A RIQUEZA DAS NAÇÕES

No começo, bem no começo, a ideia básica era conseguir especiarias raras e artefatos luxuosos que só pessoas imensamente ricas podiam se dar ao luxo. Os preços astronômicos compensavam de sobra todos os custos e riscos das imensas viagens necessárias para consegui-las e ainda davam lucros inimagináveis.

A rota da seda

Tais mercadorias normalmente eram importadas do distante e desconhecido oriente. Eram tecidos de seda e finíssimas porcelanas da China, especiarias deliciosas das Índias que, só de mencionar, aguçavam a imaginação dos europeus do medievo: Pimenta, noz moscada, canela, gengibre, anil, açúcar, chá, café das Arábias, tecidos de Damasco, tapetes da Pérsia e tantas outras mercadorias.

Os árabes as traziam até os portos do Mediterrâneo. De lá, navegadores italianos faziam a transferência e a distribuição para os mercados europeus. Foi este comércio que levou Gênova e Veneza ao seu apogeu.

Estava tudo muito bom, tudo muito bem, até que a perda de Jerusalém para os muçulmanos e o acirramento da disputa pelas almas dos fiéis em toda a costa mediterrânea complicou tremendamente o tráfico. Começou uma busca frenética por rotas alternativas e foi aí que os portugueses se deram bem. Herdaram todo o cabedal de conhecimentos trazidos do Oriente Médio pelos Templários e, com a extinção desta ordem, através da Ordem dos Cavaleiros de Cristo que os sucedeu, meteram mãos à obra.

Caminho “português” para as Índias e extensão do Império Espanhol de Felipe II

Se considerarmos o rudimentarismo dos equipamentos de navegação disponíveis à época, podemos considerar os navegadores portugueses como verdadeiros gigantes de arrojo e de coragem. Foram estes heróis que promoveram a primeira globalização de verdade, integrando os 7 mares e os 5 continentes.

Não demorou quase nada para que a Espanha, vendo os ganhos incomensuráveis advindos a Portugal como fruto da sua ousadia, seguir-lhe os passos. Primeiro, timidamente, com as 3 caravelas magras do imitador e trambiqueiro Cristóvão Colombo. Depois, de forma mais profissional, desta feita com conquistadores dispostos a ter sucesso a qualquer custo, mesmo que o preço fosse sua morte. Sucederam-se os Cortez e os Pizarros na dominação, espoliação e extermínio dos povos ameríndios.

Na ausência das tão desejadas especiárias na América, ênfase aí passou a ser a busca de metais preciosos: o ouro e a prata. Com a unificação ibérica, de 1580 a 1640, o Brasil se viu engolfado nesta busca desenfreada por estes metais, embora tais buscas só fossem ter sucesso no início do século XXVIII.

A partir daí, foi uma sucessão de impérios europeus se estendendo pelo mundo afora. Os judeus portugueses, expulsos de Portugal pela inquisição espanhola, dirigem-se a sua inimiga, a Holanda, e lá fundam as companhias das Índias (Ocidentais e Orientais) a fim de entrar nessa partilha.

Assim, podemos dizer que, se os séculos XV foi dos portugueses, o XVI viu o apogeu espanhol. No seguinte, o XVII, entram na briga os holandeses e franceses. Já no século XVIII se desenha a hegemonia britânica, que vem a culminar com a derrota de Napoleão e se estende até o século XX, só terminando com a ascensão do colosso americano após a 2ª Guerra Mundial, depois da “unificação” no século XIX.

Com a revolução industrial, a partir do século XVIII, o grande fator de competitividade das nações passa a ser a capacidade de produzir manufaturas. Nessa seara, a Inglaterra foi a pioneira e campeã absoluta durante os dois séculos seguintes, razão pela qual seu império sucedeu aos anteriores e se estendeu ao longo de toda a Terra. A briga então passou a ser pelo acesso às fontes de matérias primas (baratas) e aos mercados para os produtos manufaturados (caros).

É nessa que o Brasil entra na globalização sempre de calças arriadas e de ré. Nunca conseguimos transcender nossa condição de mero fornecedor de matérias primas para as nações avançadas. A duas únicas épocas em que houve um esforço concentrado na busca pela industrialização do país foi um pouco antes da república, com D. Pedro II trazendo emigrantes italianos e alemães altamente qualificados, e ao longo dos governos de JK e militar. Não fossem esses períodos, estaríamos similar ao Mali ou Sudão.

As evidências empíricas apontando que só se consegue progresso econômico das nações através da industrialização são abundantes. Segundo os economistas do M.I.T, César A. Hidalgo and Ricardo Hausmann, o “Economic Complexity Index que criaram mede a intensidade de conhecimentos e tecnologia embutidos nos produtos exportados por um determinado país. Segundo os mesmos, esta medida é capaz de predizer a tendência de progresso desta mesma economia. Vejam o que aconteceu com o Brasil nos anos PT. Retornamos aceleradamente à mesma condição da década anterior ao “Milagre” brasileiro propiciado pela administração militar.

Segundo o Diário do Poder, o valor das exportações brasileiras em 2017 já supera em US$ 30 bilhões as exportações do mesmo período do ano passado. Segundo o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Herlon Brandão “Isso foi motivado por safra recorde de grãos e vendas de minérios de ferro e petróleo, entre outros produtos”. Ele ressaltou ainda que, no início do ano, as exportações cresciam principalmente pela melhora nos preços internacionais, mas, agora, com a demanda mundial aquecida, há aumento significativo também nas quantidades exportadas. De janeiro a outubro, o preço dos produtos vendidos ao exterior subiu 11,9%, enquanto as quantidades aumentaram 7,3%. “Provavelmente teremos recorde neste ano no volume exportado”, afirmou.

Maravilhoso!

Lá vamos nós para mais um voo de galinha, sempre na condição de vassalos das economias desenvolvidas.

“JUSTIÇA” BRASILEIRA – ECA!!!

“A melhor forma de viver fora da lei é legislando em causa própria”. Millôr Fernandes

Cada vez que se reúne um tribunal do judiciário brasileiro, estamos diante de um conglomerado de bandidos, onde o primeiro e o pior bandido, para mim, é o próprio juiz. Depois, uma plêiade de asseclas, todos parceiros na partilha do butim arrancado a fórceps da população, de onde provem seus nababescos proventos. Eu explico: Segundo Mailson da Nóbrega, no último número da revista Veja (08/Nov), a aposentadoria média dos servidores do judiciário federal é de 24.959 Reais, e a do legislativo é de 28.551 Reais. Já a aposentadoria dos que se aposentam pelo INSS é de meros 1.202 Reais. Isso depois do de cujus ser massacrado em filas intermináveis pela burocracia insana vezes sem conta.

O mesmo cita ainda estudo de Luciano Da Ros, onde este demonstra que o peso do judiciário, em 2014, era de 1,5% do PIB, sendo este valor maior que o PIB de 8 estados do Norte e Nordeste, e que o custo por habitante é maior que o de diversos países como Suécia, Itália, Holanda, Inglaterra, Portugal e Espanha. Quase todo o custo é devido aos salários pagos. Os gastos do judiciário, que eram 1,2% do PIB em 1988, pularam para 2,5% em 2016. Enquanto as despesas do governo cresceram 3,14 vezes no período, O QUE JÁ É UM DESPAUTÉRIO, as despesas do judiciário cresceram 6,5 vezes. Este é EXATAMENTE o dinheiro que está faltando para os investimentos em infraestrutura que nos tirariam do buraco. O futuro do país virou vantagens indevidas açambarcadas por esse bando de picaretas.

A cachorrada vem de longe, mas só atingiu o clímax do orgasmo anal bipolar trifásico (no nosso fiofó, é claro), quando a constituição de 88 permitiu ao judiciário enviar seu orçamento diretamente ao congresso. Juntaram-se os ladrões da capa preta com os ladrões da conversa mole para acabar de nos entubar pelas costas. Taí o resultado: Um churrasco na laje com os impostos extorquidos dos lascados!

Se esta estrutura canalha fosse de uma eficiência digna do século XXI, até que poderíamos entender que a nação gastasse tanto. Se fosse para ter celeridade na solução das disputas judiciais, até que poderíamos, se não concordar, pelo menos entender e justificar. Só que não é o caso! Muitíssimo longe disso.

As pendengas se prolongam indefinidamente no tempo. São infinitas. Os caras não estão nem aí. Não dão a mínima satisfação a ninguém e a nada. São soberanos e nós somos os seus lacaios. Trabalham quando querem, como querem e se quiserem. O demandante que se dane. Isso quando as decisões não são eivadas de influências diversa$$$$ e interesses escuso$$$$.

O padrão de referência para esta verdadeira CACHORRADA com a nação brasileira é o Supremo Tribunal Federal – S.T.F. Todos os demais lhes seguem denodadamente o exemplo. De instância superior e tribunal constitucional, viu-se reduzido à condição da valhacouto de bandidos da pior espécie, assegurando impunidade a todos os comparsas no crime de esfolar a nação brasileira. Das centenas de facínoras reiteradamente apontados pelos órgãos de investigação como bandidos, NENHUM foi julgado, menos ainda penalizado pelos seus reiterados crimes. Sintam só a caterva que circula por lá: Alberto Toron (que defende Aécio Neves e Dilma), Antonio Carlos de Almeida Castro, o ‘Kakay’ (Joesley e Wesley Batista), Roberto Podval (José Dirceu), Pierpaolo Bottini (JBS e OAS), Fábio Tofic (Guido Mantega e João Santana) e Cristiano Zanin (Lula). No julgamento do mensalão, caso raro de processo com Início, meio e fim nesta corte, empurraram sentenças draconianas nos acusados da iniciativa privadas, e foram de uma leniência digna de um convescote entre comparsas para com os seus apaniguados políticos. E vejam que este foi o caso mais severo por eles julgado.Vejam que gracinha são os números que rolam na internet relativos a esta piada de péssimo gosto:

– 554 Milhões de Reais de custeio anual.
– 11 “deuses” de pés de barro
– 2.450 funcionários sendo…
– 25 Encanadores – Salário de 11 MIL REAIS
– 19 Jornalistas – Salário de 20 MIL REAIS
– 223 Vigilantes – Salário de 8 MIL REAIS
– 24 Copeiros – Salário de 6,5 MIL REAIS
– 27 Garçons – Salário de 8 MIL REAIS
– 58 Motoristas – Salário de 12 MIL REAIS
– 12 Auxiliares de Desenvolvimento Infantil – Salário de 25 MIL REAIS (QUE PORRA É ISSO ? Deve ser para segurar o pipiu dos ministros enquanto urinam)
– 3 Engraxates – Salário de 3,8 MIL REAIS
– 4 Cabeleireiros – Salário de 5 MIL REAIS
– 1 Decorador de Interiores – Salário de 17 MIL REAIS
– 8 Jardineiros – Salário de 7 MIL REAIS
– 11 Auxiliares de Cadeira (Seguram a cadeira para o ministro sentar)

É por isso que o buraco nessa merda de previdência só faz aumentar!

Foi por muitíssimo menos que isso que Mao Tsé Tung (Mao Zedong) declarou extintas TODAS as leis da China em 1957. (Wing-Humg Lo, Carlos – China’s Legal Awakening: Legal theory and criminal justice in deng’s era, 253 (1995), apud Seay, Pamella A. – em Law, crime, and punishment in the people’s republic of china: A Comparative Introduction to the Criminal Justice and Legal System of the People’s Republic of China). Para completar, mandou os juízes do Ancién Regime para campos de trabalhos forçados a fim de plantar batatas. Dessa forma, aprenderiam a dar o devido valor a tudo aquilo que consumiam e que era por eles surrupiado indebitamente do labor da população. Eu não chego a tanto, mas…Sonhar não custa!

Por mim, pode fechar esta porra agora que não faz a mínima falta. Aliás, pode fechar TODAS as torres de marfim onde se encastelam esses parasitas. O país continuará sua vidinha absolutamente do mesmo jeito e maneira. A única diferença será a economia de BILHÕES DE REAIS que deixaremos de gastar em troca de nada. O fato negativo é que teremos verdadeiras hordas de vigaristas (altamente escolados na prática de engrupir otários, diga-se de passagem) circulando na praça e ávidos à caça de vítimas a serem depenadas e esfoladas com voracidade. Tudo “dentro da lei”, é claro! Aliás, se é mesmo para moralizar, fecha também o congresso inteirinho. Aquilo lá se transformou no maior antro de facínoras que se possa imaginar, todos eles ávidos para se acoplar a algum mensalão ou petrolão. Não adianta argumentar que na próxima eleição faremos uma faxina. Logo os novatos estarão tão predadores quanto aqueles que substituíram. Aí, sim, a economia seria de muitos e muitos bilhões. Estaria estancada a sangria desatada das contas públicas, e não só da previdência. Podem ter certeza que cresceríamos 10% ao ano, que nem a China, caso investíssemos produtivamente toda esta imensa fortuna.

Agora… Se é mesmo para moralizar …

Teremos que rasgar esta merda de constituição escrota, que eu não assinei, e que só faz nos fuder! Dar um control-alt-del. Começar de novo! E eu quero meu dinheiro de volta. Pega ladrão!!!

APOSENTADORIA DE NOVO?

Vai começar mais uma vez a remoeta do congresso a respeito das aposentadorias. Preparem corações e mentes para serem utilizados abundantemente como latrina por nossos nobres governantes e, para variar, ao final da carésima balbúrdia, saírem com uma solução absolutamente desastrosa, demagógica e populista, sempre encobrindo os privilégios próprios e das corporações que lhes dão suporte político.

Imagine uma multidão composta por mais de 500 picaretas de altíssimo calibre, quase todos altamente canalhas e inescrupulosos, a discutir um assunto onde tem tudo a ganhar aqueles que forem mais irresponsáveis e demagógicos com os recursos dos impostos pagos pela população. Quanto aos que tentarem colocar um pouco de racionalidade nesta balburdia, certamente que serão tachados de todos os epítetos mais negativos que se possa imaginar. Coisas tais como “Inimigos dos mais pobres”, “Lacaio dos banqueiros”, e por aí vai. Esta é nossa desastrosa situação! Podem se preparar que vem SHIT GALORE por aí, como dizem os gringos.

Flagrantes dos acalorados debates em nosso “respeitável” congreso

A revista VEJA da semana passada, em artigo assinado por um tal de Giuliano Guandalini, como parte de seu processo de decadência moral e tentando nos “engrupir” mais uma vez, saiu-se com estas pérolas: “O rombo esperado para 2018 (nos gastos da previdência) ultrapassa os 200 bilhões de reais… Sem a reforma, a conta seguirá em elevação – e aí, adeus aos juros baixos. Isso acontece porque, se o custo da Previdência não for contido, haverá um aumento da dívida pública, o país entrará novamente em descrédito, a cotação do dólar voltará a subir e ocorrerá um inevitável impacto nos preços, o que forçará o BC a elevar a Taxa SELIC”.

Só faltou o cara dizer que vai dar hemorroida, lumbago, espinhela caída, unha encravada e dor de dente em todo mundo. SÓ NÃO DIZ QUAL A RAIZ DESSA BANDALHEIRA! Pois bem: EU DIGO!

A filosofia básica no sistema adotado pela nossa “prestimosa” Previdência Social é a famigerada Lei de Gerson – “A gente quer levar vantagem em tudo, certo?” Todos os que entram, trazem sempre a esperança DE TIRAR MUITO MAIS DO QUE AQUILO QUE CONTRIBUÍRAM. Só que esta situação é matematicamente impossível. É uma verdadeira “Pirâmide”! Aquele conto do vigário em que os otários entram sempre com a esperança de que vão haver sempre multidões de otários para continuar lhes remunerando eternamente. Só que…Não dá! É aí que a multidão de otários se lasca.

No caso da previdência, a garantia de continuidade é a “OBRIGAÇÃO” que todo o trabalhador tem de entrar nesta arapuca, mesmo sabendo muito bem que vai ser depenado pelos “sabidos” que estão locupletados no comando do sistema. Isto se dá à revelia da nossa constituição, quando esta diz: 

TÍTULO II

DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

Só que, se parar de entrar otários neste estupro coletivo, a pirâmide desaba.

A essência desse sistema espúrio é arrancar a ferros as minguadas economias da população e dá-las graciosamente a um punhado de espertos aboletados na estrutura do nosso nunca suficientemente amaldiçoado governo. O mesmo que ocorre com nosso sistema tributário. Quando é depois, ficam esses merdas falando constantemente em igualde na distribuição de renda e inclusão social. Há, há, há!

Primeiro, cada um desses filhos de uma puta gonorrenta trata de se assegurar “Aposentadorias Especiais” de altíssimo valor, acumuláveis com outras aposentadorias, vantagens e pensões, mesmo sem ter contribuído para a formação de um fundo financeiro que lhes assegure esta vida de nababos indianos.

O passo seguinte é embaralhar de tal forma os conceitos e a lógica que as multidões de analfabetos da nossa população não vão entender nunca como é que estão sendo sodomizados. Misturam dois conceitos que não tem nada a ver um com outro: TEMPO (Idade) e DINHEIRO (Contribuições).

Por fim, ficam acenando com a ilusória possibilidade de serem concedidos os mais diversos privilégios a cada uma e a todas as categorias dos otários que bancam a esbórnia. Assim, não há limite para o rombo.

Se quiserem mesmo moralizar esta bodega, é a coisa mais simples do mundo. O rombo acaba na hora.

CADA UM SÓ TEM DIREITO A TIRAR O DINHEIRO QUE CONTRIBUIU!

Pode se aposentar na hora que quiser e bem entender. Quer se aposentar com 10 anos de idade? LEGAL! Tem dinheiro no seu fundo de contribuições? Não? Então vá para a ASSISTÊNCIA SOCIAL – O departamento das ESMOLAS é outro!

Misturaram esmolas com aposentadoria e os aposentados foram transformados em mendigos, menos os apaniguados, aderentes, baba-ovos e puxa-sacos do governo,. Ficamos agora na condição de mendigar desse bando de ladrões que nos devolvam a fortuna que contribuímos ao longo de anos e anos, e que foi todinho TORRADO da maneira mais irresponsável, através da concessão de benefícios e privilégios totalmente descolados da realidade, investimentos catastróficos, quando não na mais pura roubalheira.

Tenho plena consciência que a regra acima só será aplicada após uma belíssima e sangrenta revolução, com centenas de parasitas governamentais sumariamente fuzilados.

Não custa sonhar…

P.S. Estou há 2 anos entregando documentos a estes ladrões e minha aposentadoria não sai.

TOLERÂNCIA

Vivemos numa época de extrema tolerância! Estamos continuamente arrodeados das mais estranhas e bizarras criaturas humanas (?) que se possa imaginar. Hoje, o “normal” é não ser normal.

Somos forçados a conviver e aceitar as mais grotescas manifestações de individualidade, seja pela pressão dos demais, já que a grande maioria é também composta por bizarros e desviantes, assim como pela pressão de leis que para tal fim foram editadas por pressão das manadas de mutantes acéfalos.

O absoluto já não existe mais. Tudo o que é sólido se desmanchou no ar faz tempo. Aquela época em que haviam “Imperativos absolutos” já não existe mais. Tudo foi relativizado, até a sexualidade, expressão mais absoluta da nossa individualidade e do que somos, virou “OPÇÃO”.

É dentro deste quadro referencial que hordas de descerebrados, ou cerca de 99% da nossa população, se posiciona firmemente a favor da defesa da opinião individual de cada um, opinião esta majoritariamente ditada por “formadores de opinião” sicários de interesses escusos e malcheirosos. Chegam a estas “opiniões através da busca desesperada de pertencimento a “tribos”, e não da ponderação judiciosa da realidade que os cerca. Pretender fazer desta nossa terra uma democracia, tendo como base essas manadas de ruminantes asininos, é o cúmulo da pretensão. Não tem a mínima chance de dar certo nunca.

Concordo firmemente que cada um tenha sua opinião, por mais imbecil que possa ser. Vou ainda além ao afirmar que cada tem o direito inalienável de ser, pensar e fazer o que bem quiser, sem ter que dar satisfação a mais ninguém…MORRA! Respeitando apenas que NÃO ENCHA O SACO DE QUEM ESTIVER AO LADO. E é exatamente aí que a porca torce o rabo!

Ao imbecil, nas basta apenas exercer amplamente a sua imbecilidade em toda a sua plenitude. Tem que demonstrá-la de forma inequívoca “Urbe et Orbe”. Esta é a razão para o dilúvio de selvagerias que temos presenciado hodiernamente. Para as bichinhas homossexuais, não basta mais exercer a sua boiolagem livremente e sem ir para a cadeia. Não! Tem que chuparem-se as línguas e se amassarem mutuamente em local público, só para chocar os conservadores e marcarem sua posição. Não lhes basta mais o direito de conviverem e se esfregarem com quem quiserem. Não! Querem também uma contrafacção grotesca e bizarra de uma cerimônia de casamento. Não lhes basta mais ouvir músicas bregas de péssimo gosto. Tem que ser em um nível de decibéis estrondoso, “duela a quien duela”, e de preferência nos locais mais inconvenientes. São os mesmos que fazem questão absoluta de atender ao celular nos cinemas e teatros; são aqueles que só falam lhe futucando o tempo todo, muito especialmente porque só falam merda, e ainda exigem que você, pelo menos, mantenha seus olhos fixos nele, de modo a dar-lhes uma mínima ilusão de que está lhes prestando atenção; São os mesmos que querem porque querem lhe convencer de algum ponto de vista absolutamente banal e imbecil. São os mesmos que ficam tamborilando os dedos, ou balançando a perna com o pé encostado, exatamente na cadeira em que você está sentado à sua frente; são os mesmos que fazem questão absoluta de detalhar os assuntos mais nojentos e escatológicos exatamente no meio da refeição, são os mesmos que, ao sentar, seja para comer ou na cadeira do transporte público, tratam logo de “abrir as asas” a fim de delimitar o seu espaço; são os mesmos que, ao mastigar de boca aberta, oferecem um verdadeiro espetáculo de “risoto de língua; são os que chupam a colher ao tomar sopa, são os que chupam os dentes para retirar fiapos após as refeições, etc ad infinitum. E dizem: – É minha opinião! Eu gosto assim! Eu tenho direito! Aos humanos remanescentes, só lhes resta a possibilidade de se trancarem cada vez mais em suas conchas.

Se a ética, arte da convivência pacífica e prazerosa, que a humanidade desenvolveu através de tentativas e erros infinitos ao longo dos milênios, já foi solenemente para o vinagre e continua sendo estuprada quotidianamente, imaginem sua filha menor, a etiqueta (pequena ética) como é que se encontra.

Estamos regredindo a padrões de comportamento dignos de Átila, o huno (Aquele que foi denominado “o flagelo de Deus”, e que não nascia mais nem grama onde ele pisava), tudo fruto da permissividade.

É aí que entra o paradoxo descoberto por Karl Popper em 1945: “Se uma sociedade é tolerante sem limites, sua capacidade de ser tolerante poderá eventualmente ser dominada ou destruída pelos intolerantes. Assim, se quiser se manter tolerante, esta mesma sociedade deve ser absolutamente intolerante com os intolerantes”.

Nossa tolerância e passividade já nos levou a uma decadência moral e espiritual sem igual. Viramos semi-deuses tecnológicos com uma moral de feras selvagens. A continuarmos assim, assistiremos à derrocada total daquilo que costumávamos chamar de CIVILIZAÇÃO.

ÀS ARMAS, CIDADÃOS! (Enquanto ainda há tempo)

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Levanta-te Senhor e vem julgar a causa da tua fé!

Sempre tive muita curiosidade para saber de onde vem a expressão “Entre a cruz cruz e a espada”. Pois bem: A origem é o escudo da sagrada inquisição. Ou aceita a cruz (e ganha um ramo de oliveira, símbolo da paz), ou é passado a fio de espada.

Se fosse apenas ser passado pela espada, era muito bom: Morria e estava tudo acabado. Só que, antes de morrer, o infeliz tinha que ser barbaramente torturado e esfolado vivo, até se arrepender de seus “pecados”. A imaginação dos tarados do Santo Ofício não tinha limites. Joseph Mengele, o monstro de Auschwitz, era um anjinho inocente se comparado a eles. Mataram e esfolaram uma multidão estimada em milhões de pessoas simplesmente porque não concordavam com as suas opiniões.

Desde a origem, a Igreja Católica nunca primou pela compreensão para com aqueles cujas ideias divergissem da sua ortodoxia. Esta agressividade para com seus dissidentes vem de longa data. Daí para tentar exterminar todos aqueles que dela discordassem, foi um simples passo. Desde os Arianos, Nestorianos, Sabelianos, Pelagianos, até os Albigenses, ou Cátaros, e outros menos votados, a norma sempre foi essa.

São mais de 165 movimentos heréticos que a história registra e a tônica sempre foi a mesma.

Depois dos heréticos, a sede de sangue da cúpula católica, sempre em perseguição da total e absoluta hegemonia sobre os corações e mentes, voltou-se contra os judeus. Durante todo o período da ocupação árabe na Península Ibérica (711 a 1491), a península viveu um período de grande harmonia entre os praticantes das 3 grandes religiões. Tal harmonia chegava ao ponto dos líderes árabes confiarem importantes posições de governo a cristãos e judeus. O mesmo sucedeu em Portugal, após a reconquista por Afonso Henriques (1109-1185), seu primeiro rei. A convivência harmônica se manteve. Todo o reinado de Afonso Henriques ficou marcado pela tolerância para com os árabes e judeus. Estes estavam organizados num sistema próprio, representados politicamente pelo grão rabino, nomeado pelo rei. O grão-rabino Yahia Bem Yahia chegou a ser escolhido para ministro das Finanças de Afonso Henriques, sendo responsável pela coleta de impostos no reino. Com esta escolha, teve início uma tradição de escolher judeus para a área financeira e de manter um bom entendimento com as comunidades judaicas, que foi seguida pelos seus sucessores até a data fatídica de 1492.

O ano de 1469 marcou o nascimento do Estado Moderno espanhol. Isabel de Castela e Fernando de Aragão selaram um casamento, unindo os reinos do norte da Península Ibérica. Foi essa fusão que criou a massa crítica necessária à conclusão da expulsão dos mouros da península em 1492. Daí à expulsão dos judeus foi só um pulo: Fugiram todos para o benevolente Portugal, à época do rei D. Manoel.

Só que a bonança durou pouco. Ao casar D. Manoel com a filha dos “Reis Católicos”, assumiu relutantemente o compromisso de expulsar os judeus também de Portugal. Para fiscalizar a promessa, veio acompanhando a Infanta, como seu confessor, o famigerado Torquemada. Começou o terror! A verdade é que os portugueses sempre levaram essa perseguição em fogo brando. Tanto é que uma quantidade enorme se converteu de fachada e continuou vivendo por lá, ou veio para o Brasil, cuja população era composta naquela época majoritariamente por “marranos” (judeus convertidos na marra).

O terror só foi pra valer após a Espanha anexar Portugal, em 1580, já que o rei D. Sebastião havia desaparecido (ou morrido?) em batalha sem deixar herdeiros. Aí a perseguição começou pra valer!

Dessa vez, os judeus fugiram de Portugal para a Holanda, inimiga da Espanha então, levando toda sua riqueza. Com esta riqueza, trataram de montar a Cia. das Índias Ocidentais e invadiram o Brasil.

Mas isto já é uma outra conversa. O que nos interessa aqui é a longuíssima tradição de intolerância e brutalidade, e que perdura até os nossos dias, só que transferida para outros objetivos. Essa milenar brutalidade é a mesma do Estado Islâmico, do Holocausto e de incontáveis guerras de extermínio.

Nunca considerei diferença de opiniões em política, em religião e em filosofia, como sendo razão para me afastar de um amigo.

A capacidade que os seres humanos possuem para praticar atrocidades com seus semelhantes é qualquer coisa de admirável. Decididamente, temos muito ainda por evoluir. Enquanto não aprendermos a contrapor firme oposição a todas as canalhices que contra nós são praticadas, mas sem decair para os padrões morais daqueles que estamos combatendo, nosso futuro nunca será de paz e de progresso.

Tem sido para mim grande sofrimento encontrar tantos, entre nossos oponentes, que não possuem a liberalidade de distinguir entre oposição política e social; e que transferem à pessoa o ódio que tem de suas opiniões políticas.

P.S. Esta coluna é uma homenagem ao Goiano que, apesar de suas idéias desconexas e sem correspondência com os fatos da vida real, continua sendo nosso prezado amigo.

IDEOLOGIA DE GÊNERO

As doutrinas do socialismo tem uma tara capital. Querem impor uma regra em contradição com a natureza e a verdadeira lei da humanidade: O nível igualitário. A evolução gradual e progressiva é a lei fundamental da natureza e da vida. É a razão de ser do homem; a norma do universo. Insurgir-se contra esta lei é tão insensato como querer parar o movimento da terra ou o fluxo e o refluxo dos oceanos.

Léon Denis – O Problema do ser, do destino e da dor – 1908

Sempre fui um grande admirador e leitor da revista VEJA. Tenho sido seu leitor desde o lançamento. Só que ultimamente a minha admiração por esta revista está sendo tremendamente reduzida. Não sei se foi a velha guarda de redatores que se aposentou, ou mesmo se foi simplesmente um reordenamento editorial. Só sei que está uma pálida imagem da combativa revista que já foi um dia. Está parecendo mais a CARAS, ou mesmo uma revistas de fotonovelas. Se saírem J.R.Guzzo e Roberto Pompeu de Toledo, eu deixo de comprá-la. A bem da verdade, aqui e ali surgem lampejos da velha grandeza. Mas são muito poucos e engolfados por uma pletora de jovens redatores, prenhes das novas ideologias dos tempos pós-PT que estamos vivendo no Brasil. O número da revista na primeira semana de outubro, por exemplo, enveredou por corroborar uma opinião que considero constituir o ápice da imbecilidade quotidiana que estamos presenciando em nosso vilipendiado país: a defesa da ideologia de gêneros.

O tema foi abordado em duas ocasiões nesta revista. Primeiro, uma atrizinha de quem nunca ouvi falar veio a público declarar que está “namorando” a cantora Ana Carolina. Até aí, tudo bem. Problema delas! Só não sei o que é que uma notícia dessas tem a ver com a revista VEJA. Decididamente, não é o tipo de coisa que eu costumo pagar para ler. Não satisfeita, e empolgada com os seus “5 minutos de fama”, a criaturinha dá sua lição de moral: “Todo mundo nasceu para ser livre. Ninguém deveria ser criado como menino ou menina!”Hummmmm.

Depois, uma extensa reportagem denominada “O PESO DOS ESTEREÓTIPOS” detalha um estudo realizado pela universidade John Hopkins, e financiada pela Organização Mundial de Saúde”, a respeito dos papéis tradicionais dos gêneros humanos. A pesquisa foi realizada em 15 países de “economia e culturas diferentes”, com 450 meninos e meninas, e constatou que (sic) “Os RÓTULOS tradicionais de gênero continuam em pé em pleno século XXI – e são FIXADOS nas crianças independentemente de suas origens sócioeconômicas.”

Até aí, não vejo nenhuma novidade. Podem procurar em todas as culturas humanas e o resultado deverá ser exatamente o mesmo: Os homens saem para caçar e as mulheres dão à luz, amamentam e cuidam das crias. É por essa razão que os homens são ótimos para se orientar no mato e voltar pra casa (Os que se perdiam foram todos devorados pelas feras) e as mulheres são péssimas com mapas. Por isso também que as mulheres são ótimas para cozinhar a comida, amamentar o baby, manter o maiorzinho no seu campo de visão, enquanto conversa com a sua vizinha sobre as últimas fofocas do bando. E tudo isso AO MESMO TEMPO. Coisa que homem nenhum consegue fazer sem enlouquecer. As que perdiam contato visual e controle de suas crias, perdeu-as todas para as feras. Consequentemente, não geraram progênie. De lascar mesmo é esse bando de toupeiras afirmar descaradamente que comportamentos que se cristalizaram através de milênios de seleção natural e de evolução dos humanos são meramente “rótulos” e que são “fixados” nas crianças. Mas isso ainda é o de menos! De lascar mesmo é a recomendação que dá o responsável por esta pesquisa, um tal de Dr. Robert Blum, Diretor do Instituto de Saúde Urbana da universidade citada. Vejam que “pérola”: “Só com a aplicação de leis que inibam abusos físicos, sexuais e psicológicos, políticas educacionais e programas QUE INCENTIVEM A IGUALDADE DE GÊNEROS será possível mudar os valores da próxima geração”.

Que valores devem mudar, cara pálida? Devemos mudar a definição de que “Homem é homem! Menino é menino! Político é político e Baitola é baitola!”, conforme a sábia definição do grande Falcão?

Se qualquer um de nós entrar no YAHOO e escrever: ESTEREÓTIPO DE GÊNERO; encontrará um verdadeiro tsunami de estudos universitários descrevendo estes fenômenos e tentando provar, de todas as maneiras possíveis e imagináveis, que os papeis desempenhados pelos diferentes sexos dos humanos são SOCIALMENTE DETERMINADOS. Lá no WIKIPÉDIA, econtrará dois estudos, conduzidos por Beverly I. Fagot, Mar D. Leinbach e Cherie O’Boyle, onde mostram que os estereótipos e rotulagem de gênero (até o jargão utilizado é semelhante) são adquiridos em tenra idade e que as interações e associações sociais desempenham um papel importante na forma como os gêneros são identificados .

Pois eu digo: BOTE TENRA IDADE NISSO! Já nascemos sendo o que somos. O que a sociedade faz é, mal e porcamente, burilar e polir aquilo que já trazemos no nosso âmago desde o ventre materno.

Eu sou parte de tudo aquilo que tenho encontrado. ODISSÉIA. Homero

Quem tiver interesse em se aprofundar na análise da falsidade da argumentação xiita dos partidários dessa ideologia maluca e nefasta, sugiro firmemente que assistam aos 7 capítulos do programa desenvolvido pelo sociólogo e ator norueguês chamado Harald Eia. O nome do programa é LAVAGEM CEREBRAL e é arrasador. É só digitar no GOOGLE o nome “lavagem cerebral”, e o número do capítulo que se deseja assistir, que aparece uma versão com legenda em português. O endereço do primeiro capítulo é: 

Este capítulo analisa o que o autor denomina “O Paradoxo Norueguês”. Após anos e anos de firmes políticas públicas incentivando a igualdade de oportunidades para homens e mulheres em todas as profissões, o país com a maior igualdade de oportunidades do mundo assistiu estarrecido à maioria das suas mulheres se dirigirem para profissões mais “humanas”, tais como medicina, enfermagem, ensino básico de crianças, etc, enquanto a maioria absoluta dos homens se dirigiu às profissões técnicas, tais como engenharia, informática, indústrias, etc.

As razões levantadas pelo documentário, junto às maiores e melhores universidades do mundo, para a ocorrência deste fenômeno, foi de uma clareza tão cristalina que levou os países nórdicos a cortarem substancialmente os fundos que estavam sendo direcionados ao Nordic Gender Institute, casa mater da ideologia maluca na Escandinávia.

 X 

De minha parte, ao ser confrontado com esses éfebos assexuados, rapazes afeminados e moçoilas masculinizadas, pobres caricaturas grotescas, cujas personalidades fragmentadas está eternamente em conflito consigo mesma e com o mundo,sem saberem o que são e o que querem, dou a mesma resposta que Didi Mocó (o Trapalhão) deu ao se deparar com um brutamontes afirmando:

– “Na minha casa não tem frescura não! Eu sou macho. Meu pai é macho. Meu irmão é macho. Todo mundo é macho”.

Ao que Didi respondeu:

– “Pois é, seu moço! Na minha casa é MACHO e FÊMEA e é bonzim que é danado!”

HERANÇA MALDITA

1975. Auge do “Milagre brasileiro”.

A economia do Brasil crescia a taxas superiores a 10% ao ano. Indústrias nasciam nas laterais das BRs como a grama na primavera. Só no lado direito da BR 232, saindo de Recife em direção a Caruaru, foram…Tintas Coral, Romi, Philips, Açonorte, Kibom, Microlite e Celite. Se olhássemos em outra direção, a BR 101 sul, o quadro era semelhante: Alpargatas, White Martins, Ford, Rhodia, Brahma, Coperbo, Metalgil, Refinações de Milho Brasil, etc… Fôssemos para João Pessoa, a pujança do crescimento econômico era a mesma: Volnor, Alcoa, Springer, Formiplac, etc.

Eu estava com 19 anos, recém saído da Escola Técnica e havia concluído o CPOR. O mundo das indústrias me sorria. O céu era o limite. Consegui rapidamente colocação na Philips Eletrônica do Nordeste S.A., empresa fabricante de centrais telefônicas. Era um complexo composto por diversas unidades industriais voltadas à produção de lâmpadas, circuitos integrados, etc. Todos eram parte da extensa linha de produtos da respeitável empresa holandesa.

Minha função: Desenhista Projetista Mecânico. Cabia a mim fazer o projeto de lay-out e o acompanhamento da instalação das diversas novas linhas de produção que estavam sendo implantadas. Como já falava um pouco de francês, fruto dos meus longos papos com os irmãos maristas, assim como iniciava meus primeiros passos na língua inglesa, era o elemento de ligação com tudo o que é gringo que vinha acompanhar a implantação das novas unidades. Meu salário era em torno de US$ 1.400,00 por mês; a depender da variação da cotação do dólar americano contra a nossa moeda. Se estimarmos que o dólar teve uma inflação anual de 3% (estimativa bem conservadora) desde aquela data, chegamos a uma inflação total de 346%. Se inflacionarmos este valor até o presente, significa que meu salário atual seria algo em torno de US$ 4.850,00 por mês. A uma cotação atual de R$ 3,15 para cada dólar, chegamos à conclusão que meu salário à época seria de algo em torno de R$ 15.000,00 por mês no valor atual. Meu carro era um Chevrolet Opala Cupè 6 cilindros – 4.100 CC “zero quilômetro”. Era o topo do mercado.Equivaleria a algo como um Honda Civic – topo de linha nas condições atuais. Imaginem a farra que foi um irresponsável jovem de 19 anos com um salário desses.

Hoje, mesmo engenheiros antigos não ganham este salário no Brasil. Esta é consequência da voracidade com que nossos governantes tem se apropriado da riqueza produzida pela nossa espoliada nação.

Evolução da “sangria” praticada pelo governo sobre a população brasileira

Mas por que mesmo desta digressão? Certamente estarão se perguntando meus parcos leitores.

Calma que eu explico! É o seguinte: Por que, de lá para cá, nossa situação econômica só piorou?

Cada uma das gangues políticas que se apossou do poder central no Brasil tratou prioritariamente de aumentar a carga tributária, seja de que maneira fosse. O que era extorquido da população pelo governo anterior nunca era suficiente para saciar a voracidade daqueles que estavam se apossando.

Por conta deste fenômeno, saímos de uma carga tributária de 13%, no governo de Eurico Dutra, para uma carga que se aproxima perigosamente dos 40%, número próximo ao praticado pelos países escandinavos. A diferença é que, naquelas plagas, o estado provê quase tudo ao cidadão. Aqui, o estado só visa flagrar o cidadão em desacordo com alguma das leis estúpidas que inventaram, sempre com o objetivo único de arrecadar multas e extorquir o cidadão um pouco mais.

Mas… E pra onde vai toda essa montanha gigantesca de dinheiro que os canalhas arrecadam?

A primeira metade dessa dinheirama toda é só para pagar os juros da dívida monstruosa que acumularam ao longo dos anos e que só faz crescer. A cada ano, são acrescentadas mais algumas centenas de BILHÕES de Reais ao total da dívida.

O resto só dá para amamentar gulosamente hordas compostas por milhões de picaretas! São deputados, senadores, ministros, prefeitos, secretários, aspones, procuradores, auditores, corregedores, promotores, defensores, ouvidores, etc. Para cada assunto que o cidadão pensar ou imaginar, existem umas dez organizações governamentais encarregadas de defecar as famigeradas “Políticas Públicas” para o setor, todas sempre competindo por pedaços da mesma carniça: Verbas, emendas parlamentares, dotações orçamentárias, transferências voluntárias, e por aí vai… Não sobra quase nada para investimento.

A maioria absoluta destas gangues governamentais é composta pela briosa classe dos advogados. Os causídicos, como bem sabemos, não produzem absolutamente nada. Não geram riqueza nenhuma. Só consomem! Alimentam-se preferencialmente onde haja uma putrefação social: assassinatos roubos, estupros, corrupção, fraudes diversas, estelionato, etc. Podemos considerá-los como sendo verdadeiros urubus da sociedade. O Brasil forma, todos os anos, mais de 120.000 desses filhotes de abutre. Enquanto isso, forma cerca de 30.000 engenheiros e, pelo que tenho visto, de baixíssimo nível. A China, que forma quase 400.000 engenheiros por ano, todos de excelente nível, cresce entre 7 e 10% a cada ano. A indústria chinesa inunda de produtos todos os quadrantes da terra. Todo o governo chinês é composto por engenheiros. O país quase não tem advogados. Enquanto isso, nossa indústria está minguando. Quase todas as que mencionei acima já fecharam as portas. A nossa cúpula governamental (que está mais para uma cópula), vive à tripa-forra, enquanto a nação está à míngua. Da montanha de recursos que arrecadam, não sobra nada para investimentos produtivos. Eu comparo o Brasil com a seguinte situação:

1. O guarda noturno se juntou com o motorista e com a empregada doméstica, TODOS REGIAMENTE PAGOS por nós, botou a arma em nossa cara e declarou que eles estariam no comando da casa e que nós, os legítimos donos, teríamos que sustentá-los a pão-de-ló.

2. Abriram os melhores vinhos da nossa adega e passaram a dormir bêbados em nosso sofá.

3. Convidaram todos os amigos para a farra às nossas custas e passaram a tomar banho em nossa piscina e a dar festas de arromba para seus amigos.

4. Nós, juntamente com nossas esposas, passamos a ser seus serviçais.

5. Estamos devendo até os cabelos da cabeça a fim de sustentar esta farra. Já gastamos até todo o nosso fundo de aposentadoria (FGTS e Fundos de Pensão).

6. Metade do nosso salário está indo para pagar juros e, mesmo assim, a dívida só aumenta.

É de estranhar que ninguém queira mais produzir nada nesta terra e só pense em ir embora desta bosta?

SÓC CATALÀ. VISCA CATALUNYA!

“Eu sou catalão. Viva a Catalunha!”

Após as catástrofes das duas grandes guerras mundiais do século passado, uma das grandes evoluções verificadas na diplomacia mundial, e que passou a nortear o julgamento das ações dos governantes de todas as nações, foi o nunca suficientemente louvado Princípio da Auto Determinação dos Povos.

Estendia-se para todo o globo a Doutrina Monroe, que preconizava “A América para os americanos”. Este princípio foi adotado como básico quando da fundação da “Liga das Nações” que, mesmo tendo fracassado em seu objetivo maior, evitar a repetição das guerras, deixou este magnífico legado.

Foi exatamente este princípio que norteou à formação de uma pletora de novas nações, todas oriundas do desmantelamento do antigo império Austro-Húngaro dos Habsburgh. Países como a República Checa, Eslováquia, Hungria e a própria Áustria devem sua origem a este desmembramento.

Semelhantemente ocorreu a partir do desmonte dos imensos impérios coloniais das grandes potências europeias. Miríades de pequenas nações africanas passaram a constituir novos países. Alguns, ou a grande maioria, segundo os críticos deste processo, sendo constituídos sem que se observasse de forma responsável as diferentes etnias por eles espalhadas. Já no Oriente Médio, fronteiras foram traçadas de forma arbitrária e imperial. Mais uma vez levou a recorrentes conflitos entre as novas nações vizinhas. Na Índia, o desmonte do império veio acompanhado das guerras fratricidas entre os adeptos das religiões Indianas e Muçulmanos, o que levou à formação do Paquistão e de Bangladesh como países separados. A briga pela região do Kashemir continua até hoje sem solução.

Mais recentemente, o desmonte do império da União Soviética levou à criação de uma quantidade imensa de novas nações, todas formadas a partir da independência de povos que haviam sido anexados compulsoriamente pelos russos. País como Estônia, Letônia, Lituânia, Ucrânia, Moldávia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Kazaquistão, Turcomenistão, Uzbequistão, e outros menos cotados, todos passaram por um longo processo de pressões e negociações que, em muitos casos, ainda estão em andamento. Sem dúvida que este é um processo ainda em curso. Ocorre que a Glasnost e a Prestroika parecem não ter chegado a regiões como a Escócia, Gales, o País Basco, os Curdos e, muito especialmente, à Catalunha.

A razão que está por trás da resistência dos governos centrais em permitir que as diferentes etnias sigam seu próprio caminho independente está sempre lastreado na economia. A questão que domina o debate é sempre o dinheiro. Analisemos caso a caso:

• Quando Pernambuco foi impedido de se separar do restante do Brasil, em 1817, o nosso estado, mesmo com toda a decadência verificada até então no comércio do açúcar a nível mundial, era ainda o principal motor da economia brasileira. Os envios de dinheiro para a manutenção da corte imperial, no Rio de Janeiro, atingiam somas escandalosas. Podemos facilmente confirmar este fato através de sucessivos editoriais publicados no Diário de Pernambuco ao longo de todo o século XIX. A razão de não nos terem deixado partir foi por não desejarem perder a “Galinha dos Ovos de Ouro”. Hoje, o “Leão do Norte” está que faz até pena: Velho, desdentado e brocha!

Bandeira da Revolução de 1817, com as 3 estrelas
(Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte)

• São Paulo – 1932. O estado mais rico da nação combate as determinações do governo do Estado Novo de Getúlio Vargas. O movimento foi esmagado pois todos os demais estados se uniram para preservar a “Unidade Nacional”. Será que foi só o idealismo, ou o fato de São Paulo até hoje contribuir todos os anos em impostos para o Governo Federal com cerca de R$200 Bilhões A MAIS DO QUE RECEBE em repasses e investimentos? Este, aliás, é o dinheiro que sustenta os falidos estados nordestinos. Comparei, em anos recentes, o balanço existente entre o ICMS que cada um dos estados nordestino recolheu sobre as vendas feitas para outros estados, com o total de ICMS que estes mesmos estados pagaram pelas compras efetuadas fora de seu território. Sabendo a alíquota praticada, podemos facilmente calcular o balanço destas transações. O resultado é sempre consistentemente deficitário: Os estados consomem o dobro do que vendem. O saldo da Balança Comercial é negativo em quase a metade do PIB destes estados. Por “coincidência”, totaliza quase que exatamente os R$200 bilhões extorquidos de São Paulo e repassados pelo Governo Federal. Isto significa dizer que São Paulo, até hoje, sustenta o nordeste.

A grande resistência dos governos “Centrais” para permitir que os povos se auto-governem vem da necessidade de mais poder, assim como a busca por arrecadação financeira sempre maior e nunca satisfatória. Esta é a situação atualmente enfrentada pela Catalunha com relação à Espanha! Possuidora de uma população de 7,5 milhões de habitantes (16,5% da população da Espanha), dos quais cerca de 1,5 milhão é emigrante de regiões mais pobres da Espanha que para lá acorreram em busca de uma melhora no padrão de vida, a Catalunha é responsável por mais de 21% do PIB Espanhol. Com um PIB per capita significativamente superior à média espanhola, a região atua como um “Eldorado” para os deserdados da sorte oriundos de regiões como a extremadura e a Andaluzia.

Caso a Catalunha venha realmente a se separar do restante da Espanha, deixará atrás de si uma situação verdadeiramente calamitosa para o governo de Madrid. Primeiramente, o que fazer com os milhares de migrantes desempregados que deveráo ser forçados a retornar para suas regiões de origem? Depois, como vão fazer para compensar a perda de arrecadação? Por mim, problema deles! Se virem!

Já a Comunidade Europeia, sob a ameaça de dezenas de pleitos semelhantes, em diferentes países do seu território, adota uma atitude de uma tibieza e pusilanimidade digna de políticos brasileiros: Condenam a violência da polícia de Madrid e não reconhecem o plebiscito. Esses caras devem ser do PSDB de lá.

Condenam a separação sob a alegação de que, as nações que se separaram, enveredaram por caminhos de instabilidade e pobreza. MENTIRA DESLAVADA! QUANDO A GENTE NÃO QUER, QUALQUER DESCULPA SERVE! Isso pode ser válido para comunidades que JÁ ERAM POBRES e miseráveis como o Sudão do Sul e a Ossétia. Não é o caso de nações como a Croácia, filha da fragmentação da Iugoslávia, e que vem apresentando invejáveis índices de desenvolvimento.

Quem não puder viver… MORRA!

LONGA VIDA À CATALUNHA LIVRE! Às barricadas, cidadãos!

EVOLUÇÃO

“Na casa de meu pai há muitas moradas”. João, 14,22

Confesso a meus eventuais leitores, logo de cara, que não sou nenhuma autoridade em Doutrina Espírita ou Kardecismo. Muito pelo contrário até, considero-me apenas um modesto aprendiz. Esta é a razão que me levou a fazer um voto de humildade comigo mesmo. Eu explico: Como eu me conheço bem, sei que sou metido a estudar e palpitar sobre tudo o que é assunto. Assim, decidi que nestas questões espíritas eu seria um simples ouvinte daquelas pessoas mais evoluídas que se dispõem a investir parte do seu precioso tempo compartilhando seus estudos com os menos evoluídos como eu. Tomei a decisão de apenas ouvir e meditar sobre suas preciosas lições e assim tem sido até hoje. Aprendi com eles numerosas e preciosas lições. Só que tinha sempre um restinho de incredulidade com relação à existência de diferentes planos vibratórios e realidades paralelas à que conhecemos através de nossos sentidos e instrumentos, conceito é fundamental à existência de diferentes níveis de evolução entre os espíritos. Sem ele, toda a doutrina espírita ficaria extremamente difícil de ser justificada.

Hoje, estou plenamente seguro de que eu estava errado e vou lhes explicar porque.

Existe no céu uma constelação belíssima chamada Órion. É uma das mais fáceis de identificar devido às 3 estrelas em série que formam o chamado “Cinturão de Órion”, ou as 3 marias, como as conhecemos no Brasil. Ficam bem no equador celeste, razão pela qual são visíveis em toda a terra. Logo abaixo delas está a Nebulosa de Órion, origem da vida na terra segundo místicos de todos os quadrantes.

Seu nome é uma homenagem a um caçador mítico que, segundo a lenda grega, seria belíssimo, razão pela qual Diana (Artemis), a deusa da caça, teria se apaixonado por ele. Seu irmão Apolo, discordando da ideia de uma deusa vir a se relacionar com um mortal, desafiou-a a acertar um alvo distante no mar. A deusa aceitou o desafio e acertou o alvo, que na realidade era Orion nadando. Desesperada por ter provocado sua morte, a deusa fez com que este fosse eternizado no céu formando uma constelação.

Um pouco mais abaixo e à esquerda, fica a constelação do cão maior, que seria um dos cachorros do caçador. Nela, encontramos Sírius, a estrela mais brilhante do firmamento.

O astrônomo alemão Friedrich Wilhelm Bessel desenvolveu um método para determinar com precisão a posição das estrelas. Bessel usou estas medidas de precisão para determinar que Sirius (α Canis Majoris) e Procyon (α Canis Minoris) estavam mudando as suas posições. Em 1844, ele previu que ambas as estrelas possuíam companheiras não observadas, o que levou Alan Kardec a escrever:

Os astrônomos, ao sondar os espaços, encontram na distribuição dos corpos celestes lacunas não justificadas e em desacordo com as leis do conjunto. Eles supuseram que estas lacunas deveriam estar ocupadas por globos que escapavam à sua observação, mas, ao mesmo tempo, observaram alguns efeitos cujas causas desconheciam e concluíram: Aí deve haver um mundo porque esta lacuna não pode existir e esses efeitos devem ter uma causa”. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec – 1857

Em 31 de janeiro de 1862, Alvan Grahan Clarck, um fabricante de telescópios de Fall River, Massachusetts – USA, ao testar um novo telescópio refrativo de 18 ½” que havia acabado de fabricar, observou uma estrela junto a Sirius que nunca havia sido observada antes, mais tarde identificada como a companheira prevista. Esta foi a primeira ANÃ BRANCA observada.

Foi denominada assim porque, apesar de minúscula quando comparada com sua irmã gêmea, é infinitamente menor, embora POSSUA A MESMA MASSA. É simplesmente uma estrela que gastou todo o seu combustível nuclear, através da fusão sucessiva de átomos de hidrogênio (1) em hélio (2), etc… Quando chega no Carbono (12), a estrela enfrenta uma encruzilhada: Se for umas seis vezes maior que nosso sol, vira uma supernova e explode. Se não for grande o suficiente, apaga e murcha, até se transformar em uma anã branca. Este mecanismo foi descrito pelo físico indiano Chandrasekhar, o que o levou a ganhar o prêmio Nobel de física e a ter um telescópio orbital com seu nome – 0 Chandra.

Outro que ganhou telescópio com seu nome foi Edwin Hubble. Ele foi o cara que, utilizando daquele mecanismo de refração da luz descoberto por Newton, passou a analisar o espectro de todas as estrelas a fim de verificar sua composição química. Sua principal constatação foi que, devido ao efeito Doppler, o espectro de praticamente todas as estrelas estava desviado para o vermelho. Isto significava dizer que TODAS ESTARIAM SE AFASTANDO DE NÓS, o que o levou a formular a teoria do Big Bang, a grande explosão primal que teria dado origem a todo o universo.

Este efeito Doppler é o que provoca aquele fenômeno que observamos quando nosso carro cruza com outro vindo em sentido contrário. De início, por as ondas sonoras serem comprimidas, o som fica mais agudo. Depois, quando cruzamos com ele e o outro carro começa a se afastar, as ondas são esticadas e o som fica imediatamente mais grave.

Sabendo do resultado das experiências de Hubble, Einstein passou a considerar que havia cometido uma grande besteira ao incluir o que chamou de “Constante Cosmológica” nas suas equações da Relatividade Geral, de modo a deixar em aberto a possibilidade de o universo estabilizar, ou até mesmo vir a retardar este movimento de expansão, e começar a se contrair devido à gravidade. O cara era lasca: Até quando pensou que errou, acertou em cheio! A única hipótese que não passava pela cabeça dessa moçada era o que viria a ser constatado mais adiante. Parece que nosso Criador está sempre com alguma carta na manga para rir da nossa petulância ignorante.

Sabendo que todas as anãs brancas, devido ao limite de Chandrasekhar, são aproximadamente do mesmo tamanho, pode-se determinar a que distância estas se encontram daqui apenas pela magnitude do seu brilho. Estas passaram a ser a referência melhor que existe para esta medição, já que o cálculo através da Paralaxe só é aplicável a estrelas que estão bem próximas de nós. Foi aí que endoidou todo o mundo dos estudiosos do assunto!

Ao medir o desvio para o vermelho das anãs brancas mais distantes, verificou-se que este era sempre maior que o desvio das anãs brancas mais próximas, e que quanto mais distante estivessem, maior era o seu desvio. Isto significa dizer que, de todas as possibilidades até então levantadas – o universo estar retardando a expansão até recolapsar, universo estável, ou universo em expansão constante – o que isto demonstrava era que o universo não só está se expandindo, COMO ESTÁ ACELERANDO.

Aí danou-se tudo! Que diabos está provocando esta expansão? Que força é esta que nunca se ouviu falar na física? Que força é esta que vai contra a gravidade? Como é que ela se apresenta? De onde é que sai? O que a provoca?

A verdade é que ninguém sabe de mais nada a respeito! Vamos ter que começar a estudar física do zero outra vez. “Cesse tudo que a antiga musa canta”!

O mundo da física partiu para fazer as contas e o resultado aí ficou ainda mais interessante.

Moral da história: Tudo o que conseguimos ver no universo representa apenas e tão somente 0,4% de tudo o que estas observações nos levam a crer que exista. O que é exatamente esta matéria escura? Não sabemos. O que é exatamente esta Energia Escura? Não temos a mínima ideia. O que é que existe neste universo “Paralelo” ao nosso, que não conseguimos nem detectar, e que representa 99,6% de todo o nosso mundo? Não sabemos!

Pergunta 36 – O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – 1857

O Vazio Absoluto existe em alguma parte no Espaço Universal ?

R: “- Não, nada é vazio. O que imaginais como vazio é ocupado por uma matéria que escapa aos vossos sentidos e aos vossos instrumentos”.

VÔ´M´IMBORA P´RA UCRÂNIA

Ou, em português tradicional: Vou-me embora para a Ucrânia

Visitei a Romênia pela primeira vez no início da década de 90 do século passado. Bucareste era uma só festa: O ditador Ceaucescu havia sido enforcado, junto com sua esposa. O reitor da universidade, que havia liderado a revolução, tinha sido eleito democraticamente para a posição de presidente e o aparato opressor havia sido desmantelado. Todos os ministros que conhecemos eram jovens professores da universidade. Cheios de ideias e de entusiasmo, como só os jovens conseguem ser.

O que mais chamou a atenção do grupo de pernambucanos que lá estava comigo foi a quantidade imensa de casamentos que presenciamos. O futuro parecia sorrir para os jovens daquele país tão sofrido. A reação da meninada era oficializar as relações amorosas a fim de começar a caminhar rumo a este futuro alvissareiro. Procuramos por um bar, tarde da noite, e entramos num grande salão com muita música e alegria. Comemos e bebemos à vontade. Fomos tratados como reis. Só na hora de pagar a conta descobrimos que era uma festa de casamento. Como ninguém falava a língua do outro, foi uma loucura: brindes ao Brasil, brindes à Romênia, brindes aos noivos. Terminamos todos tremendamente bêbados.

Mas eis que a festa acabou para os romenos! A realidade econômica deles, nestes quase 25 anos passados, se mostrou bem mais difícil. Estão se recuperando de forma firme e gradual. Ingressaram na Comunidade Europeia e estão evoluindo bem. Só que as dificuldades econômicas provocaram um fenômeno inverso: Despencou a quantidade de filhos. A população, que naquela ocasião, era de quase 23,5 milhões na época, já caiu bem uns 10%.

Enquanto isso, a população da Arábia Saudita saiu de 4 milhões para quase 30 milhões no último meio século. Parece que o futuro nos reserva bem mais mulheres de veu do que as belas faces romenas.

Se observarmos o que vem ocorrendo com o Brasil, estamos repetindo mais ou menos o mesmo processo ocorrido com os países do leste europeu. Como consequência do tremendo arrocho financeiro provocado pelo plano econômico de Fernando Collor, os brasileiros postergaram todos os sonhos e planos de constituir família, O resultado foi uma tremenda baixa na quantidade de pessoas nascidas naqueles “anos de chumbo”. Com o plano Real, os brasileiros começaram a fazer bebês de novo. Isso até a chegada de Lula ao poder, pra acabar com a nossa tesão. Agora, estamos diante de uma verdadeira encruzilhada: O que queremos ser no futuro? Uma Arábia Saudita ou uma Romênia?

Tivéssemos mantido este processo, a partir de Collor, teríamos cerca de 20 milhões de pessoas a menos na população. Certamente que nossa situação econômica e de segurança da população estaria tremendamente melhor, pois estes seriam exatamente os jovens que hoje estão nos levando ao caos. O problema é que estas mudanças ocorrem por aqui sempre ao sabor do acaso e de decisões individuais, nunca como um “Projeto de País”. Ainda estou em dúvida se é simplesmente incompetência de nossos governantes, pura safadeza, muita imbecilidade, ou tudo isso junto, combinado com uma tremenda e absoluta decrepitude moral. Não bastasse sermos liderados por canalhas, temos ainda os meios de comunicação trombeteando uma relativização da moral que só nos levará ao completo e total caos social.

Bom! Pelo menos, antes tarde do que nunca. Parece que estamos nos encaminhando na direção certa. Só que, enquanto a classe média está postergando a maternidade e limitando a um filho (quando tem), a pobreza continua proliferando como bactérias. Na média, estamos reduzindo a explosão populacional. Onde isto vai dar? Eu não sei!

Só sei que eu não tenho mais paciência para esperar por um projeto de país decente. Isto é uma miragem: Cada vez que nos aproximamos, fica mais distante! VOU EMBORA DESTA BODEGA tão logo a justiça obrigue os crápulas do INSS a me darem o que é meu de direito: minha aposentadoria.

Certamente que meus parcos leitores estarão se fazendo a seguinte pergunta: Mas… IR PRA ONDE?

Vou lhes dizer. Vou para um país que JÁ fez exatamente isto que estou propondo: A Ucrânia.

Com as dificuldades advindas do desmoronamento do bloco soviético, também a Ucrânia passou por este processo de encolhimento da população. A situação lá foi ainda pior que a Romênia pois se encontram exatamente espremidos entre o “Urso” soviético e a Comunidade Europeia. A consequência deste embate nós temos visto: Invasão da Criméia, tentativa de anexação das províncias de língua russa, tremendas pressões econômicas, imposição de governantes títeres de Moscou, e por aí vai.

A parte que me interessa é a seguinte: É uma população linda, com uma predominância de mulheres jovens (entre os 25 e os 45 anos), com altíssimo nível cultural e que não se casou devido aos problemas enfrentados pelo seu país. A opção preferencial delas tem sido buscar casamento com pessoas de outros países menos conturbados. Vejam os exemplos abaixo e me digam se eu tenho razão.

P.S. Interessados em ir comigo? O site é: Love me. São milhares como estas e todas lindas.

(IN) SEGURANÇA

Por estranho que possa parecer, mesmo sendo engenheiro industrial mecânico e tendo labutado minha vida toda com projetos industriais, de repente decidi cursar um mestrado sobre a psicologia e o comportamento humano. A questão é que, depois de muito quebrar a cabeça gerindo indústrias, (quando ainda haviam indústrias em Recife, pois fecharam todas em que trabalhei – Alpargatas, Springer, Microlite, Souza Cruz, Philips, etc – verifiquei que o problema maior não eram as máquinas. Estas eram sempre extremamente dóceis! Uma vez afinadas, reguladas, lubrificadas e alimentadas com força motriz, faziam exatamente aquilo que se esperava delas. O problema era sempre as pessoas!

Foi então que decidi fazer o mestrado da Universidade Federal sobre Administração de Recursos Humanos, com ênfase em Psicologia e Sociologia Organizacional. De todas as inúmeras e valiosas lições que lá aprendi, uma se destaca na minha mente como sendo a de maior importância. É a seguinte: As duas principais forças moldadoras do comportamento humano são: Primeiro, as lições introjetadas nas nossas mentes juntamente com o leite materno, no ambiente familiar, complementadas pelas orientações de um pai severo. Depois, quando já crescido, o medo da polícia”.

No Brasil, temos cada vez menos influência destas forças na moldagem da personalidade dos jovens. A consequência veio a galope: a catástrofe social que assistimos. Na completa ausência destas influências, assumiu papel preponderante o grupo social onde o jovem vive. Este está cada vez mais direcionado pelas mensagens deturpadoras de valores e da moral bombardeadas por todos os meios de comunicação.

Se desde sempre éramos periféricos, em termos de civilização mundial, agora caminhamos aceleradamente para nos tornarmos uma sub-raça, em um quadro muito mais amplo de total degeneração social. A erotização precoce, aliada à total relativização dos valores da família tradicional, frutificou de maneira esplendorosa: Hoje, um terço das crianças brasileiras são filhas de mães adolescentes. Dois terços vivem em lares só com um dos cônjuges, normalmente a mãe. Estas, tendo de se “virar nos trinta” para prover o sustento, deixa os filhos para serem criados de solta, feito boi pé duro.

O resultado não podia ser outro: Uma geração de adolescentes inúteis. Semianalfabetos e revoltados. Totalmente desiludidos, sem qualquer possibilidade de conquistar uma vida melhor. Cercados pelo tráfico de todo tipo de drogas e instigados pelos meios de comunicação a arrancarem o que puderem do banquete da vida com as prórias mãos, “pois ninguém dá nada para ninguém”. A ênfase é na satisfação imediata de prazeres e desejos. – Amanhã? É outro dia! Quando chegar lá a gente vê o que é que faz.

Viramos um país de filhos da puta! Linguajar trêfego. Grosseiros, truculentos, arrogantes, mau- humorados e, para completar, cheios de “direitos”. O mundo todo lhes deve. Não devem nada a ninguém.

No livro Freakonomics, os autores (Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner) estabelecem uma curiosa correlação entre a liberação do aborto e a queda na taxa de criminalidade nos Estados Unidos. Segundo os mesmos, os possíveis criminosos, crianças cuja origem social os levaria inexoravelmente a uma carreira de crimes, simplesmente foram abortados. Assim, uma ou duas décadas depois, a sua ausência foi o fator que levou as cidades a experimentar uma queda na criminalidade. Faz todo sentido para mim!

Por questão de princípio, sou frontalmente contra a opção que faculta às futuras mamães assassinarem seus próprios filhos, ainda em seus ventres, e depois de mortos, retirar-lhes de seu seio aos pedaços. Considero milhões de vezes mais humano simplesmente evitar a concepção. Temos todo o conhecimento e meios para isso. Só muita hipocrisia e burrice para não ver isso e não incentivar esta alternativa.

Desde 1991, crescemos de uma população de 146 milhões para os atuais 206 milhões. São 60 milhões de pessoas a mais. Quase a população que tínhamos em 1970. Quantos desses jovens estão assim?

É exatamente essa legião de jovens, desiludidos e perdidos, que está no centro de nosso problema de insegurança nas nossas cidades. Enquanto eles se matam, pois a maioria das vítimas da carnificina urbana é nesta faixa etária, levam a tranquilidade de toda a população de roldão. Teria sido muito melhor para o nosso país que tivessem sido evitados. Não fariam a mínima falta! Muito pelo contrário até.

Tenho acompanhado a terrível transformação, consequência deste quadro acima descrito, que tem ocorrido num estado pelo qual tenho muito apreço: O Piauí.

Minha primeira viagem para lá se deu nos idos de 1992. Fiquei simplesmente fascinado! Teresina era uma cidade extremamente simples e modesta. A grande maioria da população era de uma pobreza muito grande, porem extremamente digna. Lá não havia a miséria abjeta contrastando com a opulência dos imensamente ricos. A consequência desse clima de harmonia e paz era índices de criminalidade absurdamente baixos. Era a antítese da teoria petista que justifica a desagregação social como resultado da pobreza. Lá, simplesmente não se cometiam crimes. As pessoas eram pobres porem tinham um orgulho extremo de serem absolutamente honestas e trabalhadoras. O grande caminho através do qual almejavam uma evolução nas suas condições de vida era a dedicação aos estudos com todo o afinco de que fossem capazes. Há até um subproduto interessante desta dedicação aos estudos: Os nomes próprios das pessoas daquela geração. Eram nomes eruditos, extraídos das leituras feitas aleatoriamente por pais pobres e simples que almejavam atingir uma nova condição social através dos filhos. Abundam os Roosevelt, os Flaubert, os Ramsés, e coisas do gênero, entre as pessoas de meia idade. Já quanto aos jovens, saídos desta fornada mais recente, o quadro é bem diferente. Os nomes atuais são de jogadores.

Fala-se muito em criar mais juizados, investir em mais policiais, mais delegacias, mais cadeias, penas mais severas, e por aí vai, a fim de encarar e resolver este terrível problema. NÃO FUNCIONARÁ!

Estamos criando o controle, do controle, do controle, do controle, etc… ad infinitum! Serão advocacias, defensorias, ouvidorias, auditorias, controladorias, procuradorias, corregedorias, delegacias, … PARA NADA! E o que é muito pior: a um custo aberrante e proibitivo. Só servirá pra dar emprego a advogados.

O grande acionador do comportamento humano são os valores internos (Core Values), que são introjetados através da educação, especialmente a doméstica. É o que costumávamos chamar de “berço”.

Polícia alguma vai conseguir ser mais eficaz do que esta simples providência. Além de que, depois de adulto, para destorcer qualquer pepino é absolutamente IMPOSSÍVEL!

TUDO PELO SOCIAL

Pessoas muito mais sábias do que eu me ensinaram há alguns anos atrás que “Todo problema no mundo tem uma solução, óbvia, imediata, simples, barata, rápida e… TOTALMENTE ERRADA!”.

O danado é que a opção preferencial dos imbecis é sempre por este tipo de solução.

Como nossa população é composta majoritariamente por analfabetos funcionais, cujo desenvolvimento mental está situado entre uma ameba e um protozoário, esta tem sido a tônica por aqui, desde que se abriu a possibilidade para que estas criaturas acéfalas opinassem sobre tudo e sobre todos.

O desastre começa com a eleição de políticos messiânicos e populistas. Imaginam-se pairando acima da massa ignara da humanidade. São os “paladinos da justiça”, detentores de uma genialidade que deverá exterminar qualquer problema que se lhes apresente: Viram “especialista” em qualquer assunto em 5 minutos. De alfinete a bomba atômica. São de uma arrogância e prepotência incomensuráveis. Assumem o comando de setores mais diversos da administração pública sem nenhum remorso. Vão da saúde para a energia, depois o turismo, ou quem sabe mesmo a reforma agrária, e por aí vai a lambança.

A continuação da catástrofe se dá através das cobranças imediatista, míopes e egocêntricas de eleitores cujas mentes obliteradas são dotadas de uma imensa preguiça de pensar com seus próprios neurônios. O desastre começa e termina através das suas demandas. São aquelas soluções simplórias e totalmente erradas que mencionei acima. Aproveitando a ingenuidade das demandas da turba, políticos expertos tratam de atendê-las, mas sempre com uma agenda própria no bolso da cueca e que são, na maioria dos casos, de uma desonestidade que faria corar o bandido da luz vermelha.

Este tem sido o roteiro da gestão pública do Brasil há décadas.

De tempos em tempos, algum desses finórios se destaca na competência em montar uma gangue de ladravazes para roubar a população.

Convoquei o Sarney aí acima para render-lhe a merecida homenagem por ser o patrono e fundador da atual catástrofe que se abate sobre esta malsinada nação. Nossa hecatombe começou quando este senhor inventou de declarar que o lema do seu governo seria a famigerada frase: TUDO PELO SOCIAL!

Foi a partir daí que deu-se a merda!

A desgraceira que a população brasileira vem sofrendo foi tanta, por conta do raciocínio farsesco e desonesto, deste senhor, assim como de todos os que lhe seguiram, que eu começo a concordar com Martim Bormam quando este dizia que “Todas as vezes que se fala alguma coisa com a palavra social no meio, a vontade é de sacar a .45 e sair dando tiro em gente”.

Sábias palavras!

A grande justificativa para todas as roubalheiras e sacanagens praticadas por esta multidão interminável de picaretas sempre foi a de que estariam promovendo a famigerada “justiça Social”. Para a malta infinita de imbecis da nossa população, isto significa que o governo vai arrancar dinheiro de quem trabalha e produz para distribuir com a multidão de retardados mentais. A realidade sempre se mostra muito mais cruel do que nossos piores pesadelos. Na maioria das vezes, a grana mal dá para distribuir entre si e com seus apaniguados. Só as migalhas caem da mesa deste banquete satânico, sempre de modo a mais uma vez ludibriar a galera que os elege e mantém no comando deste bordel chamado Brasil. É sempre e toda vez o mesmo estupro contra nosso país.

A roubalheira já foi tanta que o país está devendo uns 3 TRILHÕES E MEIO aos agiotas.

Isso equivale a DOIS ANOS DE ARRECADAÇÃO.

Lembrem que já estão esfolando a população em uns 40% de tudo o que se produz nesta bodega. Quase a metade de toda a riqueza gerada vai para manter a gangue que está no poder e, o que é muito pior, NÃO DÁ NEM PARA ELES PAGAREM AS CONTAS. Todo ano, acrescentam uma montanha de uns 180 BILHÕES no total que estão devendo e não dá pra fazer obra nenhuma de infraestrutura. Só se for em Cuba ou Angola e através de contrato superfaturado (E SECRETO) da Odebrecht.

O rombo é tão grande que quase metade DOS IMPOSTOS que arrecadam é só pra pagar os juros.

Se vocês estivessem devendo dois anos de sua renda ao agiota e metade de tudo o que você ganha fosse só pra pagar os juros, e mesmo assim a dívida só aumentasse, qual seria a sua situação financeira?

EXATAMENTE! Fudido!

EUGENIA

Encontra-se na internet o seguinte diálogo hipotético entre dois médicos.”- Sobre a interrupção da gravidez, quero sua opinião. O pai era sifilítico, a mãe tuberculosa. Das quatro crianças que nasceram, a primeira era cega, a segunda morreu, a terceira era surda-muda e a quarta também era tuberculosa. O que você teria feito?” “- Eu teria interrompido a gravidez.” “- Então você teria assassinado Beethoven.”

Este é o típico sofisma divulgado pelos adeptos do “Politicamente Correto”, além de ser de uma imbecilidade acachapante.

Primeiramente, Beethoven não era o quarto filho. Era o segundo. De seus pais, pois sua mãe era viúva. Quando se casaram, ela já havia tido um filho, que morreu ainda bebê. Dos sete irmãos de Beethoven (dos mesmos pais), cinco morreram aínda infante, inclusive seu irmão mais velho, o que o tornou o mais velho dos três sobreviventes.

O fato de morrerem seis das nove crianças nascidas não era fato incomum naquela época. A mortalidade infantil era altíssima. Foi isso, aliado a uma baixa expectativa de vida, que controlou o crescimento da população humana durante séculos. Não precisava fazer planejamento familiar. A morte dos bebês se encarregava disso.

Com o avanço da medicina, e a consequente redução na mortalidade infantil e o aumento na expectativa de vida, a população humana literalmente explodiu!

Hoje somos cerca de 8 Bilhões de humanos. Estamos extinguindo todas as formas de vida que não nos sirvam de alimento. Estamos destruindo todos os habitats, juntamente com seus biomas, simplesmente para explorar os recursos naturais que nos interessam. Estamos poluindo todo o planeta, simplesmente porque a mãe natureza não tem capacidade de reciclar tanto dejeto a tempo. Estamos aceleradamente exaurindo a capacidade deste planeta para sustentar vida.

É GENTE DEMAIS!

A única imagem que me vem à mente ao analisar fotos de nossas cidades, tiradas do espaço, é a de uma imensa ferida provocada por uma infecção bacteriana, infecção esta que está se transformando em septicemia e prestes a matar o hospedeiro, nosso belo e único planeta.

Para completar este quadro dantesco, há em curso uma clivagem abissal entre as pessoas que usam seus neurônios adequadamente, e a imensa maioria que não os usa. O que a mãe natureza levou bilhões de anos desenvolvendo, até evoluir de uma simples bactéria até nós, sempre descartando de maneira implacável todas as mutações não competitivas e multiplicando as mutações benéficas, a filosofia do “politicamente correto” está desfazendo na espécie humana. Estamos priorizando deixar as baratas devorarem os leões e os leopardos.

Todas as vezes em que me mencionam a questão das famigeradas “cotas”, eu só me lembro da piada do espermatozóide aleijado.

Enquanto criamos animais belíssimos e de uma perfeição ímpar, acelerando o processo de seleção a fim de obter uma explendorosa funcionalidade, nós humanos estamos proliferando como bactérias e, o que é muito pior, reproduzindo em profusão exatamente aqueles que deveriam ser impedidos de perpetuar o “legado da sua miséria”, como dizia Brás Cubas, tendo filhos.

Vivemos uma época de apologia do farsesco, do bizarro, do grotesco, do desviante, do anormal, do sub-humano. A busca pela meritocracia está perdendo de lavada para a mediocridade acachapante das multidões uLULAntes. O grande critério para julgar o mérito passou a ser a quantidade de imbecis que apoiam qualquer monstruosidade estupidificante. O fato de hordas de semi-analfabetos altamente idiotizados reagirem em manada a algum estímulo popularesco passou a ser o critério do bem e do mau. A discussão das questões públicas passou a ser tema de debates acalorados ao estilo de torcidas de futebol. Qualquer um que ouse contrapor-se às galeras organizadas passou a ser alvo de apupos do mais baixo calão. Isso quando não partem para o “abafa” através da vantagem propiciada pela quantidade.

Não foi à toa que o historiador e filósofo Bertrand Russel observou que a humanidade só se desenvolveu quando submetida a governos fortes. Ele quis dizer o seguinte: Todas as vezes que se abriu a possibilidade para essas multidões de retardados mentais decidirem, o resultado foi o caos. Só foram tomadas decisões conducentes ao progresso quando impostas sob o rebenque de uma autoridade minimamente esclarecida. Essas multidões não necessitam de líderes. Seu caso é mais para amestradores.

Por minha formação cristã, me condoe profundamente a baixeza onde chafurdam essas multidões. Infelizmente, não possuo a mínima paciência para lidar com a imbecilidade arrogante, prepotente e autoritária. Creio que vou necessitar ainda de inúmeras encarnações até adquirir paciência suficiente para lidar com esta espécie de troglodita.

Eu só sei o seguinte: a minha parte eu fiz!

Da minha eugenia particular, eu mesmo me encarreguei.

Escolhi para casar a menina mais bonita do bairro e com melhor formação moral. Tanto é que os 3 filhos que tivemos são belos rapazes e os netos mais belos ainda, especialmente no que diz respeito ao aspecto moral e intelectual. Com relação ao aspecto físico, graças a Deus puxaram mais à mãe deles.Na minha progênie, a humanidade não vai sofrer retrocesso. São melhores do que eu e serão cada vez melhores aínda.

TORCIDA DE FUTEBOL

Devo confessar aos meus abnegados leitores que a minha visão sobre a humanidade nunca foi das mais alvissareiras. Muito pelo contrário, até. Sempre me perguntei por que o nosso criador, vendo a imensa profundeza das baixarias abjetas com que a humanidade tem se comprazido ao longo da historia, não decidiu dar um “CONTROL-ALT-DEL” pra recomeçar do zero este projeto que, a meu ver, deu errado.

Temos presenciado uma divisão neurótica e esquizofrênica na humanidade: Enquanto alguns poucos povos privilegiados, sempre louros e de olhos azuis, conseguiram criar em seus países ambientes de paz, respeito pelo próximo, pouca ou nenhuma violência e altíssimo nível de conforto material; a maioria absoluta da humanidade parece estar sendo engolfada por um tsunami de vulgaridade e selvageria que seria difícil de imaginar até há alguns anos atrás.

Fica facílimo entender o porque de tantos barcos (e aviões) abarrotados de retirantes desesperados estarem se dirigindo a estes paraísos terrenos, todos fugindo de suas terras de origem, terras estas flageladas por lideranças absolutamente assassinas devido o altíssimo nível de imbecilidade das suas mentes, sejam eles islâmicos, “socialistas bolivarianos”, ou simplesmente meros ladrões tirânicos e populistas, sem ideologia outra que não a busca do enriquecimento sem limites às custas da população.

Acho que nosso Criador, assim como eu, está imbuído de profunda compaixão por esta bactéria gigante cuja característica peculiar é ter consciência de si mesma (Cogito, ergo sum), que tem consciência da sua finitude e é sofredora de uma abissal solidão cósmica dentro da sua mente e de seus pensamentos.

Deve ser por isso, e por alguns poucos seres iluminados que conseguiram transcender desta nossa condição, que nosso criador mantém as esperanças de que venhamos todos a conseguir atingir um grau de perfeição e depuramento que nos torne dignos de retornar ao seu seio, visto que somos meros fragmentos desgarrados de sua infinita perfeição. Tempo para esperar por isso é o que não Lhe falta.

Só espero que não nos encarreguemos nós mesmos de providenciar a extinção dessa espécie sui-generis.

Dificilmente nos damos conta do nível de tensão a que somos submetidos quotidianamente pelas demandas diárias de nossas vidas. A brutalidade de uma “Realidade atroz que a mente esmaga”, que nos é empurrada goela abaixo quotidiana e repetidamente por todos os meios de comunicação, nos leva a um nível de desesperança em que nossa mente brinca perigosamente com a possibilidade de uma fratura irreversível. Chegamos a bradar como o Cristo na cruz: Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Só que Ele, em sua infinita bondade, não nos abandonou!

A nossa mente é provida de alguns mecanismos altamente interessantes que atuam na diminuição deste sofrimento mental. Devemos ser únicos neste aspecto já que, pelo menos até onde sabemos, somos os únicos seres com consciência da própria existência. O nome dado ao conjunto desses mecanismos, pelos psicólogos, é de: Mecanismos de Defesa Psicológica.

Estes se apresentam sempre como uma distorções da percepção que temos da realidade. É uma perda de objetividade na observação daquilo que se passa ao nosso redor. A nossa mente distorce DELIBERADAMENTE a nossa percepção das coisas que nos ocorrem, e que nos são agressivas, de modo a minorar o nosso sofrimento. Preserva assim a nossa sanidade mental.

O preço desta “fuga deliberada da realidade” é que nos tornamos um pouco idiotas. Só que é melhor nos tornarmos um idiota temporário que um maluco para sempre. Os mecanismos mais comuns são:

1. NEGAÇÃO – Ocorre quando a realidade se mostra tão absurdamente agressiva à nossa mente que esta se recusa a “ver” ou “entender” aquela nova condição. O melhor exemplo é quando da morte de uma pessoa e seu ente querido “se recusa” a aceitar que ele esteja realmente morto. Ou quando uma pessoa é demitida de um emprego, no qual trabalhou por longas décadas, e continua acordando à mesma hora, se vestindo da mesma maneira e se dirigindo ao local do trabalho, mesmo que seja apenas para ficar passando o tempo na praça em frente ao antigo emprego.

2. IDENTIFICAÇÃO – Situação das crianças que escolhem seus ídolos de preferência, para fazerem de conta que são eles quando dos seus jogos. Este é um exercício salutar para o desenvolvimento infantil, pois ressalta as qualidades que a criança gostaria de desenvolver em si mesma. Ajuda-as também a desenvolverem suas próprias personalidades, a partir do modelo escolhido.

3. PROJEÇÃO – É a situação das pessoas que fogem da realidade ao seu redor, e que lhes é estressante, se projetando em situações edulcoradas onde se sentem mais realizadas, mesmo que estas sejam meramente oníricas. Este é um exercício salutar para a redução das tensões originadas nos embates do dia a dia. Pode ser altamente prejudicial, porém, quando o indivíduo passa a viver constantemente neste mundo onírico, em detrimento da realidade que a cerca.

4. GRUPALIZAÇÃO – É a sensação de segurança e conforto proporcionada pelo simples fato de nos integramos a algo que é muito maior que nós, simples indivíduos. O compartilhamento de ideias e visões, dentro do rupo, pode ser altamente estimulante e enriquecedor. O grande risco, e o que ocorre na maioria absoluta dos casos, é a tremenda pressão pela CONFORMIDADE com a filosofia do grupo, sob pena de exclusão, e a divisão maniqueísta do mundo entre “Nós contra Eles”.

O fato de qualquer pessoa adotar qualquer um desses mecanismos, eventualmente, não implica de maneira nenhum em óbice para a sua racionalidade. Desde que a pessoa mantenha sempre um salutar ceticismo a respeito “daquelas velhas opiniões formadas sobre tudo”, sob pena de se tornar um mero fantoche nas mãos de líderes manipuladores e infantilizadores.

Infelizmente, uma maioria absoluta da humanidade só se sente confortável e em paz com o mundo sob a ilusão de mecanismos mentais que as afasta de uma percepção mais rica e racional da realidade. Abdicam voluntariamente daquilo que há de mais nobre em suas constituições e que as torna POTENCIALMENTE humanas: O ato de pensar!
Preferem viver em hordas uLULAntes.

CANALHAS!

O imenso bordel chamado Brasil está, só para variar, à beira da total falência financeira. A cambada de agiotas internacionais que nos sugam 10% do PIB através dos juros (Metade de todos os impostos escorchantes que pagamos – R$ 500 BILHÕES ao ano) só não decretaram nossa total bancarrota aínda porque, para eles, está tudo bem. Quanto maior a nossa esculhambação, mais eles nos sugam a jugular.

Quer tirar a prova? Dê uma olhadinha no lucro dos bancos.

Com o rombo das finanças públicas se aproximando perigosamente do ponto em que não terão dinheiro nem para pagar o salário das multidões de parasitas aferrados às tetas estatais, a horda de canalhas que os eleitores ruminantes de nosso país enviou a Brasília (dizem eles) para nos representar está excitadíssima com uma tal de “Reforma da Previdência”. Estou só aguardando para ver qual o calibre da pajaraca que vão atolar em nosso fiofó desta vez.

Os bilhões de reais que estão sendo gastos com as famigeradas “Emendas Parlamentares” estão jorrando de mancheias a fim de garantir a tal da governabilidade. Isto significa dizer o seguinte: Garantir que os mesmíssimos canalhas vão continuar praticando as mesmíssimas patifarias em cima da mesmíssima população de imbecis que se convencionou chamar de “Povo Brasileiro”.

Toda a conversa dos patifes, quando se fala qualquer coisa que se refira a aposentadorias, é dirigida no sentido de dizer sempre que “O governo concede”. Isto significa dizer que a aposentadoria é uma espécie de prêmio que o governo dá aos seus escolhidos, sempre “na forma da lei”.

É bem sabido, desde a frase lapidar de Millôr Fernandes, que “A melhor forma de se dar bem fora da lei é legislando em causa própria”. Isto quer dizer o seguinte: Pra que eu vou me arriscar com a polícia, feito Fernandinho Beira Mar e Marcola, se posso virar deputado, fazer leis que acoitem todas as minhas safadezas, e ninguém vai poder dizer nem que eu sou feio?

É com base nestas duas imensas empulhações que tem se dado os debates!

– Ah! Só pode se aposentar quem tiver mais de 65 anos. – Se for mulher, tem de ter apenas mais de 60 anos, pois as mulheres são também mães. – O “Bônus Demográfico” está se acabando. Vamos aumentar a soma da idade com o tempo de serviço necessário para que venham a se aposentar. .- É! Mas os professores tem que ter aposentadoria especial. Lidar com essa raça de alunos raciados com jumentos não é mole. – Tem também os agricultores. Não precisam nem ter contribuído, já que vivem passando fome mesmo. – E os militares, como ficam? – Funcionários públicos devem ter aposentadoria integral.

CHEGA! Vamos parar com essa empulhação!

APOSENTADORIA É POUPANÇA! É DINHEIRO QUE SE GUARDA PARA QUANDO SE FICA VELHO E NÃO SE PODE TRABALHAR. SÓ ISSO!

Quando o governo mete o bedelho nesta conversa é só para roubar a população e direcionar a imensa massa de recursos para seus apaniguados. Basta lembrar que METADE de todas as despesas da previdência vão para 10% dos aposentados, TODOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. Tenham eles contribuído para isso ou não. A outra metade, é divida entre os demais 90% de fudidos e ludibriados da população que, na realidade, são os que carregam todo esse sistema espúrio nas costas.

Além dessa imensa sacanagem, já na origem, há uma outra ainda pior!

Qualquer empregador brasileiro tem de entregar COMPULSORIAMENTE ao Governo Federal 42% de tudo o que venha eventualmente a pagar como salário aos seus funcionários. É uma festa pobre, em que somos coagidos a entrar de ré e com as calças arriadas. Uma verdadeira parceria CARACU, em que o governo e seus parasitas entram com a cara e nós com o resto.

Toda essa imensa montanha de dinheiro é rateada entre uma infinidade de entidades semi-governamentais: SESI, SESC, SENAI, SENAC, SENAT, SEBRAE, FAT, FGTS, INSS, etc… A verdade é que o dinheiro some todinho, sempre para manter estruturas semelhantes aos Jardins Suspensos da Babilônia e convescotes de nada com coisa nenhuma. Algumas dessas entidades até que prestam serviços. NÃO ME INTERESSA! Não quero carregar essa turma todinha nas minhas costas.

Se um brasileiro, qualquer um, cujo salário mensal fosse de apenas UM SALÁRIO MÍNIMO, direcionasse todo esse dinheiro para deposito em um investimento que lhe rendesse 1% (UM POR CENTO) ao mês, o mesmo teria ao final de 35 anos de contribuição, uma poupança de R$ 2.556.148,19 (Dois Milhões Quinhentos e Cinquenta e Seis Mil Reais). Esta pequena fortuna seria suficiente para lhe garantir uma renda PERPÉTUA de R$ 25.000,00 (Vinte e Cinco Mil Reais) mensais e, quando morresse, o capital ficaria inteirinho para os seus herdeiros.

O Art. 5º da Constituição Federal, em seu parágrafo XX diz:

“ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado”;

Ocorre que somos todos coagidos a participar dessa lambança, sempre sendo surrupiados sorrateiramente por essa estrutura imensa de espoliar o cidadão em benefício de um bando de espertos.

EU QUERO QUE ESSES CANALHAS ME ESQUEÇAM!
EU NÃO QUERO ME APOSENTAR PELO INSS!
EU QUERO MEU DINHEIRO DE VOLTA!

Faço-lhes, a quem de direito, aqui e agora, de público, a seguinte proposta:

Esqueçam os 42% que me surrupiaram religiosamente. Considerem apenas os 10% que, teoricamente, seriam direcionados à minha aposentadoria. Esqueçam que já estou com mais de 38 anos de contribuição. Considerem apenas os 35 anos regulamentares. Esqueçam que meu salário já foi, e por bastante tempo, bem superior a 20 salários mínimos, e que a contribuição foi também proporcional a este valor. Considerem apenas um salário de R$ 5.000,00 (Cinco Mil Reais por mês).

Devolvam-me “apenas” R$ 3.250.000,00 (Três Milhões Duzentos e Cinquenta Mil Reais) e esqueçam minha aposentadoria. Podem ficar com o INSS pra continuar ludibriando nossa população de otários.

PRÍNCIPES E BANDIDOS

Disse Confúcio: “Quando a conduta de um príncipe é correta, seu governo é eficiente sem precisar de decretos. Se sua conduta é incorreta, ele pode baixar decretos mas não serão seguidos “.

Que futuro tem um país comandado por uma legião de pilantras deste porte?

Aviso a todos os brasileiros que estão otimistas por verem:

– A taxa de juros do Banco Central baixando. (Ainda somos a maior taxa de juros do mundo. Agiotas ficariam com vergonha de cobrar as taxas que os bancos estão cobrando);

– O governo tentando atabalhoadamente equilibrar as contas públicas. (Metade de TODOS OS IMPOSTOS que pagamos é usado para pagar juros da dívida pública que não para de aumentar);

– Uma pequena reação no aumento dos empregos criados. (Ainda há dezenas de milhões de desempregados e muitas outras dezenas de milhões de INEMPREGÁVEIS, em estágio evolutivo comparável aos Neanderthal ou Cro-Magnon);

– Ao ver que a inflação está em patamares bastante reduzidos. (Diante da brutal estagnação econômica que estamos presenciando, era para estarmos com uma tremenda DEFLAÇÃO);

– O governo, ao comprar os parlamentares a fim de se manter no poder, estaria liberando dinheiro para investimentos. (Investimos 1,5% do PIB em infraestrutura. Não dá nem para cobrir a deterioração da nossa base produtiva); e outras pequenas e localizadas melhorias.

Tenho péssimas notícias para os senhores, piores ainda que as ressalvas acima listadas.
Podem tirar o cavalinho da chuva. ESTA BODEGA NÃO VAI SAIR DESTE MISERÊ NUNCA!

Segundo números apresentados pelo Diário do Poder, de 2001 a 2015 foram gastos R$250 bilhões em bolsas-família com 30 milhões de brasileiros. Enquanto isso, o governo tirou R$1,3 trilhão do bolso do contribuinte para cobrir o déficit das aposentadorias do servidor público. Isso significa dizer que cada miserável do Brasil foi presenteado com R$ 8,333,33 ao longo deste período,.enquanto cada aposentado da multidão de parasitas “Chapa Branca” mamou R$ 1.300.000,00 a mais do que as contribuições previdenciárias que fizeram, usando o meu, o seu, o nosso suado dinheirinho no mesmo período.

O mesmo Diário do Poder revelou em outra ocasião que cerca de 40% dos servidores públicos, tanto os federais como os estaduais e municipais, estão entrando na casa dos cinquenta anos e se aproximando rapidamente da condição em que terão direito a aposentadoria, caso sejam mantidas as regras atuais.

Será quase OUTRO MILHÃO a mais de aposentados privilegiados a serem mantidos pelos espoliados contribuintes. É dessa vez que essa bodega vai à bancarrota de uma vez por todas!

O General de Exército Villas-Bôas, Comandante do Exército, afirmou pouco antes do último carnaval: “Somos um país à deriva, que não sabe o que pretende ser, o que quer ser e o que deve ser. Esgarçamo-nos tanto, nivelamos tanto por baixo os parâmetros do ponto de vista ético e moral, que somos um país sem o mínimo de disciplina social”.

É digno de nota que o mesmo foi demitido por Temer só por ter desabafado e dito esta verdade que salta aos olhos de qualquer pessoa que tenha uns três neurônios em condições de funcionamento.

O “Gênio da raça brasileira”! O grande arquiteto da nossa catástrofe

Fico pensando cá com meus botões: Qual será o destino desta nau à deriva chamada Brasil?

Meu sentimento é que nos encaminhamos celeremente para um “gran finale” apoteótico de total desastre! Um final de total desagregação social e regressão à mais absoluta barbárie. Muito pior até do que os 60.000 assassinatos anuais que temos hoje; que os 50 mil mortos pelo trânsito a cada ano, que a derrocada da indústria nacional e a estagnação total do PIB, que a completa e total decadência moral e inversão de valores que estamos vivenciando, e “otras cositas mas”. O cenário que antevejo para o Brasil é de caos absoluto e de guerra de todos contra todos. Em suma: O Armagedon!

Pensem naquelas cenas de Mad Max, com as cidades em ruínas e a população vivendo como ratos, se escondendo nos porões e se alimentando das migalhas que consegue encontrar.

Teremos então atingido o grande objetivo das esquerdas tupiniquins: Igualdade total, já que todo mundo estará na mais absoluta miséria; ninguém explorará a mais valia de ninguém, já que não haverá mais valia nenhuma para ser expoliada pois ninguém produz absolutamente nada; e teremos regredido à condição idílica de meros extrativistas, sempre em busca de alguma coleta para sobreviver.

A merda se deu quando um grandessíssimo vigarista decidiu implantar o famigerado TUDO PELO SOCIAL! Daí para a frente foi só “Shit Galore” (merda de montão), como dizem os gringos.

Fui surpreendido esta semana pelo telefonema de um velho e querido amigo, um daqueles dos velhos tempos da adolescência e da escola de engenharia e que não via há já bastante tempo. Estava junto com outros velhos companheiros e conseguiram me localizar pelo telefone. Batemos um longo papo e combinamos nos encontrarmos para traçar planos conjuntos para os dias que nos restam.

Estamos todos entrando na casa dos sessenta, divorciados, filhos crescidos e encaminhados, prestes a se aposentar e, o mais importante de tudo: ALTAMENTE PUTOS COM ESTE NOSSO BRASIL.

Fomos unânimes em concordar que a nossa geração fracassou fragorosamente no objetivo de levar adiante aquele sonho de desenvolvimento econômico e social de cunho nacionalista e cristão propugnado e capitaneado pelos militares até o final da década dos anos setenta e início dos anos oitenta.

Assim, como não somos bandidos, não sabemos lidar com bandidos e temos nojo de tudo quanto é bandido, vamos deixar que Temer, Aécio, Lula, Dilma, Cunha, Renan, e companhia bela, continuem a engabelar multidões de ruminantes disfarçados de gente e a se entredevorar.

Decidimos todos que vamos vender todos os nossos bens e que vamos todos mudar para

Portugal após a aposentadoria. Bye Bye Brasil.

Faremos como Carlota Joaquina: Desta terra não queremos levar nem a poeira. (Só a aposentadoria!)

DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Nossa Constituição foi feita para um povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para qualquer outro“. John Adam (2º presidente dos EUA).

No dia 31 do mês passado, o brilhante jornalista Percival Puggina publicou no Diário do Poder, do Jornalista Cláudio Humberto, uma crônica cuja epígrafe era a frase acima. Perguntava-se então, o articulista, para que tipo de gente teria sido feita A NOSSA CONSTITUIÇÃO.

Respondo-lhe eu: Para bandidos e imbecis que, por sua vez, são tratados como se bandidos fossem!

A atual polarização dicotômica verificada em nosso país, vinda da nossa formação histórica, hoje se transformou na divisão entre os grupos que se apossaram do aparato estatal, de modo a poderem espoliar e controlar a massa ignara; e os imbecis, que são descaradamente explorados e que nunca reagem à altura das imensas ofensas sofridas continuamente, do berço ao túmulo. No Brasil, a divisão entre o “Nós” e o “Eles” se dá entre os que estão mamando gordamente nas tetas estatais, altamente “EMPODERADOS”, para usar uma palavra da moda; e a multidão de babacas que só participa pagando a pesada conta ou escolhendo, dentre uma multidão de canalhas, qual deles será ungido para mamar nas tetas do governo e lhe tiranizar no próximo quadriênio. Somos mais controlados e manipulados do que os russos, no auge do período Stalinista!A dominação do estado sobre a economia é maior que em países comunistas.

O controle sobre as multidões de babacas da população pagante é absoluto e total! Podemos denominar o nosso regime de governo, sem medo de errar, como absolutista e totalitário. Somos controlados por bandidos. Estes tratam todos os imbecis, que lhes pagam as contas, como se também bandidos fossem.

Os controles sobre a vida do “contribuinte”, quer dizer… do esganado, são redundantes e acachapantes: Certidão de nascimento, carteira de identidade, CPF, título de eleitor, certificado de reservista, passaporte, carteira de motorista, IPVA, declaração de imposto de renda, certidões de nada consta, atestados, procurações, averbações em cartórios, etc…(ad nauseam). Até que advém o Atestado de Óbito. E a grande maioria destes documentos tendo de ser renovado em períodos curtíssimos.

Tudo sempre com o objetivo de manter esta imensa multidão de espoliados no cabresto e com rédea curta. Aliás, curtíssima. Se juntar as informações que o Leviatã Tupiniquim tem sobre nós, se é que não já juntaram, sabem mais sobre cada um de nós que nós mesmos. O tempo de vida que o cidadão comum dispende dando satisfações e sustentando esta corja é imenso e torna a nossa vida um verdadeiro inferno.

Por outro lado, a esbórnia com os recursos públicos, mesmo a que é feita “legalmente” através de concursos públicos e licitações, é descarada e beira o paroxismo. Na fúria para arrecadar, todos somos tratados como bandidos até prova em contrário, especialmente pela multidão de fiscais que nos azucrinam a vida em todos os aspectos. O ônus da prova passou a ser dever de quem se defende do estado espoliador e voraz. Devemos ser o povo mais fiscalizado do mundo. É impressionante o que temos de fiscal. Temos fiscal pra tudo! E tudo porque, como as cobranças governamentais perderam totalmente a força moral e, consequentemente, a aquiescência da população, só lhes resta a opção de fazer valer seus achaques através da pura e simples opressão.

Só a título de exemplo: segundo dados do jornalista Cláudio Humberto, “O inchaço resultante do aparelhamento do Estado brasileiro na última década elevou os gastos com pessoal em cerca 120% entre 2007 e o ano passado, passando de R$ 126,8 bilhões para os atuais R$284 bilhões por ano para bancar Executivo, Legislativo e Judiciário. O problema é que o número de funcionários cresceu apenas 10%, passando de 1,99 milhão em 2007 para os atuais 2,2 milhões.

Como ir às armas se confiscaram todas? Só pode ter arma em nosso país as gangues de traficantes e o PCC (1º Comando da Capital – Brasília). A canalha morre de medo da população armada.

Isto significa dizer que esta casta de privilegiados recebeu de salários cerca de 10% do PIB, quando representam apenas 1% da população. Esta é a razão porque viramos um país de concurseiros: Todo mundo foi corrompido e está querendo se locupletar também. Só que não vai dar! Nosso país não aguenta manter esta toda essa corja como nababos. Os déficits governamentais se acumulam e crescem a cada dia. Enquanto isso, só quem for maluco pode querer empreender nesta espelunca chamada Brasil.

O pior de tudo é que essa casta privilegiada não está se dando conta da pressão que está se acumulando nesta imensa caldeira social. Continuam dizendo na maior inocência: “Se o povo não tem pão, por que não come brioches?” Aliás, podem até ter notado mas, na verdade, NÃO ESTÃO NEM AÍ!

A esta altura, o domínio da canalha dominante sobre a população é tão total que só restou uma opção eficaz para lhes fazer frente: A DESOBEDIÊNCIA CIVIL!

Esta metodologia para combater canalhices governamentais, criada por D.H. Thoreau e aperfeiçoada por Gandhi, é a que me parece de maior potencial para desalojar as hordas de chupins engastados nas tetas federais. Ressalte-se ainda que, de todas as revoltas possíveis, a que apresenta maior poder de destruição das barreiras legais erigidas em proveito próprio pelos crápulas é a SONEGAÇÃO! E é também a mais simples (e menos sangrenta): Começa por não realizar atividade econômica geradora de impostos, por simples desencanto com a situação. A etapa seguinte é não pagar o que deve e deixa rolar pra ver no que dá. Depois de muita encrenca, faz um REFIS e financia para pagar merreca até o dia de São Nunca.

É a mesma estratégia que está sendo adotada pelos médicos para exterminar tumores cancerosos que se encontram em metástase, como é o caso de nosso malamado governo. Simplesmente destrói-se o processo através do qual o maldito se alimenta e reproduz. Daí pra frente, é só esperar seu fim.

Não venham depois querer me acusar de estar fazendo “Apologia do Crime”. Estou apenas constatando o que está acontecendo com a grande maioria de empresas e pessoas que conheço.

Quanto àqueles que ainda tem algum prurido moral com relação a esta solução, façam como Jarbas Passarinho, ao assinar o AI-5: “Às favas com os escrúpulos!”. lembrem que nossa atual situação configura TODAS as dirimentes putativas:

• Trata-se de legítima defesa. Afinal, “Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão!”

• Diante da situação de penúria da população, configura-se o crime famélico.

• Ao pagar a montanha de impostos, estamos sendo condenados à penúria. Ou asseguramos nossa sobrevivência ou pagamos os impostos. É Estado de necessidade.

Essa estrutura canalha de poder só vai mudar quando quebrar financeiramente! Falido já está há tempo.

FILHOS DE UMA PUTA GONORRENTA!

A vida costuma ser sempre muito pior do que aquilo que imaginamos! Coerentemente, “Político Filho da puta”, no Brasil, é redundância e pleonasmo. Algo assim como Luso-Português. Querer um político honesto e trabalhador, no Brasil, seria algo assim como querer uma prostituta virgem ou uma freira num bordel.

Mesmo sendo tremendamente pessimista com relação às trambicagens praticadas por gerações de ladrões que nos desgovernam desde sempre, parece que algum anjo mau se diverte sempre em me surpreender negativamente de vez em quando com realidades muito piores ainda que aquelas que eu anteriormente imaginava ou antevia. Este é o caso da nossa Previdência Social!

Para mim, esta foi a mãe de todas as cagadas cometidas pelos militares. Tudo bem que o fato de terem deixado Zé Dirceu, Dilma, Genoíno, Zaratini, e outras figuras abjetas deste mesmo jaez escaparem com vida foi uma imensa bobeira, haja vista o tanto de merda que eles aprontaram com nossa nação nas últimas décadas. Mesmo assim, a barbeiragem cometida com a previdência foi ainda mais danosa. Eu explico:

Conforme eu venho detalhando há já algumas crônicas, o segredo da riqueza de uma nação ser maior ou menor é originado pela produtividade das suas atividades econômicas. Estas, por sua vez, é diretamente afetada pela velocidade maior ou menor da acumulação de capital.

É a famosa “Roda da Fortuna” que, muito modestamente, denominei com meu próprio nome.

O outro lado da moeda, e sempre há outro lado em todas as moedas, é a “Roda da Miséria”. Esta, salvo os cataclismos da natureza e das guerras, é a situação na qual governos de filhos de uma puta gonorrenta (olha o pleonasmo) se esbaldam em se apropriar, de todas as formas possíveis e imagináveis, dos magros recursos arrancados a fórceps dos otários condenados à desgraça de serem esfolados por essa corja de crápulas.

A propensão maior ou menor a poupar de uma determinada população é muito influenciada por fatores culturais, sociais, e até individuais. Neste aspecto, os orientais são os campeões e parecem já nascer com a genética de poupador. Bem ao contrário da nossa tradição de gastadores irresponsáveis e eternamente endividados. Nossa propensão a sempre gastar mais do que nossas rendas nos permitem é um traço fortíssimo da nossa personalidade coletiva. Não uso a palavra “Cultura” por medo do tanto que a mesma já foi prostituída pelas esquerdas “politicamente corretas”, hoje estando mais indicada para representar dançarinas de axé e funck, rebolando a bunda de forma lasciva, que qualquer outra coisa.

Pois bem! Quando esse nosso defeito de fábrica se encontra com a situação em que o indivíduo é senhor de orçamentos secretos e sem limites de gastos (Questão de Segurança Nacional), e que a conta vai ser sempre empurrada pra lá das calendas e, melhor ainda, será paga integralmente pela mesma multidão de otários de sempre… então, meus nobres leitores…É O CÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉUUUUU!!!!!!!

O que ocorreu com a nossa previdência é emblemático desta situação!

Quando se fala de previdência, pelo menos naqueles países em que a população não foi ainda totalmente imbecilizada pela pregação esquerdista, pressupõe-se a formação de um fundo de poupança e uma carteira de investimentos, ao longo da vida produtiva do indivíduo, para que o mesmo, ao decidir (ou ser forçado) a parar de trabalhar, seja por que motivo for, tenha recursos suficientes para a sua subsistência até a morte.

Em paralelo com a tranquilidade provocada pela existência desses fundos de reserva, forma-se uma montanha imensa de capitais ávidos por financiar investimentos de longo prazo, o que é um fator decisivo para alavancar o desenvolvimento dessas nações sábias.

Apenas um exemplo: A Noruega, visando “enxugar” da sua economia os imensos recursos oriundos do petróleo do Mar do Norte, de modo a evitar a farra econômica conhecida como “Doença Holandesa” (Excesso de liquidez na economia), decidiu aplicar estes valores INTEGRALMENTE em um Fundo Soberano de Investimentos cujo resgate se dará apenas e tão somente pelas próximas gerações. Isto significa dizer que os noruegueses, não só são ricos, como vão continuar sendo ricos por inúmeras gerações à frente.

Enquanto isso, aqui no Brasil, somos pobres e continuaremos pobres por gerações sem fim, graças a uma multidão de parasitas alojados nas tetas estatais, e a uma classe nauseabunda de economistas que tentaram inventar a “Quadratura do Círculo” com o que denominaram de “Nova Matriz Econômica”. Queriam fazer o desenvolvimento econômico, não a partir da poupança, mas a partir da gastança. Não fosse isto suficiente, seria a gastança através da doação dos parcos recursos da nação, não para investimentos estruturantes, como prega o Keynesianismo, mas para o consumo desenfreado, perdulário e irresponsável das massas inúteis e marginalizadas do processo produtivo. Seria o equivalente econômico da “Teoria do Boot-Strap”, em física: Querer levitar puxando você mesmo os cordões da sua botina.

De outro lado, os mesmos militares que centralizaram os Institutos de Assistência e Previdência Social que haviam se espalhado pelo país, foram os mesmos idiotas que misturaram Assistência Social (Esmolas) com Aposentadoria e Previdência Social (Poupança). Com isso, nos condenaram ao eterno atraso.

Passou-se a dar aposentadoria a todos aqueles que “mereciam”, tivessem eles contribuído para a formação de um fundo comum de investimentos ou não. Começou com a a aposentadoria dos agricultores aos 65 anos. Depois, uma enxurrada de “Aposentadorias Especiais”: Professores, mulheres, insalubres, etc. O grande rombo foi quando decidiram pagar aposentadoria integral a todos os iluminados que conseguissem se encaixar no trem da alegria do Funcionalismo Público. O resultado não poderia ser outro: Todas as aposentadorias, com a única exceção da aposentadoria dos privilegiados funcionários públicos, viu-se reduzida à condição de esmola. Juntou-se a esta sacanagem, ao longo dos últimos 40 anos, o desvio descarado dos fundos destinados aos investimentos que lastreariam as aposentadorias para todo tipo de projeto escroto indicado por algum sindicalista corrupto, através do famigerado FAT. Não sobrou nada! Agora, o que entra de um lado sai no outro e ainda não dá. O rombo se aproxima dos 200 Bilhões ao ano.

Moral da estória: Quem, como eu, que contribuiu para esta merda ao longo de quase 40 anos, e agora pensa em se aposentar, fica feito couro de pica (pra frente e pra trás, sem sair do canto), e não consegue nada!

RUIM COM ELE… MUITO PIOR SEM ELE!

A vida costuma ser sempre muito irônica!

Parece que quando as coisas começam a dar errado, tudo começa a dar errado de uma vez só. É bem sabido que, ladeira abaixo, todo santo ajuda e o Satanás ainda empurra. Ou pior ainda: o que costuma acontecer nestas ocasiões é o cara cair de costa e quebrar o pau. Urubu de baixo caga no de cima.

É exatamente o que está acontecendo com o PT agora!

Se eu não tivesse acumulado tanta raiva dessa corja ao longo dos últimos anos, era bem capaz até de sentir alguma pena desses celerados, diante do quadro desolador de miserê pelo qual estão passando e, especialmente, das perspectivas tétricas para o futuro de toda essa imensa multidão de sindicalistas analfabetos que se viram guidados às delicias dos cartões corporativos e dos “repasses não reembolsáveis” liberados a mancheias para suas ONGs fajutas de nada com coisa nenhuma.

A mais negra miséria os aguarda e eles sabem muito bem disso. Esta é a razão do desespero.

Vejam só a o efeito provocado por cada uma das últimas estratégias desesperadas adotadas pela canalha petista:

Primeiro, tentaram impingir a pecha de “Golpe” ao processo de impichamento da retardada mental que Lula empurrou goela abaixo da nação dizendo que era uma “Gerentona”.

Todo mundo viu o fiasco que foi. A única coisa que conseguiram salvar foi não proibí-la de exercer função pública, e assim mesmo através do mais descarado estupro praticado sobre a Constituição Brasileira pelos famigerados Lewandowski e Renan. (Eca!!! Tem que cuspir depois de falar o nome desses dois).

Agora, como consequência da patifaria praticada pela dupla citada, e acoitada pela matilha de chacais do congresso, a anta continua a desfilar toda serelepe de avião, pra cima e pra baixo e ao custo de milhões, sempre bancada pelos mesmos otários de sempre: Nós! Tudo isso apenas para continuar achincalhando com a nação que lhe paga todos os luxos, e que ela conseguiu falir com uma competência inaudita. A sua última canalhice tem sido cuspir no prato em que come.

Àquela altura, o mundo inteiro ficou se perguntando: – Mas como, golpe? Não foi seguido todo o rito previsto na Constituição Federal? Não foi o congresso que, de forma soberana e sob a única pressão do clamor popular de Indignação com a esculhambação provocada pelas suas trapalhadas, quem botou a louca pra correr? Não foi o Ministério Público, a OAB, e mais uma porrada de gente do mais alto nível, quem solicitou que dessem um pé na bunda da malsinada criatura?

A patranha petista, mais uma vez, não colou!

Depois, como não tinha nenhum argumento para justificar a esbórnia praticada com os recursos públicos, já que foram todos pegos com as calças na mão, apelaram para a fantasia de que todas as acusações seriam parte de uma “campanha midiática” para impedir Lula de concorrer às próximas eleiçoes. Seria tudo parte de um grande “Processo Político” para impedir a volta triunfal do grande lider das massas de descamisados brasileiros.

Ninguém acreditou de novo. Era roubalheira mesmo. E das brabas. Tanto é que até o gatuno mor, “cappo de tutti cappi” e lider da gangue, já levou uma bela lapada da justiça. Nove anos e meio, além de ter de abrir mão de uma montanha de pixulecos arduamente amealhados. Vem outras lapadas por aí. E muitas mais! Se Deus quiser!

O último grande tiro no pé que o PT deu foi inventar o “Fora Temer” e “Diretas já”!

Que Temer, Lula, Dilma, Renan, Lewandowski et caterva, são todos ABSOLUTAMENTE farinha do mesmíssimo saco, ninguém duvida mais. Só se for um dos descerebrados petistas amestrados.

O detalhe importante e que, como já está todo mundo escolado por todas as mentiras e manipulações petistas, a galera se ligou imediatamente que a escumalha do PT só inventou toda essa nova estória pra ver se,em um tremendo golpe de sorte, consegue encaixar a ratazana de São Bernardo de novo na presidência.

Assim, diante de uma perspectiva tão tenebrosa como é a volta desta multidão de larápios ao poder, a imensa maioria da população esfriou imediatamente.

Hoje, a pergunta que mais se ouve é: Tira Temer pra botar quem? Vai mudar de novo pra que? Ruim por ruim, deixa como está. Na próxima eleição a gente vê o que é que faz.

Ninguem mais, em sã consciência, quer nem arriscar a possibilidade de ver este desastre todinho de novo. Se acontecer, aí teremos de apelar para o plano B abaixo.

O INDIVIDUAL E O COLETIVO

Desde a adolescência, sempre tive a firme convicção de que esse negócio de priorizar o “Coletivo”, sempre em detrimento do indivíduo, é um pé no saco e só termina virando esculhambação.

Tal convicção foi firmada logo no tempo em que estudei o ciclo ginasial em colégio de padres. Estes enfatizavam o tempo todo a necessidade de estar “em comunidade”. A ideia era abstrair-se totalmente da individualidade, visando sempre reforçar a tal da comunidade. O indivíduo era nada! A comunidade tudo!

O negócio todo era maravilhoso. Pra eles! Pra mim era uma merda!

Sempre tive personalidade forte e altamente individualista. Sempre preferi pensar por mim mesmo e tirar minhas próprias conclusões, a seguir a filosofia de quem quer que fosse. Quando todos estavam indo em uma direção, eu estava seguindo exatamente em sentido contrário. Quando todos estavam rindo… Eu ria também! Só que eu ria de algo completamente diferente e do qual ninguém nem desconfiava. Se era para seguir feito um carneirinho ideias imbecis, não precisava de ninguém. Eu mesmo seria capaz de tê-las, e em abundância. Como faz, aliás, a maioria absoluta da humanidade.

O problema todo começa porque 99% da humanidade abdica de pensar e prefere adotar uma filosofia qualquer, dessas “prêt-a-porter”, que surgem inexoravelmente de tempos em tempos, tão certo quanto há um dia após o outro. A partir dessa escolha, feita como quem escolhe um time de futebol qualquer para torcer, o elemento passa a defender com unhas e dentes tudo o que se refira a aquela ideologia esposada, chegando mesmo a negar o mais gritante dos óbvios ululantes. É o famoso “credo quia absurdum”.

Ai meu saco!

O supra-sumo dessas ideologias idiotas, e que possui uma atração fatal para todo tipo de imbecil, por prometer o céu na terra para toda qualidade de medíocres e preguiçosos, é exatamente esta apologia do coletivo em prejuízo da individualidade. A idéia básica é a seguinte:

Vou te esmagar, como indivíduo, para que possas vir a gozar do paraíso socialista mais adiante.

COMUNISMO: Convertendo as pessoas em rebanho desde épocas imemoriais

Se não concordas com minha proposta de “Paraíso na terra” e “Tudo pela Revolução”, revolução esta que absolutamente ninguém sabe exatamente o que seja, é porque tu és um fascista, explorador da mais valia, reacionário, burguês, capitalista selvagem, e por aí vai.

Por outro lado, e em total paradoxo com a ideologia esposada, esta mesma casta de debilóides é especialista em fazer tudo o que é merda que lhes dê a mínima satisfação, mesmo que em prejuízo de toda uma comunidade que haja tido o azar de se situar nas proximidades destas bestas selvagens. Isto significa dizer que estes macacos travestidos de gente se acham no direito de praticar qualquer barbaridade, sempre que julgarem que a patifaria a ser praticada servirá à “causa” e acelerará a chegada da bendita “Revolução”.

Os exemplos desta paranóia abundam:

Este mesmo tipo de comportamento desce até o nível individual:

• É o carro de som com alguns MegaWatts de potência sonora, que passa pelas ruas tocando um brega horroroso, a “pleno vapor” e em qualquer horário, por mais incoveniente que possa ser.

• É o animal que joga seu lixo nas ruas e nos canais, seja aonde for, mesmo que isto venha a provocar enchentes e inundaçõe mais adiante.

• É o jumento que não estaciona o seu automóvel. Simplesmente o “larga” no meio da rua, seja aonde for e doa a quem doer. Para isso, basta apenas acionar o botão de pisca-alerta e todas as suas cagadas estarão plenamente justificadas. A lista completa seria infinita…

O antídoto perfeito para esta situação é, a meu ver, extremamente simples. Bastaria a adoção da minha constituição individual:

CONSTITUIÇÃO DE ADÔNIS

1º Artigo – SEJA FELIZ!

(A forma é você quem decide.)

2º Artigo – NÃO ME ENCHA O SACO!

(A forma é você quem decide.)

A consequência da Constituição acima proposta é que cada tem total liberdade para escolher a forma de ser feliz, podendo assim optar por gozar por qualquer dos 7 (SETE) orifícios corporais disponíveis, sem que isto implique em qualquer forma de condenação ou repúdio, desde que…

NÃO TORRE A PACIÊNCIA DE QUEM ESTIVER NAS PROXIMIDADES.

Quer usar droga? Meta o pé na jaca! Por mim, o estado deveria se encarregar de providenciar alguns tabuleiros com todos os tipos de drogas em abundância e distribuidas gratuitamente. Acabaríamos rapidamente com dois imensos problemas:

a) Os drogrados. Poderiam morrer mais rapidamente e sem ficar dando problemas à sociedade.

b) Os traficantes. Perderiam seu público e não teriam mais a quem vender.

Só não venham depois querer se tratar em hospital público e socializar o custo da cachorrada.

Quer ser gay, amore? Problema teu! Ninguém tem absolutamente nada a ver com isso. Só não me venha…

a) Fazer apologia da baitolagem.

b) Se comportar de forma escandalosa em local público. Tem quem não gosta e a biba tem que respeitar.

c) Fazer proselitismo. Tentar induzir a meninada a liberar a rosca. Quer dar o seu? Dê! Problema seu. Só não se meta a querer fazer escola junto à gurizada.

d) Dar barraco. Não é porque a “menina” é homossexual que tem liberada a baixaria.

Em síntese, a questão é a seguinte:

Pode tudo, desde que não incomode ninguém. Fora disso, vira bandido. Todo o resto é xurumela!


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