14 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS MAIRTON – BRASÍLIA-DF

Berto,

nesta sexta-feira (14/dez), acontecerá o lançamento do meu primeiro e-book em espanhol:

La Manicura y otros casos de amor y traición (Spanish Edition)
Link: http://a.co/d/c70fpSS

Peço aos fubânicos que divulguem o link com falantes e leitores do idioma castelhano, nos ajudando a romper as fronteiras da língua portuguesa!

Quem puder comprar, também ajuda.

A propósito, o livro já está disponível na Amazon, em português, ao lado de outros e-books de minha autoria:

A Manicure e outros casos de amor e traição
Link: http://a.co/d/9oBWQy3

Crônicas Forenses: realidade e ficção da vida de um juiz federal
Link: http://a.co/d/43pFegc

A Filha da Cartomante: e outros casos misteriosos
Link: http://a.co/d/i9Hwfqa

Um país desenvolvido: e outros cordéis de crítica social
Link: http://a.co/d/e011EpQ

R. Num me canso de repetir e alardear: nesta gazeta escrota só tem cabra talentoso, malassombrado e competente!

Um colunista fubânico brilhando com sua obra de ficção em tradução para o espanhol.

Excelente notícia!

Parabéns, meu caro.

Que você faça o sucesso que merece e brilhe muito.

13 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Berto,

essa foto eu achei nos meus alfarrábios.

Isso foi ano passado, num curso do colégio militar..

O curso armou a tenda e botou o letreiro assim.

R. Danô-se!!!

Vixe!!!

Que reclame da porra!!!

De que furico será que tão falando e dizendo que o melhor?

Seria o de Gleisi???

Vôte!!!

Você diz que tirou este retrato no Colégio Militar.

Como o próximo presidente vai ser um Capitão, tendo um General como vice, eu vou torcer pra que eles não achem o nosso “o melhor” e tentem enfiar a pajaraca nele!!!!

13 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Meu Papa!!!

Tava pensâno aqui nin cortá o cabelo, mai tive que desistir, vum!!!

Vôte!!!

Grande abraço!!!

R. Danô-se!!!

O cabra entra pra cortar o cabelo e sai de pajaraca cortada!

Sai-te, homi!!!

Essa barbearia do Darcy é aí em Paulo Afonso, é?

Num entro nela nem com a bixiga lixa!

11 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

HENRIQUE J. BERGER – LONDRINA-PR

Prezado Luiz Berto,

Segue anexo minha pequena contribuição para esta gazeta escrota que eu tanto gosto.

Um grande abraço de Londrina-PR, a terra mais fértil do Brasil pois daqui saiu Gilberto Carvalho, José Janene, Alberto Youseff, André Vargas, Paulo Bosta Bernardo passou por aqui etc.

Em tempo, sou natural de Santa Catarina…

Ufa!

R. De fato, esta Londrina é uma terra fértil em grandes nomes que chega causa espanto!!!

Gratíssimo pela generosa doação, meu caro.

São vocês leitores que mantem esta gazeta no ar, cobrindo todas as nossas despesas com manutenção, hospedagem e tudo o mais.

Chupicleide, secretária de redação e com os salários atrasados, chega se mijou-se todinha de tanta alegria!

Um grande abraço pra toda comunidade dessa linda, progressista e acolhedora Londrina!

10 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PAULO LEAL – BRASÍLIA-DF

Meu amigo Berto,

hoje fiz a transferência do mês passado e deste mês.

Num valor de 140 reais.

Vai ajudar no panetone de Chupicleide.

Abraços,

R. Meu caro amigo e leitor Paulo Leal, quero declarar de público que Chupicleide chega escoiceou e relinchou de tanta alegria aqui na redação do JBF quando soube de sua doação.

A coitada tá mais lisa do que bochecha de anjo e tem esperanças de que vai mesmo comprar um panetone pro Natal, além de receber salários atrasados e 13º, contando com a generosidade da comunidade fubânica.

Ela já ameaçou entrar de greve umas trezentas vezes neste ano de 2018 por conta de precisão e passamento de fome.

Agradecemos, eu e Chupicleide, a generosidade de todos vocês, leitores e colunistas, que ajudam a manter esta gazeta escrota no ar, cobrindo despesas com hospedagem, propina pra autoridades e tudo o mais.

Como todos já sabem, somos um jornaleco safado que não conta com qualquer ajuda pública ou privada.

A Petrobras e o Banco do Brasil nem dão retorno aos nossos desesperados apelos!!!

Enquanto o Coaf não fizer escândalo com a gente, continuamos de cofre e coração abertos pra generosidade de todos vocês.

Este Editor e Chupicleide estamos torcendo pra que o famoso “espírito natalino” abrande o coração dos miscos, dos unhas-de-fome e dos pirangueiros de todo o Brasil.

10 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ORLY GUERRA – VILA VELHA-ES

Prezado Luiz Berto,

você sempre nos ajudou (aposentados do BANESPA), postando nossas mensagens ou comentando nosso drama vivido nas mãos dos donos do BANCO ESPANHOL Santander, que manda no BRASIL, principalmente na justiça.

USURPOU-NOS 35,6% entre setembro-2001 a agosto-2006 (cinco anos), nossas milhares ações individuais o TST mandou para o arquivo.

Temos duas ações coletivas patrocinadas por nossa Associação de Aposentados (AFABESP).

Ganhamos, mas não levamos!

Uma de 1998 referente às gratificações que recebíamos quando estávamos na ativa e, também, depois de aposentados (consta no Regulamento do Pessoal); e outra ação dando tutela antecipada devolvendo o que nos foi USURPADO – a tal TUTELA ANTECIPADA já está com SESSENTA E SETE MESES e o Santander NÃO CUMPRE.

Cadê nossa JUSTIÇA?

MANDEI MENSAGEM PARA FHC e muitos diretórios:

EX – EXCELENTÍSSIMO PRESIDENTE DO BRASIL

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Sou um dos quinze mil aposentados do Extinto-BANESPA, privatizado em 20 de novembro de 2000, cujo controlador é o banco SANTANDER.

Dirijo-me à vossa Ex-Excelência, no sentido de solicitar

AJUDA.

Trata-se do seguinte, aquele acordo homologado no TST (ex-presidente do TST ALMIR PAZZIANOTTO), quando vossa ex – Excelência era PRESIDENTE do BRASIL, em 28-novembro-2001, tirou 35,7% DAS NOSSAS APOSENTADORIAS; que correspondem a 56% de perda sobre o complemento que o Santander nos paga. (lembrando que o Santander diminui nossos complementos, em janeiro de cada ano, usurpando o reajuste que o INSS nos dá nos benefícios).

Vossa ex – excelência ajudou a enriquecer ainda mais o banco Espanhol SANTANDER. Tal acordo foi apresentado e assinado em UM DIA apenas e presenciado por Sindicalistas que fretaram avião para Brasília. Deveria ter dado um prazo de 10 dias e ter permitido nossa Associação de Aposentados AFABESP, dizer que NÃO APROVAVA tal excrecência.

Clique aqui e leia este artigo completo »

10 dezembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

WILTON CARVALHO DE MENEZES – VITÓRIA-ES

Berto.

Já que você gosta de fuleiragem, publica aí nessa respeitável tribuna, uma passagem na cidade de Cruz das Almas, com um grupo de estudantes da escola de Agronomia.

Um forte abraço.

* * *

PEDROSA O LIQUIDADO

Por atendermos o seu principal pedido, após a morte, fomos presos por alguns minutos na delegacia local.

Se não fosse a presença do sargento Batista, nosso contemporâneo na Escola, teríamos tomado algumas borrachadas do soldado Amizadinha.

Batista era o delegado de Cruz das Almas, naquela época.

Amizadinha, assim chamado, era muito amável quando metia a porrada em algum delinqüente. Perguntava: – Quer mais ? Tá doendo amizadinha ? – E metia o pau.

Pois bem: Pedrosa do Almeida, como era conhecido na cidade, sempre nos dizia, que já estava liquidado, nos pediu que quando ele morresse, queria que satisfizéssemos o seu último desejo com a nossa presença, cantando músicas de Nelson Gonçalves e inclusive também queria tomar umas canas.

Era uma figura singular: alto, mais ou menos um metro e oitenta de altura, branco de cabelos lisos puxados para trás, porte físico avantajado e na faixa etária de 50 anos. O que mais o caracterizava, entretanto, era a permanente vermelhidão do seu rosto ovalado e a tremedeira constante das mãos a igualar-se a uma vara verde ou um motor das antigas Toyota Bandeirantes.

Nunca ficamos sabendo o seu prenome. Sabíamos apenas que era paraibano de Souza, embora parecesse mais com um alemão da Bavária, e que já há alguns anos residia na região, onde era funcionário do antigo DNER, hoje DINIT, exercendo a função de desenhista, não se sabe como, posto que este ofício, está a exigir equilíbrio manual para os traços (e não tragos), para delinear as curvaturas, alinhamentos, cotas, tangentes, etc…, como nos ensinou o mestre Clovis (meus senhores), em suas aulas de desenho técnico ainda no primeiro semestre.

Na verdade, o que nosso personagem Pedrosa, fazia com maestria era o levantamento de copo da maldita branquinha ou de infusão de folhas da nossa flora como: quina-quina, milhomes, imbira, salsinha, jatobá, jiló e outras, diariamente sempre acompanhado dos seus escudeiros fieis; Zeca Macaco, Moura e Paulo Abufelado.

Vivia entre internações em Salvador e fugas para Cruz das Almas, onde enterrava a cara na cachaça.

Se apresentava com a cara inchada, barrigudo e com os braços e pernas finas. A cirrose estava lhe comendo o fígado.

Mesmo assim, ele não dava trégua e entrava na farra. Essa era a sua vida. Também havia uma paixão mal resolvida, que o fazia beber mais ainda.

Era habituê contumaz da quitanda de Tonha Gorda, chegando a tardinha, sempre bem vestido e logo procurando por Zé Bodinho, criança de 4 a 5 anos e seu afeiçoado, dando-lhe guloseimas ou até mesmo alguns trocados, pois sua mãe era carente, morando nas proximidades da quitanda de Tonha.

O Zé Bodinho era uma criança esquálida, pálida e de barriga proeminente, oriunda, acreditava Violeta, que motivada pela quantidade de vermes, que algumas espécies, até mesmo a medicina desconhecia.

Pois bem, em razão da coincidência de horários, a turma da Saborosa, travou com Pedrosa, boa amizade regada ao consumo de H2O5OH, como seria de esperar.

Sempre usava a expressão; Tá liquidado, para qualquer assunto das nossas conversas, fosse; política, futebol, mulheres, etc…

Tinha as músicas preferidas, que nos pedia para cantar. A Deusa do Asfalto, era a mais solicitada. ”Um dia sonhei um porvir risonho e coloquei o meu sonho, num pedestal bem alto…”

Sabíamos que Pedrosa estava internado no hospital Bonsucesso, de Cruz das Almas e seu estado era grave.

Num dia sombrio, assim que chegamos na quitanda de Tonha, notamos um ar de tristeza, com a mesma pelos cantos e choramingando, quando então Gano, a indagou qual o motivo daquela situação, e incontinente respondeu que Pedrosa tinha morrido a coisa de 2 horas e que seu corpo estava ainda, no hospital Bonsucesso.

Após alguns goles, já em homenagem ao distinto falecido, nos dirigimos ao referido hospital, e lá fomos informados que o corpo já se encontrava na capela mortuária, anexa.

Fomos para lá e nos deparamos com o barnabé estirado, e por paradoxal que pareça, com o rosto pálido, ao contrário daquele que estávamos habituados a observar, ou seja, vermelho.

Não tinha mais ninguém além de nós. Com certeza Zeca Macaco e Paulo Abufelado, ou já tinham passado ou ainda passariam para reverenciar o amigo de copo.

Ficamos silentes alguns instantes, como que, com relativo temor, do que a maldita da pinga poderia fazer conosco.

Não pensamos duas vezes e resolvemos logo, satisfazer o seu último desejo. Tínhamos receio de que caso não cumpríssemos ele viria puxar os nossos pés.

Pedrosa já estava arrumado no caixão e logo em seguida chegaram Tonha, a Carioca, Taquari, Biguá, dona Pêu – mãe de Zé Bodinho, vizinha de Tonha, Fuinha e Zeca Macaco, para quem, Pedrosa pagou muitas cachaças.

Violeta, desencapou o violão e começamos a nossa última homenagem ao que partia desta para o além. Entre uma música e outra, tomávamos doses de Saborosa, que também era servida ao nosso amigo moribundo.

Sem que percebêssemos, alguém que não sabia do pedido do inditoso, sentindo indignação, com aquela homenagem profana, comunicou à polícia, que logo chegou e levou todo mundo de bolo.

Amizadinha, já estava lá na delegacia, doido para nos meter a borracha. Mas ainda não foi naquela vez, porque foi o nosso colega, delegado Batista quem nos recepcionou. Só fomos liberados ao relatar sobre o pedido do ilustre morto.

MARLENE JUNQUEIRA – RIBEIRÃO PRETO-SP

Nobre Editor,

Perguntar não ofende.

Mostre esta para os leitores do JBF.

Bom final de semana!!

R. Cara leitora, eu é que vou fazer uma pergunta.

Isto é mesmo verdade???

Ou seria feiquinius?

317 milhões em 12  contas???

Danô-se!!!

Apelo pro fubânico luleiro Catador de Links pra saber se isto é real ou falso.

Vamos aguardar as explicações dele.

VANDERLEI ZANETTI – SÃO PAULO-SP

Meu caro Luiz Berto,

Penso que o vídeo anexo, intitulado “Neto critica Tite e dispara: Bolsonaro, vai pra cima deles!”, merece ser visto pelos amigos Fubânicos.

Um grande abraço,

JOSÉ DOMINGOS BRITO – SÃO PAULO-SP

Senhor Editor

O jornal, rádio e TV passaram a sexta-feira denunciando o assédio sexual provocado por João de Deus, mais conhecido como “John of God”, pois ele opera mais estrangeiros do que brasileiros.

Já estive lá três vezes: uma para me curar de um problema na coluna e duas para acompanhar amigos. Não me curei total, mas senti uma melhora. São cirurgias espirituais onde ele nem encosta na gente.

Quando me contaram o caso, disse que já estava cheio de fake news. Mas quando vi no jornal e na TV fiquei chocado.

Como pode acontecer isso? Sua influência atinge metade da cidade de Abadiânia. São conjuntos habitacionais e muita gente do pais e do exterior que mora lá e passa por tratamento.

Hoje, domingo, o Fantástico promete uma grande reportagem. Vejamos no que dará.

Não é possível!

O cabra parce sério, tem 76 anos, casado com uma mulher de uns 30 e poucos anos.

Será que foi algum espirito que assediou ou foi ele mesmo? Será o benedito, que não é bem dito?

JESSIER QUIRINO – ITABAIANA-PB

Berto

Vê só.

Lembrei daquela tua história contada no São Benedito.

De quando um caminhão de muitos pneis entala atravessado no meio da rua.

Vê que guri fi-de-rapariga de cabuloso.

Narrativa dum nó de trator, nunca dantes registrado.

R. Meu poeta, este sotaque sulino do guri me trouxe à lembrança meus tempos de caserna, quando prestava o serviço militar e convivia com vários amigos que eram gaúchos.

Mas bah tchê!

Que barbaridade!

Este piá que aparece no vídeo que tu mandaste está demais, narrando a manobra do trator entalado.

Quanto à história que você cita, esclareço aos nossos leitores que se trata de uma crônica do meu livro A Prisão de São Benedito e Outras Histórias.

Uma crônica intitulada A Manobra da Carreta.

Aliás, aproveitando a deixa, informo ao distinto público que a 7ª edição desta minha coleção de causos palmarenses está pra sair daqui uns dias. Aguardem.

Este livro é o meu besta sela!

Um dos meus títulos mais vendidos pelas Edições Bagaço.

E, também aproveitando a deixa, vou transcrever a crônica citada por você, pra fechar esta postagem.

Está logo a seguir.

Abraços e um excelente final de semana!

* * *

A MANOBRA DA CARRETA

Na abençoada tarde palmarense, eu tomava uma cerveja gelada com um amigo mineiro que se dispusera a conhecer as excelências da terrinha, após alguma insistência de minha parte. Viajamos alguns milhares de quilômetros, curtindo estes estradões de meu Deus, e demos com os costados em Palmares, numa manhã de sol.

Ele vibrava com aquele ambiente de festa-todo-dia e de tá-tudo-bom-e-vai-melhorar que se respira no verão de Pernambuco. Os muros das ruas pichados anunciando os bailes no Clube Ferroviário, e os carros de propaganda se cruzando com seu berreiro completavam a alegria do carrossel. Além da cerveja irrepreensivelmente gelada que se serve nos bares.

Estávamos justamente comentando sobre o quanto de coisa esquisita acontece por ali. O que há de mais inusitado só deixa para desaguar em Palmares. Aos pouquinhos, os meninos começaram a descer, primeiro devagar e depois às carreiras, no rumo do Colégio das Freiras. A seguir, os homens e, logo após, também as mulheres se desembestaram para engrossar a multidão. Curiosos, já prenunciando mais uma, largamos a cerveja e nos dirigimos ao local. De longe, avistamos uma enorme carreta, desses com 18 pneus, metade numa rua e metade em outra. Pensamos em atropelamento ou batida e apressamos o passo.

Uma dona-de-casa nos ultrapassou com um menino encangado nas ancas e arrastando mais três pela mão. Suava e recomendava pressa às crianças:

– Se nós não se avexa, num dá tempo de vê.

Um sapateiro passou correndo, nu da cintura para cima, óculos de grau, e segurando um sapato no qual estivera trabalhando até que avistara a carreta. Era gente de entupir a rua. Chegamos, nos integramos à multidão e, depois de nos inteirarmos do assunto, sentamos nos degraus da porta de uma venda que havia em frente e mandamos descer uma cerveja para, assim bem acomodados, podermos assistir ao espetáculo.

A carreta estava vindo do sul do país, tinha placa do Paraná, com uma carga para Natal. Ao passar em Palmares, ao invés de seguir por fora da cidade, na outra margem do rio, rumo a Recife, o motorista resolvera entrar pelas ruas, e aí começou a novela. A carreta, gigantesca e pesada, entupia as ruas estreitas e desiguais. Até que, chegando no oitão do Colégio das Freiras, tentou entrar na Rua Coronel Izácio e entalou: nem pra frente, nem pra trás.

A multidão ia aumentando e ajudava a manobra aos gritos:

– Mais pra frente!

– Vai bater no muro!

– Pra trás uma beirinha só…

O motorista suava na cabina e parecia assustado com a multidão. Diabo de terra que juntava gente para ver uma carreta manobrar! De vez em quando, ele descia e se juntava ao povo para tirar medidas e verificar suas chances de sucesso na manobra. Os motoristas da cidade estacionavam seus carros e vinham, solícitos, prestar solidariedade ao colega.

Milímetro a milímetro, para frente e para trás, a carreta se enroscava cada vez mais, e a multidão não parava de crescer e opinar.

O sapateiro se espantava e examinava a placa com seus óculos de grau:

– Dezoito “pnéis”. Apucarana, Paraná. Tá é fodido. Sim, senhor…

Alguns especulavam sobre a carga, bem protegida por uma lona. Os meninos se penduravam na carroceria, e as mulheres soltavam gritinhos quando a carreta se encostava perigosamente no muro das freiras.

O meu amigo mineiro estava extasiado e, enquanto tomava cerveja, também ajudava na manobra, gritando junto com a multidão.

– Vai que dá! Aí tá bom, agora pra trás.

Um tempo comprido, sem conta. A rua completamente tomada, pelo povo e pela carreta.

Aos poucos, o motorista foi conseguindo completar a manobra. O suor gotejava em seu rosto; tirava a camisa e cavalgava sua máquina de peito nu.

De repente, um grito uníssono escapou da boca de todos:

– Conseguiu!

Uma salva de palmas irrompeu espontaneamente junto com os gritos de viva.

O motorista endireitou a carreta na beira do meio-fio e vestiu a camisa. Subiu no estribo e olhou a multidão. Nova salva de palmas. Ele acenou e olhou para o relógio, calculando o atraso.

A carreta foi-se arrastando lentamente, até sumir no fim da rua.

Meu amigo olhava espantado a multidão se dissolvendo entre comentários e risos. Embicou o último copo de cerveja e me tomou pelo braço:

– É mais espantoso ainda do que o que você diz.

DOMINGOS SALVIO FIOROT – COLATINA-ES

Boa tarde

Prezado redator

Considere publicar este pequeno texto filosófico.

* * *

SE VOCÊ SE CANSAR DE SER HUMANO, O QUE GOSTARIA DE SER?

Imagine que você se cansou de ser humano e queria ser algo que fosse de vital importância e perene.

Poderia ser água, doce, pois sem água não há vida, mas ser água doce não seria uma boa, os humanos estão desmatando as margens dos rios, que acabam assoreados, poluem os rios e lagoas de forma tão impressionante que chegam a lançar neles esgotos in natura.

Nossos rios, cansados de tantas agressões já não conseguem adentrar no mar e este acaba por alcançar o leito dos rios, salinizando suas águas.
Ser água é desaconselhável, o mundo está ficando desértico e não se sabe até quando a água doce irá existir.

Então que tal ser árvore, já que elas consomem o gás carbônico e produzem o oxigênio que é vital para os seres viventes.

Ser árvore não será uma boa, os humanos estão destruindo as florestas e as árvores nativas como peroba, jequitibá, jacarandá, mogno, além de muitas outras correm o risco de extinção como aconteceu com o pau Brasil.

Que tal ser então o ar. Veja só o ar está sendo poluído pelos humanos com a produção de fumaças, produtos químicos e tóxicos que aumentam ainda mais o efeito estufa e não se sabe até quando o ar resistirá a tantos desatinos dos humanos.

Talvez então ser areia. Mas a areia dos rios vai para a construção civil, onde fica petrificada, as das praias estão poluídas.

Se for areia, então melhor ser areia do deserto, o que também não será bom, pois de dia um calor escaldante e a noite um frio intenso, além de uma imensa solidão, já que pouca vida há ali e poucos passam por ali, então melhor não ser areia também.

Talvez fosse aconselhável ser gelo, viver nas geleiras dos polos norte e sul e nos alpes, porém os fatores climáticos, abalados pelo efeito estufa estão causando o degelo das massas polares e as geleiras estão rareando e talvez não durem muito.

Que tal então ser água salgada, isto mesmo, água do mar, pois por mais que é afrontado pelos humanos com a poluição de tudo o que se joga lá, além da poluição das embarcações, o mar está em todas as partes do mundo.

Tudo bem que os humanos querem explorar petróleo no fundo do mar e de vez em quando produzem desastres ambientais portentosos, porém o mar, grande que é, vai conseguindo de safar destes males.

Assim talvez esta seja a alternativa ainda mais segura e de maior durabilidade, pois o mar é cheio de vida, apesar dos pesares, e talvez a água do mar possa ainda durar um tempo ainda maior.

MARCELO BERTOLUCI – CURITIBA-PR

Berto,

ontem a noite, como de costume, li de ponta a ponta a sua gazeta.

Mas acho que uma postagem, a “correspondência recebida” do Rui Posniak, me afetou. (Para ler, clique aqui)

Tive um sonho perturbador esta noite, e gostaria que você publicasse para que os leitores me ajudassem a saber se tem alguma conexão com a realidade.

Esse assunto realmente mexe comigo.

Se você não quiser publicar, tudo bem, eu entendo que o assunto é delicado.

R. Meu caro, aqui se publica tudo que os nossos leitores mandam.

Não existe este negócio de “delicado”. Tudo cabe nesta gazeta escrota.

E se houver perigo do Editor ser processado pelo STF, aí é que a carta vai mesmo ao ar do jeito que chegou.

Desconfio que este seu sonho tem alguma coisa a ver com Cuba, a Ilha da Felicidade…

Num sei…

Dê as ordens e disponha  sempre.

E vamos ao seu relato.

* * *

Meu pesadelo foi o seguinte:

“Um Coronel de uma fazenda de cana, encostado na varanda da casa-grande, olhava para a senzala onde seus escravos ficavam confinados e pensava:

“Eles é que são felizes. Pobres mas limpinhos. Tem tudo que precisam para viver e estão livres das vaidades burguesas. São tão felizes e musicais que até cantam enquanto carregam cana nas costas”

Nisso chega um vizinho e pergunta:

“Em que pensas, amigo? Saudades de tua Goiás?”

“Estou admirado com meu bom trabalho com esta gente da senzala. A taxa de alfabetização é de 110%. Eu mesmo distribuí diplomas para todos. É verdade que eles não tem nada para ler, mas eu fiz questão de fazê-lo, mais pelo marco civilizatório, entende? Também avisei que não admito mortalidade infantil. Avisei que se alguma criança morresse o responsável ia se ver comigo. Tem funcionado; nunca ninguém me deu notícia de criança morta.”

“Mas será que não estão simplesmente escondendo de você, vizinho? Afinal, se eles tem medo das consequências, podem simplesmente enterrar os pobres bebês no mato e fingir que não aconteceu.”

“Imagine, não tem nada disso. O fiscal da prefeitura, que por sinal é meu compadre, veio aqui fazer uma fiscalização rigorosa para o relatório da prefeitura. Ele ficou quase vinte minutos aqui na varanda olhando para a senzala e não viu nada de errado. Deixe de rabugice. Você precisa mesmo é dar umazinha bem gostosa. Vou mandar chamar as meninas. Eu prefiro as de quatorze ou quinze anos, são tão puras e inocentes! E depois da trepada eu sempre dou uma doce ou guloseima, elas ficam tão felizes! Me alegra o coração saber que estou trazendo tanta felicidade para elas.”

“Vizinho, você vai me desculpar, mas essa sua oferta me ofende! Fazer sexo com meninas de quatorze anos é imoral. Não há desculpa que justifique!”

“Porra, vizinho! Você não sabe que em outros países também existe prostituição? Porra, se lá tem, porquê aqui não pode ter? Porra, agora eu sou obrigado a ter padrões morais superiores a eles? Porra, a fazenda é minha e eu faço o que eu quiser. Você que se abraçe com pieguices e ideologias toscas! Porra!”

MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Papa Berto!!!

Saudações!!!

Eu já vi e já ouvi falar de catimbozeiro, mas esses cabras tão demais!!!

Vai vendo só as presepadas que tem pela aí!!!

Vôte!!!

Arreda pé!!! Coisas de Brasil.

Grande abraço!!!

R. Meu caro, estes catimbozeiros cujos reclames você mandou pra gente podem até ser bons.

Mas eu duvido que eles sejam melhores que Dona Gina, a maior catimbozeira de Palmares.

Dona Gina cura de tudo.

Cura o caralho a quatro!

A única coisa que Dona Gina não consegue é fazer petista e eleitor de Lula ter vergonha na cara.

RUBENS DE AZEVEDO – MANAUS-AM

Grande editor Berto!!!

Minha saudações.

Quando a esculhambação chega ao povão que frequenta programa de auditório, é porque  a merda tá grande mesmo.

Num tem mais jeito.

Veja só o que aconteceu no programa do Silvio Santos.

Um grande abraço!

FÁBIO CABRAL – RECIFE-PE

Caro Berto.

Segue a foto da posse na Academia Passa Disco da Música Nordestina de Joel Datz (o “Irmão Evento”), que teve como patrono o maestro e compositor Nélson Ferreira.

A posse se deu no aniversário de 15 anos da Passa Disco, no último dia 28/11, ocasião que foi lançada a coletânea “Arrisque”, que reúne 18 novos nomes da música pernambucana.

Na foto estão também os seguintes membros da Academia:

– Alexandre Pontes (que tem como patrono Lenine)
– Nilson Araújo (que tem como patrono Cláudio Almeida)
– Tereza Accioly (patrona de Santanna, O Cantador)
– Xico Bizerra (patrono de Lina Fernandes)

Abraços

R. Infelizmente, por conta de compromissos familiares, não pude comparecer a esta importante celebração.

Mas meu amigo-irmão Xico Bizerra, colunista desta gazeta escrota, me deu notícias do evento.

E o Diário de Pernambuco fez uma excelente matéria sobre o aniversário da Passa Disco.

Recomendo a leitura para todos os nossos leitores. É só clicar aqui.

Tenho o privilégio do ocupar, desde agosto de 2008, a Cadeira nº 3 da Academia Passa Disco da Música Nordestina.

Minha Patrona é a grande artista Irah Caldeira, uma amiga muito querida e especial.

Quem entrar na página de Irah Caldeira na internet, clique no item “Apresentação” e veja o texto que escrevi para um dos seus CDs.

O disco que recebi no dia da minha posse na Academia Passa Disco, devidamente emoldurado, está pendurado aqui na parede do meu escritório, bem ao lado do computador onde trabalho.

E, já que falei em Irah e em Xico, duas figuras humanas fantásticas, uma dupla de amigos-irmãos que mora no fundo do meu coração, vou fechar a postagem com um vídeo.

Um vídeo que vai encher de beleza e alegria o nosso dia.

Irah Caldeira interpretando a música Oração do Sanfoneiro, da autoria de Xico, com participação especial do lendário sanfoneiro Camarão.

VIOLANTE PIMENTEL – NATAL-RN

Prezado Editor Luiz Berto,
boa tarde!

O lançamento da Coleção Letra Viva Potiguar, promovido em Natal, no dia 28/11/2018, às 19 horas, pela Academia Norte-Riograndense de Letras e pela Editora Bagaço, foi um sucesso. Entretanto, poderia ter tido mais brilho, se tivesse contado com a sua valiosa presença.

O lançamento coletivo incluiu sete autores potiguares, dentre os quais esta autora estreante, “bendito fruto entre os homens”.

Nome dos autores:

Bartolomeu Correia de Melo (in memoriam) – Tempo de Estórias – Contos;
Eulício Farias de Lacerda – O dia em que a coluna passou; 2ª edição
Manoel Marques Filho – NOS CONTORNOS DO RIO POTENGI – 2ª edição;
Manoel Onofre Jr. – Chão dos Simples – 4ª edição;
Tarcísio Gurgel – CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ ;
Violante Pimentel – CENAS DO CAMINHO;
Nelson Patriota – Prelúdio para um Cavaleiro da Mancha – Contos,

O meu muito obrigada a você, que me proporcionou a oportunidade de transformar em livro, a minha coluna “Cenas do Caminho”, presente no seu precioso blog Jornal da Besta Fubana desde 2013, inclusive, com o mesmo título.

Um agradecimento especial à Editora Bagaço, que, com o seu empenho e organização, muito contribuiu para o sucesso do evento.

Um grande abraço!

Seguem algumas fotos do evento:

Com Dr. Diógenes da Cunha Lima, Presidente da Academia Norte-Riograndence de Letras; com o Jornalista Woden Madruga; com o escritor e Procurador do Estado Dr Jurandyr Navarro e com o Dr. Daladier Pessoa da Cunha Lima, médico, escritor, ex-Reitor da UFRN e atual Reitor da FARN.

R. É como eu vivo dizendo: aqui nesta gazeta escrota só tem gente porreta e talentosa!

Fico ancho que só a peste de ver uma colunista do JBF estreando com muito brilhantismo no mundo das letras.

Foi um privilégio ter tido a oportunidade de fazer o prefácio do livro, composto integralmente pelas belas e inspiradas crônicas de Violante, retratando as cenas dos caminhos que ela trilhou e que foram publicadas aqui no nosso jornal.

Parabéns às Edições Bagaço pelo excelente evento de lançamento que promoveu na capital potiguar.

Lamentei bastante não ter estado lá. Um cabra que tem menino pequeno pra levar todos os dias à escola, não pode se dar ao luxo de estar viajando pra cima e pra baixo.

E atenção:

A nossa querida confrade Violante vai fazer uma promoção especial com o seu livro Cenas do Caminho.

É o seguinte: o leitor que mandar aqui pra gente o endereço postal, receberá pelos correios um volume autografado pela autora.

Graciosamente. De grátis. Um mimo da nossa generosa colunista.

Não coloquem o endereço na área de comentários desta postagem.

Mande diretamente pro nosso e-mail:

bertofilho@terra.com.br

Aproveitem a oportunidade e podem começar a mandar os seus endereços.

Muito sucesso, minha querida amiga! 

Este inxirido Editor com o livro autografado por Violante; mande o endereço pra ganhar o seu também

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS – PE

Abaixo a relação completa dos 100 melhores filmes norte-americanos de todos os tempos segundo a enquete da BBC.

Da relação fazem parte nove fitas de FAROESTE entre as 100 melhores.

John Wayne, ator de cinco dos nove westerns da lista; o diretor John Ford teve três de seus westerns selecionados.

Os faroestes estão grifados em maiúsculos.

Ei-los:

1. Cidadão Kane (Orson Welles, 1941);
2. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1972);
3. Um Corpo Que Cai (Alfred Hitchcock, 1958);
4. 2001: Uma Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick, 1968)
5. RASTROS DE ÓDIO (John Ford, 1956). ELENCO: John Wayne, Natalie Wood e Ward Bond;
6. Aurora (FW Murnau, 1927);
7. Cantando na Chuva (Stanley Donen e Gene Kelly, 1952);
8. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960);
9. Casablanca (Michael Curtiz, 1942);
10. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1974);

Clique aqui e leia este artigo completo »

RUI POSNIAK – LONDRINA-PR

Caro Berto

Lembra da blogueira cubana que ao visitar o Brasil foi perseguida pelos petistas?

Ela fundou o jornal 14medio.

Segue um artigo sobre a falta de qualidade do arroz oferecido aos cubanos.

Note que eles preferem arroz brasileiro.

Clique aqui para ler.

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caro Papa

Vejo nos jornais informação de que o ilustre deputado Jean Wyllys está sob risco de vida (Folha de São Paulo – coluna de Mõnica Bergamo).

EM RISCO - O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) recebeu comunicado da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) afirmando que concedeu a ele medidas cautelares exigindo que o Estado brasileiro zele por sua vida.

EM RISCO 2 - O pedido foi feito por ele em outubro, com relatos de ameaças de morte. A CIDH considerou que o parlamentar se encontra em uma situação de gravidade e urgência, “posto que seus direitos à vida e à integridade pessoal estão em grave risco”.

É POUCO - No documento, a CIDH diz que “valora” providências tomadas pelo Estado, mas que elas não seriam suficientes. Cita, por exemplo, que a Câmara dos Deputados cedeu carro blindado ao parlamentar, mas que a medida só teria continuidade se o próprio Wyllys pagasse por ele.

Esta notícia me fez imaginar que esse risco poderia ser de uma gravidez mal cuidada, mas me refiz do susto logo dando-me conta de que o serviço médico do congresso tem condições, das melhores, para cuidar disto, daí a desnecessidade de interferência da Comissão de Direitos Humanos da OEA.

O grande problema futuro será estabelecer a paternidade…

ROQUE SPONHOLZ – PONTA GROSSA-PR

Vem Natal, vai Natal e essa charge/cartoon pinta na tela.

Há uns 17 anos era colaborador de um portal de humor gráfico (o primeiro em língua espanhola) de Barcelona e essa charge acabou ilustrando calendário do portal vendido em toda a Europa.

O nome do portal era “El Can”

Ela também é uma das mais plagiadas que já fiz.

Um excelente mês de dezembro para todos e 1grandabraço……

R. Meu caro, é um privilégio editar uma página que tem um colaborador do seu quilate.

Fico ancho que só a peste de ter um dos maiores chargistas do Brasil e do mundo publicando seus trabalhos nesta gazeta escrota.

Este seu Papai Noel consumista, com os dentes em forme de código de barras, está simplesmente genial!

Você merece o sucesso que faz.

Abraços e tenha também um excelente mês de dezembro.

Recomendo aos nossos leitores um passeio pela página de Sponholz.

Garanto a vocês que vale a pena. Não deixem de entrar no item “Bio”.

É só clicar aqui.

LINDALVA MALHEIROS – SALVADOR-BA

Você foi candidato, perdeu e suas contas da última eleição fecharam no vermelho?

Faça como o Haddad.

Fale mal do imperialismo americano, promova uma vaquinha virtual e vá relaxar em New York!!

Cuba é só pra enganar trouxas e otários.

R. Cara leitora, nesta foto que você nos mandou está escrito que “todo petista é um idiota útil“.

Útil para os sabidões como Lula e seu poste Haddad.

Todavia, o petista é um idiota totalmente inútil para o país.

Inútil e prejudicial.

E, já que o sabidinho do Haddad está passeando nos Zistados Zunidos, às custas do dinheiro que os babacas depositaram em sua conta, aproveito a deixa pra alegrar o nosso domingo com boa música.

Vamos ouvir a antológica interpretação de “New York, New York“, um composição de John Kander e Fred Ebbcom, na voz de Frank Sinatra.

Melhor do que Nova Iorque só mesmo Havana.

GIANCARLO DE GÓIS – ARACAJU-SE

Caro Editor,

Muito obrigado por ter publicado o vídeo que mandei.

Este JBF é mesmo sensacional!

Segue mais outro vídeo.

Um forte abraço

30 novembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SONIA REGINA – SANTOS-SP

SANSÃO AS AVESSAS

O filme é antigo, conta a história que Dalila corta os cabelos de Sansão, tirando sua famosa força física. O Sansão brasileiro, também depara com uma mulher que tenta lhe cortar os cabelos, mas, não consegue, o distinto estava com uma calvície acentuada. No filme, Sansão mesmo preso e cego, recupera suas forças quando cresce seus cabelos e consegue derrubar os alicerces da cidadela, destruindo o antro de perdição.

O anti-herói de nossa história, ao contrário, vai aumentando suas madeixas e adquirindo força no senado, ajudando a destruir reputações de todos que não rezam em sua cartilha funesta.

É fato que não estamos contando uma história com personagens “Angelicais” aboletados em nosso Legislativo, a dúvida é:

Será que podemos sonhar com dias melhores, ou é uma utopia?

Acompanhem nos vídeos a evolução de Sansão nos debates com “Excelências” que, teriam por obrigação zelar pelo bem-estar dos brasileiros, mas, alguns não conseguem manter um comportamento adequado e fornecem lenha para quem sabe muito bem acender uma fogueira.


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