma extensão da educação básica e cuja natureza é eminentemente elitista, devendo ser limitada aos reconhecidamente melhores talentos. Exatamente o oposto daquilo que vem ocorrendo no nosso país: Temos uma educação básica desastrosa e forçamos, através de diversos artifícios enganosos, a entrada de hordas de analfabetos nos cursos superiores.

O único resultado prático desta política demagógica (mais uma) tem sido o enriquecimento acelerado de grandes grupos empresariais pouquíssimo voltados para o desempenho acadêmico ou a excelência profissional, juntamente com uma plêiade de carééééésimas Universidades Federais cujo objetivo maior é, a par com uma doutrinação marxista-leninista-petista de uma multidão de alunos anencéfalos, cevar professores regiamente remunerados e com um desempenho pífio, abaixo de qualquer crítica séria. Os alunos entram burros na universidade e saem promovidos a jumentos diplomados. Já o cidadão que banca financeiramente a esbórnia, ganha todos os dias um diploma de otário.

Tenho ensinado em faculdades dos mais diversos cursos (Engenharia, administração, economia, psicologia, arquitetura, etc.) ao longo dos últimos 40 anos. O quadro com que tenho me deparado é simplesmente aterrador. Os sintomas mais graves da longa e constante derrocada são os seguintes:

1. Dramática redução do universo vocabular. Só Deus sabe a angústia que me dá ao franquear a palavra a um destes meus alunos e vê-lo gaguejar e tartamudear num tatibitati digno de uma criança pouco instruida de 5 ou 6 anos. É uma verdadeira tortura! Para nós dois! Segundo Wittgenstein, “O universo vocabular delimita o tamanho do cérebro!” Por estas ocasiões, dá para ter uma ideia bem clara da pandemia de microcefalia que afeta nossa juventude universitária.

2. Os princípios e valores de um socialismo capenga e xinfrim estão entranhados na massa cerebral de nossa população, trombeteados que foram insistentemente por todos os meios de comunicação ao longo dos últimos anos. Sempre que menciono ganhos de produtividade em empresas que investiram em automação e racionalização das operações, com a consequente redução na quantidade de funcionários, sofro uma verdadeira barreira de críticas. Para eles, a missão das empresas é “criar emprego e renda” (sic), e não produzir riqueza. Considerações a respeito de produtividade e competitividade estão totalmente ausentes das suas ponderações. De forma semelhante, a pessoa que assume os riscos ao investir em uma empresa nunca é considerado o líder se arrisca e que provoca o progresso econômico. É sempre visto como o capitalista explorador da “mais valia” das pobres massas trabalhadoras.

3. Baixíssima capacidade de análise e de crítica. O certo e o errado não existem. Tudo se limita a uma questão de opinião e, segundo eles, cada um tem direito de ter a sua, por mais imbecil que possa ser, devendo ser por todos respeitada. Esta idiotice seria o cerne daquilo que eles conhecem como “Democracia”. Nas aulas de metodologia científica, ensinam-lhes a paginação normatizada dos trabalhos (3-3-2-2), o tipo e o tamanho das letras, como citar fulano apud sicrano, etc. Quanto à capacidade de raciocinar, o máximo a que chegam é o ensino da dialética marxista-hegeliana, onde o fundamental é ganhar a discussão através do uso dos mais diversos sofismas e falácias (Erística), e não a busca da verdade. Nada se fala a respeito da dialética socrática, onde a real arena das discussões e da busca do conhecimento é interna e pessoal.

4. Total e absoluta confusão entre os conceitos relativos a: a) Conjectura, b) Opinião, c) Argumento, d) Prova, e) Lei científica, f) Crença e g) Ideologia. A consequência é uma barafunda mental onde se misturam anarquicamente farrapos de ideias, muitas delas acreditadas simplesmente porque o crente deseja que sejam verdadeiras, método este que é a base de todas as ideologias que tanta miséria trouxeram ao mundo ao longo dos séculos.

Sabe o que é o mais irônico disso tudo? É essa multidão de anencéfalos, ao ir atrás da ilusão de criar um paraiso na Terra, terminaram criando infernos piores que a mais aterradora descrição bíblica . Vejam o exemplo do que ocorreu com Pol Pot, Hitler, Stalin, Mao, Fidel Castro, Hugo Chaves et caterva.

Enquanto isso, o capitalismo bota todas as suas fichas exatamente nas características humanas mais abominadas pelo bom-mocismo hipócrita das esquerdas e da igreja católica: Os sete pecados capitais. Estes são, na minha modesta opinião, os grandes acionadores do comportamento humano em todas as épocas. Foram eles que fizeram com que a nossa espécie deixasse de ser um frágil bando errante nas savanas africanas e evoluísse para o estágio civilizatório que temos hoje.

TROFEU IGNOBIL OU GENTE QUE FAZ! (MERDA. MUITA MERDA)

A sociedade que coloca a igualdade na frente da liberdade termina sem igualdade e sem liberdade. – Milton Friedman

Temos vivido recentemente tempos históricos! O fruto final da adoção de filosofias imbecis em nosso pais, como de resto em toda a América Latina, com a única e honrosa exceção do Chile, foi o triunfo das hordas ululantes de subhumanos sobre o aparato estatal e a mais completa vulgarização da nossa sociedade em todos os seus aspectos. Substituimos uma aristocracia, que já não era lá grande coisa, por um vagalhão de sindicalistas analfabetos e altamente vorazes, muito especialmente quando se trata da apropriação partidária e particular de fundos e recursos governamentais.

A epítome deste movimento histórico continental de degradação social em larga escala das últimas décadas é o meliante denominado Luiz Inácio Lula da Silva, que Deus o tenha e o Diabo que o carregue.

Assim, foi profundamente consternado, totalmente perplexo, absolutamente atônito e completamente estupefacto, que li recentemente na internet que havia sido aberto um “Abaixo Assinado” solicitando a inclusão do famoso meliante brasileiro, cuja característica peculiar é ser possuidor de apenas 9 dedos e de uma monumental ignorância, aliada a uma canalhice quase que absoluta, na lista dos indicados ao Prêmio Nobel da Paz deste presente ano da graça de 2018.

O motivo da minha consternação se deve ao fato do referido facínora ter pautado toda sua tragetória de enganador por atitudes e decisões absolutamente desastrosas para o nosso país, se não vejamos:

• Forçou artificialmente a divisão de nossa população em grupêlhos antagônicos, sempre visando criar uma “Luta de Classes” à la Brasil que justificasse a falida profecia marxista. Eram: Negros contra brancos dozóiazuis, heterosexuais contra homossexuais, patrões contra empregados, “Mortadelas” contra “Coxinhas”, “Machistas” contra “Feministas”, autodenominados “Progressistas” contra “Facistas” ou “Neoliberais”(seja lá o que isso for), e por aí vai.

• Disseminou em toda a população pobre a mentira de que o Estado teria a “Obrigação” de prover-lhes o sustento, sem que para isso tivessem de realizar o mínimo esforço trabalhando, bastando para isso fazer uma “Distribuição de Renda” na marra. Qualquer cagada que viessem a fazer, a culpa seria apenas e tão somente da “sociedade”. A única cobrança seria estes terem que perpetuar a gangue dos fascínoras no poder através do voto de cabresto.

• Forçou, através de todos os meios possíveis e imagináveis, a destruição de todos os valores morais e de decência em nossa população, especialmente dentre a população dos mais jovens, através de uma ideologia em que o certo e o errado passou a ser questão de “opinião”, e onde o que interessa é a satisfação dos prazeres, mesmo aqueles mais bestiais.

• Quebrou a economia do nosso país, deixando um legado maldito de R$ 3,5 TRILHÕES de dívida pública, dívida esta que consome atualmente quase a metade de todos os escorchantes impostos cobrados da população, impostos estes situados entre um dos mais altos do mundo e que reverte em pouquíssimos benefícios para a população, já que a metade restante dos impostos só dá para manter os nababos inamovíveis que se encontram encastelados na estrutura estatal.

• Inchou o aparato estatal atraves do aparelhamento de todos os seus ramos, sempre concomitante com a colocação de asseclas em posições de comando. Estes, guindados a posições de poder cuja capacidade de oferecer oportunidades para roubar nunca tinha sido nem vislumbrada pelas hordas de fascínoras, mesmo em seus mais selvagens devaneios, provocou o total apodrecimento das estrutura governamentais através de uma corrupção endêmica e altamente predatória dos recursos públicos, não sobrando nada para as obras a serem realizadas.

• Apodreceu a cúpula do judiciário através da indicação de cúmplices para posições fundamentais de nossa nação, assim como corrompeu todo o legislativo através da cooptação dos representantes populares com prebendas e cargos, fazendo com que as casas legislativas deste países se transformassem em covis de ladrões e local da realização das mais tenebrosas transações.

• Intentou repetir na nossa economia o “Milagre da Multiplicação dos Pães” através de uma loucura que denominou “Nova Matriz Econômica”. Pretendia criar desenvolvimento através da “gastança”, e não da poupança. Ao invés da tão abominada “Acumulação de Capital”, pretendia fazer o desenvolvimento da economia através da farta distribuião de um dinheiro que o governo não tinha, para uma população que nada produzia e que, o que é pior ainda, não tinha a mínima intenção de produzir nada a não ser novos filhos para aumentar a “Bolsa” recebida.

• Dizimou todos os centros de excelência anteriormente existentes em nosso país através da invasão dos mesmos por gestores alinhados ideologicamente com o projeto de hegemonia absoluta e cuja característica maior da personalidade era uma total e absoluta imbecilidade, alinhada a uma imensa capacidade de roubar, seja para o partido, seja para sí mesmo. Com isso, dizimou as outroras líderes da nossa economia, antes exemplos para o mundo, restando apenas as carcaças falidas das mesmas, pálidas sombras do que já foram um dia.

Por tudo isso, e por muito mais que poderíamos nos estender por páginas e páginas, solicito ao nosso prezado editor, que abra um “Abaixo Assinado” nesta gazeta visando coletar adesões de apoio à concessão para este bucéfalo acima mencionado da láurea que aqui mostramos.

RAZÃO E EMOÇÃO

Tenho me esforçado a não rir das ações humanas, nem as odiar, nem chorar por elas, mais sim compreendê-las. – Baruch de Spinoza

Há já bastante tempo que cheguei a uma conclusão extremamente paradoxal a respeito da nossa espécie.

Minhas observações do comportamento das pessoas me levaram a concluir que nós, os seres humanos, depois de termos encarnado sucessivas vezes, termos sofrido um longo e penoso processo de evolução pessoal, assim como de termos evoluído enormemente em termos morais, deveremos retornar a este planeta sob a forma de um cão. Falo isto sem nenhuma ironia ou sarcasmo, podem crer.

A minha admiração pelas altíssimas qualidades morais apresentadas pelos cães, especialmente as raças mais desenvolvidas “intelectualmente”, não tem limites. Raças como Pastor Alemão, Labrador, aquela raça japonesa do cachorrinho que continuou indo à estação de trem esperar pelo seu amigo já falecido até morrer, ou até mesmo o nosso modestíssimo “Vira-Latas”, são tantas e em nível tão elevado que qualquer ser humano que as possuísse, poderia e deveria servir de exemplo para toda a humanidade.

Dentre as inúmeras qualidades dessas criaturas abençoadas, poderia começar mencionando a dedicação absoluta que votam aos seus donos. É amor para toda uma vida e até mais. Mesmo após a pior das reprimendas, quando fazem alguma coisa errada, ou até mesmo castigo físico; basta o dono assoviar os chamando que a alegria se espalha em seus rostos e eles se aproximam imediatamente, dando saltos de alegria e já esquecidos dos castigos e das broncas recebidas. Isso sim é capacidade de perdoar!

No quesito da bravura e da abnegação, mais uma vez são incomparáveis. Ao perceber a presença de alguma coisa que possa ameaçar seu amigo, imediatamente viram fera. Não lhes importa o tamanho da ameaça ou do perigo. Vão com tudo em cima da ameaça, dispostos a matar ou morrer, sempre pensando em preservar seu dono. É a velha estória: “Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão”!

Poderia continuar esta lista por longo tempo. Poderia falar de coisas como a sinceridade, a honestidade, etc. Mas vou parar por aqui pois tem outras coisas importantes que eu gostaria de acrescentar a este raciocínio que iniciei. Lembremos apenas que estas qualidades morais são desenvolvidas em cães criados com apuro e carinho pelos seus criadores.

Outro raciocínio maluco e paradoxal a respeito deste assunto é que nosso Criador, ao criar a espécie humana, dotou-a com um programa BIOS, instalado na sua memória EPROM, onde estão claramente definidos todos os conceitos morais. Acredito firmemente que não há um só ser humano que não tenha uma consciência bem clara a respeito daquilo que é correto e que é errado. Acredito inclusive que já nascemos, em maior ou menor grau, já sabendo todos estes conceitos básicos para uma convivência harmoniosa com os nossos semelhantes. Tudo o que os pais fazem, ao meu ver, é ativar e reforçar (ou não) estes conceitos que, de uma maneira ou de outra, já estão latentes na personalidade da criança.

Quando uma criança se irrita com a mãe, por ver contrariado algum desejo seu, e lhe dá uma tapa; a reação escandalizada da mãe, as vezes até de forma histriônica e teatralizada, é mais que suficiente para inculcar e reforçar na criancinha o conceito de que aquele ato é abominável. O mesmo se dá quando ela se irrita com um coleguinha e lhe bate. Firma-se na sua personalidade o conceito de que não é correto bater nas outras pessoas, seja por que razão for. O mesmo se dá quando ela se apropria de algo pertencente a um coleguinha. Na maioria das vezes, basta uma pequena explicação para que ela entenda e passe a praticar o conceito de que não é correto se apropriar daquilo que não lhe pertence.

A experiência tem nos mostrado que até mesmo os cães, sobre os quais dizemos não serem possuidores de raciocínio, apresentam altíssimo grau de discernimento a respeito do que é certo e errado. Basta que ralhemos com eles, após terem praticado alguma ação condenável, para que demonstrem claramente todo o seu grau de arrependimento e contrição. Isto nos demonstra de forma irretorquível sua capacidade para aquilatar as ações corretas e as erradas.

Hoje, no Brasil, toda a inteligência e engenho humano parecem estar sendo direcionados para justificar o injustificável, dizer que o certo é errado, e para acobertar todo tipo de patifaria e canalhice.

Raciocinemos um pouco a respeito da degradação moral que vem assolando nosso país nos últimos anos. A enxurrada de canalhices a que estamos sendo hodiernamente submetidos, segundo creio, não é casual. É projeto meticuloso, pensado e repensado, visando única e exclusivamente transformar nossa sociedade em uma total cachorrada, na pior acepção que esta palavra pode ter. Tudo começa com a “ideologia de gêneros” e com a moralidade de bordel que é trombeteada pelos grandes meios de comunicação. É uma verdadeira lavagem cerebral! Os meios de comunicação só estão comprometidos com os índices de audiência propiciados pela apresentação do bizarro, do grotesco, do aberrante, do chocante e do desviante de qualquer padrão de moralidade, mensagem que é dirigida especialmente àquelas classes socioeconômicas mais vulneráveis a este tipo de pregação. Está sendo preparado aí o nosso desastre.

A observação nos mostra que as cadelas de rua são absolutamente promíscuas: Copulam com seus pais, irmãos, filhos, e quem mais aparecer, sem nenhuma distinção ou escrúpulo. Quando estão no cio, são capazes de fornicar sucessivamente com toda uma imensa legião de machos. Determinar a paternidade das sucessivas ninhadas gestadas é tarefa praticamente impossível. O resultado desta promiscuidade sem regras ou limites é a produção de legiões de ninhadas raquíticas e criadas ao Deus dará.

Pois bem! É esta mesma moralidade de “cadela de rua no cio” que tem sido insistentemente apregoada pelas lideranças formadoras de opinião das nossas esquerdas bolivarianas. As consequências nos tem sido verdadeiramente trágicas e sua implementação em nosso país extremamente bem sucedida.

Esta tem sido a gênese da explosão de uma multidão de bastardos atualmente em criação. As “pitchulinhas” e “funkeiras”, já de per si predispostas a este tipo de comportamento promíscuo, induzidas pela avalanche de mensagem direcionadoras e turbinadas por músicas mesmerizantes e coreografias imitativas de uma sensualidade animalesca, mergulham de cabeça numa verdadeira cachorrada.

A consequência? Legiões de jovens adolescentes gerando sucessivas gestações de pais desconhecidos ou, quando muito, apenas desconfiados. Uma amiga minha, plena de bondade e de caridade cristã, tentou justificar essas gestações como sendo consequência de um possível “acidente”. Respondi-lhe que só seria acidente caso estas jovens tivessem escorregado sem calcinha e, por cúmulo do azar, caído sentada exatamente sobre um pênis ereto. O passo seguinte destas jovens é submeter o elemento suspeito da proeza de tê-las emprenhado a teste de DNA. Isto visando apenas e tão somente a assegurar uma miserável pensão alimentícia. Essas crianças “criadas de solta”, como se dizia do gado Pé Duro do sertão do Piauí, recebem pouca ou nenhuma orientação do tipo que mencionamos acima, e que visariam despertar-lhes e desenvolver-lhes suas qualidades morais. Só lhes resta como “Moldador de comportamento” a repressão policial. Está aí explicada a explosão da criminalidade e o crescimento geométrico do número de pessoas encarceradas em nosso país.