20 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

COINCIDÊNCIA BENIGNA

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O Editor e o colunista fubânico Jessier Quirino aguardando a consulta com o Dr. Sérgio Azevedo

19 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

LADRÃO SE ESCONDENDO

Ladrão milionário, ladrão de dinheiro público, mata de inveja o ladrão fudido, o ladrão que rouba do cidadão comum e não tem acesso aos cofres do Erário.

O chefão do bando petralha, Lapa de Corrupto – ladrão cara-de-pau e cheio de artimanhas -, agora está usando o expediente de embarcar e desembarcar dentro dos hangares dos aeroportos. Para não ser flagrado com filmagens e fotografias indiscretas e comprometedoras. 

Evidentemente usando jatinhos dos seus ricos corruptores ativos, que mais ricos ficaram durante o seu reinado no Palácio do Planalto.  Os donos das maiores empreiteiras de Banânia que o digam.

Viajar em aviões de carreira e frequentar aeroportos, como qualquer cidadão, nem pensar!!! Mesmo sendo naqueles aeroportos que Lapa de Mentiroso garante estarem cheios dos miseráveis que passaram a viajar pelos ares depois que ele erradicou  a miséria e a pobreza do solo pátrio.

O pavor de levar vaias no pé do ouvido e levar tomatadas no fucinho deixa o bandidão se cagando de medo.

O ratão vermêio-istrelado se esquece que vivemos numa época em que tudo é documentado através de imagens.

Mesmo embalado pelo consolo de ter o fubânico petista Ceguinho Teimoso como seu mais ardoroso advogado, o Rei do Óleo de Peroba sabe que existem espiões amoitados em todos cantos desta Banânia. Espiões que não deixam nada escapar e flagram tudo.

Como este espião que estava de plantão semana passada em São Paulo:

18 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

O FILHÃO DO PAPAI CORUJA

Recebi do Luiz Antônio, meu filho mais velho, um vídeo que ele gravou especificamente pros leitores do JBF.

Vejam:

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O livro do meu filho é dedicado a este paizão coruja. Eu fiquei ancho que só a porra!

Brigadão, meu lindo.

Um beijão pra você e outro pra sua filha, minha querida neta Luiza. Nome que você colocou nela em homenagem a este avô babão.

A versão gratuita do livro, em formato PDF, pode ser pedida clicando aqui.

Para adquirir a versão impressa, basta clicar aqui.

16 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

COLUNISTA FUBÂNICO PREMIADO

O querido colunista fubânico Marcos Mairton foi homenageado com o prêmio “Talentos Helvéticos-Brasileiros”.

A premiação foi por conta de sua obra “Contos, Crônicas e Cordéis“, que é também o nome da sua coluna aqui no JBF.

Como eu costumo dizer, nesta gazeta escrota só tem cabra malassombrado. A premiação de Mairton confirma isto.

A entrega dos diplomas e troféus foi realizada no último sábado, dia 14, na sede da Fundação Gilberto Freyre, um sítio de grande importância cultural aqui da terrinha, onde morava e onde escreveu sua obra o ilustre sociólogo pernambucano.

Estavam presente vários nomes ilustres do meio cultural do Recife e de outras cidades.

Residindo em Brasília e impossibilitado de comparecer ao evento, Marcos Mairton pediu a este Editor que o representasse na cerimônia. Coisa que fiz com muito gosto.

A seguir, transcrevo notícia publicada na imprensa local.

O Editor do JBF, representando o premiado Marcos Mairton, recebendo o Diploma e o Troféu das mãos de Jannini Rosa, diretora da Helvetia Edições

Grupo formado por todos os premiados

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Reconhecida nacionalmente como uma das capitais com maior efervescência cultural, Recife foi escolhida para ser palco de uma importante iniciativa: Prêmio Talentos Helvéticos-Brasileiros, que ocorrerá no dia 14 de janeiro de 2017, às 19h, na Fundação Gilberto Freyre – mais conhecida como O Casarão de Apipucos. Em sua segunda edição, o Prêmio Talentos Helvéticos-Brasileiros é um troféu oferecido pela editora Helvetia, atuante em território brasileiro e suíço, visando o reconhecimento das melhores obras literárias promovidas no âmbito cultural durante o ano de 2016. Os gêneros escolhidos foram: Poesia, Contos/Crônicas, Documentários, Infantis/Infantojuvenis e Romances.

O evento conta com a presença de Sonia Freyre, presidente da Fundação; Alexandre Santos, presidente da União Brasileira de Escritores; e mais dois representantes do meio cultural. A caravana de escritores chegará na Veneza brasileira no dia 13 de janeiro, para um evento de lançamento de livros coletivo na Livraria e Café 17, a partir das 17h. A organização desse fim de semana cultural informa ao público que ambos os eventos – na Fundação e na livraria – têm entrada livre.

Vinte e seis obras foram selecionadas por meio de um concurso para receberem a premiação e terem suas obras divulgadas nos Salões de livros internacionais em que a editora promoverá para divulgar a Literatura Brasileira.

Dentre os autores agraciados, estão: Ana Luiza Almeida Ferro, de São Luís / MA; Andréa Rezende, de São Pedro D’Aldeia/ RJ; Carmem Teresa Elias,do Rio de Janeiro/RJ; Cássio Cavalcante, de Recife/PE; Cecy Barbosa Campos, de Juiz de Fora/MG; Daniella Peneluppi,de São José dos Campos/SP; Else Dorotéa Lopes, de Nova Lima/MG; Francisco Gondar, do Rio de Janeiro/RJ; Gilberto Cunha de Sousa Filho, de Recife/PE; Isis Dias Vieira, de Brasília/DF; Ítalo Silva Vasconcelos, de Salvador/BA; Ivanilde Morais de Gusmão, de Recife/PE; Iza Engel, de Quatro Barras/PR; Jari Zamar, de Ribeirão Branco/SP; José Carlos Brandi Aleixo, de Brasília/DF; Lúcia de Fátima Guedes, de Fortaleza/CE; Luciene Freitas, de Recife/PE; Marcelo Fontes,do Rio de Janeiro/RJ; Marcos Mairton, de Brasília/DF; Margarida Drumond de Assis, de Brasília/DF; Marli Barros Dias, de Araruna/PR; Mauro Cruz, de Juiz de Fora/MG; Melchiades Montenegro, de Recife/PE; Palmira Heine, de Salvador/BA;Roberto Ferrari, de Carapicuiba/SP e Rozelene Furtado, de Teresópolis/RJ.

13 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UM DIA DO CÃO

Hoje é Sexta-Feira, 13, mês de janeiro.

Faltam exatamente 352 dias para terminar este assombroso ano de 2017.

É dia de ter muito cuidado. Muito cuidado mesmo. Assim feito como quem procura pinico com os pés no escuro. Toda atenção ainda é muito pouca.

Hoje é dia em que a Mãe de Calor-de-Figo escova os dentes com os cabelos do suvaco da sogra de Belzebu.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o JBF está a salvo de qualquer desgraça, terá grande probabilidade de ganhar na mega-sena, possuirá sempre muito tesão, nadará em gozos e prazeres, jamais padecerá de dor de cabeça e não verá seu saldo bancário no vermelho em 2017. E gozará de um final de ano magnífico. Assim como magnífico e feliz terá todo o resto de sua vida.

Já os farrapos humanos que falam mal da gente que preparem o furico: o moleque Pica-de-Estrovenga está a postos pra fazer sua parte.

Moleque Pica-de-Estrovenga de plantão pra enrabar os anti fubânicos

Hoje também é dia em que a Mãe de Pancanha toma suco de pentelho de porco-espinho e mija arame farpado; Mestra Joana Pé-de-Chita se deita no chão e equilibra um côco no jato do mijo; a sobrinha de Caralho-de-Asas come pica de gato frita em sebo de bode; a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido; a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso; a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de barro; a enfezada Catraia Sibita lava o priquito com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Arromba-Furico cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

Corruptos, roedores, ladrões do dinheiro público e petro-guabirus, juntamente com seus defensores e eleitores, que se cuidem, abram os olhos e preparem o fedegoso: Pica-de-Estrovenga tá pronto pra fazer sua parte, dentro e fora do presídio de Curitiba. Abram os olhos fanáticos luleiros e embolsadores de pixulecos que ainda não foram enjaulados. Vão ajeitando o fedegoso e ajuntando os potes de vaselina.

A caneta do Dr. Moro tá no ponto pra assinar mandados de prisão.

Sobretudo, o mais aguardado decreto de prisão deste ano de 2017!!!

Todos que fizeram fortuna do mesmo modo e na mesma velocidade que os filhos de Lula que se preparem: Cramulhão-dos-Quintos tá ensaboando o caralho, enchendo os pulmões de fogo, aparando os cascos e se preparando pra entrar em ação.

Nesta tenebrosa sexta-feira, 13, recomenda-se aos que votaram pela reeleição de Dilma que procurem um pé-de-pau pra se esconder atrás dele, assim feito este eleitor petralha na foto abaixo:

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O tinhoso Caralho-de-Ferro está ansioso pra enfiar a bimba no furico de todos vocês que botaram Dilma por duas vezes no Palácio do Planalto.

E ele vai enfiar tudinho, tudinho mesmo, da cabeça até os ovos, sem pena, sem cuspe e sem vaselina, no fedegoso dos eleitores dilmistas.

Os jumentos que votaram na jumenta, que se preparem: vão ficar com as pregas do cu todas arrebentadas!!!

E, por fim, a praga maior de todos os tempos: quem não acessar o Jornal da Besta Fubana todos os dias da semana e não ler todas as suas postagens, vai passar 171 noites tendo pesadelos com o Calunga-das-Profundas.

E ele, Calunga-das-Profundas, virá ainda hoje balançar a cama e puxar os cabelos dos renitentes que não abrem as páginas desta gazeta escrota.

Quem sobreviver verá.

Zé Dirceu, Palocci e Eduardo Cunha aguardem: Satanás-de-Rabo tá amolando o cacete e dilatando a cabeça do pau.

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Satanás-de-Rabo amolando a pica e se preparando pra entrar na carceragem da Polícia Federal em Curitiba

Se preparem que o bambu vai gemer, a jiripoca vai sapatear, o cancão vai piar, o cu vai fazer bico, o cacete vai tinir e a merda vai custar 10 tostões o dedal!

E vamos invocar o Tranca-Rua, que é o tampa, o lasca, o lapa, o fodão, pra ele botar pra torar em tudo quanto é guabiru envolvido na Lava-Jato.

Chega, Cabôco Tranca-Rua, chega com tua gargalhada sinistra e bota pra fuder nos guabirus banânicos!

Queridos amigos fubânicos, não deixem de ver o vídeo abaixo e tenham todos uma feliz Sexta-Feira 13!!!

11 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

SEMPRE OPOSIÇÃO

6 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UM BOM SINAL PRA FATURAR A MEGA SENA

Ontem, quinta-feira, saímos eu e Aline pra tomar café numa padaria que fica na Praça da Casa Forte, aqui no Recife. Esta praça é um sítio encantado, tranquilo, arborizado, bonito, cheio de paz e de luz.

O aparelho do carro estava ligado num programa da Rádio Universitária, transmitindo gostosos forrós. Aline dirigindo e eu olhando a paisagem e ouvindo as músicas.

Lá pelas tantas, vai ao ar a voz do Poeta Jessier Quirino, colunista desta gazeta escrota, contando um dos seus causos mais conhecidos e solicitados pelo público, a história de Mané Cabelim. (O vídeo com esta presepada está no final da postagem…)

Ficamos escutando e se rindo-se do causo.

Assim que acabou a história, tocou o celular.

Era o Jessier!

Ligou pra me dar notícias de um artista seu amigo, um paraibano especializado em cachorradas.

Quer dizer, especializado em fabricar cachorros artesanalmente, conforme esta foto que está abaixo:

Eu chega fiquei abestalhado com aquela incrível coincidência de Jessier me ligar imediatamente após eu ter ouvido a voz dele no rádio.

E achei que aquilo era um bom sinal. Um excelente sinal. Um magnífico presságio.

Um sinal pra eu jogar na loteria e faturar a Mega Sena de amanhã, sábado!

E falei pro Poeta desta minha intenção.

Vou sair daqui a pouco pra fazer a aposta numa lotérica que tem aqui perto de casa. Mas não vou dizer os números pra vocês, bando de cabras do olho grande.

Eu quero ganhar o prêmio sozinho!

Só assim eu vou conseguir pagar os salários atrasados e o décimo terceiro de Chupicleide, a secretária de redação do JBF.

5 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA AMIGA MUITO QUERIDA QUE É OTORIDADE MUNICIPAL

A notícia abaixo foi publicada no Portal Vermelho, a página do PCdoB aqui em Pernambuco:

A camarada Cida Pedrosa toma posse na tarde desta segunda-feira (2) como secretária da Mulher do Recife.

Cida é advogada, poetisa, feminista e ativista de Direitos Humanos.

De 2013 a abril de 2016 esteve à frente da secretaria municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, comandando iniciativas pioneiras na área.

“Tomo posse com um desejo enorme de contribuir com a luta”, afirmou a nova secretária.

Eu achei arretadas estas palavras: camarada, feminista, ativista, luta, direitos humanos, sustentabilidade.

Um zecabulário típico dos vermêios das zisquerdas, principalmente dos armados com foice e martelo.

Cida é cumpanhera e camarada do vice-prefeito eleito do Recife, Luciano Siqueira, também do PCdoB, que já foi colunista do JBF (saiu porque quis, apesar dos meus apelos…)

Cida Pedrosa é uma amiga muita querida e na qual eu voto sempre quando ela se candidata a vereadora aqui no Recife.

Agora, como Secretária da Mulher na prefeitura municipal, vou ver se consigo arrancar uma verbinha pública pra pagar o décimo terceiro de Chupicleide, a secretária de redação do JBF.

A situação financeira do Complexo Midiático Besta Fubana está tão ruim que eu não consigo nem exagerar…

Ajuda nóis, Cida!

Prometo a você abrir as pernas (êpa!) pra aumentar a escassa participação das fêmeas nesta gazeta escrota.

Fecho esta postagem recomendando aos viciados fubânicos que leiam um texto que publiquei no dia 1º de outubro de 2016 no JBF.

Basta clicar aqui.

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Chupicleide: “Dona Cida, por caridade, arranje uns trocadinhos pro JBF que eu tô fudida. Cortaram a minha luz e eu tô maguinha de tanto passar fome”

4 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

TIA AMARA

3 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

LETRA I

Ontem, segunda-feira, encantou-se Iolanda Dantas uma figura meiga e muito querida.

Dona Iolanda era viúva do compositor Zé Dantas.

Ela encantou-se aos 86 anos no Rio de Janeiro. Suas cinzas serão trazidas pro Recife e irão repousar ao lado do marido, no cemitério de Santo Amaro.

Zé Dantas era médico de profissão e tinha paixão pela música.

Foi em homenagem a sua amada Iolanda que ele compôs o baião “Letra I“, uma comovente declaração de amor. 

Iolanda Dantas (1931 – 2017)

1 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

NOVO ANO (II)

1 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

FELIZ 69 PRA VOCÊ!

Fica valendo 1969 em lugar de 2017.

Vale tudo nesta gazeta escrota.

Um 69 da bixiga lixa pra todos vocês, fubânicos e fubânicas!!!

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

NOVO ANO

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

FIM DE ANO, FIM DE FEIRA

Já que está se falando tanto em final de ano, vamos falar agora de final de feira. Feira autenticamente nordestina.

O talentoso Poeta Dedé Monteiro, um ícone da cultura nordestina na atualidade, é o autor do poema Fim de Feira, declamado por Ruiter Lima no vídeo abaixo.

Neste mês de dezembro, no dia 22 passado, Dedé Monteiro recebeu das mãos de Paulo Câmara, governador do estado, o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

TROFÉUS DE 2016

Estes são alguns dos prêmios atribuídos pela página Diário do Poder, dirigida pelo jornalista Cládio Humberto, neste dia 31 de dezembro.

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PRÊMIO ÓLEO DE PEROBA

Réu cinco vezes (por enquanto) por escândalos de corrupção que lhe podem render mais de um século de cadeia, Lula ganha o prêmio Óleo de Peroba ao afirmar que não existe brasileiro mais honesto que ele.

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TROFÉU DOCE ILUSÃO

Vai para Dilma e seus poucos apoiadores nas redes sociais, que ainda choram o impeachment derramado e proclamam o “golpe” que não houve contra um governo corrupto e incompetente.

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O ROUBO DO SÉCULO

Quando Ronald Biggs e comparsas assaltaram o trem pagador, no “roubo do século”, mal sabiam que era tudo brincadeira de criança. Não se conhecia a turma de Lula e Dilma, que, entre saques criminosos e prejuízos, golpearam a Petrobras em mais de R$ 61 bilhões.

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OURO DE TOLO

A medalha é de Sérgio Cabral e ninguém tasca, que fez 264 farras no exterior com a mulher sem se dar conta de que logo entregaria os anéis, os dedos e os pulsos para as algemas da Policia Federal.

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A INVESTIGAÇÃO DO SÉCULO

A Operação Lava Jato superou a ação italiana Mãos Limpas como a mais impactante operação jurídica-policial anticorrupção da História. Vai até virar filme.

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PERGUNTADOR DO ANO

O inglês Mehdi Hasan, da TV Al Jazeera, veio ao Brasil ensinar como se comportar numa entrevista com políticos. Diante de Dilma, ele fez a pergunta que se recusava a calar: no roubo bilionário na Petrobras, ela foi cúmplice ou incompetente?

“Esta tua pajaraca é enorme e tá doendo muito, porra!”

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NANICO DO ANO

Gigante na produção do maior escândalo de corrupção da História, o PT encerra 2016 em 10º lugar entre os principais partidos brasileiros.

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JÁ VAI TARDE

Dilma Rousseff e o ex-jogador Dunga dividem, com todos os méritos, o Prêmio “Já Vai Tarde”: saíram de suas funções sem deixar saudades.

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CORONÉ SARUÊ DE BARRO

O troféu foi conquistado, com mérito, pelo senador Renan Calheiros, que, réu em um processo e investigado em outros 12, reagiu com ameaças à Justiça, à polícia e aos procuradores.

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

VÃO TOMAR NO FURICO!

Hoje, último dia do ano, eu me alevantei-me da cama pensando numa meia dúzia de cabras safados.

E, me alembrando-me deles, um música me veio à cabeça.

É pra estes felas-da-puta que decido a composição “Vai Tomando Rum“, na voz de Sandro Becker:

28 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

NOS TEMPOS DO POLITICAMENTE INCORRETO

Agora que o ano está pra virar – quando faltam apenas três dias para emburacarmos em 2017 -, eu se alembrei-me de uma história lá dos anos 50.

Foi quando inventaram que na virada de 1959 para 1960 negro iria virar macaco.

Minino, foi um fuleragem da mulesta dos cachorros. Não se falava em outra coisa.

Eu era menino e me lembro muito bem que a gente gritava pros amigos pretinhos: “Tu vai virar macaco em 60!“.

Um meu amigo de infância, o Paulo, muito apropriadamente apelidado de Paulo Neguinho, inventou até uma moda pra responder às provocações.

Ele dizia assim:

Pisa neste chão,
Diz lá que não me viu
Quem vai virar macaco
É a puta que pariu

Conta-se que famílias inteiras se embrenharam nas matas para aguardar a iminente desgraça.

Eu estou desconfiado que os negros ainda se vingarão desta sacanagem inventando que nós, os brancos arianos, iremos virar ursos…

Pois voltando ao assunto, o rumor no final dos anos 50 foi tão intenso que o Maestro Nelson Ferreira, um dos ícones da música pernambucana, ele mesmo um negão cheio de talento, compôs a música “Operação Macaco“, em parceria com Sebastião Salgado.

Nerise Paiva, uma cantora pernambucana que encantou-se há dois anos – e que era uma negona muito simpática -, gravou a marcha, que fez um sucesso arretado no carnaval de 1959. A foto de Nerise ilustra o vídeo no final desta postagem.

No ano anterior, 1958, o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo, na Suécia. Pelé, então com 18 anos, foi um dos astros da competição. A letra do frevo de Nelson Ferreira fala nele.

Detalhe: a expressão “me dê a papada“, contida na letra, era uma gíria da época, que significava mais ou menos “vou te dar uma porrada

Escutem:

28 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

O INFERNO ASTRAL DOS PETRALHAS

O lindinho mauricinho petralha Lindbergh levou um esporro no fucinho.

Foi de uma cidadã indignada que cruzou com ele num aeroporto.

Muito em breve vai chegar o dia em que petralha algum poderá botar os pés fora de casa.

Lapa de Corrupto já está escondido há muito tempo.

27 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MANCHETE DA TERÇA-FEIRA – A VERDADE DEVE SER DITA

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O Departamento de Investigação do JBF já apurou que o furto não foi feito por um pulítico.

O PT é uma merda em Mococa e a militância vermêio-istrelada é inexpressiva na cidade.

A prefeita da cidade, Maria Edna Gomes Maziero, é do PSD.

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26 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MACIEL MELO, UM MALASSOMBRADO DA GÔTA SERENA

Esta notícia foi publica pela imprensa pernambucana em março de 2016:

A musicalidade pernambucana é um dos grandes destaques da novela Velho Chico. Entre vários artistas nordestinos, está o cantor e poeta Maciel Melo, nascido em Iguarací, interior do estado. Na trama, ele e Xangai são Egídio e Avelino, repentistas da fictícia Grotas de São Francisco, que ficam intercalando com os atores de uma forma musical, fazendo versos de cordel, falando sobre os coronéis. Os dois, inclusive, escreveram a canção A lenda do Velho Chico, interpretada nos primeiros capítulos da novela.

Xangai e Maciel Melo na novela Velho Chico

Maciel, um dos maiores artistas contemporâneos – e que já era uma figura de destaque na Nação Nordestina -, ganhou projeção nacional  e fez muito sucesso no Brasil inteiro, graças à grande penetração das novelas da Rede Globo.

No vídeo abaixo, um pequeno trecho da novela, no qual Maciel contracena com Xangai e Antônio Fagundes, num capítulo que foi ao ar em maio deste ano:

Pois quando foi ontem, domingo, 25, Dia de Natal, o interfone tocou aqui em casa e eu escutei a voz embargada do porteiro Otoniel me dizendo o seguinte:

– Seu Luiz, eu estou emocionado: acabei de falar com Maciel Melo. Ele está subindo para o seu apartamento. Veio visitar o senhor.

De fato, Maciel é muito querido pelo público aqui da terrinha e tem uma comunicação e uma humildade tão grande quanto o seu talento.

Veio ontem à nossa casa pra nos desejar um Natal arretado e um 2017 cheio de paz, saúde e ventura.

E ficamos horas conversando, eu, ele e Aline, tirando o couro dos amigos, fuxicando que só a peste e baixando o cacete no lombo de um monte de gente.

Maciel deu-me notícias detalhadas de um romance que está escrevendo, resumiu o enredo, falou de personagens e de locais, e concluiu informando que iria me mandar alguns capítulos já prontos pra eu dar um pitaco. Enfim, uma honraria da porra.

A foto abaixo foi tirada em junho de 2013, quando do lançamento do livro “A Poeira e a Estrada“, da autoria de Maciel e com orelha do colunista fubânico Jessier Quirino. 

Maciel Melo e este Editor

O livro é uma obra autobiográfica, com crônicas e histórias saborosas, no qual Maciel aplica magistralmente todo o seu talento de criador.

Tive o privilégio de ser convidado por Maciel para fazer um texto de apresentação do seu primeiro DVD, intitulado “Isto Vale um Abraço“, uma honraria que guardo com muito carinho entre as minhas boas lembranças.

Continue fazendo mais sucesso ainda em 2017, seu cabra malassombrado da gôta serena!!!

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Vou fechar esta postagem com um áudio e um vídeo.

No áudio temos uma música interpretada por Maciel e que considero uma obra-prima. Uma música pela qual eu tenho um amor muito grande.

Trata-se de um samba de latada intitulado “No tempo do meu pai“. Uma composição cuja letra é do colunista fubânico Xico Bizerra, outro grande amigo, e a música é da dupla Anastácia-Dominguinhos.

Uma canção que eu acho arretada – letra, música, interpretação e embalo.

Escutem e comprovem.

Já o vídeo foi tirado do DVD “Isto Vale um Abraço“, no qual Irah Caldeira, outra amiga querida, interpreta uma composição que Maciel fez em homenagem a Iguaraci, sua terra de nascença, intitulada “Um vêio d’água

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No tempo do meu pai:

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26 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MEU PRESENTE DE NATAL

Pedro Henrique é o meu neto mais velho. Filho de Patrícia, minha filha mais velha.

Patrícia foi mãe bem jovem e eu me tornei avô muito cedo, aos 43 anos de idade.

Pedro é um neto em cuja vida tive muita participação desde que ele nasceu. Tanto materialmente – bancando-lhe os estudos desde as primeiras letras até chegar à formação superior -, mas, sobretudo e principalmente, na parte afetiva.

Ele foi uma criança que sempre teve um recanto marcante no fundo do coração deste avô coruja. Um sítio muito especial na minha benquerança, que permanece firme até os dias de hoje no meu peito e que vai durar enquanto eu viver.

Ou, no coração deste “Vozinho“, que é maneira carinhosa com que ele me trata até os dias de hoje.

A última vez que estive com Pedro foi em agosto passado, quando ele veio de Brasília para participar da minha festa de aniversário dos 70 anos aqui no Recife.

Na foto abaixo ele aparece com a esposa Camila, e os dois bisnetos que me deu: Júlia e João. À direita, de óculos, a mãe dele, minha filha Patrícia, uma vovó charmosa que só este bisavô da bixiga lixa!

Pedro Henrique sempre foi um aluno dedicado e que tirava as melhores notas nas turmas em que estudou.

Tinha condições de passar em qualquer vestibular para qualquer curso, tão bom era o seu preparo e a sua dedicação.

Optou pela carreira militar e passou numa prova intensamente disputada para ingresso na Academia da PM do Distrito Federal.

Estive em Brasília na cerimônia de início do curso para entregar em suas mãos o espadim correspondente à condição de Cadete. Fiquei comovido ao extremo.

Quando foi na semana passada, a mãe dele, minha filha Patrícia, mandou-me uma mensagem contendo uma cópia do Diário Oficial com a promoção dele ao posto de Capitão.

E mandou também uma foto na qual aparece, além das três estrelas no ombro, a plaqueta com o seu nome de guerra: Cap Berto.

Um sobrenome honrado e do qual muito nos orgulhamos“, segundo escreveu minha filha.

Depois o próprio Pedro me telefonou pra dizer que em cada uma destas estrelas tinha o dedo do “Vozinho“. E me agradeceu tudo que eu havia feito por ele.

Meus olhos marejaram.

E este foi o melhor presente de Natal que eu ganhei neste ano de 2016.

26 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

SÓ TEM PAJARACAS: TÁ FALTANDO BACURINHAS

Ontem, em pleno dia do Natal, um leitor reclamou da pequena presença de bichos fêmeos no JBF.

A escassez de mulheres nesta gazeta escrota é mesmo gritante.

Para compensar um pouco uma ausência tão sentida, este Editor mostra pra vocês um vídeo que foi divulgado pela prisidência da República Federativa de Banânia, gentilmente enviado para esta gazeta escrota pelo Incelentíssimo Sinhô Prisidente Michel Cara-de-Tabaca Temer.

Vejam:

24 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

CELEBRANDO DEZEMBRO

Recebo retorno do meu amigo, meu leitor e meu cardiologista, Dr. Sérgio Azevedo, um cabra de uma competência da porra. Um doutor dos mais capacitados desta beirada de praia. O dono do meu coração.

Ele deu retorno sobre a comprida lista de exames que me mandou fazer.

Disse que estava tudo em dia, tudo certo, tudo normal, para grande alegria da família aqui em casa.

Registrou apenas uma leve alteração num tal de ácido úrico e num tal de triglicerídeo (não tenho a menor ideia do que estas duas porras significam…)

E, por conta disto, Dr. Sérgio me mandou diminuir o consumo de carne vermelha e  de massas.

Perguntei-lhe se carne mijada estava liberada e ele não me deu resposta…

Para minha grande satisfação, recomendou o consumo de peixe.

O fato é que estou muito bem, me sentindo cada vez melhor e fazendo fisioterapia todos os dias pela manhã, na academia aqui do meu edifício. Uma boa meia hora de esteira me deixa pingando um suor gostoso e saudável.

No começo deste mês, dia 4 de dezembro, alguns amigos vieram celebrar esta minha boa forma e foi uma farra arretada.

Perguntei pro Dr. Sérgio se poderia tomar pelo menos uma taça de vinho. E ele cortou logo minha tênue esperança com uma pergunta certeira:

“De que tamanho é esta taça?”.

Entendi o recado na hora, engoli em seco e tomei apenas suco de goiaba e nada mais…

Estava (e estou) em tão boa forma que cheguei a dançar um forró rela-bucho com minha irmã Lúcia, que veio de Brasília pra participar da farra, junto com minha filha Patrícia.

Confiram que dupla de dançarinos da porra na foto abaixo:

Beto do Bandolim e seu conjunto se encarregaram da zuada.

Foi música boa e bem executada até umas horas!!!

Uma amostra da arte deste cabra malassombando, um amigo que mora na minha estima e de cuja arte e talento sou um admirador incondicional: Beto do Bandolim executando “Folia das Cordas“, de sua autoria:

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No final desta postagem tem mais. 

Vários amigos, familiares e membros da comunidade fubânica estiveram aqui em casa, com as respectivas esposas. Alguns deles: Marcos Mairton, Maurício Melo, José Paulo Cavalcanti e Lectícia, meu editor Arnaldo Ferreira, Jessier Quirino e Doró, Xico Bizerra, Walter Portela, Paulo Carvalho e Arluce, Violante Pimentel e sua filha Diana, Zelito Nunes e mais uma tuia de gente sedenta, faminta e conversadeira. Também estiveram presentes meus dois anjos da guarda: minha fisioterapeuta Alcilene e seu marido, e minha enfermeira, que cuidava de mim na UTI, Edilene e seu marido.

Meu agradecimento do fundo do coração para todos.

Enfim, este foi  meu Natal, a minha celebração de final de ano.

Pelo que senti, pelo que vivi e pelo que ouvi, meu ano novo vai ser arretado.

Podem me xingar e me esculhambar à vontade. Agradeço demais estas demonstrações de carinho e de afeto. São as três coisas deste mundo que escuto com enorme prazer: elogio, música e xingamento.

Fiz 70 anos em agosto, mas já estou planejando a festa de 80.

Até lá, vou continuar atanazando a vida de muita gente, fazendo mungangas, azeitando o eixo do sol, tirando leite de pedras, arrancando cuscuz dos barrancos de rio, ensacando fumaça, enxugando gelo e entupindo o oco do mundo de bestagens, inutilidades, sacanagens e putarias através desta gazeta escrota.

Um final de ano da bixiga lixa pra todos vocês, seu bando de malassombrados da gôta serena!

* * *

Beto do Bandolim toca um frevo de sua autoria que tem o sugestivo título de “Piriquita Suada”:

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23 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

DEPARTMENT OF BRIBERY

O apelido que o Departamento de Justiça dos Zistados Zunidos botou em Lula sofisticou muito a linda imagem de Lapa de Corrupto:

“Brazilian Official 1”

Uma promoção da porra: saiu do 13 e saltou para o primeiro lugar!

Parabéns pra Lapa de Líder e pra toda sua militância.

Tem mais:

No documento do Departamento de Justiça americano sobre o acordo com a Odebrecht e Braskem, há uma advertência à Orcrim e congêneres.

“Não é apenas porque estão fora da nossa vista que isso significa que estão fora do nosso alcance. O FBI usará todos os recursos disponíveis para por um fim nesse tipo de comportamento corrupto.”

Hum… Sei não…

Eu desconfio que Official 1 e Officiala 2 vão cagar no boi de algum presídio americano em breve…

22 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

DE COMO ME TORNEI FESCENINO

Honrou-me o amigo Raimundo Floriano com um crônica que fala sobre este Editor e que foi publicada no seu livro “Do Jumento ao Parlamento”.

Crônica que foi transcrita na sua página internética de Raimundo, Almanaque.

Desta crônica, intitulada “Os fesceninos“, quero destacar apenas a parte final, na qual ele fala de mim e de Isaura, uma amiga muito querida, que há muitos anos não vejo.

O trecho é este:

Encontrei-me com a Isaura Costa Garcia, a mais formosa e faceira aposentada afro-baiana do Parlamento Brasileiro. É sempre uma grande alegria rever a Isaura. Natural de Brejolândia, fraternal conterrânea de minha mulher, com ela converso animada e descontraidamente, sem papas na língua. Nesse dia, tinha ela novidade para me contar:

“Raimundo Floriano, em dezembro, eu estava dando um giro pelo Nordeste e, lá no Recife, entrei em contato telefônico com o Luiz Berto. Para matarmos a saudade, combinamos nos encontrarmos no dia seguinte em frente ao Banco do Brasil. Cheguei antes da hora combinada e fiquei à espera. Um tempão depois que o banco abriu, ele apontou. Estacionou o carro, e aí aconteceu algo que me cortou o coração. Com dificuldade, ele desembarcou, apoiando-se em duas muletas. Ao cumprimentá-lo, não me contive e perguntei:

– O que foi isso, cara, não sabia que você estava nessa. Foi paralisia? Desastre?

E ele, sem se perturbar, com a cara mais sonsa do mundo:

– Que nada, Isaurinha, o trânsito aqui no Recife está de lascar. Por isso, sempre que venho ao centro, trago estas muletas, para poder utilizar as vagas destinadas aos deficientes físicos!”

Como eu já disse, esta é apenas a parte final da crônica.

Quem quiser ler na íntegra, basta clicar aqui.

21 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

DOIS TEMPOS, DUAS FOTOS

O texto do colunista fubânico Goiano, publicado hoje neste JBF, tem uma foto de Lapa de Corrupto do tempo em que ele foi fichado no DOPS

(Aliás, sobre como ele era tratado no DOPS, a serviço do qual se prestou a ser dedo-duro, vale a pena reler Romeu Tuma em Assassinato de Reputações)

Pois bem, a foto usada por Goiano foi esta:

Uma foto de um tempo passado.

Eu prefiro mais a arte do chargista Antonio Lucena, que evocou o passado e, ao mesmo tempo, fez uma comparação com um futuro que vai se materializar daqui uns dias.

Muito em breve mesmo.

Vejam:

20 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

ZUMBIS CELULARIZADOS

Nossa secretária do lar está de licença, adoentada, e nós saímos ontem pra almoçar aqui perto de casa. Eu, Aline e João.

Meu espanto sempre se renova quando vejo aquele monte de gente tabacuda, cutucando seus celulares, digitando ou lendo o tal do zap-zap, ou sei lá que tipo de diabólica criação tecnológica, capaz de subtrair o ser humano da boa convivência e dos modos civilizados.

Mais ou menos assim como nesta foto abaixo, que peguei na internet:

Os zumbis internéticos seguram o garfo com uma mão e, com a outra, ampliam sua babaquice, deslizando o dedo sobre a superfície colorida do aparelho.

Ontem, nas proximidades da mesa em que estávamos sentados, contei seis descerebrados exercitando sua idiotice. Numa das mesas estavam um casal e sua filha adolescente, todos três de olhos fixos nos aparelhinhos e os dedos em plena função abestalhatífera.

Noutra mesa estava um jovem casal, o macho e a fêmea, cada um de olhos em suas telinhas, escravizados pela irracionalidade. Via-se que eram incapazes de conversar, de conviver e de declarar que se gostam e se amam, enquanto comem num restaurante, curtindo a vida e trocando ideias, como gente racional.

Se não fosse o medo de levar uns tabefes, eu daria um grito bem alto mandando todo mundo se fuder.

Assim feito nesta charge:

Estou procurando aqui no Recife (e acho que não vou encontrar…) um restaurante que tenha na entrada uma placa como esta:

Caso este restaurante não exista, e eu seja mesmo obrigado a frequentar ambientes onde os machos idiotas trocam suas fêmeas por um aparelhinho, estou seriamente tentado a usar este grito:

– Largue esta porra e vá curtir sua mulher, seu cabra besta!

Melhor ainda: eu vou passar a dar a eles o conselho contido na música de Falcão, mandando o sujeito meter a pajaraca em Antônia:

Lasque a rôla em Tonha, seu abestado!

20 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

A INCRÍVEL MANDONA

Quando penso no surrealista e esculhambado gunverno Dilma, mandando no país, mandando nos homens de bem e mandando em tudo, eu só me lembro de um verso que o meu amigo Orlando Tejo cunhou com grande maestria.

Um verso que falava em “burro” mas que, no fundo e já prevendo o futuro, Tejo estava mesmo se referindo a uma vaca.

Uma vaca peidona.

O verso é este aqui:

Há tantos burros mandando
Nos homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma ciência.

A ciência da esculhambação, da falta de vergonha e da falta de honestidade do bando vermêio-istrelado.

É isto aí.

“Eu sou peidona e mandona”

20 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

DIVINA E EVANGÉLICA CACETADA

18 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

SOCA A PICA NELA !

Ontem, sábado, esta gazeta escrota botou no ar o vídeo onde um entrevistador da TV Al Jazzira dá um arrocho tão da porra na ex-prisid-Anta Dilma que ela chega se peidou-se todinha.

Só faltou o entrevistador socar a pica nela.

Aí eu se alembrei-me da composição Capim Canela, de Zenilton.

É só capim canela do começo ao fim!

Vamos alegrar o nosso domingo oferecendo esta música à ilustre Vaca Peidona.

17 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MANUAL DO IDIOTA

16 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

UM BAILE ENCANTADOR E ENCANTADO

Se Jesus tivesse nascido numa estrebaria do sertão pernambucano, ao invés de uma manjedoura em Nazaré, certamente o Natal seria comemorado nordestinadamente, com muita música e comida regional.

Uma boa lapada de aguardante ao invés de uma taça de vinho, e um sarapatel de bode ao invés de um negócio chamado “chester”.

Aqui no Recife, o aniversário de Jesus é comemorado com um espetáculo fantástico, intitulado “Baile do Menino Deus“, que é realizado a céu aberto, no bairro do Recife Antigo.

Trata-se de um trabalho iluminado, inspirado e bendito, idealizado por Ronaldo Cunha Brito, um cabra que já faz um bom tempo que não vejo.

Ronaldo é um médico de profissão que tornou-se ficcionista brilhante. Mas que atingiu o ponto alto como criador através deste Auto Natalino. Um trabalho que se vale dos ritmos, figuras e folguedos da terra, maracatu, frevo, caboclinho, bumba meu boi, jaraguá, burrinha, para contar a história do ilustre aniversariante deste mês de dezembro.

Semana que vem estarei lá, para novamente me encantar com esta preciosidade.

Um espetáculo maravilhoso e comovedor, abrilhantado por uma grande orquestra e um magnífico coral infantil.

Uma celebração tocante para anunciar o nascimento do Menino Jesus.

De brinde pros leitores fubânicos, uma pequena amostra da apresentação de 2009.

E, após os vídeos, um clique dará acesso a belíssimas imagens do local onde se desenrola o espetáculo.

* * *
Clique aqui para ter uma ideia da magnificência do espetáculo.

.

15 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

LAPA DE CORRUPTO E A ODEBRECHT

14 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

TERRORISMO EM FAVOR DOS GASTOS PÚBL8ICOS

Os militontos petralhas assinaram nas paredes a sua clara opção pelo terrorismo.

Morte ao Temer” foi o que os descerebrados vermêio-istrelados escreveram nos muros de Brasília.

Vejam esta nota que deu ontem na imprensa:

Pregos, gasolina e armas, usados no protesto favorável aos gastos públicos, em Brasília, são os mesmos materiais usados no atentado terrorista da maratona de Boston, em 2013, que matou três e feriu 264.

13 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

BANDIDOS À SOLTA NAS RUAS

Saí com minha família hoje pela manhã e enfrentei um congestionamento da porra aqui no Recife, perto do centro da cidade.

Mais uma vez, eram os bandidos mascarados atrapalhando a vida da população ordeira e infernizando a rotina dos cidadãos de bem. Isto numa terça-feira, dia útil, dia de se dar duro no trabalho.

Fecharam a Avenida Cruz Cabugá, uma das mais movimentadas daqui, ligando Olinda ao Recife, e diziam estar se “manifestando” contra a PEC que estabelece um limite para os gastos públicos nos próximos 20 anos.

Na cabeça destes babacas, os gastos devem continuar astronômicos como nos tempos petralhais de Lula. Despesas além dos limites, estourando o orçamento e fudendo as finanças de Banânia.

E, em falando de gastos, eu tô curioso pra saber quem é que financia estes descerebrados foras-da-lei.

Eu continuo achando que o único gasto para o qual o governo não deve estabelecer limites é na compra de cassetetes pra baixar no lombo destes delinquentes. 

Baixar no lombo e enfiar no toba destes porras, rebentando exatamete 13 pregas no furico de cada um deles.

bandidos-no-recife

Bandidos mascarados infernizando a vida dos trabalhadores no centro do Recife

13 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MUSEOLOGIA GUABIRUTAL

Hoje, no café da manhã, fui surpreendido com uma notícia dizendo que a Polícia Federal fez operação em São Bernardo do Campo.

Qualquer coisa a respeito de guabirutagem na construção de um certo “Museu do Trabalhador”.

Fiquei com a pulga atrás da orelha…

São Bernardo, terra de Lapa de Corrupto e berço do PT….

Hum…

Depois vi a notícia nas páginas internéticas e tudo se esclareceu.

Vejam:

O museu foi concebido na gestão do prefeito Luiz Marinho (PT), planejado para contar a história do trabalho e das greves do ABC paulista, que lançaram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na política.

O prédio tem 5.000 metros quadrados e foi construído graças a um convênio celebrado em 2010 pelo município de São Bernardo do Campo com o Ministério da Cultura, com investimentos que somam R$ 21,6 milhões.

Vou fechar esta  postagem transcrevendo o resto da notícia. 

Um fecho triunfal!

Vamos lá:

As investigações conjuntas da PF e da CGU apontaram falhas na licitação e na seleção da empresa contratada, superfaturamento por pagamento de serviços não executados; indícios de falsificação de notas fiscais, pagamentos duplos e por serviços não prestados mas comprovados por meio de notas fiscais, entre outras irregularidades.

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Maquete do Museu dos Trabalhadores Petistas Que Nunca Trabalharam

13 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

ANIVERSÁRIO DO REI

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Luiz Gonzaga (Dez/1912 – Ago/1989)

Hoje, 13 de dezembro, é o dia em que os católicos celebram Santa Luzia.

A santa das vistas, protetora dos olhos.

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É também o dia do aniversário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Se vivo fosse, Gonzaga estaria completando hoje 104 anos.

Vamos reverenciar sua memória com duas músicas.

* * *

A volta da Asa Branca, uma parceria de Luiz Gonzaga e Zé Dantas

* * *

Hora do Adeus, composição da dupla Luiz Queiroga e Onildo Almeida

12 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

MEDALHA DE OURO E MEDALHA DE PRATA

O Datafolha fez uma pesquisa sobre rejeição entre os pulíticos banânicos.

O prisidente Cara de Buceta Lambida, ficou com a Medalha de Ouro.

Os números são pra lá de animadores e os resultados interessantes que só a porra.

Desconfio que estes percentuais serão largamente melhorados nos próximos dias.

O operário-padrão da Odebrecht, Lapa de Canalha, ficou num honroso segundo lugar, ganhando a Medalha de Prata e quase empatando com o primeiro da lista.

Confiram:

rejeicao

11 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

ARMAZÉM PRA VENDER INUTILIDADES

Leitor fubânico, radical roxo zisquerdóide, fazendo um comentário, botou lá no meio a seguinte frase:

“O que não quer dizer que O Globo e o Jornal da Besta Fubana não tenham suas preferências partidárias e ideológicas…”

O Jornal da Besta não tem qualquer preferência partidária ou ideológica. É um espaço livre, democrático e aberto a todas as tendências e pitacos.

O próprio comentarista tem total liberdade pra publicar aqui todas as futilidades político-ideológicas que lhe brotam na cabeça.

Já o Editor do JBF, este que vos fala, este sim, é que tem suas opiniões.

Opiniões quase sempre, quase na totalidade das vezes, contra partidos, grupos, quadrilhas, bandos, ajuntamentos, seitas e, sobretudo, contra ideologias, todas elas idiotas e sem sentido.

A obrigação de todo intelectual honesto é ser da oposição e do contra, pois assim se comportando presta inestimáveis serviços ao país.

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Podem ter certeza que estou entre os “do contra” nesta notícia aí de cima, publicada hoje, domingo.

Intelectual situacionista, que defende qualquer governo, de esquerda, de direita ou do caralho-a-quatro, é uma pobre e bizarra figura, que serve mais de deboche do que de exemplo.

Não me canso de repetir esta clara verdade e, com toda certeza, voltarei a repeti-la em breve futuro.

O lema que guia este Editor, que tem em Millôr Fernandes o seu guru, está contido na ilustração abaixo:

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10 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

AS NOTÍCIAS DO FINAL DE SEMANA


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