RACISMO, ESCRAVIDÃO E COTAS

Nossa! Como o nosso mundo melhorou!

Quando eu era criança, nunca tinha ouvido falar de racismo, de bulling e de outras coisas modernas que nem sei o que é.

Brincava na rua de bolinha de gude, de soltar pipa, carrinho de rolimã ou de nem me lembro mais do quê.

Lembro que, além do meu irmão, O meu companheiro de brincadeiras era o Telson , nunca me esqueci do amigo, nem do nome dele.

Ele era “preto”, eu era branco. Ele era pobre, eu era “rico”.

Brincamos muito, frequentamos nossas casas, tanto a rica quanto a pobre, e nunca percebemos que tínhamos diferenças.

Mudei de casa, passou o tempo, perdi o contato com o Telson.

Agora, eu seria o opressor que usou o poder econômico para se sobrepor ao negro oprimido, que se viu obrigado a aceitar o meu favor para que ele pudesse usufruir das migalhas deixadas pelo luxo dos brancos.
Saudade daquele Brasil, saudade da minha infância, saudade do Telson. Onde ele andará?

Com essa reflexão inicio o meu artigo. Vamos falar de racismo no Brasil?

Primeiro, vamos diferenciar raça de etnia. Raça humana é uma só, logo, falar em racismo seria o mesmo que dizer que algum indivíduo de determinada cor ou de determinada cultura não é humano. Mas tudo bem, vamos fazer de conta que existam raças humanas diferentes, ou então, não teríamos como falar em racismo, palavra “bonita” inventada pelos sociólogos e adorada pelo politicamente correto.

Racismo existe, mas existe de brancos contra negros, negros contra brancos, brancos contra brancos, negros contra negros e por aí vai. Basta olharmos para a África e para o Oriente médio que veremos do que estou falando.

No nosso País, antes do politicamente correto e das minorias controladas pela esquerda, como se negros aqui fossem minoria, não se falava em racismo e não se falava por uma razão óbvia, aqui não existe, ou não existia.

Se existe racismo, como explicar a maioria parda da população? Racista não se relaciona sexualmente com outra “raça”.

Nunca houve lugares em que só era permitido entrar pessoas com uma determinada cor de pele ou cultura, e se houve, foram exceções. E ainda não há… mas a esquerda criou o racismo. Apenas o racismo contra negros, o resto para eles não é racismo. O branco chamar um negro de criolo é racismo, o negro chamar um branco de branquelo azedo não é. Racismo reverso não dá voto. E não pensem os negros e outras ditas minorias que a esquerda quer a sua proteção. Querem apenas manipulá-los e conseguir sua militância e voto para o seu projeto de poder. Depois que conseguirem, jogarão vocês no lixo.

Apartheid era racismo, locais e transportes separados para whites e coloureds era racismo. Até lá fora isso acabou, aqui começou. Basta ver a política de cotas que nada mais é do que…racismo.

Mas e a escravidão? Bem, a escravidão existiu no mundo inteiro, desde que a raça humana dominou a Terra e, infelizmente, ainda existe, vide ISIS ou Boko Haram. É uma aberração e uma vergonha, apesar te ter sido culturalmente aceita na antiguidade.

Mas o racismo nunca foi fruto da escravidão, a escravidão é que foi fruto do racismo. Por que?

Basta ver como era feito o comércio de escravos para as américas? Os mercadores de gente conseguiam a sua “mercadoria” pelas mãos dos próprios africanos. Esses é que capturavam os escravos de outras tribos de etnia diferente. No início eram escravos na própria África até que surgiu a possibilidade de lucro ao vender os escravos para os mercadores brancos. Quem tiver um pouco mais de curiosidade, assista à serie Raízes.

Mas precisamos reparar o mal que fizemos aos negros. Só agora? Eles foram libertos em 1888.

E os negros que fizeram mal aos negros, também não têm que reparar?

Não foram só os negros das tribos escravagistas africanas que fizeram mal aos escravos brasileiros quando os venderam aos brancos, mas historicamente sabe-se que os negros alforriados, assim que conseguiam uma situação social e financeira melhor, compravam…negros escravizados. Quantos escravos tinha a famosa Xica da Silva? Sabe-se ainda que os temidos capitães do mato eram em sua maioria…negros. Que o proclamado e aclamado Zumbi dos Palmares tinha diversos escravos…negros, e também, pasmem, brancos.

Se ainda hoje os negros ainda têm uma situação social e financeira aquém da dos brancos, a culpa é justamente dos abolicionistas, aqueles liberais que brigaram pela causa enquanto ela existiu e, ao ser assinada a lei Áurea, foram para os bares comemorar e quem sabe achar uma outra causa, sem nenhuma preocupação com o destino dos libertos. Lembra alguma coisa?

Como quase tudo no Brasil, a abolição da escravatura foi feita de forma impulsiva e atabalhoada. Não houve uma política de desmobilização, educação e emprego.

A criação da política de cotas apenas cria um racismo inexistente e age como um paliativo para o que é, na realidade, a falência do ensino público básico e médio. Por que o branco pobre, que tem pouca renda, também não tem direito à cota? Por que não foi criada a cota para qualquer um que tenha baixa renda e não para A ou B? Por que o negro de alta renda tem que ter direito à cota? Resposta: racismo.

Ao contrário do que se propaga, as cotas não ajudam os negros, pelo contrário, humilham, roubam o seu voto.

Reparação é dar educação de qualidade a todos, negros, brancos, azuis, verdes; reparação e dar acesso à saúde de qualidade; reparação é melhorar a renda do trabalho; reparação é parar de roubar e desenvolver o Brasil.

Uma coisa é certa, reparação não é criar um racismo que nunca existiu ou um “dia da consciência negra”. Reparação não é criar mais uma separação com o nome pomposo de “apropriação cultural”.

O Brasil só precisa de uma coisa, vergonha na cara.

ENSAIO SOBRE NADA

Será que hoje, do jeito que está o Brasil e o mundo, podemos falar sobre alguma coisa?, ou é melhor não falar nada?

Não sei, ando tão descrente que penso em ficar com a segunda hipótese.

O nada tem suas vantagens, pois falar alguma coisa… ou sobre tudo, tem muitos problemas.

Se falamos alguma coisa sofremos críticas, cria-se um conflito. Se não falarmos nada, todos concordam, ou não. Mas dá na mesma. Discordar de nada ou concordar é a mesma coisa.

Aí vão dizer que você não tem opinião, mas hoje, ter opinião muitas vezes não significa nada.

Me inspirei porque estou numa festa de adolescentes, escuto as conversas – não participo -, mas os admiro imensamente, pois elas versam sobre nada. Não vejo ninguém preocupado, não vejo ninguém falar sobre política, enfim, sobre o mundo. Aliás, nem sobre o futuro, nada.

No futuro, só pensa quem tem opinião, e quem tem, talvez não viva bem. Até porque, sempre vai ter quem tenha opinião contrária.

Talvez Raul Seixas tenha razão, talvez seja mesmo melhor ser uma metamorfose ambulante do que ter a velha opinião formada sobre tudo. Você vive melhor.

O ignorante vive mais, não se estressa. Ah!, mas ele não muda o mundo. Mudar pra quê? A cada mudança vemos tudo piorar. Parece piegas, mas não é verdade? Vocês conhecem alguém que diga que desde que nasceu o mundo melhorou? Talvez eu esteja sendo pessimista, mas não conheço.

Melhorou tecnologicamente…, mas e moralmente?… Em cem anos tivemos a explosão da tecnologia, o mundo melhorou? Sinceramente, acho que não e cito um exemplo. Redes sociais. Hoje não conversamos mais, vemos até casais em restaurantes e bares, cada um na companhia do seu celular. Conversa?, nenhuma. Ou melhor, ninguém falando nada. Fora a propagação de mentiras que todos saem compartilhando sem saber de onde vieram, quem escreveu. Não interessa checar, dá preguiça. Melhor não fazer nada.

Como vemos, nada é sempre melhor.

Comecei a dar opinião – que vício! – …, melhor parar, alguém vai contrariar.

Chega!, cansei, não escrevo mais nada. Comecei a parecer político que fala muito sem dizer nada – perdoem a repetição do nada. Parecem adolescentes.

Isso tudo é uma crítica?, um desabafo?…, quem sabe?

Não, não é nada.

QUAL É A SOLUÇÃO?

Hoje, no Brasil, estamos com carência de líderes. Ou seria…carência de inteligência?

A não vai resolver, B não vai resolver. Então, quem vai resolver?

Eu sei quem vai resolver. Vocês não sabem?, então eu digo: o povo.

O povo? Como?… Pelo voto consciente. Aí é que a vaca torce o rabo, pois nosso povo não sabe votar. Vota no amigo, no caso dos municípios, vota naquele que o amigo ou a igreja indicou, vota em quem pagou, vota em quem o patrão mandou (ainda existe o coronelismo). Nunca vota em quem tem um projeto, aliás, nem lê o projeto.

Mas, graças à Deus, lentamente que seja, o povo está mudando, está acordando de um sono profundo. Não vai ser agora nas próximas eleições, talvez nem na subsequente, mas tenho fé que o Brasil , que a política, vai mudar. Que a Constituição vai mudar.

Uma parcela de imbecis até crê que uma intervenção militar resolveria, ledo engano. Os militares poderiam até voltar, arrumar a casa e devolvê-la novamente aos civis, mas o que ocorreria, pelo menos hoje? O povo votaria novamente nos mesmos e voltaríamos ao estágio anterior.

Precisamos de apenas uma coisa, de políticos honestos, que pensem no Brasil antes de pensar em si mesmos, que vejam os anseios dos brasileiros, antes dos próprios.

E agora? Temos algum?…Temos sim, o “anticristo”, de acordo com a mídia ideológica, Bolsonaro.

Mas votar nele resolve? Não, se só votarmos nele e mantivermos o mesmo Congresso, pois a Constituição cidadã do Doutor Ulysses, que Hades o mantenha no inferno, não permite a ninguém governar sem que tenha que fazer barganhas, sem que fique refém dos deputados e senadores. Precisamos, também, eleger políticos novos, sem rabo preso, em resumo, fazer uma limpa no Legislativo para aí, então, fazer uma nova Constituição que dê direitos, claro, mas com uma contrapartida de deveres, o que a do Doutor não fez. Brasileiro não gosta de devereres. A eleição tem que ser dobradinha.

Mas o Bolsonaro é maluco, homofóbico, racista, machista e tudo quando é “fóbico” e “ista” que existe. Verdade? Jura?…Vocês não o conhecem, apenas são guiados pela mídia mianstream que está toda tomada pelo gramscismo e tem pavor da direita, pois todos são socialistas, apesar de não dividirem seus salários com os menos favorecidos. Vamos cantar Imagine, do comunista caviar John Lennon, hino do globalismo e da extinção das religiões. Não acreditam?, leiam a letra da linda música, pois a música é linda, só. Ele dividiu o seu dinheiro com os pobres? Fez o que escreveu na letra? Não. Socialismo é lindo pros outros fazerem, né Chico Buarque? Que venham os muçulmanos!, esses são espertos, se aproveitam da ignorância e da ingenuidade dos “humanitários” globalistas, bando de babacas, para fazer a hégira.

O que tem a ver muçulmanos com eleições?…Simples, elejam as pessoas erradas e logo estaremos chorando, rezando e fazendo vigílias pelos mortos nos atentados terroristas. Leiam a Lei de Imigração do comunista Aloysio Nunes.

A direita não é o que nossos jornalistas dizem. Ser de direita é ser a favor da família; ser a favor do livre mercado; ser a favor da liberdade com responsabilidade, inclusive a de expressão; ser contra o Estado empresário; ser contra o Estado babá; e acima de tudo, acreditar que a renda vem do trabalho… Ih!, eu penso assim, sou de direita e nem sabia.

Pois é, é assim que pensa o Bolsonaro.

INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL

Por ser militar, a cada escândalo que explode sou questionado por diversas pessoas sobre o motivo de ainda não ter tido uma intervenção. Escuto barbaridades do tipo: “os militares estão comprados”; “os militares estão mancomunados com a esquerda”; ou até, “os militares são cagões”.

Agora, resolvi compartilhar a resposta que esses, digamos, desinformados, normalmente recebem de mim, com um pouco menos de palavras chulas. Sem nenhuma fica difícil.

Aqueles que pedem intervenção militar me lembram os filhinhos de papai, donos da verdade, que após cometerem alguma parvoíce correm para o colinho do genitor para que ele resolva a cagada que o neném fez.

Muitos deles, estão dentre os mais de 30 milhões que ao invés de terem exercido o seu direito de votar, preferiram fazer um churrasquinho ou ir à praia, afinal o seu voto “nada iria mudar”. Logo, são coniventes com a situação que vivemos hoje. Mesma coisa aqueles que votaram na Dilma (leia-se Temer) e nos seus asseclas e que agora estão arrependidos.

E de eleição em eleição, o desinteresse continua, a merda aumenta.

Agora reclamam, correm para o colinho dos militares para que eles abonem a sua falta às urnas ou o seu voto errado, pois eles, nessa hora lembram, que se as eleições existem é justamente porque os militares garantiram o seu direito de votar. Agora pedem para os mesmos militares que lhes retirem esse direito, visto que não souberam o que fazer com ele.

Aí evocam o Art.142 da Constituição e provam que o maior problema do Brasil é a falta de educação e cultura, pois qualquer um que tenha feito uma boa escola primária (aquelas da ditadura), sabe ler e interpretar um texto, coisa que os filhinhos de papai, bem ao seu estilo, não sabem, pois ao invés de estudar ficaram debaixo da saia da mamãe, recebendo a mesada do papai sem ter nenhuma preocupação com o seu futuro. O papai vai bancar.

Para os que não entendem, vou desenhar. Espero que pelo menos isso os filhinhos de papai que gazetearam a escola consigam compreender.

A Constituição Federal, no artigo citado diz: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

GARANTIR os poderes constituídos, para aqueles que não conseguem interpretar, quer dizer proteger o seu funcionamento. Se funciona bem ou se funciona mal, NÃO é responsabilidade dos militares, e sim de quem os colocou lá, ou seja, em uma democracia é do povo que votou, ou não. Dos filhinhos de papai que foram à praia.

POR INICIATIVA DE QUALQUER DELES, quer dizer que para lutar contra o crime as FFAA têm que ter o respaldo de um dos poderes.

Corrupção não é ruptura de poder constituído. Quem tem que resolver é a polícia, o judiciário e, em última instância, o povo pelo exercício do voto.

Qualquer intervenção militar, se não for respaldada por algum dos Poderes, é golpe. Não existe intervenção constitucional e a Carta Magna NÃO diz que o povo é poder constituído. Isso é burrice e fantasia daqueles que não conseguem interpretar um texto. Juristas ou não. Aliás, no Brasil, o que não falta é bacharel analfabeto.

Dissolver poder constituído é usurpação, não garantia. Em 64, com outra Constituição, os militares intervieram, arrumaram a bagunça e devolveram, como não podia deixar de ser, ao civis. Demoraram mais do que deviam, mas devolveram.

Os civis receberam, esculhambaram tudo, mentiram, passaram a caluniar os militares que arriscaram a vida pela democracia chamando-os de bandidos, tornaram heróis os verdadeiros bandidos, e agora querem colo?

Resolveram chamar os militares de cagões, quando quem fez a cagada foram eles. E esses que xingam, os filhinhos de papai, vão ser os primeiros a correrem para debaixo da cama caso surja uma luta armada, e não tenham dúvida, qualquer intervenção vai escancarar as portas para uma guerra civil e até mesmo para uma guerra externa. O filhote de passarinho megalomaníaco e seus comparsas latino-americanos certamente vão querer enviar armas e até tropas para defender os camaradas do Foro de São Paulo.

E, claro, durante a guerra, vão começar imediatamente a chamar os militares de gorilas, truculentos e assassinos, pois haverá a morte de inocentes e até crianças, efeito colateral de qualquer conflito, e os filhinhos de papai que só enxergam o lado descolado, politicamente correto, estarão escrevendo em seus blogs, escondidos do combate, provavelmente em outro país para o qual fugiram. Aí sim, veremos quem são os cagões. Veremos o comportamento daqueles especialistas em escrever besteira.

O que vocês, filhinhos de papai, hoje pedem do alto da própria ignorância, é justamente o que a corja instalada quer. Seria o melhor caminho para implantar o totalitarismo comunista e, vejam bem, com respaldo popular, porque eles seriam as “vítimas” do golpe que trouxe a guerra.

E o pior disso tudo é que tem gente fazendo campanha para anular o voto. Pura inteligência. Façam isso, depois chamem os militares.

Se estão insatisfeitos, tirem as suas bundas da poltrona, saiam da frente dos seus computares e, ao invés de escrever asneiras, vão para as ruas protestarem. Exijam o voto impresso e tirem toda essa corja do Executivo e do Legislativo, não permitam que os Renans da vida sejam reeleitos, pois isso sim, pode acabar de acabar com o Brasil.

JERUSALÉM- CAPITAL DE QUEM MESMO, ADONIS?

Meus queridos leitores fubânicos, sei que tem muito tempo que não escrevo, ando sem nenhum saco. Vejo as mazelas que os brasileiros estamos passando e me sinto, como todos nós, acredito, sem forças pra reagir.

Não vou escrever sobre Brasil, é muito complexo e não tenho essa competência.

Vou escrever sobre história, história da relação Israel/Palestina, tanto em moda na tal imprensa mainstream. Aquela, que a todos acusam de fakenews, mas que são as principais produtoras de notícias ideológicas ou, no mínimo, as principais omissoras de notícias reais.

Já disse a vocês que me inspiro quando bebo ou quando fico puto. Estou maneirando muito na bebida por conta de um câncer de cólon, nem tanto quanto o Berto, que virou abstêmio à força. Mas fiquei puto com o artigo do Adonis Oliveira que ataca o Estado de Israel, sem conhecer a história. Artigo totalmente tendencioso, de quem, parece, conhece a história pela mídia esquerdista. Deve ser assíduo nos telejornais.

Bíblia tem história, mas tem metáfora também. Os hebreus foram escravizados pelos egípcios, fugiram no famoso êxodo. Legal, aí vagaram por 40 anos no deserto até que reuniram um exército e conquistaram Canaã, dizimando todos os povos que habitavam a região, por ordem de Deus(?). Começou aí a saga dos judeus que desalojaram e mataram os verdadeiros donos da terra, os palestinos.

Se fosse ordem de Deus, tudo estaria explicado e ninguém iria contestar. Né, Adonis?

Mas metáforas a parte, o que ocorre naquela região nada tem a ver com a Bíblia. Tem a ver com geopolítica, simples assim.

Na realidade, foram conquistas, como muitas que ocorreram durante a história da humanidade, passando por Roma, Alexandre, Gengis Kahn, Napoleão e Hitler. Mas… eles tomaram pela espada e perderam pela espada, não creio que tenha havido intervenção da ONU.

Os povos que retomaram seus territórios o fizeram pela competência e pelas armas. Por que os árabes não fizeram?

Se fosse por tempo – O Adonis diz que são 3000 anos-, Jerusalém, que é disputada pelos palestinos por ser a cidade sagrada do Islam, porque nela Maomé acendeu aos céus, tudo, de cara, estaria errado. O judaísmo e o cristianismo surgiram milénios ou séculos antes do islamismo, que só surgiu no Sec VII. Então, de quem é a cidade? Pra quem é mais sagrada?

Se fosse por tempo, o continente americano deveria ser devolvido aos índios.

Não vou aqui escrever a história da criação de Israel, basta que se leia nos livros e que se veja os tantos documentários que existem sobre o assunto.
Salomão foi o terceiro rei de Israel, quase mil anos antes do nascimento de Cristo.

Deixo a pergunta: Jerusalém – Capital de quem mesmo?


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