JE SUIS BESTA FUBANA

Está havendo uma rápida islamização do mundo. A Europa já está praticamente tomada.

Essa retórica politicamente correta, inventada pela mídia vermelha, de que a maioria dos muçulmanos só quer a paz e que o Corão não prega violência, está totalmente errada. O islã não aceita a convivência com outras religiões. Quem não é muçulmano é incrédulo, e o Corão prega sim, a morte dos infiéis que não se converterem. Manda matar, diz que não peca aquele que mata incrédulo. E é direto, sem metáfora.

“2ª surata: 191 – Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a intriga é mais grave do que o homicídio. Não os combateis nas cercanias da Sagrada Mesquita, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.”

Pergunte a um muçulmano se ele defenderia o seu país ou o islã em caso de guerra? A resposta é única, defenderia o islã. O muçulmano não aceita o estado laico, muito menos a democracia. Islã e democracia são antagônicos.

Nos países democráticos, usam a democracia para criarem verdadeiros guetos onde apenas a sharia é aplicada, não aceitam as leis dos países que os acolhem. Pobres refugiados! Por que não se refugiam nos países muçulmanos ricos? Simples, eles não aceitam. Por que? Porque querem islamizar o ocidente e, para isso, contam com os refugiados e com a idiotia do politicamente correto e seus seguidores. Também contam com a “tolerância” do ocidente.

Não aceitam a cultura dos países ocidentais, mas querem que os ocidentais, quando em países muçulmanos, aceitem a sua. A mídia diz que é um absurdo não permitirem que as muçulmanas usem seus trajes, é um desrespeito aos seus valores. Mas não diz que é um absurdo que as cristãs não o usem quando estão lá, são obrigadas. Cadê as feministas?

Alguém já viu algum líder muçulmano (não um simples mulá de mesquita) condenando os atentados e fazendo campanha contra o terrorismo? Dizendo que não existe “mártir”? Que quem comete um atentado não vai para o paraíso e que não existem 72 virgens esperando? Dizendo que quem se mata pelo islã é apenas um inocente útil nas mãos de um bando de psicopatas? Que Deus não quer que ninguém mate em Seu nome? Não, né. No máximo, meia dúzia de bagrinhos dizem que o islã é paz blá blá blá, sem nem tocar no assunto.

Quando eu ouvir algum condenando o terrorismo, condenando a jihad, mudo de ideia.

Essa religião tornou-se uma epidemia que precisa ser freada. Que fique dentro das fronteiras dos países que a adotam, antes que o mundo tenha que reviver as cruzadas, já que eles reviveram a jihad e a fatwa. Aliás, não fossem as cruzadas, tão criticadas pelo politicamente correto, a Europa estaria seguindo a sharia há séculos, ou seja, a Europa já passou por isso, mas parece que não aprendeu nada.

Muitos muçulmanos estão combatendo o ISIS, é verdade. Mas é pelos seus territórios, pelas suas próprias vidas, não porque querem acabar com o terrorismo no ocidente. Se eles não se entendem nem mesmo entre eles, como vão viver bem com outras religiões?

E os cristãos assassinados diariamente nos países muçulmanos simplesmente por serem cristãos? Mulheres, crianças. A imprensa não mostra, o assunto não é tocado por nenhum líder mundial, nem pelo nosso Papa comunista, parece tabu. Ih! o Trump falou… mas ele não é doido?

Os EUA estavam indo pelo mesmo caminho, mas o povo americano acordou.

Sei que um monte de fubânicos, inclusive o fubânico-mor, acham o Trump maluco e outros adjetivos negativos, mas sem ele, tenham a certeza, a coisa ia ficar cada vez mais preta.

E não pensem os brasileiros que aqui não chegará se nada for feito, e desde já. Há poucos anos o islamismo ainda era inexpressivo na Europa como é no Brasil.

Nós precisamos abominar o politicamente correto da esquerda. Jogar no lixo.

Não se combate intolerância com tolerância. As flores, infelizmente, não vencem os canhões. E eles sabem disso.

DESARMAMENTO CIVIL

Estamos vivendo uma absurda e criminosa greve da PMES, com uma grande chance de alastra-se pelo Brasil. O governo é fraco, quer “negociar” e talvez ninguém seja punido quando acabar. Esse é o Brasil, o país da anistia. As outras PM que façam a sua levando em consideração a certeza de serem anistiadas. A do Rio de Janeiro já está ensaiando.

O caos e a barbárie estão espalhados por todo o Espírito Santo. Bandidos nas ruas, impunimente; roubos, furtos e assassinatos em massa; saques no comércio; e o cidadão de bem na prisão das suas casas, rezando para que ninguém as viole. Diz o governo que a situação melhorou…diz o governo.

Falando hipoteticamente, pois isso lá seria praticamente impossível, imaginemos se essa greve tivesse ocorrido no estado do Texas, EUA? Lá, o porte de arma, qualquer tipo de arma, é livre. Mais de 90% da população possui alguma arma, muitos possuem várias, e a grande maioria as porta. Pasmem, o Texas tem um dos menores índices de crime com uso de armas de fogo do mundo. Haveria caos e barbárie? Os bandidos iriam se criar? NÃO.

Só não contem isso para a esquerda!

Façamos um adendo para explicar aos leigos a diferença entre posse e porte. Posse é simplesmente ter a arma em casa, porte é carrega-la junto ao corpo em qualquer lugar.

Mas, sem precisarmos usar a greve da PM para justificar a nossa tese e desmistificar a da esquerda, vamos lembrar um fato triste no Brasil que a imprensa explorou como se fosse um daqueles que houve nos EUA (não vou me ater a esses agora, nem ao motivo, que não é aquele que a mídia conta):

“ATIRADOR ENTRA EM ESCOLA EM REALENGO, MATA ALUNOS E SE SUICIDA”, lembram? Foi em 2011. (Clique aqui para ler)

Naquele malfadado episódio, sem que ao menos esfriassem os cadáveres das vítimas inocentes, crianças na maioria, logo correram à mídia os políticos e os especialistas de plantão (a Globo adora!) com as já famosas soluções simplistas para um problema complexo, e um diagnóstico ainda mais simplista. Um culpado, uma solução e a falácia.

O culpado: a arma de fogo; a solução: desarmar a população de bem; a falácia: sem armas de fogo na mão da população de bem, os homicídios diminuem.

Destaco o “de bem” porque é aí que mora a mentira. É preciso desarmar sim, mas desarmar os bandidos. Aqueles que compram armas no mercado negro e nunca deixarão de comprá-las. Só assim irão diminuir os homicídios. Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas. Só bandidos ou desequilibrados mentais não pensam antes de atirar.

Mas, os políticos estão de olho nos votos; os especialistas, nos holofotes. Até, claro, a próxima tragédia que anula a anterior e o ciclo – ou circo – recomeça.

Todas as soluções que se apresentam na esteira dessas horas só têm como finalidade real esconder da população a incompetência do Estado e defender o interesse próprio. E o interesse das pessoas afetadas direta ou indiretamente pelo fato? E o interesse do povo? Ou de mais de 65% do povo? Lembram do referendo? Lembram o que fizeram com o resultado?

Só que agora o efeito foi contrário (a mídia se cala, claro) até para esses especialistas. Polícia em greve, população desarmada… Mad Max.

No caso da tragédia de 2011, existia polícia e o Caos não estava instalado. Agora, no ES, é cada um por si e Deus por todos. O Exército não vai resolver. Não tem poder de polícia e nem condição ou treinamento para isso. É apenas um pequeno paliativo, até porque o bandido, que de bobo não tem nada, já conhece as fraquezas das Forças Armadas nesse tipo de operação. É apenas uso político da Forças Armadas. Resolveria só se houvesse intervenção federal e estado de sítio, mas um governo fraco nunca adotaria essas medidas.

Acredito que qualquer pessoa normal quer a paz e é contra a violência, mas, infelizmente estamos no planeta Terra. O uso de armas com a finalidade de ferir ou matar o semelhante é tão antiga que data do período em que o homo sapiens começou a se tornar sedentário e viu-se obrigado a “contratar” pessoas que, em vez de auxiliarem na agricultura e na criação, ficavam de plantão para defendê-los daqueles que ainda eram caçadores-coletores e viam nas tribos sedentárias uma maneira mais fácil de conseguir alimento. A polícia é tão antiga quanto o roubo.

Nos dias de hoje, continuamos tendo a nossa plantação e a nossa criação, além do nosso principal e inviolável bem, a vida, mas infelizmente, ainda temos os nômades que teimam em tomá-los. Só que as tribos cresceram muito e os homens de plantão ficaram poucos.

Metáforas à parte, todo cidadão tem o direito constitucional de se defender. Todo cidadão tem que ter o direito de possuir uma arma de fogo, desde que queira e que possa comprovar perícia, bons antecedentes e boa saúde mental, ou seja, cumprir os requisitos que a lei atual já impõe. Resumindo, basta provar que saiba usá-la e que não é bandido nem louco, difícil?

Muita gente confunde porte com posse, como mostrei acima, e a má fé se aproveita disso. Não defendo o porte livre de armas, como existe na maioria dos Estados americanos, só em alguns casos que não vou explicar neste artigo. Acho que lá dá certo e que aqui não funcionaria, povos diferentes e ideias diferentes, mas vou me ater apenas às razões do direito à posse. Lembro que o porte de arma já é proibido no Brasil para o cidadão comum. A posse é permitida, mas com tanta burocracia, que a maioria dos cidadãos não tem acesso. O porte, então, tornou-se quase impossível depois do tal Estatuto do Desarmamento, um grande absurdo depois de um referendo. Mas era o PT, né?

Temos que ser responsabilizados pelos atos que praticamos e não pelos que podemos praticar. Pelos que fazemos, há o rigor da lei e o Estado tem a obrigação de fazê-la cumprir, o que não ocorre no Brasil.

Estatísticas e números existem para quem quiser consultá-los, e os que existem são do governo. O que vemos, na relação entre o número de armas legais e a variação dos índices de homicídios, e isto é fato, é que nos Estados brasileiros onde existem mais armas LEGAIS os índices são menores.

Os EUA são o país que têm o maior número de armas em mão dos cidadãos e, no entanto, ostentam um índice de assassinatos seis vezes menor do que o nosso.

Mas não é isso que mostram os números das ONGs e dos movimentos desarmamentistas!

Bem, até hoje eles não mostraram onde, como e quando fizeram o levantamento desses números e nem o registro de nenhuma pesquisa. Há apenas as pesquisas do ouvi dizer, sem dizer quem disse e, claro, os interesses duvidosos em torno de financiamentos, da indústria da segurança privada e de eminências pardas. Coisas que talvez só o goiano saiba explicar, mesmo sem argumento.

O ministro Luis Fux, do STF, um dia desses disse que a população votou errado no referendo e que o cidadão armado, se matar alguém, vai sentir remorso. Nos chamou de burros, mas a imprensa amou, imagino o Goiano. Lembro que ele tem segurança 24 horas por dia. Eu, por exemplo, vou sentir remorso se um bandido matar algum familiar meu porque não atirei antes. Nunca mais vou conseguir dormir.

Perguntem a um bandido se ele entraria numa casa em que tivesse a certeza de que o dono possui uma arma? Por si só, a arma é um fator dissuasório. Ladrão também tem instinto de sobrevivência. E é por isso que onde existem mais armas, ocorrem menos crimes.

Mas essa declaração é antiga. Pior foi a do Barroso que quer descriminalizar a maconha e, puta que pariu, a cocaína. Ele só pode ser viciado. Vou escrever sobre isso. Só citei porque também tem a ver com o desarmamento.

De todas as falácias sobre armas, talvez a maior seja quando as ONGs dizem que a maioria das que estão nas mãos dos bandidos são de fabricação nacional e foram conseguidas de cidadãos comuns, por roubo ou compra. Que eu saiba, não se vendem AK-47, AR-15, G3, metralhadoras de mão, pistolas 9mm e .45 nas lojas especializadas. São armamentos de uso restrito e proibidos.

Sabemos, agora sem falácias, que a grande maioria do armamento ilegal vem das nossas fronteiras, principalmente do Paraguai e Bolívia. Agora temos a Venezuela também. Inclusive armas de fabricação brasileira exportadas legalmente para aqueles países que depois retornam ilegalmente. Sabemos, também, que 84% das armas lá vendidas são importadas de forma ilegal pelas máfias com a conivência do governo local. Leiam sobre a Interarms.

Por que, em vez de cobrir aqueles países de benesses e simpatia, o governo brasileiro não cria sanções para impor a eles o controle desse comércio? Isso é imperialismo?

O governo se diz incapaz de vigiar e coibir o tráfico nas fronteiras por falta de efetivo. Por que não devolve às Forças Armadas o poder de polícia e as emprega na busca e apreensão dessas armas? E não só na fronteira. Hoje o Exército divide com a Polícia Federal o registro e a fiscalização das armas de fogo, mas depende das polícias para a autuação dos infratores da lei. São dois caciques na mesma tribo, mas só um pode castigar os índios.

O que falta no Brasil é um governo com pulso firme, sem ideologia partidária, e uma política de segurança séria, clara e efetiva, sem demagogia, que prenda bandidos e os mantenham presos, que pague um salário digno aos profissionais da segurança pública, que invista em tecnologias, em treinamento e equipamento e, principalmente, que tenha a coragem de fazer um Código Penal e um Código Processual livre do paternalismo fora de moda que só beneficiam os bandidos. O povo já votou e espera que a sua vontade seja respeitada. Basta que a democracia e o Estado de Direito sejam respeitados. A lei já existe e é dura, cumpram e a façam cumprir.

Desarmar a população é querer culpar a vítima pelo delito que sofreu. É tentar justificar a falência da política atual e desviar o foco das falcatruas e roubalheiras.

A arma mais mortal que um cidadão porta, e sem nenhuma restrição, é o Título de Eleitor.

COLUNA NOVA, COLUNISTA NOVO

Dentre outas coisas, sou metido a cozinheiro, e se tem alguma coisa na minha casa que só eu faço é o feijão.

Estava cozinhando o meu feijão do dia seguinte quando, para esperar a panela de pressão, resolvi olhar meus e-mails. Em um deles havia um elogio e um convite do Berto para ser colunista desta gazeta.

Não acreditei de imediato – tem um monte de feras consagradas que aqui escrevem — e perguntei ao Berto se era eu mesmo e se ele tinha certeza. Ele confirmou… Coitado!, criou um monstro. Efeito colateral… a distração queimou meu feijão.

– Berto, você me deve meio quilo.

Agora, só me restou a obrigação de escrever meu primeiro texto, e sendo eu de fina educação, não poderia ser outro senão uma apresentação da minha quase humilde pessoa – a humildade era total até receber o elogio e o convite do Berto.

Meu nome vocês já sabem, está no título da coluna, se souberem ler, é claro. Se não sabem, perguntem a quem não é analfabeto. Ah, não precisa. Se vocês são analfabetos nem irão ver a coluna. Visto isso, vamos à minha personalidade. Sei que vocês nem perceberam na introdução.

Gosto de brincar e sou adepto do Chaplin, “Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando”, mas nem sempre brinco, muitas vezes brigo.

Sou um estudioso de História, principalmente a do Brasil, e de Geopolítica. É o meu hobby desde que comecei a enxugar gelo há 12 anos. Agora parece que o Berto resolveu me arrumar outro.

Leio pouca ficção, a maioria de escritores consagrados, tanto brasileiros quanto estrangeiros. Aliás, após ver que o Berto estava relendo “Cem Anos de Solidão”, fiquei com inveja e também reli, lindo. Não li ainda nenhum livro do Berto, nem sei se presta, mas pretendo.

– Não gosto de Saramago, viu Berto.

Dou palpite sobre alfinete, chegando ao foguete, mas não sem antes passar por pequenas cirurgias, sendo acima de tudo um especialista em generalidades. Se meus palpites estão certos ou errados, vocês que dirão, ou não (lembrei de um certo esquerdista caviar). Contestem com conhecimento de causa, ou sofrerão a fúria da minha humildade.

Xingo, mas aceito ser xingado, vide meu embate com o Cícero …, ainda aguardo um no mesmo padrão com a Glória. Sou chegado numa baixaria, mas baixaria sadia, sem palavrões. Xingamentos só com palavras da parte culta da língua, mas como sou adepto da dicotomia de Saussure, podem usar qualquer dialeto. Entenderam, caraio?

Dizem, vocês sabem quem, que sou de extrema direita, mas não sou racista, não encho o saco de viados e lésbicas (cada um dá ou faz que quer). Tenho amigos queridos que são negros, viados e LGBT (generalizando, pois não entendo mais porra nenhuma). Só não aceito que queiram que eu concorde com certas coisas, como beijo entre gays em público etc — não aceito nem entre héteros – ou que crianças tenham que aceitar isso como regra, não como exceção. Cada um faça o que quiser entre quatro paredes, ninguém tem nada com isso, só não queiram nos impor o seu modo de vida.

Não pertenço à KKK, nem a nenhuma sociedade extremista, que eu saiba. Aliás, sou contra todas e também não aceito, de forma alguma, o extremismo e o politicamente correto, sendo que um completa o outro, creio eu.

Apoio as ideias do Trump – quase meu xará, né Cícero? -, apoiei o Brexit e torço para a eleição da Marine Le Pen. Sou contra a ONU, não aceito a islamização do ocidente e pretendo escrever sobre isso e outros assunto que são polêmicos (pra esquerda, claro).

Tenho esperança de que, um dia, as Bobonews e Falhas de São Paulo da vida façam jornalismo sério, de verdade, e que as faculdades de jornalismo (já frequentei) ensinem o que presta.

Antes das críticas e dos xingamentos, vão estudar ou irão apanhar. “Sapientiam Autem Non Vincit Malitia”. É, sou fã do Olavo de Carvalho, mas não concordo com tudo que ele diz. Sou absolutamente contra intervenção militar, seria golpe. Basta ler e interpretar a Constituição, apesar de prolixa e fora da realidade (tema bom). Não votaram direito, que aprendam!

Odeio petistas e periféricos, leitores de manchetes e outras aberrações, mas odiar não quer dizer que não vou debater (?), apesar da frase do Lobão que dizem não ser do Lobão. Mas vou desdenhar, é claro. É a minha natureza.

Gosto muito de escrever quando sou provocado, principalmente se for por asneiras dos esquerdistas. Entenderam? … Cícero? Glória?

No mais, aceito sugestão de temas e, a partir de agora, com a devida guarida do Berto, me aturem.

O meu fraternal abraço aos leitores fubânicos e a todos o meu desejo de Saúde, Força e União.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa