A RODA DA FORTUNA

Um dos economistas mais reverenciados (e cujas ideias foram mais distorcidas) é John Maynard Keynes. Em uma de suas correspondências, divulgada após a sua morte, o mesmo afirma que “a grande missão dos economistas é promover o desenvolvimento econômico e melhorar a condição de vida dos povos”.

CONCORDO INTEGRALMENTE!

Esta é, verdadeiramente, uma questão que vale muitos Milhões de Dólares, não só para os economistas, como também como para um leque bem amplo de profissionais, conforme veremos abaixo. Não é à toa que uma grande quantidade de mentes brilhantes se debruçou exaustivamente sobre a seguinte questão: Por que alguns países se desenvolvem e outros não?

Apenas a título de exemplo, poderíamos citar como sendo as mais famosas as seguintes obras:

Desculpem-me por os títulos estarem todos em inglês mas, como os meus parcos leitores devem bem saber, esta é a língua franca onde se desenvolve o pensamento da humanidade na atualidade. Os que não a dominam, estes sim são os verdadeiros analfabetos de nosso tempo.

1. A ASCENSÃO E QUEDA DAS GRANDES POTÊNCIAS – Paul Kennedy. Neste livro magnífico, o ilustre historiador analisou toda a evolução econômica da humanidade, com ênfase no desenvolvimento e declínio dos grandes impérios. Começou pelo império chinês, há mais de 5.000 anos, e continuou analisando todos os períodos e impérios que o sucederam: Macedônio, Persa, Romanos, Mongóis, árabes, português, espanhol, holandês, inglês, russo, francês; chegando até o “império” americano, o império que se recusa a ser reconhecido como império. Obra absolutamente maravilhosa e leitura obrigatória para quem deseja entender um pouco melhor o nosso mundo.

2. A ASCENSÃO E DECLÍNIO DAS NAÇÕES – Mancur Olson. A abordagem dada à questão pelo célebre professor de Yale é mais sociológica. Ele parte do princípio formulado pelo economista Wilfredo Pareto denominado de “Ótimo de Pareto”. Seria aquela situação em que as riquezas de uma determinada sociedade seriam distribuídos entre seus componentes de forma a conseguir maximizar a satisfação e a felicidade naquele grupo. Segundo a tese do autor, cada vez que um grupo de pressão se apropria de fatias maiores do que aquelas que lhes cabem, a sociedade como um todo se afasta da condição de felicidade máxima. O Brasil é um exemplo emblemático de privilegiados se apropriando indevidamente e infelicitando a nação de forma inexorável.

3. PORQUE AS NAÇÕES FRACASSAM – Daron Acemoglu e James Robinson. Esses dois especialistas demonstram de maneira brilhante que os fatores decisivos para o desenvolvimento de uma determinada nação seriam as suas instituições e sua governança política. São conclusões relativamente óbvias mas, como normalmente acontece, o óbvio muitas vezes passa despercebido.

4. A VANTAGEM COMPETITIVA DAS NAÇÕES – Michael E. Porter. A abordagem adotada nesta obra, cujo cunho é eminentemente administrativo, foca na causa raiz para que se obtenha crescimento econômico. Segundo o autor, a base do crescimento econômico seria, em grande parte, o crescimento da produtividade. A partir daí, analisa o histórico recente de diversas nações modernas e o impacto que esta evolução vem tendo em seu desenvolvimento, bem como as formas de se obter este tão desejado crescimento da produtividade.

5. A ASCENSÃO E QUEDA DAS NAÇÕES – Ruchir Sharma. Por último temos a análise feita por este brilhante estrategista econômico sobre as tendências que moldarão o crescimento (ou a estagnação) de diferentes nações daqui em diante. Muito esclarecedor.

Independente de qual destas visões se adote para a análise da situação atual do Brasil, a conclusão a que somos forçados a chegar é sempre a mesma: ESTAMOS LASCADOS!

• Não possuímos nem de longe aquele impeto realizados que acionou os grandes impérios da história. Nossa sociedade está acéfala e sem rumo.

• Nossa sociedade está totalmente corrompida por hordas de privilegiados, todos sempre aferrados aos ganhos espúrios e em detrimento do restante da sociedade. Cada vez nos afastamos mais do “Ótimo de Pareto”.

• Nossas instituições, que nunca foram grande coisa, estão agora totalmente corrompidas por corporativismos dos mais diversos tipos e por apropriações indébitas monstruosamente grandes.

• Somos um caso único na história da humanidade em que uma imensa e riquíssima nação está testemunhando sua produtividade andar de marcha à ré simplesmente por uma ideologia totalmente imbecil ter se tornado hegemônica.

• Com a nova leva de fatores que passaram a ser decisivos, devidos principalmente à nova realidade que estamos vivendo, seguimos sempre a reboque de interesses de terceiros e de traidores traficantes da soberania nacional.

Diante deste quadro dantesco, só nos resta meditar, jejuar e orar!

Permanecemos sempre à espera de que um golpe de sorte, tal como uma reforma decente na previdência, nos leve a dar início a um giro positivo da roda da fortuna. Imaginemos que os mais de 40% que são extorquidos do salário dos trabalhadores pelo governo todos os meses, e que sustenta uma pletora de parasitas infindável (SESI, SESC, SENAI, SENAC, SENAT, SEBRAE, SINDICATOS, CENTRAIS SINDICAIS, INSS, FAT, aposentadorias integrais e de quem não contribuiu, etc…), seja direcionado a formar fundos de investimento. E que este imenso volume de dinheiro, ao invés de ser “apropriado” por esta multidão de lombrigas gordas, seja aplicado em investimentos produtivos e geradores de riqueza. Estaríamos então começando a girar positivamente a roda da fortuna nesta terra malsinada.

REFUGIADOS

A grande preocupação dos brasileiros nos últimos anos tem sido o desemprego. Todos os meios de comunicação martelam incessantemente o aumento mensal na quantidade de pessoas desempregadas, ao mesmo tempo em que trombeteiam estatísticas altamente mentirosas e manipuladas a respeito do percentual de trabalhadores que estariam nesta situação.

Observado de outro modo este fenômeno, isto representaria pouco mais de 2 milhões de pessoas desempregadas, em um universo composto por pouco mais de 24 milhões de trabalhadores.

SÓ QUE ISTO É UMA GRANDESSÍSSIMA FALÁCIA!

Na realidade, e segundo o mesmíssimo IBGE, a nossa população em idade de trabalhar se aproxima dos 100 milhões de indivíduos. Assim, dizer que apenas vinte e poucos milhões de pessoas trabalham, significa na realidade dizer que há QUATRO VAGABUNDOS, DESOCUPADOS E VIVENDO DE “BICOS”, PARA CADA UM QUE TRABALHA! Na minha modesta modesta matemática, a taxa de desemprego real do Brasil seria então alguma coisa próxima a 80% e todos os números apresentados pelos nossos “honestíssimos governantes” serviriam apenas para mascarar esta realidade pavorosa e manter a população na ilusão. Uma das consequências desta explosiva situação é o crescimento exponencial da nossa população carcerária. Mesmo assim, a segurança pública se deteriora a olhos vistos em todo o país, tendo como climax os milhares de assasinatos a cada ano. Segundo a ONU, somos campeões mundiais neste item.

E quando algum canalha desses vai à televisão e afirma que a prioridade absoluta do seu governo será a “criação de empregos”, será que vai funcionar? Na minha modestíssima opinião, isto é mais uma grandessíssima falácia! (Nome bonito para não chamá-lo de grandessíssimo mentiroso). Digo isso porque a “criação” de empregos é coisa extremamente cara, trabalhosa e demorada, especialmente se o tipo de emprego que desejamos criar não é de gari ou de lavadeira de roupa. Explico:

É fato já bastante conhecido de todo economista digno deste nome que há uma correlação fortíssima entre o valor investido na criação de um determinado emprego e a renda que este mesmo emprego gerará anualmente por cada trabalhador que vier a ocupar esta posição criada. Assim, sabendo que a média dos investimentos realizados por trabalhador, nos Estados Unidos, é de US$ 200.000,00 (Duzentos mil dólares). Podemos concluir, sem a menor sombra de dúvidas, que a renda média anual gerada por estes mesmos trabalhadores será também próxima a Duzentos mil dólares. Tal fato se dá porque altos investimentos na criação do emprego, propiciam a obtenção de altíssima produtividade por trabalhador. É bom lembrar que empregos intensivos em tecnologia não podem ser destinados a funcionários semianalfabetos, como é o caso da grande maioria da população brasileira.

De forma inversa, baixos investimentos na criação de empregos, propiciam a criação de investimentos de baixa produtividade e, consequentemente, também baixo rendimento para o trabalhador. É inescapável! Junte um governo altamente perdulário e ineficiente (e na maioria das vezes, também ladrão), que desperdiça quase 40% de tudo o que é produzido no país, e uma população pobre e espoliada pelo governo e que, em consequência, não consegue fugir da “armadilha da pobreza”, e teremos então a falência perfeita: Não poupa porque o governo toma tudo, não investe porque não poupa, não tem emprego (e renda) porque não investe; e vai ficar nesse miserê até o dia do juizo final.

Então, podemos afirmar com segurança que, no Brasil, há uma “fartura” total: “FARTA TUDO! Falta poupança, faltam investimentos, faltam escolas decentes, falta infraestrutura, falta direcionamento governamental…TUDO! A única coisa que tem de sobra é ladrão, especialmente na política.

Dá para estranhar por que é que mais de 1,5% da população já foi embora, especialmente aqueles mais qualificados e empreendedores? Olhe que esta estimativa do Ministério de Relações Exteriores está bastante subestimada. Só para dar uma pequena ideia, só para Portugal foram mais de 100.000 brasileiros a partir de 2010, segundo o governo português, que lhes concedeu cidadania. Que futuro espera esta bodega, quando todas as suas poucas cabeças pensantes estão indo embora?

DILEMAS

Uma das características mais marcantes das mentes humanas, pelos menos aquelas que ainda não se encontram totalmente embrutecidas pela barragem constante de baboseiras a que é exposta a cada segundo e pelos mais diversos meios, é a busca de explicação para todos os fenômenos que ocorrem no mundo que lhes rodeia. Nessa busca insana, a tendência irresistível é a construção de simplórios modelos mentais que tentam, mesmo que toscamente, encontrar alguma lógica nesse imenso caos.

Isto ocorre mesmo diante de fenômenos da maior complexidade que se possa imaginar!

O mais simples dos modelos possíveis e, por consequência, também o mais comumente utilizado, é o modelo dual. Ao ler livros conceituais, seja de que disciplina for, fica-se com a impressão de que todo o universo é composto de fenômenos bidimensionais. Não é à toa que a velha religião do profeta Maniqueu, onde o universo seria uma eterna luta entre o “BEM”, sempre associado às coisas do espírito, e o “MAL”, sempre associado às coisas da carne, ainda permaneça servindo de base à maioria das religiões do mundo.

É pena que a realidade se recuse insistentemente a se adaptar a estes raciocínios mambembes, do tipo “ou isso ou aquilo”!

Se tem uma coisa que minha modesta experiência de vida me demonstrou nesses anos todos, e com um imenso grau de certeza, é que as coisas muito raramente são tão simples quanto aparentam inicialmente e à primeira vista. Qualquer ocorrência, por mais simples que possa parecer, normalmente deriva de causações múltiplas e complexas, muitas vezes inter-relacionadas e se influenciando mutuamente, chegando mesmo a apresentar causação circular e de retro-alimentação, o que potencializa exponencialmente os resultados apresentados por aquelas causas. Os estudiosos da Teoria do Caos chegam a afirmar que o bater de asas de uma borboleta na Amazônia pode vir a provocar um furacão de magnitude catastrófica no Japão.

Hoje, num Brasil de 20% de analfabetos e 99% de analfabetos funcionais, a epítome de um raciocínio esquemático e pobre é a discussão sobre o que seria “Esquerda” e “Direita”. O mais interessante é que, quanto mais a alimária disfarçadas de gente desconheça o que significam estes conceitos, mais estará disposto a matar e morrer por ele. Se esta divisão já era tremendamente esquemática na época em que foi criada, na Revolução Francesa, hoje é que estas falácias perderam qualquer pretensão de significar alguma coisa coerente. Mesmo assim, hordas ululantes de pseudo-humanos permanecem rotulando a torto e a direito quem seria enquadrado em alguma dessas duas categorias. Como a mente deles raciocina em preto e branco, se você não se enquadra em uma das alternativas, então forçosamente pertence à outra.

Por falar em esquerda e direita, vem-me à mente a imagem de um grande pensador do século passado que, apesar de se dizer de esquerda, conseguiu alguns vislumbre de realidade que são realmente dignos de nota.

O primeiro deles foi a constatação de que, ao implantar-se a “ditadura do proletariado”, meramente se trocou uma ditadura por outra. A constatação foi feita com relação à União Soviética stalinista.

A segunda, foi de que a nova elite socialista, conhecidos como aparatchiniks, se lambuzaram gordo nas mordomias inerentes aos cargos que desempenhavam. E ainda, que por conta das facilidades encontradas, mergulhavam em grossa corrupção, sempre em busca de ganhos pessoais. Nada que nos seja estranho.

A terceira constatação foi que, se quiséssemos realmente fugir dessa maldição que está entranhada nos genes da humanidade, a única receita que ele via era o desenvolvimento do que ele chamou de “AUTONOMIA” em cada um dos cidadãos. Tornar cada pessoa “Senhora do seu destino, Piloto de sua alma”, como dizia William Henley em seu belíssimo poema denominado INVICTUS. Uma nota interessante é que o abestalhado do Paulo Freire se apropriou deste conceito e usou-o como se fosse de sua lavra. Os abestados petistas, junto com os esquerdinhas de todo o espectro, juram que a ideia é dele.

Esta raridade (Um socialista honesto intelectualmente) era Constantin Castoriades. Ele era grego de nascimento mas quase toda sua vida intelectual se deu em Paris. Foi um dos mentores do movimento estudantil de 68 e autor dos slogans mais impactantes da época: A imaginação no poder, É proibido proibir, etc.

Pois bem! Mesmo esta aberração intelectual pela sua honestidade, honestidade esta pela qual pagou um preço altíssimo, sendo sucessivamente expulso de diversas agremiações esquerdistas e amaldiçoado por todos os “stalinistas” da época, o mesmo também caiu na falácia da super simplificação da realidade através da dualidade. O seu pecado foi denominar a publicação periódica de seu grupo de “SOCIALISMO ou BARBÁRIE”, título este cuja ideia central denota implicitamente que só haveriam estas duas alternativas para a humanidade. Da forma desonesta como está colocada a questão, só sendo maluco para não optar pelo socialismo, seja lá o que diabos isto for, para pode fugir da ameaça da barbárie.

Outra pessoa marcante em minha vida pela sua honestidade intelectual, e que também pagou caríssimo por ousar ser menos medíocre que a maioria da humanidade, foi Edson Perrucci. Com este eu tive o privilégio de conviver durante alguns anos ao trabalhar em uma equipe por si gerenciada. Este senhor repetia sempre para nós, tal qual um mantra indiano, a seguinte frase: FUJA DO DILEMA! O dilema tem a propriedade de bloquear o raciocínio. Procure sempre por alternativas e, de preferência, paradoxais.

Não é à toa que, todas as vezes que um “Condottieri” deseja manipular e direcionar as massas ignaras em alguma direção, oferece-lhes sempre um dilema deste tipo. O mesmo se aplica a algum “pregador” quando em busca de prosélitos.

Ao ser colocado diante de um dilema, a posição mais honesta a ser adotada por qualquer pessoa de bom senso e que, ao mesmo tempo, possua um mínimo de integridade intelectual, deveria ser a de afirmar com toda a candura possível: EU NÃO SEI! Mas, AH! Como é difícil dizer essas simples palavrinhas.

Quer fazer uma experiência? Chegue junto a qualquer “celebridade”, cuja ascenção ao estrelato se deu por apresenta competência superior em algum aspecto banal da vida, e pergunte-lhe a respeito de algo que seja estranho às suas atividades. Algo assim como perguntar a Pelé algo que não seja ligado ao futebol.

Hoje, o dilema ético que se apresenta ao ex-presidente Lula, como de resto a toda a classe política, é o retratado acima: Ser honesto, temporariamente, a fim de obter redução na pena a que foi condenado.

URUCUBACA

Por que é que eu não acredito mais que esse nosso país tão avacalhado algum dia conseguirá sair dessa urucubaca em que está afundando cada vez mais? Vou lhes dizer!

1) Somos um país pobre! Com o PIB estagnado e a população explodindo, estamos ficando cada vez mais pobres. Essa estória de que somos a 7ª ou a 8ª economia do mundo é conversa pra boi dormir. Quando divide tudo o que produzimos pela população, o resultado é uma merreca. Pra completar, Brasília, que não produz merda nenhuma além de políticos corruptos, arrasta uma carrada de dinheiro de nós, os lascados, o que assegura a criação de uma ilha da fantasia. O que cada brasiliense ganha equivale a cinco maranhenses.

2) O nosso governo não arrecada impostos: Pratica extorsão sobre a população! O PCC (Primeiro Comando da Capital) é o nosso governo. Não possuem a menor credibilidade com relação à eficácia dos investimentos que realizam, mesmo sendo estes mínimos com relação ao volume monstruoso de dinheiro que arrecadam. O grosso do dinheiro segue sempre para cobrir os custos da pantagruélica estrutura, recheada de centenas de milhares de aspones, todos com direito a custosas mordomias do mais variado calibre, até o “Gran Finale” que é aposentadoria precoce com salários integrais. Os poucos investimentos, quando ocorrem, começam sempre por valor já bastante inflado e, a partir daí, se sucedem os famigerados adicionais de contrato, terminando, quando terminam, com custos inchados em dezenas de vezes a previsão original. Já com relação à eficácia dos projetos, quem se preocupa com isso? A esta altura, os autores da maluquice já estão procurando outra rendosa maracutaia.

3) Mesmo com a metástase do câncer governamental em tudo o que se produz, o que arrecadam (ou extorquem) nunca é suficiente para fazer frente a todos os gastos da bandalheira governamental. A consequência são os deficites monstruosos, que se acumulam ano a ano, e cujo custo dos juros consome quase a metade de tudo o que o governo arrecada em impostos. Nem a Alemanha, depois da 1ª Guerra Mundial, se viu forçada a condições tão desastrosas diante das exigências de reparações de guerra previstas no Tratado de Versailles. O Brasil não precisou de uma guerra para ter sua economia sangrada pela agiotagem. Bastou uma estrutura governamental desonesta e entreguista para praticar esta vampiragem com a nossa nação.

4) Diante da voracidade governamental, que se apropria de uma fatia cada vez maior de tudo o que se produz no país, estando hoje em quase 40%, não sobra muita coisa para poupar. Assim, os investimentos são também ínfimos. Não cobrem a depreciação natural da estrutura produtiva. A reação natural do cidadão extorquido é a sonegação. A esta altura do campeonato, sonegar passou a ser uma questão de simples sobrevivência: Pessoal e dos negócios! Os grandes, atuam nas altas camadas da cúpula governamental (ou será da cópula?), comprando Medidas Provisórias, desonerações, isenções tributárias e coisitas assim. É a sonegação dentro da lei. Já o pobre, este tem que ser sonegador mesmo. É uma questão de legítima defesa: O Aparato Estatal vem me lascar… Eu lasco ele primeiro. Até porque se trata de crime famélico e estado de necessidade: Se o amarelinho pagar todos os impostos, ele não paga seus funcionários e não faz a feira semanal para sua própria família. Fica fácil entender que NINGUÉM esteja querendo ser dono de negócio e contratar empregados nesta terra amaldiçoada? O desemprego explode!

5) Países com estruturas governamentais menos canalhas descobriram o caminho das pedras e estão trilhando o caminho do desenvolvimento: Estruturas governamentais enxutas, altos níveis de poupança, altos níveis de investimento em educação tecnológica (e não em doutrinação marxista), altos investimentos em industrialização. Enquanto isso, nosso país regridiu à condição econômica de antes da 2ª guerra mundial.

O PT conseguiu realizar a proeza que JK tanto almejava: 50 anos em 5! Só que no caso do PT, foram 50 anos de retrocesso.

E pior ainda: para reverter essa urucubaca que nos legaram, 50 anos vai ser pouco. Dá pra ser feliz?

Lascia ogni speranza voi ch’entrate

BRASIL – DE VOLTA PARA O FUTURO 3

Esta Coluna foi publicada em 01/11/2015 e em 13/03/2016 no Jornal da Besta Fubana. Como o tema está cada dia mais atual e prioritário, decidi revisá-la e publicá-la de novo.

O nosso país todinho ESTÁ DE SACO CADA DIA MAIS CHEIO com a bandalheira!

Só escrevemos e discutimos sobre as coisas asquerosas que estão ocorrendo na administração pública. Ficamos todos num tremendo baixo astral! Chegou a hora de começarmos a pensar em alguma coisa minimamente positiva para o nosso país. Assim, mesmo indo contra todas as evidências, que nos agridem todos os dias, informando que afundamos mais um pouco no pântano da corrupção, do cinismo e do desgoverno; vamos fazer um esforço e pensar como podem ser as notícias positivas que todos nós gostaríamos de ver.

La vai: Brasília – DF: Abril de 2017

Pois muito bem! Derrubamos Dilma e tiramos o PT do poder. E agora?

Vamos realizar eleições, amplas, gerais e irrestritas, para deputado, senador e Presidente. Vamos dar um Control-Alt-Del em Brasília. Recomeçar tudinho de novo através de mais uma Assembleia Constituinte.

Quem é o novo Presidente da República? – Sei lá! Não sei e não interessa!

Quais são os novos partidos? – Também não sei e não interessa! O importante é adotar as seguintes providências nos primeiros 100 dias de governo:

1º Decreto: Exonera TODOS os DAS e extingue os cargos. Fim da função de ASPONE no Brasil.

2º Decreto: EXTINGUE todos os ministérios não constantes da lista abaixo. Só sobram:

1) Fazenda/Planejamento,
2) Relações Exteriores,
3) Desenvolvimento Econômico (incluindo Ciência e Tecnologia + Comércio Exterior + Turismo + Micro Empresa + Pesca + Produção Agrícola + Minas+ Integração),
4) Justiça (+Segurança Institucional + Direitos Humanos)
5) Defesa,
6) Infraestrutura (Portos + Aeroportos + Estradas + Ferrovias + Energia+Comunicações),
7) Educação e Cultura + Esportes,
8) Casa Civil
9) Saúde
10) Assistência Social.

3º Decreto: Extingue TODAS Secretarias Especiais da Presidência com Status de Ministro.

4º Decreto: Contrata empresa de consultoria para realizar auditoria geral e preparar Plano de Reforma e Enxugamento da Estrutura do Estado. Definir as funções de cada órgão, bem como fundir e enxugar os órgãos redundantes. Fechar aqueles inúteis e sem sentido. Funcionários excesso deverão ser colocados em disponibilidade. Receberão apenas o salário básico, com direito a PDV.

5º Decreto: Proíbe a promiscuidade entre os diferentes poderes. Deputados e Senadores (ou ex-deputados e ex-senadores) NÃO poderão ser cooptados para ministro nem nomeados para tribunais superiores. O mesmo vale para o caso de ministros (ou ex-ministros) serem nomeados para estes mesmos tribunais. A seleção dos ministros e dos Secretários Gerais dos ministérios se dará através de empresas de “Head Hunter” internacionais. A nomeação de cada um só se dará após o seu plano de trabalho e suas respectivas metas para o tempo de mandato ser aprovado pelo congresso, após ampla divulgação pública e debates. O não cumprimento das metas anuais aprovadas ensejará demissão sumária.

6º Decreto: Ajustes necessários após a extinção de alguns ministérios e secretarias.

a) Com a extinção do Ministério do Trabalho, ficam extintas contribuições sindicais mandatórias e, consequentemente e PRINCIPALMENTE, repasses governamentais a sindicatos e centrais. Total liberdade sindical sem tutela do governo. Sindicatos e Centrais terão de se autofinanciar

b) Com a extinção da Secretaria de Comunicação, fica proibido ao governo gastar com propagandas (enganosas e auto laudatórias). Só em caso de absoluta necessidade pública.

7º Decreto: Com a extinção do Ministério da Previdência, fica proibido ao governo administrar a aposentadoria de quem quer que seja, assim como de criar taxação sobre os salários. Será criada uma Agência Nacional de Previdência Social com a missão de fiscalizar os Fundos de Poupança para Aposentadoria dos Cidadãos (TODOS OS CIDADÃOS), fundos estes a serem criados. O CPF identificará a conta de poupança de cada um, conta esta administrada por um fundo de livre escolha do cidadão. O governo calculará o valor das contribuições realizadas por cada cidadão até o presente e fará o deposito inicial deste valor na conta do mesmo. Os 40,8% sobre os salários que os empregadores atualmente repassam compulsoriamente ao governo, passarão a ser totalmente depositados nesta conta. (ver o site Guia Trabalhista). Tudo o mais da CLT permanece intocado. A destinação desta massa imensa de recursos e a avaliação periódica dos resultados de cada fundo se dará FORÇOSAMENTE através de audiência pública anual, aberta a todos os cotistas e à imprensa, assim como a eleição da sua Diretoria .e Comitês Fiscais. Com isso, todo o “Sistema S” terá de se autofinanciar através dos serviços que prestar.

8º Decreto: Fica PROIBIDO ao governo fazer qualquer repasse de recursos a ONGs, Associações, OSCIPs, etc, a qualquer título: Fundos não reembolsáveis, investimentos a fundo perdido, etc. Com isso, encerra-se o repasse de recursos a partidos políticos (FIM DO FUNDO PARTIDÁRIO). Fim das propagandas eleitorais e partidárias gratuitas.

9º Decreto: Venda de todos os ativos governamentais não ligados à sua missão precípua de governar: Petrobras, Caixa Econômica, Banco do Brasil, etc. Os recursos obtidos devem ser TOTALMENTE canalizados para a eliminação da dívida pública.

10º Decreto: Modificação na Constituição Federal para a adoção da pena de Prisão Perpétua nos casos de crimes hediondos, de corrupção por agentes do Estado e contra o Estado (Crime de Lesa Pátria).

11º Decreto: Proibição ABSOLUTA de todas as formas de remuneração indireta, em todos os níveis e em todos os 3 poderes. Servidores públicos farão jus apenas ao salário básico, sem previdência especial, salários estes a serem definidos através de plebiscito na população atingida pelo custo destes.

12º Decreto: Todos os tribunais e delegacias deverão se autofinanciar através da cobrança dos custos dos processos às partes perdedoras dos litígios, valor este a ser previamente caucionado.

13º Decreto: Formar Grupo de Trabalho nos Ministério do Planejamento e do Desenvolvimento, com pessoas de altíssimo nível, com a missão de preparar, dentro de um breve espaço de tempo, o Plano Nacional de Desenvolvimento. A principal meta será a eliminação total do endividamento público através da utilização das economias a serem realizadas pelas reformas acima. Depois, reduzir-se-á a carga tributária para um MÁXIMO de 20% do PIB, Contra os atuais 36%.

14º Decreto: Transformar TODAS Universidades Federais e CEFETS em Fundação Autônoma. Todas estas instituições deverão se autofinanciar através das mensalidades de seus alunos e, suas pesquisas, através de convênios com empresas da Iniciativa Privada. O governo fornecerá financiamento aos estudantes e Bolsas Gratuitas àqueles que se destacarem em seu desempenho acadêmico.

Nosso Lar

Haverá choro e ranger de dentes no período de adaptação à nova realidade, mas, com isso, poderemos começar a pensar em legar o país que sonhamos para os nossos netos.

P.S. Vou publicar esta proposta TODOS OS ANOS, até ver essa merda de país se encaminhar na direção proposta: Um governo enxuto, sério, probo, e que nos guie em direção ao desenvolvimento para todos.

MULHERES. AH, AS MULHERES…

Diz um antigo ditado chinês que “Cem homens podem fazer um acampamento, mas só uma mulher pode fazer um lar”. Por que isso? De onde vem essa força imensa, disfarçada de fragilidade. Grande mistério.

Na realidade, vou mais além! As mulheres sempre foram um grande, imenso mistério para mim. São como um buraco negro ou uma tempestade tropical: Perigosos e, ao mesmo tempo, absolutamente fascinantes! São mais ou menos como as fôrças da natureza. A luz, a eletricidade, a gravidade, a energia nuclear, e outras.

Não adianta querer explicá-las! Basta gostar delas e usufruir do presente divino que é a sua simples existência, assim como de todo o imenso potencial de felicidade que propiciam à sua volta.

Existem simplesmente para serem amadas. Não para serem entendidas. Aliás, acho que nem elas mesmas se entendem, às vezes.

Esse meu fascínio pelo universo paralelo que é a alma feminina vem da minha formação. Fui criado junto com três irmãos homens. Logo no início da adolescência, estudei em colégio religioso onde só tinha rapazes. Já no segundo grau, optei por seguir uma carreira técnica em mecânica. De novo, a presença masculina era hegemônica. Veio o exército, veio a faculdade de engenharia mecânica, de novo povoada por uma multidão de rapazes. Já na vida profissional, sempre trabalhei em grandes indústrias, a maioria das quais eram grandes metalúrgicas. Sempre locais muito pouco propícios à presença feminina. Assim, toda a minha formação transcorreu sem que tivesse muitas oportunidades de convívio com a metade mais bela da humanidade.

Esse meu distanciamento do universo feminino, com a correspondente falta de oportunidades para conhecê-lo melhor, não foi empecilho para a admiração que sempre tive pelo mesmo, tampouco para que eu dedicasse extensas vigílias admirando e tentando entender esse paradoxo ambulante em que tudo nos fascina.
Durante minhas longas elucubrações a respeito das mulheres, especialmente quando comparado-as aos homens, cheguei a algumas conclusões absolutamente atípicas. Vejam se concordam comigo:

1. As mulheres são os serem mais sublimes de toda a criação. São simplesmente perfeitas. Quanto aos homens, são uns meros híbridos instáveis (cromossomos X e Y) que a natureza criou a fim de promover a reprodução sexuada, sem a qual não haveria evolução na espécie.

2. As mulheres são muito mais sensatas, mais realistas e mais pragmáticas que os homens. È impossível encontrar alguma mulher que tenha casado com um homem simplesmente porque ele tem uma bunda bonita ou um par de seios voluptuosos, mesmo sendo um imbecil.

3. Para as mulheres, os homens são simplesmente transparentes e simplórios. Não adianta querer enganá-las. Elas simplesmente SABEM! Podem até se fazer de desentendidas, apenas por sabedoria ou preguiça de comprar briga, mas SABEM! Já para os homens, as mulheres são opacas. Nós nunca sabemos o que se passa dentro daquelas cabecinhas lindas.

4. As mulheres são multicanal. Facilmente encontraremos uma mulher amamentando o bebê, ao mesmo tempo em que prepara uma comida no fogão, falando ao telefone com uma amiga, vigiando as outras crianças que estão brincando no pátio pela janela e assistindo um programa na televisão. Já os homens são monocanal. Quando se dedicam a alguma tarefa, todo o resto do universo deixa de existir. Se interrompê-los, quebramos seu raciocínio linear e terão que começar tudo de novo.

5. As mulheres não são seres racionais. São eminentemente emocionais! Não adianta nada passar horas e horas tentando explicar alguma coisa através de argumentos racionais a uma mulher. Basta, porém, apenas um pequeno gesto que apele à emotividade delas para garantir a sua adesão apaixonada a qualquer coisa que seja. Os grandes desencontros entre homem e mulher se dão nesta seara, campo tão fértil para incompreensões.

6. As mulheres são muito mais competentes para fingir que acreditam, e se vingar depois, do que os homens para mentir. O grande problema não se dá enquanto as mulheres estão reclamando.O grande problema é quando elas param de reclamar.

7. Qualquer mulher vive perfeitamente bem sem os homens. Os homens, em sua grande maioria, não conseguem viver sem a presença de uma mulher, nem que seja sua própria mãe. O nível de independência e autonomia feminina é inversamente proporcional ao nível de dependência e de fragilidade masculina. Conviver com uma mulher é quase sempre complicado mas, viver sem uma mulher, é quase que impossível para os homens.

8. As mulheres mais admiradas não são aquelas cuja beleza é mais deslumbrante. Normalmente as mais admiradas o são “pelo conjunto da obra”. Diante de tanta harmonia, não sobra nem espaço para admirar algum componente desta beleza isoladamente. Dito de outra forma, são admiradas mais pela maneira como administram os seus encantos do que pela belas curvas e traços. Conheci mulheres lindas que não despertavam muita admiração devido sua incompetência em gerir este patrimônio.

Eu poderia passar mais algumas páginas me estendendo a respeito das características sublimes deste ser celestial mas creio que já é suficiente. Vou analisar um pouco agora as distorções que estão ocorrendo na condição destes seres tão admiráveis.

A primeira e grande queixa que eu teria é que a maioria das mulheres está se vulgarizando. Estão “se vendendo” barato demais. Muito mais barato do que aquilo que verdadeiramente valem. Estão descendo do pedestal. Passou-se a ideia de que poderiam e, mais até do que isso, que DEVERIAM se igualar aos homens. Esta tem sido a sua desgraça!

Estão absorvendo e exacerbando todos os defeitos masculinos: promiscuidade, devassidão, ausência de valor próprio e de auto-estima, vulgaridade, ausência de sentimentos nos relacionamentos, e por aí vai o festival de horrores, em lugar de imporem seus valores maravilhosos a um mundo que era eminentemente machista. Passaram a odiar os homens e a querer suplantá-los no terreno que era próprio deles. Passaram a fazer do sexo uma arma de poder e de chantagem. Transformaram uma das coisas mais prazerosas da vida em uma luta contínua para ver quem se torna mais vulgar e interesseiro.

Quando surgiu o feminismo, enchi-me de esperanças imaginando que finalmente retornaríamos ao matriarcado. Ocasião na qual as mulheres, ao comandar, imporiam aos relacionamentos humanos, tanto entre si, como das pessoas com o mundo que nos cerca. Um ritmo e um estilo bem superior ao que temos visto durante o período de primazia da testosterona nas relações humanas. Ledo engano!

O que temos visto são mulheres frustradas e mal amadas, apresentando comportamentos que são uma contrafacção caricatural e grotesca dos piores arroubos masculinos e diametralmente opostos ao que as mulheres possuem de melhor, campo no qual estariam aptas a darem grandes lições aos homens caso não tivessem embarcado nessa canoa furada de uma pretensa “igualdade” que só existe na cabeça doente dos autores de um projeto de utopia socialista que, como todos os outros semelhantes já tentados, rapidamente descambou para uma distopia infernal. É uma pena! Poderia ser uma época de ouro da presença do Homo Sapiens neste planeta azul. De qualquer maneira, se nunca disse, digo-o agora alto e bom som, “urbi et orbi”:

Mulheres da minha vida, vocês foram o que de melhor me aconteceu ao longo de todos esses anos. Foram verdadeiros anjos celestiais enviados por Deus. Muito Obrigado a todas, do fundo do coração!

P.S. Estou me referindo a TODAS as mulheres. Minha mãe, minha babá Rosa, minhas tias, primas, amigas, colegas, namoradas, vizinhas, noras, cunhadas, ex-esposas, TODAS MESMO!

MEXEU COM UM? MEXEU COM TODOS!

Dentre as inúmeras imbecilidades que tem sido impingida aos descerebrados de nosso mundo atual, uma das que mais tem me intrigado é por que ser feminista é sempre considerado positivo e bom, ao mesmo tempo em que ser machista é sempre tratado como sendo altamente negativo e ruim.

O método pra empurrar essa imbecilidade goela a baixo da patuleia assemelha-se ao amestramento de cães e cavalos: Conceitos simples e sem sutilezas. Frases curtas e diretas. Conceitos sempre associados a uma grande carga emocional implícita. Aquilo que Lovejoy denominou de Pathos Metafísico.

A coisa funciona mais ou menos assim: Feminista? Bom! Machista? Ruim!

Depois de ter sucesso nesta embromação, já que o conceito se implantou mundialmente até atingir aquela unanimidade burra de que falava Nelson Rodrigues, extendeu-se forma semelhante esta manipulação à fase seguinte: A apologia da “diversidade”. Assim, o novo “Mantra” da nossa sociedade passou a ser: Gay? Bom! Não gay? Ruim!

E aí, amore? Encaras uma surubazinha?

Com toda a grande pressão social que passou a ser exercida, de todas as formas possíveis e de maneira diuturna, ai de quem ousar dizer que não gosta da cultura gay, dos trejeitos de gay, dos hábitos de gay, e que não “engole” muito bem esse negócio de homem fazer sexo com homem e mulher fazer sexo com mulher. Falar contra “casamentos” entre eles, então, nem pensar!

Faz já muito tempo que eu ficava me perguntando: Por que é que os homens (machos) estão cada vez mais raros? Chego inclusive a pensar que Homem Macho (sem pleonasmo, diante da nossa situação atual) é uma espécie altamente ameaçada de extinção. As jovens prendadas e em idade de acasalamento devem estar sentindo agudamente na própria pele a realidade do que estou afirmando: A total ausência de machos disponíveis para um relacionamento que valha a pena.

Meninas, podem desistir. A fruta que Vocês gostam eles comem até o talo!

Creio até que o Ibama deveria providenciar urgentemente a criação de algumas reservas ecológicas específicas para a preservação da espécie ameaçada. Algo assim como campinhos de futebol para a cervejada com os amigos no sábado de manhã; onde o estilo praticado é o “futiporrada”, ou futebol sem faltas, em que do pescoço pra baixo é tudo canela e o feio mesmo é chiar; ou mesmo alguns puteiros naquele formato tradicional, com luz vermelha na porta e shows de strip tease, onde os machos de verdade iam apenas para tomar umas e outras com os amigos e dar uma bimbadinha descompromissada.

Estes locais, e outros de igual jaez, eram o “Locus” dos ritos de passagem do rapaz para o Homem com H maiúsculo. Infelizmente, estão ambos em vias de extinção. Assim, o specimen outrora alí nutrido está sendo exterminado por estarem destruindo o seu habitat, tal qual o pau brasil e a mata atlântica.

Desde sempre as mulheres dominaram o mundo, só que de forma indireta. Mulher bonita realmente sempre foi quem comandou, mesmo que por trás dos bastidores. Comandavam com um simples beicinho ou até mesmo uma lágrima. O machão fazia e acontecia mas, quem dava a palavra final era sempre a mulher. Pena que esse domínio só ocorria com as bonitas ou inteligentes. A feias e burras sempre ficaram para bucha de canhão. Por conta disso, estamos vendo agora exatamente a vingança das feias e burras. Foram milênios de ressentimentos acumulados. Frustradas, recalcadas e histéricas, o alvo preferencial da vingaça destas hordas de Medeias alucinadas tem sido o Macho, Nêmesis de todo o seu amor e ódio acumulado.

Em função de toda essa involução nos costumes e na definição dos papeis sociais a serem desempenhados por cada um dos sexos da espécie humana (criei nojo da palavra gênero), as mulheres passaram a competir com os homens para ver quem seria mais carreirista, insensível, implacável, autoritária, devassa, promíscua, e toda uma pletora de defeitos clássicos dos homens que exageravam nas suas características de raiz. Tudo isso associado a um certo desprezo pelos jovens mancebos, que passaram a ser encarados com um certo menosprezo e de uma forma tremendamente utilitarista e manipuladora.

Quanto aos rapazes, estão mais perdidos que cego em tiroteio.

Alguns, acreditaram que deveriam ser mais suaves e delicados. Acreditaram tanto que se transformaram em uma caricatura de mocinha: viraram gays. Outros, feito nau sem rumo, estão sendo feitos de gato e sapato pela mulherada e ainda se achando os tais. Diante deste tsunami de viadagem sob o qual nossa civilização está afundando, um outro aspecto extremamente deletério está se sobressaindo: a mulherada não está mais se vestindo e enfeitando a fim de se sentir bonita e gostosa! Poderosa, como se dizia antigamente, já que os homens com H ficavam babando e atordoados com a beleza e a sensualidade delas.

Não é pra deixar vocês entezados, não! É que eu adoro essa sensação da calça entrando na xoxota.

Estão dizendo que se vestem de forma extremamente sensual “apenas para se sentir bem com elas mesmas”. Dizem: -Vocês são uns grosseirões. Só de olhar pra nós e já estão de pau duro.

Ocorre que alguns não conseguem se conter e partem pra ignorância. Tentam apalpar na marra, usam expressões extremamente grosseiras, e por aí vai. São uns babacas! Com esse estilo Brucutu, não conseguem comer ninguém e ainda podem pegar uma cadeia ou levar uma surra. Taí o José Mayer.

A verdade é que “hay que endurecerse pero sin perder la ternura jamás!”

MACHOS DE TODO O MUNDO. UNÍ-VOS!

Tendes tudo a perder, inclusive as pregas do cu, caso deixes esta onda de viadagem vencer.

K-622 E OS QUILOMBOLAS

Dentre as 626 músicas compostas por Mozart, quase todas absolutamente celestiais, uma das que eu mais gosto é o último Concerto para Clarinete classificado como sendo o de número K-622. Neste concerto, a parte que eu gosto mais ainda é o sublime 2º Movimento – o Adágio.

É pungente! Não consigo ouví-lo sem sentir uma profunda emoção.

O “bicho” é tão bonito que já foi usado inúmeras vezes como tema de filmes. Dentre os que eu assisti, os que me veem à memória primeiro são:

1) ENTRE DOIS AMORES, com Merril Streep e Robert Redford.

Veja abaixo:

Recomendo firmemente que vejam este peque filme a fim de poderem entender melhor o que vou dizer mais abaixo.

2) GREEN CARD, com Andy MacDowell e Gerard Depardieu. Muito bom, também.

Existe uma série de coisas bastante interessante a respeito deste concerto. Primeiro, o fato dele ter sido composto poucos dias antes da morte de Mozart. Tanto foi assim que seu número fica espremido entre a ópera A FLAUTA MÁGICA, K-620, composta em novembro de 1791, poucos dias antes, portanto, da sua morte em 5 de dezembro do mesmo ano, e o RÉQUIEM, K-626, considerado como sendo a sua última obra, razão pela qual ficou inacabado, só tendo sido concluído pelo seu aluno Franz Xavier Susmayer após a sua morte

Na realidade, o K-622 não era originalmente um concerto. Eram apenas anotações esparsas e que foram reunidas em um concerto por um dos estudiosos e compiladores da sua obra, através de documentos religiosamente guardados pela viúva de Mozart, Constance.

Mesmo tendo sido “montado” a partir de peças avulsas, o resultado final se apresenta com uma coerência tão grande que até parece ter sido composto com esta intenção. Originalmente, o mesmo foi composto em outra tonalidade, adequada para um tipo de clarinete pequeno, existente naquela época e que hoje não é mais utilizado. Assim, até sua tonalidade foi também mudada.

Não importa! O que interessa é que o resultado final é sublime.

Agora vem a pergunta: E onde é que entram os quilombolas nesta conversa? Calma que eu explico já!

O finado e polêmico Jornalista Paulo Francis disse certa vez que:

“Toda a contribuição da África Negra à cultura da humanidade não se compara à descoberta do clarinete por Mozart!”

Apesar de considerar que o jornalista foi propositalmente exagerado, apenas para criar polêmica, não deixo de reconhecer que há muito de verdade em suas palavras.

Busco e rebusco na memória algo que contradiga a frase acima e não encontro. Se alguém souber, faça-me o favor de indicar. Agradeço penhoradamente, já que gostaria de ter argumentos para contradizer quem me vier com esta argumentação. Até porque, dentre a mistura de etnias que forma minha ancestralidade, encontra-se uma bisavó negra.

Por outro lado, tenho certeza absoluta que os “quilombonazis”, mesmo sem apresentarem nenhum argumento minimamente racional, até porque racionalidade não é bem a praia desta turma, cairão de pau em mim, afirmando que sou preconceituoso e que mereço ser processado e ir para a cadeia.

O fato de fazerem um berreiro do tamanho que bem quiserem não alterará em nada a realidade dos fatos. Eu diria até: A TIRANIA ABSOLUTA E INSENSÍVEL DOS FATOS.

Como bem lembrou o grande filósofo cearense Falcão, “Se grito resolvesse, porco não morria!”. Portanto: Podem berrar à vontade! A realidade continuará exatamente a mesma.

É aí que eu me lembro de mais um dos grandes polêmistas desta nossa época tão repleta de “Gaynazis”, “Feminazis”, “Esquernazis”, e outros “Nazis” menos cotados: O deputado Jair Bolsonaro.

A propósito do assunto em epígrafe, o mesmo afirmou recentemente que visitou quilombos onde só encontrou gente passando muito bem. “Não tinha ninguém pesando menos de 7 arrobas”. Foi além ao constatar a total inutilidade de tais comunidades, já que nada de bom produziam. “Nem para reprodutores servem mais”(sic), segundo suas palavras. Se eleito presidente, continuou, encerraria totalmente qualquer repasse de recursos públicos a tais entidades.

Por conta destas duas assertivas acima, o nobre deputado está sendo execrado de todas as maneiras possíveis e imagináveis, sendo inclusive processado por crime de racismo e outros ismos de igual jaez.

Pois bem! Descontando-se a tremenda e evidente grosseria do deputado, vamos analisar em mais profundidade as duas assertivas.

1º) Seria tentativa de tapar o sol com a peneira a pretensão de negar a existência de uma quantidade imensa de pessoas dependentes de repasses de recursos governamentais para sobreviver, sem que tenham a obrigação de ganhar seu pão com o suor de seu rosto. Isso se aplica não só aos quilombolas, mas a toda uma legião de pessoas.

Sabemos muito bem que, como definiu maravilhosamente Margareth Tatcher, “Quando uma pessoa ganha sem trabalhar, alguém está trabalhando sem ganhar.” Nos casos acima citados, os panacas que trabalham sem ganhar, já que seu ganho é espoliado pelo governo para dar aos seus protegidos, são os mesmos de sempre: Nós! Os cidadãos pagadores de impostos.

Fico me perguntando por que foi que os emigrantes japoneses, judeus, alemães, poloneses e italianos que aqui chegaram, mesmo tendo enfrentado também condições de vida terríveis, todos eles trabalharam desesperadamente e terminaram legando condição de vida muito melhor para seus filhos e netos, sem que precisassem das famigeradas “Cotas” ou “Bolsas governamentais”.

Seria maravilhoso para o nosso país caso todos esses “hipossuficientes” se mirassem neste exemplo. Ocorre porém que, enquanto forem mantidos confortáveis e bem nutridos, dificilmente encontrarão motivação para correr atrás do prejuízo. Acho que foi mais ou menos isso que quis dizer o deputado.

2º) O Brasil atual apresenta uma feição bifronte, tal e qual o Deus Jano, semelhantemente à Bélgica e ao Canadá: É uma nação fracionada entre duas etnias totalmente diferentes. De um lado, os descendentes de povos com uma fortíssima ética do trabalho e da honestidade. Para estas pessoas, a grande missão da vida consiste em legar uma condição de vida melhor para seus filhos e netos, numa espiral ascendente de melhoria e de evolução. Estes são extremamente comedidos quando se trata de colocar filhos no mundo. Limitam sua prole a UM, ou no máximo DOIS filhos, e isto quando estão em condição financeira muito boa.

Por outro lado, os descendentes das etnias mais primitivas, especialmente em termos de evolução civilizacional, seguem encantadas as orientações desregradas de comportamento sexual propagandeadas abundantemente por todos os meios de comunicação, onde são enfatizadas uma promiscuidade sexual absurda e degenerada. A consequência deste desregramento está se refletindo em uma taxa de 30% de todas as crianças nascidas neste país serem filhas de jovens com menos de 15 anos de idade. Segundo o PNAD, cerca de 65% de nossas crianças são criadas em lares com apenas um dos cônjugues.

Juntando a gravidez precoce e serial, onde normalmente cada criança de uma mesma mãe é de um pai diferente, com a miseria onde se dé essa proliferação de deserdados da sorte, podemos imaginar qual é o futuro dantesco que aguarda esta nação. Éramos 90 milhões em ação, conforme dizia aquele hino do selecionado nacional de futebol em 1970. Hoje, menos de meio século depois, ultrapassamos aceleradamente a barreira dos 200 milhões. Qual o ganho advindo desta multidão de mais de 110 milhões de miseráveis, alem de uma carga brutal de necessidades sociais a serem atendidas pelos parcos recursos sobrantes do orçamento nacional, depois de se pagar a montanha dos juros anuais?

É! Acho que a ideia de deixar este pessoal se reproduzir à vontade não prenuncia nada de bom não!

LAVA-JATO COM TELEX-FREE

O saudoso “Cappo de tutti capi” do jogo do bicho no Rio de Janeiro, o folclórico Castor de Andrade, costumava dizer, do alto de sua imensa experiência a respeito, que as duas coisas mais fáceis de vender para essa multidão de cabeças de bagre que forma a humanidade, é vaidade e ilusão. Sábias palavras!

Temos acompanhado a interminável novela, tipo assim uma série da Netflix, que recebeu a alcunha de Operação Lava-Jato. É um festival de ilusões e vaidades que nunca acaba. Primeiro, de gente que acha que vai ficar desmessuradamente rico roubando e que ninguém vai dizer ou fazer absolutamente nada (mera ilusão). Depois, um festival de vaidades absolutamente brega e terceiro mundista: Iates e aviões suntuosos a mancheias; carros valendo milhões e servindo apenas de enfeite na sala de jantar, desbunde total com hoteis em castelos medievais; restaurantes suntuosos cujas refeições terminam sempre em bebedeira e com os guardanapos nas cabeças servindo de bandana; joias e mais joias impossíveis de serem usadas, tanto porque levantariam questionamentos sobre suas origens espúrias, como pela possibilidade de suas usuárias virem a ser degoladas por assaltantes querendo se apossar das mesmas; imóveis suntuosos, reformados e “emprestados por amigos” corruptores e comparsas na ladroagem; listas de compras intermináveis em lojas de grife; etc. A sequência segue interminável, terminando sempre em Bangu-9 ou na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, graças à atuação do impávidos juizes e procuradores (Deus os proteja e guarde quando andarem de avião). Isto apesar da nomeação de amigos do peito para o STF com a única missão lá de proteger as pregas dos facínoras que os indicou, os sabatinou, ou os empossou.

A cada dia, surge uma nova “delação premiada”, denunciando e envolvendo nos crimes mais uma carrada de ex-comparsas. Parece muito com aquelas “correntes” financeiras fajutas em que, cada um que entra, tem a obrigação de arrastar no mínimo mais dez, de modo a fazer com que a roleta da picaretagem não pare nunca e cresça sempre. Enquanto isso, a nação exângue permaneçe no aguardo de que esta novela xumbrega chegue ao seu final e todos as lideranças dos larápios venham a ser adequadamente engaiolados, em um grande “Happy End” apoteótico, como soi acontecer.

Esta menção à Operação Lava-Jato e a correntes financeiras faz-me lembrar que existe uma outra sacanagem com a nossa espoliada nação, que vem ocorrendo bem diante dos olhos de todos, e cuja magnitude financeira será talvez bem maior que aquela roubalheira que ocorreu na Lava-Jato, e que (por enquanto) está absolutamente incólume e despercebida pelo público e pelas autoridades. É o famigerado FIES!

Temos aí (de novo) mais um caso clássico em que pessoas espertas vendem uma vaidade, a de que todos os analfabetos deste país se tornarão “doutores”, juntamente com a ilusão de que esta nova condição lhes abrirá as “Portas da Esperança”, tal e qual naquele programa televisivo famoso, através de aumentos substanciais nos seus ganhos financeiros, ganhos estes que deverão ser mais que suficientes para pagar os vultosos empréstimos assumidos e ainda deixá-los todos ricos. Nada mais distante da verdade!

Na realidade, o que vem ocorrendo no ensino superior do Brasil é a formação de gigantescos conglomerados, cujo valor atinge a casa dos BILHÕES DE DÓLARES, e cuja formação se deveu ao patrocínio direto de nosso estimado Governo petista, bem como aos repasses continuados de verdadeiras montanhas de recursos federais, em uma escala nunca vista antes neste país, ou mesmo em qualquer outro lugar no mundo.

A alegação por trás desta imensa “derrama” dos escassos recursos governamentais nestas instituições vem se dando com base em um raciocínio até certo ponto correto: Já que as universidades federais são insuficientes para atender à imensa carência brasileira por profissionais com nível superior, caberia ao governo financiar os estudos em universidade particular de todos aqueles cujo rendimento escolar se situasse acima de um certo patamar e que não dispusessem de recursos suficientes para tal. Só que, como tudo o que o PT se apropriou de governos anteriores dando uma nova roupagem, este velho “Crédito Educativo” (da época dos militares) recauchutado é uma meia verdade e, como tal, não passa de uma mentira completa.

Ao se iniciar este processo de liberalização dos pagamentos dos cursos universitários diretamente às faculdades, uma série de empreendedores altamente expertos percebeu imediatamente a imensa janela de oportunidades que se abria diante deles: Primeiro, fundaram instituições “mantenedoras” das suas faculdades que passaram a assumir a função de verdadeiras “Holdings” do projeto empresarial. Logo depois, lançaram suas ações na Bolsa de Valores através de estreptosas cerimônias, sempre ao estilo NASDAQ, aqui bem representado pelo mitológico Eike Batista. Orientados por especialistas em I.P.O (Initial Public Offer), conseguiram criar um imenso impacto junto aos investidores e, com isso, levantaram muitos milhões logo no lançamento das mesmas.

Era um jogo de cartas marcadas e todos os envolvidos já sabiam muito bem aonde iria dar esta estória toda.

A etapa seguinte foi a frenética busca por instituições menores, normalmente regionais e de origem familiar, a fim de serem rapidamente adquiridas e incorporadas aos imensos grupos criados. Dinheiro para estas aquisições era o que menos faltava, já que estavam com os cofres abarrotados com os recursos provenientes do lançamento das ações na bolsa.

A esta altura, só faltava equacionar quem seria o otário que bancaria o imenso fluxo financeiro necessário à manutenção das imensas estruturas que se criaram, tendo em vista a situação de extrema penúria a que havia sido reduzida a classe média deste país por obra dos malabarismos da amaldiçoada “Nova Matriz Econômica” do catastrófico governo do PT. O candidato preferencial para entrar de ré e com as calças arriadas em casos similares a este é sempre o nosso querido Governo. Não deu outra!

Caminhou tudo muito bem, exatamente conforme o previsto, com os imensos dinossauros empresariais se acasalando e se entredevorando, até que sobraram menos competidores na arena que os dedos de uma mão. De repente, e não mais que de repente, o setor mais estratégico para qualquer nação que pretenda ter algum futuro se tornou um dos mais oligopolizados do mundo. E O CADE NÃO DEU UM PIO A RESPEITO!

Mais eis que, de repente de novo, havia uma pedra no caminho. E era imensa. O Governo quebrou!

A roubalheira foi tanta, depenaram tanto o Governo, as mamatas foram distribuidas tão generosamente, que ao final, os cofres públicos se encontravam totalmente “zerados”. Foi quando a vaca peidona, acolitada por um jumento que se achava “o pica” em termos econômicos, decidiu apelar para as pedaladas. Foi nessa que ela quebrou a cara e dançou, levando consigo toda a trupe de economistas imbecis, arrogantes e corruptos.

Imaginem as frenéticas negociações levadas a efeito para que fossem liberados os R$ 32,2 BI gastos com pelo FIES, só em 2016, e que o Governo se encontrava absolutamente impossibilitado de honrar. Dá para imaginar o valor dos argumento$$$$$$ que foram utilizados para convencer o burocrata picareta, que se achava dono da chave do cofre na ocasião, a fim de convencê-lo a soltar a grana? Se for verificar, a operação Lava-Jato vira dinheiro de trombadinhas. E o que é pior: tudo foi feito dentro da mais legítima legalidade e atendendo a uma imensa demanda social. Só que, mensalidades que giravam ao redor de R$ 200,00 ou R$ 300,00 Reais, viram-se rapidamente infladas para novos patamares ao redor de R$ 1.000,00. – Já que é o Governo quem vai pagar, não quero nem saber quanto custa! Depois agente vê como fica. Resultado: inadimplência de 53%. Ninguém paga porra nenhuma. O prejuízo sobra para os otários de sempre.

A rentabilidade dos imensos grupos assim formados ascendeu aos ceus. O valor das suas ações multiplicou-se várias vezes. O tempo de retorno dos investimentos relizados pelos mesmos ficou em torno de tres a quatro anos. Cresce mais porque é mais rentável. É mais rentável porque cresce mais.

Nunca satisfeitos com os ganhos imensos, passaram a adotar modelo de gestão selvagem celebrizado por aquela cervejaria, e que esfola todos os “Stack Holders”, e que tem a única finalidade de entupir os acionistas de dinheiro. O virtual monopólio exercido sobre o mercado facilita sobremaneira a tarefa de esfolar seus profissionais, fornecedores, clientes, financiadores, todos que tiverem o azar de atravessar os seus caminhos. Avançam agora para a etapa seguinte do projeto. A fase que denomino de Telex-Free.

Como a fonte do FIES está secando, já que as tetas estatais estão totalmente murchas, passaram a financiar os incautos que lhes cairem às mão com recursos próprios. Dinheiro para isso não lhes falta.

– Estude agora e pague só depois de se formar!

Cursos que custam R$ 200 ao mês, financiados por R$ 1.000 mais os juros. Isso acrescido de que, com a quase sempre baixíssima qualidade do ensino que está sendo aplicado, aliada à sesquipedal ignorância da maioria absoluta do alunado, entrarão burros e sairão jumentos diplomados. Só que devendo uma fortuna. Daqui há alguns anos, teremos uma imensa multidão de inadimplentes devendo até os cabelos da cabeça a estes mesmos grupos. Será a hora do nosso querido governo entrar em cena de novo e arrumar um subsídiozinho de alguns Bilhões para que estes possam quitar as suas dívidas. Eita brasilzinho danado!

TOTALITARISMO E TERRORISMO DE ESTADO

O mundo todo, liderado principalmente pelos Estados Unidos, e não estou falando só de Donald Trump, vem se encaminhando celeremente em uma direção que considero absolutamente catastrófica para a humanidade: Caminha, a meu ver, em direção a um Estado “Onipotente, Onipresente e Onisciente”.

A maldição do “Grande Irmão”, de George Orwell está sendo implantada de forma acelerada no mundo todo e não estamos nem nos dando conta. Ou, por outro lado, a grande maioria da humanidade já está tão imbecilizada pela maçiva barragem de idioticies que lhes é empurrada goela abaixo, em todos os momentos e por todos os meios de difusão, que não estão nem aí para este fato.

Nos Estados Unidos, a paranoia com “Segurança Nacional” provocada pelo 11 de setembro fez com que a neura dos órgãos encarregados de vigiar os cidadãos atingisse paroxismos nunca dantes nem mesmo imaginados pelo mais pessimista dos pessimistas. O governo americano passou a se colocar no lugar do “Olho de Horus”, o olho que tudo vê. Aquele que, emblemáticamente, foi colocado no meio da pirâmide na nota de Um dólar. Mais maçônico e mais arrogante do que isto seria impossível.

Cumpriu-se assim a profecia de Nitzsche, quando este dizia que “Nós olhamos para o abismo e o abismo olha para nós”. De tanto se amoldar, sempre visando combater o terrorismo, o aparato estatal passou a se comportar de forma mais invasiva das intimidades, e mais manipulador da vida dos pobres cidadãos, que o pior dos governos totalitários. Realizou-se assim exatamente o que queriam os terroristas: Nossa vida se tornou um verdadeiro terror!

Também no Brasil, como não podia deixar de ser, as gangues dominantes do aparato estatal (Não dá para chamar de partidos) seguiram esta tendência mundial. Os exemplos de formas de controle minuciosas sobre a vida de cada um de nós chegam ao ridículo. Apenas para embasar o argumento, basta citar que a colocação do CPF nas Notas Fiscais de compras fará com que burocratas governamentais saibam facilmente até o tipo de Papel Higiênico que o indigitado utiliza para limpar a bunda, assim como a quantidade utilizada. Basta para isso um simples cruzamento de dados através dos supercomputadores instalados nos porões do sistema.

Ocorre porem que, no caso do Brasil, as razões que estão impulsionando esta tendência ao controle totalitário do cidadão são absolutamente diferentes das razões que serviram de mantra para os gringos.

O caso brasileiro, aliás, se caracteriza por ser um caso absolutamente único, a nível mundial, e que eu denomino de…TERRORISMO DE ESTADO.

A atitude das facções criminosas que tem se revesado no topo da cadeia alimentar de predação da nação, e que poderíamos denominar sem nenhum desdouro para a sua homônima, como sendo O 1º COMANDO DA CAPITAL – ou o PCC de Brasília, tem como comportamento predominante uma das atitudes mais canalhas de que é capaz o ser humano: ELES MORDEM A MÃO QUE OS ALIMENTA! Até os animais mais selvagens, ou pelo menos a maioria deles, tem reservas para com este tipo de comportamento abjeto.

Quero dizer com isso que o imenso abcesso representado pelo pantagruélico aparato estatal de nosso país, mesmo se apoderando de forma indébita de quase 40% de tudo o que é produzido pela espoliada nação, trata sempre o cidadão que os sustenta como bandido. Mesmo a soma monstruosa de TRILHÕES DE REAIS é sempre insuficiente para sustentar a bandalheira profundamente entranhada nos genes de todos os milhares de canalhas que se locupletam nas generosas tetas estatais.

Muda, muda e permanece a mesma esculhambação! Mudam apenas os mosquitos. A merda continua exatamente a mesma!

• Os diretores de estatais continuam a viajar graciosamente para recantos paradisíacos “a trabalho”, sempre recebendo generosas diárias em dólar.

• A mesma multidão de ASPONES, todos contratados por “indicação política”, continua recebendo religiosamente seus gordos proventos e sem fazer porra nenhuma que preste.

• Os fundos de pensão continuam malbaratando as suadas poupanças dos pobres trabalhadores, em projetos de nada com coisa nenhuma e em grossas maracutaias.

• As mesmíssimas empresas estatais, algumas centenárias e que já foram fonte de orgulho nacional pelo destaque entre as congêneres do mundo, continuam a ser depenadas e desossadas pelos mesmíssimos canalhas indicados por injunções “políticas” do pior sentido.

• O fundo partidário, sempre crescente e sempre na casa dos Bilhões, continua a ser repartido irmãmente entre todos os facínoras mancomunados no estupro da nação.

• As aposentadorias nababescas e cumulativas continuam a ser dispensadas aos mesmíssimos canalhas que afundaram a nação sem dó nem piedade.

• As licitações fraudulentas e os malditos aditivos de contrato continuam a ser pagos religiosamente a todos os empreiteiros propineiros.

• Os projetos de nada com coisa nenhuma, intermináveis e sempre na casa dos bilhões, continuam recebendo aditivos e gerando pixulecos partidários da mesma maneira.

• Os juros escorchantes de uma Dívida Pública que não para de aumentar nunca, continuam a ser pagos religiosamente e a taxas que fariam corar de vergonha antigos agiotas.

• Todos os canalhas pegos com a boca na botija continuam a se escudar em um supremo que, de supremo mesmo, só tem a lerdeza e a imensa cara de pau de não resolver porra nenhuma.

E tudo continua como dantes na Marquês de Abrantes!

Fica óbvio que esta suruba generalisada, juntamente com a roubalheira “como se não houvesse amanhã”, faz com que a carga tributária, por mais escorchante que seja, não consiga nunca fazer frente a esse verdadeiro tsunami de canalhices.

Existe uma lei não escrita neste famigerado Brasil que tem se mostrado inexorável. Se ninguém tiver dito antes, podem passar a chamá-la de “A MALDIÇÃO DE ADÔNIS”. É a seguinte:

“Qualquer que seja a arrecadação tributária do Governo Brasileiro, esta será sempre insuficiente para atender a todas as despesas estatais e deixará um déficite de 7% do PIB”

Não vou me meter a dar aula de história mas, só a título de lembrança, na ocasião da constituinte de 1988, a carga tributária era de uns vinte e poucos por cento e tinhamos então um déficite de uns 7% do PIB. Decidiu-se então criar alguns impostos (ICM passou a ser ICMS e a ser cobrado em energia e comunicações) a fim de cobrir o rombo e brecar a inflação. A carga tributária elevou-se a uns 28 % do PIB. Só que, bem rapidamente estávamos com o mesmíssimo déficite de uns 7% de novo. Partiu-se desta vez para aumentar as alíquotas a fim de tapar o rombo. A carga tributária chegou a 35% do PIB. Bem rapidamente novos déficites começaram a se formar. Estamos hoje com quase 40% do PIB sendo pagos em impostos e o déficite continua em… 7%do PIB . O mais interessante disto tudo é a atitude da gangue dos “empoderados” com relação a suas vítimas. É algo mais ou menos como se eles nos enrabassem sem pena e, ao mesmo tempo, ficassem com raiva de nós por termos lhes virado as costas.

Por conta da voracidade desesperada e pantagruélica para arrecadar, corrompeu-se todo o belíssimo aparato legal do Direito Romano que vinha tornando a humanidade menos selvagem há mais de dois mil anos.

In dubio, pro reu – Na nova realidade brasileira, passou a ser… Em dúvida? CACETE SEM PENA NO REU. E o otário do contribuinte que trate de se defender junto aos órgãos arrecadadores.

“O ônus da prova cabe a quem acusa” – O otário é considerado culpado até que consiga provar o contrário. Se conseguir… O que é praticamente impossível, já que uma das partes, O Estado, é possuidor de recursos infinitos de tempo e dinheiro pra brigar. Coisa que não acontece com o Mané.

Hoje, podemos dizer sem medo de errar, que o ato de sonegar é legítima defesa (Ladrão que rouba ladrão…) e estado de necessidade (Crime famélico).

ATÉ QUANDO SUPORTAREMOS ESTA ESPOLIAÇÃO PASSIVAMENTE?

EPITÁFIO

In memorian desses gigantes, grande parte dos quais imigrantes pobres e alucinados por trabalho, cuja obra de suas vidas levou este país a sair da condição de produtor agrário para a condição em que metade do PIB era de produtos manufaturados e com altíssimo valor agregado. Hoje todas as suas empresas, com raríssimas e honrosas excessões, encontram-se fechadas, falidas, em recuperação judicial ou foram vendidas.

BARÃO DE MAUÁ (ESTALEIRO E NAVEGAÇÃO)

DELMIRO GOUVEIA (COTONIFÍCIO e HIDROELÉTRICA DE PAULO AFONSO)

CARLOS DE BRITO (INDÚSTRIAS PEIXE)

JOEL CARNEIRO (AGUARDENTE PITU)

BRENNAND (CIMENTO E VIDRO)

FRANCESCO MATARAZZO

PAVAN & ZANETTI (INJETORAS E SOPRADORAS)

VICENTI FILIZOLA (BALANÇAS)

ANTÔNIO BARDELLA (INDÚSTRIAS METAL-MECÂNICAS)

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O DESENCANTO DE ATLAS

“Ao longo dos séculos, existiram homens que abriram novos caminhos, armados apenas da sua visão”.

Um dos livros mais marcantes que já li se chama “Atlas Shrugged”, de uma autora judia nascida na Rússia, mas que viveu a maior parte da sua vida nos Estados Unidos. O nome dela era Ayn Rand.

A tradução que deram ao título do livro – A REVOLTA DE ATLAS – sempre me deixou altamente insatisfeito.

Eu sei que traduzir uma expressão idiomática é pra lascar de difícil. Muitas e muitas vezes perde-se o sentido transcedental (ou o Pathos Metafísico), ao se insistir em forçar uma tradução. Não é à toa que os italianos costumam brincar com esta contradição através do trocadilho: Tradutori? Traditori!

Procurei o sentido da expressão “Shrugged” em diversas fontes e a tradução que encontrei com mais frequência foi “Dar de ombros”. Isto, na minha modestíssima opinião, significa, em outras palavras… Deixar pra lá!…Não estar nem aí! Estar cagando e andando!

Em suma, e bem no popular: Fodam-se!… Ou, mais diretamente… Podem se foder!

A razão deste título foi o diálogo entre dois dos principais personagens do livro, Francisco d’Anconia e Hank Rearden, no qual d’Anconia pergunta a Rearden qual a sugestão que ele daria a Atlas, aquele Titan responsável por carregar o mundo em seus ombros, quando este se dá conta de que, quanto maior é o seu esforço, maior é o peso que o mundo lhe coloca sobre os ombros. É então que Rearden fica calado, incapaz de dar uma resposta razoável, e d’Anconia se encarrega ele mesmo de responder: “To shrug” (Ou seja: dar de ombros, deixar pra lá, etc…)

A imagem do gigante Atlas foi utilizada pela autora como analogia, para representar aquelas pessoas raras que, literalmente, carregam o mundo em seus ombros. São estes os inovadores, os empreendedores, os criadores dos novos negócios, das novas tecnologias, os geradores de empregos, os criadores de riqueza onde antes não havia nada mais que ideias e conversas infrutíferas. São estas pessoas raras exatamente o oposto da multidão de parasitas e aproveitadores que se locupletam às custas do esforço alheio, especialmente através da utilização malsã do aparato estatal.

É a esta classe de pessoas especiais a quem é dirigido, de uma forma toda especial e prioritária, todo o rancor e toda a inveja de que são capazes os mediocres e frustrados esquerdistas de mesa de bar, normalmente mantidos e nutridos por gordas prebendas estatais, e que pululam em nosso país atualmente. O desaguadouro natural desta multidão de incapazes passa a ser a constante luta para desfazer todo o árduo trabalho de criação e construção realizado pelos poucos Titãs existentes em cada sociedade. São os carrapatos devorando os leões.

Esta é a consequência maior deste nosso arremedo de “democracia”: a ditadura da mediocridade.

Qualquer coisa que tenha a mínima aparência de superioridade sobre esta vaga de estupidez, hoje hegemônica, passa a ser vilipendiada de todas as formas possíveis e imagináveis. Enquanto os países desenvolvidos “caçam” estes cérebros privilegiados em todos os quadrantes do mundo, fazendo uma verdadeira drenagem destas mentes especiais para que venham a contribuir com o seu esforço em busca da manutenção da sua hegemonia em termos mundiais, aqui no Brasil, ao serem criadas classes especiais para crianças superdotadas, gerou-se uma histeria nos órgãos de defesa da população contra esta “discriminação” contra as pobres crianças “normais”, já que estas seriam impedidas de participar destas turmas. Assim, nivela-se por baixo a educação desses futuros “Atlas”, eliminando assim qualquer possibilidade de que venhamos a sair desta urucubaca em que nos encontramos, mesmo que seja após mais algumas gerações.

“Quando você vê que, para poder produzir, você necessita da permissão de pessoas que não produzem nada – Quando vê que o dinheiro está fluindo para aqueles que lidam não com bens, mas com favores – Quando vê que as pessoas ficam mais ricas através da corrupção e da extorsão, do que pelo trabalho, e que suas leis não lhes protege deles, mas protege todos eles de você – quando você vê a corrupção sendo recompensada e a honestidade se tornando um auto-sacrifício – você pode saber que sua sociedade está condenada”.

Já no aspecto econômico, o grande desastre pelo qual estamos passando, esta recessão econômica que não acaba nunca, é exatamente a consequência de nossos poucos e sofridos “Atlas” terem decidido dar de ombros e deixar pra lá. Simplesmente CANSARAM!

Encheram o saco de serem eternamente feitos de imbecis pelos nossos “amados” governantes.

Qualquer pessoa que decida partir para produzir alguma coisa neste país, passa imediatamente a ser taxado de bandido, sonegador e explorador da mais valia dos pobres operários que contrata, passando a ser tratado como tal por toda uma legião de medíocres corruptos e desonestos. Todo dia chega um fiscal a sua porta ameaçando-lhe “autuá-lo”, caso não libere algum “por fora”. A roubalheira começa já na Junta Comercial, onde os bandidos inventam miríades de sutilezas legais a fim de não registrar o Contrato Social da nova empresa caso este não libere algum. Segue pela cobrança extorsiva de impostos sobre investimentos em Ativos Fixos, coisa única no mundo, onde todos os incentivos são dados aos novos empreendimentos. A lambança continua através da cobrança de uma carga tributária extorsiva já em insumos básicos e estratégicos, como energia e comunicações, e continua voraz, em todos os aspectos do negócio, até a apuração dos lucros, incertos e ínfimos, quando os há.

Ao final, se o malsinado “Atlas” dá de ombros e decide encerrar o empreendimento, verifica que negócios, no Brasil, são INFECHÁVEIS. Quero dizer com este neologismo que é praticamente impossível se fechar qualquer negócio. Os dois passivos ocultos, o tributário e o trabalhista, eliminam qualquer possibilidade de uma conclusão pacífica nas operações, já que nunca são conhecidos em sua totalidade pantagruélica.

Essa está sendo a grande mancada do PT e de toda a corriola que o substituiu no comando: acabaram com qualquer possibilidade de tesão empreendedora em nossa população. Diante do nosso quadro de descalabro governamental, teria que ter a tesão de um ator pornô, turbinado com mancheias de viagra, a fim de manter a tesão de investir aqui nesta merda de país. E olhem que eu nem mencionei a taxa de juros.

FÁBRICAS DE NADA E OUTRAS PATOLOGIAS SOCIAIS!

Um dos livros mais instigantes de Sérgio Buarque de Holanda se chama Visões do Paraíso. Nele, o ilustre historiador apresenta, com base em documentos da época, como era visto o Brasil pelos os europeus logo nos seus primórdios. Segundo o autor, éramos considerados como sendo o Jardim do Eden, ou seja, o Paraíso Celestial na Terra, local onde teriam vivido Adão e Eva. Tal raciocínio se baseava nos seguintes fatos:

1. Andava todo mundo nu e não estavam nem aí para este fato.

2. Todo mundo comia todo mundo, até literalmente. A sacanagem rolava desbragada.

3. Ninguém tinha que “Ganhar o pão com o suor de seu rosto”. A terra era tão rica de recursos que não precisava nem trabalhar para comer. As florestas tinham frutos em abundância, assim como era riquíssima em caças comestíveis. Os rios eram altamente piscosos. A vida era uma eterna festa.

4. Ninguém tinha a mínima noção do que seria um tal de “Pecado”.

Alguém ainda estranha que tantos daqueles portugueses, sujos e fedorentos, oprimidos constantemente pela Santa Inquisição, tenham se encantado com as dadivosas “cunhã porangas” e decidido abandonar seus barcos, deixando-se ficar por estas bandas, tal como fez Caramuru e tantos outros?

E aí, cara pálida? Vamos fazer um Kuarup particular, só eu e voçê? Deixa eu ser tua escrava, vai…

Pois foi exatamente aí que começou a desgraça!

Estimativas sobre o tamanho da população indígena existente aqui naquela época variam tremendamente, mas giram sempre ao redor de alguns poucos milhões. Seríamos dois ou três milhões, segundo a maioria dos autores, espalhados ao longo de um território maior que toda a Europa, incluindo a Rússia europeia. Exatamente por isto que éramos um paraíso! A natureza seguia seu curso intocada, tendo sempre tempo mais que suficiente para se recuperar de todas as agressões praticadas pelos humanos, e sem que fosse expoliada pela sofreguidão do homem branco por ter sempre mais.

Ao se estabelecer por estas bandas, os poucos homens brancos que se aventuraram a fincar raízes aqui constituiram verdadeiros harens. Viviam como pachás indianos, cercados por uma corte de concubinas, primeiro índias, depois negras. As consequências não poderiam ter sido outras: Primeiro, criou-se uma legião de mestiços que, por falta de opção melhor, passaram a ser conhecidos como “Brasileiros”. Depois, estabeleceu-se uma lenta e inexorável explosão populacional.

Devido à altíssima mortalidade infantil, associada a uma baixa espectativa de vida, fizeram-se necessários uns quatro séculos até que nossa população total atingisse valores próximos aos 20 ou trinta milhões de habitantes, a maioria absoluta composta por mulatos, cafusos e mamelucos. Quer dizer: NOSSOS AVÓS!

Daí, com o incrível avanço nas condições de higiene (água tratada e esgotamento sanitário), aliada a constantes avanços na medicina, especialmente na puericultura, a expectitativa de vida dobrou e a mortalidade infantil despencou de 20 ou 30 por cento, para algo próximo a alguns poucos por mil. O resultado foi uma verdadeira explosão no tamanho da população.

Chegamos a noventa milhões já na década de setenta. Bem recentemente, ultrapassamos a casa dos duzentos milhões de habitantes. A explosão só não está sendo maior porque as famílias, voluntariamente, sem nenhuma ajuda ou orientação governamental e à revelia das ordenações papais, reduziu a quantidade média de filhos por casal dos mais de seis, antigamente praticados, para os menos de dois atuais.

A consequência da existência em nosso país destas imensas hordas de famélicos a vagar, sem destino e sem futuro, é um desgaste brutal nos nossos recursos naturais, principalmente porque permanecemos essencialmente, tal qual os índios na época do descobrimento, uma sociedade EXTRATIVISTA.

Vivemos, apenas e tão somente, daquilo que conseguimos extrair da nossa dadivosa mãe natureza! Somos gigolôs dela. Vivemos da renda de nosso proxenetismo, ao prostituir e brutalmente degradar aquela que nos dá e mantem a vida.

Quando se exaurirem os recursos naturais, só vai sobrar a carcaça de nosso país

Não agregamos valor nenhum a nossos recursos naturais!

Vendemos nossos recursos aos gringos praticamente in natura, mal e porcamente minerados ou extraídos, sempre a preço de banana em fim de feira e visando adquirir as caríssimas bugingangas produzidas pelo engenho, arte e exaustivo labor dos povos menos aquinhoados de recursos naturais por Papai do Céu.

O que me espanta não é a pobreza crônica em que nos debatemos. Espanta-me mesmo é que, tendo uma população imensa, ainda assim não estejamos sendo forçados a retroagir ao canibalismo por carência de alimentos para saciar a população. Somos mesmo imensamente bem dotados de recursos naturais.

Bem mais da metade da nossa população não faz nada e, a outra metade, o que faz não serve pra nada

Ao contrário dos povos ricos, ao descobrirmos uma nova fonte de riquezas naturais, partimos imediata e irresponsavelmente para a gastança, gastando por conta de riquezas futuras que podem vir ou não. Veja-se o exemplo dos royalties do petróleo. Governantes cariocas incharam as máquinas administrativas de aspones e passaram a pavimentar as praças das suas cidades com granitos caríssimos. Hoje, com a queda do preço do petróleo, estão todos absolutamente falidos. Já os noruegueses, ao descobrir imensos volumes de petróleo no Mar do Norte, decidiram que toda a riqueza gerada por esta riqueza inesperada deveria ser investida em um “Fundo Soberano”, de modo que as gerações futuras, ao se esgotarem as jazidas, pudessem manter o padrão de vida elevado a que estavam acostumados. Bem parecido conosco, né?

Só para dar uma pequena ideia de nossa miséria, façamos algumas contas: Somos pouco mais de 200 Milhões de habitantes. Destes, 140 Milhões (no mínimo) tem idade entre os 14 anos e os 65 anos, estando pois aptos a trabalhar para pagar o que comem. Segundo dados do próprio governo, menos de 60 Milhões possuem emprego formal e de carteira assinada. Isto significa dizer que cerca de 80 milhões não trabalham, ou vivem de “bicos” informais. Se considerarmos que, dos 60 milhões que trabalham, apenas uns 20 milhões declaram Iposto de Renda, e destes, bem mais da metade atua em atividades que meramente representam patologias sociais, tais como Governo, polícia, tribunais, vigilantes, políticos, artistas, bancos, etc… chegamos à conclusão que só uns 10 Milhões trabalham produzindo alguma coisa que agregue valor.

Ou seja: Cada um de nós, que trabalha, tem que produzir para sustentar mais de 20 vagabundos. É mole?

Dá para estranhar que os possuidores de neurônios queiram todos ir embora desta merda de país?

PRECISAMOS DE MAIS BUROCRACIA!

O cara que criou a palavra BUROCRACIA, o sociólogo alemão Max Weber (Karl Emil Maximilian Weber, 1864-1920), sabia muito bem das coisas de que falava. Ele inventou este termo para designar um governo ideal, cujo comando se daria por pessoas sentadas em birôs, ou seja: profissionais contratados pelo governo para, de acordo com normas claras e previamente estabelecidas, consensadas com a população, agir em casos afetos a esta mesma população, sempre com total impessoalidade, transparência, desvinculado de qualquer interesse pessoal que este agente pudesse ter na questão e mantendo registros apurados de todas as ações empreendidas. Para que isto pudesse ocorrer desta forma, estes agentes do estado deveriam ter uma carreira totalmente voltada para este tipo de trabalho, regida pela meritocracia e pelo constante aperfeiçoamento de suas habilidades, proporcionando-lhes assim uma constante evolução hierárquica.

Diante da esculhambação ampla, geral e irrestrita pela qual estamos passando em nosso país, um governo que apresentasse estas características seria uma evolução enorme, já que o estado brasileiro e seus agentes se transformaram em um câncer voraz que está matando estrangulado o seu hospedeiro, a nação brasileira.

O mesmo Weber dividiu as organizações humanas em tres fases de desenvolvimento, a saber:

1. Pré-burocraticas – Onde as coisas são feitas e as decisões são tomadas sempre com base no compadrio, na amizade, ou até mesmo na base da propina. Conseguem arrancar mais do estado aqueles que possuem amigos nele instalados ou que oferecem propinas maiores. É o retrato do Brasil.

2. Burocráticas – Onde as coisas são feitas RIGIDAMENTE de acordo com as leis e as normas, independentemente desta aplicação rígida e cega se tornar problemática ou contraproducente; e

3. Pós-Burocráticas – Onde as decisões tomadas e as coisas são sempre feitas em função de aproximar mais a organização humana e seus componentes de seus objetivos maiores.

Estou dependendo atualmente de uma série enorme de serviços que, supostamente, deveriam ser supridos pelo nosso inchado aparato estatal, a saber:

1. Renovar a carteira de motorista (Eu só estou velho mas, para o governo, estou ficando é doido);

2. Renovar o passaporte (Para poder ir embora desta merda de país);

3. Requerer minha aposentadoria por tempo de serviço (Para ver se consigo algum benefício por toda aquela grana que eu paguei para estes ladrões ao longo de mais de 40 anos de trabalho);

4. Registrar uma empresa (Para ver se ainda consigo meios de pagar minhas contas) ;

5. Preparar esta mesma empresa para realizar operações de comércio exterior (Para não ficar limitado aos fornecedores mafiosos e medíocres nacionais);

6. Processar a concessionária distribuidora de eletricidade no Tribunal das pequenas causas (Pra ver se aqueles canalhas me indenizam dos enormes prejuízos que me provocaram);

7. Transferir meu título de eleitor para Recife (Pra tentar achar uma alma decente nesta latrina política);

8. Tirar uma via nova da carteira de identidade (Para poder dizer que EU SOU EU!) ; etc.

Cada uma destas atividades tem se transformado em uma verdadeira tortura chinesa.

Max Weber e o retrato do “Funcionalismo” brasileiro

Só para dar uma ideia da esculhambação:

• Ladrões explodiram o caixa do DETRAN. Por conta disso, o mesmo está sem funcionar há já uns 15 dias.

• O governo brasileiro não pagou a casa da moeda e esta deixou de entregar os passaportes. Como consequência, estou esperando há já uns dois meses para ter a minha renovação emitida. Precisa ver o acúmulo imenso de pessoas querendo tirar passaporte. (Será que é pra ir embora também?).

• Fazem dois anos que eu coleto documentos a fim de provar à previdência que eu realmente trabalhei e contribui durante 44 anos. O ônus da prova cabe ao cidadão, e não ao bando de empresas picaretas e à esculhambada previdência.

• Quanto ao tribunal de pequenas causas, recebi uma sentença favorável e a maldita concessionária decidiu apelar para ums instância superior. Assim, uma causa de R$ 5.000,00 já perambula há dois anos, feito alma penada, pelos meandros dos tribunais, sem nenhuma perspectiva de solução. O custo deste processo para o contribuinte já deve estar em dezenas de vezes o valor da causa.

Vou parar por aqui de chorar minhas misérias quotidianas. Vocês sabem bem do que estou falando.

A conclusão que eu cheguei é que o Brasil ainda está no estágio embrionário e pre-burocrático de organização social como nação. Fala-se que “Todos são iguais perante a lei” mas há sempre aquela corja de espertos que se acha “Mais igual do que os outros”. Na hora em que é pego em alguma falcatrua, a saída é sempre apelar para o famoso “SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?” Em uma nação madura e organizada, quando alguem quer ser melhor que todos os demais, a pergunta é sempre do tipo “QUEM VOCÊ PENSA QUE É?” Isso sem falar na mais absoluta decadência de todos os nossos valores morais.

Fala-se muito mal da cultura islâmica por, supostamente, fomentar a guerra santa contra os infiéis, ou seja: todos que não adotam o Islã, não aceitam Maomé (PBUH) como profeta e não veneram Alah

SEI NÃO! Morei alguns bons meses em Amman, na Jordânia, e mesmo todos sabendo que eu era cristão, nunca recebi nenhum gesto da parte de meus anfitriões que não fossse da mais absoluta fidalguia árabe.

Uma coisa porém eu sei muito bem! O código penal deles lá segue a Lei da Sharia e só tem poucos artigos:

1. MATOU? Paga com a própria vida! Esse, depois de enforcado, não vai matar mais ninguém.

2. ROUBOU? Cortam-lhe a mão, que é para ninguém esquecer mais nunca quem ele é! E também pra não dar mais nunca uma de “mão boba” em ninguém, até porque não vai ter mais mão.

3. ESTUPROU? Decepam-lhe o bilau! Esse não vai estuprar mais ninguém.

Simples! Rápido! Barato! Eficiente! E FUNCIONA QUE É UMA BELEZA! Pra todos! Sem Exceção!

Fiquei estarrecido ao ver lá agências bancárias, com enormes quantidades de dinheiro sendo contada pelos funcionários, em birôs bem em meio ao público, e sem que tivesse um vigilante armado, uma porta giratória, um alarme, uma câmera de vídeo de segurança. NADA! Lá, simplesmente, não tem ladrão.

O BRASIL PRECISA URGENTEMENTE SE TORNAR UMA SOCIEDADE BUROCRÁTICA!

Precisamos urgentemente desta “Burocracia” em que a lei é simples e direta, e é aplicada com rigor máximo e para todos. Precisamos desinfetar esta latrina em que se transformou o governo, o congresso e o judiciário.

PATOLOGIAS, DESPERDÍCIOS E ROUBALHEIRAS

Nunca, em todo o breve tempo (em termos astronômicos) em que essa lombriga presunsosa conhecida como Homo Sapiens caminha sobre a face da terra, tivemos tantas condições de fazer deste planeta um paraiso para todos os seres que aqui vivem. Em vez disso, estamos transformando este planeta lindo em uma tremenda sucursal do inferno. As razões para este monumental fracasso são muitas e complexas!

Muita gente extremamente competente tem se debruçado sobre esta questão sem conseguir respostas satisfatórias. Não creio que seja eu quem vai conseguir explicar esta questão tão complexa.

Tudo o que eu sei é que, todas as vezes que olho para uma foto como esta que está aí abaixo, só me vem à mente a impressão de que a presença humana é uma infecção bacteriana (ou virótica) na superfície da terra. Nossos aglomerados urbanos se assemelham a imensas perebas na epiderme do planeta.

Fotografia da cidade de São Paulo tirada por um satélite em órbita da terra

Em todas as inúmeras viagens que fiz à China, sempre me causou imenso espanto a intensa antropofização da superfície daquele país. Enquanto o avião dava voltas e voltas, aguardando a autorização para se aproximar dos movimentadíssimos aeroportos, pude contemplar inúmeras cadeias de montanhas totalmente “desmontadas” por máquinas, sempre a fim de aproveitar seus minerais, ou mesmo para estabelecer tabuleiro onde seriam cultivados, sempre de forma intensiva, os alimentos tão necessários para alimentar aquela multidão de UM BILHÃO E MEIO de chineses famélicos.

De forma semelhante, vi rios que não chegavam mais ao mar, como o Rio Amarelo, perto de Jinan, já que toda sua água foi utilizada para fins humanos. Vi inúmeros terrenos que estão afundando devido à intensa e excessiva exploração dos seus lençóis freáticos, sem que se dê tempo para que a infiltração lhes reponha os aquíferos. Tudo isto sem falar na intensa e onipresente nuvem de fumaça que paira eterna e ameaçadoramente sobre as principais cidades, de modo a impedí-los de ver, não mais as estrelas, mas o próprio sol em pleno meio dia. Esta é uma antevisão de como será todo o pleneta, em breve espaço de tempo, caso a humanidade não caia em si a tempo e redirecione dramaticamente seu comportamente. Isso se o efeito estufa não se encarregar de nos conduzir antes para cataclismos climáticos cada vez mais drásticos.

É gente de mais para planeta de menos! Esse é o retrato futuro de nosso país!

Quando o Brasil ganhou a copa do México, com aquela arrasadora seleção de Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto e companhia, uma marchinha cantava de forma ufanística, bem típica daqueles tempos: “Noventa Milhões em ação, pra frente Brasil, do meu coração”. Hoje, passados apenas 47 anos desde aquela data, caminhamos para uma população que é quase duas vezes e meia a daquele tempo. Foram acrescidas à nossa população mais de 115 milhões de pessoas.

Podemos afirmar em sã consciência que este acréscimo na nossa população nos melhorou como país?

Duvido muito! Aliás, poderia até acrescentar que, muito pelo contrário até, nos aproximou do caos.

Degradaram-se todos os indicadores de qualidade de vida e de civilidade em nosso país, neste período, em função desta explosão populacional de miseráveis. Em vez de termos milhões de cidadãos superiores, altamente qualificados profissionalmente e em termos de civilidade, cultivamos hordas imensas de seres desprovidos de quaisquer resquícios de laivos civilizatórios. Multidões famélicas, brutalizadas pela miséria, altamente dependentes de favores estatais para sobreviver e intoxicadas por ideologias rancorosas que, a fim de usá-las como massa de manobra política, instila-lhes um ódio profundo por exatamente aquelas mesmas pessoas que ainda insistem em produzir alguma coisa neste país desgraçado e que são exatamente quem, indiretamente, produz as riquezas que as alimenta.

Pequena amostra do território Chinês

Estas multidões de seres apresenta como característica maior uma total inadequação aos tempos que estamos vivendo e, por consequência, são absolutamente inimpregáveis para qualquer atividade que produza benefícios para a sociedade. Como dizia Euclides da Cunha, a distância que nos separa é de séculos de civilização. A mentalidade destes se encontra mais próxima dos primatas do neolítico do que de nós.

É exatamente a presença em nosso meio destas hordas que nos arrasta inexoravelmente para o desastre total. Para piorar, esta categoria de proto-humanos não se reproduz: Simplesmente PROLIFERA, despreocupada e desordenadamente , que nem bactérias, mesmo matando o hospedeiro que as alimenta, o nosso planeta.

A consequência maior desta proliferação desordenada de famélicos é a situação de horror, verdadeira guerra civil de todos contra todos, que vivemos atualmente em nosso país. São os cerca de 50.000 assassinatos por ano. São os mais de 600.000 prisioneiros engaiolados em condições sub-humanas, já que sub-humanos eles são. É a carnificina quotidiana do trânsito, onde morrem anualmente outros 50.000 e nos presenteiam com uma multidão de aleijados e deformados. É o salve-se quem puder de uma política nojenta, onde aqueles que foram eleitos para representar e liderar a população, passam a parasitar de forma vampiresca os recursos públicos. Tudo coadjuvado por uma degradação moral de fazer inveja a Sodoma e Gomorra.

Assim, para que se mantenha tampada esta verdadeira panela de pressão social, faz-se necessária a contratação de mais de 600.000 policiais, lado a lado com mais de UM MILHÃO de “seguranças” particulares, todos insuficientes para dar um mínimo de paz e segurança a qualquer cidadão, haja vista os milhões de humanóides psicóticos a vagar pelas nossas ruas e avenidas em busca de suas próximas vítimas.

E o governo? Quando age, é atrasado e de forma grotesca e demagógica, sempre dando risíveis explicações para situações inexplicáveis. Quando tenta fazer algo, é de forma atabalhoada e farsesca, sempre jogando em busca da aprovação de uma patuleia semianalfabeta que forma a famigerada “Opinião Pública”.
Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonastes?

Bolsonaro! Assume logo o comando desta merda!

TÔ PAGANDO…

Desde que eu me entendo de gente que trabalho em indústrias. Comecei como ajudante de mecânico, aos 16 anos e, de lá para cá, nunca mais parei. Depois de formado, aos 22 anos de idade, sempre atuei como engenheiro industrial. Nunca me arrependi desta decisão, mesmo estando plenamente consciente da guerra de extermínio que foi promovida pelos governos petistas contra a indústria nacional. O encolhimento deste setor da economia nos últimos anos, período em que se promoveu um esforço frenético para nos levar de volta à era medieval, foi fruto da decisão de se investir pesadamente em monumentais imbecilidades como a agricultura familiar e a “reforma agrária”, ao mesmo tempo em que se desmantelou todo o aparato de desenvolvimento tecnológico nacional, aparato este que foi montado pelos militares e que nos custou muito tempo e muitos bilhões de dólares, através da nomeação de “cumpanheiros” para dirigí-los.

Lado a lado com esta atividade na engenharia, meu “lazer sempre foi ensinar em faculdades. Estou perto de completar quarenta anos que ensino em faculdades. Em Recife, só não ensinei em todas porque, recentemente, abriu-se uma pletora de novas instituições que não conheço. Como já cursei seis cursos de mestrado, em diferentes áreas do conhecimento, ensinei nos mais diversos cursos: Administração, economia, arquitetura, engenharias diversas, psicologia, e por aí vai…

Só um desses meus mestrados mencionados acima tem validade e reconhecimento no Brasil, já que os outros todos foram todos cursados no exterior, em países como Estados Unidos, Japão e Espanha. O mestrado brasileiro é em economia, com foco em Comércio Exterior e Relações Internacionais. Obtive este grau de Mestre na valorosa Universidade Federal de Pernambuco.

Sempre me considerei muito mais um “Orientador de Aprendizado” que propriamente “PROFESSOR”, assim como sempre tive um prazer imenso e indescritível em trabalhar com jovens universitários. Seus sonhos, seus planos, suas esperanças, suas lutas, sempre tiveram sobre mim o efeito de despertar sentimentos maravilhosos de confiança no futuro por saber que meus filhos e netos poderiam usufruir da convivência de pessoas maravilhosas nos dias que ainda estariam por vir, mesmo quando eu já não estivesse mais aqui. Onde hoje eu chego, uma das coisa que mais me dá satisfação e orgulho é ser reconhecido por algum ex-aluno e ser chamado carinhosamente de professor.

Só que todos estes sentimentos maravilhosos estão se acabando! Explicarei abaixo por que isto ocorreu.

Depois do maldito dia em que hordas de sindicalistas analfabetos, ávidos por conquistar o poder e sequiosos por se locupletar nas mais diversas posições do nosso obeso aparato estatal, passaram a comandar os destinos desta nação, observamos uma virada de 180 graus na direção para a qual este país está sendo encaminhado.

Mudaram radicalmente as prioridades! Estabeleceram-se prioridades totalmente novas!

Em lugar do velho adágio do “Honra ao Mérito”, passou-se a empurrar goela a baixo da nação a ideia de que o ideal seria a busca por uma mediocrizante suposta “igualdade”, busca esta que deveria ser realizada a qualquer preço e doa a quem doer. Buscava-se a igualdade mas só da boca para fora. Para a gangue que se apoderou do governo, manter-se-ia sempre a condição de privilegiados no mais alto grau, e sempre muito “mais iguais que todos os demais”.

Em paralelo com esta nojenta falácia, passou-se a privilegiar uma forma de “caridade” abjeta, supostamente para compensar indefinidas injustiças sociais que alguns grupos minoritários teriam sofrido ao longo do nosso processo histórico de formação. Foi com base em mais esta falácia que passou-se a direcionar um leque enorme de ações afirmativas, na realidade subsídios e doações estatais, sempre a fim de sanar estas supostas injustiças sociais: Bolsas família, bolsa presidiário, política de cotas nas universidades, nos empregos públicos, etc., delegacias especiais voltadas para os mais diversos públicos (idosos, negros, gays, mulheres, turistas, o diabo a quatro), legislação especial visando a “proteção” destes supostos desamparados (a homofobia, a violência contra a mulher, o preconceito racial, a desigualdade de renda, etc.)

Passamos a viver uma situação extremamente paranóica e esquizofrêncica: De um lado, uma busca neurótica e obsessiva por uma suposta “igualdade”, cuja definição difusa nunca foi claramente definida. Por outro lado, outra paranóia, só que, desta vez, em sentido totalmente oposto: a busca por privilegiar segmentos que supostamente seriam merecedores de compensações por uma “dívida social” que ninguém também sabe ao certo o que diabos isto quer dizer exatamente.

Com esta visão tronxa do mundo, foram criadas e cevadas extensas multidões de bebês chorões, sempre esperneando e demandando maiores mamatas nas gordas tetas estatais. Passaram todos a ser detentores de vultosos “direitos”, sem que lhes fosse cobrada nenhuma contrapartida de deveres, os quais justificariam e embasariam estes mesmos direitos. A grande missão do aparato estatal passou a ser a manutenção destes imensos grupos de parasitas devidamente saciados. A palavra da hora passou a ser REINVIDICAR!

Como não podia deixar de acontecer, esta mudança dramática na visão predominante do mundo veio desaguar nas nossas faculdades e universidades. Em lugar de simples alunos, transmutaram- se em hordas de reinvidicantes, sempre cheios de supostos direitos e nunca responsáveis por dever nenhum. Nós, professores, passamos a ser assediados e agredidos diuturnamente por verdadeiras hordas de vândalos e tiranos, verdadeiros aprendizes de Átila, o huno, ou Pol Pot. Todas as deficiências da educação doméstica deste jovens afloraram em plenitude nos ambientes universitários.

Pequena amostra do atual ambiente educacional brasileiro

Para acabar de piorar este quadro que, de per si, já seria aterrador, passamos a assistir uma crescente mercatilização do processo educacional em nosso país. Isto se deu, principalmente, pela formação de grandes grupos empresariais voltados para a educação superior, sempre bancados pelos gordos subsídios do FIES e pela captação de vastos volumes de dinheiro através da venda de ações em Bolsa de Valores. Isto veio a agravar ainda mais o carater empresarial e mercantilista deste setor. A educação superior passou a ser considerada, cada vez mais, como sendo meramente um “PRODUTO”, ou mesmo uma mercadoria, a qual deveria ser “comercializada” sempre de forma a maximizar o lucro dos investidores, e em detrimento absoluto dos demais “stack holders”. O que deveria se constituir uma alternativa valiosa ao grande desastre das Universidades Federais, transformadas em carésimos antros de doutrinação marxista e totalmente desvirtuadas de sua função original, passou a se constituir em mais um fator determinante do formidável fracasso de nosso país como nação.

Diante deste estado de coisas, não causa mais surpresa alguma a cena teratológica na qual me vi inadvertidamente envolvido recentemente: um determinado aluno de engenharia, ao informar sua turma que, por motivo de força maior, teríamos que proceder a uma pequena alteração no seu quadro de horários, imediatamente este se viu embuído de uma ira divina contra a direção da faculdade. Passou a gritar comigo e, em altos brados, afirmava que seus direitos estariam sendo violados e que a administração da nossa faculdade seria uma bagunça e que nós seríamos um bando de incompetentes. Respondi-lhe o mais educadamente que me foi possível, (apesar da tremenda descarga de adrenalina no sangue e da vontade louca de rodar-lhe o braço no fuçinho) que nos foi impossível de prever esta dificuldade.

Foi aí que veio a bomba: – Pois devia ter previsto! Eu estou pagando, e em dia!

ACHO QUE DEVO ME APOSENTAR! Não tenho mais nervos para aguentar isso…

O PONTO DE MUTAÇÃO

Os romanos adoravam um Deus de origem etrusca altamente peculiar. O mesmo possuía duas faces: Uma, barbada, sempre contemplando o passado. Outra, sem barba e mais jovem, sempre contemplando o futuro.

Era considerado o Deus das mudanças. Era conhecida como Jano e é o Deus tutelar de todos os começos e, ao mesmo tempo, é o patrono de todas as coisas que se findam. Indica a dualidade das coisas terem que se extinguir, de modo a abrir espaço para que o novo possa surgir. É o Deus das grandes mudanças e transições.

Seu nome deu origem ao mês de janeiro (januarius, em latim), mês no qual todos os anos se iniciam. O mesmo foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio (715-672 a.C.), sucessor de Rômulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 21 de março.

O Brasil deveria fazer muitas e grandes oferendas aos Deus Jano pois, segundo podemos facilmente constatar, estamos atravessando as fortes turbulências decorrentes do fato de estarmos passando por um “Ponto de Mutação”, tal e qual a genial definição de Fritzjof Kapra. As crises política, econômica e moral atingiram todas o seu pico ao mesmo tempo.

Toda a atual crise brasileira advém do fato de estarmos com a modernidade batendo à nossa porta, ao mesmo tempo em que as estruturas arcaicas e putrefactas se recusam ferozmente a deixarem as posição de mando e de privilégio. “Crise é quando o novo quer entrar e o velho não quer sair”, asseverou com extrema sagacidade uma das figuras mais abjetas que frequentou este planeta no século XX: Antônio Gramsci.

E olhem que facínoras foi o que não nos faltou ao longo deste século, mas este realmente foi especial.

É, em grande parte, por conta das idéias deste mesmo facínora que estamos assistindo ao esfacelamento acelerado da sociedade brasileira. Em vez de simplestemente tê-lo encarcerado naquela ocasião, uma bala de R5,00 na nuca deste bandido teria resolvido a questão, impedindo que escrevesse os seus famigerados “cadernos do cárcere” que infernizaram tanto a humanidade nos últimos anos.

Vamos ao bestialógico da situação atual da nação brasileira:

Fonte: World Health Organizatio e Sistema de Informações do SUS. Elaboração do colunista

Segundo a World Health Organization, morreram 1.250.000 pessoas no mundo devido a ferimentos provocados por acidentes de trânsito no ano de 2013. Destas, 90% das mortes ocorreu em países de baixa e média renda. O Brasil apresentou uma taxa de 23,4 mortos por cada 100.000 habitantes neste ano (A informação do SUS é um pouco menor). Nas Américas, só foram pior que nós a Venezuela, com 45,1; a República Dominicana, com 29,3; e Belize, com 24,4. Estamos, pois, um pouco acima da média mundial e apresentando padrões de segurança no trânsito similar aos países africanos. Apenas para efeito de comparação, a média na Europa é 10 e, se considerarmos apenas os países da Europa Ocidental, esta média cai para algo menor que 3. Ou seja: praticamente um décimo da carnificina que praticamos em nosso trânsito. Se considerarmos que eles tem cerca de 5 vezes mais automóveis em relação à população, significa dizer que nós matamos cerca de 50 vezes mais pessoas para cada automóvel que roda em nossas ruas. E, o que ainda pior, a tendência parece claramente ser de agravamento desta situação. Temos dezenas de diferentes órgãos dando palpites estabanados nesta situação e o descalabro segue incólume. Caminhamos aceleradamente para a condição da África.

Mesmo este sendo um exemplo absolutamente pavoroso, há dados ainda piores. Continuemos nossa teratologia escatológica das entranhas do Brasil!

No ano de 2014, morreram quase 60.000 (Sessenta Mil) pessoas assassinadas no Brasil. Partimos de um patamar de 25 mortes por cada 100.000 habitantes, para o patamar atual de quase 30 mortes. Considerando que a distribuição desta matança se dá de forma desigual ao longo de nosso imenso território, podemos afirmar que Estados e regiões inteiras são enclaves só comparáveis ao Afeganistão. Só que lá, as mortes se devem a uma guerra sem trégua e que se extende há décadas, o que não é (aínda) o nosso caso. Mesmo a África, sempre utilizada como epítome do atraso e da ignorância, apresenta números que são UM TERÇO dos que aqui enfrentamos. Se formos comparar com a Europa, podemos dizer que nosso país só é comparável ao Iraque, a Síria, o Viet Nan, quando no auge de sua guerra contra os gringos, e por aí vai.

A esta altura, nossa valorosa polícia, cansada de combater com velhos 38 bandidos armados com equipamentos pesados que nem as nossas Forças Armadas possuem; ver seus companheiros (heróicos pais de família) morrerem inultimente; e mesmo assim aínda serem taxados de “Forças de Repressão” das “elites”, estes decidem partir para a ignorância. Dá pra achar ruim?

Segundo a OMS, a média mundial é de 10% das mortes se deverem a causas externas diversas. O nível de violência por aqui já é tal que nossa média é de 14%.

Começou a entender porque é que tem tanta gente se organizando pra ir embora desta merda de país?

DEMOCRACIA PLEBISCITÁRIA

Há cerca de dois anos atrás, escrevi no JBF o artigo abaixo:

“Nunca o Barão de Itararé esteve tão correto como no momento em que afirmou que “A administração Pública do Brasil está cada dia mais parecida com a privada”! O Governo Brasileiro virou uma tremenda suruba incestuosa: Deputados e Senadores são cooptados para serem ministros, aliados, submissos e sem nenhuma expressão. Todos, comprometidos apenas com a defesa da retaguarda de quem os indicou para a sinecura, inclusive os indicados para os mais diversos tribunais. Todos comprometidos até a raiz dos cabelos com a charqueada que estão promovendo com os recursos públicos.

Devemos ser o único caso, no mundo, em que os facínoras que vão ser auditados e julgados, decidem e aprovam entre si quem dentre aqueles com os quais estão mancomunados vai ser o juiz e o auditor!

Benesses e sinecuras são distribuídas a mancheias a fim de assegurar a famigerada “Governabilidade”. Isto quer dizer apenas o seguinte: Se não subornarmos esta alcateia de lobos esfomeados, não tem quem consiga se manter no poder nesta espelunca. Se o coitado do Barão de Montesquieu saísse da sua tumba e visse o que estão fazendo em seu nome, com a divisão da administração em 3 poderes “Independentes e harmônicos”, daria alguns saltos numa perna só e arrancaria os cabelos. A única coisa que tem nos salvado do total e absoluto desamparo tem sido o Ministério Público, este 4º poder que foi criado pela constituição de 1988 e que, apesar de ser mais uma “Jabuticaba”, graças a Deus não foi ainda engrupado para participar da grande bacanal que está sendo patrocinada pelo erário, e que nós, pobres cidadãos, só participamos entrando de ré e com as calças arriadas, se é que me entendem.

A lambança já chegou a tal ponto que qualquer mudança menor, servirá apenas para acomodar e deixar tudo exatamente como está. Se não, vejamos:

• Eleição para Deputado, Vereador, Prefeito, Presidente… – Os candidatos serão os mesmíssimos canalhas que aí estão, se candidatando pela enésima vez, pelos mesmíssimos partidos de nada com coisa nenhuma, seguindo as mesmíssimas regras escrotas que aí estão.

• Planos Governamentais – Serão sempre conduzidos pelos mesmíssimos analfabetos, corruptos e ideologizados, sem competência nenhuma para realizar nada do prometido.

• Mudanças na Legislação – Pra que? Já tem lei até demais. Pra variar, que tal obrigar essa corja que nos infelicita a tomar vergonha na cara através de punições severas?

Nunca, na história deste país, houve uma dissonância cognitiva tão completa e absoluta entre o que quer a população que ainda raciocina, e o que deseja as hostes governamentais e políticas de todos os partidos.

A população quer menos ministérios. Uns 5 ou 6 bastariam. A politicalha quer igualar Ali Babá: Mínimo de 40, que é para poder acomodar todos os comparsas na mamata.

A população quer que o governo não gaste mais do que 20% do PIB (o que já é muito), reservando o que arrecadar a mais para reduzir a dívida monstruosa e realizar obras prioritárias e que gerem oportunidades econômicas. A gangue que nos infelicita quer dar bolsas para todo e qualquer “looser” da sociedade que possa votar neles: Sem terras, presidiários, prostitutas, quilombolas, boiolas, desocupados, e por aí vai; assim como acomodar todos os milhares de companheiros na estrutura governamental. Estes só desejam privilégios, aqueles só desejam oportunidade igual.

A população quer o predomínio da competência, quer a retomada da tradição do “Honra ao Mérito”, quer o incentivo a uma competição sadia e frutuosa, quer a aposta maior nos talentos que se destacam. A politicalha quer a implantação do “Mediocristão”. A terra em que todo mundo será medíocre e a miséria compartilhada. Quem se destacar será severamente punido.

A população quer: melhor assistência médica, melhores escolas, melhores estradas, melhor transporte público, tribunais mais céleres na execução de contratos, garantia da propriedade privada. A politicalha quer aumentar seus próprios salários, vantagens e mordomias.

Dá para mudar tudo isso com pequenas mudanças incrementais? Eu não creio! A meu ver, estamos inclusive chegando a um ponto de ruptura do tecido social.

Eu sei bem o quanto a nossa população é de uma passividade bovina. Reclama, reclama e, ao final, fica que nem aquele anedótico corno “bufante” da piada. Aquele que, ao descobrir que é corno, fica bufando, bufando, e não faz absolutamente nada com o “urso” ou com a traidora. Fica todo mundo, e cada um, quieto no seu canto, só esperando que algum outro dê a primeira tapa.

“Aqueles que fazem uma revolução pacífica impossível, fazem uma revolução violenta inevitável.” John F. Kennedy

Só tem um pequeno porem: Quando alguém der a primeira tapa num desses canalhas, vai ser um verdadeiro frenesi. Uma catarse coletiva. Não tem cão no mundo que segure a energia de uma população irada e furibunda. Os inúmeros casos de linchamento recentes estão aí para não nos deixar mentir.

O grande filósofo Bertrand Russel comparava a cegueira humana para ver estes pontos de descontinuidade ao peru de natal. Durante uns 1.000 dias ele foi alimentado e bem tratado pelos humanos. “Vejam como é harmoniosa a relação entre nossa raça, os perus, e os seres humanos. Todo santo dia eles nos alimentam e se preocupam conosco.” Um belo dia, saído do nada, surge a figura do cozinheiro e, sem mais nem menos, degola o pobre do peru.

A essa altura do campeonato em que nos encontramos, só vejo como caminho para sairmos deste terrível beco sem saída a que nos conduziu o reinado de Sua Majestade, Lularápio I, cognominado O Brahma: UMA GRANDE CONSTITUINTE!

Vamos repensar que país queremos para nossos filhos e netos. Só que não podemos deixar estas decisões para a corrompida classe política que está no poder. Todos os pontos críticos, escolhidos e detalhados para a população por comitês de notáveis, deveriam ser submetidos a plebiscito. Só que não pode ser como o plebiscito do desarmamento, em que o povo decide uma coisa e o sátrapa de plantão implanta outra totalmente oposta.

Ou isso, ou o Armagedon!”

Pois bem! De lá para cá, derrubamos a jumenta, desalojamos a gangue do PT do comando da nação, quase exterminamos essa classe de parasitas na última eleição, boa parte desta gangue esta presa ou, pelos menos, prestes a sê-lo, etc. etc.etc. Eu sei que só isso já foi muita coisa. Só que não basta!

A multidão de parasitas inescrupulosos que está encastelada nas miríades de reentrâncias do poder é tamanha que se torna dificílima de ser exterminada. São como baratas: sobrevivem a tudo. Veja-se os exemplos de Renan Calheiros, Romero Jucá, Sarney, Jader Barbalho, Fernando Bezerra, et alia. Já delegaram a canalhice a seus descendentes e, se deixarmos, continuará mamando gordamente nas tetas estatais até o dia do juízo final.

Já chega, né? Já mamaram demais! Minha modesta sugestão é a proposta da seguinte PEC:

ART. 1º – QUEM MAMOU, MAMOU! QUEM NÃO MAMOU, VÁ MAMAR EM POLODORO!

ART. 2º – Revoguem-se todas as disposições em contrário.

A partir daí:

• Redução pela metade dos deputados e senadores. Demissão sumária de todos os aspones e extinção de todas as mordomias, em todos os níveis e repartições do governo. Executivo, legislativo e judiciário.

• Fica o estado brasileiro, em todas as suas formas, TERMINANTEMENTE PROIBIDO de dar qualquer bolsa, benefício, isenção, subsídio, incentivo, o caralho, a quem quer que seja. Com meu dinheiro, não!

• Todas as propostas de Projeto de Lei deverão ser submetidas a plebiscito. Os meios eletrônicos estão aí para isso mesmo, apesar da possibilidade de manipulações Toffolianas dos resultados, tal qual ocorreu na eleição “apertada” (e bote apertada nisso. Duas horas passam voando…) da jumenta peidante.

MEUS “HERÓIS” MORRERAM DE OVERDOSE!

Durante toda a história da humanidade, os sábios e iluminados sempre enfatizaram a natureza complexa da espécie humana. Quase todas as civilizações da antiguidade chegaram a considera-la, inclusive, como sendo tripla, daí a universalidade do mito da esfinge, esta estranha criatura cujo corpo seria semelhante ao de ruminantes ou feras, a cabeça seria assemelhada à de um animal considerado nobre, tal como o leão, ou até mesmo a do próprio faraó, e seria dotada de asas imensas e poderosas.

É uma alegoria belíssima!

Assim seria a espécie humana!

Manticore (Pérsia), Quimera (Etrusca), esfinge (Assíria,) esfinge grega e Manussiha (Tibet e Burma)

O corpo ruminante seria a nossa parte mais primitiva e instintiva. Corresponderia àquele núcleo central de nosso cérebro que é exatamente semelhante aos répteis, e do qual se originou e desenvolveu a parte mais nobre do nosso cérebro ao longo da evolução. A cabeça representaria o intelecto, nossa função cognitiva. A consciência que, segundo todas as evidências, parece ser dom único da espécie humana. E, finalmente, as asas; representando o nosso espírito, sempre livre para voar. Assim, como as nossas representações deixam bem claro, o ser humano parece ser uma bricolagem de componentes desconexos.

Outros sábios, como Mani, simplificaram este modelo, reduzindo-o a apenas dois componentes, corpo e alma, como consequência de uma luta cosmogônica entre o bem e o mal. Mesmo simplificado, permanece a característica básica de uma fragmentação geradora de uma dicotomia um tanto quanto esquizofrênica. Seríamos uma eterna luta entre as demandas do corpo, voltadas para coisas terrenas e físicas; e as demandas da alma, voltadas para as coisas mais etéreas e sublimes.

Não foi por outro motivo que Nietzsche definiu o homem como sendo “Uma corda atada entre o abismo e o infinito”, em Assim Falou Zaratustra. Ou que Santo Agostinho nos definia como sendo “Um anjo cavalgando um porco”. Já o nosso poeta maior, Augusto dos Anjos, se dizia “Filho do ácido e do amoníaco, animal de pruridas rutilâncias”. Todos enfatizando o fato dos seres humanos serem capazes das obras mais sublimes e, ao mesmo tempo, capazes também das atitudes mais abjetas que se possa imaginar. Seríamos assim algo como um intervalo, aberto em ambas as extremidades, em termos de comportamento. Mas por que mesmo dessa digressão a respeito da natureza humana? Devem estar se perguntando meus parcos leitores. Calma que já chego lá!

Kurt Gobain, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Elvis Presley, Marylin Monroe, etc. R.I.P.

Um dos nossos roqueiros já falecidos, Cazuza, afirmou em uma das suas canções mais famosas que seus heróis teriam morrido de overdose. Que heróis malditos seriam esses que se destruíram VOLUNTARIAMENTE através de um mergulho total na inconsciência, na fuga mais abjeta da sua condição de humanos e, consequentemente, de seres pensantes, conscientes e responsáveis por toda a eternidade pelos seus atos? Heróis altamente neuróticos, completamente desajustados, personalidades fragmentadas e torturadas, sempre perseguidas por miríades de demônios ancestrais vindos só Deus sabe de onde e porque. Este é o “Olimpo” de pseudo-heróis que tem sido oferecido como quadro de referência comportamental à nossa juventude. Apresentamos as fotos apenas de alguns deles. Poderíamos prosseguir com esta lista por um longo tempo. Artistas como Amy Winehouse, Michael Jackson, e por aí vai…

Poder-se-ia pensar (Gostaram da mesóclise? Estou me adaptando aos tempos de Temer.) que este fenômeno de total desencanto e desespero diante da vida se resume aos países centrais, muito especialmente ao mais neurótico de todos eles: os Estados Unidos.

Nada mais longe da realidade!

O desespero deles é o desespero da riqueza. De quem tem tudo e não precisa lutar muito por mais nada na vida. Exatamente o oposto de nosso caso, onde o desespero é de quem não tem quase nada e, o pouco que tem, é espoliado todos os dias por uma casta de bandidos infames que se apoderou do aparato estatal e fez da parasitagem sua forma de vida, impedindo que todos os demais da população possam ter qualquer esperança de sair desta urucubaca maldita.

A mim parece que a ressaca moral deste mergulho no desespero está sendo muito mais agressivo aqui por nossas bandas, dadas as nossas infelizes circunstâncias.

Alguém se espanta com esta opção preferencial por um mergulho no mundo das drogas e da inconsciência que está sendo praticado diuturnamente por nossa sofrida e desesperançada juventude?

Alguém se admira pelo profundo desencanto com tudo, que permeia nossa população em todos os seus estratos, dos mais ricos aos mais pobres?

Alguém ainda se admira que as atividades econômicas, em nosso país, tenham se transformado em uma verdadeira selva? Um vale tudo em que o que interessa é fazer dinheiro a qualquer custo, “duela a quien duela”, como diria aquele célebre líder da gatunagem nacional?

Cássia Eller, Elis Regina, Renato Russo, João Gordo e Raul Seixas. Descansem em Paz!

Estamos nos encaminhando celeremente para um profundo mergulho no caos!

Será a “tempestade perfeita”, em termos sociais. Vejamos por que:

1. Todos os padrões de comportamento socialmente aceitos, e que foram desenvolvidos ao longo de séculos de evolução da humanidade, estão indo rapidamente para o lixo. Respeito, honra, gentileza, civilidade, honestidade viraram piadas de mau gosto. Coisa de otários.

2. Todos os rituais sociais que enfatizavam valores que, por sua vez, moldavam os comportamentos, estão se extinguindo rapidamente. Sobrevivem apenas em pequenos enclaves sociais mais conservadores. A consequência é o item 01 acima.

3. Todos os sinais exteriores de pertencimento, sinais indicativos de princípios e valores do de cujus, estão se diluindo em uma grande sopa de baixarias. Todos tatuados, tal e qual se estivéssemos em um grande presídio. Todos os efebos andróginos usando brincos de strass na orelha, comportando-se com gestos elétricos e efeminados, usando rabo de cavalo e afirmando QUE NÃO SÃO GAYS. Todas se vestindo como as prostitutas costumavam se vestir e afirmando que não são devassas.

4. Abandono total daquele velho sonho de transcendência, partindo de nossa condição de simples humanos e em busca de uma evolução em direção ao divino. O sonho realmente acabou!

Decididamente, parece que a opção, consciente ou não, especialmente aqui nas bandas deste Brasil malassombrado, foi por um mergulho na condição de porcos, e não de anjos.

E EU SOU O NOVO PROFETA DO APOCALIPSE!

ALIENAÇÃO CONSCIENTE

Durante muitos séculos, e há até bem pouco tempo, o acesso a informações era a grande fonte de poder. Foi por exercer um verdadeiro monopólio sobre a escrita e, consequentemente, sobre o acesso às informações, que a igreja católica pode se manter acima de todas as cabeças coroadas da cristandade por quase dois milênios. Durante todos estes séculos a luta das pessoas mais esclarecidas, sempre em busca de uma fuga à opressão exercida pela igreja, foi exatamente a busca pelo acesso à imensa montanha de informações que esta ocultava dos olhares curiosos. Não foi coincidência que a descoberta dos tipos móveis, por Gutemberg, em 1455, tenha sido seguida algumas décadas depois pelo grande cisma provocado na igreja católica por Martinho Lutero, em 1517. Ao disseminarem-se as informações, aumentou exponencialmente o volume de questionamentos.

A Bíblia de Gutemberg foi a base e a preparação para a revolta de Lutero

Hoje, com a explosão da internet, o mundo todo é um grande e único cérebro. Qualquer pessoa, sendo possuidora apenas de um simples equipamento de acesso à rede, pode acessar e pesquisar quase que todo o conhecimento acumulado pela humanidade ao longo dos séculos. O céu é o limite! Estamos vivendo no “Admirável Mundo Novo”!

Só que, da mesma maneira que são infinitas as possibilidades que se abrem com a NET, são infinitos também os perigos que se apresentam através dela.

O principal ponto que tem despertado a minha atenção nestes últimos tempos tem sido exatamente um desses perigos: a homogeneização da quase que a totalidade de nossa população em uma condição de profunda vulgaridade que denomino “O Imbecil Cibernético”. Esta criatura é aquele tipo de estúpido que passa o tempo todo acessando blogs vulgares e banais, digitando mensagens totalmente irrelevantes em seus grupos, “postando”(sic)(ECA!!!!) fotos, normalmente “selfies” (sic de novo)(ECA de novo!!!!) de um narcisismo pífio, ou mesmo dando palpites da mais absoluta imbecilidade sobre assuntos de uma banalidade pungente e que a ninguém normal deveria interessar. Só que, como a quantidade desse tipo de imbecil é imensa e predomina na humanidade, o que não falta é imbecil de igual jaez para lê-las. Automatizou-se a imbecilidade!

Tamanho volume de puerilidades e banalidades disputando alguns milésimos de segundo da atenção deste bestificado títere fez com que se passasse a apelar para alguns artifícios, de modo a prolongar o tempo que este dedica ao assunto que lhe é apresentado. Dentre os mais usados, podemos destacar os seguintes:

1º) Brutalidades e violências cada vez maiores; Cenas escatológicas que permanecem aterrorizando e embrutecendo por muito tempo a mente de todos aqueles que dão o azar de acessá-las e vê-las

2º) Montanhas de banalidades engraçadinhas, cenas de hedonismo explícito de todos os tipos;

3º) Aberrações dos mais diversos tipos e modalidades: Sexuais, comportamentais, etc. Parece que nada mais é normal neste mundo. O normal é não ser normal!

4º) O grotesco e desviante como sendo o padrão estético e moral de nosso tempo e, por fim;

5º) Atingimos o ápice da estupidez ao ver premiadas monetariamente páginas especializadas na criação de factoides absolutamente falsos e que, por suas características de plausibilidades, despertam uma comoção imensa em todos os incautos que dele tomam conhecimento, gerando assim um imenso fluxo de acessos, objetivo final da patifaria praticada.

Este imenso tsunami de informações bestificadoras, vindo continuamente e de todas as direções sobre os combalidos neurônios dos desafortunados indivíduos do nosso tempo, que já de per si não foram muito bem instrumentalizado pelo nosso ridículo sistema educacional (?) para a realização de qualquer crítica que seja, faz com que estes se transformem em verdadeiros zumbis, transformando a nossa quotidianidade em uma paródia de filme dos “Walking Deads”.

Este trabalho de abestalhamento e embrutecimento da nossa população já vêm de longe, tendo sido praticado com denodo e pertinácia pelas nossas redes de televisões há décadas. Foi um longo processo de avacalhação de todos os princípios e valores morais que só agora, com a imensa ajuda da internet, está atingindo o seu ápice. Transformamos este país em um imenso bordel escatológico a céu aberto.

A consequência de todo este movimento em direção a só Deus sabe o que, com certeza nos conduzirá a uma imensa clivagem intransponível em nossa população. De um lado, ficará a imensa e absoluta maioria, composta por seres que mal e porcamente podem ser chamados de humanos, altamente bestificados por uma visão do mundo tosca e em busca da satisfação imediata de seus pobres prazeres, cujos valores morais se assemelham aos de um bordel de caminhoneiros na beira de uma estrada, sem referências estéticas mais ricas que as músicas choramingadas por jovens efebos com cara de gay ou por louras oxigenadas com cara de prostitutas, e cujos guinchos se assemelham a uma gata parindo. São assim intoxicados diuturnamente por essa barragem intransponível de mensagens estupidificadoras e monopolizantes das suas mentes.

Do outro lado, uma pequeníssima minoria que se recusou a participar desta festa pobre!

As características definidoras dessa verdadeira ELITE (que não tem nada a ver com aquela empulhação apregoada pelo execrável Lula, de abominável memória), ou aristocracia, são as seguintes:

1. Manutenção rigorosa dos valores morais tradicionais em seu grupo social;

2. São todos cidadãos do mundo, na mais completa acepção da palavra: Falam outros idiomas, acompanham atentamente o que se passa em outras regiões do mundo, etc.;

3. Abstém-se de serem tragados por esse tsunami de vulgaridades através de um afastamento seletivo dos seus meios de disseminação: Não assistem à televisão aberta, só acessam páginas cujo conteúdo lhes interessa, usam com parcimônia os meios de comunicação mais invasivos, etc.

4. Afiam continuadamente seu senso crítico diante de todas as notícias que lhes são impingidas por meios de comunicação parciais, corruptos, venais, ideologizados, manipuladores, etc.

5. Prezam imensamente uma educação clássica, com ênfase nas grandes realizações da humanidade: Na filosofia, na música, na política, na ética, nas ciências, etc.

6. Não possuem necessariamente grandes recursos financeiros. Vivem com modéstia e dignidade, sem que absorvam a sofreguidão consumista predominante em nossos tempos.

7. Sentem-se totalmente excluídos e marginalizados em sua própria terra. Não se sentem como fazendo parte desta sub-raça de humanoides que se espraiou pela “terra brasilis”.

Por último, e talvez esta seja a característica mais importante de todas…

8. Estão todos se aprontando para ir embora desta malsinada terra, tão logo reúnam todas as condições necessárias para tal. Só virão aqui de volta como turistas, ou para visitar parentes que aqui ficaram sofrendo as agruras desse imenso pântano moral.

No dia que o último deles se for, isto aqui terá percorrido todo o caminho de volta à lei da selva, completando-se assim o ciclo. A única atividade econômica então será o escambo com os gringos. Em troca de miçangas eletrônicas, permitirão que estes se apossem e levem para suas terras os valiosos recursos naturais aqui existentes.

O FINAL DA NOVELA

O Brasil é uma panela de pressão prestes a explodir! O sinal de que caminhamos celeremente para o limite da paciência da população é o firme e gradual aumento no emputecimento da classe média. Esta classe, também conhecida pejorativamente pelos esquerdopatas como “Burguesia”, é quem normalmente atua como fiel da balança nestes casos. Primeiro, a grande maioria silenciosa deixa de lado o seu silêncio habitual e começou a bradar o seu descontentamento em manifestações gigantes e em listas de petições com milhões de adesões. Depois, segundo nos ensina a história, parte para ações mais desesperadas.

O final desta evolução lenta e gradual em direção ao Armagedon tem sido diferente em cada um dos países que passaram por processo semelhante de revolta contra a roubalheira desbragada: Na Romênia e no Iraque, a opção foi enforcar Ceaucescu e Sadan Hussein. Na França, a opção predileta era a guilhotina; na Inglaterra, que não possuía instrumento semelhante, a decapitação dos indesejáveis se dava a machadadas mesmo; na Rússia, optou-se por fuzilar todos os remanescentes da família Romanov; Já quanto a Muamar Khadafi, partiu-se para a ignorância. Foram aplicadas pauladas, tiros, chutes, cacetadas, e todo tipo de porrada que ajudasse a dar vazão à raiva acumulada pela galera. Os Italianos adotaram a mesma metodologia com relação a Benito Mussolini e sua amante, Clara Petacci: Mataram os dois também a cacetadas, só que pendurados de cabeça para baixo. No Chile, optou-se por bombardear o palácio com Allende dentro. Já Júlio Cesar e Calígula, nos bons e velhos tempos do Império Romano, foram devidamente esfaqueados por complôs palacianos.

Grand finale de orgias espoliadoras de uma população até então inerme

O método a ser adotado para nos livrar dos bandidos é o que menos importa. O que importa é o resultado!

O Brasil nunca passou por situação semelhante. Todas as transições de poder por aqui foram sempre pífias, quando comparadas com as grandes mudanças revolucionárias que testemunhamos no mundo. A independência do Brasil foi uma transação entre pai e filho. Os imperadores D. Pedro I e II, ao serem apeados do poder, cada um por sua vez, puderam viajar para Portugal com toda tranquilidade e mantendo sempre uma longa série de privilégios. Getúlio, ao ser deposto, pode viajar para sua estância numa boa. Fernando Collor continua aí, lépido e fagueiro, praticando as mesmíssimas maracutaias nas quais é mestre inconteste. Da. Dilma, a “presidenta”, continua evacuando pela boca aos borbotões, sempre devidamente bancada pelas prebendas do erário. Nessas revoluções de opereta nunca morreu ninguém do governo. Os poderosos sempre puderam sair de cena com toda tranquilidade. O exemplo da morte de Getúlio não conta porque foi ele mesmo quem decidiu se matar.

Já a repressão às insurreições fracassadas, por outro lado, sempre foram de uma brutalidade digna de republiquetas do 3º mundo, coisa que na realidade nunca deixamos de ser. Para que se possa aquilatar a violência praticada pelos donos do regime contra os descontentes, basta lembrar o enforcamento seguido de esquartejamento do Tiradentes, o fuzilamento de Frei Caneca, a degola do Vigário Tenório, as incontáveis prisões e desterros de líderes revolucionários de Pernambuco, e por aí vai. Na guerrilha do Araguaia, morreram bem uns trezentos. Só escapou com vida José Genoíno, e isto por razões bem conhecidas de todos. O império sempre atuou de forma implacável contra seus dissidentes.

Fui testemunha ocular da revolta de Kiev contra seu governante ladrão e entreguista. O padrão de brutalidade das forças governistas foi exatamente o mesmo. Que coisa linda de ver! Foram meses e meses, sob um frio de uns 15 graus abaixo de zero, e a população toda, das mais diversas etnias e origens, todas acampadas em barracas na praça central da cidade, a famosa Praça Maidan, sempre exigindo a renúncia do facínora. A coisa toda culminou com “Snipers” das forças de segurança, estrategicamente posicionados nos telhados dos prédios, matando mais de 100 pessoas em uma única noite. Praticamente não houve feridos. Os tiros foram quase sempre entre os olhos. Não recuou ninguém. Quando o dia raiou e a matança parou, a revolta explodiu com uma intensidade inimaginável. O crápula pegou um helicóptero e fugiu para a Rússia. Foi se acoitar sob as asas de Putin. Logo depois, o exército russo invadiu e anexou a Crimeia. E eu fugi de volta para o Brasil, que não sou de ferro. Deu uma inveja da porra daquele povo lindo!

Este colunista nas barricadas de Kiev, com o comandante das milícias populares e o memorial aos mortos

Fico me perguntando sempre se no Brasil, cuja população sempre se pautou por uma passividade absolutamente bovina diante dos mais absurdos despautérios praticados pelas suas castas dominantes, se há a possibilidade de virmos a assistir algo minimamente similar ao que foi praticado nos inúmeros exemplos acima apresentados: Um governante vir a pagar com a vida pelos crimes que praticou.

A impressão que tenho é que a troca de governantes nestas plagas lusitanas sempre tem se dado através de conchavos entre as mesmíssimas pessoas. SEMPRE! E aos abestalhados cidadãos, cabe apenas ficar assistindo ao desenrolar dessa ópera bufa que não acaba nunca e se repete sempre.

É! Por aqui, as coisas são bem mais devagar! Como somos, por natureza, avessos a meios sanguinolentos para a resolução de disputas dinásticas, poderíamos ao menos utilizar o método desenvolvido e adotado pelos nossos ancestrais portugueses. É um método simples, rápido e de eficácia comprovada. O pioneiro foi um dos primeiros Duques de Bragança. Este, por ser filho bastardo do rei, foi preterido na sucessão em favor de seu meio irmão legítimo. O herdeiro, ao assumir, foi altamente pusilânime e ineficaz. O novo rei teve sua autoridade rapidamente corroída através da concessão de inúmeros privilégios aos nobres e ao clero. A administração de Portugal rapidamente foi ao caos. Mais ou menos o que vem acontecendo no Brasil há décadas. Assim, em nome da urgência nacional, o Duque retornou de sua herdade, lá nos confins de Portugal, local para onde havia sido desterrado pelo seu velho pai, e solicitou uma audiência a sós com seu irmão, o rei. Ninguém sabe bem o que foi que discutiram. O que se sabe é que o rei saiu voando por uma das janelas desta sala que se encontrava em local bastante alto. Ao se estatelar no chão, alguns andares abaixo, o Duque de Bragança imediatamente tomou para si a coroa. Claro que ninguém ousou contestar a sucessão, pois corria o risco de sair voando pela janela também. A primeira providência do novo rei foi retomar todos os privilégios que haviam sido concedidos pela tibieza de seu meio irmão, concentrando assim de novo o poder na figura reinante. Segundo os cronistas da época:

PORTUGAL ASSISTIU ENTÃO A UMA ERA DE PROGRESSO INIGUALÁVEL.

Precisamos urgentemente que nos apareça um Duque de Bragança e faça com esta corja de vermes morais que se apossou dos comandos desta nação exatamente o que este fez com o seu meio irmão: atirá-los todos pela janela de um andar alto. Como este Salvador da Pátria não deverá aparecer, temos nós mesmos de tomar em nossas mãos a tarefa de atirá-los todos pela janela.

Para isso, BASTA NÃO VOTAR EM NENHUM POLÍTICO PROFISSIONAL!

P.S. Perdoem-me Jarbas Vasconcelos, Raul Jungmann, Roberto Freire, Mendonçinha, e outros políticos de vida ilibada (pelo menos até prova em contrário), pela generalização grosseira.

OS SETE PILARES DA SELVAGERIA EMPRESARIAL

A grande tradição empresarial no Brasil é remanescente direta da escravidão. Empresário nenhum do Brasil é simplesmente gestor: ele é DONO! A separação entre o fato de ser proprietário da empresa e ser seu gestor raramente ocorre por aqui, sendo esta a razão principal pela qual temos tão poucas empresas com ações cotadas em bolsa. Tem ainda alguns imbecis mais radicais que chegam a colocar em seus cartões de visita a expressão “SÓCIO PROPRIETÁRIO”, em lugar da função que desempenham.

A última grande “evolução” nesta realidade, se é que podemos chamar assim, se deu depois que um banqueiro, com nome de alemão, se apossou sorrateiramente do controle acionário de uma cervejaria centenária através da aquisição de uma fatia majoritária de seu capital que estava diluído em bolsa. Isto ocorreu lá pelos idos de 1990. A partir deste momento, o mesmo banqueiro estabeleceu um patamar de selvageria na gestão, desta e de todas as demais empresas que caíram sob seu jugo, que passou a constituir um novo padrão de carnificina empresarial a nível mundial.

Assim, este se tornou um dos grupos empresariais mais admirados, na atualidade. O mesmo foi gestado, constituído e cevado enrabando todas as vítimas que deram o azar de cair na sua cadeia alimentar de predação. Estupraram e esfolaram o quanto puderam, descartando o bagaço depois sem a menor comiseração, as seguintes vítimas: seus fornecedores, através de arrochos constantes nos preços de compra; seus funcionários, através de cargas de trabalho totalmente impossíveis de serem atendidas; distribuidores, através de regras que os tornaram todos deficitários, sendo posteriormente retomadas as franquias pela franqueadora; os acionistas minoritários, através de fusões e incorporações altamente lesivas a quem não fosse do grupo controlador; o governo, através de sonegação por meio de isenções concedidas ou mesmo autoconcedidas; os concorrentes, através de uma concorrência altamente predatória e que exige sempre exclusividade dos pontos de consumo; das comunidades onde estão instaladas suas unidades, através de exigências desproporcionais aos poderes públicos locais e, principalmente, os seus clientes finais, os consumidores. Estes, através de aumentos absolutamente desproporcionais à inflação do período e seu aumento nos custos. Todos estes, e quem mais aparecer em sua mira, será depenado sem dó.

Este grupo, através da aplicação profissional do modelo acima descrito, veio a se tornar o maior do mundo em seu segmento, sendo por isso louvado em prosa e verso mundialmente. Agora, este famigerado “Brazilian Way of Management” vem sendo imitado com denodo por um grande número de aprendizes de carniceiros. O mundo está se “brasilizando”! Os pilares deste aprendizado são os seguintes:

1. A MISSÃO – A primeira, única e exclusiva missão de qualquer empresa é encher o rabo dos acionistas principais de dinheiro, “duela a quien duela”, como diria o grande guru da sacanagem nacional, Fernando Collor de Mello. Essas platitudes angelicais, anunciadas aos quatro ventos, por toda e qualquer empresinha de merda como sendo a sua missão é tudinho estória pra enganar otários.

2. ESTILO GERENCIAL – Estabeleceu-se o culto ao estilo gerencial que eu costumo apelidar de “Mad Dog” ou, em bom português, Cachorro Louco. Os mantras dos gestores adeptos deste estilo (ou serão feitores?) são frases do seguinte teor: – Eu estou mandando! Isto é uma determinação! Eu estou pagando! Quem manda aqui sou eu! Ou obedece, ou rua!

Este estilo normalmente se apresenta em conjunto com o estilo “Bebê Chorão”: É aquele tipo de chefe imbecil (olha o pleonasmo) que só sabe dizer: – Eu quero, eu quero, eu quero! Te vira! (sic). Preocupação com a realidade? ZERO! Feed back dos subordinados? ZERO!

3. CLIMA ORGANIZACIONAL – Com relação ao clima no ambiente de trabalho, passou-se a considerar extremamente desejável a manutenção de altíssimos níveis de stress entre os funcionários, como forma de se obter também altíssimos níveis de desempenho. Estica-se a corda até o nível de ruptura através da imposição de metas impossíveis. Quando estes desabam, em desespero por estar sempre aquém das demandas que lhes são impostas, é demitido! Ou é hospitalizado com “Burn-Out”.

4. TRABALHO EM EQUIPE – O epítome desta nova seita administrativa é a ênfase no “Trabalho em equipe”(sic). O novo Santo Graal corporativo são as reuniões. Nelas, normalmente ocorre de um chefe, com síndrome de pavão, perorar durante horas sobre as demandas da organização, sem que sejam admitidas contestações ou questionamentos. A contrapartida são as reuniões de cobrança, ocasião na qual são devidamente humilhados todos aqueles que não conseguiram “Bater as suas metas”.

As reuniões começam sempre com bastante atraso. Ficam todos, feito um bando de idiotas, simplesmente esperando que o chefe se disponha a conceder-lhes o ar de sua graça. Este ritual visa deixar bem claro quem é que manda ali, quem é importante e cujo tempo é precioso, quem é descartável e cujo tempo não vale grande coisa. Não se preparam agendas, não se fazem atas e não tem hora para terminar, independente de qualquer compromisso que os subordinados possam ter.

5. COMPETÊNCIAS – O funcionário ideal, para este tipo de empresas, seria o “Rain Man”. Aquele personagem de filme que, mesmo sendo absolutamente retardado mental, possuía algumas habilidades altamente desenvolvidas. Isto porque, por ser um idiota, aceitaria passivamente todas as sacanagens praticadas pela empresa. Por outro lado, sua competência natural, e para a qual a empresa não contribuiu com nada, seria sugada até o osso. Até a famigerada “gestão por competência” configura uma brutal coisificação dos seres humanos. Este passa a valer só pelo que pode ser útil ao empregador.

6. PROFISSIONAIS – O tipo de profissional mais valorizado, neste tipo de hierarquia, passa a ser aqueles que, mesmo sendo estuprados diuturnamente, acreditam que poderão ascender na hierarquia. Para isso, passam a ser mais “filhos da puta” ainda que seus próprios chefes. Ai de seus subordinados! A receita é bem simples: Extremamente babão para cima! Extremamente nazista para baixo!

7. LINGUAGEM – Cria-se nestas empresas um novo dialeto, que sinaliza o pertencimento do indivíduo a esta confraria, bem como a total sujeição da sua personalidade à sua nova situação. Neologismos como: empoderamento do indivíduo, enquanto funcionário…e outras platitudes deste mesmo tipo.

Alguém ainda se admira que esteja todo mundo louco pra se aposentar e se ver livre dessa matança?

IGUALDADE

“A criminalização (do aborto) é incompatível com (…) a igualdade da mulher, já que homens não engravidam e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria”. (Ministro Luís Roberto – Supremo Tribunal Federal)

Dentre as infindáveis platitudes e imbecilidades trombeteadas e promovidas a verdades absolutas pelas esquerdas messiânicas, provavelmente a falácia mais imbecil de todas seja exatamente esta busca desenfreada pela “igualdade” a qualquer preço. Buscam esta famigerada “igualdade” (sic) em tudo: Uma parelha de boiolas agora virou “casal”, e deve ser tratado igualzinho como se fossem marido e mulher. Os da “raça” negra devem ter prioridade em tudo o que é sistema educacional, mesmo que sejam sobejamente inferiores em termos de preparo intelectual aos seus concorrentes. Tudo isso a fim de pagar uma “dívida social” que ninguém sabe de quanto é, nem muito menos de onde vem; e muito menos ainda quando vai ser quitada. Sempre visando promover uma tão almejada “igualdade social” que ninguém sabe exatamente o que é, pra que serve, e que só privilegia a mediocridade e a preguiça daqueles que querem ser tornados iguais aos que lhes são superiores.

Todos os que trabalham arduamente a fim de prover seu próprio sustento, bem como o de seus familiares, são ser tungado pelo governo todos os meses. Esse dinheiro deve promover a tão almejada “Igualdade na Distribuição de Renda” com uma multidão de parasitas que não trabalha e nem quer saber de nada que se refira a trabalho. Tudo isso sempre a fim de promover a quimera da igualdade.

Acredito firmemente que o nosso Criador não era lá muito adepto desta teoria, já que não criou uma única coisa que fosse exatamente igual a outra. Um fio de cabelo da minha cabeça não é igual aos demais. Uma folha de árvore não é nunca exatamente igual a nenhuma outra folha de árvore deste universo. Um cristal de neve, dentre todos os infinitos possíveis cristais de neve, existentes e por vir a existir neste nosso conturbado mundo, não é igual a nenhum outro. E para acabar de complicar, vem aquela velha maldição de Heráclito: o “Παητα ϒει”! A visão de que tudo no mundo é um eterno fluxo de mudanças.

Agora, vem esse magote de imbecis, indo contra tudo aquilo que nos salta aos olhos, advindo da realidade que nos cerca, e quer porque quer que seja todo mundo exatamente igual.

Primeiramente! E só para que fique devidamente registrado.

NÃO SOU IGUAL A NINGUÉM! NÃO QUERO SER IGUAL A NINGUÉM! EU SOU EU, E NADA MAIS! SOU ÚNICO E, AO MESMO TEMPO, ÍNFIMO, NESTE UNIVERSO DE MEU DEUS! ABOMINO VEEMENTEMENTE A IDEIA DE DILUIR MINHA INDIVIDUALIDADE EM QUALQUER “COLETIVO”, POR MAIS NOBRE QUE POSSA SER. SE TIVER QUE IR PARA O INFERNO, OU MESMO PARA O CEU, QUE SEJA POR MINHAS PRÓPRIAS IDEIAS E ATITUDES. NUNCA ME ESCONDENDO ATRÁS DE “COLEGIADOS” DE QUALQUER TIPO QUE SEJA.

Segundamente, e antes que eu me esqueça: Não esperem de mim qualquer complacência com aqueles que desejarem me enquadrar em um “Contrato Social” que eu não sei de onde veio nem como foi gestado, nem muito menos quais são os seus objetivos, e que não foi assinado por mim em nenhuma ocasião.

Se assinaram por mim, quebraram a cara! Não dei procuração a ninguém para tal.

Continuo sendo o “Senhor do meu destino” e o “Comandante da minha alma”!

Empresário rico, no Brasil, só se for “amigo do rei” e mamar nas tetas estatais

Para completar, de todas as imbecilidades com que temos nos deparado nos últimos tempos, a maior de todas, sem dúvida nenhuma, é a que busca a igualdade entre homens e mulheres.

Já que o excelentíssimo ministro é tão fervorosamente adepto da absoluta igualdade entre gêneros, eu sugeriria que lhe fosse implantado um feto no cu, pura e simplesmente para que este, em função da sua tão almejada busca pela “equiparação plena de gêneros”, pudesse vir a parir um menino bem diante de nossos olhos. Ahhhhhhh!!!!!! Seria Lindo!!!!!!

O danado é que todos nós sabemos, ou pelo menos aqueles que ainda não abdicaram de pensar por conta própria, que o que estou propondo é absolutamente impossível e, acima de tudo, ridículo. Só quem não parece ter se dado conta deste ridículo é o nosso preclaro ministro. Por conta disso, o mesmo se metamorfoseia em um Frankenstein dos trópicos. Sempre em busca da tão propalada equiparação plena entre gêneros, autoriza todo serelepe que, a partir deste momento, todas as mães deste nosso Brasil (pátria amada, salve, salve), podem assassinar livremente, e ao seu bel talante, todos os rebentos que vierem eventualmente a gerar em seu seio.

É claro que, como sempre, a medida prescrita não é de todo má: não há mal que não traga um bem! A parte boa é que se evitaria assim, cortando o mal pela raiz, que hordas de trombadinhas, tal qual nuvens de moscas varejeiras, venham a nos azucrinar, mais do que já somos azucrinados hoje, daqui a alguns anos.

O problema é que, depois de termos liberado uma suruba ampla, geral e irrestrita, teremos que liberar agora, como consequência, o assassinato pelas próprias mães dos bastardinhos indesejados que forem gerados. Se já estávamos testemunhando uma monumental decadência moral em nosso país, agora presenciamos a extinção de qualquer laivo de moral e o passo final em direção a uma nova e rediviva “Sodoma e Gomorra”, desta feita com o beneplácito de nosso preclaro ministro e sua turma.

Ei! MINISTRO!

Data Vênia e com todo o respeito: Vossa excelência é um imbecil e, o que é muito pior, assassino.

Empresário “lascado” e mau pago, sempre esfolado pelas exigências governamentais

O danado é que essa tara equalizadora não se estenda a tudo. O tratamento fiscal que é dado aos empresários, por exemplo. Para os grandes, grandes doadores de propinas e Pixulecos: isenções tributárias de todo tipo e qualidade, medidas provisórias sobre medida e encomenda, empréstimos subsidiados e a juros de pai para filho, terrenos vendidos a preços de banana em final de feira, anistias fiscais periódicas e só Deus sabe o que mais. Para o empresário pobre e o cidadão: O PESO DA LEI!

Outra área onde essa fúria igualitária decididamente não se aplica é na hora da lei ser aplicada!

Qualquer chefete de departamento ou deputadozinho de merda se sente a própria encarnação dos poderes da república e, por consequência, absolutamente intocável pela lei. O cara paira acima do bem e do mal. Isso, e mais a licença para participar das mais escabrosas transações.

Sem falar nos salários nababescos, na vitaliciedade, na estabilidade no emprego, nas aposentadorias integrais, nas mordomias, nas ajudas de custo, etc., etc., etc.

PUTA QUE OS PARIU!!! CHEGA!!!

EU QUERO TRATAMENTO IGUAL PARA TODOS PERANTE ESTE GOVERNO DE MERDA E ESTE JUDICIÁRIO ESCROTO! OU TRATA TODO MUNDO IGUAL, NESTA BOSTA DE PAÍS, OU ENTÃO ESCULHAMBA ESTA PORRA DE VEZ E LIBERA GERAL!

P.S. Conclusão: Onde é pra ter igualdade, não tem! Onde é pro governo não se meter, esses felas da puta ficam metendo o bedelho todo o tempo.

E HAJA EMBROMAÇÃO…

O assunto do momento, para os facínoras que nos desgovernam e nos esfolam se chama “Reforma da Previdência Social”. Esta é, agora, a panaceia universal que irá resolver todos os problemas de nossa destrambelhada administração pública. É algo assim como… Reforma ou o caos! Nunca, na história dos governos ladrões (olha o pleonasmo), tantos foram enganados por tanto tempo, em valores tão altos, e por tão poucos vigaristas altamente expertos e desonestos, quanto esta estória da previdência no Brasil.

A verdade cristalina é que: APOSENTADORIA É (e sempre foi) NADA MAIS QUE UMA POUPANÇA, QUE AS PESSOAS FAZEM, A FIM DE QUE TENHAM DE QUE VIVER QUANDO ESTIVEREM VELHOS E CANSADOS.

Foi assim que esta estória de aposentadoria começou e é assim que funciona nos países onde se conserva algum mínimo de vergonha na cara e de honestidade na administração pública.

No caso do Brasil, que nem tem vergonha na cara e nem honestidade nenhuma na administração pública, a coisa toda é bem diferente. APOSENTADORIA, NO BRASIL, É UM PRÊMIO QUE O GOVERNO DÁ A AQUELES QUE ELE JULGA POR BEM MERECER, NORMALMENTE SEUS APANIGUADOS ,AGREGADOS E ADERENTES, FICANDO ESTES COM A MELHOR PARTE E A POPULAÇÃO SE FUDENDO PARA PAGAR A CONTA!

Cenas de funcionários públicos aposentados curtindo suas APOSENTADORIAS INTEGRAIS, graças ao famigerado e escroto “Regime Especial” bancado pelos milhões de otários do INSS

Conforme já afirmou um grande sábio, em um daqueles raros momentos de cristalina lucidez e sabedoria na história da humanidade, “A ÚNICA COISA QUE CRESCE NA MÃO DOS OUTROS É RÔLA”!

É por esta razão muito simples que, à grande maioria da população brasileira, só lhes cabe nesta parceria escrota entrar de ré e com as calças arriadas, se é que meus parcos leitores me entendem.

Se o governo quisesse mesmo ter alguma coerência nesta estória toda, em vez de ficar inventando dezenas de regras mirabolantes, cada uma delas mais escrota que a outra e sempre visando empurrar mais alguns centímetros de trôlha no cu dos otários, simplesmente se declararia incompetente para gerir esta merda e ordenariam o salve-se quem puder. Foi o que fez o Chile há alguns anos atrás. Esta é a razão que leva aquele país a ser o mais desenvolvido da América Latrina, o de economia mais estável e que mais cresce.

Tudo isso porque o imenso volume de poupança arrecadado pelos fundos de pensão segue direto para os investimentos produtivos, sempre seguindo as orientações e análises dos melhores especialistas das empresas encarregadas de aplicar estes fundos. Isto é exatamente o contrário daquilo que ocorre no Brasil, onde este volume monumental de recursos não tapa o buraco do dente dos ladrões encastelados na monstruosa estrutura estatal e semi-estatal de nossa pátria querida.

Esta, e nenhuma outra, é a razão que faz com que o nosso “querido” governo insista e persista na monumental falácia de pretender “administrar” a poupança que a população faz para se aposentar.

É óbvio que tanta “generosidade” por parte dos nossos paladinos da justiça, protetores dos fracos e dos oprimidos, sempre tem um preço. E podem ter certeza, é um preço monumental. As maracutaias urdidas quando da aplicação destas fortunas imensas, que são drenadas sorrateiramente dos trabalhadores, daria trabalho para centenas de operações lava jato.

A origem dessa imensa roubalheira se deu quando da ascensão do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores da Alemanha (Partido Nazista) ao poder, em 1933. O seu criador e mentor foi um rapaz chamado Adolf Hitler e, com toda a grana que o seu sistema passou a arrecadar, o mesmo reconstruiu a estrutura produtiva de seu país e montou a maior máquina de guerra até então vista pela humanidade. Tudo isso em pouco mais de 5 anos. Outro que enveredou pelo mesmo caminho foi seu colega Mussolini. Tanto que nossa famigerada CLT foi toda montada por Getúlio Vargas tomando por base a sua legislação, então conhecida como “Carta del Lavoro”.

O que deu para tornar a Alemanha uma das maiores potências econômicas e militares da sua época em meia década, no Brasil só vem dando para manter amamentadas e dóceis multidões de parasitas.

Apenas a título de exemplo, se qualquer pessoa que tivesse um salário de R$ 1.000,00 por mês (quase o Salário Mínimo), e pudesse aplicar livremente toda a grana que lhe é forçosa e sorrateiramente arrancada pelo governo, com coisas tais como SESI, SESC, SENAI, SENAC, SENAT SEBRAE, INSS, FGTS, IMPOSTO SINDICAL, etc., etc., etc., este estaria poupando mensalmente algo próximo a 40% de sua renda. Teríamos então um padrão de poupança na população semelhante ao tão invejado padrão chinês.

Ao invés disso, o que temos é uma monumental multidão de parasitas, todos eles dilapidando solenemente as imensas montanhas de recursos que lhes são repassadas graciosamente pelos nossos generosos governantes através de aplicações absolutamente inócuas, com raríssimas e honrosas exceções.

Pois bem, estivéssemos todos nós direcionando esta grana preta para investimentos de longo prazo, e que nos rendessem apenas 1% ao mês (acima da inflação), ao final de 35 anos, este mesmo pobre miserável, detentor de Salário Mínimo, seria possuidor de um patrimônio no valor de… PASMEM!

R$ 2.347.300,00

Isso mesmo! Dois Milhões Trezentos e Quarenta e Sete Mil e Trezentos Reais

Vejam que, caso este pobre miserável desejasse se aposentar, poderia se manter com uma “modesta renda” de aproximadamente R$ 23.347,00 (Vinte e Três Mil Trezentos e Quarenta e Sete Reais) por mês. Isso considerando apenas uma rentabilidade de 1% ao mês nos seus investimentos. Caso não desejasse dilapidar este patrimônio amealhado a duras penas, poderia se contentar com uma aposentadoria de metade deste valor, algo como uns “meros” R$ 11.500,00 por mês, de modo a não permitir que a inflação viesse a corroê-lo. Quem tivesse uma renda de 3 ou 4 mil reais ao mês, poderia vir a se aposentar com uma renda entre os 30 e 50 mil reais por mês, isso sem causar dano algum ao seu capital.

Multidões de aposentados mendigando junto ao INSS suas miseráveis aposentadorias

ALÔ! ACORDA, OTÁRIO!!!!!

Em vez disso, ficaremos mendigando em filas intermináveis no INSS, sempre a fim de receber uma aposentadoria incerta, absolutamente ridícula e cheia de restrições e de obstáculos.

Só há um “pequeno” problema nessa estória toda, caso queiramos enveredar pelo caminho Chileno: quem fez essa mudança no Chile foi um Cabra da Peste muito macho chamado Pinochet! Para fazer isso, ele precisou botar alguns milhares de esquerdinhas dentro de aviões Hercules C-130 e mandar largar tudinho em alto mar. Num instante, pararam de querer assegurar os “Direitos Sociais” da classe trabalhadora.

Infelizmente, Pinochet já morreu. Ultimamente, pelo menos aqui no Brasil, os cangaceiros que apareceram só tem trabalhado para alimentar seus “Trustees” na Suíça com os Pixulecos amealhados em infindáveis e tenebrosas transações. Nem as aposentadorias integrais são suficientes para saciar a voracidade deles.

O LATROCÍNIO DE UMA NAÇÃO

Todo dia eu me pergunto: Como foi que essa corja de canalhas, que se assenhorou de todas as posições de poder em nosso país, conseguiu nos conduzir até esta situação de total descalabro econômico e social em que estamos? Por que esta miséria crescente em que nos afundamos a cada ano que passa? Quais as razões que nos levaram a essa profunda desesperança, juntamente com a sensação de que não vamos conseguir nunca sair desta espiral de horrores que estamos vivendo atualmente no Brasil?

Acham que estou exagerando? Que estou sendo pessimista em excesso? Derrotista? Vamos aos fatos!

No Brasil, mais de metade da população TOTAL tem idade para trabalhar e não trabalha. A grande maioria, não trabalha porque não encontra ninguém disposto a lhe contratar para executar algum serviço útil. Dos menos de um quarto da população que trabalha, a grande maioria labuta em funções que não agregam valor nenhum à sociedade. Fica fácil entender imediatamente porquê nos contorcermos eternamente na miséria e afundando cada vez mais: Muita gente para comer e pouquíssimas para produzir. As razões que nos conduziram a este estado são muitas.

Primeiramente, nossa “moderníssima” legislação trabalhista. Você não contrata simplesmente alguém para trabalhar: Você adota um filho! E um filho bastardo. Daqueles que fica só ruminando qual a trairagem que vai aprontar para lhe lascar mais adiante. Isto sempre acoitado pela nababesca estrutura dos Jardins Suspensos da Babilônia em que se transformou a justiça do trabalho, sempre à procura de um “hipossuficiente” para ser defendido pelos “Paladinos da Justiça”, de modo a justificar a esbórnia. Ninguém, que tenha empregados, neste país, sabe a quanto monta o seu passivo trabalhista.

Depois, qualquer um que deseje produzir alguma coisa neste país passa imediatamente a ser arrolado na categoria dos bandidos sanguinários, exploradores da mais valia dos “pobres” trabalhadores, além de sonegador voraz, cabendo-lhe sempre e diuturnamente o ônus de provar sua inocência a dezenas de fiscais, dos mais variados órgãos federais, estaduais e municipais, todos ávidos para abocanhar-lhe uma parte de seus parcos rendimentos mediante a venda da simples promessas de que não irá ser “Autuado”.

Acrescente a este quadro aterrador a total inexistência de disponibilidade de linhas de crédito para investimentos produtivos. O crédito, quando há, é a juro extorsivo e cheio de exigências de contrapartidas (Pixulecos?). Estas encarecem tanto o crédito que inviabilizam qualquer projeto. Assim, diante da voracidade infinita com que a corja dominante se assenhora dos parcos recursos da economia para financiar a bandalheira econômica que implantaram, extermina-se a vontade empreendedora de qualquer pessoa que possua um mínimo de neurônios. Fica facílimo, então, entender porque a nossa economia engatou marcha a ré e acelerou há já uns 30 anos.

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Saturno, ou Krono (o tempo) para os gregos, devorando seu próprio filho. Rubens e Goya

A partir da total ausência de oportunidades para se conseguir um emprego, por mais simples que seja, até porque o nível de desenvolvimento mental da maioria esmagadora da população, por estar situado entre uma ameba e uma lombriga, não dá para conseguir grande coisa mesmo, só resta à população o recurso a um emprego público. A receita é aquela velha conhecida: O Barnabé, ao conseguir se imprensar em uma boquinha por indicação do cunhado de um amigo da piniqueira da amante de um deputado da base aliada, finge que trabalha e o governo finge que lhe paga. Assim, assegura um meio de subsistência, por mais modesto que seja, e sem que tenha de fazer porra nenhuma. Depois, é só esperar a aposentadoria integral.

Se o indivíduo tiver condições para estudar mais um pouquinho, afinal o FIES tá aí pra isso mesmo, entra numa daquelas faculdades novas, em que as matérias primas são giz e cuspe, e em que o elemento entra burro e sai jumento diplomado. “Compra” um diploma em sessenta suaves prestações. Normalmente, por razões práticas, o curso escolhido é o de direito ou administração. E assim, o elemento, agora “deplomado” (sic), vira mais um nobre membro da zelosa classe dos “CONCURSEIROS”.

È óbvio que o emprego almejado por criaturas com tão sublimes qualificações, como as acima listadas, tem de achar algo que lhes propicie viver de “vender conversa”, ou então de enquadrar traficantes e trombadinhas. Algo assim como delegado, promotor, procurador (desses que procuram, procuram e não acham porra nenhuma nunca!), assessor, etc. Na realidade, vivem mesmo procurando o que fazer para justificar os belos salários que recebem pontualmente, e que JAMAIS conseguiriam em QUALQUER empresa, tendo em vista o rudimentarismo e a inocuidade das iníquas funções que desempenham.

O interessante é que esta categoria de agregados e aderentes à estrutura governamental proliferou de forma semelhante a uma infecção bacteriana em nosso tecido social. Hoje, são milhões e milhões, fora os outros milhões de ex-colegas, todos aposentados com vencimentos integrais. A coisa cresceu de maneira tal que estados como o Piauí, apenas a título de exemplo, tem quase a METADE das pessoas que trabalham recebendo de algum emprego no governo. Como consequência, metade do PIB do estado advém de repasses federais (FPE, FPM, FUNDEB, FNE, FDNE, Salários federais de inúmeros órgãos, aposentadorias, Bolsa Família, etc.). Não sobra quase nada para investimentos produtivos. Se o estado declarar independência, retorna imediatamente ao canibalismo, já que não produz nem o que come. Produção, por lá, só mesmo de bebês. E como produzem…

Este fenômeno se repete, em maior ou menor escala, em todos os outros estados do Nordeste. Segundo o último número que possuímos, e que já é de alguns anos atrás, o estado de São Paulo recebe anualmente do Governo Federal cerca de R$ 200 Bilhões a menos do que arrecada de impostos federais. Esse saldo negativo é o dinheiro que é repassado pelo mesmo Governo Federal, a “fundo perdido”, para os estados do nordeste. Assim, fica fácil entender porque é que os sulistas querem mais que o Nordeste se exploda.

Se fossem só os repasses para remunerar os milhões e milhões de funcionários, até que dava para o país, que é riquíssimo, aguentar o tranco. Danado é quando essa tropa de imbecis inventa de fazer alguma coisa. Aí é que vaca vai direitinho para o brejo. São projetos mirabolantes, sempre na casa dos bilhões e tocados a “toque de caixa” e em “Regime de urgência”, sem quase nenhuma análise prévia das viabilidades e, na maioria das vezes, através de “Dispensa de Licitação”. Começam orçados em alguns bilhões e terminam em muitas dezenas destes mesmos bilhões, sempre através do artifício fácil das sucessivas adições ao contrato original da licitação. Demoram décadas em construção, sempre demandando mais e mais recursos e, o que é muito pior, se algum dia entrarem em operação, não prestarão para nada. Os exemplos se sucedem: Transposição, Transnordestina, Refinarias, Polo Petroquímico, Plataformas, etc, etc, etc.

É de se estranhar que este governo de ladrões esteja devendo quase uns R$ 3 TRILHÕES?

Dá para acreditar que este maldito governo esteja torrando uns 40% do PIB, e que ainda assim, o dinheiro não dê para pagar tudo e fica um rombo de R$ 170 Bilhões para somar ao total da dívida TODO ANO?

Dá para acreditar que QUASE A METADE de tudo o que esse governo calhorda arranca a fórceps da população é só para pagar OS JUROS da imensa montanha de dinheiro que já está devendo, algo assim como inacreditáveis R$ 500 BILHÕES, todos os anos, de BOLSA BANQUEIRO?

Dá pra acreditar que vamos algum dia sair desta merda?

Comparem os R$ 500 Bilhões que são abocanhados todos os anos por meia dúzia de banqueiros, com os R$ 200 Bilhões através dos quais o governo federal remunera e corrompe corações e mentes dos seus 2 milhões de funcionários públicos, todos eles frontalmente contra a PEC que tenta limitar o esquartejamento econômico de nosso país. Botem mais um bilhãozinho aqui, para uma central sindical comprada, outro bilhãozinho ali, desta feita para um magote de ONGs fajutas, outro bilhãozinho para as “famigeradas” emendas parlamentares, e estará composta a claque de palermas inocentes úteis que assegurará a continuidade “ad aeternum” desta esculhambação.

Por isso que eu comparo nosso país ao Deus grego que devorava seus próprios filhos.

“Dos filhos deste solo és mãe gentil”? Piadinha de péssimo gosto! hahaha

E tenho dito!

ARMAGEDON

Identificado na Bíblia como a batalha final de Deus contra a sociedade humana iníqua.

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“E os sete anjos, que tinham as sete trombetas, prepararam-se para tocá-las.

E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e o mundo foi saraivado de fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda erva verde foi queimada. E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e se tornou em sangue a terça parte do mar.

E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus.

E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas. E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas. E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite.

E olhei, e ouvi um anjo voar pelo meio do céu, dizendo com grande voz: Ai! ai! ai! dos que habitam sobre a terra, por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que ainda hão de tocar”.

Apocalipse de São João

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Parece-me cada vez mais válida uma análise que fiz, aqui no JBF, em setembro de 2015.

Primeiro, relembrei as frustradas tentativas de tomada do poder das esquerdas em 1935 e em 1964. Em 1935, agiram na calada da noite e assassinaram inúmeros militares, seus companheiros de farda, enquanto dormiam. Mesmo tendo chegado a obter algumas vitórias menores, foram devidamente rechaçados. Em 1964, escaldados pelas mortes ocorridas em 1935, os comandantes militares prepararam minucioso plano de golpe preventivo que, ao ser executado, resultou na total e completa derrota das esquerdas, sem que fosse disparado nenhum tiro e sem que houvesse vítimas fatais por conta de enfrentamentos entre as facções em luta. O grande receio era que, em havendo mortes, a opinião pública brasileira se voltasse contra o movimento militar, tendo em vista o caráter eminentemente pacífico de nossa população. As lideranças esquerdistas não foram covardemente assassinadas como os militares de 1935.

Passado o período militar, passou-se a bombardear a população, de forma sistemática e por toda uma pletora de meios de comunicação, com a versão que dizia terem sido os militares os responsáveis pelos “Anos de Chumbo”, e que os terroristas e propugnadores da “Ditadura do Proletariado”, devidamente encarcerados ou expulsos de nosso país naquele período, como sendo os verdadeiros heróis de nossa pátria. Instalaram-se as famigeradas “Comissões da Verdade”, a fim de revolver velhas feridas já devidamente pacificadas pela lei da anistia, providenciaram-se indenizações milionárias para as “vítimas” do regime, e por aí seguiu a busca por se redesenhar o passado que todos testemunharam.

A pergunta agora é: Dá para repetir o que foi feito em 1964? Quer dizer: prender toda esta cambada de ladrões, juntamente com a multidão de esquerdistas viscerais e inocentes úteis? Retirá-los totalmente da vida pública em um único golpe? Vamos aos cenários que proponho:

1º CENÁRIO – O MENOS VIOLENTO: Por definição, imaginamos que as Forças Armadas estão coesas, solidamente unidas e motivadas para o desafio com que se deparam.

PROJEÇÃO: Quando os militares que prenderão LULA, chegarem à casa do ex-presidente, bastarão segundos para que todo o MST, armado de foices e facões (no mínimo), invada os centros urbanos e saia degolando quem encontrar pela frente. Este é o método! Aterroriza-se com violência brutal nas primeiras horas e, se alguém da população ainda pensava em reagir, a partir daí, tranca-se em casa e passa a aguardar os acontecimentos. Por sua vez, em perfeita sincronia, as FFAA recebem ordens de sufocar os tumultos e, imediatamente, ruas de várias cidades ficam cheias de vítimas dos dois lados.

ANÁLISE: Como o PT e seus aliados já desviaram montanhas de dinheiro, exatamente com a finalidade precípua de se armar e preparar para uma situação como esta, assim como o grau de envolvimento conspiratório (tanto dentro como fora do Brasil) já é extremamente grande, a hipótese das milícias comunistas não agirem é praticamente ZERO!

ESTIMATIVA: Neste cenário, já não há hipótese de uma intervenção militar sem que corra sangue.

2º CENÁRIO – VIOLÊNCIA MEDIANA: As Forças Armadas sem uma forte identidade ideológica. Agentes de campo buscam freneticamente cooptar militares para aderir ao movimento.

PROJEÇÃO: Além da violência oriunda de mercenários pagos com o dinheiro que já foi roubado dos cofres públicos, como dos assalariados do MST, também ex-presidiários, acostumados a matar e praticar violência, previamente colocados em liberdade (visto terem uma dívida moral com o governo petista que lhes proporcionou bolsas em dinheiro para seus familiares), toda esta horda de bandidos e assassinos semeará o terror até que não haja mais reação alguma. Forças militares (Pró e contra o governo) levarão a luta até o desfecho final, vencendo o lado que contar com soldados mais determinados, melhores armas, maior contingente, etc.

ANÁLISE: Quando soldados lutam, o fazem por ideais. Soldados de verdade não brigam por dinheiro ou outra coisa qualquer que não seja seu amor e dedicação ao país onde nasceram e aos regimentos onde passaram boa parte de suas vidas. Com um exército dividido, será necessário um general com capacidade de unir forças e convencer seus homens a combater um inimigo comum. Todo grande comandante fez isto mais de uma vez.

ESTIMATIVA: Se ocorrer de forças militares brasileiras combaterem-se mutuamente, haverá um período terrível para uma população que jamais pensou na possibilidade desta ocorrência. Assim, uma população cuja preocupação majoritária é sobre como quitará suas despesas domesticas, ver-se-á subitamente frente a uma situação absolutamente dramática, já que correrá muito sangue neste cenário.

3º CENÁRIO – VIOLÊNCIA EXTREMA

Sentindo a impossibilidade de vencer nossas FFAA, a organização comunista resolve que a decisão de uma América do Sul comunista é irrenunciável e, para cúmulo da traição, convoca nossos vizinhos “Socialistas Bolivarianos”(Equador, Venezuela, Cuba, Bolívia, etc.), que haviam sido previamente comprados através da realização de obras, ou mesmo recheando os bolsos de políticos corruptos dos mais variados escalões, para que invadam nosso território, juntem-se a eles nesta luta fraticida e os venham ajudar a assassinar nossos soldados. A etapa seguinte seria convidar Russos e chineses.

PROJEÇÃO: Num quadro como este, muitas famílias verão seus filhos jovens serem convocados pelas FFAA, ou serem sequestrados por milicianos e obrigados a lutar. É UM dos piores cenários possíveis.

ANÁLISE: Em qualquer dos cenários acima descritos, uma intervenção militar, mesmo com garantias constitucionais e vasto apoio popular, se não dispuser da população disposta a marchar ombro a ombro com os saldados, de forma a demonstrar claramente o que somos e o que queremos, será muito difícil.

ESTIMATIVA: Este é o cenário mais cruel porque ceifará um número de vidas muito maior do que qualquer outro imaginado. Se for verdade que o PT roubou tudo o que se diz, os vários BILHÕES não tinham por objetivo apenas enriquecer LULA, seu filho e alguns asseclas. Foi para pagar homens, armas e máquinas de guerra a fim de conquistar o Brasil. Se, nessa situação de tão trágicos presságios, nenhum movimento for feito, seja por nós, seja por nossas FFAA, em menos de dois anos estaremos todos vivendo sob a tutela de um regime comunista.

P.S. Quer evitar que tudo isto aconteça? Comece fazendo o óbvio: Vá para as ruas protestar! Esclareça as pessoas que lhe estão mais próximas. Compartilhe este texto o mais que puder. Quanto mais gente esclarecida houver, mais seguros e determinados estarão nossos combatentes. Por outro lado, não esperemos apenas que um anjo ilumine os deputados, os juízes do TCU, do TSE, do STJ e do STF, para que estes passem a trabalhar contra o projeto desta corja. Lembrem que gente da “qualidade” de um Toffoli, Fachin, Lewandowski e Luciana Lóssio, formadores da “Bancada do PT”, já compõem quase a maioria nestes tribunais. Esta deve ser nossa última chance para afastarmos este ARMAGEDON! Não a deixem passar. Quanto á multidão de “otoridades” venais que estão vendendo suas almas e consciências por dinheiro e vantagens, perpetuando esta situação de descalabro, que o sangue destes inocentes que deverão morrer caia sobre suas cabeças, amaldiçoando-os todos por toda a eternidade. Que o fogo dos infernos não lhes seja leve!

LOMBRIGAS VORAZES

Que nosso país já nasceu destinado a ser uma das grandes potências não temos a menor dúvida. A abundância de riquezas com que nos presenteou a Providência Divina é proverbial. Coloca-se sempre a culpa pelo nosso atraso econômico e civilizacional em algumas características que teríamos herdado das etnias que vieram aqui amalgamar-se a fim de formar o povo brasileiro. Nada mais longe da realidade! Gilberto Freire já questionava firmemente esta explicação nazista, à la Gobineau e sua troupe de arautos das raças puras, dos super-homens Nitzeschianos e dos “Untermenschen” de Hitler.

Somos uma população de mestiços, com muito orgulho, e com todos os ônus e bônus decorrentes desta condição. Na minha modestíssima opinião, foi exatamente esta mescla de raças que propiciou a criação de um povo de extremos: uma imensa população de criaturas de traços pavorosos convivendo com multidões de criaturas das mais bonitas da face da terra. Todas brasileiríssimas e cada dia mais bonitas, sem que se faça necessário nenhum projeto de eugenia. Graças apenas ao processo de seleção natural verificado quando da busca de um par para acasalamento, estamos depurando a “raça” brasileira.

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Com relação à disposição para o trabalho árduo e profícuo, diz-se não ser um dos traços primordiais do ethos inculcados no nosso inconsciente coletivo por termos sido formados pelo negro manhoso, o índio guerreiro e o europeu aventureiro que vieram formar esta nação. Nada mais longe da nossa realidade. O histórico das gerações anteriores é de muito trabalho. Só depois de termos passado quase uma geração completa sob o comando da gangue do PT, quando se exacerbou a filosofia do estado como fonte inesgotável de recursos e devedor do “resgate” de dívidas sociais saídas só Deus sabe de onde (Tudo bancado pelo otário de sempre: NÓS!) foi que se disseminou a apologia socialista das mamatas.

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Sabemos que antigamente, para o intelectual ter o seu sustento assegurado, fazia-se mister que este fosse detentor de alguma função pública. Haja vista Machado de Assis, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto, Drummond, Vinícius de Morais e tantos outros mais. Hoje, a mudança que verificamos é que, ao invés de buscar um meio para assegurar seu modesto sustento, evoluímos (?) para uma condição em que todos almejam, única e exclusivamente, se dependurar nas tetas estatais e, em paralelo, enriquecer rápida e despudoradamente, seja por que meio for, mesmo que utilizando os artifícios e mutretas mais abjetos. Implantou-se um verdadeiro frenesi do “Salve-se quem puder”! Ninguém mais quer ficar no papel de otário, pagador de impostos e provedor de recursos para a esbórnia praticada pelas gangues que se apossaram do aparato estatal e o estão dilapidando com gosto. Implantamos com denodo o mandamento de que devemos todos nos locupletar. O país vive uma parasitose em estado terminal.

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A grande dúvida que ainda nos resta agora é saber o destino a ser dado aos parasitas maiores dessa carnificina econômica que está sendo praticada com a nossa nação. Esses gordos lombrigões acima e muitos outros mais. Falo isto porque são tantos que, prover cadeia para essa multidão de canalhas, vai nos custar muito caro. Minha proposta é, ou anistiar todo mundo, ou fuzilá-los todos por crime de traição e de “Lesa Pátria”. Sairia bem mais barato e seria muito mais eficaz. Por mim, anistia e leniência um caralho!

Acresce ainda que, dentro da cadeia alimentar dos parasitas que nos infelicitam, existe toda uma hierarquia. Alguns, mais escolados na nobre arte de engabelar otários, arte esta desenvolvida ao longo de anos e anos de disputas sindicais e políticas, situam-se no topo desta cadeia e estabeleceram o ritmo da roubalheira. A estes, normalmente coube a parte mais suculenta do butim: São ministros, governadores, deputados, senadores, prefeitos, e até presidentes. São também os maiores beneficiários da roubalheira e, como é de praxe, alegam sempre não saber de nada. Acho ótimo! Se forem mesmo inocentes, o que duvido muito, ao serem fuzilados virarão mártires e irão direto para o céu. Que beleza!

Muitos desses canalhas já foram presos, ou estão em vias de o serem. O danado é que, após delatarem alguns comparsas, passam algum tempo presos, saem para prisão domiciliar e, logo depois, estão livres e desimpedidos para usufruir de toda aquela imensa grana que roubaram dos otários.

Menos mal, já que antes, nem presos iam. Mas é de lascar! E nós, a tudo assistindo com cara de bundão.

Mesmo sendo essa multidão de ladrões de altíssima periculosidade no topo do esquema quem montou e operou a roubalheira, o problema maior ainda não é nem esse. A bronca é a imensa multidão, composta já por mais de um milhão de parasitas encastelados na estrutura estatal, todos altamente viciados a não fazer porra nenhuma e a ser remunerado muito acima do mercado. Isso sem falar no outro milhão de privilegiados, aposentados do funcionalismo público que, mesmo sem terem contribuído adequadamente para tal, se aposentaram com vencimentos integrais. Isso quando não nos tripudiam ainda mais ao acumular aposentadorias de diversas fontes, sempre bancadas pelo contribuinte otário, mais os pixulecos.

É como dizia a Madre Superiora, naquele momento de rara inspiração: Assim não tem cu que aguente!

Será que, algum dia, a revolta e o nojo da população serão suficientes para mudar esse estado de coisas?

DUVIDO MUITÍSSIMO! ESSA MERDA DE PAÍS NÃO VAI SAIR DISSO NUNCA!

RAPOSAS CUIDANDO DO GALINHEIRO – (E NÓS SOMOS AS FRANGUINHAS)

“A melhor forma de se dar bem fora da lei é legislando em causa própria.” – Millôr Fernandes

Uma das características mais escrotas da corja que vem infelicitando este país há décadas é a sua capacidade de se blindarem mutuamente, de modo que ninguém possa imputar-lhes nada e nenhum deles venha a ser punido por todas as falcatruas e trambiques praticados com recursos públicos.

Visando este objetivo, pratica-se diuturnamente uma verdadeira suruba administrativa!

Os três poderes, supostamente “harmônicos e independentes”, mancomunaram-se para estuprar cada vez mais a população. Se o coitado do Barão de Montesquieu saísse da sua catacumba e visitasse o Brasil, ao ver a lambança que fizeram com as suas ideias, seria capaz de enfartar.

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Vamos dar uma pequena amostra de como funciona esta usina de patifarias:

1ª sacanagem – O FORO PRIVILEGIADO:

A forma mais eficaz encontrada para proteger as pregas do fiofó das “inselenças” foi colocar todos esses bandidos para serem julgados por um tribunal cuja função maior é analisar questões constitucionais. Este não possui estrutura minimamente adequada para julgar a avalancha de processos criminais a que está sendo submetido. A consequência é uma eterna procrastinação. Isto leva à prescrição da maioria absoluta dos julgamentos e sentenças, sem falar do envolvimento pessoal existente entre os julgadores e aqueles que deverão ser julgados. O melhor exemplo disso é o nosso Presidente do Senado: tem uma penca de processos que andam a passo de lesma e se estendendo por décadas sem fim. Vai morrer e não vai preso.

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2ª sacanagem – JUIZES DOS TRIBUNAIS SUPERIORES ESCOLHIDOS E HOMOLOGADOS PELOS MESMOS BANDIDOS QUE DEVERÃO SER JULGADOS POR ELES:

Essa aí pode ser considerada como sendo a mãe de todas as sacanagens: – “Eu te nomeio pra uma sinecura vitalícia e tu prometes me livrar a cara, sempre que se faça necessário. Estamos combinados?”

Foram nomeados desta forma algumas das figuras mais vergonhosas que já passaram pela avacalhada magistratura nacional nos tribunais superiores. Isto nas palavras de seus próprios pares. Um, foi nomeado porque a mãe era amiga da mulher do sátrapa da hora. Outro, como prêmio pelos bons serviços jurídicos prestados à gangue, mesmo sendo de uma mediocridade profissional acachapante. Um terceiro, nomeado com a missão de livrar a cara de um comparsa enredado nas malhas da lei. Aqueloutro, por ter se declarado fervoroso acólito do projeto medíocre de país defendido pela gangue. Dá pra aguentar?

Nos Estados, é pior ainda. Teve um governador do Nordeste que se empolgou e nomeou a própria mulher para lhe auditar as contas no Tribunal de Contas do Estado. Não se importou nem com o fato desta ser enfermeira e não entender bulhufas de contas públicas. O pior foi a Assembleia Legislativa Estadual, pra variar composta por canalhas, se curvar aos ditames do ditadorzinho de opereta e aprovar a nomeação.

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3ª sacanagem – JUIZES E DEPUTADOS BANDIDOS (Olha o pleonasmo) SEREM JULGADOS PELOS PRÓPRIOS COLEGAS:

Não podia dar outra! A pena máxima, para qualquer juiz, por maior que tenha sido a sacanagem praticada pelos mesmos, é a aposentadoria compulsória (com salário integral, é claro!). No caso dos deputados, a pressão pública e o medo de não se perpetuar nas mamatas faz com que, em alguns casos mais extremados, os colegas virem as costas a aqueles dentre eles que tiveram a desgraça de ver suas falcatruas nas primeiras páginas dos jornais. Bota em um Tribunal de Júri Popular que sairiam todos apedrejados!

4ª sacanagem – PARLAMENTARES DEFININDO SEUS PRÓPRIOS SALÁRIOS E VANTAGENS, BEM COMO DA IMENSA GANGUE DE APANIGUADOS E ADERENTES:

Essa pode ser considerada uma das formas mais eficazes para se depenar o erário “dentro da lei”: Nomeia-se uma multidão de aspones totalmente inúteis, que nunca comparecem nem para “bater o ponto”, e se recolhe destes mesmos parasitas uma modesta contribuição para o fundo partidário. Algo assim como metade de tudo o que receberem. Isso quando não são funcionários fantasmas.

Se comparecerem todos ao mesmo tempo, formar-se-á uma multidão digna de show de rock nos gabinetes parlamentares. E nós bancando essa montanha de escrotidão…

5ª sacanagem – AUTONOMIA DAS UNIVERSIDADES E DO JUDICIÁRIO:

Essa é a palavra mágica: AUTONOMIA! Mais uma forma tremendamente eficaz de nos enrabar sem dó e, o que é melhor, totalmente “dentro da lei”. Isso quer dizer simplesmente o seguinte: Nós, que pagamos a lambança deles, só temos o direito de entrar com a bunda. Eles é que possuem total independência para fazer o que quiserem com a fortuna de dinheiro que lhes é destinada.

Essa, e não outra, foi a razão que levou nossas universidades federais a se transformarem em verdadeiras madrassas, totalmente direcionadas à doutrinação do nosso talibã socialista tupiniquim. Foi assim que a prioridade se deslocou das carreiras técnicas para o estudo de “questões sociais” e outros quejandos de igual jaez, passando a formar hordas de semianalfabetos, todos altamente intoxicados por ideologias imbecilizantes que já foram desmoralizadas sobejamente pela realidade, sempre que aplicadas.

A LUZ NO FIM DO TÚNEL

O único fato novo que está levando ao desespero esse tremendo aparato fudetório da população é uma invenção da constituição de 1988: O Ministério Público. Dá gosto ver esses jovens procuradores, juntamente com alguns bravos juízes, demonstrando por “A” mais “B” o quanto esses caras são canalhas e desmantelando a montanha de mentiras e sacanagens que aprontaram. Com essa eles não contavam.

 

VIAGEM NA IMBECILIDADE DO QUOTIDIANO

Nós brasileiros nos destacamos dentre o concerto das nações pelo fato de não termos dado origem a uma grande quantidade de gênios, salvo as mesmas raras e honrosas exceções de praxe. Um bom indicador dessa constatação é o fato de não termos, até hoje, nenhum Prêmio Nobel, mesmo estando este prêmio um tanto quanto avacalhado ultimamente. Como desgraça nunca vem sozinha, pari passu com esta mediocridade acachapante e de raiz, aquele de nós que ainda insiste em por seus neurônios e sinapses para funcionar, é forçado a conviver diuturnamente com um tsunami de imbecilidades que suplanta de longe o de Fukushima.

Tomei a liberdade de pinçar aleatoriamente algumas das manifestações mais estarrecedoras dessa imbecilidade galopante que, mesmo se apresentando de forma universal, encontrou aqui por estas plagas um caldo cultural tão propício ao seu desenvolvimento que veio a se constituir numa forte definidora daquilo que nos acostumamos denominar de “Brasilidade”. Vamos, pois, a esta escatologia teratológica:

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1. Horizonte temporal de curtíssimo prazo.

De maneira similar a Wittgenstein, quando este afirmava que “O universo vocabular define o tamanho do cérebro”, afirmo eu que o horizonte temporal representa fielmente o estado de evolução espiritual de um ser humano. Pessoas cuja visão do mundo se estende por dezenas de gerações, abarcando toda a imensa epopeia que tem sido a saga desta espécie diferenciada de macacos pelados e que pensam que pensam, são necessariamente pessoas cujo estágio evolutivo se situa nas camadas mais altas. O mesmo raciocínio se aplica quando estas mesmas pessoas projetam o impacto de nossas ações atuais nos séculos que ainda estão por vir.

Infelizmente, parece-me que a maioria absoluta de nossos contemporâneos, especialmente os nossos irmãos da “terra brasilis”, limitam o foco das suas visões a aquilo que deverão comer no jantar. Lembram-me muito a constatação dos autores do livro “Freakonomics”, quando estes relatam uma experiência realizada com uma espécie de macacos “cuja única preocupação seria comida e sexo”. Logo depois, os mesmos se corrigem e constatam que a maioria das pessoas que eles conhecem se comportaria exatamente desta maneira.

Devem ter realizado esta experiência no Brasil.

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2. Meu estômago como representação do mundo.

Como consequência direta desta visão chinfrim do mundo, a maioria das pessoas passa a julgar o valor de qualquer coisa a partir das vantagens imediatas que poderá lhes propiciar. Assim, governo bom seria unicamente aquele que lhes aumenta as mamatas e regalias.

Preocupação com impacto nos demais? ZERO!

O resto que se lasque. O meu primeiro e, de preferência, bem muito.

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3. O Governo como o grande provedor.

O desdobramento deste hedonismo ególatra, que foi amplamente cultivado e cevado pelas hordas de sindicalistas famélicos que nos infernizou nos últimos anos, foi uma verdadeira apoteose de benesses estatais, distribuídas de mancheias a todos os apaniguados, agregados e aderentes ao bacanal estatal.

As consequências, como diria o sábio Conselheiro Acácio, vieram depois! Um aparato estatal altamente perdulário, totalmente irresponsável, afundado em montanhas de dívidas, às portas da bancarrota e predado por um paroxismo de parasitismo galopante.

Se fosse só o aparato estatal falido, estaria tudo bem. Só que este, no afã de sobreviver, exauriu todas as forças das atividades produtivas, levando junto consigo, para uma condição de virtual falência econômica, toda uma nação riquíssima em potenciais.

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4. Ver o mundo como eu gostaria que ele fosse.

A mais interessante expressão da maré de imbecilidades nacionais são aquelas lideranças que, mesmo tendo nos conduzido à beira da total falência econômica, continuam insistindo de forma Panglossiana que “Este é o melhor dos mundos possíveis”! Retiramos milhões da miséria (através de esmolas estatais). Colocamos milhões de jovens na universidade (Entram burros e saem jumentos). E por aí vai…

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5. Nós contra eles.

Você teria coragem de comprar um carro usado de algum desses vigaristas acima?

A tara dessa Corja é a luta de classes. Como exterminaram com a classe operária, já que conseguiram falir a quase totalidade da indústria nacional, decidiram partir para fomentar a luta entre “raças” (sic), conceito nazista redivivo nestes tristes trópicos, e colocar a mundiça contra azelites dozoi azuis. Dá pra aguentar? Para essa porra que eu quero descer!

VERBORRAGIA

A característica mais infame através da qual os brasileiros se distinguem das demais nacionalidades com as quais eu tive o prazer de conviver é a loquacidade!

Já foram por mim visitados bem mais do que cinquenta países. Estudei em alguns, trabalhei em outros. Alguns eu apenas visitei. Outros, percorri-os de ponta a ponta, atravessando-os e conhecendo-os em detalhes, visitando todas as suas inúmeras regiões. As suas diferenças culturais são infinitas e foram todas observadas por mim com extremo fascínio. Em nenhum deles me deparei com pessoas que fossem tão absurdamente faladoras, que falassem tão alto e que falassem tanta besteira.

O brasileiro atual apresenta uma necessidade premente e imperiosa de externalizar, a qualquer custo, todas as imbecilidades que lhes vão n´alma. Não foi à toa que o genial Millôr Fernandes afirmou certa vez que “A boca é o órgão excretor do cérebro”. Quis dizer com isso que esta seria o duto natural de saída de tudo o que é merda que as pessoas possuem em suas cabeças. Millôr conhecia muito bem os brasileiros!

A impressão que eu tenho é que a necessidade que estes espécimes possuem de botar pra fora tudo o que é excrescências que lhes recheia a cabeça chega a ser uma necessidade fisiológica irreprimível. As imbecilidades lhes jorram boca a fora como quem solta um peido: Saem de moto próprio e sem que estes consigam segurá-los. Caso não consigam excretá-las, estas virão a provocar uma pressão indizível nos seus miolos, podendo leva-los a um estado de mais completa loucura.

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Estou certo que, a esta altura da minha peroração, os mais críticos dos meus parcos leitores, estarão achando que eu exagero nesta minha constatação.
Ah, é? Pois então façamos um pequeno teste (um testículo?).

Dirijamo-nos a qualquer lugar público onde se encontre uma quantidade suficientemente grande de pessoas. Se forem brasileiros ali presentes, ao contrário do que ocorreria se fossem estes oriundos de alguma outra terra menos selvagem que a nossa, podem estar certos que o nível em decibéis deverá estar próximo ao ruído provocado por um avião a jato decolando. Algo como uns 120 decibéis.

Testemunharemos sempre um bate-boca interminável que, aos menos avisados, poderia dar a ideia de que estariam próximos de sair às tapas e murros, quando é apenas uma leve “discussão” retórica.

Observem que é muita boa vontade da minha parte denominar aquela algaravia ininteligível de discussão.

O mais interessante é que ninguém dá a mínima atenção ao que o outro está defecando verbalmente. A preocupação de cada um parece ser tão somente excretar todas as imbecilidades que lhes estão comprimindo os miolos.

O epítome dessa síndrome cagatória verbal é o nosso assim chamado “parlamento”.

Menino! Pense num lugar com mais de 500 picaretas, todos altamente escolados em bate-bocas intermináveis, discutindo em altos brados e exaustivamente os rumos da capilogência nacional. Bom mesmo é saber que todo este tsunami bostífero falatório é abundantemente regado a infinitas montanhas de bilhões de reais extraídos a ferro e fogo dos otários desta nação. Isto é: NÓS.

Isso, quando não estão maquinando infindas maneiras de aprofundar a esbórnia através do desenvolvimento de “jogadas” escusas e de “tenebrosas transações”(expressão de Chico Buarque quando ainda tinha cérebro), cujo único fito é depenar e desossar o erário nacional, dando origem aos famosos “PIXULECOS” de pavorosa memória.

É uma verdadeira multidão de bandidos, a maioria absoluta com uma ficha mais suja que a latrina da minha humilde morada, todos dando vazão a uma interminável lenga-lenga, cujo único objetivo é sempre fazer- nos todos de babacas.

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Decididamente… UMA VISÃO DA ANTESALA DO INFERNO!

P.S. Calígula colocou seu cavalo no senado e Incitatus entrou para a história como sendo o 1º a virar senador. O povo brasileiro colocou um bando de jumentos e de éguas e ninguém diz absolutamente nada.

P.S.2 – Certo estava Bismarck quando disse: “Lei é como salsicha! Se ver fazendo, fica com nojo e não engole”.

EDUARDO CUNHA

Prezados amigos fubânicos.

Olhem detidamente para a foto abaixo e me digam se sentem a mesma coisa que eu senti ao vê-la pela primeira vez em um destes sites de notícias da internet.

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Eu não sei em vocês, mas em mim, causou uma tristeza imensa e pungente! Por Eduardo Cunha, preso e ameaçado de passar mais uns 15 anos, pelo menos, enjaulado naquela masmorra. Por Cláudia Cruz, ameaçada de cair diretamente das colunas sociais mais sofisticadas, dos restaurantes mais chics do mundo, dos hotéis mais caros e luxuosos do mundo, para ir mofar em um presídio feminino, sem data prevista de saída no futuro próximo ou distante. Por aquelas adolescentes que, mal começaram a vida, ao verem aquela vida de conto de fadas artificial que levavam desmoronar totalmente, ficando ameaçadas de passar necessidades financeiras indizíveis, já que todos os bens e recursos de seus pais foram bloqueados pela justiça, e correndo o risco de virem a ser criadas e cuidadas por parentes que não seus pais, talvez até necessitando de favores financeiros para as coisas mais básicas. Fiquei imensamente triste pelo Brasil.

Fiquei imaginando o que se passaria na cabeça daquelas lindas adolescentes, filhas de Eduardo Cunha e de sua esposa, Cláudia Cruz, ao se encaminhar, juntamente com a mãe, à sede da Polícia Federal, em Curitiba, a fim de visitar o pai delas.

Fiquei imaginando o que se passaria na cabeça de Eduardo Cunha, ao vê-las naquela situação por sua culpa. Todas com olhar lacrimoso e envergonhado, arrastando atrás de si pequenas e patéticas malas, provavelmente cheias de agrados simples para o prisioneiro, forma singela de reiterar seu amor a ele. Se fossem minhas filhas, eu daria um braço para não fazê-las enfrentar esta situação. Acredito firmemente que ele deva ter pensado exatamente isto ao vê-las.

Será que valeu a pena, Eduardo Cunha?

Toda a comunidade fubânica é testemunha do quanto eu tenho desancado a ladroagem desvairada que se apossou do governo deste país na era lulopetista. Não podem jamais me acusar de simpatia pelas imbecilidades pregadas e aprontadas por esta “esquerda” patética e composta por facínoras. Só que a minha preocupação agora é de outra dimensão.

Preocupa-me o “dia seguinte”, logo após a “tempestade perfeita”, em termos políticos, que eu vejo se aprontando no horizonte do Brasil.

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Assim, o que eu vou propor agora não deve jamais ser entendido como complacência com bandidos. Lá vai!

Qualquer pessoa medianamente informada sabe do frenesi de roubalheiras que se apossou de nosso país nos últimos anos. Eu só comparo este estado de excitação coletiva com o período do nazismo na Alemanha.

Acredito que praticamente, toda a população brasileira foi seduzida pela ideia do “Estado Provedor” e cujos recursos seriam ilimitados. Ninguém se perguntava quem iria pagar a conta da esbórnia. Todos se imaginavam passando em um concurso, logo após se formar em um curso de nada com coisa nenhuma, e com salário inicial de uns vinte mil reais. Formatura esta devidamente financiada a “Fundo Perdido”, quer dizer, dada em doação através do FIES, e em cujo curso o aluno entra burro e sai promovido a jumento.

Outros foram corrompidos pela perspectiva de nomeação para um “Cargo de Confiança”. Quer dizer: Aspone de algum político canalha e sem ter de fazer porra nenhuma. Aquele outro seduzido pela possibilidade de participar de alguma transação espúria bancada pelo estado; seja no “Minha casa minha Dilma”, seja na montagem de alguns caríssimos “Cursos de Profissionalização” bancados pelo famigerado FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), e que na realidade, só amparava mesmo a algum baba-ovo de político canalha (Olha o pleonasmo!). Alguns milhões, tornados adictos da mesada mensal denominada de “Bolsa Família”, e que nada mais era que uma belíssima esmola bancada com o nosso dinheiro e cuja única finalidade era perpetuar a gangue no poder. E por aí vai…

As variações deste modelo se desdobram ad infinitum, mas obedecendo sempre ao esquema básico de qualquer Conto do Vigário que se preze: oferecendo ao otário uma enorme vantagem, indevida e imerecida, para que ao final, esta vantagem escrota se transforme em um grande prejuízo de todos os bestas que foram seduzidos, (e como tem gente besta neste país), e em um lucro imenso para os vigaristas.

Em vista da amplitude da degeneração verificada em nosso país neste período aziago, creio que a única solução para aprumar esta espelunca seria um Tribunal de Exceção, nos mesmos moldes do que foi aplicado aos maiores líderes nazista em Nuremberg: Pena de morte para os comandantes maiores, prisão perpétua para os de 2ª linha e banimento perpétuo de toda e qualquer atividade minimamente relacionada com a Administração Pública, para eles e todos os seus sequazes, familiares e aderentes, INDISTINTAMENTE. Tudo isto, é lógico, após ressarcirem ao tesouro tudo o que foi por eles roubado.

Faz-se extremamente necessária uma rigorosa “Despetização” do Brasil, nos mesmíssimos moldes em que foi realizada a “desnazificação” da Alemanha após a 2ª Guerra Mundial.

Se formos ficar processando cada um destes bandidos individualmente, a coisa não acaba nunca. O Brasil precisa virar esta página nefasta da sua história para poder se reerguer. Além de que, a maioria deles é detentora de cargo incrustrado nas mais altas instâncias decisórias de nossa nação, seja fazendo as leis escrotas que vão lhes garantir a impunidade, seja julgando aqueles mesmos delinquentes que os nomearam para tribunais superiores com a única missão de retribuir a generosidade através da garantia de impunidade.

Não dá! FORA TODOS!!!! E se possível, de uma lapada só.

Só precisamos agora chamar a Rússia, Inglaterra, Estados Unidos e França para administrarem esse tribunal.

PROSELITISMO E MANADAS

É mais fácil enganar as pessoas que convencê-las que foram enganados. – Mark Twain

Uma das coisas que mais me torra a paciência é ver a necessidade compulsiva que as pessoas possuem de tentar enfiar, a qualquer preço, suas ideias estapafúrdias e idiotas goela abaixo de todo o mundo que dá o azar de se encontrar nas suas redondezas. disse Ozzy Osborne, em momento de rara inspiração: “Opinião é feito pênis! Possuir um não é mau nenhum. De lascar é sair por aí tentando enfiá-lo nos outros à força”.

Esta mania, segundo creio, é consequência da insegurança e da consciência da inferioridade de que a maioria das pessoas é portadora, associados ao fato de todos sentirmos permanentemente, dentro do mais íntimo das nossas mentes, um permanente desconforto, difuso e persistente, decorrente do fato de vivermos eternamente assombrados por uma solidão cósmica e abissal, por sabermos que nascemos sós e de que morreremos sós!

Como decorrência deste quadro, surge na maioria das pessoas uma necessidade premente de “formar uma manada em volta de si”, de modo a se sentir seguro, ao mesmo tempo em que desenvolvem sentimentos agressivos com relação a quem quer que não pertença ao mesmo grupo. O tão famoso “Nós contra Eles”!

Os psicólogos já deram até nome bonito pra isso tudo. O nome em inglês pra essa coisa, o sentimento de “Belongness”, foi terrivelmente traduzido através do neologismo “Necessidade de Pertencimento”. Este sentimento é um entendimento distorcido e pobre daquela maravilhosa visão que coloca o ser humano como sendo eternamente aspirante a “fazer parte de algo maior que si mesmo”. Sempre estando em busca de formas de evoluir, a partir de um egotismo desenfreado, para atingir patamares mais sublimes. É aquela velha necessidade que as pessoas nobres sentem de transcender às limitações e fragilidades inerentes à sua condição humana.

A ânsia em formar legiões de prosélitos e acólitos em volta de si, como forma de conquistar um pouco mais do sentimento de segurança por estar em meio a uma manada de seguidores e assemelhados, é uma das características mais marcantes da época de personalidades rasteiras que estamos vivendo. Evita-se de todas as formas ficar só consigo mesmo. Enquanto o asceta busca transformar a si mesmo, de modo a ascender espiritualmente, a maioria busca convencer os demais, de modo a sentir o aconchego de diluir-se em meio a uma massa indistinta de toupeiras de igual calibre.

Outra derivação deste fenômeno de “grupalização” é considerar toda e qualquer contestação às “Verdades Estabelecidas” reinantes no grupo como sendo uma traição ao mesmo e a cada companheiro em particular.

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A primeira pré-condição para poder participar deste festival de imbecilidades é menosprezar solenemente toda e qualquer forma de pensamento que não se coadune com a sua forma de pensar. Questionar tudo e a todos, menos a si mesmo. Quando enfrentado, imediatamente classificar o oponente como sendo preconceituoso. Como se não fôssemos todos nós, pelo menos em princípio, totalmente preconceituosos, tendo em vista que todos nossos conhecimentos são baseados em argumentos parciais e fragmentados (preconceitos?), sujeitos, portanto, a permanentes revisões sempre que surjam novos argumentos válidos.

Outros epítetos abundantemente utilizados pelos grupelhos de esquerda para com os dissidentes das suas unanimidades burras, sempre ávidos em obter uma uniformidade de pensamento nos seus sacrossantos “coletivos”, era classifica-los como “Sectários”, ou então “Diversionistas”. Até o linguajar bolorento já denota o quanto são autoritários e opressores.

A atitude seguinte do imbecil dogmático, quando contestado, é adotar um tom paternalista. Este tenta Infantilizar o oponente como forma de desqualificar lhe os argumentos. É uma variação sutil da velha falácia conhecida como “Argumento da Autoridade”. Quando nem esta atitude funciona, no sentido de aniquilar a resistência, parte-se para a ignorância pura e simples. Não resolveu por bem? Então, vai ser na porrada!

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Pairando acima dessas multidões de descerebrados por opção vem um intensivo processo de “carneirização” de todos os indivíduos, processo este que, antes sutil e subliminar, passou a atuar de forma agressiva e totalmente desabrida nos últimos tempos, especialmente devido à conivência criminosa de nossas lideranças, quase todas possuidoras de personalidade absurdamente mais abjeta que a média da população.

Chegamos a uma altura em que o processo de manipulação de corações e mentes se encontra tão sofisticado e consolidado que, o simples fato de destoar desta uniformidade imbecilizante, passou a ser encarado como algo altamente suspeito e, por vezes, até criminoso. Se uma grande rede de televisão “ordenar” que a próxima “onda” é andar com uma rosa enfiada no rabo, pode ter certeza que, ao ir à praia no dia seguinte, se deparará com um verdadeiro jardim. Multidões de imbecis com uma touceira de rosas enfiadas no cu.

À altura em que nos encontramos, só resta rogar a Deus que tenha misericórdia dessa pobre humanidade.

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Esta é a causa raiz de grande parte dos males enfrentados pela humanidade ao longo dos séculos.

O Remédio? As lindas e sábias palavras de Antônio Gedeão:

Inútil seguir vizinhos,
Querer ser depois ou ser antes,
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos,
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos!
Vê gigantes? São gigantes!

NÓS CONTRA ELES!

Desde a Revolução Francesa de 1789 que vivem “buzinando” esse negócio de “Esquerda” e “Direita” em nossos ouvidos! Só se fala disso, como se o mundo fosse uma eterno Fla-Flu: Se o elemento é adepto de um, então, necessária e obrigatoriamente, é contra o outro! E estamos conversados.

Decididamente, é um pé no saco esse tipo de conversa medíocre. Até porque esse negócio de esquerda e direita nunca funcionou muito bem aqui no Brasil. A divisão por aqui sempre foi mais entre quem está “em cima”, seja de que partido for, e quem está embaixo e sendo devidamente enrabado.

Ocorre que agora, depois que o governo (?) do PT, tal e qual um tumor cancerígeno, estendeu seus tentáculos metastáticos e sugadores em todas as direções do país, o que veio a culminar com o total colapso da economia brasileira, não restou muita opção ao Governo Temer que não fosse tentar pelo menos limitar a imensa bandalheira dos valores desastrosos atualmente apresentados pelas contas governamentais.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada ao congresso propõe apenas e tão somente limitar o CRESCIMENTO dos gastos públicos aos valores apresentados pela inflação nos próximos 20 anos.

Não é muita coisa e, ao mesmo tempo, é muita coisa! Eu explico: O que o cara está propondo não vai consertar em nada a imensa e geral esculhambação provocada pelo governo na nossa economia. Só vai impedir que essa chupada do sangue econômico da nação realizada diuturnamente pelo governo aumente ainda mais. Só isso! De resto, a sacanagem praticada atualmente com a população deverá continuar exatamente do mesmíssimo jeito. Pela proposta, quem se encontra mamando despudoradamente nas gordas tetas estatais deverá continuar com todos os seus imensos privilégios preservados e intocados, per omnia secula seculorum. Só que isso não lhes é suficiente. Eles querem mais! Muito mais!

O simples fato de saber que a lambança atingiu seu ápice e não poderá aumentar, de forma que para o governo, tal qual gafieira na hora da briga, quem está fora não entra e quem está dentro não sai, já foi mais que suficiente para inspirar todos os instintos predadores da imensa alcateia, E ISSO ESTÁ SENDO O SUFICIENTE PARA RACHAR A NAÇÃO!

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De um lado, a imensa legião de daqueles otários que eu chamo de: os “SEM CONCURSO”, os “SEM MANDATOS” os “SEM D.A.S.” e os “SEM LICITAÇÃO FRAUDADA”. Quer dizer: NÓS!

Somos aquela imensa parte da população que só quer poder tocar a vida de maneira honrada e que são acometidos de verdadeiro nojo ao pensar em se transformar em mais um daqueles medíocres e bandidos que vivem pendurados nas tetas estatais, empurrando suas obrigações com a barriga e fazendo contas e mais contas sobre quantos dias ainda faltam para poder se aposentar com SALÁRIO INTEGRAL.

Aliás, só de se imaginar vivendo desta maneira sentimos imensos engulhos e ânsias de vômito.

Apenas por causa desta ousadia (de querermos viver sem ficar na dependência do beneplácito estatal), somos taxados com pesadíssimos impostos e todas as nossas atividades econômicas são sempre olhadas com suspeição pelo nosso sócio espúrio e majoritário: o estado.

Em vista disto, somos fiscalizados em todas as mínimas atividades. Devemos ser o país do mundo com a maior quantidade de fiscais por cidadão. Fiscaliza-se tudo! Somos fiscalizados a cada passo. Somos uma sociedade de seres humanos OUTORGADOS pelo estado plenipotenciário. Para toda e qualquer iniciativa, necessitamos de um famigerado ALVARÁ. Tudo é proibido ou é obrigatório. Nada é deixado ao livre arbítrio do cidadão. Tudo isso para evitar que nós, os verdadeiros donos desta bodega, nos recusemos a contribuir para manter devidamente alimentado o apetite pantagruélico do Leviatã que apadrinha e sustenta a legião de parasitas governamentais.

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Do outro lado desse “racha”, a multidão de gordas lombrigas, das mais variadas espécies, que vivem parasitando o nosso esgarçado tecido social, normalmente mantidas e lideradas pelo aparato estatal. Na linha de frente desta facção nefasta vem os advogados! Vide as manifestações da OAB, PGN et caterva.

Esta ala é, até por definição profissional, composta majoritariamente por abutres e hienas da espécie humana. Alimenta-se prioritariamente de tudo o que esteja putrefato em nosso tecido social: onde houver trambiques, mutretas, falcatruas, corrupção, violências diversas, desavenças conjugais e societárias, tudo isso servirá de fato gerador de repastos para a satisfação da voracidade destas espécies. Esta é a razão pela qual estes se deliciam testemunhando a tremenda degradação que estamos vivenciando em todo o país, principalmente nas esferas mais elevadas do poder. Como os vermes, são verdadeiros “Operários da ruina”.

Logo abaixo destes, na cadeia alimentar da rapinagem nacional, vem os “Sindicalistas Profissionais”, os “Professores” (soi-disant) incrustrados nas madraças do Talibã esquerdista em que se transformaram as Universidades Federais, os “Movimentos Sociais” bancados por gordas subvenções estatais, os “Partidos Políticos” cuja função maior passou a ser a arrecadação dos famigerados fundos partidários, e toda uma pletora de miríades de maneiras criativas encontradas pelos picaretas para se locupletar à custa do erário.

Não é outra, senão esta, a razão que nos leva a ter uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo e, principalmente, das que menos geram benefícios para a população, já que toda a imensa riqueza, arrancada a fórceps dos cidadãos, serve única e exclusivamente para alimentar esta parasitose galopante.

Dá pra ser feliz?

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OH TEMPORA! OH MORES!

Completei 60 anos recentemente. Entrei na 3ª idade! Estou me sentindo um perfeito ancião, muito embora cheio de saúde e de vigor. Há poucos anos atrás, eu já estaria devendo alguns anos ao cemitério.

Acredito firmemente que, ao longo de todos esses anos de muito trabalho, consegui realizar muito mais do que me imaginava capaz. De forma semelhante, creio firmemente que já consegui usufruir da vida muito mais do que achava que minhas condições de vida poderiam me proporcionar: Conheci mais de 50 países; convivi com as mais diversas culturas, estudei e trabalhei em dezenas de países, fiz inúmeras e maravilhosas amizades nos quatro cantos do mundo, realizei trabalhos maravilhosos que até hoje, permanecem gerando benefícios, e por aí vai.

No aspecto pessoal, fui agraciado com o privilégio de poder conviver e ver o crescimento de 3 filhos absolutamente maravilhosos, que só me enchem de alegria e de felicidade. Isto, apesar de reconhecer que o gênio maravilhoso da trinca é muito mais mérito da mãe deles do que meu, já que minha participação maior na educação deles foi pagar as contas do final do mês.

Em suma: Sou um felizardo! Um vencedor sobre as minhas circunstâncias adversas!

Ocorre, porém, que sou de uma avidez e de uma sofreguidão voraz por tudo de maravilhoso que esta vida pode proporcionar. Olho o mundo em volta e, mesmo estando mergulhado neste mar de nojeiras que é o Brasil atual, tenho um sentimento muito forte de que devo me recusar veementemente a aceitar esta situação como sendo fato consumado.

Apesar de “Já estar sentindo o cheiro de uma nova estação” e de ser sabedor de que “O novo sempre vem”, como dizia o nosso maravilhoso poeta louco, Belchior, tenho uma consciência profunda de que esta recuperação do Brasil não será para mim. Muito provavelmente, não será nem para os meus queridos netos.

Eduardo Campos, no dia anterior à sua morte e num momento altamente premonitório, nos conclamou a todos para que não desistíssemos do Brasil.

Pois bem, meus amigos: desculpe-me Eduardo mas…EU DESISTI DO BRASIL!

Minha opinião é que esta merda de país não tem mais jeito que dê jeito. Vamos aos fatos:

• Um governo que consome uma proporção enorme do PIB (40% ?) e cuja única obra é criar e ampliar privilégios para aqueles apaniguados que conseguiram se locupletar em sua estrutura paquidérmica, que futuro pode proporcionar aos seus cidadãos?

• Um governo falido que deve uns 3 anos de sua ARRECADAÇÃO BRUTA e que, mesmo esfolando o pobre do cidadão, que meramente tenta sobreviver, não consegue nem pagar os juros dos agiotas que lhes sugam o sangue direto da jugular, qual é o seu futuro?

• Uma esbórnia total nas contas públicas que, ano a ano, só acrescenta mais uma montanha de bilhões ao total que já está devendo, qual é o seu destino?

• Um governo tão encalacrado em dívidas que, para encontrar algum agiota disposto a se arriscar lhe emprestando dinheiro, tem de pagar os juros mais altos do planeta, qual é a sua situação?

• Um país em que qualquer coisa custa O DOBRO do que custaria em qualquer país minimamente decente, sendo que a parte do leão é destinada a manter um governo perdulário e totalmente irresponsável, que futuro este país está preparando para suas crianças?

• Um país em que o governo paga anualmente cerca de 10% do PIB em juros aos agiotas que lhes emprestaram uma montanha inimaginável de dinheiro, montanha esta que nem mesmo os países perdedores das grandes guerras mundiais se viram devedores de tão grandes somas, dinheiro cujo destino foi meramente manter a esbórnia da casta privilegiada que se apoderou do aparato estatal deste país, pra onde é que vai?

• Uma nação em que a juventude vaga sem rumo, sem esperanças e sem perspectivas de coisa nenhuma, cujo projeto de vida maior é ser aprovado em um concurso público e passar a mamar nas tetas estatais também, até o dia da sua aposentadoria integral e precoce.

• Um país em que, qualquer um que se disponha a produzir alguma coisa, passa imediatamente a ser tratado como bandido, a ser assediado por hordas de fiscais famélicos, doidos para arrecadar algum pixuleco e, finalmente, a ser infernizado diuturnamente por uma legislação totalmente maluca e kafkaniana. Isso sem falar na carga tributária absolutamente extorsiva e inviabilizadora de qualquer negócio, por mais rentável que este possa ser. Não é por outra razão que estamos dizimando nossa base produtiva industrial e regredindo aceleradamente para a condição de meros extrativistas de recursos primários, produtos estes sempre exportados a preços de banana podre em fim de feira.

• Um país em que todos os valores morais foram “relativizados”, em que a mais abjeta devassidão virou sinal de modernidade, em que o fato de meramente discordar dessa Sodoma virou crime, em que nos é obrigado por lei, e empurrado goela abaixo todos os dias e por todos os meios de comunicação, todas as imundícies que saem das mentes degeneradas dos bandidos que nos desgovernam.

• Um país em que um terço das crianças que nascem são filhas de jovens com menos de 15 anos de idade, em que dois terços das crianças vivem em lares que só tem um dos conjugues, um país em que ter pai e mãe vivendo sob o mesmo teto virou um privilégio, razão maior do total e desencanto e nihilismo de nossos jovens (Vide as taxas de suicídios),que futuro pode esperar?

• Uma população que rapidamente está se transformando em uma horda de vândalos sem a mínima noção de convivência civilizada, de civilidade e de respeito pelo outro, em que todos os valores maiores da civilização, valores estes desenvolvidos ao longo de séculos, foram jogados na lata do lixo em menos de uma geração, em que uma juventude altamente neurótica e consumista (quando não drogada) está se estraçalhando e elevando os índices de criminalidade em nossas cidades a padrões dignos de uma guerra civil, em que as pessoas aterrorizadas relutam em sair de suas casas fortificadas até para comprar pão, o que é que pode esperar do futuro?

• E a polícia? Manietada! Emasculada! Desmoralizada! Desvalorizada! Muitas vezes, também corrompida! Uma polícia sem o “poder de polícia”, que não pode dar uma tapa em um marginal, com medo das retaliações dos “Grupos Sociais Organizados”.

• E os tribunais? Até mesmos os superiores? Aparelhados por marginais togados, indicados por conta de injunções politiqueiras e interesseiras, cujo objetivo maior é preservar o orifício póstero dorsal (se é que me entendem…) das hordas de bandidos que se assenhoraram do comando deste país.

Dá para ter esperança?

Meus amigos…TÔ FORA!!!! Tenho que dar um jeito, qualquer jeito, de ir embora desta merda, nem que tenha de pedir carona num barco para Lampedusa.

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Espero poder dizer muito em breve: FUI!!!

De preferência, sem ter que apelar para as “confortáveis” instalações propiciadas pelo governo italiano.

BLADE RUNNER

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Um dos filmes que mais me marcou ao longo de toda a minha vida foi “Blade Runner”, de Ridley Scott, e com Harrison Ford, o futuro Indiana Jones, ainda jovem, no papel principal.

O filme fascina já a partir do nome, bastante intrigante, até o desempenho memorável da pequena e linda mutante apaixonada. A cena em que uma delicada e solitária lágrima lhe desce silenciosamente dos olhos é inesquecível.

Um dos aspectos mais marcantes deste mesmo filme é a atmosfera sombria, em um ambiente futurista e decadente, e em que não podemos distinguir em que época se está. É uma tremenda mistura de referências temporais e culturais, orientais e ocidentais, em uma megalópole onde todos os povos e culturas do mundo se encontram.

Mas por que mesmo desta reminiscência? Calma que já chegaremos lá.

Estou voando a 12.000 metros de altitude. Acabamos de atravessar o Golfo de Aden e adentramos nas terras da Somália, o “Chifre da África”, indo em direção a Johanesburgo na África do Sul. É uma linda manhã de fevereiro e voamos em “Céu de Brigadeiro”, como se costumava dizer antigamente. Estamos vindo do Dubai, nos Emirados Árabes, e indo de volta pra São Paulo, depois de uma semana de negociações bastante promissoras com nossos parceiros locais.

A razão do “Flash Back” que me veio à memória foi a maravilhosa surpresa que tive ao constatar que, apesar da soturna previsão do cineasta citado, com relação ao futuro comum da humanidade, o que está acontecendo no Dubai hoje é exatamente o oposto da sua previsão:

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É uma terra de luz e de brilho, em lugar de vielas escuras e de escuridão e chuva constante, como no filme. As avenidas são extremamente amplas, algumas chegando a ter 7 faixas de rolamento em cada direção, sem contar com as vias laterais, com mais duas faixas cada. Imensos viadutos, com diferentes níveis e indo a todas as direções. O metrô que corta a cidade (ou será país???), de uma ponta a outra, anda sobre trilhos elevados, a uma altura de cerca de uns 10 metros ou mais. Cada estação, mais parece uma espécie de tartaruga de cristal gigante, com suas gigantescas cobertas de vidro espelhando os imensos arranha-céus com “Pele de Vidro” que as rodeiam.

Os inúmeros edifícios, nunca com menos de 30 ou 40 andares, adquirem as formas mais estranhas e imagináveis. Parece que, em vez de um “Chapeleiro Maluco”, como no “País das maravilhas” de Alice, tivemos um construtor maluco. Os prédios se retorcem, começam pequenos na base e incham à medida que sobem. Sofrem cortes abruptos em suas fachadas e coberturas. Mudam de estilo moderníssimo para o mais puro classicismo de um andar para outro. É uma festa! Não se colocou limites para a imaginação destes construtores.

Os mais belos dentre eles lembram uma imensa jangada velejando mar adentro, enquanto outro desce em cascata de lindas varandas em direção ao mar. É pura poesia em concreto.

A prova maior da ausência total de limites é a Torre do Califa, localmente chamada de “Burj Al Calipha”: O prédio mais alto de todo o mundo.

A maravilhosa criação chega a alturas absolutamente inimagináveis. Algo próximo a 1.000 metros de altura. O “Bicho” é tão alto que, apesar de ser absolutamente imenso em sua base, fica parecendo uma imensa agulha, apontando em direção ao céu, já que a sua altura é imensamente superior às dimensões de sua base. De qualquer maneira, ou por qualquer aspecto que se olhe, é lindo!

Mas tudo isso ainda não é o mais fascinante deste aglomerado humano, nem tampouco a razão que me remeteu de volta ao filme mencionado acima. A razão principal foi a imensa mistura, o verdadeiro zoológico de todas as diferentes culturas humanas com que nos deparamos aqui.

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A moça que me atendeu no hotel era uma negra linda e vinda do Quênia. Seu colega era um cara baixinho, de cara engraçada, vindo do Nepal. O motorista do táxi que me trouxe do aeroporto até o hotel era paquistanês. O rapaz que veio me apanhar no hotel, era indiano, embora de religião muçulmana, já que era originário da região próxima ao Paquistão.

Ao almoço, fomos servidos por algumas moças vindas das Filipinas. Tentei entabular uma conversa em espanhol com elas porem não funcionou. Ninguém mais fala espanhol naquelas terras. Acho que fizeram questão de esquecer a dominação espanhola por lá. O chefe delas tinha vindo do Sirilanka, seja lá isso onde for.

Essa miscelânea se prolongou por todo o período de minha estada de alguns dias.

Só pra concluir, neste mesmo avião da volta que mencionei acima, a equipe que me serviu era composta por: Maria – vinda de Moscou, Cristina – vinda da Holanda, e Mishico – vinda do Japão. Quanto às demais, não deu nem para perguntar mas eram todas lindas também. Aí já seria “Inxirimento” demais da minha parte.

Eu só sei que todas essas pessoas tinham um ponto absolutamente em comum e em altíssima dosagem: Todas eram absolutamente belas, cada uma à sua maneira!

Deverão permanecer na minha memória por longo tempo.

Ridley Scott estava errado. O futuro da humanidade é muito mais Dubai do que Blade Runner.

TRABALHO INFANTIL EM REIKIJAVICK

Teve um sociólogo alemão, um tal de Max Weber (deve ser parente da ministra Rosa Weber), que escreveu um livro a respeito das diferenças gritantes que existem entre as populações católicas e as protestantes. O nome do livro é “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”.

A ideia básica do cara é que os católicos, por terem se fixado na frase em que o Cristo fala que “É mais fácil um camelo passar no buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus”, passaram a idolatrar a pobreza e a achar que todo rico é ladrão por ter se apropriado da “mais valia” dos pobres trabalhadores. Essa seria a raiz da miséria crônica e do atraso econômico que grassa em todos os países católicos, onde trabalhar passou a ser uma praga que Deus rogou a Adão por ter furufunfado com Eva.

Em contrapartida, nos países protestantes o trabalho é visto como sendo a oportunidade que o homem tem de ser coadjuvante da obra divina, ao tentar tornar um pouco melhor este “vale de lágrimas”. Assim, o fato de uma determinada pessoa vir a ser bem sucedida passou a ser visto como um reconhecimento de Deus por uma obra realizada em conformidade com os seus ditames, sendo esta pessoa rica exatamente por ter sido abençoada por Deus. Esta seria a razão da pujança econômica predominante em todos os países de extração protestante. Faz um tremendo sentido o que ele disse!

No caso do Brasil, juntou-se à aversão visceral dos índios por qualquer forma de obrigação com a manha dos negros submetidos à escravidão, fórmula esta por eles encontrada a fim de preservar suas parcas energias para sobreviver ao trabalho extenuante que lhes era imposto. Tudo isso, arrematado pela legendária vocação Lusitana para o “bacharelismo” pomposo e pela busca monomaníaca e aventureira por posições de nobreza, onde o ato de trabalhar se configurava como uma baixeza inominável.

Não podíamos ter dado em coisa diferente!

Toda esta divagação é só para descrever o quanto ficamos estupefatos, eu e um amigo brasileiro, com as cenas com que nos deparamos ao nos dirigirmos para Reikijavick, na Islândia. É um pais dos sonhos! Uma pequena ilha, quase no círculo polar ártico, e que por conta da corrente do golfo, com suas águas mornas, não tem temperaturas assim tão boreais quanto seria de se esperar devido sua posição geográfica.

O país todinho tem pouco mais de 300.000 habitantes. Não dá o bairro de Boa Viagem, em Recife, que tem mais de 400.000 habitantes. Aliás, esse negócio de cidades imensas, com milhões de habitantes, decididamente é coisa de POOOOOOOBRE. Ficam pouco mais de 100.000 em Reikijavick, a capital, e o resto fica espalhado em uma série de pequenas vilas de pescadores ao longo de toda a costa do país, cada uma delas com alguns poucos milhares de habitantes, normalmente escondidos no fundo de algum fiorde a fim de não pegar muito vento nem mar bravio.

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Estrada para o aeroporto, em Keflavick, e vistas de Reikijavick

A economia depende pesadamente da pesca. Cerca de 60% do PIB vem daí. Mesmo assim, sempre apresentou uma das rendas per capita mais altas do mundo. Isso até que alguns espertos começassem a especular pesadamente com derivativos nos bancos islandeses. O resultado não poderia ser diferente: quebraram todos e o país quase vai à bancarrota. Mas isto é outra estória. Vamos voltar ao nosso tema.

O aeroporto fica em Keflavick, que é uma península ao sudoeste da ilha. Foi construído para ser um importante aeroporto militar dos americanos durante a 2ª guerra. Está a uns 30 ou 40 Km de Reikijavick, que fica ao fundo de uma linda baia, porto natural para todos os tipos de navios. Aliás, o nome Reikijavick significa “Baia da fumaça”.

A origem deste nome é muito fácil de explicar: O país todinho está bem em cima da Dorsal Atlântica e foi todo criado a partir de atividade vulcânica. Para quem não sabe (e ninguém é obrigado a saber), a Dorsal Atlântica é aquela rachadura imensa, que vai da Antártida até o Polo Norte, bem no meio do Oceano Atlântico. É consequência do fato da América estar se afastando alguns milímetros por ano da África.

Pois bem: Quando nosso avião ia se aproximando do aeroporto de Keflavick, depois de um voo maravilhoso vindo de Oslo e passando pelas ilhas Faroe, passamos a admirar as imensas geleiras do país e, acima de tudo, imensos vulcões em eterna atividade no meio daquele gelo todo.

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Era uma coisa de louco! Gelo pra todo lado e, bem no meio, as bocas do inferno borbulhando lava a milhares de graus e soltando imensas colunas de fumaça. É algo que só vendo pra crer. Não é à toa que Júlio Verne situou seu livro Viagem ao Centro da Terra neste país.

Uma das consequências mais maravilhosas desta atividade vulcânica é a famosíssima “lagoa azul”. Se eu fosse me deter a falar dela, tomaria toda a edição desta gazeta. É uma lagoa imensa, bem no meio de geleiras, com águas de um azul turquesa (só Deus sabe por que) e de temperaturas tépidas. Dizem que possui fortes propriedades medicinais e terapêuticas. Eu acredito! Só que, ao lado de uma lourinha linda assim, QUALQUER ÁGUA possui propriedades medicinais e terapêuticas. Assim é moleza.

Mas o motivo que me levou a escrever esta pequena crônica foi outro. Chegamos ao país no fim da primavera e começo do verão. A temperatura estava agradabilíssima (para os padrões deles lá!): uns 6º C. Íamos de carro, do aeroporto para Reikijavick, quando, ao entrarmos na cidade, nos deparamos com uma cena absolutamente insólita e que ficará gravada eternamente na minha memória. Foi uma das cenas mais bonitas que já me foi dado ver na vida.RK3

Eram dezenas e mais dezenas de crianças, todas ABSOLUTAMENTE LINDAS, vestidas com roupas de trabalho e, lideradas pelas professoras, se dirigindo às praças e canteiros de toda a cidade a fim de praticar jardinagem. Rezo a Deus para que me dê a imensa graça de poder contemplar esta cena mais uma vez.

Os objetivos daquela tradição nacional do país era, segundo eu pude entender, mostrar para a criançada, desde cedo, o valor do trabalho e a responsabilidade pelo bem comum. Quanta diferença…Se fosse no Brasil, as professoras todas seriam processadas por “Exploração de Trabalho Infantil”.

P.S. CHEGA! Para mim basta! Já deblaterei tanto sobre as nauseabundas manobras da casta dominante deste famigerado país que cansei. A partir de agora, e enquanto me der na telha (e Luizberto aceitar), só vou escrever a respeito de minhas viagens pelo mundo. Serão sempre crônicas leves e bem humoradas. Não quero ficar eternamente remoendo o imenso festival de baixarias deste quotidiano tão deprimente em que vivemos atualmente. FUI! Boa sorte para quem fica.

UNIVERSIDADES BRASILEIRAS

Durante muitas décadas o antigo MEC (Ministério da Educação e da Cultura) bloqueou todas as tentativas de abertura de novas faculdades no Brasil. Para isso, usou de todas as leis, artimanhas e pressões possíveis e imagináveis, “Per fas et per nefas”! Era a continuação da terrível política colonial portuguesa que impedia a criação de universidades no Brasil colônia. Tal política objetivava fazer com que toda a sua elite se dirigisse para estudar em Coimbra.

Assim, durante séculos, tornou-se praticamente impossível a criação de novas faculdades neste nosso malsinado país. Apenas o Governo (Federal ou Estadual) e a poderosíssima igreja católica, com os jesuítas na vanguarda, detinham este privilégio. As exceções a esta regra foram raríssimas.

As consequências desta política foram trágicas: Primeiramente, a posse de um diploma universitário passou a se constituir em um passaporte para a classe dominante e privilegiada da nação. Depois, em função do fato anterior, o acesso a uma universidade pelas classes menos favorecidas tornou-se praticamente impossível; seja pelo custo altíssimo, seja pela necessidade de dedicação integral, seja pela necessidade de se deslocar para morar em centros mais desenvolvidos, com todas as implicações de custos daí decorrentes. Por último, mas não menos importante, ficamos limitados a uma proporção ínfima de diplomados, normalmente bacharéis em humanidades, razão maior do culto criado entre nossa população para com estas verbosas “otoridades”, inchados todos de um imenso orgulho fátuo ao serem chamados de “Doutor”, traço maior do nosso subdesenvolvimento cultural.

Eis que, ao final do século passado, diante da imensa pressão demográfica e da globalização, alguns empreendedores mais arrojados se dispuseram a furar este bloqueio do MEC, fosse de que forma fosse. As alternativas encontradas foram as mais criativas possíveis. Uma delas foi o fato da legislação que regia as universidades prever a criação de Campus Avançados, em locais que não o da sede da universidade, desde que justificado por “Interesse Social”.

Caraca! TODAS AS UNIVERSIDADES SÃO DE INTERESSE SOCIAL! Se fôssemos julgar por este critério, poderíamos abrir filiais das universidades até no inferno. E foi exatamente isto o que aconteceu!

As poucas universidades autônomas (Não governamentais e não católicas) passaram a ser assediadas de todas as maneiras a fim de realizar parcerias com empreendedores de todos os locais do Brasil. Explodiu a criação de novas universidades, sempre sobre o guarda-chuva de outra universidade distante.

Ao ver que a porteira tinha sido arrombada, só restou ao MEC a opção de se adaptar à nova situação.

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Com a chegada do Lulopetismo ao poder, o que até então era apenas tendência passou a ser a regra: Liberou-se de vez a criação de novas faculdades. Desde então, a quantidade de novas instituições e de novos cursos vem crescendo de forma exponencial. O número de matriculados em cursos superiores cresceu durante o período, de menos de 02 Milhões, para mais de 07 Milhões. As universidades governamentais, mesmo crescendo a taxas nunca antes vistas, não conseguiram acompanhar o desenvolvimento do setor. Enquanto as governamentais dobraram de tamanho, as particulares multiplicaram por 10 seu alunado. A grande crítica que se faz a este crescimento acelerado das universidades privadas é de que seriam verdadeiras “Fábricas de Diplomas”, cujas únicas matérias primas seriam giz e saliva.

A bem da verdade, muitas delas realmente merecem ser classificadas desta forma. Ocorre que, durante este processo, um paradoxo bastante interessante ocorreu. As IES governamentais, que antes eram responsáveis por quase a metade das matrículas de graduação tecnológica, passaram a ser responsáveis por apenas 14% destas, mesmo sendo detentoras de quase 28% do total dos 07 milhões de matrículas atuais. Isto significa dizer que quase toda a expansão das IES governamentais se deu em áreas da velha “Trívia” bacherelesca das humanidades, deixando recair todo o peso da expansão da instrução tecnológica sob os ombros das instituições privadas.

Se nosso país já era desde sempre pesadamente deficitário em formação tecnológica, a partir deste direcionamento para as “Ciências Sociais” das IES governamentais, terminamos nos atrasando de maneira ainda mais grave, ficando condenados a um eterno subdesenvolvimento.

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Assim, as IES governamentais, já de per si exageradamente caras e ineficientes, assumiram de vez a identidade de centros de “Estudos Sociais” e de “Políticas Públicas”, muito frequentemente com altíssimo viés ideológico e corporativista. Passamos a formar anualmente mais de 100.000 advogados e menos de 40.000 engenheiros. Tornamo-nos rapidamente um país dotado de verdadeiras multidões de doutores que sabem tudo sobre nossa própria miséria, mas só nada sabem sobre como fazer para que saiamos desta mesma miséria. Até porque, ao extinguir a miséria, estarão todos desempregados e sem saber fazer mais nada na vida. Isto, quando não estão ocupados se processando mutuamente na justiça, claro!

Desta forma, todos os nossos grandes centros de excelência tecnológica, sem exceção implantados pelos governos militares e ao custo de vários Bilhões de Dólares anuais, ou foram todos “aparelhados” pelos companheiros, o que provocou o êxodo das suas cabeças pensantes para multinacionais da iniciativa privada, ou foram simplesmente desmantelados.

Todos os projetos altamente estratégicos para a nossa nação foram devidamente avacalhados ou desmantelados. Isto se deu na área de aviação, comunicações, combustíveis, energia, siderurgia, saúde, etc., etc., etc. Passaram a ser “tocados” por politiqueiros semianalfabetos, altamente intoxicados por ideologias malucas, quando não eram abertamente corruptos, e cujo critério para sua seleção foi o fato de serem amigos do cunhado da mãe da rapariga de algum deputado. Levará décadas para reconstruí-los.

Hoje, a grande neura promovida pelo Ministério da Educação, acolitado por toda uma enorme claque de usufrutuários encastelados nas Universidades Federais, é a cobrança por “Titulação”. O Grande Objetivo Nacional Permanente, como diriam os militares, passou a ser a busca por aumentar o número de mestres e doutores em nossas universidades, mesmo que não enxerguem um palmo na frente do nariz.

E a eficácia disto? A eficácia que se dane! Isso de eficácia é papo de neoliberal.

SOBRE PRIVATIZAÇÕES

A Besta-fera do Apocalipse para o pessoal das autoproclamadas esquerdas, no Brasil, foi durante muito tempo (e continua sendo) a tão execrada PRIVATIZAÇÃO. A neura foi tanta e por tanto tempo, funcionando assim como um mantra contra o governo de FHC, que mesmo agora, com a economia do país total e absolutamente em frangalhos, continuam tímidos e reticentes com relação ao assunto.

Continuam sem entender nada! O BRASIL JÁ FOI PRIVATIZADO E HÁ MUITO TEMPO!!!

Dizia o grande sábio brasileiro, o Barão de Itararé: “Restaure-se a moralidade ou, então, nos locupletemos todos!” Creio que, a esta altura do campeonato, estamos todos plenamente conscientes de que a opção preferencial da patuleia brasileira, ao longo dos últimos anos, não tem sido nem de longe pela moralidade. Decidiu todo mundo se locupletar.

Só que não existem tetas suficientes para que todos os 200 milhões de brasileiros possam mamar de forma igualitária. A grande “Vaca Leiteira”, que é o estado, está exangue só com os atuais mamadores. Para completar, os otários que apenas assistem, e que bancam esta esbórnia, estão todos no limite da paciência com esta esculhambação plena, geral e irrestrita. Prova cabal desta situação são os sucessivos rombos nas contas estatais (Previsão de 170 Bilhões de déficit para este ano e mais 170 Bilhões para 2017). Isto sem falar em quase 3 TRILHÕES de passivo já acumulado pela irresponsabilidade ABSOLUTAMENTE criminosa de todos os que ocupam e ocuparam posições de comando neste país.

Mas quem são os donos do Brasil privatizado? Quem foi que se apossou de forma sorrateira e solerte desta espelunca? Vamos aos fatos!
Primeiramente, os políticos.

Político, no Brasil, não toma posse. Ele SE APOSSA!

A partir do momento em que colocam suas respectivas regiões glúteas nas poltronas acolchoadas do poder, passam a considerar tudo o que lhes vem às mãos como sendo sua propriedade particular. Isto sem mencionar que passam a disputar lutas fraticidas com seus pares, sempre a fim de ver quem consegue estender mais os seus tentáculos sugadores em todas as direções onde haja alguma oportunidade de espoliar as combalidas finanças públicas em proveito próprio.

Ao lado desta voracidade predatória, convive uma total despreocupação com o fato do nosso malsinado governo estar carreando TODOS OS ANOS cerca de 10% de tudo o que é riqueza produzida em nosso país apenas para pagar juros aos poucos afortunados que são detentores dos títulos da monstruosa dívida pública governamental. Esta é a verdadeira razão pela qual o orçamento do governo está sempre devedor, mesmo sem conseguir realizar porcaria nenhuma que direcione o nosso país no rumo do desenvolvimento. São cerca de R$ 500 BILHÔES pagos anualmente de juros. Isto representa 20 vezes o que é gasto com o Bolsa Família que evita que uns 50 milhões de pobre miseráveis morram de fome.

A próxima categoria de predadores são os privilegiados detentores de APOSENTADORIAS INTEGRAIS. São aqueles apaniguados das estruturas estatais (Políticos, juízes, Funcionários Públicos, etc.) que, só Deus sabe por que, se auto presentearam e se assenhoraram da condição de, mesmo sem ter contribuído minimamente para isto, receberem seus gordos proventos de forma integral, mesmo após suas precoces aposentadorias. São cerca de UM MILHÃO de privilegiados e o rombo que sugam das contas públicas se aproxima de outros 10% do PIB.

Enquanto isso, os milhões que contribuíram durante toda a vida com parte substancial de suas rendas para o famigerado INSS e FGTS, na luta inglória para formar um pecúlio que os sustente durante a velhice, assim como contribuíram para tantos outros custosos penduricalhos impingidos pelo governo, veem-se eternamente aterrorizados com as propostas esdrúxulas que são aventadas a cada dia pelo tiranete da hora a fim de “Sanear a Previdência”. Eliminar os privilégios? NEM PENSAR!

Ainda não satisfeitos com este festival de sacanagens sobre a população que os contrata e remunera regiamente, estes nossos EMPREGADOS se arvoram incontáveis privilégios, totalmente incompatíveis com o estado atual das finanças públicas e com o desejo da população. São residências particulares, carros com motoristas, dezenas de ASPONES, viagens pagas ou jatinhos da FAB, gordas verbas de gabinete, auxílio moradia, verbas “do paletó”, etc., etc., etc,. A criatividade para depenar o erário é infinita, e veja que não estamos nem mencionando os famigerados “pixulecos”.

Mesmo estando estuprando a população, apresentam uma empáfia digna da nobreza francesa anterior à sua grande revolução. Empáfia esta que se revela nos mínimos detalhes. Apenas como exemplo, basta citar a maldita mania de se apossar das ruas para estacionar confortavelmente os brilhantes carros negros de luxo que pagamos para eles. É o ápice da arrogância e da prepotência.

Pois é! Estão privatizando também as nossas ruas!

Não adiantou nada CONTRAN emitir sua resolução de número 302, de 18 de dezembro de 2008, proibindo terminantemente esta prática escrota. Continua tudo absolutamente na mais perfeita esculhambação.

Com relação às empresas estatais, estas já foram todas totalmente privatizadas também! No momento em que a contribuição destas empresas para os fundos de pensão dos funcionários supera em muito o lucro que as mesmas distribuem aos seus acionistas, os verdadeiros usufrutuários das empresas passaram a ser seus funcionários, e não aqueles que puseram dinheiro adquirindo as suas ações. Menos mal, já que o complemento proporcionado às suas aposentadorias não sai mais do buraco sem fundo da previdência, e sim dos dividendos proporcionados pelos seus respectivos Fundos de Pensão.

De todo modo, isto significa dizer que todo este pessoal do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, dos Correios, etc., não pode mais reclamar do Eduardo Cunha, quando este diz ser apenas usufrutuário de um “TRUST” lá na Suíça. A única diferença passa a ser que estes funcionários se apossaram de um “TRUST” que não lhes pertencia aqui no Brasil mesmo.

Por outro lado, a felicidade de quem foi ludibriado é ver o vigarista que lhe enganou ser roubado por outro ladrão ainda mais esperto. É o caso dos fundos de pensão das estatais: Apossaram-se do patrimônio público apenas para verem montanhas desse dinheiro ser desviado de forma fraudulenta pelas gestões de ladravazes. Bem feito!

Enquanto isso, à população que assiste inerme a este festival de picaretagens, só resta tentar pegar carona neste trem da alegria da melhor forma que lhe seja possível. Esta é a razão pela qual todas as gerações mais recentes deste país possuem um único objetivo na vida: Fazer um concurso público e se locupletar também.

Absolutamente ninguém pensa em criar nada, em produzir nada, em inventar nada!

Produzir pra que? Pra ser feito de otário todo o tempo? Pra ter de lidar com uma burocracia insana e com uma legislação maluca? Pra ver metade do seu faturamento ser apropriado pela voracidade tributária? Pra ser tratado como bandido por todos os facínoras designados como agentes do estado, loucos por abocanhar uma parte de meus magros e incertos rendimentos?

Creio que seja uma das primeiras vezes, em toda a história da humanidade, que uma geração inteira de toda uma imensa população se veja desprovida de sonhos. O desencanto é total!

Esta é a verdadeira razão de tantos suicídios, tantas drogas, e de tantos adolescentes e jovens perdidos e desencantados, totalmente alienados e sem a mínima perspectiva de deixarem a casa de seus pais.

SOBRE TUBARÕES

Li ha muito tempo atrás, não lembro mais nem quando e nem onde, que os tubarões são máquinas altamente eficazes na arte de predar suas vítimas. Tanto é assim que sobrevivem há milhões de anos. Mesmo possuindo um cérebro extremamente primitivo e cuja principal programação consiste apenas em atacar e dilacerar suas vítimas para que lhes sirva de repasto. Por conta desta ferocidade e voracidade, cujo objetivo único é assegurar a sobrevivência do indivíduo e, por consequência, da espécie, é que eles apresentam alguns comportamentos altamente surpreendentes.

Consta que alguns pesquisadores, ao acompanhar uma “matilha” de tubarões (se é que podemos fazer esta analogia com os lobos) ao atacar uma presa, verificou a ocorrência de um fato altamente inusitado. Um dos tubarões, ao desferir o golpe com sua bocarra imensa e provida de diversas fileiras de dentes que são verdadeiras navalhas, sem querer acertou e feriu um de seus companheiros no festim macabro. Este, por conta do ferimento, pôs-se a sangrar abundantemente. Todos os demais atacantes, ao sentir o cheiro do sangue do companheiro ferido, passaram a um frenesi indescritível e se puseram imediatamente a devorar o companheiro, num ato de canibalismo sem precedente em outras espécies.

Pois bem: Para a felicidade geral da nação brasileira, e graças ao Bom Deus, este tem sido exatamente o mesmíssimo comportamento verificado em nossa briosa classe política! Estão apresentando o mesmo comportamento dos esqualos acima mencionado: Ao constatar um companheiro ferido, os meliantes passam a devorá-lo! Inclua-se nesta observação também os tribunais superiores, especialmente o STF, por terem decaído de moto próprio da posição de árbitros soberanos da nossa constituição, para a condição de reles partícipes da bacanal política que estamos verificando.

A consequência deste festival de canibalismo político tem sido verificar que a nação brasileira está TOTALMENTE ORFÃ de qualquer liderança que seja minimamente digna deste nome. Vamos à análise dos nomes mais em evidência neste processo, a fim de verificarmos a veracidade desta afirmativa: As opções são as mais diversas e vão de “A” a “Z”, a saber:

1. Com a derrocada da “Anta Non Sapiens”, a quantidade de picaretas que está se escalando para ser nosso próximo Presidente da República é qualquer coisa de descomunal. A primeira opção, e a mais trivial, seria o senado nacional recusar a homologação do afastamento da destrambelhada disléxica cuja única característica relativa à Presidência da República com a qual permanece é o fato de ser a inquilina eventual do palácio, já que seu governo virou fumaça há já bastante tempo! (Se é que pudemos chamar algum dia este desastre por ela capitaneado de governo).

2. A opção seguinte, e de mais provável ocorrência, é que assuma a presidência o jurista especializado em direito constitucional parecido com mordomo de filme de Drácula. O cara é uma esfinge! Ninguém sabe ao certo o que ele pensa, e nem tampouco o que fará. Sempre transitou nos bastidores, manipulando os cordéis, e nisso é habilidosíssimo. Tanto é que está chegando lá. Vamos ver no que vai dar, muito embora a grande probabilidade seja continuarmos ABSOLUTAMENTE na mesma merda (Ou até pior), haja vista que os primeiros convocados a compor o seu gabinete de ministros são exatamente os mesmos picaretas que há 500 anos se revezam no arrombamento das pregas da nação.

De minha parte, acho que perdemos o bonde da história de forma irrecuperável há já bastante tempo. Faz tempo que não dá mais para remendar a fenomenal esculhambação em que se transformou esta espelunca. Pode botar uma jumenta prenha para ser a próxima governante que dará absolutamente no mesmo!

Aliás, diga-se de passagem, jumenta por jumenta, nós já tivemos bastante tempo para avaliar as consequências oriundas do governo de semelhante alimária.

3. Logo em seguida, um espectro ronda o Brasil! É um morto-vivo político cuja figura sinistra avulta em nosso horizonte político. Esta figura é um ex-sindicalista altamente picareta, totalmente analfabeto porem habilidosíssimo na arte de enganar otários e capaz de derrubar avião só com conversa mole. Esse, para bem de todos e felicidade geral da nação, está mais propenso a terminar seus dias vendo o sol quadrado que no palácio presidencial, mercê do monumental assalto ao erário público que foi gestado, liderado, patrocinado, conduzido e usufruído por ele. A bem da verdade, JÁ VAI TARDE!

4. Supondo então que, por artes de um destino caprichoso, venha a ser afastada toda a “Cabeça de Chapa” que se elegeu para a presidência em 2014, surgiria a hipótese de assumir nosso comando um exímio exportador de carne enlatada cujo produto possui características absolutamente peculiares e sui generis. Primeiro, porque são produtos cuja origem é totalmente ignota. Ninguém tem a mínima noção de onde saíram os produtos por ele exportados. Segundamente, o destino desta exportação é sempre algum lugar absolutamente inaudito, ou seja: Ninguém nunca nem ouviu falar dele. Finalmente, mas não menos importante, são exportações cujos pagamentos são valores altíssimos, sempre na casa dos milhões de dólares e feitos em paraísos fiscais, sempre em contas de “Trust Funds”. Isto quer dizer o seguinte: o cara é dono mas não é dono. Deu pra entender? Não? Pois o objetivo é este mesmo.

Também está mais propenso a um curso de leão, que à Presidência da República. É outro que JÁ FOI TARDE, muito embora fiquemos lhe devendo eternamente o favor de ter devorado a Anta-Non Sapiens!

Logo em seguida, vem uma pletora de assombrações políticas que me fazem lembrar o clipe do Michael Jackson denominado “Thriller”, onde uma multidão de mortos-vivos sai pelo mundo assombrando.

O filme de terror começa com um Tubarão Rei. Acusado em 7 processos há anos, nunca foi nem pronunciado como réu. Apesar do porte, e da permanência há décadas na crista do poder, possui características mais de enguia que de tubarão, principalmente pelo escorregadio que é. Não tem opinião nem partido. Seu partido é o poder e a sobrevivência própria. Possui toda uma coorte própria, todos com as mesmas características de insípidos, insossos e inodoros, embora também extremamente vorazes.

Imediatamente atrás, segue-se a possibilidade de vir a assumir o comando deste país uma figura absolutamente esdrúxula. O principal mérito por ele apresentado, a fim de se qualificar para ser guindado aos píncaros do comando da nação foi a amizade da sua mãe com a consorte de outro aborto político que vem assombrando esta nação há décadas, mesmo sendo total e absolutamente analfabeto. Sua grande qualidade é ser de uma fidelidade canina: Faz tudo o que seu patrão analfabeto ordena.

Logo em seguida, caso sejam realizadas novas eleições, assoma uma muriçoca ecológica e evangélica, fruto do mesmo cemitério esquerdista de onde saíram os terrores que nos infernizaram por tanto tempo. Quer nos convencer que agora, na sua mão, tudo será diferente. Ora vá plantar batatas!

Tem também um cangaceiro nordestino, destemperado e abilolado. Quando da sua ascensão ao comando de nossa economia, conseguiu quebrar o país em três meses. Suas ideias e decisões desastradas levaram ao estrangulamento da nossa balança comercial em um espaço de tempo recorde. Ninguém tem a mínima ideia do que quer realizar, nem muito menos como consegue pagar suas contas pessoais, já que fazem muitos anos que não bate um prego numa barra de sabão para ninguém. Só se sabe que quer ser presidente! Em busca deste projeto pessoal (Valha-nos Deus!), já saltitou em metade dos 39 partidos existentes em nosso país. Brigou em TODOS!

Tem também outro, com cara do ET de varginha. Este, apesar de ser extremamente antipático, possui algumas realizações para apresentar, mesmo que sejam insignificantes diante da monumentalidade da missão daquele que se dispuser a nos retirar deste imenso buraco em que nos atolaram.

Tem ainda um rapazinho de bela figura, mas cuja personalidade tem se mostrado absolutamente pusilânime diante dos momentosos fatos que veem ocorrendo em nosso país. Sempre em cima do muro, nem é contra e nem a favor. Não quer desagradar a ninguém. Quer porque quer ser Presidente da República. Pensávamos ter um líder, verificamos ter uma florzinha delicada!

Tem alguns outros que possuem uma longa carreira política e, mesmo assim, possuem uma estória de vida livre de escândalos. Apresentam-se como padrinhos de projetos que poderiam até vir a representar uma virada na nossa destrambelhada nação. Dificilmente terão espaço e, se tiverem, dificilmente conseguirão a adesão ao seu projeto das massas ignorantes e doutrinadas que povoam nosso país.

CONCLUSÃO: Estamos lascados e mal pagos, com essa qualidade de gente nos comandando.

O POVO BRASILEIRO

Somos um povo com características únicas no mundo! Para o bem e para o mal.

Em qualquer lugar do mundo, ao se depararem com um grupo de pessoas com estas características, sabemos de imediato que estamos diante de um grupo de brasileiros.

Nossas principais e mais marcantes características são as seguintes:

1. SOMOS O POVO MAIS HONESTO DO MUNDO.
2. SOMOS O POVO MAIS ALEGRE DO MUNDO.
3. SOMOS O POVO MAIS MISCIGENADO DO MUNDO.
4. SOMOS UM POVO CONDENADO À ETERNA ESCULHAMBAÇÃO.
5. SOMOS UM POVO CONDENADO À ETERNA POBREZA. (A sermos o eterno país do futuro)

Analisemos cada uma destas afirmativas por partes.

1- Por que somos o povo mais honesto do mundo? Porque cada um dos brasileiros é honesto apenas e somente porque quer. Porque assim o ensinou a ser seu pai e sua mãe. Se decidir roubar, especialmente se forem grandes quantias do erário, não dá absolutamente nada e termina virando ministro. Ou até mesmo presidente da República.

Essa conversa dos políticos ladrões (Olha o pleonasmo…) de que “O nosso povo atravessa uma crise moral” é a famosa estratégia do “espalha merda”. Joga a bosta no ventilador e, depois que está todo mundo cagado, ninguém pode reclamar mais de ninguém. É a mesma estratégia que leva o batedor de carteira a sair gritando PEGA O LADRÃO!, logo depois de praticar seu ato criminoso.

Pois bem: EU NÃO TENHO CRISE MORAL NENHUMA. Meus pais são honestíssimos. A maioria absoluta das pessoas que eu conheço é honestíssima. Os únicos ladrões que eu conheço detalhadamente são nossos políticos. Assim, vamos para com essa sacanagem de querer engrupir os otários com essa conversa. LADRÕES SÃO VOCÊS!!!!!

2- Quando eu tinha uns cinco anos, perguntei à minha mão por que só seria feliz quem era burro. Este Insight tem me acompanhado ao longo de toda a vida. Parece que a maldição das pessoas que buscam o entendimento do mundo é o peso de um sentimento de profunda tristeza pela condição humana.

Por outro lado, o nível de desenvolvimento espiritual de nossa população é tão baixo que os leva a uma eterna exuberância de alegria. Parecemos todos possuidores congênitos de níveis surpreendentemente altos de endorfina. Mesmo na maior das misérias, nossa população permanece risonha e brincalhona. Nada daquela atitude sorumbática dos “pobres” suecos ou alemães. Tal e qual animaizinhos de estimação, basta sermos contemplados com alguma forma de atenção e desperta imediatamente em nós a necessidade de mostrar uma euforia absolutamente sem sentido. Realmente: SÓ É FELIZ QUEM É BURRO!

3- Realmente, e sem a menor sombra de dúvida, somos um dos povos mais miscigenados do mundo. Nossas raízes vão desde as inúmeras etnias indígenas aqui presentes, quando do descobrimento, passando pelas inúmeras etnias africanas que para cá foram trazidas e, finalmente, coroando o processo, pelos indefectíveis portugueses.

É lógico que não poderíamos deixar de mencionar os italianos, alemães e japoneses que aqui chegaram mais recentemente, especialmente lá pelas bandas do sul deste imenso país, e que moldaram decisivamente a característica daquelas populações. Importante também a presença de inúmeras etnias árabes, especialmente aqui no nordeste, bem como os armênios em São Paulo e os poloneses em Curitiba. Quanto aos judeus, estes permearam a nossa formação, desde seus primórdios, até o êxodo mais recente e decorrente da intransigência nazista.

É digno de nota que inúmeros conquistadores tentaram unificar a Europa sob seu comando apenas pela força das armas. O ponto comum entre eles é que todos fracassaram. Não aprenderam a lição de Alexandre da Macedônia que, ao vencer os Persas, forçou seus soldados a desposarem as viúvas dos soldados inimigos que tombaram na batalha. Assim, todos passaram a constituir uma grande e única família, o que manteve seu imenso império unido mesmo após a sua morte e a divisão entre seus sucessores, os sátrapa.

No nosso caso, os portugueses foram ainda mais sabidos. Não esperaram ninguém morrer para acasalar indiscriminadamente com as fêmeas disponíveis localmente. Tacaram a se deliciar com imensa volúpia das belezas negras e índias, legando-nos uma imensa legião de bastardos mesclados das três raças. Conquistaram e pacificaram todo um continente só através de uma capacidade furiosa de fazer amor e de gerar bastardos, isto é: NÓS!

4- Quanto à nossa proverbial esculhambação, minha opinião é que esta deverá ser a característica definidora de nossa etnia até os dias do juízo final.

A nossa população, independentemente de alguns bolsões que destoam desta definição que se segue, é composta majoritariamente por pessoas de baixíssimo nível de evolução espiritual. Mesmo as comunidades onde predomina uma cultura diferente da baixaria geral aqui reinante, esta é constrangida enormemente pelas pressões decorrentes do “caldo cultural” onde está inserida. Vamos aos exemplos:

Vem uma gauchada lá do sul para o nordeste. Estes são altamente empreendedores, capitalizados, capacitados na gestão de negócios empresariais, etc. Compram imensas glebas de terras virgens e tocam a produzir soja. O resultado é esplendoroso. Aí começa nossa esculhambação: Não tem estradas nem ferrovias para retirar esta produção da sua origem e leva-la aos locais de consumo. As alternativas desenvolvidas pelos próprios empresários são sempre bastante caras, especialmente por não contarem com o suporte governamental. A consequência é que estes são altamente competitivos na produção e pouco competitivos junto aos mercados consumidores.

5- A última característica a ser comentada é a que representa a raiz de todos os nossos males e que nos condena a uma eterna condição de miseráveis e marginais no processo de desenvolvimento mundial.

A “mãe” de todos os nossos males é a assim chamada DEMOCRACIA!

Todos os grandes pensadores que se perguntaram qual seria a melhor forma de governo chegaram à conclusão que, de todas, a democracia seria indiscutivelmente a menos ruim. Todos foram unânimes também ao considerar que a condição “sine qua non” para a participação de qualquer indivíduo no processo decisório deveria ser a educação. Segundo Thomas Jefferson, “Democracia pressupõe homens livres e só quem liberta é o conhecimento”. Esta estória do PT de achar que: “Quanto maior for a quantidade de imbecis dando palpite a respeito de coisas que não entendem, melhor será a solução proposta” não é confirmada pela realidade. Imbecis só produzem decisões imbecis. Aí está a derrocada do “Modelo de Governança” do PT para confirmar minhas palavras.

Se juntarmos todas as hordas ululantes do MST para palpitar sobre as teorias de Einstein, nunca sairá nada melhor do que a mais pura imbecilidade. Estas imbecilidades corresponderão integralmente ao nível de anencéfalos que comporão esta turba.

Pois bem! É esta mesma turba de descerebrados que, por serem a maioria absoluta da nossa população, votam e elegem estes “maravilhosos” representantes que se aboletaram nas mais diversas funções estatais de nosso país. A etapa seguinte deste processo de degradação é estes expertos, que se acham parasitando as tetas estatais, provocarem um imenso processo de infantilização e de dependência junto a estas imensas multidões de bebês chorões, para os quais o Estado deve ser o grande provedor de todas as suas necessidades, agora travestidas de “Direitos”, alguns inscritos até na constituição. Só não se sabe é quem será o otário que deverá trabalhar para se sustentar e a estas multidões de parasitas.

Na realidade, não precisamos de democracia. Especialmente deste tipo de democracia em que qualquer retardado mental é instado a dar seus palpites imbecis sobre coisas a respeito das quais não possui o mínimo conhecimento. Isto não é democracia. Isto é uma SURUBOCRACIA!

Precisamos de GOVERNO! De um governo forte e que governe. Que não seja definido por imbecis e que, em consequência, não seja dominado e subjugado por ladrões vorazes, como é o nosso caso atual.


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