23 novembro 2018 DEU NO JORNAL

BEM NO MEIO DO OLHO DO FURICO

A juíza federal substituta Gabriela Hardt ficará à frente da Operação Lava Jato até 30 de abril de 2019.

Tempo suficiente para sentenciar Lula nas ações penais da reforma do sítio de Atibaia e da compra do terreno para o Instituto Lula com propina.

Bem que ela avisou que o presidiário ia ter problema.

* * *

É isto mesmo.

Não foi por falta de aviso:

“Nós vamos ter problemas”

Esfregou bem no meio do fucinho do canalha.

A frase completa foi esta:

“Senhor ex-presidente, este é um interrogatório, e se o senhor começar neste tom comigo nós vamos ter problemas”.

Desmontou a empáfia e a arrogância do tabacudo que se acha acima da lei (como se já não bastasse estar em cima da corcunda das antas que acreditam nele…)

A dotôra empurrou o martelo até o cabo no olho do furico de Lapa de Corrupto!!!

23 novembro 2018 DEU NO JORNAL

SEXTA-FEIRA 13

Projetos e construção da sede da Petrobras na Bahia foi superfaturada em quase R$ 1 bilhão, diz MPF

Superfaturamento é investigado da 56ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira (23).

Com o superfaturamento na construção da sede da Petrobras em Salvador (BA), os projetos e a obra do prédio passaram de R$ 320 milhões para R$ 1,3 bilhão, de acordo com a procuradora do Ministério Público Federal (MPF) Isabel Vieira Groba.

Esquema bastante orquestrado e organizado de sangria mais uma vez nos cofres da Petrobras“, afirmou a procuradora.

O superfaturamento é alvo de investigação da 56ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira (23).

O valor de R$ 1,3 bilhão informado pela procuradora é atualizado.

* * *

Foi uma sexta-feira maléfica para o PT, o bando com sigla partidária responsável por este rombo.

Ao invés de sexta-feira 23, para o PT hoje foi mesmo uma sexta-feira 13.

Uma coincidência numérica bem a propósito.

Ainda bem que, desde as últimas eleições, a quadrilha que praticou esta patifaria bilionária foi extinta e enterrada.

Ufa!

Estamos livres desta cambada de ratos.

Uma das pessoas detidas hoje pela manhã, presa temporariamente, é uma senhora de nome Marice Correa.

Ela é cunhada do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Vaccari Neto, trancafiado e cumprindo pena por grossa ladroagem.

Tudo se casa admiravelmente.

A cunhada de um ex-tesoureito do PT sendo conduzida pela PF

23 novembro 2018 DEU NO JORNAL

LAVA JATO 56: POLÍCIA FEDERAL NOVAMENTE NAS RUAS

23 novembro 2018 DEU NO JORNAL

ESCRAVATURA DE JALECO BRANCO (3)

A ditadura cubana rompeu o Mais Médicos porque Jair Bolsonaro prometeu abrir a caixa-preta do BNDES.

Diz Merval Pereira:

“No desdobramento dos telegramas que a Folha de S. Paulo revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.

Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que ‘o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel’.

Os cubanos propuseram ‘um mecanismo de compensação’ para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos (…)

Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de ‘ajuda humanitária’, como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.”

Releia aqui o que O Antagonista publicou ontem, destacando esse fato escandaloso.

* * *

Um tema excelente pro fubânico castrista Ceguinho Teimoso debater.

Ceguinho fica cego de raiva quando se fala mal de comunismo.

Comunismo, vocês já devem saber, é aquela idiotia que faliu no mundo todo.

Uma falência que foi mais clamorosa ainda em Cuba.

23 novembro 2018 DEU NO JORNAL

MUDANÇAS, MUDANÇAS

De volta a Brasília após a eleição de Jair Bolsonaro, a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, reuniu-se nesta quarta-feira, 21, com a atual ocupante do posto, Marcela Temer, mulher do atual presidente Michel Temer.

O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e durou pouco mais de uma hora.

Michelle chegou ao local pontualmente às 11h e despediu-se às 12h25.

A esposa de Bolsonaro conheceu todas as instalações da residência em que deverá morar com a família a partir do ano que vem, incluindo o departamento Histórico do Planalto, os jardins e a capela.

* * *

Desde o último dia 28 de outubro que muita coisa mudou neste país.

Mudou muito mesmo!!!

E como mudou…

22 novembro 2018 DEU NO JORNAL

INJUSTIÇA E PERSEGUIÇÃO ABALAM A SAÚDE MENTAL DO REEDUCANDO

Políticos do PT têm procurado jornalistas para “plantar” a informação de que andam preocupados com a saúde mental do presidiário, citando alterações de humor, abatimento e até supostas “falhas de memória”.

O objetivo, que mal disfarçam, seria criar um ambiente para arrancar dos tribunais a decisão “humanitária” de transferir para o regime de prisão domiciliar o petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

O temor dos apoiadores do reeducando é que os processos pendentes de julgamento, cinco no total, possam resultar em novas condenações.

Lula e seus apoiadores já acham que Sérgio Moro pode não ter sido seu juiz mais rígido. A substituta Gabriela Hardt é ainda mais dura.

Fiel à estratégia de hostilizar quem investiga e julga, a defesa de Lula questiona a competência da juíza Gabriela Hardt para julgar o detento.

A armação começou com plantações em publicações amigas sobre o “coitado” do presidiário, “tão velho e abatido” e até “meio esquecido”.

* * *

Eu tô desconfiado que esta frase “Fiel à estratégia de hostilizar quem investiga e julga Lula“, contida na notícia aí de cima, está se referindo ao fubânico lulo-petista Ceguinho Teimoso.

Hum… Sei não…

Bom, o fato é que esta notícia sangrou o meu coração.

Fiquei abatido, comovido, triste, cabisbaixo, chateado, lacrimejante, com o peito ofegante e o coração a palpitar.

Pobre Lula, coitado do inocente Lula.

Meus olhos se encheram-se de lágrimas com pena do massacrado reeducando.

Xiuf, xiuf, xiuf, snif, snif, snif…

Não suporto ver tanta injustiça e perseguição a um homem probo, honesto e sincero.

21 novembro 2018 DEU NO JORNAL

O ROMPIMENTO COM A DITADURA CASTRISTA

21 novembro 2018 DEU NO JORNAL

O PAU-MANDADO TOMOU NO OLHO DO FURICO

A revelação de que Lula, ao contrário de qualquer outro reeducando, recebeu 572 visitas na prisão, já o credencia ao Guinness como o maior deboche à Justiça.

E o maior anfitrião de cadeia do mundo.

* * *

Este incrível e imoral recorde mundial teve um lado positivo.

É que de tanto visitar Lula no xilindró, o poste Haddad, arrasado e fudido nas últimas eleições, acabou virando réu pelos mesmo crimes do reeducando que nunca irá se reeducar.

21 novembro 2018 DEU NO JORNAL

NEGÃO DA PIROCA

Joselito Müller

No dia da consciência negra, movimento LGBT homenageia Negão da Piroca

Uma comovente homenagem foi prestada na tarde de hoje por ativistas e passivistas do movimento LGBT por ocasião do dia da consciência negra.

Amado por poucos e odiado por quase todo mundo, o famoso Negão da Piroca foi homenageado com o título de “Cidadão honorário da pátria brasileira”.

A homenagem foi iniciativa do deputado Sergay Etipácio Pinto, do PSOL.

É um ícone que também é um elo entre os LGBT’s e o movimento negro”, declarou o parlamentar.

Na ocasião, vários memes do Negão da Piroca foram exibidos em um slide, além de terem sido compartilhados no whatsapp dos presentes.

O homenageado, que mora no Senegal, não compareceu ao evento.

Negão da Piroca

20 novembro 2018 DEU NO JORNAL

VIDENTE DE BOTEQUIM

Cristyan Costa

O PT deixou de ser um partido para tornar-se uma seita que tem em Lula seu único deus. Os militantes que nunca duvidaram da palavra do chefe viraram devotos de uma divindade que nunca erra. Para o rebanho que o segue, o ex-presidente não faz previsões: adivinha o futuro.

O intuitivo genial acabou de pilotar o grande naufrágio eleitoral do PT. O guia que jamais se equivoca achou que Fernando Haddad era o poste fabricado sob medida para o gabinete presidencial. O profeta infalível desmatou a trilha que o levou à cadeia em Curitiba.

Lá, em vez de fingir que lê, deveria aproveitar o tempo que sobra para rever alguns vídeos que desnudam o reizinho insolente. Talvez ficasse menos metido a besta se conferisse, por exemplo, seu parecer sobre a trajetória eleitoral de Jair Bolsonaro.

Vejam a colisão frontal entre o que disse Lula e o que efetivamente aconteceu. Pensem no comportamento dos adoradores desse vidente de botequim. E admitam que, no Brasil, não há limites para a idiotia.

20 novembro 2018 DEU NO JORNAL

JAIMINHO VIRA RÉU

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O PRÓXIMO PASSO É FICAR “DOENTE”

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OS MÉDICOS CUBANOS

20 novembro 2018 DEU NO JORNAL

A PRIMEIRA SENTENÇA DA JUÍZA GABRIELA HARDT NA LAVA JATO

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MAIS UM “REEDUCANDO”

19 novembro 2018 DEU NO JORNAL

RESISTENTES

J.R. Guzzo

Depois do período das eleições, enfim resolvidas com a vitória de Jair Bolsonaro, vivemos agora o momento seguinte do calendário político como ele é entendido pelos que perderam – o período de resistência ao resultado das eleições. Atenção: não se trata simplesmente de fazer oposição. Trata-se de anunciar ao Brasil que os derrotados não aceitam o resultado estabelecido pelos eleitores; não valeu, dizem eles, porque só a gente tinha o direito de ganhar. A palavra “resistência” soa bonito, como em filme americano de guerra, mas naturalmente não é nada disso. Levando-se em conta a qualidade da oposição política atual, o que vem à cabeça na hora, quando a palavra “resistência” é utilizada pelo PT, é resistência de chuveiro elétrico ou de chapa para fazer tostex – pois não dá para ninguém pensar a sério, realmente, que o Sistema Lula-­PT-Esquerda vá resistir a alguma coisa gritando “Bom dia, presidente Lula”, na frente da cadeia de Curitiba, ou negando-se por “tradição democrática” a cumprimentar o candidato que a população elegeu. Mais ainda, surgem suspeitas de pane nos circuitos mentais do PT quando o partido entra na Justiça com um pedido de “anulação das eleições”, ou exige do STF a libertação imediata de Lula porque o juiz Sergio Moro foi escolhido como futuro ministro da Justiça de Bolsonaro. Isso não é resistir. Isso não é nada.

A soma de todos esses esforços que pretendem contestar o novo governo se resume ao seguinte: continuar defendendo tudo o que a maioria do eleitorado acaba de condenar com o seu voto, e dobrar os ataques contra tudo o que o eleitorado acaba de dizer que aprova. É uma coisa extraordinária. A maioria dos brasileiros decidiu, de uma maneira talvez mais clara que em qualquer outra ocasião na história recente do país, o que quer e, principalmente, o que não quer. A “resistência” vai na direção exatamente oposta. É como se não tivesse acontecido nada em 28 de outubro de 2018 – ou, mais ainda, é como se Bolsonaro tivesse perdido as eleições e o PT tivesse ganhado. O resultado é o que aparece todo dia no noticiário: uma coleção de alucinações, que a imprensa quer desesperadamente que você leve a sério, apresentadas como se fossem ações de combate contra o “avanço do fascismo” etc. etc. Que ações? Que combate? Vai saber. Qualquer coisa serve.

Temos, assim, jornalistas da Rede Globo defendendo a ideia de que a polícia não deve ser autorizada a atirar num sujeito que está no meio da rua com um fuzil automático na mão. Seu argumento: como se vai provar que essa pessoa está realmente com más intenções? E se ela não quer atirar em ninguém? E se o fuzil não for um fuzil, e sim um guarda-chuva? À primeira vista, parece que alguma coisa deu errado – que diabo essas moças estão falando? Mas não: é isso mesmo. No ato seguinte, aparece uma especialista-­técnica em “políticas públicas de segurança”, ou algo assim, e nos informa que os bandidos têm o direito de carregar fuzis para se defender da polícia e garantir, com isso, a sua legítima defesa. Na mesma emissora, uma apresentadora subiu um degrau a mais no “nível de lutas”, como se diz, e falou na necessidade de sabotagem. “Vamos sabotar as engrenagens deste sistema de opressão”, pregou ela no ar. “Vamos sabotar este sistema homofóbico, racista, patriarcal, machista e misógino” – palavra hoje na moda, essa última, que metade do público não sabe o que significa. O exame do Enem, uma semana depois da eleição, fazia uma pergunta sobre a linguagem privada dos travestis e suas raízes no idioma iorubá. Educadores apresentados como “antifascistas” comemoraram a inclusão da pergunta como uma importante derrota da direita conservadora e do novo “governo autoritário”.

Na mesma batalha para ficar no lado contrário ao do eleitor, o PT acha inaceitável que Moro tenha sido convidado para ministro da Justiça – uma prova, segundo a alta direção petista, de que a condenação de Lula foi uma “jogada” com Bolsonaro. De todos os problemas com essa ideia, o pior é que mais de 80% da população aprovou a ida de Moro para o novo governo. Não é só o PT que está na “resistência”. A ministra Cármen Lú­cia, depois de embolsar mais um aumen­to abusivo no próprio salário, lamentou a mudança “perigosamente conservadora” na situação política. Fernando Henrique, no exterior, faz campanha contra o novo governo – e por aí vamos. É a tal “superioridade moral” que os derrotados atribuem a si próprios. O que todos eles estão dizendo, na prática, é que o povo brasileiro, mais uma vez, votou errado.

19 novembro 2018 DEU NO JORNAL

A CHANCE DE “DESPETIZAR” O ESTADO

19 novembro 2018 DEU NO JORNAL

COITADAS DAS VASSOURAS

Bolsonaro ordena que PT seja varrido do Itamaraty.

A ordem do presidente eleito Jair Bolsonaro para o seu futuro ministro das Relações Exteriores foi simples: varrer o petismo do Itamaraty.

A principal recomendação do futuro presidente ao seu chanceler é eliminar vestígios, programas e diplomatas da Era PT.

Particularmente aqueles ligados a Celso Amorim.

* * *

Fracamente, quando li esta notícia fiquei triste.

Fiquei com pena das vassouras que serão usadas no serviço.

Limpar sujeira deixada pelo PT é trabalho capaz de deixar cheia de repugnância qualquer vassoura.

E tem mais: pra ser um limpeza rigorosa e cidadã, as vassouras tem que ser na cor verde-amarela.

18 novembro 2018 DEU NO JORNAL

CHIFRES NO ALTAR

O grande dia do casamento da australiana Casey não teve um final como costuma ocorrer quando um casal de noivos chega à igreja para selar o matrimônio.

Segundo reportagem do portal Whimm’, a noiva recebeu na véspera do casamento, por Whatsapp, algumas mensagens que davam indícios de que ela estava sendo traída pelo noivo, Alex, havia meses.

“Seu corpo é incrível e você sabe como usá-lo. Queria que minha namorada tivesse metade das suas habilidades. Sinto tanto a sua falta. Transo com ela fingindo que é com você”, dizia uma das mensagens a qual Casey teve acesso.

Triste e decepcionada, ela não quis desmanchar o seu relacionamento antes do grande dia. Muito pelo contrário.

A sua vingança se deu no altar diante de todos os convidados quando ela anunciou que contaria a verdade sobre o noivo.

“Não haverá casamento. Me parece que ele não é quem eu pensava que era”, disse ela.

Casey trocou a leitura de seus votos pela revelação do conteúdo das mensagens.

Ainda de acordo com a reportagem, a família do noivo ficou horrorizada e ele, bravo e pálido, saiu da igreja correndo.

* * *

Li esta notícia aí de cima na quinta-feira passada.

E a história me lembrou outra, acontecida no século passado, aqui no Brasil, na cidade de São Paulo.

Se não me falha a memória, li a notícia lá pelos anos 80.

Casamento de gente abastada, noivos de duas famílias importantes, igreja lotada de elegantes e bem vestidos convidados.

Na hora da cerimônia, quando o padre perguntou se o noivo aceitava a distinta noiva como “sua esposa”, ele simplesmente respondeu “Não aceito”.

E, ato contínuo, puxou do bolso um monte fotos que saiu distribuindo com as testemunhas ao redor.

Eram fotos feitas por um detetive particular, mostrando os chifres que a noiva botava no pobre corno em motéis da cidade.

E o Urso, o botador de chifres, era um dos padrinhos ali ao lado!!!

Pense num desmantelo!!!

18 novembro 2018 DEU NO JORNAL

DITADURA CLÍNICA

A decisão da ditadura cubana de retirar seus médicos do Brasil, até o fim do ano, provocou uma corrida de pedidos de asilo e recebimento integral dos R$ 11.540 pagos pelo governo brasileiro.

A ditadura confisca mais de dois terços do valor, deixando aos médicos apenas com R$ 3 mil.

E ainda os proibiu de trazerem suas famílias, mantidas em Cuba como reféns.

O presidente eleito Jair Bolsonaro, por razões humanitárias, está disposto a acolher os cubanos que solicitarem asilo.

O governo não divulga números da corrida por asilo político, a fim de evitar perseguição de espiões cubanos que os vigiam no Brasil.

Os médicos em geral estão satisfeitos no Brasil e não querem retornar à vida de privações, sobretudo de liberdade, sob a ditadura.

Há um ano, quando não se falava em cancelar o acordo, 180 cubanos pediram asilo e salário integral. Em dezembro, passavam de 300.

* * *

Sem comentários.

A cruel notícia aí de cima já diz tudo

Isto é coisa pro lulo-castrista Ceguinho Teimoso se ocupar, negando tudo e garantindo que os médicos cubanos estão satisfeitíssimos com esta situação absurda.

Ceguinho está cada dia mais cego.

Como bem disse ontem um leitor fubânico, eu tinha que viver o bastante pra ver um petista ser contra trabalhador receber 100% do seu salário.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

17 novembro 2018 DEU NO JORNAL

O TRÍPLEX É A PONTA DO ICEBERG

Revista IstoÉ

O juiz demonstrava descontração. Nem parecia o magistrado sisudo das audiências tensas e, não raro, acaloradas com o ex-presidente Lula e os maiores empreiteiros do País. Chegou a esboçar leves risadas, como a que soltou ao rememorar ações envolvendo escuta de celulares num presídio, “onde os presos falavam tanto que os policiais se confundiam até sobre quem falava o que”. Depois de uma hora e meia com os repórteres da ISTOÉ, brincou: “Vocês já têm histórias para escrever um livro”.

Em sua primeira entrevista exclusiva para um veículo de comunicação impresso, após ter sido escolhido ministro da Justiça e Segurança Pública pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, o juiz Sergio Moro ainda utilizou a antiga sala da 13ª Vara Federal do Paraná, em Curitiba, que ocupa há 15 anos. A partir de agora, deve passar a concedê-las somente no Palácio de Justiça, em Brasília, suntuoso prédio onde está instalado o ministério que comandará a partir de janeiro. Sua mesa na Justiça Federal é o que podemos chamar de bagunça organizada – aquela em que só o dono é capaz de se encontrar no meio dela, mais ninguém. Repleta de papeis em desalinho, um em cima do outro, cercada por estantes amontoadas por livros comprados por ele mesmo.

Mas, claro, ali no meio daquela aparente anarquia se transpira seriedade. É onde se batalhava a faina diária de um dos magistrados mais competentes do País, responsável pela Lava Jato, a mais profunda operação de combate ao crime organizado desenvolvida no Brasil. Para o novo gabinete, ele ainda não sabe se levará os livros. Uma hipótese é deixá-los mesmo em Curitiba para não sobrecarregar a mudança. O mesmo provavelmente fará com sua esposa Rosângela e os dois filhos adolescentes, só que por outras razões, obviamente. A mulher cuida de um escritório onde é advogada especialista em casos de pessoas com doenças raras. Os filhos adolescentes preferem não trocar de escola. “Irei para casa nos finais de semana”, promete. Quem ele vai levar quase que a tiracolo é Flávia Blanco, sua chefe de gabinete na Justiça Federal, uma espécie de faz-tudo do juiz e a quem ele tem em mais alta conta. Moro tem pressa. Terá pouco mais de um mês para definir também quem levará para Brasília para integrar a nova equipe. Um de seus desejos era reforçar o time com integrantes da Lava Jato, mas enxerga “óbices” difíceis de transpor. “Seria um tolo se não levasse gente da Lava Jato, que já comprovaram competência e dedicação, mas muitos teriam que abandonar suas carreiras para me seguir”.

Na verdade, a maior angústia de Moro não é deixar para trás livros, amigos e colegas de trabalho, mas as dezenas de processos da Lava Jato ainda não encerrados. Quando desencadeou a operação em 17 de março de 2014, Moro não imaginava chegar tão longe. Mas, quando decretou a prisão do doleiro Alberto Youssef, e com ele encontrou o documento da compra de uma Range Rover Evoque em nome de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, percebeu que o caso poderia atingir proporções muito maiores. Preso, Costa revelou em delação que a Petrobras era usada pelo governo Lula para o pagamento de propinas a políticos tanto do PT, como do PP e PMDB. Era apenas o fio de um extenso novelo que alcançaria o maior esquema de corrupção da história recente do País. A Lava Jato evoluiu de tal maneira que levou o juiz a condenar importantes dirigentes do PT, o mais importante deles o ex-presidente Lula, preso em Curitiba desde o começo do ano por ter recebido vantagens da OAS, entre as quais um tríplex no Guarujá, em troca de polpudos contratos na Petrobras.

Ao responder à ISTOÉ sobre o inconformismo do ex-presidente em relação à condenação imposta a ele, Moro lembrou que a sentença foi “extensamente fundamentada” e acrescentou: “As provas indicam que Lula é o mentor desse esquema criminoso que vitimou a Petrobras. E não se trata só de um tríplex. Nós falamos de um rombo de R$ 6 bilhões. O tríplex é a ponta do iceberg”. Sobre as acusações de perseguição política, e eventual relação de causa e efeito com a campanha presidencial deste ano, Moro reavivou que a sentença no caso do tríplex foi proferida em meados de 2017. “O que existe é um álibi de Lula, baseado numa fantasia de perseguição política”. Ademais, a decisão de condenar o petista a nove anos e meio de prisão, reforçou juiz, foi mantida pela Corte de apelação (TRF-4), que não apenas endossou as suas fundamentações jurídicas como ampliou a pena para 12 anos e um mês. “A partir daí, a decisão não é mais minha”, disse.

Os demais processos que Sergio Moro deixará prontos para julgamento, envolvendo o ex-presidente, como o caso do apartamento São Bernardo do Campo e de um terreno para o Instituto Lula, doado como propina pela Odebrecht, estarão sob a batuta da juíza substituta Gabriela Hardt. A sentença deverá ser proferida ainda este ano. A julgar pela audiência de estreia (leia mais às págs 32 e 33), que lhe rendeu o apelido de “juíza linha Hard(t)” pela maneira firme como arguiu e enquadrou o ex-mandatário petista durante depoimento sobre o sítio de Atibaia, tudo indica que Lula deve ser condenado novamente por corrupção e lavagem de dinheiro. “Esses processos já fazem parte do meu passado”, esquiva-se Moro.

O foco do futuro ministro da Justiça agora é na preparação dos projetos de combate à corrupção e ao crime organizado que serão submetidos ao Congresso já em fevereiro. Entre as mudanças propostas estão as que possibilitam prever em lei o cumprimento da prisão após condenação em segunda instância e a redução da maioridade penal para 16 anos, “mas apenas para crimes de sangue”. Moro pretende endurecer ainda medidas contra os cabeças do tráfico, não permitindo as famigeradas saidinhas durante o cumprimento das penas. Uma de suas ideias é proibir inclusive as tradicionais visitas íntimas a presos. Atendendo a uma promessa de campanha de Jair Bolsonaro, Moro trabalhará para flexibilizar o porte de armas, mas apenas dentro de casa: “Não vamos autorizar que as pessoas saiam armadas nas ruas”. Para quem ainda acha que ele largará a carreira de magistrado para mergulhar na política, Sergio Moro adverte: “Não serei candidato a presidente da República. Não tenho nenhuma pretensão de participar de campanhas eleitorais, nem de subir em palanques”.

O senhor vai apresentar um plano de combate à corrupção e ao crime organizado?

Nos últimos anos houve um avanço muito grande de políticas anticorrupção. A Justiça começou a mudar. Está começando a enfrentar com mais rigor os casos de corrupção. O que nós temos visto na Lava Jato é uma agenda anticorrupção forte, mas o governo federal foi muito tímido. Então a prioridade vai ser as medidas anticorrupção. E o embate contra o que já é uma coisa de segurança nacional, que é o crime organizado. A ideia é a apresentação de um plano ao Congresso já em fevereiro.

E quais serão as primeiras medidas?

O projeto que vamos apresentar ainda está em estudo e seria imprudente de minha parte anunciar todo o plano agora. Ele ainda terá que ser submetido ao presidente Jair Bolsonaro. Então é prematuro colocá-lo em detalhes neste momento. Mas, por exemplo, em matéria de crime organizado quero proibir o condenado de poder progredir de regime de cumprimento de pena se houver vínculo com organizações criminosas. Em matéria anticorrupção há a execução da pena a partir da condenação em segunda instância, que é uma questão que deverá constar no projeto a ser encaminhado ao Congresso. O entendimento do Supremo, que predomina desde 2016, é que a Constituição já permite a execução em segunda instância. O mais prudente, neste momento, é apresentar um projeto para deixar isso mais claro na legislação ordinária.

O senhor teme a mobilização das bancadas de parlamentares que estão sendo investigados pela Lava Jato, como Renan Calheiros, contra o seu projeto anticorrupção?

O novo governo traz uma expectativa de mudança. Os eleitores deram recado claro nas eleições de que há uma insatisfação com a corrupção e com a segurança pública. Isso sem ingressar na parte econômica, que também é muito importante, mas não é da minha área. Imagino que os parlamentares serão sensíveis a esses anseios dos eleitores. Mas nós pretendemos dialogar e construir uma agenda que possa ser aprovada pelo Parlamento em tempo razoável.

O senhor disse que apesar do esforço gigantesco da Lava Jato a corrupção continua. O senhor quis dizer que a corrupção não acabará?

É impossível eliminar a corrupção, como é impossível eliminar a atividade criminal. Agora, o que é intolerável é a tradição da impunidade que nós tínhamos no Brasil. Isso acabava sendo estímulo para a prática de novos crimes. Tanto assim que se chegou à uma situação, considerando os casos já julgados, de corrupção disseminada. Se não é possível eliminar a corrupção por completo, é possível reduzi-la a patamares menores do que temos atualmente.

Os governantes montaram verdadeiras máquinas de dilapidação dos cofres públicos. No governo Bolsonaro é possível que dizer que isso não se repetirá?

Crime de corrupção é muito difícil ser descoberto e investigado, porque é um crime praticado em segredo. Tem que se criar sistemas de controle e prevenção para detectar esses fatos. Agora, o que eu posso assegurar, porque isso me foi afirmado pelo presidente eleito, é que ninguém será protegido. Identificado os casos de corrupção no governo, ninguém será protegido. Esse é um compromisso meu. Não vou assumir um cargo desses para proteger alguém.

Se o senhor descobrir alguém se locupletando do governo, vai pedir que o presidente demita essa pessoa?

Sim, certamente. Se houver provas nesse sentido, e forem consistentes, vou levar ao presidente eleito para tomar uma decisão que ele entenda apropriada.

O ex-presidente Lula usa a sua nomeação para o ministério da Justiça do governo Bolsonaro para solicitar novo habeas corpus. Como vê as acusações do PT de que o senhor usou a Justiça apenas para perseguir o ex-presidente?

Essa é uma questão que agora pertence à Justiça. Eu proferi um julgamento em 2017, em que a decisão é extensamente fundamentada. As provas indicam que Lula é o mentor desse esquema criminoso que vitimou a Petrobras. E nós não tratamos apenas de um tríplex. Nós falamos de um rombo estimado de R$ 6 bilhões. O tríplex é a ponta do iceberg. A opção do Ministério Público foi apresentar a acusação com base nesse incremento patrimonial específico, que foi fruto da corrupção. Mas eu proferi essa decisão em meados de 2017 e a decisão foi mantida pela Corte de apelação. A partir do momento em que a Corte de apelação mantém a decisão, a decisão passa a ser dela. Não é mais nem minha.

Mas foi do senhor.

O que existe é um álibi de Lula, baseado numa fantasia de perseguição política. Vamos analisar a Operação Lava Jato. Nós temos agentes políticos que foram do Partido Progressista condenados, temos agentes do PMDB e de figuras poderosas da República, como foi o caso do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, considerado adversário figadal do PT. E, claro, condenamos também agentes do Partido dos Trabalhadores. O esquema de corrupção na Petrobras envolvia a divisão de dinheiro entre executivos da estatal e agentes políticos que controlavam a empresa. É natural que o esquema criminoso dessa espécie, quando descoberto, com políticos envolvidos, impliquem majoritariamente aqueles partidos que estavam no poder e controlavam a empresa e não legendas que se encontravam na oposição.

O senhor deixou pronto para ser julgado um novo processo que envolve o ex-presidente Lula. Sobre um apartamento em São Bernardo e um terreno destinado ao Instituto Lula, em que ele é acusado de receber os imóveis como forma de propina distribuída pela Odebrecht. O ex-presidente deve ser condenado outra vez?

Essa é uma questão da Justiça, a cargo da doutora Gabriela Hardt, que me substitui na 13ª Vara Federal e não seria apropriado comentar. Ela é uma magistrada muito séria e muito competente. No entanto, está em suas mãos diversos casos criminais em relação à Lava Jato, que demandam atenção dela. Então não sei se ela vai ter tempo hábil para julgar esse caso ainda este ano.

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse que, se a polícia subir morro e numa operação dessas morrerem até 20 bandidos, não haverá problema algum. A polícia terá passe livre para matar na sua gestão?

Não existe isso. Às vezes essa questão é mal colocada. O objetivo do trabalho de investigação policial e do trabalho dessas operações contra o crime organizado é que o criminoso seja preso e o policial vá a salvo para a sua residência. O trabalho de enfrentamento das organizações criminosas é baseado em inteligência, investigação, prisão dos líderes, isolamento dos líderes e confisco de seus bens para desmantelar essas facções. Agora, existem algumas organizações que muitas vezes se valem da força e de seus armamentos para intimidar determinadas comunidades, muitas vezes carentes, utilizando armas ostensivamente. Nesse contexto pode eventualmente haver situações de confronto entre criminosos e polícia. Podem surgir incidentes, como óbitos, mas isso tem que ser evitado ao máximo, porque o risco de danos colaterais é muito grande. A situação ideal não é o criminoso morto. A situação ideal é o bandido preso.

O presidente Bolsonaro disse que policial que mata bandido em combate tem que ser condecorado. Pode haver um aumento indiscriminado de mortes por policiais?

Temos que ver em que contexto isso foi dito. Estratégia de confronto não é um objetivo. O confronto é uma possibilidade dentro do contexto de violência que existe. Não haverá o desejo de se buscar o confronto como resolução dos problemas criminais.

As facções que dominam o crime de dentro das cadeias transmitem ordens por meio de advogados ou familiares. O senhor pensa em restringir a atuação de advogados e familiares nos presídios?

Isso está sendo estudado. É evidente que tem se preservar a ampla defesa, mas as prisões de segurança máxima têm que servir como elemento para inibir novos crimes. Se o condenado mesmo assim consegue transmitir ordens, essa é uma situação em que o trabalho dos advogados tem que ser reavaliado.

As visitas íntimas deveriam acabar?

Isso está sendo estudado. É uma possibilidade.

O senhor já disse que concorda com a redução da maioridade penal para 16 anos. Não corremos o risco de se encher ainda mais as prisões com jovens que na verdade deveriam estar na escola e não presos?

A minha avaliação é que a redução da maioridade penal para 16 anos seja relacionada apenas a crimes graves. E quando falo em crimes graves, estou falando em crimes com resultado de morte ou lesão corporal gravíssima. Crimes de sangue. O que envolve um número não tão significativo desses adolescentes. Pode se dizer que isso não resolve o problema da criminalidade. E não resolve. Mas existem questões relativas à Justiça individual. Se você é parente, um pai de alguém que foi assassinado por um adolescente nessa faixa etária, você quer ver a Justiça sendo realizada. Um jovem de 16 a 18 anos já tem consciência de que não pode matar.

O que o senhor acha da proposta do presidente Bolsonaro que prevê que o cidadão possa ter uma arma em casa. O senhor não acredita que corremos o risco de ter crimes em massa como acontece nos Estados Unidos?

É uma questão de plataforma eleitoral. Uma das promessas de Bolsonaro foi a possibilidade do porte de armas, mas em casa. Havia uma política restritiva para a pessoa obter uma arma para guardar em casa e a promessa eleitoral é que isso seria flexibilizado. A meu ver isso tem que ser cumprido, já que foi parte de uma promessa eleitoral. Mas é algo bem diferente de autorizar as pessoas a saírem armadas nas ruas. Por outro lado, não estamos falando em autorizar porte em casa de armas automáticas, de fuzis. É uma situação diferente da que acontece nos Estados Unidos. Agora, teremos que tomar muito cuidado, e isso eu conversei com o presidente eleito, de permitir que essa flexibilização seja uma fonte de armamento para o crime organizado.

Se houver invasões a propriedades rurais ou ocupação de sem tetos a prédios públicos, como o senhor vai se comportar?

Já existe a lei que protege a propriedade privada. Esses movimentos sociais têm direitos e liberdade de manifestação, de protesto, é algo natural. Mas existem limites para esse tipo de coisa, como invasão, prejuízos à propriedade privada, perturbação da ordem, fechamento de vias públicas com queima de pneus, incomodando as pessoas. Isso não é comportamento aceitável. Isso foge da regra e tem que ser apurado na forma da lei, responsabilizando as pessoas que provocaram danos ao patrimônio. Eles não são inimputáveis.

Se houver discriminação e ataques contra gays, negros, mulheres, quilombolas, o senhor pensa em punir quem levar a cabo essas ações?

Não há nenhuma chance disso acontecer. Não há nenhuma iniciativa de discriminação às minorias. O próprio presidente eleito declarou isso sucessivas vezes e no que se refere ao Ministério da Justiça, em especial, o meu entendimento é que todos têm direito a igual proteção da lei, seja maioria, seja minoria. Eu conheço vários homossexuais, alguns deles são pessoas fantásticas, das melhores que conheço, e não vejo a menor perspectiva de que venham a ser perseguidos.

O senhor ainda tem como meta chegar ao Supremo, que sempre foi seu sonho na carreira de magistrado?

Não existe uma vaga no Supremo. Ela ocorrerá só em 2020. Seria indelicado de minha parte pensar numa nomeação para o Supremo agora.

O senhor chegou a negociar essa possibilidade com o presidente?

Eu não apresentei nenhuma condição ao presidente eleito. A questão foi levar a ele uma pauta para ver se tínhamos convergências e, no que se refere às divergências, se elas seriam razoáveis.

O senhor prefere a Justiça ou pretende ser candidato a presidente da República em 2022?

Não existe candidatura a presidente. Eu prometi e já fiz declarações expressas de que não ingressaria na política. Esta ida para o ministério foi interpretada por alguns como uma quebra dessa promessa. Mas na minha avaliação, estou indo para o governo para implementar uma agenda anticorrupção e anticrime organizado, num papel eminentemente técnico. Eu não tenho nenhuma pretensão de participar de campanhas eleitorais, de subir em palanque.

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

O JEITO VAI SER MANDAR NOSSOS DOTÔRES VERMÊIOS PRA LÁ

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, reiterou hoje (16) que a decisão de impor novas exigências aos profissionais cubanos, vinculados ao Programa Mais Médicos, tem razões humanitárias, para protegê-los do que considera “trabalho escravo” e preservar os serviços prestados à população brasileira. Ele garante que o programa não será suspenso.

Entre as medidas, estão fazer o Revalida – prova que verifica conhecimentos específicos na área médica, receber integralmente o salário e poder trazer a família para o Brasil.

Cuba decidiu deixar o programa após as declarações de Bolsonaro. 

“Talvez a senhora seja mãe, já pensou em ficar longe dos seus filhos por um ano?”, respondeu o presidente eleito à jornalista que perguntou sobre a situação dos médicos cubanos.

“É essa a situação de escravidão que praticamente as médicas e os médicos cubanos estão sendo submetidos no Brasil”, disse em entrevista no 1º Distrito Naval, no centro do Rio.

* * *

Nesta mesma entrevista o Capitão fez uma revelação interessante.

Ele disse que os profissionais cubanos que quiserem pedir asilo político ao Brasil, quando ele estiver na Presidência da República, será concedido.

Coitada de Cuba: a partir de janeiro, vai ser uma debandada de médicos da porra pedindo asilo no Brasil.

O único jeito de ter assistência médica na capitania castrista vai ser o PT mandar pra Cuba os dotôres militantes zisquerdistas formados por aqui, nas nossas faculdades cirurgicamente ideologizadas.

O que mais tem em Banânia é médico assinando atestado com a mão esquerda e doido pra ir trabalhar na Ilha da Felicidade!!!

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

BOLSONARO DEFENDE MÉDICOS, PT DEFENDE CUBA

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

OS ESCRAVOS DO SÉCULO XXI

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

O MACHISMO PETRALHAL SE FUDEU

Juízas comemoram o desempenho de Gabriela Hardt durante o depoimento de Lula sobre o sítio de Atibaia…

O julgamento das juízas:

Lula e sua defesa acharam que, por não estarem à frente de um juiz homem, eles poderiam deitar e rolar durante a audiência.

Só que não.

A verdade é que o machismo não tem ideologia.

* * *

O desempenho da Juíza Gabriela Hardt foi notável.

Foi histórico.

A dotôra enfiou o seu martelo todinho, até o cabo, no meio do olho do furico do bandidão.

Que quis dar uma de suas costumeiras carteiradas babacais e se lascou logo no início.

Tomou no rabo!!!

O fato é que, depois do depoimento do seu proprietário, o estabelecimento denominado PT lançou duas novas campanhas:

#VoltaMoro e #ElaNão

“Se o senhor começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema. Eu sou juíza e vou fazer as perguntas”

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

A ESCRAVATURA NO MUNDO

Bolsonaro quer acabar com a maior operação de trabalho escravo já montada no Brasil depois da Abolição:

A exploração de médicos cubanos proibidos de trazer suas famílias para cá e cujos salários são pagos diretamente a Cuba.

* * *

O fubânico lulo-castrista Ceguinho Teimoso está furiosamente contra esta medida anti-escravagista do presidente eleito.

E exigindo que o Capitão, pra mostrar que é justo e imparcial, corte relações com países que, tanto quanto Cuba, também praticam a escravatura.

Ceguinho até relacionou estes países que, em pleno Século XXI, ainda adotam o pelourinho e o chicote no lombo.

São eles, segundo Ceguinho, Índia, Blangladesh, Congo, China, Rússia, Paquistão, Uzbequistão, Nigéria, Indonésia e Tailândia, entre outros.

E, como é pesquisa de Ceguinho, é coisa certa e indesmentível.

Pronto, Bolsonaro: taí a lista do sempre certeiro Ceguinho Teimoso pro senhor tomar as devidas providências.

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

ELE É INCAPAZ DE RECONHECER QUALQUER INSTITUIÇÃO QUE ESTEJA ACIMA DELE

* * *
LULA É UM PSICOPATA


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