20 agosto 2018 DEU NO JORNAL

PRA QUEM TEM ESTÔMAGO FORTE

A campanha de Dilma Rousseff lançou um jingle da candidata ao Senado por Minas.

Não tem homem ruim que derrube essa mulher”, diz trecho do refrão.

* * *

Eu simplesmente não acredito que esta descerebrado cagadora de bosta pela boca consiga ser eleita.

Mas…

Estamos em Banânia…

Se o eleitorado de Minas mandar Vaca Peidona pro Senado, eu… eu… eu…

Eu num sei o que dizer…

Atenção, caro leitor: seja forte, aguente o enjoo, suporte a ânsia de vômito e assista ao vídeo:

19 agosto 2018 DEU NO JORNAL

CORREÇÃO MUITO IMPORTANTE

O jornal New York Times teve a dignidade de alterar alusão mentirosa sobre Lula, terça (14), atribuindo sua condenação “exclusivamente” a denúncia de delator.

Corrigiu, informando que “não é a única prova”.

* * *

Os jornalistas do New York Times fizeram esta importante correção depois de consultarem a Editoria do JBF.

Uma atitude de quem tem ética profissional fubânica.

Lá nos Zistados Zunidos até Trumpão lê o JBF.

19 agosto 2018 DEU NO JORNAL

UM SILÊNCIO TUMULAR-BOLIVARIANO

“Prefiro morrer de fome na Venezuela do que agredido aqui”, diz imigrante atacado por brasileiros na fronteira em RR

Imagens publicadas nas redes sociais mostram uma fila de venezuelanos atravessando a fronteira de volta ao seu país neste sábado (18), após atos de violência e destruição em acampamentos de imigrantes em Pacaraima, em Roraima.

Os moradores da cidade chegaram a bloquear a BR-174, na entrada da cidade, por cerca de 5 horas.

A situação, segundo a Polícia Militar, ocorre em razão do assalto a um comerciante na noite dessa sexta-feira (17).

A suspeita é que o crime tenha sido praticado por venezuelanos, conforme a PM.

* * *

Tô curioso pra ouvir a opinião de um bocado de gente daqui de Banânia para saber o que pensam sobre esta pavorosa e cruel situação. O que pensam sobre as razões que levam estes coitados a fugir do seu país.

Por que não querem mais permanecer na pátria onde nasceram???

Tô curioso pra saber a resposta que terei de gente assim feito Lula, Gleisi Hoffmann, os zintelequituais bolivarianos e a militância do PT.

Um time de gente no qual estão incluídos os piedosos e cristãos como Frei Betto e Frei Boff, além de Emir Sader, Marilena Chaui e os grandes filosofofeiros zisquerdistas.

Estou ouvindo apenas um silêncio tumular por parte dessa turminha. Um silêncio tumular-bolivariano.

Estes famintos miseráveis correm da Venezuela fugindo da miséria e do cacete que levam do ditador Maduro, grande amigo de Lula.

Em seguida, correm do Brasil de volta pro seu país fugindo do cacete que levam dos comerciantes de Pacaraima.

Acabei de mandar mensagem para a Filósofa do Cu, Márcia Tiburi, candidata do PT ao governo do estado do Rio da Janeiro, perguntando o que ela acha sobre estes fatos. Se os famintos refugiados venezuelanos merecem mesmo tomar no cu.

Mensagem que encaminhei também pra Gleisi Amante Hoffmann, pro Instituto Lula, pro PCdoB e pra todos os partidos revolucionários cumunistas banânicos.

Espero resposta de todos eles.

Todos os espaços desta gazeta escrota estão abertos e às ordens.

Ou, quando nada, vou aguardar um comentário do bolivariano fubânico Ceguinho Teimoso.

Vamos fechar a postagem com um vídeo revelador, no qual aparece um presidiário banânico engaiolado por corrupção, um grande comparsa do ditador sanguinário, fazendo campanha pra Maduro.

Um vídeo dublado em espanhol, para perfeito entendimento dos venezuelanos que iriam votar nas “eleições” daquele fudido país.

18 agosto 2018 DEU NO JORNAL

DESESPERO ASININO

Jornalões caíram na conversa fiada da defesa do ex-presidente Lula sobre suposta “liminar” favorável ao preso por corrupção e lavagem de dinheiro.

Trata-se na verdade de uma “recomendação”, com valor semelhante ao de uma “nota à imprensa” ou “nota de solidariedade”, de caráter pessoal, dos funcionários que integram um comitê técnico de Direitos Humanos, onde não há países representados.

Parciais, eles nem se deram ao trabalho de pedir informações ao Brasil sobre o caso.

A “recomendação” do comitê técnico nem sequer foi endossada pelo Alto-Comissariado dos Direitos Humanos, este sim, órgão da ONU.

O confuso comitê recomenda que Lula tenha “acesso à mídia e aos companheiros de partido”, conforme o pedido da defesa feito em 2016.

Ainda que a “recomendação” fosse da própria ONU, a assembleia geral não é instância de recurso da Justiça.

E o Brasil é um País soberano.

A “recomendação” foi arrumada pelo lobby de petistas ocupantes de boquinhas obtidas em Genebra por indicação de governos do PT.

* * *

Os petêlhos ocupantes das tais boquinhas na ONU decepcionaram os petêlhos daqui de Banânia.

Com sua cultura jurídico-ideológica, os petêlhos banânicos pensaram que a nota bostífero cagada pelos seus colegas vermêios-istrelados que moram nos Zistados Zunidos iria tirar Lapa de Corrupto da cadeia.

E ficaram chorando desesperados quando souberam que isto não seria possível.

Estão até agora inconsoláveis, berrando “Volta Lula”

17 agosto 2018 DEU NO JORNAL

CUNHÃO E LULÃO: UMA PARELHA DA PORRA

Condenado e preso há um ano e nove meses pela Operação Lava-Jato, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB) divulgou carta na manhã desta sexta-feira (17) pelas redes sociais para pedir voto para a filha Danielle Cunha, que concorre a uma vaga de deputada federal.

Para isto, se comparou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defendeu ter o direito a concorrer ao Palácio do Planalto.

Cunha disse ser vítima de uma perseguição por ter sido responsável pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

O emedebista afirma que, como Lula, é “um troféu político da república de Curitiba” e que foi “condenado sem provas”.

* * *

Cunhão e Lulão formam uma perfeita parelha de cínicos banânicos.

São dois prisioneiros condenados sem provas.

Chega faz pena…

Lulão e Cunhão são duas figuras que representam com perfeição o esgoto bostífero da política praticada na República Federativa de Banânia.

Cunhão está certíssimo ao se comparar com Lulão.

Um é igualzinho ao outro.

Como se diz aqui na Nação Nordestina, dou um pelo outro e não quero torna.

E vamos encerrar o expediente desta linda sexta-feira com música.

Uma música dedicada a esta magnífica parelha que esta na foto aí de cima.

Um excelente final de tarde pra toda a comunidade fubânica!!!

17 agosto 2018 DEU NO JORNAL

CANDIDATURA FAKE

William Waack

A apresentação da candidatura de Lula é uma farsa. Ou, para ficar no termo da moda, é fake. As fake news realmente perigosas são as que tem uma verossimilhança com fatos reais, parecem explicar “mistérios” e reforçam preconceitos.

O script do fake lulista está perfeitamente descrito no artigo de opinião que publicou no (desavisado?) The New York Times. É a mesma narrativa de muitos anos atrás, a do pobre (com patrimônio de 7,9 milhões declarado à justiça eleitoral) representante de anseios populares perseguido por elites raivosas aliadas à imprensa e o Judiciário.

Essa narrativa foi amplamente desmentida pelos fatos, mas fakes não se interessam nem buscam fatos. É o que o historiador Timothy Snyder recentemente abordou num livro (The Road to Unfreedom) que está fazendo grande sucesso ao descrever e explicar fenômenos de líderes populistas do século 21 ao redor do mundo.

“O líder”, escreve o historiador, “se apresenta sozinho e caminha sozinho, pois ele vê qual é o futuro da política e sabe o que tem de ser feito”.

No caso do PT, o que tem de ser feito é o que Lula sempre mandou fazer: ele está em primeiro e em último lugar. Ninguém cresce à sombra dele ─ o que se tornou, neste momento, muito mais um problema do que uma qualidade do partido, mas dane-se o partido.

Nenhum dos componentes do fake eleitoral lulista escapa ao clássico da charlatanice, mentira e enganação, além de se constituir numa grotesca narrativa de fatos históricos brasileiros recentes. Mas a questão não é essa. A pergunta correta é indagar quais as razões pelas quais esse fake (o da vitimização, perseguição e conspiração de elites contra o homem do povo) recebe uma forte adesão por parte de considerável número de eleitores, a julgar pelas pesquisas de intenção de voto.

Não há nada em Lula remotamente parecido a Mandela, o homem que sai da cadeia com uma visão de História e de seu papel nela, e de sua missão de levar um país inteiro para além do monstruoso regime do apartheid. Mesmo assim o PT consegue iludir até plateias no exterior a respeito de um “mártir” que nunca mostrou grandeza moral começando pela conduta frente a amigos e pessoas próximas.

Para tentar responder a questão acima, é obrigatório constatar que Lula representa, sim, uma parte considerável da mentalidade e do caráter de todos nós, sociedade brasileira, que inclui desprezo pela lei, apego ao estatismo, à distribuição do dinheiro público aos mais variados segmentos, incluindo do empresariado e sistema financeiro.

Resta então mais uma e decisiva indagação para este momento particular do processo político eleitoral: quantos votos Lula transfere para seu poste?

Mais votos do que seria agradável reconhecer levando em consideração o papel central do PT no alargamento da corrupção endêmica do País e o papel peculiar que o próprio Lula representou ao ridicularizar e banalizar instituições, começando pela da Presidência. Mas menos votos do que seria necessário para “garantir”, desde já, seu poste no segundo turno.

Pois o fake Lula tem sido nos últimos três anos o exemplo sobretudo do chefão político que perdeu o senso de realidade e cometeu um erro atrás do outro. Dilma foi o maior erro de sua vida, mas, desde o começo de 2016, Lula deixou claro a seus adversários ─ e de graça ─ que não era o dono das ruas e que não conseguiria mobilizar gente suficiente para impedir a derrubada do governo petista.

Ironicamente, vai chegando ao ponto no qual conseguir colocar um poste no segundo turno (a probabilidade existe, mas não a vejo tão forte) seria um feito extraordinário, depois do que hoje se sabe sobre o período lulopetista. E, ao mesmo tempo, o seu fim.

17 agosto 2018 DEU NO JORNAL

CALANDO A HISTÓRIA

J.R. Guzzo

O jornalista e historiador Hugo Studart, de Brasília, escritor premiado em seus livros sobre o regime militar e merecedor do apreço de organizações que agem em defesa dos direitos humanos, é um exemplo admirável do tipo de perseguido político que haveria num Brasil governado pelas forças de esquerda que estão hoje por aí. Em seu último livro, “Borboletas e Lobisomens”, Studart faz uma reconstituição altamente minuciosa da chamada “Guerrilha do Araguaia” ─ na qual um pequeno grupo armado de extrema esquerda, centrado no PCdoB, tentou derrotar em combate as Forças Armadas do Brasil, nas décadas de 60 e 70, em confins perdidos na região central do país.

Hoje, mais de 50 anos depois, organizações que se definem como “progressistas” ou de “ultra-esquerda”, entraram em guerra contra o livro de Studart. Se estivessem no poder, proibiriam a publicação de “Borboletas e Lobisomens” e aplicariam uma punição exemplar ao autor ─ alguma pena prevista, possivelmente, nos mecanismos de “controle social dos meios de comunicação” que prometem adotar em seu futuro governo. Como não podem fazer isso, colocaram em ação o sistema de difamação, sabotagem e notícias falsas que mantém na mídia e nas redes sociais para tumultuar o lançamento. Ao mesmo tempo, sua tropa foi posta na frente da livraria escolhida para a noite de autógrafos, no Rio de Janeiro, com a missão de intimidar os presentes e perturbar seu acesso ao local.

O delito de Studart foi mencionar em seu livro algumas realidades incontestáveis e incômodas para os interessados em manter de pé lendas e mitos sobre o que entendem ser o heroísmo dos “combatentes” da aventura do Araguaia. Basicamente, o jornalista escreve que diversos membros da guerrilha trocaram rapidamente de lado, assim que foram acossados pela tropa do governo ─ e fizeram acordos com os militares para delatar os companheiros e ajudar os militares na sua captura e destruição. Refere-se, também, a uma lista de “guerrilheiros” que, em troca da delação, receberam identidades falsas e se beneficiaram de programas de proteção a testemunhas operados pelos serviços de repressão; encontram-se, até hoje, entre os “desaparecidos” do Araguaia. Studart cita ainda uma das líderes do movimento que, na verdade, era amante de um agente das Forças Armadas e agia a seu serviço na guerra contra os companheiros. Registra assassinatos cometidos entre eles ─ as chamadas “execuções” ou “justiçamentos”.

Enfim, no que talvez seja o ponto no qual mais irrita os inimigos do seu livro, o autor demonstra que o longo culto ao Araguaia pela esquerda é, em boa parte, uma questão de dinheiro. Tem a ver com a operação do sistema de indenizações e benefícios que o contribuinte brasileiro paga até hoje, e continuará pagando pelo resto da vida, para pessoas que conseguiram se certificar como “vítimas do regime militar”.

Borboletas e Lobisomens” é um livro de 658 páginas, com uma lista de 101 obras consultadas pelo autor, tanto sobre o episódio do Araguaia em si como sobre História em geral; entra na relação até a “Metafísica” de Aristóteles. Studart ouviu depoimentos de 72 participantes e familiares, consultou 29 documentos de militantes da operação e teve acesso a cinco documentos militares, inclusive de classificação confidencial e secreta. Ao logo de todo o livro, trata os envolvidos, respeitosamente, como “guerrilheiros” ou “camponeses”.

O relato de delações, homicídios e colaboração com os militares ocupa apenas uma porção modesta do vasto conjunto da obra. Mas a Polícia do Pensamento que opera na esquerda brasileira não admite a publicação de nenhum fato que possa contrariar sua visão oficial de que houve no Araguaia um conflito entre heróis do PCdoB e carrascos das Forças Armadas ─ principalmente se esse fato é verdadeiro. Este é o único tipo de liberdade de expressão que entendem.

16 agosto 2018 DEU NO JORNAL

É A LEI. SÓ ISTO

A Procuradoria Geral da República pediu ao Tribunal Superior Eleitoral a impugnação ao registro da candidatura de Lula.

* * *

Trata-se apenas do cumprimento da lei.

E cumprir a lei é um comportamento que não costuma ser seguido por Lula e por seu bando de tabacudos descerebrados.

Se está condenado em segunda instância, já está inelegível.

Só isto. Apenas isto. Nada mais que isto.

Resta ao curral de antas da militância amontoar um bando de desocupados, juntar com os terrorista de Stédile, e ir à rua pra relinchar, atrapalhar o trânsito e infernizar a vida dos cidadãos que trabalham e dão duro.

Clique aqui para ler na íntegra o pedido assinado por Raquel Dodge.

“Isso é sacanage. Num tem nada qui cumprí a lei”

15 agosto 2018 DEU NO JORNAL

UMA TURMA DE BOSTÍFEROS

* * *

Um detalhe sutil mas de suma importância:

Onde se lê “delações”, leia-se “fatos comprovados”.

Simples assim.

“Tô doido pra pegar um cabra da 2ª Turma e enfiar o 1º e o 2º culhão no furico dele…”

15 agosto 2018 DEU NO JORNAL

A LEGISLAÇÃO BANDIDA DE BANÂNIA

O motorista de 52 anos que estava bêbado quando provocou o acidente que matou pai e filho em um veículo tipo “gaiola”, na noite de sábado (11), foi solto  após passar por audiência de custódia.

Segundo a Polícia Rodoviária, pai e filho estavam no veículo “gaiola” transitando pela rodovia que liga Jaú a Dois Córregos (SP), quando foram atingidos em uma colisão frontal pelo carro que seguia no sentido contrário e era dirigido por Valter Aparecido Saurin.

O teste do bafômetro confirmou que ele estava bêbado, segundo a polícia.

João Ricardo Grigio, de 37 anos, e seu filho João Pedro, de 12, que estavam no carro “gaiola” não resistiram e morreram no local.

João Ricardo Grigio e seu filho João Pedro morreram no acidente e foram enterrados em Jaú

* * *

O fela-da-puta assassinou um pai, na flor da idade, e assassinou também seu filho adolescente, de apenas 12 anos.

E este bandido não está preso.

É a lei banânica.

Agora, pra que a justiça seja completa e sem furos, só falta mandar soltar Lula e Fernandinho Beira-Mar.

Nesta ordem, conforme exigência do PT.

E, pra fechar com chave de ouro, o TSE deve autorizar a candidatura de um bandido enjaulado por grossa corrupção para presidente desta república de bosta.

Esta é a legislação de um país chamado República Federativa de Banânia.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

15 agosto 2018 DEU NO JORNAL

POLODORO ANDA CARENTE

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão da Corte de incluir no Orçamento de 2019 o reajuste de 16,38% para os ministros é uma “reposição do poder aquisitivo”.

* * *

É pena que nesta “reposição de poder aquisitivo” não esteja incluída a possibilidade de reposição da vergonha na cara.

O reajuste não dá nem pra comprar um vidro de Óleo de Peroba.

Quem ficou indignado foi o jegue fubânico Polodoro, que já tem vários dias que não enfia a pajaraca no furico de ninguém.

Ele anda ansioso pra pegar um ministro do supremo esgoto banânico.

E, se for um ministro da 2ª Turma, Polodoro vai ficar feliz que só a porra!

“Tô precisando de reposição do meu poder enfiativo de pajaraca…”

14 agosto 2018 DEU NO JORNAL

ABSURDO: CONDENA CULPADOS E ABSOLVE INOCENTES

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância em Curitiba, aceitou nesta segunda-feira, 13, denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o ex-ministro da Fazenda do governo do PT Guido Mantega pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Mantega recebeu, para si e para campanhas do PT, 50 milhões de reais da Odebrecht.

Na mesma decisão, Moro rejeitou, por falta de provas, a acusação contra o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil nos governos do PT, Antonio Palocci, pelo crime de corrupção passiva.

* * *

Como costuma dizer o fubânico luleiro Ceguinho Teimoso, este Dr. Moro é um juiz parcial e sem qualquer isenção pra fazer julgamentos.

Condena culpados e, conforme o caso, inocenta réus contra os quais não existam provas.

Isto é um absurdo.

Mantega, Lula e Palocci, um trio petralha de grosso calibre. Só dois estão presos por corrupção. Por enquanto…

13 agosto 2018 DEU NO JORNAL

DEVOLUÇÃO É PROVA DE ROUBO QUE NÃO HOUVE

A força-tarefa da Lava Jato fez nesta quinta-feira, 9, a devolução de 1,034 bilhão de reais a Petrobras.

Esse é o maior valor já devolvido judicialmente no Brasil.

O dinheiro é oriundo de acordos de colaboração celebrados com pessoas físicas e jurídicas condenados por crimes de corrupção contra a estatal.

Pelos cálculos da força-tarefa, há ainda 175 acordos de colaboração celebrados em Curitiba e Brasília que preveem a devolução de 12,3 bilhões de reais.

Com o repasse desta quinta, o total de recursos já transferidos à estatal chega a 2,5 bilhões de reais.

* * *

O fubânico luleiro Ceguinho Teimoso declarou à reportagem do JBF que esta devolução – efetivada por conta de acordos de colaboração -, não deveria ter sido feita.

Delações e colaborações são coisas de mentirosos que querem tirar o cu da reta incriminando o PT, garante Ceguinho.

Devolver dinheiro roubado pra Petrobras, segundo nosso estimado confrade, é comprovar que houve ladroagem no governo Lula.

E isto não aconteceu jamais, nunca, de modo algum, garante Ceguinho.

“A Petrobras tem que continuar no prejuízo e não receber devolução porra nenhuma”

13 agosto 2018 DEU NO JORNAL

AS ÚLTIMAS ARTIMANHAS

LULA E O CANDIDATO REAL – Haddad, ao microfone, na convenção do PT: a tática é esticar os prazos até o limite 

O ex-presidente Lula está preso há pouco mais de 100 dias. Condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em segunda instância, também se encontra enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que foi sancionada por ele mesmo em 2010, depois de aprovada com os votos dos parlamentares petistas. Apesar dessa dupla restrição, de presidiário e ficha-suja, o PT anunciou o nome de Lula como candidato do partido à Presidência da República, com o ex-­prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice. A decisão, que representa um desafio à lei, tem como objetivo impedir a dispersão do eleitorado de Lula e sua migração para outros concorrentes, o que dificultaria a transferência de votos do ex-presidente para Haddad. Pode-­se tentar explicar isso como uma ousada e legítima estratégia eleitoral. Mas não é só isso.

Líder nas pesquisas, Lula pretende arrastar a decretação definitiva de sua inelegibilidade, com recursos e chicanas jurídicas, para até 17 de setembro. Se esse objetivo for alcançado, a Justiça Eleitoral não terá tempo hábil para tirar sua fotografia da urna eletrônica. Parece um capricho pessoal, mas é uma artimanha eleitoral. Com a foto de Lula na urna, mesmo não sendo candidato, o PT acredita que conseguirá captar os votos dos incautos, dos menos informados e também daquele eleitorado apaixonado pela figura do ex-presidente que não hesitaria em confirmar o voto ao ser confrontado com a imagem dele, mas sem saber que estaria elegendo um fantasma. É este o plano extraordinário de Lula e do PT: esticar a corda e, quem sabe, ludibriar o eleitor.

O PLANO B QUE VIROU A – Haddad, com Manuela D’Ávila, do PCdoB, que deverá ser sua vice:
registro na última hora

Para materializar o plano, primeiro é preciso fazer com que os eleitores acreditem que Lula é realmente “candidato” — uma série de ações políticas nessa direção já está sendo posta em prática. E, para obter êxito, o que significa manter a fotografia de Lula na urna eletrônica, o partido aposta nas chicanas jurídicas. Desde o domingo 5, a partir da convenção do PT, “candidato” e partido passaram a seguir um guia criado para impulsionar a candidatura de Lula. Abaixo, um almanaque dos ardis do petista para chegar lá.

Chapa-fantasma: na data-limite prevista na legislação, 5 de agosto, o PT anunciou que Lula será o candidato do partido à Presidência da República, com Haddad de vice. Na prática, os petistas sabem que Haddad será o cabeça da chapa, com Manuela D’Ávila (PCdoB) no posto de vice. Com o jogo de cena, tenta-se facilitar a transferência de votos de Lula para o seu substituto.

Recuo no STF: a pedido da defesa de Lula, o tribunal arquivou a análise de um recurso que, apresentado para garantir a liberdade do ex-presidente, poderia resultar na declaração imediata de sua inelegibilidade, tudo o que o PT quer evitar no momento.

Candidato-fantasma: Lula pediu à Justiça autorização para participar de entrevistas, sabatinas e debates. Como o pedido foi recusado, solicitou às emissoras de TV que montem um púlpito com o seu nome no cenário dos programas. O objetivo é mantê-lo vivo no imaginário do eleitorado.

Esgotamento de prazo: para ganhar tempo, o PT só formalizará a chapa com a candidatura de Lula junto ao Tribunal Superior Eleitoral no dia 15 de agosto, que é a data-limite prevista em lei. Depois disso, os partidos e o Ministério Público terão cinco dias para pedir a impugnação de seu nome.

Uso das datas-limite: com a mesma estratégia de empurrar os prazos, o PT pretende lidar com o processo de impugnação da chapa de Lula sempre nas datas-limite. Para apresentar sua defesa contra o provável pedido de impugnação da candidatura, usará o prazo de sete dias. Depois, caso saia uma decisão desfavorável, o PT vai apresentar um recurso só depois de três dias.

Politizar o processo: Lula escalou uma equipe de advogados eleitorais para reunir jurisprudência favorável a ele em todas as etapas de recursos no TSE. Cada movimento processual deve ser transformado em fato político para reforçar a ideia de que o ex-presidente é perseguido pela Justiça. A palavra de ordem é manter pressão permanente sobre os juízes.

Chicanas no STF: sacramentada a inelegibilidade de Lula pelo plenário do TSE, sua defesa vai recorrer ao Supremo. O STF, no entanto, já tem posição consolidada em favor da Lei da Ficha Limpa e tende a referendar a inelegibilidade.

Pedidos de liberdade: a defesa de Lula apresentará recursos ao Supremo e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a suspensão de sua condenação em segunda instância, o que o retiraria do âmbito da Lei da Ficha Limpa e lhe garantiria a liberdade e o direito de concorrer.

Com esse almanaque de movimentos jurídicos, Lula e o PT pretendem fazer o máximo para manter o nome do ex-presidente vivo no imaginário do eleitor. Isso ajuda a preservar sua capacidade de transferência de voto – que não é nada desprezível – e reforça a ideia da perseguição. O PT cogitou até apresentar um holograma de Lula na convenção partidária, mas acabou desistindo da ideia. A determinação partidária, no entanto, é explorar sempre que possível vídeos e áudios do petista, especialmente aqueles gravados às vésperas de sua prisão.

LULISMO – Manifestante pró-Lula, na Praça dos Três Poderes, em Brasília:
tudo para manter vivo o nome do ex-presidente

Pela lei e pela jurisprudência, não há dúvida de que Lula será proibido de concorrer, e mesmo o PT já deu mostras de que sabe disso, tanto que anunciou Haddad como substituto na cabeça de chapa. Na convenção do partido, petistas falavam abertamente no “candidato do Lula”, e não mais em “Lula candidato”. Formalizado às 23h58, apenas dois minutos antes do fim do prazo legal, o acordo entre PT e PCdoB foi embalado num misto de chiste e provocação. Nas redes sociais, Lula, Haddad e Manuela foram festejados pelos apoiadores como “o verdadeiro tríplex” – em referência ao notório tríplex no Guarujá que rendeu ao ex-presidente a condenação à cadeia.

Economista, advogado e professor, Fernando Haddad é considerado um político com potencial para disputar a Presidência desde a sua passagem pelo Ministério da Educação, quando programas oficiais, como o ProUni, facilitaram o ingresso massivo de jovens carentes em universidades. Lula, então no Palácio do Planalto, acolheu Haddad e o ajudou na eleição para a prefeitura de São Paulo, em 2012. Apesar de ter o padrinho mais forte dentro do PT, Haddad enfrenta resistência até hoje entre certos setores importantes do petismo. A razão é que ele não reproduz cegamente a cartilha partidária, não aposta na radicalização e transita bem entre grupos que estão rompidos com o partido. Parte do PT torce o nariz para Haddad porque o ex-prefeito preserva certa luz própria. Quando estava na prefeitura, ele chegou a tecer elogios ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), “um intelectual que teve bons livros que li e que ajudaram na minha formação”. Em 2016, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, disse que “golpe era uma palavra um pouco dura” para definir o impeachment de Dilma Rousseff.

Aquilo que certos petistas consideram defeito, Lula, que não dá ponto sem nó, acha que são qualidades eleitorais de Haddad. O ex-presidente aposta que seu prestígio pessoal garantirá o candidato do PT no segundo turno. E acredita que, na reta final, Haddad, por sua biografia e pelos bons relacionamentos além das fronteiras petistas, conseguirá dar credibilidade a um discurso mais moderado, rumo ao centro, de construção de pontes. Na convenção partidária, ciente das restrições ao seu nome, Haddad discursou ao gosto da plateia. Afirmou que Lula era vítima de uma perseguição judicial e bateu duro no PSDB e, claro, no governo de Michel Temer. Um dos pilares da estratégia do PT é comparar os dados econômicos dos anos Lula com os da gestão de Temer. O contraste falará por si – e o PT, obviamente, vai pular o desastre econômico de Dilma Rousseff.

A tentativa do PT de prolongar a candidatura-fantasma de Lula enfrentará forte resistência na Justiça Eleitoral. A partir do dia 15, o tribunal será presidido pela ministra Rosa Weber, defensora da Lei da Ficha Limpa, e terá uma composição mais punitivista (veja o quadro na pág. anterior). Os ministros do TSE querem evitar que a foto do ex-presidente esteja na urna no dia da votação, o que representaria a desmoralização da lei e da própria corte. O debate promete ser renhido. Contratado pelo PT, o advogado Luiz Fernando Pereira garimpou os casos de mais de 140 políticos considerados fichas-sujas que conseguiram disputar as eleições municipais de 2016. Os casos servirão para ilustrar a tese de que há precedentes a permitir a candidatura de Lula, embora sejam processos completamente diferentes entre si. Para decretar a inelegibilidade do ex-­presidente o mais rápido possível, gesta-se o seguinte plano: a apresentação de uma consulta ao TSE sobre a legitimidade de um réu denunciado ou condenado concorrer à Presidência. Ao analisá-la, os ministros poderiam, na sequência, rejeitar o pedido de registro da candidatura de Lula.

Depois da rejeição do registro, haveria a apresentação de um pedido cautelar para bani-lo da campanha. O argumento é que a Lei das Eleições deve preservar expectativas legítimas do eleitor, como a de votar em políticos que podem efetivamente ser eleitos, e mitigar o ônus social causado por um processo que não vai dar em nada. Ou seja: a cautelar acabaria com tumultos desnecessários. “A tutela de evidência pode ser aplicada porque é evidente que Lula não pode ser candidato”, disse um ministro do TSE sob a condição de manter sua identidade sob reserva. A Lei da Ficha Limpa tem uma história irônica. Lula e o PT, que hoje querem contorná-la, foram entusiastas da medida na época de sua aprovação. Já o ministro do STF Gilmar Mendes se revoltou contra o texto e afirmou, na época, que fora concebido sob medida para beneficiar o PT e eliminar seus adversários do processo eleitoral.

A denúncia de Gilmar Mendes baseava-se em um caso concreto. O ex-governador Joaquim Roriz, então do PSC, era adversário figadal do PT e concorria ao governo do Distrito Federal com o petista Agnelo Queiroz. Como Roriz já tinha condenação em segunda instância, os partidos de esquerda pediram a impugnação de sua candidatura com base na então novata Lei da Ficha Limpa. Roriz recorreu ao STF, e Gilmar Mendes, ao analisar o caso, viu ali o espectro de um fantasma. Disse que a Lei da Ficha Limpa era um instrumento do PT para aniquilar adversários. Mas há mais uma ironia. Roriz, antecipando sua derrota no STF, retirou a candidatura e colocou no lugar a de sua mulher, Weslian. Só que a Justiça Eleitoral não teve tempo de trocar a foto na urna eletrônica. Ficou a foto de Roriz, mas a candidata de verdade era Weslian. Agora, oito anos depois, os papéis estão invertidos. Gilmar Mendes deve ter descoberto que a Ficha Limpa não existe só para adversários do PT, e Lula está querendo dar uma de Joaquim Roriz e manter sua foto na urna eletrônica. Aviso: Roriz perdeu a eleição apesar da artimanha.

Revista Veja

13 agosto 2018 DEU NO JORNAL

ASSOMBRAÇÃO DA MEIA-NOITE

Desde julho deste ano, uma consultora de imagem e moda, Clarice Dewes, trabalha com Marina Silva e escolhe as roupas para a campanha da candidata da Rede.

O objetivo é tentar tirar a imagem de frágil que marcou a candidata durante a eleição de 2014.

Neste ano, para evitar que a imagem cole novamente, Clarice Dewes tem apostado em peças largas, que deem volume à silhueta de Marina.

* * *

Isto é um caso perdido.

Num tem consultora de imagem neste mundo que dê jeito a esta candidata.

Uma Papa-Figo feito Marina, num vai nunca melhorar a imagem ou diminuir aquela feiura de extraterrestre, espantadora de urubus.

Vôte!!!

12 agosto 2018 DEU NO JORNAL

NUM É SÓ O PT NÃO, GENTE!!!

A força-tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná apresentou nesta sexta-feira (10) denúncia contra os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci.

Os crimes apurados envolvem a edição das medidas provisórias 470 e 472 (MP da Crise), beneficiando diretamente empresas do grupo Odebrecht, entre estas a Braskem.

O objetivo da manobra era permitir que a Braskem pagasse tributos federais de forma parcelada, com valor de multa reduzido.

Os denunciados vão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo a investigação, o empresário Marcelo Odebrecht ofereceu propina aos ex-ministros com o objetivo de influenciá-los na edição das medidas provisórias.

O valor oferecido a Mantega foi de R$ 50 milhões. De acordo com os procuradores, o valor foi pago em conta específica mantida pelo setor de propinas de empreiteira.

A denúncia tem como base provas fornecidas pelas empresas Odebrecht e Braskem, no contexto do cumprimento das condições previstas nos acordos de leniência firmados pelas empresas.

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Muito interessante a palavra “provas” aí no último parágrafo. Num é???

Bom, o negócio é o seguinte:

Este é o tipo de notícia que a grande mídia golpista e reacionária adora publicar, denegrindo a imagem de dois ilustres membros da alta cúpula do PT.

Como disse o fubânico petista Ceguinho Teimoso, num comentário feito ontem no JBF, “petismo não é sinônimo de bandidagem“.

Vamos transcrever o comentário na íntegra pra que vocês entendam a justa revolta de Ceguinho:

“Petismo não é sinônimo de bandidagem. Quem fizer esse tipo de generalização deveria, para mostrar que não é tendencioso e faccioso, fazer o mesmo tipo de generalização para outros partidos com membros até mais envolvidos do que petistas em atos escusos. Vejo um certo fanatismo antipetista por aí. Acho que querem dividir o País em petistas e gente fina.”

Ceguinho falou a verdade: quem publica mentiras envolvendo petistas, deveria também publicar mentiras envolvendo gente fina de outros partidos, como Aécio, Alckmin, Temer, Sérgio Cabral, Geddel, Jucá, Renan, etc. etc. etc. etc. etc…

Ninguém vê na imprensa o nome de “outros partidos” com figuras “até mais envolvidas do que petistas em atos escusos“.

Um jornal golpista e reacionário por nome de O Globo, publicou uma matéria totalmente falsa no dia 8 do mês de abril passado (um dia depois da prisão de Lula…)

Vejam só que mentira da porra:

Que 14 partidos que nada!!!

A Lava Jato só persegue o PT.

Nem o JBF – uma gazeta escrota que se diz isenta e declara não ter bandidos prediletos -, baixa o cacete em “outros partidos com membros até mais envolvidos do que petistas em atos escusos“.

Podem procurar que vocês não vão encontrar absolutamente nada falando mal de outros políticos que não os do PT neste jornaleco imundo.

Uma vergonha esta nanica mídia banânica, totalmente parcial, salafrária e difamadora.

Enfim, vale a pena repetir as sábias palavras de Ceguinho:

“Não é só petista que se envolve em atos escusos”.

Isto mesmo:

Não é só petista, gente!

Petistas e não petistas estão no mesmo balaio ladroatífero.

“Fique tranquilis cês dois. Ceguim vai defendê ocês no JBF”

12 agosto 2018 DEU NO JORNAL

SOLIDARIEDADE CORRUPCIONAL

A Polícia Federal apontou mais um indício de que entre 2009 e 2010 o marqueteiro do senador Aécio Neves (PSDB) recebeu dinheiro da empreiteira Odebrecht sem prestar serviço.

O inquérito foi aberto no ano passado a partir da delação premiada de executivos da construtora Odebrecht.

Em depoimento, o executivo Sérgio Neves disse que, a pedido do senador, a Odebrecht repassou dinheiro por meio de caixa 2 para a campanha de Antonio Anastasia ao governo de Minas Gerais.

De acordo com a investigação, a contrapartida seria ajuda à Odebrecht, para a empresa obter benefícios em obras em Minas Gerais.

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A reportagem do JBF apurou que Aécio Neves fez contato ontem com Lula.

O tucano (ainda solto) pediu ao petista (já preso) uma orientação de como rebater estas notícias e dizer que tudo não passa da perseguição da grande mídia golpista, da Polícia Federal, das zelites reacionárias, da justiça, dos coxinhas brancos, dos capitalistas internacionais, da CIA, do Dr. Moro, da 1ª instância, da 2ª instância e do caralho-a-quatro.

Lula prometeu fazer uma pausa em suas leituras dentro do cárcere para redigir um texto com orientações ao seu injustiçado colega, também alvo de calúnias.

O texto será digitado por Lula no computador instalado em sua cela, ao lado do frigobar, logo após o banho de frio curitibano deste domingo.

Uma sorridente parelha de honestos, probos, honrados e éticos políticos banânicos

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

NÃO SABIA DE NADA, TADINHO…

Gilberto Gil diz a Moro que não sabia de corrupção no governo Lula

O cantor Gilberto Gil, ministro da Cultura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de 2003 a 2008, nega ter tido conhecimento de qualquer ato ilícito envolvendo o petista quando ocupava o cargo.

Ele prestou depoimento ao juiz Sergio Moro, na manhã desta quinta-feira (9), como testemunha de defesa de Lula na ação que envolve o sítio de Atibaia (SP).

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O fubânico petista Ceguinho Teimoso também não sabia que houve corrupção no governo Lula.

Também durante o governo Lula, garante Ceguinho, não houve assalto, arrastão, estupro ou qualquer outro ato de violência no Rio de Janeiro.

Aqui em Recife tem um cabra, um médico militante comuno-luleiro, mais conhecido por Dotô Antão, que garante que nunca soube de ditadura ou de presos políticos em Cuba.

A ingenuidade ideologeira e a não-sabença são marcas marcas características dos devotos lulaicos.

“Eu não vi nada de corrupção no governo de Lula”

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

É TUDO DA MESMA LAIA

Ticiano Toffoli, irmão do futuro presidente do STF, foi condenado por improbidade administrativa no período em que era prefeito de Marília (SP).

Segundo o juiz Walmir Idalêncio dos Santos Cruz, da Vara da Fazenda Pública da cidade, ficou demonstrado que em 2012, nos últimos 180 dias de mandato, Ticiano aumentou em 5,46% as despesas com pessoal, o que violaria “o artigo 21, parágrafo único, da Lei de Responsabilidade Fiscal, evidenciando-se que ocorreram contratações de servidores para cargos em comissão”.

A despesa de pessoal na prefeitura de Marília era de quase R$ 260 milhões em junho e saltou para R$ 291 milhões em dezembro, informa o Jota.

Ticiano também foi denunciado por gastos ilegais durante a campanha de 2012, mas acabou absolvido pelas mãos de Gilmar Mendes.

Como cabe recurso, a defesa de Ticiano vai empurrar o caso até chegar ao STF para que caia, de preferência, novamente nas mãos de Gilmar Mendes.

O ministro tem sido um bom companheiro do futuro presidente do Supremo desde quando Toffoli foi indicado para a Corte.

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Ticiano foi eleito pelo PT.

Em sendo um corrupto, escolheu o partido certo pra se candidatar e ganhar. Com o voto das antas de Marília, claro.

O irmão dele, o ministro Tofinho – aquele que é possuidor de notável ignorância jurídica -, é um petista militante, já condenado por corrupção, ex-subordinado de Zé Dirceu e fiel da igreja lulaica.

Logo, Ticiano, o irmão de Tofinho, não poderia negar o sangue.

Petismo e bandidagem são sinônimos, conforme registrado na Dicionário Corruptício de Banânia.

Ticiano Toffoli: não negou o sangue petralha do maninho

11 agosto 2018 DEU NO JORNAL

UM ESPELHO DO BRASIL

J.R. Guzzo

A dois meses da eleição para escolher o próximo presidente da República, está na hora de dizer com franqueza algumas coisas possivelmente incômodas a respeito do deputado Jair Bolsonaro, o candidato mais discutido desta e talvez de qualquer outra eleição presidencial brasileira. Não há lembrança de nenhuma figura parecida com ele. Nunca alguém foi tão odiado pelos adversários como Bolsonaro. Nunca um candidato a qualquer coisa neste país encontrou tanta oposição nos meios de comunicação quanto ele. Nunca houve tanto esforço para implodir uma candidatura quanto o que está sendo feito contra a sua. Ninguém, antes dele, foi descrito com tanta indignação como uma ameaça à democracia, à população brasileira e à própria ideia de uma vida civilizada no Brasil. Mas em algum ponto, ao longo dessa caminhada, perdeu-se o contato com certas realidades que não irão embora só porque não se fala delas. Seria bom lembrar um pouco quais são. A primeira é que o deputado Bolsonaro não é uma ameaça, definitivamente, para os milhões de brasileiros que vão votar nele — ao contrário, acham que o homem é uma solução, e têm o direito de achar isso. É útil lembrar, também, que ninguém é obrigado a votar “certo”. A lei diz apenas que você pode votar em quem quiser, e não estabelece controles de qualidade para o seu voto; não é pecado votar em Bolsonaro, nem um ato de virtude votar nos outros candidatos, ou vice-versa. Enfim, é preciso ter em mente que Bolsonaro só chegará à Presidência da República se a maioria absoluta dos brasileiros decidir que o presidente deve ser ele.

Eis aí, mais uma vez, a questão que jamais se cala: a democracia é uma coisa perigosa. Não serve, positivamente, para quem não está disposto a conviver com a ideia de que eleições são decididas por maiorias, e maiorias frequentemente são estúpidas. Quer dizer: podem, o tempo todo, tomar a decisão de votar justo naquele que você acha o pior candidato. Não gosta disso? Então você está com um real problema. A massa do Brasil é essa aí que existe hoje; pode ser altamente insatisfatória, mas é a única disponível. Não é sua função, além do mais, fazer o trabalho de Deus Pai; não lhe cabe separar o bem do mal. É muito simples: não é a maioria dos votos que decide o que é a verdade. Maiorias servem para eleger governantes, não para estabelecer a virtude, ou para definir quem tem razão, ou para tornar as pessoas felizes. A eleição de outubro, muito simplesmente, vai mostrar qual é o Brasil que existe na vida real — se Bolsonaro ganhar, é porque o Brasil de hoje é mais parecido com ele do que com os seus adversários. Isso não transforma os eleitores do deputado em seres humanos piores ou melhores. Quer dizer apenas, caso acabe vencendo, que são mais numerosos.

Tudo isso, naturalmente, serve para qualquer outro dos candidatos com possibilidades reais de suceder ao presidente Michel Temer. Mas um eventual sucesso de Bolsonaro, ou mesmo uma simples votação em massa no seu nome, é algo que não está sendo visto apenas como um dos azares comuns de uma disputa eleitoral. Pela descrição feita até agora por quase todos os formadores de opinião, comentaristas políticos e personalidades de primeiro plano na vida pública brasileira, isso seria uma desgraça histórica ─ a negação, segundo asseguram, das liberdades, direitos e garantias que fundamentam os regimes democráticos, é um convite à autodestruição do país. Será realmente assim, ou algo parecido? Para saber com certeza é preciso, antes de mais nada, que Bolsonaro seja mesmo eleito presidente da República, coisa bem mais fácil de discutir do que acontecer na vida real – sabe lá Deus quanta água vai rolar até 7 de outubro, dia marcado para o primeiro turno, e dali para a frente. Uma coisa é certa. Bolsonaro pode ser o pior candidato de todos os que se apresentaram para suceder a Michel Temer. Pode até ser o pior da história. Mas a solução para o eleitor que acha isso está aberta o tempo todo: basta não votar nele.

O que seguramente não deu certo, até agora, foi o esforço para apresentar Bolsonaro como uma espécie de filme-catástrofe ─ ou melhor, só deu certo para ele. A simpatia pelo candidato na mídia foi e continua sendo zero. Pior que isso, na verdade: a irritação que Bolsonaro provoca nos jornalistas é algo provavelmente sem precedentes na história da imprensa brasileira. Sua situação não melhora fora da mídia. Politicamente ele continua isolado. Em quase dois anos como candidato à Presidência, conseguiu o apoio de um único partido entre os 35 que estão aí; é tudo o que tem para disputar a Presidência. Já sofreu mais de trinta pedidos de cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados. Tem menos de dez miseráveis segundos de tempo na propaganda obrigatória da televisão. Em matéria de dinheiro para campanha, então, é mais pobre que um caça-ratos desempregado. Antes de receber o primeiro voto já se discute seriamente a hipótese de ser pedido o seu impeachment como presidente; da mesma forma, condenam-se as suas possíveis intenções de fechar o Congresso Nacional e criar uma ditadura no Brasil depois de eleito. Mas apesar de todos esses contratempos, Bolsonaro foi crescendo até chegar onde está. O que houve?

Houve, pelo jeito, que os meios de comunicação, os partidos e quem mais influi na política estão falando uma coisa e grande parte dos brasileiros está pensando outra. Ou seja, quanto mais batem em Bolsonaro, mais aumenta o número de eleitores que querem votar nele ─ porque muita gente acha certo, justamente, aquilo que os críticos apontam como seus piores pecados. Onde vaiam, o público aplaude. É duvidoso, na verdade, que o eleitor esteja muito incomodado com a falta de preparo de Bolsonaro, um dos pontos mais bombardeados de sua candidatura. Num país que já foi presidido por Dilma Rousseff fica difícil, francamente, imaginar alguém que consiga ser pior ─ e, de mais a mais, qual é o preparo da candidata (e já ex-candidata) Manuela d’Ávila, por exemplo, e outros que valem o mesmo que ela? Também não parece, até o momento, que o eleitorado esteja sentindo a necessidade de saber, já, quem vai ser o ministro da Economia de Bolsonaro, se também não sabe os ministros da Economia de nenhum outro candidato. É mais ou menos a mesma coisa com o programa de governo. O programa de Bolsonaro, por tudo que foi possível saber até agora, é uma perfeita escuridão. Acontece que a maioria dos demais candidatos propõe a mesma charada. A ideia mais ambiciosa que apareceu até agora foi acabar com o serviço de proteção ao crédito.

O problema são as outras coisas. A artilharia verdadeiramente pesada cai em cima de Bolsonaro quando ele diz que é contra as cotas para negros, que os quilombolas vivem na vadiagem ou que o território das reservas indígenas deveria ser reduzido. O candidato desperta escândalo quando é acusado de homofobia, por negar que os homossexuais sofram mais violência do que a média dos brasileiros ─ ou por declarar-se contra a exposição, nas escolas, das ideias segundo as quais pertencer ao gênero feminino ou masculino não é uma realidade fisiológica, mas uma questão de livre escolha por parte dos alunos. Deixa os adversários indignados ao dizer que Lula e o PT são inimigos do Brasil. É especialmente ofensivo, aos olhos de seus juízes, quando aplaude o regime militar e a repressão aos grupos armados que agiam para derrubar o governo. Em sua visão, as duas partes estavam em guerra ─ e na guerra é preciso matar o inimigo. O candidato se faz detestar, também, quando apoia o agronegócio e faz pouco dos “agrotóxicos”. É acusado de ser um delinquente social quando se declara contra o MST, a “reforma agrária”, ou a invasão de imóveis nas cidades ─ ou contra a legalização de drogas, o desarmamento da policia e os “programas sociais” como bolsa-família, bolsa-pesca e por aí afora. Atrai ataques exasperados quando nega que o crime seja um problema social; acha que é falta de policia, direitos excessivos para os criminosos e impunidade geral.

O nó complicado que se formou em volta da candidatura de Jair Bolsonaro está justamente aí ─ os brasileiros que pretendem votar nele estão convencidos de que as posições descritas acima, que tanto estupor causam em seus críticos, são o máximo em matéria de boa política. O que a mídia apresenta como denúncia os seus eleitores tomam como elogio. Os argumentos utilizados contra ele se transformam, para milhões de eleitores, em argumentos a favor. A questão, no fim das contas, talvez não seja exatamente o candidato Bolsonaro. A questão é o tamanho desse Brasil que vê nele o seu herói, defensor e espelho. É o que a eleição para presidente vai mostrar.


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