Quanta falta nos faz nos dias de hoje pessoas que assim como ele somavam a sociedade em inteligência, sabedoria e humildade.
Espero que algum dia nessa vida nosso pais mude e se livre das garras de tanta gente corrupta e egoísta.
Certa vez Adônis falou em sala de aula na turma de Engenharia Mecânica, que a única saída do Brasil infelizmente era a do aeroporto. Que já estava sem esperanças.
Eu penso diferente. Talvez tenha sim uma saída. Mas para buscar algo melhor e diferente do que temos hoje.
Precisamos fazer algo diferente do que já sem feito.
O primeiro passo é o voto nas urnas.
Torcemos por dias melhores.
Abraços.
R. De fato, o Adônis faz uma falta danada.
Foi um colunista de primeira linha aqui desta gazeta escrota, um cabra talentoso, cujos textos vinham sempre com cacetadas certeiras.
Viajou antes do combinado.
Cique aqui e veja postagem que fiz em dezembro de 2023, quando ele encantou-se e partiu pro infinito.
O presidente do TST acaba de admitir que a Justiça do Trabalho tem lado e cor: o vermelho.
Quem não segue a cartilha ideológica é reduzido a ‘interessado’.
É o ativismo judicial em estado puro, atropelando a lei em nome de uma ‘causa’ que só eles definem.
Acabou o disfarce. O presidente do TST acaba de admitir que a Justiça do Trabalho tem lado e cor: o vermelho. Quem não segue a cartilha ideológica é reduzido a ‘interessado’. É o ativismo judicial em estado puro, atropelando a lei em nome de uma ‘causa’ que só eles definem. pic.twitter.com/ZrWdEtwJ0s
Estou encaminhando texto que escrevi no dia da morte de Airton Senna (1 de maio de 1994), de tão chocada que fiquei.
Acredito que o Brasil inteiro se comoveu, diante da dolorosa tragédia.
O mar da Barra do Cunhaú se transformou num mar de lágrimas. O dia de repente ficou nublado…
Até o sol ficou triste.
Grande abraço!
* * *
A MORTE DE AYRTON SENNA – 1º DE MAIO DE 1994
O DIA EM QUE O BRASIL CHOROU…E A BARRA DO CUNHAÚ TAMBÉM CHOROU…
Era o feriado de 1º de maio, um dia de domingo, um dia de sol, um dia de mar, um dia de GP de Fórmula 1, com a expectativa de mais uma vitória de Ayrton Senna, que estava no auge do sucesso na modalidade de esporte que ele elegeu como prioridade em sua vida.
A Barra do Cunhaú era só alegria. A grande expectativa era a corrida de Fórmula 1. Os televisores ainda eram pequenos, com, no máximo, 20 polegadas. A cerveja corria solta, na Barra do Cunhaú, aliviando o calor, na euforia do feriado do Dia do Trabalho, como também pela expectativa da corrida.
O Bar de Neco, o “point” da Barra do Cunhaú naquela época, encontrava-se com suas mesas todas ocupadas, inclusive com caravanas do interior, em comemoração ao “Dia do Trabalho”.
As conversas da maioria das pessoas, principalmente dos homens, giravam em torno da grande corrida de Fórmula 1, prestes a começar. Todos tinham certeza de que seria mais uma vitória do nosso tricampeão AYRTON SENNA, no auge da sua carreira, e no vigor dos seus 34 anos, e que tantas alegrias vinha dando ao esporte brasileiro, na modalidade de esporte por ele escolhida.
Começou a corrida, e o barulho das conversas diminuiu, sendo substituído pelo barulho dos motores dos carros que participavam do certame.
De repente, o acidente fatal, ocorrido com o ídolo brasileiro Ayrton Senna…
A perplexidade se estampou no rosto dos telespectadores, instalando-se o pânico entre as pessoas que lotavam o Bar de Neco.
Ninguém queria acreditar no que estava claro nas imagens da televisão e nas palavras dos comentaristas esportivos: AYRTON SENNA ESTAVA MORTO!!!!
Um dia, que todos esperavam que fosse só de alegrias, de repente, não mais que de repente, se transformou num dia cinzento, com gosto de fel, não só para o mundo esportivo, como para todo o Brasil, que não se conformava em ver seu ídolo Ayrton Senna, no auge de sua carreira e no vigor dos seus 34 anos, ter sua vida ceifada ao praticar o esporte que ele amava.
A confirmação da triste notícia levou às lágrimas todo o Brasil, inclusive aquele recanto abençoado por Deus, a Barra do Cunhaú.
No Bar de Neco, onde eu me encontrava, a comoção foi geral, todos choraram, e as águas do mar se turvaram…