BOLSONARO É O ANTIPETISMO

Um homem, uma ideia e um destino, esse é Bolsonaro. Apoiado em princípios elevados, tais como a ética, a moral, a honestidade, a decência e a vontade de vencer e realizar, Bolsonaro em voo solo, mostrou a população que o Brasil ainda tem chances de se tornar uma terra prometida e capaz de se construir como Nação, como povo. Trouxe a mensagem de que jamais seremos a casa da luz vermelha e tampouco nossa história e nossa bandeira serão manchadas por sangue e sofrimento do seu povo. A covardia feita por Fernando Henrique Cardoso com a pátria brasileira em querer desconstruir nossos limites culturais, de território, de história, de valores em favor da ideia estapafúrdia da construção de uma “grande pátria”, como sonhavam os débeis “pensadores” do Foro São Paulo, está em fase terminal. Utilizaram-se do ignorante e moldável Lulla da Silva como seu instrumento marionete, um ex X-9 permissionário dos superiores quadrilheiros e terroristas, para se consolidar como grupo dominante de todos os países do continente com intenção única de domínio ditatorial dessa infortunada massa populacional sul americana. A facilidade da fortuna à custa do dinheiro público subiu exacerbadamente nas mentes dos “macaquitos” Fidel, Chavez, Rafael Correa, Lulla, Moralles, Kischner, Ortega e outros insignificantes como Lugo, por exemplo. Todos sucumbiram, mas ainda restam Maduro, Ortega e Moralles, questão de tempo. São psicopatas que quase levaram a América do Sul a um desastre organizacional pior do que assistimos no Oriente Médio.

A fonte de dinheiro para a realização desses transtornos psicóticos, -situação em que as pessoas perdem o contato com a realidade, com o mundo- vivida por Lulla e seu bando, estava nos cofres do Tesouro Nacional brasileiro, via BNDES. Foi esta Instituição Financeira que distribuiu dinheiro do povo brasileiro pelo mundo, não sem antes o bando receber a propina devida, tais como diamantes e barras de ouro, além de reais e dólares, segundo as informações da mídia nacional e internacional. As bases de cálculos dos alucinados petistas, chavistas e cubanos estava no petróleo venezuelano e na economia do Brasil. Só que, no final, caiu tudo no colo dos brasileiros ante a quebra da petrolífera venezuelana. Tendo que sustentar seus vizinhos aloprados e ainda manter a desenfreada corrupção no Brasil, o governo petista começou a sair da bonança para a secura financeira, e aí a coisa desandou. Uma pequena ilha de moralidade no judiciário, conhecida por Lava Jato, se ergueu como a força de um vulcão e das entranhas do interior do governo surgiu lava putrefata de sujeira e lama de uma fedentina material e mental jamais imaginada. Mortes, assassinatos de políticos e outros tantos inexplicáveis, fizeram parte desse lamaçal que ainda procurou se manter com a tentativa de assassinato de Bolsonaro em Juiz de Fora.

O sentimento anti petista no seio do povo brasileiro é a prova de tudo isso acima escrito. Bolsonaro incorporou esse sentimento que teve lampejo de valor com a postura do João Dória, este liquidado pelo Fernando Henrique Cardoso e Alckmin, um frustrado em busca de um sonho perdido e jamais possível. Está claro que fazem parte do esquema de manutenção petista no Poder. Caso contrário, já teriam tido a postura que teve Paulo Skaf, do MDB, autorizado por Meirelles. Há, também outros apoiadores, fundadores do partido NOVO e do próprio PSDB, como Xico Graziani e Antônio Baratelli, fundador e primeiro vereador do PSDB. Registre-se também que no Estado de São Paulo é intenso o movimento “BolsoDória”, prova de uma forte rejeição popular pelo petismo deturpado ao que esperavam os trabalhadores que jamais imaginaram o uso do termo “trabalhadores” para constituir um partido de marginais. Foi uma traição ao povo, mas pior ainda e cruel, é usar de sua falta de preparo cultural para continuar levando ilusões e mentiras a essa gente que, em sua maioria, ingênua, ainda pensa em dar o seu sincero voto a esses espertalhões que deveriam, há muito, ter o registro do seu Partido cassado.

Bolsonaro representa isso, a vontade enorme do povo brasileiro em extirpar esse câncer de malfeitores que ainda busca sobreviver. Ele é a vontade popular de mudar os rumos do Brasil. É a vontade de construirmos uma Nação com decência, respeito as leis, com segurança e muita esperança de melhores dias. Creia você eleitor, há um sol surgindo nessa escuridão que estávamos vivendo, há um sorriso surgindo em cada rosto do brasileiro, há um coração batendo mais forte e há um sonho se transformando em maravilhosa realidade, apesar dos ranger de dentes daqueles que sonhavam fazer do Brasil um paraíso de bandidos e quadrilheiros. A corrupção está colada no PT, Bolsonaro é o antipetismo.

O “FESTIM” BOLSONARO

O aparecimento de Bolsonaro, que esperavam ser bala de festim, desorganizou toda a arrumação da esquerda montada com os partidos alinhados com o pensamento socialista, aqueles que pregam pela coletivização dos meios de produção, distribuição de riquezas, algo impossível, já que exige a extinção da propriedade privada e das classes sociais. Ainda nesse grupo pego na surpresa do “festim”, mas neste caso uma pequena festa, estão os sociais democratas que na verdade se distinguem apenas no ato de domínio e exercício do Poder, ou seja, na forma de sua utilização no uso das riquezas geradas pelos trabalhadores que são transformados em serviçais do Estado e seus ocupantes.

Bolsonaro foi encarado como um alvo fácil de ser abatido politicamente e até mesmo criminalmente, como ocorreu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Ainda estão, os partidários da esquerda, sem entender o impacto ocasionado pelo candidato do PSL. Bolsonaro não tem Comitê Central seja lá em qualquer lugar que for, não tem equipes de marqueteiros, não tem dinheiro público, não tem qualquer estrutura profissional de mídia e por aí vai, mas tem a adesão de gigantesca parcela do eleitorado brasileiro. A sua ascensão junto ao eleitor do Nordeste está se consolidando e hoje já se vê em quase todas as cidades daquela região, carreatas, buzinaços, passeatas. É algo espontâneo, parte da própria população, não é nada montado a custa de dinheiro ou mortadelas. Qual o segredo do Bolsonaro? A espontaneidade, a fala transparente, a autenticidade na comunicação e o mais importante de tudo, entre os principais concorrentes, o único a não ter problemas com corrupção, com desvios de dinheiro ou negociatas com construtoras ou qualquer empresa. Tem postura autêntica, sem necessidade de discursos falsos, enganosos ou pregadores de ilusões.

Ele está “preso” a um hospital por tentativa de assassinato daqueles que apoiam o que está preso em uma cadeia da Polícia Federal em Curitiba por roubos e desvios do dinheiro do povo. Aliás, não só ele, mas boa parte da quadrilha arquitetada e montada por ele, no mínimo, está andando com tornozeleiras. O seu poste Haddad anda pregando a volta do sorriso do povo, tenta enganar esse povo assim como Dillma enganou nas eleições passadas. Foram muitas promessas e contos de fadas que se mostraram falsos logo após as eleições. Tenha cuidado eleitor, sofremos quatro anos por acreditar nesses falsos discursos, enganadores e sem qualquer fundo de honestidade e sinceridade. Lembre-se que Bolsonaro é a encarnação do anti petismo, é aquele que sempre questionou as negociatas que vem sendo praticada no governo desde 2003 pelo presidiário Lulla que comprou o Congresso Nacional com as famosas mesadas aos deputados, o mensalão.

Tudo isso que aconteceu desde 2003 teve um pensador e criador, o senhor Fernando Henrique Cardoso. É este senhor que não pensou duas vezes em destruir o seu partido, o PSDB diante de uma causa maior, da qual também é um dos fundadores, o famigerado e destruidor de organização social e política de uma Nação, denominado Foro de São Paulo. Este grupo, fundado pelos comunistas e socialistas de araque, todos voltados a benefícios pessoais de Poder, desmantelaram várias Nações pela América Latina e tem no Brasil sua única fonte de dinheiro para a prática dessa nefasta ideologia que tem massacrado populações com a fome e a miséria. Fique atento eleitor, não se deixe levar pelas falsas promessas desses políticos que tem como único objetivo o Poder e com ele a chave do cofre da Nação brasileira. Percebam, pensem e vejam como todas as ações deles visam a destruição, seja da família, seja da cultura, seja dos meios de produção e por aí vai, tudo voltado a permanecerem no Poder e fazer dos senhores eleitores os trabalhadores que serão os eternos serviçais do Estado, mantendo-os sob mordaça e sempre dependentes e aos poucos retirando-lhes o maior bem que possam ter na vida, a liberdade.

Estão atordoados porque jamais imaginavam uma reação do povo contra a patifaria, a pilantragem e a corrupção que trouxe alto custo a vida de todo brasileiro. Ficam dois exemplos para apenas trazer a memória de quem são e foram eles no governo do Brasil, o primeiro é o que aconteceu logo após a eleição de Dillma e suas falsas promessas, o segundo, as realizações da Copa do Mundo e Olimpíadas, compradas através de negociatas e com seus dirigentes presos ou com tornozeleiras. As doze sedes servem como lembrança de tudo que de ruim aprontaram com as capitais brasileiras, meteram a mão no dinheiro e você está pagando por isso até hoje. Apenas essas já são medidas de exemplo do que fizeram e que não contavam com o seu apoio ao “festim” Bolsonaro.

MEMÓRIA CURTA

Impressiona a capacidade de certos Institutos de Pesquisas em tentar manipular as intenções de votos do eleitorado brasileiro. A subida do candidato Haddad (PT), filhote e poste do presidiário, neto babado do Fernando Henrique Cardoso, nos índices de avaliação é de um supremo descaramento e uma afronta a inteligência do eleitor minimamente dotado de cultura e capacidade de discernimento. A mágica do Ibope catapultou uma meteórica subida do petista nas pesquisas em 100%, isso mesmo, cem por cento, em apenas uma semana, na verdade cinco dias, dois foram para pesquisa de campo. É bom lembrar que o Haddad perdeu a reeleição para prefeito de São Paulo em 2016, para João Dória, no primeiro turno, e mais, era praticamente desconhecido no Nordeste até fins de Agosto, apenas 5% já conheciam ou tinham ouvido falar, aliás, muitos enganavam seu nome com “Andrade”. Pois bem, o Ibope apurou que após uma semana saiu dos 5% e passou para 31%. É ou não é uma mágica, ainda mais se considerarmos que a capacidade de se inteirar sobre uma candidatura naquela região tem enormes obstáculos, inclusive de comunicação.

Eu, particularmente, tenho acompanhado a evolução dos candidatos pelo Encoestasdigitales.com, Instituto de Pesquisas responsável, dada a falta de credibilidade de alguns Institutos de pesquisas do Brasil. Foi o único a prever, com antecedência, a vitória de Donald Trump nas eleições americanas. Os números das últimas eleições para prefeito nas capitais mostraram o quanto são tendenciosos esses Institutos. Previam, com a campanha feita pelo presidiário de Curitiba, que o PT conseguiria algumas das principais capitais brasileiras. Não foi bem esse o resultado já que o PT ficou apenas e tão somente, com a capital do Acre, Rio Branco, e ainda tomou uma lavada, em primeiro turno, com o Haddad em São Paulo. A queda da esquerda no mando da chave do cofre da Nação brasileira, está trazendo enorme alvoroço no meio jornalístico da grande imprensa e, por consequência, para todo esse “sistema” de comunicação e avaliação política. Imagine o eleitor o que vai representar o Bolsonaro no comando do governo aos grupos que vivem de suas tetas para se alimentar financeiramente, para corromper as estruturas sociais e políticas, para desestabilizar a organização social e criar mecanismos de manutenção do Poder. Estes processos aconteceram na Venezuela e hoje a população, que não faz parte do governo Maduro, disputa com os cães, a comida nos lixos.

Você eleitor, já pensou como foram estes últimos anos de sua vida? Já esqueceu do mensalão? Das dividas que você assumiu na esperança de ganhos mais altos e melhores? Do sonho de que seria rico diante de milhares de ilusões que lhe deram? Que existiriam milhões e milhões de empregos com altos salários? Que teríamos a saúde pública perfeita? Universidades de qualidade para todos seus filhos? Tudo balela e você acreditou. Senão vejamos. O governo petista surrupiou o Fies, nome dado a um programa da época do governo militar que se chamava “Crédito Educativo”, surrupiou o programa social ao dar o nome de Bolsa Família aos programas de Bolsa Escola, Bolsa Gás, Bolsa Alimentação. Mentiu que fez 16 universidades e na verdade fez apenas quatro e mudou o nome de duas e por aí vai. Você não pode ter esquecido do “petrolão” e os milhões em malas correndo pelas ruas e outras tantas guardadas em apartamentos, sem falar nas contas bancárias no exterior abarrotadas de dinheiro da corrupção. Não creio, eleitor, que você tenha se esquecido disso.

Acredito também que o eleitor não esqueceu as negociatas do governo do presidiário Lulla com as empreiteiras como Odebrecht, OAS, Mendes Junior, UTC, Andrade Gutierrez e outras tantas que superfaturaram construções de refinarias para a Petrobras, estrutura dos Jogos Olímpicos, estádios de futebol para a Copa do Mundo, empréstimos do BNDES, dinheiro do Tesouro Nacional, para países africanos que depois tiveram as dívidas perdoadas de um dinheiro que era seu, arrecadado com impostos que você paga em compras nos supermercados, luz, transportes e por aí vai. Acredito que ainda não esqueceu que apenas um dos gerentes da Petrobras, o Pedro Barusco, tinha 100 milhões de dólares em sua conta bancária. Imagine você eleitor, as contas dos chefões. No dia 7 de outubro, será fundamental o seu voto para tocar para fora do governo esse bando de assaltantes e corruptos que desmoraliza você como cidadão, que goza da sua cara e o tem como babaca. Pense o que aconteceu e acontece com o nosso Brasil e as dificuldades que estamos passando com essa “esquerda” comandada pelo presidiário e sua gangue, formada inclusive por quatro candidatos, outros inexpressivos, além do “Andrade”, aliás, Haddad. Não tenha memória curta.

PROPOSTA A BOLSONARO

E vamos que vamos, mesmo com um presidente do Supremo Tribunal Federal – STF não apto ao cargo de membro da maior Corte do País e menos ainda, seu presidente, mesmo com facadas em candidatos a presidente e ainda com parte da população com dúvidas por não ter visto sangue nas vestes do esfaqueado, mesmo com a Polícia Federal quieta sobre o atentado e sobre os outros meliantes participes filmados o que caracteriza ser, o ato, premeditado por uma organização criminosa, mesmo com o TSE permitindo absurdamente a aparição em campanha de um presidiário, mesmo com o Presidente da República envolvido por mais gravações e provas de malfeitos, mesmo com a confirmação do Palocci de que o presidiário Lulla participou diretamente das negociações de propinas, mesmo com os deslavados resultados enganadores de pesquisas para deter a candidatura, provavelmente vitoriosa ainda em primeiro turno, do Bolsonaro que enfrenta gigantesca pressão da grande Imprensa temerosa de sua vitória o que encerrará as mamatas de dinheiro oficial em publicidade e por aí vai, vamos que vamos em busca de tempos melhores que jamais poderão acontecer se continuarmos com essa numerosa gentalha, há exceções, no Poderes da Nação e na política brasileira. O eleitor não pode ser massa de manobra desses bandos de malfeitores.

Isso tudo está acontecendo no Brasil por motivos mais do que “sabidos e conhecidos”, mas, como sempre, ignorados pela população que ao longo dos anos, vem pagando cada vez mais caro, com sacrifício de sua existência, pela sua frágil crença de que o salvador do povo é aquele que propõe vida fácil e abundância com pouco trabalho, com pouco esforço. Como dizia meu bisavô Antônio Correa do Couto, nos idos do Império e vivência na Corte do Imperador, a população por desconhecer melhor sorte, ou seja, qualidade de vida, aceita passivamente o que lhe é ofertada sem qualquer exigência. Traduzindo, vivem com as migalhas que lhe caem das beiradas dos pratos. O Brasil precisa de um presidente que tenha compromisso com o Estado brasileiro, com a bem governança, que seja um dirigente que ame a Nação e a tenha no coração para dar ao povo trabalhador possibilidades de conhecer melhor sorte, e não viver de favores e benesses enganadoras, ilusórias.

São esses políticos pilantras e ilusionistas, ressalvados os que são sérios, que levam o Brasil a dados alarmantes na Educação. A população precisa entender que é ela a única via para que saia dessa condição de vida infortunada, sofrida. Ela precisa exigir, como meta número um do candidato, a construção da Educação no Brasil. Não há como desenvolver o País se sua população, sua força de trabalho, não está preparada para atender as exigências do mercado produtivo. Como ter crescimento se somos analfabetos em termos de tecnologia de ponta. Hoje o Brasil tem 184 mil escolas, 113 mil estão nas mãos das prefeituras que tem a responsabilidade de dar o start inicial na vida de milhões de crianças com o ensino infantil e fundamental. É a fase mais importante da vida das crianças brasileiras porque é nessa fase que elas são estimuladas ao saber, ao aprender. Caso ocorram falhas nessa fase de vida em relação a educação, ao ensino, essa criança caminhará com enormes dificuldades em toda sua vida escolar e, provavelmente, será um jovem como muita frustração educacional.

Esta, talvez, seja a maior razão das evasões escolares na juventude. Talvez seja também a razão de ter o Brasil, 52% de sua população adulta entre 25 e 64 anos sem a formação do ensino médio. Daí a razão de meus escritos em defesa e proposta da desvinculação da Educação da estrutura do Executivo, em todos os níveis (municipal, estadual e federal) com funcionamento independente, tanto administrativa como financeiramente. Não pode mais a Educação, via seu Ministério, servir de trampolim político para partidos e seus futuros candidatos ou apaziguados do Poder central ou mesmo dos cupinchas. Há que extinguir o ensino gratuito para quem pode pagar, não é possível que o Estado mantenha, em detrimento de muitos, a gratuidade para quem chega de BMW nas escolas e universidades mantidas com dinheiro público. Como o ensino nunca foi visto pelas famílias como algo a se preocupar com o nascimento do filho, como ocorre nos Estados Unidos onde o ensino é pago, a educação no Brasil nunca foi motivo de valorização ou mesmo ser considerada um bem de elevado valor. Essa pouca valoração, qual seja o nível dado, é que faz acontecer a pouca atenção familiar para a educação que aos poucos está sendo substituída pelo consumismo e a opção de ganho desde a tenra idade e aí assistimos a tudo que está acontecendo. Essa é aminha proposta.

O BRASILEIRO É UM PALHAÇO

É incrível como o judiciário brasileiro se presta de picadeiro para o circo do presidiário Lulla e seu bando. E veja que estamos falando da mais altas Cortes de justiça de um País que há muito já é motivo de chacota em todo o mundo. Consolida-se o dito do General Charles De Gaulle, que muitos tentam negar, de que o Brasil não é um País sério, isto ainda em 1962. Atribuem a frase ao embaixador Carlos Alves de Souza Filho por ocasião de reunião com o general devido a um contencioso entre Brasil e França. Verdade ou não, ela se encaixa perfeitamente na situação que o Estado brasileiro vive, chafurdado em mentiras, enganações e negociatas das mais altas patifarias que está destruindo a Nação brasileira, levando as Instituições que formam o Poder da pátria, o Judiciário, o Legislativo e o Executivo, ao maior descrédito que se tem conhecimento em toda sua história. O País está entregue aos caprichos de quadrilhas que se infiltraram em todos os Poderes. Vivemos, literalmente, um Estado de calamidade.

Está visível a luta da esquerda para a manutenção do Poder não com intuito de bem governar, mas de manter e aumentar o aparelhamento de todos os Poderes que compõe o Estado brasileiro. Essa meta nada tem a ver com políticas ideológicas ou qualquer outra coisa, mas sim, a aplicação de domínio e ocupação da estrutura estatal de forma a organizar grupos identificados com o Poder central que será o Executivo, ou seja, quem ocupar a cadeira presidencial. É uma ação pensada e elaborada de se tornar vitalício o controle do governo pelo grupo ou bando quadrilheiro que hoje, e assim sempre será se lá chegar, usufrui e achaca com os cofres da Nação, do povo. São piratas que farão de tudo para tomar de vez a nau brasileira e usurpar de sua riqueza como hoje acontece na Venezuela e outros países dominados pelos amigos dos bandos do Brasil. A meta desses alucinados é fazer subserviente ao bando toda a população onde se instalam. É mais ou menos o que tentou fazer o Estado Islâmico no Oriente Médio.

Nesse rastro de miséria que vai dar sustentação aos políticos quadrilheiros está o êxodo da população da Venezuela para o Brasil, da Nicarágua para Costa Rica e tantas outras que todos os dias imigram em barcos improvisados de Cuba para os Estados Unidos e da África e Oriente Médio para a Europa, como exemplos. Para tomar o Poder e nele se instalar, esses bandos de políticos quadrilheiros, exceção a muitos políticos decentes, fazem uso de estratégia que aos poucos vai corroendo a organização social e familiar. Daí surgir as anomalias esquerdistas de ideologia de gênero, cartilhas “kit gays”, desestruturação da organização escolar na área do ensino fundamental e médio que é pouco notada, mas fundamental às políticas de desconstrução educacional por eles desejada e a liquidação do sistema educacional em todos os níveis o que, para isso, basta ver os resultados lastimáveis da educação brasileira. Realizam o aparelhamento do Judiciário, a desindustrialização que representa uma mudança no sistema social e econômico com a queda da capacidade de produção industrial o que gera forte desemprego deixando, nos dias de hoje junto com outros setores, 65,6 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. São muito mais se levarmos em conta que no Brasil temos 163 milhões de pessoas aptas ao trabalho e só 32 milhões com registro em carteira.

O brasileiro tem que prestar atenção e votar em candidato que tenha a proposta de fazer um “arrastão” nessa sujeira toda formada por bandos e quadrilhas que hoje comandam a política no Brasil. Basta pensar no que está acontecendo em sua volta, na sua família, nos grupos de amigos, não é preciso ir muito longe para ver que a situação é grave. Observem os desmandos em que vive toda a Nação, estão aí nos noticiários do dia a dia. É só checar o caso da educação onde o seu filho ou neto está sendo massacrado em termos educacionais para não ter chances de ser alguém na vida e se tornar um serviçal dessas quadrilhas. Temos que eleger um candidato que ofereça as condições para expansão de empresas e empregos de forma a ganhar mais e não obrigar você a reduzir suas possibilidades de viver melhor. O Brasil precisa eleger quem tem pulso e enquadre esses quadrilheiros e extermine esses bandos de usurpadores e cupins de nossa economia. Temos que eleger um candidato que liberte o Brasil das amarras e das submissões que são impostas a sua população pelos governos nos últimos 15 anos com insegurança, com péssimos atendimentos na saúde, pela sofrível educação oferecida aos seus jovens e que não pense, como pensam os quadrilheiros e o presidiário, que o brasileiro é um palhaço.

MUITA SUJEIRA A VISTA

O socialismo fracassou porque, no transcorrer de sua evolução, encontrou pelo caminho uma tropa de pessoas desqualificadas para promovê-lo dentro do que inicialmente se propunha. A social democracia tinha objetivos válidos e que bem poderiam se organizar junto ao sistema de produção e economia de mercado. Acontece que a tropa se utilizou da política socialista com intuito único de chegar ao Poder e nele levar aos sonhos toda a massa desinformada do que seria esse sistema de governo. Fica o pensar de que o socialismo, que defende a igualdade de classe via o controle dos meios de produção pelo Estado, navegou por canais e córregos poluídos da imaginação política sem conseguir chegar ao mar do humanismo. Teríamos outro mundo se no passado, os pensadores e líderes dessa vertente ideológica, não mais cabível no mundo de hoje na sua original fundamentação, tivessem um lampejo do que acontece na China. O controle das normas é do Estado, mas o seu povo é livre para exercer os fundamentos da economia de mercado.

E nós brasileiros? O Brasil até hoje não encontrou seu rumo e busca da forma mais sórdida, através dos seus políticos, há exceções, achacar com o Estado sem qualquer preocupação com o futuro de toda a Nação. Tornaram-se, desde a proclamação da República, um bando de grupos interessados unicamente em se manter no Poder e dele desfrutar de regalias e elevação social com uso indiscriminado do dinheiro arrecadado pelos impostos cobrados da população. Exceção feita a Eurico Gaspar Dutra, Juscelino Kubitscheck de Oliveira e nos governos dos militares, nenhum outro pensou o Estado voltado para o desenvolvimento, fora do âmbito da politicagem. São fracas e quase imperceptíveis a memória de atitudes nesse sentido. Agora vivemos o escárnio da situação que, ao longo dos anos, veio sendo deteriorada pela visão única de deter o Poder e dele usufruir, com bandos e quadrilheiros. Essa é a situação que vive o Brasil hoje, uma escória política despreparada e bandida, desfavorecida de moral e ética, salvo raras exceções, situação que permite a insensatez de uma candidatura de presidiário que ainda faz uso dos meios de comunicação, comprometida com a chacota, para expor programa de governo e propaganda, quiçá, em horário gratuito dos partidos políticos. São chicanas que os togados da maior Corte permitem generosamente aos expoentes políticos, geralmente chefes de bandos. Lulla não é um condenado apenas pelo triplex, ele é condenado também pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Essa é a personalidade política que hoje domina o cenário eleitoral e a imprensa brasileira. Uma lástima.

A eleição que se aproxima é a mais importante para o Brasil em toda a sua história. É a eleição da “esquerda” x direita, do continuísmo representado pela esquerda e da mudança, representada pela direita. A bem da verdade seria a retomada do País das mãos de quadrilhas organizadas e alojadas nos partidos que, em sua maioria, tem esse viés “esquerdista”. A direita, tendo seu representante mais expressivo o candidato Jair Bolsonaro, tem o discurso da mudança naquilo que anda acontecendo no Brasil nos últimos anos tais como a corrupção, insegurança, desemprego em massa, fuga das empresas do mercado brasileiro gerando desempregos, desmoralização do Estado brasileiro e do Congresso Nacional que se transformou no governo petista em balcão de negociatas com o Executivo, obras inacabadas e politiqueiras, desmantelamento da justiça, verdadeira guerra civil nas maiores cidades do País, roubalheira e crimes contra o patrimônio da Nação de forma desenfreada, e por ai vai.

A “esquerda” é o discurso do continuísmo de tudo isso exposto e que a direita vai combater. O governo “socialista” instalado e encastelado no Poder há mais de 15 anos, sob comando do Foro São Paulo, promoveu uma gradual destruição do Estado brasileiro, seja na forma social, jurídica, política e econômica, com o objetivo de formar a “grande pátria”, a união de toda a América Central e do Sul, tornando um só “País”. O resultado foi a construção do bolivarianismo, uma excrescência mental, que tem a Venezuela, Cuba e Nicarágua como exemplos da desastrada aventura que tem levado milhões de pessoas à fome e miséria. Esta situação pode levar a América do Sul a uma nova guerra entre países ou internamente. Não subestimem isso, a possibilidade é real. Está mais do que na hora do brasileiro reagir e tomar a rédea do seu destino que não é isso que aí está. Fica aqui o alerta, mais uma vez, é preciso mudar o rumo político do Brasil e que o eleitor fique atento porque malandragens jurídicas estão a caminho. É muita sujeira a vista.

NÃO SOMOS SÉRIOS

O Brasil não é um País de terceiro mundo, é do fim do mundo. Que outro pensar podemos ter de um país que permite o registro de um condenado e encarcerado como candidato a presidir uma Nação como a nossa. Não há como o Brasil ser levado a sério com tantas patifarias em vigor, como tamanha aberração legal e tribunais que se tornaram um circo com os espetáculos que ano após ano são expostos ao mundo todo. Eu lhe peço leitor, pense com calma e desarmado de qualquer revolta ou ufanismo sobre o que o Brasil realizou nesses últimos 40 nos que não tenha sido voltado a politicagem, a corrupção do qual nos tornamos uma perfeita e exemplar escola, o desmantelamento da estrutura administrativa de governo com negociatas de cargos e cooptação política das mais escusas e absurdas, da entrega do judiciário, com atendimento de favores e compadrescos que atingiram até a mais alta Corte e por aí vai. Nada de concreto e consistente construímos nestes últimos 40 anos. O Estado brasileiro preciso ser refeito, reconstruído.

Estamos vivendo dentro de absurdos fatos políticos que ultrapassam a sensatez e a decência, nos tornando uma terra ocupada por milhões de sem vergonhas comandados por gangues e bandos de quadrilheiros. Fazem da nossa justiça um picadeiro de circo, como é o caso dos tribunais e da situação esdruxula que hoje passa a Polícia Federal em Curitiba, transformada em comitê de um presidiário que beira a demência, mas ainda vive delírios e tem um grupo de seguidores acéfalos. A razão de tudo isso acontecer está no fato de que gigantesca maioria dos participantes da estrutura organizacional dos Poderes são venais e comprometidos pela corrupção, são pessoas que perderam a condição moral e ética de ter qualquer reação a toda essa bandalheira que o Brasil se meteu e chafurda no lamaçal da imoralidade, sem qualquer condição de reação.

O golpe foi dado e com maestria, pelos quadrilheiros. Em razão da Lava Jato, as fontes do dinheiro dos empresários secaram. Com a proibição de participação das empresas no financiamento de campanha pelo STF, os pensantes de malfeitos do Congresso Nacional a criaram o Fundo Especial de Financiamento de Campanha – FEFC. Foi uma saída dos quadrilheiros e bandos para conseguirem se manter no Poder já que sem dinheiro e com os malfeitos na sua ficha corrida, dificilmente teriam sucesso em uma eleição. Esse absurdo financiamento veio do dinheiro do povo e terá o controle das raposas que hoje estão com mandato e que fazem parte do Congresso Nacional. Há que se deixar registrado aqui que muitos dos parlamentares não aderiram a essa aberração do fundo eleitoral e também, em minoria, resistiram as investidas dos bandos voltados a fazer do Congresso Nacional, um palco de negociatas.

São um bilhão e setecentos milhões de reais do Fundo Eleitoral somados a novecentos milhões do Fundo Partidário e chegará a um montante de 2 bilhões e seiscentos milhões de reais que serão controlados pelos diretórios partidários, ou seja, pelos idealizadores e criadores do fundo. Vale ressaltar que este é o valor do piso mínimo, não está estipulado o limite, desconheço. Existe previsão de gastos que podem chegar a 4 bilhões, incluso a TV. O bando alega que existe financiamentos em outros países, o que é verdade, mas omitem os valores dos financiamentos que na Alemanha, como exemplo, não ultrapassa a 400 milhões de reais e sem fundo partidário especificado. Há limites para os recursos que são destinados pelos fundos. Este limite está pautado pela arrecadação dos partidos junto aos eleitores e filiados. Não pode ser maior.

O que é absurdo para qualquer pessoa que tenha um nível de decência, é que a justiça eleitoral brasileira permite situações que só irão ser definidas nos últimos dias para as eleições. O presidiário candidato do PT deverá sair de cena apenas no dia 17 de outubro, prazo limite para substituição de candidato. Esta situação de poder ou não poder ser candidato deveria ter solução por resolução do pleno do TSE. O candidato impossibilitado por lei por ser condenado ou sofrer qualquer outro elemento impeditivo de registro, deveria ter a situação resolvida em prazo bem anterior ao do registro. Está explicito na lei quem pode ou não ser candidato e recorrer disso não deveria ser no momento último da data eleitoral. É uma situação de chicanas e prazos que poderão ter decisão final no Supremo Tribunal Federal-STF, após as eleições. É uma piada, um banzé, como levar à sério este Brasil. Vamos assumir, não somos sérios.

O PERIGO É GRANDE

Foi um ato criminoso o que se permitiu acontecer com o Brasil em nome de uma “ideologia” que só atende e atendeu interesses de uma mínima parcela da população brasileira. Em nome da “Democracia” que existe apenas de forma superficial ou de fachada, foi instaurado o regime “socialista” voltado a satisfazer as elucubrações de um bando de aloprados, companheiros de alucinações ideológicas que hoje ainda persistem permanecer em grande parte da América Latina. Esses membros que se dizem preocupados com a situação da população e fundamentam com isso suas loucas ações, são pessoas frustradas, desqualificadas ou emocionalmente descontroladas. Tem sido fácil perceber isso no meio mais humilde até a mais alta escala social e cultural como é o caso de alguns membros da Corte brasileira que ainda tem muito espaço e tempo para aprontar estripulias na vida deste País.

Eles, os chamados esquerdistas, que no Brasil e América Latina são uma mistura de ilusionistas, picaretas e usurpadores do Poder, são elementos incapacitados de comandar uma Nação dada sua incompetência em entender a real função do Estado no comando de um povo. Essa falta de preparo na sua formação intelectual e profissional é que os leva a criar essa dicotomia entre pobres e ricos, do “eles” e “nós”, sugerindo aos menos favorecidos a ideia de que com eles no Poder tudo se transformará, um novo tempo de fartura surgirá. Discursam sobre competitividade mas esquecem que não temos desenvolvimento em tecnologia de ponta, salvo raros setores, o mesmo acontece com o nosso campo industrial que é sofrível em nível de inovação, não temos uma política eficiente de formação de mão de obra que possa favorecer o crescimento produtivo e levar a uma aceleração no desenvolvimento tecnológico e industrial.

O Brasil vai as urnas no dia 07 de outubro. A massa eleitoral, composta de cerca de148 milhões de eleitores, irá definir o que nos espera a partir de 2019. Será um dos momentos mais críticos da vida brasileira porque estamos no limite entre a possibilidade de retomar o crescimento que almejávamos em 2002, mesmo que ainda inconsistente naquela época, ou chafurdarmos de vez em um lamaçal de inconsequências que hoje estamos experimentando, de remanso ou, no popular, pelas beiradas. Exemplos são muitos nesta subdesenvolvida América Latina, incapacitada economicamente, única e exclusivamente pelas aventuras, incluso o Brasil, de vários espectros políticos em sua existência. São fantasmas ideológicos e de governantes que arrastam por séculos a população para a miséria e cujo único interesse é se beneficiarem do Poder e nele se manter. O povo fica a viver das migalhas que caem das beiradas dos fartos pratos dos políticos que tem no seu bem-estar, sua única visão. Há as exceções, verdade seja dita, mas raríssimas.

Os eleitores precisam entender que a eleição de quem nada fez será a continuidade do nada ter. O eleitor tem a obrigação de se informar sobre os candidatos e sua atuação voltada ao benefício da população. Procurar compreender que nada muda se todos que nada fizeram permanecerem com o Poder político. Tomar ciência de que seus filhos e netos serão massacrados pela miséria que está começando, como metástase, a se espalhar pelo nosso território. É preciso abrir a mente para perceber que o dinheiro doado pelo governo não será eterno, mas é um construtor de dependência e miséria. Temos que ter a frente do nosso País alguém que seja um estadista, que veja o Estado antes da politicagem, um presidente que recupere moral e eticamente o Brasil e leve a Nação a acreditar nela. A preocupação é que a quantidade de candidatos pode levar a uma pulverização dos votos e termos com isso um elemento de esquerda, tipo petista, em segundo turno. Como essa vertente ideológica está comprometida com malfeitos e traquinagens, é provável que os demais traquinas de outros partidos se agrupem, no segundo turno, para evitar a cadeia que, com toda certeza, virá se perderem o governo. Perdendo, não terão instrumentos para enfraquecer a operação Lava Jato e, menos ainda, o Juiz Sérgio Moro. Você, eleitor, pode evitar isso. O perigo é grande.

O VOTO BRASILEIRO

A corrida presidencial começou. As entrevistas estão aí para mostrar o perfil de cada candidato, qual sua visão do Estado e o que pretende realizar caso eleito. Acontece que o que temos vistos é um festival de estupidez provocada, principalmente, pelas equipes de entrevistadores que mostram com nitidez as suas preferências ideológicas e partem para o ataque objetivando desmoralizar o postulante perante a opinião pública. As propostas dos presidenciáveis pouco interessam àqueles que deveriam ser o canal de informação para que o eleitor pudesse ter uma ideia das pretensões do candidato no exercício do governo. O debate do programa Roda Viva da TV Cultura foi um desastre e mostrou que ele se tornou um antro de esquerdistas esquizofrênicos que tinham como meta desqualificar o candidato Bolsonaro. Na mesma linha seguiu o programa de outra rede de televisão com outro presidenciável. Em nenhum momento foi exigida a percepção de conhecimento de Estado pelos candidatos, da política internacional que irá seguir, de suas metas no mercado internacional, de seus objetivos e ações para recuperar a economia do País, da infraestrutura e por aí vai. O que se viu até o momento nos meios de comunicação são ataques pessoais às candidaturas, principalmente àquelas de posição mais conservadora e mais idealistas que ideólogas. Não creio em mudanças nesse caminhar, até porque o quadro da mídia é, praticamente, todo ele dominado pela esquerda que ainda cultua essa dicotomia obsoleta de esquerda e direita e sonha com as fantasias socialistas.

O presidiário, em seu delírio provocado pelas mentes insanas que o assessoram, ainda tenta uma escalada nos morros dos sonhos de ser um candidato, ser eleito e instalar um governo de força para que, com isso, reforme o Estado e concretize o sonho bolivariano de Poder de acordo com suas regras. Outro recurso, dos intermináveis, com pedido de soltura, está em andamento e deverá ser novamente julgado pelo pleno do Supremo Tribunal Federal – STF até o dia 15 de agosto, prazo para registro de candidaturas a todos os cargos às eleições. É bem provavel que consiga, tudo se pode esperar de um tribunal que perdeu sua decência e honestidade na aplicação da lei, tornando-se um grupamento de defesa de interesses grupais e partidários. Mesmo conseguindo, o detento não deverá se destacar, será um alvo fácil diante de tantas falcatruas acontecidas em seu governo e do seu poste Dillma. Em 2016 só conseguiu eleger o prefeito de uma capital, Rio Branco – AC e o PT perdeu 60% das prefeituras.

Com aproximadamente 148 milhões de votantes, o Brasil irá as urnas para definir seu futuro que tem como maior dever, a recontrução do que nos foi deixado pelos últimos 15 anos de governos desastrosos e inconsequentes, de governantes que não fizeram outra coisa, senão, politicagem e distribuição de dinheiro e benesses, desmantelando o Estado brasileiro e fazendo-o regredir. É uma tarefa que vai exigir do futuro governante um perfil de estadista, com boa visão de mercado internacional e de política externa para alavancar a economia do País e inseri-lo no rol de grande potência econômica mundial. Não há outro caminho para trazer qualidade de vida a população brasileira. Temos hoje 65,6 milhões de desempregados, 32 milhões empregados com carteira assinada e 10 milhões na informalidade, todos de uma população apta ao trabalho de 168 milhões. A tarefa não vai ser fácil se não houver uma administração voltada ao Estado e menos ao governo.

Nossos eleitores, 148 milhões, em sua esmagadora maioria, estão fadados a uma escolha mais emocional que racional do seu presidente. Daí os ataques da mídia esquerdista para desconstruir candidaturas que não fazem parte do seu viés político. Por outro lado o povo continua em busca do líder populista, hoje na direita. Isto tem por base a falta, entre outras, de cabedal cultural consistente da população na hora da escolha do seu candidato. Hoje temos 38 milhões de eleitores com ensino fundamental incompleto, cerca de 7 milhões de analfabetos, semialfabetizados estão na casa dos 14 milhões, os jovens com ensino médio incompleto chegam a soma astronômica de 25 milhões. Essa massa eleitoral dificilmente terá compreensão do momento político que o Brasil passa e a decisão do seu voto fica frágil diante desse fato. Ao perceber de forma não consciente tal momento, ou seja, apenas percebe-lo de forma intuitiva, o eleitor está propenso a negar seu voto no 7 de outubro, não comparecendo ou votando em branco ou anulando. As intenções estão caminhando nessa direção e fazer dela o voto do brasileiro.

MÁQUINA DE TRITURAR

As eleições de outubro já estão surgindo no horizonte e mais uma vez, como sempre, caberá aos eleitores decidirem o que esperam dos governantes nos próximos anos. Não tenho muita certeza de que poderão ocorrer mudanças na situação em que vivemos, mesmo com todos os fatos e dados levantados nos últimos anos com as mobilizações e as ações da Lava Jato com o Ministério Público, Polícia Federal e a Justiça Federal. Tenho fé de que é possível acontecer um expurgo político e com isso trazer seriedade e honestidade no trato da coisa pública. Quando escrevo expurgo político, tenho por finalidade dizer não só de políticos que hoje se encastelam no Poder Legislativo e Executivo, mas também desse carcomido pensar ideológico, seja ele qual for, que não pode mais ocupar espaço e lugar na vida brasileira, destruída por essas elucubrações descabidas para o que se espera nos novos tempos que começam a ser desenhados neste planeta.

O que estamos vivendo em termos de administração no Brasil é algo assombroso. O nosso País, ainda paupérrimo após um lampejo de novo tempo ocorrido quinze anos atrás, está mergulhado em gastos absurdos e inconsequentes, praticados na farra dos favores e benesses com o dinheiro do povo. O caso da aposentadoria é um dos maiores que se pode avaliar. Temos hoje no Brasil um desequilíbrio enorme no sistema previdenciário ocasionado pelos membros diretivos e de serviçais que consomem vorazmente uma soma gigantesca da riqueza nacional. Nada produzem e tudo consomem. Todos os benefícios qualificados ficam no setor público. Penduricalhos é que não faltam para atender os fartos ganhos. Hoje, a média salarial no setor público é altíssima se comparada aos R$ 1.660,00 do setor privado. No Executivo ela é de nove mil reais, legislativo e judiciário chega a vinte e cinco mil e no Ministério Público é acima dos trinta mil reais. Nada seria contestável se os serviços correspondessem a qualidade dos salários, estamos falando de salários e não remuneração. Acontece que mesmo com a enorme massa de funcionários, os serviços públicos estão muito aquém do que deveriam. É essa massa que provoca um rombo gigantesco no sistema previdenciário.

Esse rombo está nos 115 bilhões de reais para atender 1 milhão de pessoas aposentadas no setor público enquanto o setor privado com 33 milhões de aposentados e consome do sistema cerca de 500 bilhões. Esta situação trouxe um déficit de 1 trilhão e 300 bilhões para o setor público nos últimos anos para atender a um milhão de aposentados enquanto para o setor privado chegou a cerca de 400 bilhões para atender 29 milhões de pessoas. É um disparate indecente e de indignar qualquer vivente neste pobre País. Como disse Boechat, em debate televisivo, não há déficit previdenciário, existe transferência de renda do pobre para o rico. O setor público federal tem hoje mais de 2 milhões de servidores e conta com cerca de oitocentos mil cargos. É uma máquina de realizações políticas e de negociatas. As prefeituras brasileiras empregam mais de 6,5 milhões de pessoas. A Câmara Federal em seus quadros tem, aproximadamente, 19 mil funcionários sendo 2.954 efetivados, 12.339 comissionados e 3.040 terceirizados. O Senado Federal emprega mais de 9 mil funcionários, sendo 2.954 efetivados, 3.224 comissionados e 3.083 terceirizados. Somados, para atender 584 parlamentares, são, aproximadamente, 30 mil funcionários. É algo astronômico e beira o imponderável.

Esta situação absurda do setor público, que consome o trabalho e a produção do setor privado, só poderá tomar novos rumos caso tenha no novo Congresso Nacional e nas cadeiras dos executivos, representantes que estejam imbuídos de trabalhar pelo Estado brasileiro e não pelo governo. É preciso que o eleitor que for para as urnas, leve consigo a vontade de eleger pessoas preparadas e que desconheçam o caminho dos tribunais, das falcatruas e envolvimentos com os malfeitos e patifarias. Essa é uma responsabilidade do eleitor e só dele. Caso mantenham os que aí estão, com toda a certeza, continuarão a resmungar contra os políticos nos próximos quatro anos. O eleitor continuará a sua marcha sofrida e entregando o suor do seu trabalho a políticos desonestos e que em tempo algum irão promover iniciativas que não sejam para o benefício próprio. Você eleitor, continuará dando energia a essa estrutura usurpadora do seu ganho e ser consumido por essa máquina de triturar.

DESESPERADOS

A eleição está se aproximando e a velha e carcomida política brasileira entra em desespero. Os motivos são muitos já que a fatura do desmantelamento da estrutura social, econômica e política chegou e o preço a pagar será muito caro. Pelo lado petista o desespero então é assustador. Do Partido dos Trabalhadores ainda sobra um pouco da figura escarnecida do seu fundador, o presidiário Lulla. Libertá-lo é tudo que precisam seus seguidores para tentar salvar alguns trapos do que foi o partido mais ilusionista e enganador da história política do Brasil. Sem o chefe, o bando estará perdido em 7 de outubro, não há nenhuma figura no PT que possa substituí-lo ou ao menos representá-lo no pleito eleitoral. Lulla está pagando por sua soberba, oriunda da ignorância e ganância pelo Poder totalitário de toda a máquina partidária. Com pequenas doses de mel ofertada aos seguidores, os manteve sob cabresto e aqueles com qualquer tentativa de gula, foram afastados, senão banidos e desprezados.

A corrida dos petistas contra o tempo para permitir a participação do presidiário Lulla nas eleições, é desesperadora. É também uma ameaça ao equilíbrio moral e ético do Estado brasileiro. É uma ameaça à credibilidade do sistema judiciário do Brasil e a quebrada organização política e social da Nação. As tramas de bastidores, principalmente com o judiciário, estão sendo urdidas e empreendidas, um lamaçal de patifarias e safadezas, com suporte até na maior Corte do País, o Supremo Tribunal Federal-STF. A esperança dos petistas está colocada nas mãos de um membro paraquedista que lá caiu e alguns outros, que no uso do mesmo artifício de chegada, integram o STF. O desespero dos filiados ao Partido ilusionista dos Trabalhadores é que sem o presidiário como candidato, as possibilidades de ser pulverizado nas eleições são altíssimas. No mínimo irão procurar manter sua “pseudo” candidatura até 17 de outubro de 2018, data limite para apresentação e registro de um outro candidato. É também uma forma de manter vivas as chances nas eleições proporcionais e aos governos estaduais. Ao promoverem essa balbúrdia jurídica para a soltura do presidiário, criam fatos novos para se manterem na mídia, é um marketing travestido. Novas condenações da Lava Jato ao chefe Lulla estão a caminho.

O desespero petista tem seus fortes fundamentos nos resultados das eleições às prefeituras em 2016. O Partido dos Trabalhadores foi acachapado e derrotado fragorosamente naquelas eleições. Perdeu 60% das prefeituras e ganhou em apenas uma capital, Rio Branco – Acre, mesmo com o chefe Lulla em plena ação política de campanha pelo seu Partido. Acreditar que ele possa reverter, mesmo solto, o que hoje aí está estabelecido, é ser de muita incapacidade de avaliação e ignorância do momento em que vive o eleitor brasileiro. Penso que atrás das grades Lulla será mais útil que fora delas. Aquele sentimento de piedade e pena do brasileiro poderá ser melhor aproveitado por ele. Além desse fato, está o apoio incondicional de alguns Institutos de pesquisas que, deslavadamente, promovem um show de informações inconsistentes à população sobre a real e verdadeira situação eleitoral do presidiário Lulla. Aliás, correu um vídeo pelas redes sociais com o flagrante de um pesquisador de “conceituado” instituto de pesquisas induzindo respostas do eleitor pesquisado.

O desalento do eleitor é considerável. Cerca de 62% não estão comprometidos com as eleições e menos ainda com partidos e candidatos. São dados prévios obtidos com as eleições complementares no Estado do Tocantins. Eles refletem o cenário nacional, não há muita diferença porque em torno do mesmo percentual, foram observados resultados em outras eleições complementares, no mesmo período, para as prefeituras em vários estados. Os números previstos de votos negados, ou seja, o somatório de brancos, nulos e abstenções, para o 7 de outubro será na mesma proporção do ocorrido no Tocantins e outras cidades. Estes fatos aumentam as possibilidades aos velhos políticos de melhor chance de reeleição, não dos envolvidos em falcatruas, mas daqueles que tem um currículo de serviços prestados e de boa conduta. Os partidos tradicionais deverão escolher bem seus candidatos sob pena de, como o PT, fracassarem. O momento eleitoral exige candidatos com posturas éticas, morais e de boa capacidade e competência administrativa para os cargos do Executivo. Os candidatos ao Senado, Câmara Federal e Assembleias estaduais terão que ter os mesmos predicados e não serem debochados com seus respectivos parlamentos como ocorreu nesta semana. E nesses critérios para escolhas de candidatos, os partidos estão desesperados.

OS “PARÇAS”

Os “parças” continuam soltando as quadrilhas, afinal é tempo de dançar nas festas juninas, e eles nem precisam ensaiar. Elas, as quadrilhas, contam com a enorme compreensão dos alegres e desprendidos parceiros de festas os quais não se fazem de rogados em realizar um festival de “abre selas”. É na mão de um seleto grupo de “parças” togados, que está a “equilibrada” e “justa” “justiça” da maior Corte brasileira. Fazem uso da toga de forma célere e camarada, atropelando até mesmo a tramitação de processos. Um deles, de forma extraordinária, justificou que um condenado, sentenciado a mais de trinta anos, não poderia permanecer preso em razão da “plausibilidade” de um recurso interposto. Pergunto: como fica o Brasil nestes episódios dantescos do Supremo Tribunal Federal – STF? Que estímulo pode dar uma ação desta a população e aos olhos do resto do mundo? É lamentável. Mas o pior é o incompreensível e claro comprometimento de toda a sociedade e instituições representativas brasileiras que se mostram inertes e passivas neste mundo de patifarias que vem sendo imprimido a vida da Nação. Há um silêncio criminoso diante de tudo que está acontecendo, tanto de parte do povo como dos maiores dirigentes.

Aqui no Brasil até mesmo presidiário impedido, por lei, de ser candidato pelas muitas falcatruas cometidas, faz parte de pesquisas de opinião eleitoral. É uma aberração. Onde está o Tribunal Superior Eleitoral – TSE? A estratégia do Partido dos Trabalhadores, o maior produtor de malfeitos e de malfeitores já vista na história deste País, é manter a candidatura do presidiário Lulla da Silva até o 20º dia anterior a data de votação na eleição de outubro. Com isso, mantém, aos incautos e inocentes úteis da população, a perspectiva de ganhos eleitorais nas eleições dos estados e para o Congresso Nacional. Sem o presidiário como candidato, as chances de razoáveis resultados serão nulas, mas não se lembram de que, em 2016, mesmo com ele leve, livre e solto e também aprontando malfeitos, a derrota do PT foi fragorosa e acachapante em todo território nacional, salvou-se apenas na capital do Acre, Rio Branco.

Caso a decisão do TSE negue o registro da candidatura do presidiário após o 20º dia anterior à data de votação – 17 de setembro, o PT não poderá indicar novo candidato e todos os votos recebidos não serão considerados. Esta é data limite para o presidiário permanecer na disputa. Ocorre que os últimos acontecimentos apontam, de forma inequívoca, a estratégia de tentar, via os “parças” do STF, soltar o condenado e anular todo o processo de sua condenação. A meta é tornar o presidiário Lulla, candidato sem qualquer restrição legal. Escapando do presídio e sem restrição legal, pensa o PT em transforma-lo em um vencedor da justiça e com isso uma apoteótica volta as eleições. Daí a necessidade de ajuda dos colaboradores de plantão como os institutos de pesquisas IBOPE e Datafolha para manter o presidiário na frente das pesquisas de opinião, levando o povo a crer que é o candidato petista um injustiçado, perseguido pela justiça e pelas forças contrárias a ascensão dos pobres. O esquema conta também com a ajuda das urnas eletrônicas Smartmatic, de origem venezuelana, dos amigos do ditador Maduro. O detalhe escondido nessas pesquisas é que 60% não definiram voto e não tem feito questão disso.

É bem verdade que os “parças” estão “liberando geral”, de todos os partidos e implicados na Lava Jato, mas tudo isso é para justificar uma tentativa de soltura do presidiário petista. Isto quer dizer, também, que dificilmente os malfeitos do governo Alckmin irão produzir efeitos outros que não apenas os de perda da credibilidade junto ao eleitor. Mesmo assim, ele não abre mão de uma candidatura natimorta para efeito de vitória na corrida presidencialista. Está muito visível que a única e possível chance de sucesso do PSDB está na substituição do Alckmin pelo candidato ao governo paulista, João Dória Jr. De fortíssima presença e personalidade, suas possibilidades são imensas em qualquer cenário. No mais, temos que nos sujeitar, sem nos conformar e não esmorecer, na busca por uma atitude de mudança. O Brasil está com mau cheiro em todas as suas instituições, mas ainda há tempo de botar quente nessas festas das quadrilhas e frustrar as ações dos togados, os “parças”.

CREIO EM OUTUBRO

Estou perdendo, diante dos fatos, a vontade de escrever. Parece que de nada adianta mais os textos, -meus e de milhares de outros articulistas, e os noticiários sobre a situação brasileira já que nada vai mudar por um fato simples e real: as pessoas que estão no comando do Brasil, Executivo, Legislativo e Judiciário, os quais compõe os três Poderes da Nação, estão comprometidas na desconstrução social, política e econômica e estão entrando de cabeça no lamaçal das benesses e aliciamentos via favores. São elementos, em sua maioria, que já não comungam mais com a ética, a moral e a decência. Abraçaram a causa dos grupos quadrilheiros e resolveram, de público, assumir essa postura. São, hoje, os esteios da bandidagem neste País. O quarto Poder, a Imprensa, em sua maioria, o qual poderia dar sustentabilidade à credibilidade informativa, abandonou-a e aderiu a tudo aquilo que não presta, venha de onde vier, seja partido, ideologia ou grupos políticos de malfeitores. Todos querem seu quinhão nesse latifúndio da patifaria, da bandidagem. Descobriram que o povo não existe, são meras massas de manobras dóceis e facilmente iludidas.

Temos um ex presidente presidiário e um que, tão logo deixe o cargo, se encaminha a passos largos para a cela da Polícia Federal. Temos um Congresso Nacional que não funciona no estabelecimento de mecanismos de desenvolvimento social e político. Tornou-se um estafeta dos Estados federados junto ao Governo Central. Mais da metade dos congressistas estão envolvidos com a justiça por muitos malfeitos praticados. São pessoas desprovidas de quaisquer intenções em legislar pela Nação, de agir em prol da população. Os interesses deles passam a margem das necessidades brasileiras, agem de forma corporativista e exclusivamente dentro dos seus desejos pessoais. Anos após anos são os mesmos que continuam no comando político e nada mudam ou constroem em benefício do País. A entrada do desqualificado petista no governo em 2003, como presidente do Brasil, fruto de Fernando Henrique Cardoso, deu vazão a um tsunami de corrupção nunca visto na história mundial. Estava claro que a personalidade, dos que passaram a viver desse novo cenário, exceção de alguns, era forjada no vento e nas profundezas dos porões, habitat das ratazanas.

Em razão deste formato de governo e da personalidade dos que o compõe, percebe-se que, como exemplo, falta de qualquer interesse de retirar de sua dependência, a gigantesca massa populacional que hoje é submissa aos benefícios estatais, estabelecendo neles o sentimento de visão de que o Estado tem que ser servil. Esta situação e forma de ver o Estado, mantém sob controle político dos dominantes, cerca de 60 milhões de pessoas, ou seja, aproximadamente 40 milhões de votos sob cabresto. Isso está configurado nos ganhos de mais de 20 milhões que recebem cerca de R$ 140,00 mensais. São nove milhões em pobreza extrema e metade da população ativa recebe salário mínimo, no Nordeste mais de 68% vivem nessa condição salarial. Cinquenta milhões são analfabetos ou semiletrados. Cerca de 33% nunca comprou um livro e raríssimas professoras leem. É um País que dá valor aos discursos políticos, via voto, mas sempre contesta aqueles que produzem. Exploram o setor produtivo via leis voltadas a sacrificar o trabalho privado e satisfazer assalariados da sua estrutura pública, inclusas a gastanças “mordômicas” e distribuição de benefícios através de um sem número de penduricalhos “legais”, feitos sob medida.

Estamos em um período de Copa do Mundo e isso absorve todas as atenções dos brasileiros que tentam fazer da seleção brasileira, um canal de extravasamento as suas frustrações do dia a dia. Apesar do momento crítico que vivemos, tudo nesse período futebolístico é deixado de lado. E, sorrateiramente, os membros que ocupam Poderes de comando do judiciário, se aproveitam dessa letargia para maquinar maneiras de promover benefícios a condenados de forma a livra-los das cadeias, incluso o ex presidente petista. O que está acontecendo no Supremo Tribunal Federal – STF, é algo assombroso. As normas legais deram lugar às conveniências com os amigos. Hoje, a bandidagem conta com apoio dentro do STF. O incrível é que isso está notório e descaradamente praticado e não existe qualquer reação popular, congressual, corporativa, partidária, institucional, até mesmo das Forças Armadas. O Brasil está de joelhos aos bandoleiros. Apesar de tudo, ainda creio na consciência do povo e no seu olhar ao que acontece com o Brasil. Tenho fé, por isso creio em outubro.

O VAZIO DE OUTUBRO

Pelo menos este outubro que se aproxima não será o “Outubro Vermelho”. O “Red October” está bem visível aos olhos dos eleitores. As marcas vermelhas deixadas no Brasil foram com o sangue do povo e elas não se apagarão em pouco tempo, mesmo com uso das mais infames jogadas de marketing promovidas pelos institutos de pesquisas e mídias que foram, e ainda são, parceiras da esquerda fantoche que promoveu, neste País, uma das maiores desestruturações sociais e econômicas já conhecidas por uma Nação. Os últimos resultados eleitorais desmoralizam e desmentem esses grupos indutores de fantasias e ilusionismo que buscam tirar proveito da sofrível condição cultural que vive o brasileiro. Praticam um crime de ‘lesa pátria” com essa covarde ação na tentativa de se perpetuarem no controle do Poder. São grupos desprovidos de quaisquer resquícios de ética e moralidade bem como de princípios humanistas e de respeito ao ser humano, verdadeiras hienas oportunistas e despojadas da decência. Os resultados das pesquisas a favor do presidiário mostram bem essa ação indecente e desqualificada para com toda a população.

Apesar desta amostra eleitoral, a imprensa e institutos de pesquisas aderentes do Partido dos Trabalhadores e seus partidos penduricalhos, o ninho das falcatruas, ainda insistem na tentativa de se manter na esfera do Poder, via propagação de falsas notícias e resultados de opinião, das pesquisas. Entretanto, a realidade demonstra que aqueles que permanecerem de braços com o presidiário, chefe do bando petista e aderentes, não obterão sucesso no outubro que se aproxima. Ainda mais se somarmos o que está a caminho, na justiça, para a presidente do PT e o seu chefe. Inconsistentes notícias por boa parte da mídia, de tendência petista, deterioram a moralidade e a imagem do povo brasileiro em todo o planeta. Estamos sendo considerados a Nação da bandidagem. Não é para menos com os divulgados resultados das pesquisas de intenções de votos a favor do presidiário. Isso depõe contra o Brasil. Leva a crer, no exterior, que a sociedade brasileira é conivente com o crime e permissiva com os bandidos. Esse entendimento lá fora da nossa Nação, quebra com a espinha dorsal da moralidade e da ética como princípio de valor na vida do brasileiro. É uma atitude rasteira que se utilizam para impingir no nosso povo uma falsa realidade.

Esses grupos que jogam sujo para se manterem no Poder, desmantelaram politicamente o Brasil. Foi prática de dominação, com a quebra de estruturas partidárias para controle do Estado. Essa pensada atitude política de fracionar os grupos e partidos, produziu resultados lastimosos para o processo político deste País. Desenvolveu um corpo político frágil com repercussão negativa profunda para os novos valores que poderiam surgir neste cenário. Em razão disso, outubro seria um grande teste e com a possibilidade de uma ruptura com o estado de coisa vigente, mas não é bem isso que se está apresentando. Temos enormes vácuos a serem preenchidos na vida do nosso Brasil e as candidaturas propostas não parecem gabaritados para tal tarefa. São políticos sem vestígios de competência organizacional e administrativa do Estado, ou seja, estadistas. Aqueles que parecem ser, padecem do mesmo mal de outros, são contemporizadores e o momento Brasil exige outro perfil.

Está muito difícil, as opções, até agora, não irão nos atender. O partido e candidatos contra a utilização de dinheiro do povo, omitem-se em representar judicialmente pela suspensão da Lei do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O candidato Jair Bolsonaro já declarou ser contra a utilização desse Fundo, que é uma vergonha ante a situação que vive o Brasil, mas não tomou nenhuma iniciativa. Cada candidato deveria se viabilizar, se quer ter um cargo eletivo. Tenho defendido o ponto de vista de que até outubro o eleitor brasileiro estará bem consciente do seu voto. Caso nada mude no cenário das candidaturas, é bem provável que teremos um campo fértil aos votos negados, que consiste na soma dos brancos, nulos e abstenções, os quais irão superar a casa dos 45%, se não for muito mais. A esquerda, dentro de sua doutrina de dominação para instalação do Estado Totalitário, quebrou com a ética e a moralidade da classe política como forma de desacreditá-la e assumir o controle. Paralelamente, agiu da mesma forma com objetivos do desmantelamento da família como célula mater da sociedade. Aí estão os resultados provocados, são milhões de jovens que nada fazem, a expansão do crime organizado, a destruição do sistema educacional e de saúde e por aí vai. É preocupante, mas há um grande vazio em outubro.

DESCRENÇA CONSOLIDADA

A eleição está chegando e, talvez, seja esta a mais fraca em termos de mobilização. Até mesmo os candidatos aos cargos executivos não entusiasmam os eleitores por todo o Brasil. Percebe-se que, exceção aos que detém currículo de serviços prestados e fora do alcance da justiça, não há, por parte dos eleitores, apego aos velhos mandatários na política. Estes, que anos após anos estão sempre sendo eleitos, mas que nada de proveitoso realizam objetivando o bem-estar da população. Muitos se tornaram meros intermediadores de verbas do poder executivo. Alguns até hoje mal sabem da função do cargo que ocupam, fato relevante no Congresso Nacional. O período populista, que passamos nos últimos anos, desfigurou a atividade política e a transformou em um grande mercado de negociatas, dependentes do Poder central. Foi deixada de lado a finalidade do trabalho legislativo e de realização administrativa do governo. O que se viu e se vê até os dias de hoje, são imensos problemas em todos os setores da vida do brasileiro, todos oriundos da falta de uma atuação mais eficaz e construtiva dos políticos detentores de mandato. Estamos sem educação, sem saúde, sem infraestrutura, sem segurança e por aí vai. É inadmissível em um País desta envergadura dispor apenas de 13% de suas estradas com pavimentação, por exemplo.

Várias eleições para prefeito foram realizadas, há pouco, inclusive para o cargo de governador do Tocantins. O comportamento dos eleitores, nessas eleições extemporâneas, foi uma prévia do que nos espera em outubro. O desalento patente é cada vez maior. Para o governo do Tocantins, o voto negado, composto dos nulos, em branco e abstenções, chegou a casa dos 49%. Para a Prefeitura de Teresópolis, o voto negado atingiu 56,6%. E assim foi em todos municípios onde aconteceram eleições em razão da cassação dos prefeitos “eleitos” em 2016. É uma clara e inquestionável rejeição do eleitor brasileiro com as condições em que se encontra a vida política no Brasil. São 513 deputados federais, mas na verdade menos de ¼ comandam as matérias e decisões da Câmara Federal e estes, geralmente, obedecem ou acompanham as deliberações colocadas pelos chamados líderes de bancadas. Boa parte deles dão outra finalidade à sua participação no Congresso Nacional. O mesmo acontece com o Senado Federal. O jogo de interesses é grande e ao pisar nos tapetes do Congresso, a postura e propostas assumidas em campanha começam a fazer parte do arquivo morto do gabinete. O “toma lá dá cá” será o mantra do mandato, é o instrumento do pensamento da sobrevivência.

O eleitor vem demonstrando um excepcional comportamento político nos últimos anos, está sendo muito observador com os acontecimentos na esfera de governo, seja federal, estaduais e municipais. Entenda-se por governo a composição legislativo e executivo. Desde os primeiros acordes do ocaso do governo Dillma, a população emite patente rejeição. É um visível sinal de sua insatisfação diante do desmantelamento do Estado brasileiro pela total incapacidade e incompetência administrativa do petismo. Havia, como se provou, uma nitidez da população pelos malfeitos e a gigantesca corrupção comandada pelo presidiário. Essa observação e o pensar do povo foram configurados nas eleições municipais de 2016, com a esmagadora derrota do petismo. Em 2014 os sinais já apareciam e com todo apoio do governo e da liderança do Lulla, elegeram apenas cinco dos governadores – Bahia, Ceará, Piauí, Acre e Minas Gerais, sem mencionar a mágica surrupiadora das urnas da Smartimatic, produzidas na Venezuela.

O povo descobriu que interesses mais profundos e necessários à sua vida, são apenas meros detalhes na vida política dos candidatos. Percebeu que tão logo se dá a posse, a porteira das suas necessidades é trancada e lá ficam por anos. A população entendeu que a sua condição de vida só vai melhorar quando existir um governo, legislativo e executivo, realmente interessado no crescimento do Brasil porque é esse crescimento que dará condições de empregos e renda, de melhoria na sua qualidade de vida, na educação, na saúde, na segurança e muitas outras. Não existem partidos, todos são subjugados pelos seus comandantes. Um exemplo atual é a situação do PSDB com Geraldo Alckmin, por enquanto na porta de entrada da justiça, é um bom administrador, mas sem condições eleitorais de vencer e, mesmo assim, não abre para candidatura do João Dória Jr, queiram ou não, uma promessa. Não existe no Alckmin a grandeza em reconhecer isso. Personalismo é um motivo que leva o povo a ter descrença na política.

BRASIL EM ASCENSÃO

Parente bom é parente longe, um dito popular que se encaixa no acontecimento do pedido de demissão do Presidente da Petrobras Pedro Parente. Infelizmente ele adotou a maneira petista de ser e partiu para os benefícios espúrios de favorecimento próprio como ficou constatado na reportagem da Crusoé. Eram várias as participações dele, direta ou indiretamente, em outras empresas com interesses na Petrobras. É um caso que vai rolar por muito tempo na seara judicial. Esta situação que vive o Brasil tem origem na formação da personalidade do brasileiro em que o mérito de atingir graus na escala social foi trocado do “ser”, que implica em saber, cultura, conhecimento, pelo “ter”. Este focado unicamente em boa conta bancária refletida nos bens materiais representados pelos automóveis os quais estabeleciam, e ainda estabelecem, pela marca e origem, a sua escala de valor na vida da sociedade.

Consolidou-se com isso o comportamento egocêntrico no brasileiro. Mais que isso, entranhou no nosso povo um pensamento individualista que se tornou um entrave para sair desta vertente em sua conduta. Não importam, para grande parcela da população, as mazelas que o governo venha a praticar. Interessa é ignorar o Estado e se utilizar das mais variantes formas de ludibria-lo já que ele, com seus dirigentes, é praticante contumaz de desvios de conduta na condução da sua administração. Sonegar é a meta de quase 100% da população ativa economicamente. Entende ela, que são sonegados os direitos básicos mínimos com o retorno do que lhe é “tomado” pelo mastodonte estatal. Essa roda de “assaltos” entre a população e o Estado definha cada vez mais a possibilidade de crescimento do País. Sacrifica uma gigantesca massa populacional mantendo-a na linha da pobreza e subjugando-a à uma vida cruelmente sofrida e despojada, pela limitação cultural, de qualquer possibilidade de aspiração à sua qualidade. Usurpam este povo de baixo salário com impostos altíssimos em seu consumo básico de alimentação e saúde. Isso tudo para manter o gigante monstro estatal, que nada produz, via seu circo da alegria, mordomias e permissividade com a roubalheira.

O ainda individualismo do brasileiro, elimina a possibilidade de desenvolvimento do espírito coletivo. Este faz parte da maioria dos países desenvolvidos, onde o governo trabalha pelo bem-estar da coletividade, pelo crescimento do seu povo em todas as áreas. Os impostos cobrados retornam para a população em forma de bons serviços prestados e benefícios. O Estado é mínimo e todos que trabalham no governo são dotados de sentimento coletivo, realizam seu serviço com vontade e orgulho e são valorizados pela população. No Japão, é o Imperador que se curva diante de um professor, dado o valor e reconhecimento que este representa para a Nação. No Brasil o professor apanha de alunos e fica indefeso pela inanição do comando do Estado. Isso tem origem na percepção da população de que ela não conseguirá, por mais que lute, escapar da moldura de pobreza em foi colocada pelos detentores do Poder. Mérito não valor. É esta razão que leva grande parte dela a não recusar uma oportunidade de cooptação eleitoral pelos favores dos candidatos aos cargos eletivos. É também isso que emperra o crescimento do País.

Não bastasse a falta de caráter natural de muitos candidatos, ela, população, ainda sofre o assédio e a lavagem cerebral de muitos deles com ideologias esquerdistas e outras perturbações mentais. Aliás, esta ação ideológica da esquerda, com o socialismo, é que determina o pensar coletivo voltado para o Estado, o único ente a receber apoio da coletividade. É a inversão de papel, resulta em obrigações do povo em trabalhar para o Estado e os dominadores do Poder e não deles pelo povo. Mudar isso será sofrido e demandará tempo, a não ser que aconteça uma ruptura. Estivemos bem perto disso e os movimentos políticos que acontecem desde 2014 nas eleições para as prefeituras, nos deram sinais claros de que, lentamente, caminhamos para uma mudança na vida do nosso Brasil, verde e amarelo. O último deles, dos caminhoneiros, mostra que a população está mais madura e, apesar da sua carência cultural, está aprendendo a avaliar melhor o que lhe foi imposto pelos oportunistas e ilusionistas. O governo, por sua vez, começa a colocar as barbas de molho e ver que o caminho está mudando de direção, um alerta aos que estão por vir em outubro. Eu entendo que o Brasil está em ascensão.

PALHAÇADA

Caso queira levar a sério a vida neste País de palhaçadas, você morre. Não há outra forma de encarrar os acontecimentos que o Brasil vive nos últimos 15 anos. A primeira e a mais séria das palhaçadas foi a eleição do presidiário Lulla com o apoio, por trás dos panos, do Fernando Henrique Cardoso. Iludiram a população brasileira com a toada de que um governo popular, – como se os demais eleitos não tivessem as mesmas mensagens, vide Collor-, transformaria a Nação e todos teriam qualidade de vida, um crescimento incomensurável e que seríamos parte do mundo desenvolvido. Prometia um Brasil voltado ao social em que qualquer cidadão desta terra teria amplas e diversificadas condições de crescer com seu trabalho honesto e com apoio de um governo sério, ético e moralista. Essa era a promessa que nunca se realizou. Muito pelo contrário, foi o marco maior da instalação da corrupção generalizada e da compra da consciência do trabalhador com planos de cabrestos e o crédito fácil para manter subjugada a população, com a crença de um governo do povo, foi esse o ilusório resultado petista dos planos do FHC. O objetivo maior desmantelou-se e levou junto o bolivarianismo e os mandamentos do “Fórum São Paulo”, algo insano.

A greve ou movimento dos caminhoneiros está aí para mostrar o quanto o governo não leva a sério aquilo que se compromete fazer. Transformou acertos e ajustes em grandes e homéricas mentiras e canais de desordens. Este movimento tem sua razão de ser, mas também não pode impor, em defesa de suas reivindicações, sofrimento à população e muito menos ser ponta de lança de qualquer grupamento político. É logico que em uma mobilização dessa envergadura, campo fértil para infiltrações, grupos radicais e oportunistas se façam presentes na tentativa de direcionar as ações do movimento em seu benefício político. Aparecem nesse cenário as mais diferentes caricaturas de lideranças procurando capitalizar para si as glórias dos resultados obtidos. Os ideólogos de plantão fazem as mais estapafúrdias e tendenciosas análises e críticas. Não procuram, porque não é interessante à sua linha de motivação, fazer um apanhado do histórico que levou a mobilização, ficando cada grupo entrincheirado na defesa dos seus argumentos e interesses.

A Petrobras era uma ponta de lança ao discurso de reeleição do presidente Temer que teria, na sua recuperação como uma das maiores petroleiras do mundo, uma marca do seu governo. Não há outro caminho, dado o espaço de tempo até as eleições, para o reerguimento da estatal que não a sua reorganização financeira. Só que a corda foi estirada além do limite, foram testando até onde poderíamos aguentar, e deu no que deu. Não tinha sido isso o ajustado com os transportadores algum tempo atrás. Nenhum acordo feito foi cumprido até esta data. Radicalizar era a única saída aos transportadores, mas, para tal, teria que ter um planejamento para que a população não pagasse, como sempre, pela falta de palavra do governo. É preciso analisar que os aumentos dos combustíveis geram aumentos nos preços dos produtos em cascata e generalizadamente. Essa situação favorece a arrecadação do governo em todos os setores da economia brasileira.

O incrível dessa história tragicômica que vivemos nos últimos anos, é que, apesar de queda de arrecadação e outras reduções de ganhos de produtividade do Brasil, mesmo com toda essa mobilização e mil reuniões para emitir um novo documento que não vai cumprir, o governo em nenhum momento se referiu ao fato de fazer um ajuste/corte na própria carne. Falou muito sobre o rombo e na queda da arrecadação que vai provocar a retirada de impostos dos combustíveis e na solução que remeterá em maiores impostos para a população para cobrir o “rombo”. Rombo é o governo manter, por exemplo, um gigantesco aparato ao amparo de empregos aos parasitas e para fazer suas benesses políticas. São bilhões de reais que se jogam fora com os monstruosos ministérios e seus altos salários. Alguns com finalidade que não tem a menor utilidade ou necessidade, como são mais de vinte deles. Rombo é a gigantesca estrutura física, salarial e de mordomia do Congresso Nacional e do Judiciário em detrimento da população sem escolas e hospitais. Ao invés de pensar em cortar despesas para equilibrar as contas, o governo procura alternativas para tirar do nosso bolso o dinheiro que vai supri-las sem mexer na farra pública das benesses. Amordaça a população, coloca o cabresto e faz o povo trabalhar para manter o mastodonte e intocável Estado, uma subversão à finalidade de sua função que é a de promover o bem-estar social e de trabalhar pela população. É uma palhaçada.

FUTEBOL NO BRASIL

Mal acabou uma Copa do Mundo, que deixou pelo País um rastro de roubalheira e obras não acabadas, e em pouco tempo estamos de volta ao campeonato mundial de seleções. Fico até a pensar, sobre a copa passada, que a criatura se virou contra o criador. Foi o presidiário que através das gorjetas e em uma festa descaradamente de falsas alegrias com gritos, choros, saltos com soco no ar em que até o inventor do salto, o Pelé, participou. As propinas ofertadas pelo governo do ilusionista Lulla, determinaram a escolha do Brasil como sede da Copa de 2014. Tudo foi falso, mentiroso e enganador no governo petista. A Copa foi armada com a visão da corrupção dos governantes que a esperavam ganha-la e com isso aplacar o que viria depois, ou seja, roubamos, mas ganhamos.

O Canadá, como diz uma postagem em meu facebook, não classificou a sua seleção para a Copa da Rússia. Afinal, a Copa do Mundo que costuma competir é outra, a do prêmio Nobel, onde já ganhou vinte e três troféus e para isso tem o preparo de um dos níveis mais altos de qualidade de vida. Devem estar se moendo de tanta inveja do nosso pentacampeonato mundial. Temos algo que eles não nos alcançarão com toda certeza, é quase impossível os canadenses chegarem na marca dos 28 milhões de desempregados.

Acredito que o Brasil seja o campeão mundial nesse campo e marcha célere para um portentoso avanço real nessa área tão logo o Bolsa Família, grupo desempregado, mas não considerado como tal, não encontre mais fonte de financiamento. São, aproximadamente, 45 milhões de pessoas provenientes de 15 milhões de famílias dependentes desse programa. O que torna sério estes dados, é que os beneficiados não buscam por trabalho porque a eles não interessam perder a condição ofertada pelo Estado servil. Empregos, por exemplo, foram ofertados pela indústria têxtil do Ceará que forneceu cursos preparatórios, mas na hora de assinar o contrato ninguém aceitou em razão do risco de perder o cartão do Bolsa Família. Essa é a seleção de miséria que estamos montando e dificilmente seremos superados por qualquer competidor no campeonato do desemprego. E estamos formando um senhor time reserva, são 53 milhões que estão aí aptos para o mercado de trabalho, a turma do PIA (População em Idade Ativa). Solução para isso temos e existem muitas propostas. Acontece que o egocentrismo e individualismo somados à incompetência dos nossos representantes não permitem avanços no campo de propostas.

O Brasil até no futebol é enganador. É enganador porque na verdade, os jogadores que participam da seleção há muito deixaram de ser amantes e praticantes desse esporte jogado no Brasil. O futebol brasileiro está à míngua e o gigantesco manancial de jovens sonhadores com ele não pensam em outra coisa a não ser se mandarem do Brasil. É um desestimulo ficar por aqui. São poucos os times que, mal e porcamente, oferecem alguma coisa de elevado nível na preparação e condição de se desenvolver no futebol. Os clubes não têm sua própria estrutura técnica de pessoal para a preparação física, ficando a mercê dos técnicos e sua equipe de trabalho. Como se muda de técnico a cada mês, mudam-se também os preparadores e toda estrutura e os jovens recomeçam um novo aprendizado de estratégia e formação física.

Considero a seleção brasileira uma imagem falsa do que é o nosso futebol. O mérito, se ganharmos a Copa, deverá ser dado ao treinador, mas muito mais aos preparadores e treinadores dos times europeus que, através de sua organização administrativa e de apoio ao jogador, os preparam com espetacular condição física e emocional e os tornam homens responsáveis e cientes de que a profissão é muito mais do que apenas jogar bola, os aprontam para a vida. Aqui no Brasil os meninos revelações estão entregues a própria sorte, inclusive em relação aos seus próprios agentes. Os clubes não estão nem aí com isso, esperam apenas que se revelem e rendam muito dinheiro aos cofres. A única forma de recomeçar a dar valor ao nosso futebol, é não convocar para a seleção aqueles que lá fora estão e valorizar os que jogam neste chão duro e mal preparado dos nossos estádios, os verdadeiros representantes do futebol pentacampeão. Aliás, foi com a participação de 13 nativos que conquistamos esse quinto título. O futebol no Brasil pode ser, se bem administrado e com seriedade nas propostas de organização, um excelente campo de trabalho a milhares de jovens. Para isso eles precisam confiar de que é real a possibilidade de um dia crescer no esporte e vestir a camisa verde amarela. Tenho fé que voltaremos a ter estádios cheios e com o hoje esquecido, mas verdadeiro, futebol do Brasil.

É PRECISO SONHAR

É interessante que, e aqui não faço nenhuma defesa, apenas constato, a divulgação do documento americano sobre o período autoritário dos militares é uma informação que não menciona a fonte e nenhum outro meio que a possa ter gerado. É bem provável que está em curso a operação “abafa Bolsonaro”. Há uma situação interessante nesta divulgação e ela está atrelada ao fato de que todos documentos do Tio Sam sempre foram rejeitados pela esquerda por entender que criados ou montados contra seus líderes, mas este documento imperialista é válido. Pedro Dallari, que foi presidente da Comissão da “Verdade”, surgiu esbaforido dizendo-se “estarrecido” com o que consta do citado documento: as ordens de execuções dos companheiros de guerrilha determinadas pelo então Gal. Figueiredo, chefe do SNI com conhecimento do ex presidente Geisel. Nada justifica qualquer execução, mas o mesmo pensar tem que valer para as ações de execuções do outro lado da trincheira. Pedro Dallari, como todas esquerdas festivas e psicopatas, omite, sem considerar “estarrecedoras”, as ordens de execuções de companheiros revolucionários, considerados traidores, e de muitos outros opositores aos terroristas. Essas ordens partiam, segundo divulgação na mídia, da chefe do comando “revolucionário” Dillma Rousseff, conhecida pela alcunha “Wanda”, “Heloísa”, “Marina” e outras. Tanto para um como para outro lado, era o preço da luta empreendida dentro do conceito de que a toda ação corresponde uma reação de igual grandeza ou intensidade.

Este tipo de informação sempre repercute em países de frágil estrutura cultural e política. Tem o alvo das candidaturas a Presidente da República. Estão ficando cada dia mais consolidadas as questões que envolvem o candidato Geraldo Alckmin com a justiça e malfeitos. A meta do marketing, gerado pelos canais formadores de opinião, está direcionada à desconstrução da pessoa do candidato. Bolsonaro estava preservado, até este momento, dessa ação. O documento sobre os comandantes do Exército cai como um presente aos opositores dele, Bolsonaro, porque afeta diretamente a sua formação de origem militar. Os dois, Alckmin e Bolsonaro, são as apostas de outubro até o momento. Estas ações visam viabilizar a desmoralizada composição MDB e PT. Ainda restam esperanças de que, ambos, associados a outras candidaturas, PSDB incluso, consigam se manter de alguma forma ao lado do Poder. É nesta toada do campo de salvação, que serão conduzidas as campanhas dos partidos que viveram nas tetas do governo.

Alckmin mesmo que sobreviva aos problemas com a justiça, dificilmente terá avanços, é frágil fora da fronteira paulista. Acredito que o João Doria deve ser lançado para ocupar esse espaço e com grandes chances diante do que está a exigir o momento político e a situação econômica e social do Brasil. João Dória, em tese, é o contra ponto do populismo que deveria ser assumido pela figura do Alckmin, que se perdeu, entre outros atos, ao se posicionar contra a cassação do Temer e aceitar sua aproximação, ao abraçar a defesa do Aécio Neves e ainda ser tolerante com o PT (Dillma e Lulla). A religião petista é uma dissidência da igreja PSDB, mas unidas nos interesses dos grupos da velha política. O João Dória, presume-se, preservará certa distância nessa conjunção de “desejos”. Ele é o único fato novo visível aos olhos da população. Para mim é a transição para uma gigantesca mudança na forma de fazer política. No mundo todo o atual processo político partidário se esgotou e não terá muito tempo de vida, está na fase dos últimos suspiros. Não adianta, por exemplo, eleger Macron, presidente da França, se o sistema (o mecanismo) o engole. Queiram ou não, ainda vivemos, em grande parte do mundo, dentro de um cenário engessado de um caudilhismo, dependentes de um líder. A população já percebeu isso e não quer mais pagar a conta, onde poucos usufruem daquilo que pertence a todos. Temos que abraçar essa visão e lutar por ela para que o Brasil tire do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, o mofo político que tomou conta. Então, só nos resta sonhar e torcer.

PRÉDIO DA CAIXA

Sim, o Brasil é um prédio da Caixa Econômica abandonado a própria sorte. É esta sorte que tem dado sustento a vida brasileira que anda perto de sofrer um curto-circuito na sua estrutura política, social e econômica. Sempre é feita uma nova gambiarra, seja lá em que andar for. Estão aí as situações que tem vivido o País com sua maior Corte. Somadas estão também as atuações políticas do Executivo e seus pares nos ministérios que desmantelam o sistema de educação, saúde e segurança ao promoverem ações em que nada resultam de evolução, desenvolvimento ou melhoria na vida de qualquer cidadão. Vide o estado lastimável do ensino, o corredor da morte nos hospitais que aos montes vão fechando as portas, e as mágicas na economia que aumentam preços todos os dias, mas com inflação em queda, esta até explicável com a destruição do poder aquisitivo da população, que nada compra. Acrescente o balcão de negociação que se transformou o Congresso Nacional onde tudo se faz na base de troca de favores ou barganhas para aprovação de medidas, improdutivas ou direcionadas, operadas pelo Executivo ou “interna corporis”, ou seja, na defesa de interesses não coletivos.

“Nós”, os moradores, temos que pagar, e caro, pela moradia neste prédio Brasil. “Eles”, os usurpadores do Poder, recebem, a título de aluguel, o dinheiro para permitir morarmos em um País que não é deles, mas se utilizam desse prédio Brasil para exploração, dada nossa falta de condições de evolução cultural e educacional, nos tornando reféns da vida sub humana e precária se compararmos com o resto desenvolvido do mundo. O que impressiona na situação incerta, instável, indefinida e arriscada que vive a Nação, é exatamente a sua incapacidade de entender o momento que vivemos e a forma passiva que aceitamos situações como do presidiário Lulla que, da cadeia, promove tumultos ao sistema prisional e legal. Não fosse o pulso firme da juíza da 12ª Vara Federal de Curitiba, Dra. Carolina Lebbos, a lei de execução penal não seria cumprida e a sede da Polícia Federal no Paraná, transformada em circo para os palhaços petistas que julgam estar acima da lei e da ordem. São “eles” os que usam do aluguel do prédio Brasil que não lhes pertence, ou seja, do dinheiro público, para bancar ações de fanatismo a um líder de barro, inconsistente, despreparado e presidiário.

Espero, e muito, que a população brasileira tenha aprendido um pouco com toda essa bandalheira promovida pelo PT e seus partidos aliados. Está se aproximando o mês de outubro e nele existe a esperança de mudança na política brasileira, mas há um porém, não temos um candidato com perfil de administrador e de conhecimento profundo da situação global na qual o Brasil se encontra fora e precisa ser inserido. Mais que isso, todos os candidatos mais destacados estão, de alguma forma, implicados em situações com a justiça. Foram encontradas pegadas de malfeitos, de muitos deles, em suas trajetórias políticas. A única surpresa que poderá ocorrer, no quadro atual, é a candidatura de João Dória à presidência, motivada pelos acontecimentos judiciais e de aceitação em pesquisas do candidato Geraldo Alckmin. A manter as atuais candidaturas, não vejo boas perspectivas ao futuro do prédio Brasil, vamos continuar com muitas gambiarras e com grandes possibilidades de incêndios. E isso pode provocar colapsos à estrutura com muitos danos ao País.

É incrível o marasmo de setores sociais e profissionais diante da gravidade do momento brasileiro. Não há uma participação de segmentos representativos da sociedade. Uma pasmaceira geral e que de forma idiota, assiste aos acontecimentos e evolução da derrocada política do Brasil. A única a se manifestar de forma mais ativa é a OAB, mas esta, por sua natureza simbiótica com a esquerda, em busca de benefícios e espaços políticos, deixa de lado o valor dos “bem-feitos” em apoio aos “malfeitos”. Por onde andam as demais associações representativas de classes como a dos médicos, engenheiros e tantas outras? O que tem elas a apresentar, ou será que estão amorfas e não como organismo vivo da vida brasileira. Não posso crer que estas associações fazem parte daquele grupo que cobra aluguel da população de um bem que não é dele, assim como as organizações dos “sem teto”, que cobravam, sob ameaças de expulsão, dos miseráveis moradores do prédio da Caixa.

TEMOS QUE ROMPER

Hoje vou deixar em linhas mal traçadas e pensadas, já que a frustração é grande, a minha indignação gerada pela indignidade da maior corte brasileira que é o Supremo Tribunal Federal – STF, por suas lambanças e atos consistentes de defesa da bandidagem que tomou conta de todos os setores do País. Essa indignação é extensiva à indignidade também patrocinada por muitos políticos que se escondem do enfrentamento com os seus pares congressuais, membros do bando lullista e de outros chefes menores de quadrilhas nos estados e municípios. Mas a maior de todas as indignações é ver a Instituição que se diz defensora da moralidade e guardiã do Estado brasileiro ficar passiva diante da destruição do Brasil, em uma inércia incompreensível e inadmissível a quem tem por obrigação estabelecer equilíbrio social, a moralidade com a coisa pública e a defesa do interesse nacional quando estes estão ameaçados. Há um sinal de grande visibilidade de que as Forças Armadas se renderam aos caprichos e afagos dos desmanteladores do Estado brasileiro.

As declaradas posições de defesa de criminosos por membros do STF é descarada e consolidada. Os desajustes na educação estão nos noticiários policiais todos os dias com as agressões de alunos e pais de alunos contra os professores e estes, por sua vez, ofendendo seus alunos. Muitos destes alunos são agredidos por suas manifestações políticas ou posturas porque elas não permitem a cooptação pelos professores, engajados em promover em salas de aulas as ideologias de fundo de quintal com discursos sobre movimentos sociais, verdadeira lavagem cerebral em detrimento da educação formal. Como já escrevi em outros artigos, são milhões de jovens perdidos pelos cantos da vida e sem quaisquer perspectivas de saírem desse fosso em que são jogados. Os sindicatos são, na imensa maioria, dominados por incapacitados, incompetentes e frustradas pessoas que não encontram caminho na vida e por isso adotam essas mobilizações de baixo nível para se amparar em seu viver, não levando a nenhum resultado de qualificação e crescimento no desenvolvimento da educação brasileira.

Será que a população não percebe o momento em que vive o Brasil? Não é possível que ainda os mais informados e decentes dirigentes desconheçam tudo que se passa em todos os setores da vida brasileira. Nos dá a impressão que compactuam com tudo isso e devem ter um plano de fuga quando tudo for para o brejo. O aniquilamento do Brasil é algo mais do que real. Dá a impressão de que os brasileiros estão com fé total na Lava Jato, sem perceberem o movimento de corrosão que está sendo promovido pelos Tribunais Superiores, e nas ações desses homens e mulheres que resistem de forma aguerrida a todo e qualquer torpedo que lhes são lançados pelos bandos criminosos. Estamos por um fio nessa questão de sustentação da Lava Jato. Sem a participação ativa de vocês leitores, esses bravos homens e mulheres não vão se sustentar. É preciso manifestar de forma agressiva a essa mobilização dos juízes do STF e de outros tribunais superiores.

A população está cega diante do que acontece na saúde, com milhares de hospitais fechando as portas, na segurança com mais de 60 mil mortes anuais e na queda do sistema produtivo brasileiro que gera emprego, hoje já aproximando, oficialmente e é muito mais, dos 14 milhões de desempregados que somados a outros que desistiram de procurar emprego e os subocupados, chegam a casa dos 45 milhões de brasileiros. O aumento dado para O “Bolsa Família” que sustenta 15 milhões de famílias, cerca de 47 milhões de pessoas, é um sintoma claro de que a fome está chegando e com força e o estado brasileiro não terá condições de manutenção do que está vindo. A fatura da festança com o dinheiro público, que é do povo, chegou e será cobrada. Nós, população, por exemplo, é que vamos pagar a conta do calote que nos será dado pela Venezuela e países africanos, essa conta vence no dia 30 deste mês, são bilhões de dólares que você leitor, terá que pagar, assim como o rombo do fundo Postalis em que todos os funcionários ativos e os inativos estão cobrindo o desfalque dos malfeitores com sua contribuição mensal.

Até quando vão esperar para dar um basta nisso todos aqueles que podem atuar para colocar um fim. Não há outra instituição que possa estancar essa sangria do Brasil que não seja as Forças Armadas. Ou ela age ou quebramos porque politicamente isso só se resolverá, se resolver, daqui 30 anos. Você quer esperar? Tem tempo de vida para isso? Até que poderíamos esperar, se tivéssemos homens qualificados, éticos, honestos e moralistas para exercer o governo. Como não temos, temos que romper.

CUIDADOS COM O POVO

O Brasil caminha mais seguro com a postura que tem tomado um grupo de ministros do Supremo Tribunal Federal – STF, o qual tem proferido decisões dentro dos limites da lei, da decência jurídica, da ética e da moral que todo membro da mais alta Corte de uma Nação deveria, por unanimidade, ter como base comportamental ao proferir seu voto. Ministros como Lewandowisck, Marco Aurélio, Tóffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello, deveriam ter posturas de verdadeiros guardiães da Constituição Federal e das Leis. O comportamento dessa ala que, praticamente, são verdadeiros defensores dos suspeitos de malfeitos, é inconcebível para quem está no topo do Poder judicial do País. Esse grupo deixa no ar a suspeita de que devem algo ao molusco encarcerado em Curitiba e não tem dormido bem nos últimos tempos com pavor da metralhadora de acusações e revelações que poderá ser disparada por ele.

A população, condenada a carência de base cultural pelos muitos governos, que sempre foram descompromissados com ela e sempre a iludiu com mentiras e distribuição de dinheiro, condenando-a a uma vida miserável e injusta, precisa ser cuidada com maior atenção nas informações que lhe serão passadas sobre os últimos acontecimentos no Brasil. Não se vê esta preocupação em qualquer setor da vida brasileira. A grande mídia, por exemplo, não a tem porque seus operadores não se inserem na luta pelo País como um todo, mas, exclusivamente, na defesa de interesses de seus grupos ideológicos ou de suas empresas de comunicação. Os partidos políticos, que pela sua desvirtuada existência conceitual e programática, não tem o mínimo interesse em tal postura porque sai fora de seus métodos de atuação no período eleitoral. Conscientizar o eleitor sobre o valor do seu voto fica a cargo de alguns poucos ativistas e, mesmo assim, sem grande receptividade.

“Letras é comunicação. Com a audiência sobre justiça e direito aumentando enormemente, é preciso saber traduzir o conhecimento, porque o povo só pode participar daquilo que entende. Então é função, tanto da Academia quanto dos intelectuais, fazerem com que ela seja entendida pela população de modo que, o “juridiquês”, acredito, já está em fase de regressão”. Essa fala do meu ex professor e amigo da PUC-RIO ao ser eleito para a Academia Brasileira de Letras reflete o comportamento que toda a classe, profissionalmente dominante, deveria ter com a população. É preciso traduzir o conhecimento de forma inteligível a sua capacidade de compreensão do momento em que o Brasil vive. É preciso mostrar a população que o Lulla, por exemplo, está na cadeia porque cometeu crimes previstos em lei. Isso não é feito pela grande mídia e muito menos pelos partidos políticos, todos envolvidos com ele nas falcatruas dos governos. Não houve nenhuma manifestação de aprovação de qualquer partido político com a prisão do meliante “Da Silva”. Muito pelo contrário, a grande mídia procura confundir a população e os partidos se limitam a declarar que cumpriram com as determinações legais.

Outro exemplo que reforça essa associação – grande mídia X partidos e políticos, é a suavidade promovida por aquela para estes, de que o “Fundo Eleitoral de Campanha” será para moralizar as campanhas eleitorais. É o enorme, se não foi o maior, tombo financeiro aplicado ao povo brasileiro nos últimos anos. Legalizaram os desvios de dinheiro público com o discurso de que não mais haverá a corrupção empresarial, via campanha eleitorais. O que na verdade acontecerá é que será o “Fundo” uma válvula de escape para legalização do dinheiro que entrará pelos dutos da corrupção. Hoje esse “Fundo” já conta com cerca de dois bilhões e setecentos milhões de reais disponíveis para serem distribuídos aos partidos políticos. As regras impõem que caberão aos grandes partidos a maior fatia, ou seja, ficará a cargo dos dirigentes, que são os políticos atuais, o controle do dinheiro. E preciso deixar claro e ser justo, que nem todos os dirigentes partidários agirão de má fé e com discriminação, no uso desse dinheiro, há exceções.

O que é estranho é que muitas instituições privadas e políticas não se mobilizam para frear essa aberração. Basta provocar o TSE – Tribunal Superior Eleitoral com pedido de suspensão da aplicabilidade da lei que criou o “Fundo”. Esse comportamento de passividade, de falta de ação, é que mostra claramente a não compreensão popular do que se passa nesse universo político, onde existe uma casta privilegiada que abusa da falta de conhecimento do povo sobre o caminhar da política no país. Quem cuida da população brasileira? É preciso mais cuidados com o povo.

UM NOVO CAMINHO

A Educação brasileira, destroçada pelos últimos anos de governos, dá bem o nível em que está e o caminho em que é conduzida pelos “educadores”. Estes têm como único conteúdo capaz de transmitir aos jovens, o víeis ideológico e desestruturador da organização social e familiar. São, geralmente, professores frustrados profissionalmente e incapacitados para desenvolver programas e conceitos pedagógicos que estimulem nos jovens o desejo de aprender e evoluir. Não pregam a liberdade de expressão e muito menos, o direito de escolha de cada um dos alunos. A eles são impostas situações desagregadoras que os tem levado a evadir-se das escolas e mesmos das faculdades. Lembrem-se, 47% dos alunos das universidades públicas não terminam os cursos e o mesmo acontece com 53% das universidades particulares. É uma soma gigantesca de investimento perdido sob todos os ângulos que se possa pensar, social, profissional, pessoal e por aí vai.

Todo esse desmantelamento educacional está centrado em uma única e incontestável razão: o uso da Educação como propulsor de candidaturas políticas e serventias de governos aos partidos. E isso acontece com o governo federal, governos estaduais e municipais. As verbas obedecem ao mesmo critério e investimentos são feitos apenas na parte física, aquela em que o eleitor vê e que mais tarde poderá ser um trunfo na captação de votos. O que se passa por dentro, é coisa intramuros e lá tudo acontece, menos o aluno aprender e o professor realmente ensinar, raras exceções. Existem bons colégios, diretores e equipes de professores que lutam pelo ideal de ensinar e conseguem bons resultados, felizes dos alunos que lá estudam.

Repito sempre aqui neste espaço, a administração da Educação no Brasil tem que se afastar/desligar/desvincular da estrutura funcional direta do Poder Executivo, em todos os níveis. Esse sistema em vigor de administrar a educação, dependência direta do Executivo, é que tem levado a falência do ensino no Brasil. O sistema educacional tem que ter independência administrativa e financeira, assim como é, para exemplificar, o Ministério Público. Sua administração tem que ser exercida por um colegiado formado por membros ligados diretamente a área educacional, um colegiado de Reitores, por exemplo. É a única forma de afastar e eliminar os penduricalhos políticos ideológicos e ser uma fonte de desenvolvimento intelectual e profissional.

O ensino pelo mundo desenvolvido já está atingindo o uso de tecnologia holográfica em salas de aulas e nós ainda estamos na era do giz. Lá, os alunos estão voltados ao aprendizado com uso de alta tecnologia de informação, conhecimento e fatos atuais. Explorar suas habilidades é fundamental ao seu desenvolvimento e sua preparação para o futuro que já está entrando no nosso dia a dia. A inteligência artificial (computadores e processadores) já faz parte da vida nos países evoluídos e mesmo com certa presença em Nações como a brasileira. A visão escolar tem que se antecipar ao movimento organizacional da sociedade. Tem, por exemplo, que perceber que mudanças radicais estão a caminho da vida laboral com o uso quase integral da inteligência artificial na execução dos trabalhos. A escola deixará de ser o centro de estudos de processo do saber e terá, como primazia, a função nobre de ser o centro de evolução de pensamentos, criatividade e inovação voltadas ao encontro de soluções técnicas em qualquer área e a promoção da evolução humana. É sabido que até os anos 2050/2060, o mundo começará a curva decrescente de sua população, o que já acontece em alguns países.

Na nova sociedade que se aproxima, a escola nos países desenvolvidos, já não terão em suas salas os atuais professores, e apenas algumas atividades que hoje existem, permanecerão. Matéria jornalística de primeira linha, informa que laboratórios e o setor industrial estarão voltados exclusivamente a fabricação de bens de consumo essenciais à sobrevivência. O avanço tecnológico, produto da evolução educacional, é tão acentuado que já se prevê a extinção de 60% das carreiras profissionais nos próximos cinco anos. A adaptação dos jovens ao novo mercado já está em processamento nesses países com a nova forma de abordagem da educação. Já o que acontece com o Brasil é algo de criminoso com a educação, com milhares de jovens que todos os anos são jogados na lata de lixo e, quando não, entregues a esses incompetentes administradores e professores que fazem da sala de aulas, um parlatório para pregações ideológicas estúpidas e ultrapassadas. O Brasil precisa, na Educação, de um novo caminho.

RECONSTRUÇÃO

A crença popular de que, se Lulla não era preso é porque não tinha culpa de nada, acabou. Está desmantelada a chefia do bando e com isso os membros começam a ser sentir perdidos, assim como são os macacos quando perdem o seu chefe, ficam desnorteados sem saber para onde ir. O cineasta Padilha, do magnífico “Tropa de Elite” e o fantástico “O Mecanismo”, já tem material de sobra para dar ao País uma ideia de como será a sua reconstrução moral, ética e política. É irreversível a varredura que limpará este Brasil desses malfeitores que iludiram e saquearam o povo brasileiro. A indecência é tanta que nenhum dos partidos se manifestou pela mobilização ocorrida em 03 de abril, exceção ao Partido Novo, mas este ainda não está na seara política pra valer e mais parece uma organização “religiosa” que política, oremos. Esse bico calado partidário é comprometedor e diz bem que sua função ideológica e programática é de fachada, o que nos remete a análise de que são meros cabides de grupos que se amparam na sua constituição legal para chegar ao Poder.

O Partido Novo não faz uso das verbas públicas para sua atuação, uma boa atitude, não resta dúvida. Por esse motivo lanço ao Novo a proposta de representar junto ao Poder judiciário pela suspensão da aplicabilidade da lei que aprovou o “Fundo Eleitoral”. Na verdade, foi uma ação de defesa financeira eleitoral dos chefes políticos, que terão o controle do dinheiro já que são eles os caciques partidários. Esse fundo já está na casa de dois bilhões e meio de reais e poderá ultrapassar os 03 bilhões, uma vez que a lei só estabelece o piso mínimo. Dinheiro de muitos setores da administração federal, como o da saúde, por exemplo, está sendo deslocado para a composição do fundo eleitoral, cerca de 80 milhões. Argumentam os deputados, que esse dinheiro faz parte da cota obrigatória do orçamento que cabe a cada um deles e com isso, como se nada tivesse a ver, podem se utilizar do dinheiro com a justificativa de que não estão onerando os cofres públicos. Uma piada. Esta Lei do fundo eleitoral foi, pressupõem-se, para evitar corrupção, ou seja, as relações promíscuas entre empresários e políticos. Na verdade, esta lei apenas aliviou o caixa das empresas porque essa relação não deixará de existir, mas criou uma ponte legal para o uso do dinheiro do povo.

O dia 04 de abril de 2018 será marcante na história brasileira. É o inicio da recuperação moral e ética da Nação e que vai refletir, e muito, na área econômica. É o marco divisor entre a esbórnia em que vivia e a decência que este País merece. Nada acontecerá de pronto. Haverá uma intensa luta, mas de muito ânimo e expectativa de que os tempos serão outros. O que foi promovido por esse bando de vários partidos comandados pelo meliante petista foi alguma coisa assombrosa e que levou o Brasil a este estado lastimável em que se encontra. Não temos segurança, nem física, nem jurídica ou qualquer outra. O judiciário contaminado pelas ações de parte de alguns membros da Corte maior, amparados pelo corpo político, espalha aos demais, como metástase, o germe do mau exemplo, e capilariza ações não muito condizentes com os bons costumes na área jurídica. Há as magníficas exceções como dos Tribunais Regionais Federais – TRF que, brilhantemente, resistem a pressão do próprio STF.

A administração pública em todos os níveis se decompõe e o próprio povo, desmoralizado e comprometido com seu voto dado aos administradores, aceita com passividade que seus representantes se encham de dinheiro nas cuecas, meias, bolsos, malas e outros recipientes, sem qualquer reação de sua parte. A prisão do chefe do bando desta Nação é o ponto inicial de que a população, finalmente, sentirá que há nessa seara, nesse deserto de ética, moral e decência e por aí vai, um novo horizonte com a concretização da Lava Jato como única fronteira contra os malfeitores do Brasil. Os exemplos da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba e o Tribunal Regional Federal TRF-4 de Porto Alegre deverão servir de norte à decência, moralidade e ética de todo este Brasil vilipendiado, mas que ressurge das cinzas. A contaminação da corrupção instalada pelo meliante que se serviu no Poder para suas sandices e paranoia, será contida pela nova forma que o povo vai encarrar esses desmandos. O despreparo cultural da população não retira a capacidade de perceber que cabe a ela a tarefa de impulsionar todos os atos que tenham como meta o bem-estar do Brasil. O povo agora sabe que foi iludido e enganado por anos por essa quadrilha que começa a tomar o rumo da cadeia. Não passarão impunes. Vamos, todos nós, nos unir para que aconteça ao Brasil, a sua reconstrução.


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