REFORMA DA PREVIDÊNCIA. ABSURDO DIFERENCIAR OS MILITARES!

Greve da PM no Estado X.

Barbárie se espalhando. Sobe vertiginosamente o número de assassinatos. A população está presa nas suas casas com medo. Nem lá estão seguras. O que fazer? Chamem as Forças Armadas!

Não dá! Depois da reforma da previdência, quando eles foram colocados na vala comum, por questão de justiça, também ganharam os mesmos direitos dos civis. A tropa que iria para o Estado X entra em greve porque o governo disse não ter recursos para pagar as diárias, as horas extras e o adicional noturno a que tem direito.

Mas não é só isso, oficiais, com idade já avançada, não têm vigor para se imporem à tropa. Os cabos e soldados alegam que eles não conseguem acompanhá-los nas missões e os deixarão expostos aos marginais, pois estarão sem comando.

As polícias dos outros estados, sabendo que não serão substituídas, também entram em greve. O caos se espalha pelo país.

Aproveitando-se da situação, o restante das Forças Armadas também resolve parar para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. E agora? Aeroportos paralisados, aeronaves clandestinas liberadas para transportar drogas, fronteira ainda mais exposta e chega a notícia de que um país estrangeiro envia sua marinha para tomar as plataformas de petróleo, pois não aceita que o Brasil tenha mar territorial de 200 milhas e alega que o petróleo está em águas internacionais.

Cria-se uma coalizão para invadir e internacionalizar a Amazônia com a desculpa de deter a destruição do “pulmão do mundo”. Divide-se a Amazônia entre as potências mundiais e começa a aparecer o verdadeiro motivo, a mineração e a água.

Convoca-se a reserva? Não existe mais reserva, agora os militares são aposentados e não estão mais mobilizáveis. E mesmo que fossem, estariam muito velhos para qualquer tipo de ação que exige força.

Mandam-se tropas de ocupação da ONU para extinguir as Forças brasileiras e “pacificar” o país.

Cria-se um governo internacional e o Brasil perde a sua identidade. O globalismo esquerdista se completa. O Grande Irmão toma conta.

Exagero?, talvez. Impossível?, não, mas serve para mostrar a importância das Forças Armadas, que muitos põem em dúvida.

Com essa estorinha, pretendo mostrar o porquê de não se colocar os militares na previdência comum. Hoje, para aqueles que não sabem, os militares não têm previdência, têm um Sistema de Proteção Social pago pelos cofres da União. Militar só desconta “previdência” para as pensões das viúvas. E ao contrário do que dizem, ela seria majoritária não fosse depositada na Conta Única da União e sim em uma conta própria, lembrando que o desconto se dá até a morte do militar. E se não têm previdência, como podem ser culpados pelo déficit…da previdência? Grande falácia.

Não há como fazer comparação com o servidor civil, seja ele público ou privado. Militar não se aposenta, não tem hora extra, não tem FGTS, não tem direito de greve, não tem adicional de periculosidade, serve e leva a família para locais sem um mínimo de infraestrutura, não tem insalubridade, não tem 40 horas semanais, não pode ter outro trabalho, não fica mais de dois anos em uma cidade – o que impede o cônjuge de trabalhar para auxiliar na renda familiar -, e tem o menor salário pago pela União.

Além disso, 30 anos de serviço militar correspondem a 45 anos de serviço civil.

Não é sem motivo que a previdência dos militares é diferenciada em todo o do mundo.

Não fosse o desejo das esquerdas de destruir as Forças Armadas para que possam tomar o poder – sim, são os militares que os impedem – e, claro, o puro revanchismo por não tê-las permitido outrora, nem se estaria discutindo tamanha afronta.

Reclamam dos “privilégios” dos militares, mas quem quer ter os mesmos deveres sem a contrapartida dos direitos que eles não têm?

AS CONTROVÉRSIAS DE TODO MUNDO

Este texto não é meu, é do meu amigo e quase xará RONALDO ZANATA PAZIM. Achei excelente porque mostra a nossa natureza e resolvi compartilhá-lo com nossos leitores. Espero que gostem como eu.

Essa é uma adaptação minha da peça teatral apresentada pela primeira vez em 1532, chamada Auto da Lusitânia, criada pelo autor português Gil Vicente.

Num lugar não muito distante daqui, há um tolo, cheio de ganância, vaidade e petulância, que se chama TODO MUNDO, e um pobre, mas muito sábio, virtuoso e modesto, cujo nome é NINGUÉM.

Em seus diálogos rotineiros, ambos vivem a se confrontar. E Belzebu também faz parte dessa história, pois em seus trocadilhos desafia a cada um se examinar.

TODO MUNDO se acha cheio de virtudes e adora ser lisonjeado. Mas NINGUÉM aceita uma crítica facilmente e muda seus preconceitos. TODO MUNDO, mais cedo ou mais tarde, revela suas incoerências. NINGUÉM é diferente de TODO MUNDO.

TODO MUNDO quer sucesso, dinheiro e felicidade. Mas quem realmente se empenha e está disposto a pagar o preço para alcançar tudo isso? NINGUÉM.

TODO MUNDO sempre quer as coisas mais bonitas. NINGUÉM aceita que as mais bonitas são inúteis.

TODO MUNDO vem aqui, acolá, cheio de certezas, como se isso não fosse arrogância; quer revelar, instruir, matraquear. Só que NINGUÉM tem certeza sobre nada. Se lhe perguntassem qual a cor do cavalo Branco de Napoleão, eis aí a confusão!

Mesmo quem souber a solução, certeza alguma pode ter se é verdade ou ilusão. TODO MUNDO estava lá? Viu e conheceu Napoleão? Sobre quase tudo, TODO MUNDO vive a reproduzir o que outros lhe contam ou escrevem. Só quem experimenta é que realmente sabe o sabor mais amargo que existe; se lhe contar, TODO MUNDO até pode imaginar, acreditar, mas sem jamais deixar de suspeitar. Afinal, NINGUÉM é sábio,

Como dito no início desta prosa, e por isso cabe sempre refletir que a vida não é para ensinar, mas para aprender. E só para não ficar sem resposta, TODO MUNDO pensa que o mais amargo vem do azedo; NINGUÉM percebe que é do prejuízo.

Nesta etapa deste conto, eu acrescento mais duas pessoas: uma chamada ALGUÉM e outra de nome QUALQUER UM. Elas nunca aparecem, mas TODO MUNDO sabe que elas existem.

NINGUÉM se conscientiza que “o tempo não para” e “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Isto porque há sempre um trabalho importante a ser feito, e TODO MUNDO espera que ALGUÉM o faça. Aliás, QUALQUER UM pode fazê-lo, mas quase sempre, NINGUÉM o faz. ALGUÉM fica zangado porque o trabalho é de TODO MUNDO. E TODO MUNDO pensa que QUALQUER UM pode fazê-lo, mas NINGUÉM reconhece que TODO MUNDO deixa de fazê-lo.

No final, TODO MUNDO culpa ALGUÉM quando NINGUÉM faz o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Para terminar, que NINGUÉM esqueça de dar mais importância às palavras, para que as nossas sejam tesouros aos ouvidos de TODO MUNDO!

NINGUÉM diz só verdades, enquanto TODO MUNDO fala o que lhe convém. Por outras palavras, TODO MUNDO é professor, mas NINGUÉM está aqui para ensinar.

E nesse lugar não muito distante daqui, praticamente é assim: enquanto TODO MUNDO é tolo, NINGUÉM é sábio. Ou será vice-versa? NINGUÉM é tolo, TODO MUNDO é sábio.

RACISMO, ESCRAVIDÃO E COTAS

Nossa! Como o nosso mundo melhorou!

Quando eu era criança, nunca tinha ouvido falar de racismo, de bulling e de outras coisas modernas que nem sei o que é.

Brincava na rua de bolinha de gude, de soltar pipa, carrinho de rolimã ou de nem me lembro mais do quê.

Lembro que, além do meu irmão, O meu companheiro de brincadeiras era o Telson , nunca me esqueci do amigo, nem do nome dele.

Ele era “preto”, eu era branco. Ele era pobre, eu era “rico”.

Brincamos muito, frequentamos nossas casas, tanto a rica quanto a pobre, e nunca percebemos que tínhamos diferenças.

Mudei de casa, passou o tempo, perdi o contato com o Telson.

Agora, eu seria o opressor que usou o poder econômico para se sobrepor ao negro oprimido, que se viu obrigado a aceitar o meu favor para que ele pudesse usufruir das migalhas deixadas pelo luxo dos brancos.

Saudade daquele Brasil, saudade da minha infância, saudade do Telson. Onde ele andará?

Com essa reflexão inicio o meu artigo. Vamos falar de racismo no Brasil?

Primeiro, vamos diferenciar raça de etnia. Raça humana é uma só, logo, falar em racismo seria o mesmo que dizer que algum indivíduo de determinada cor ou de determinada cultura não é humano. Mas tudo bem, vamos fazer de conta que existam raças humanas diferentes, ou então, não teríamos como falar em racismo, palavra “bonita” inventada pelos sociólogos e adorada pelo politicamente correto.

Racismo existe, mas existe de brancos contra negros, negros contra brancos, brancos contra brancos, negros contra negros e por aí vai. Basta olharmos para a África e para o Oriente médio que veremos do que estou falando.

No nosso País, antes do politicamente correto e das minorias controladas pela esquerda, como se negros aqui fossem minoria, não se falava em racismo e não se falava por uma razão óbvia, aqui não existe, ou não existia.

Se existe racismo, como explicar a maioria parda da população? Racista não se relaciona sexualmente com outra “raça”.

Nunca houve lugares em que só era permitido entrar pessoas com uma determinada cor de pele ou cultura, e se houve, foram exceções. E ainda não há… mas a esquerda criou o racismo. Apenas o racismo contra negros, o resto para eles não é racismo. O branco chamar um negro de criolo é racismo, o negro chamar um branco de branquelo azedo não é. Racismo reverso não dá voto. E não pensem os negros e outras ditas minorias que a esquerda quer a sua proteção. Querem apenas manipulá-los e conseguir sua militância e voto para o seu projeto de poder. Depois que conseguirem, jogarão vocês no lixo.

Apartheid era racismo, locais e transportes separados para whites e coloureds era racismo. Até lá fora isso acabou, aqui começou. Basta ver a política de cotas que nada mais é do que…racismo.

Mas e a escravidão? Bem, a escravidão existiu no mundo inteiro, desde que a raça humana dominou a Terra e, infelizmente, ainda existe, vide ISIS ou Boko Haram. É uma aberração e uma vergonha, apesar te ter sido culturalmente aceita na antiguidade.

Mas o racismo nunca foi fruto da escravidão, a escravidão é que foi fruto do racismo. Por que?

Basta ver como era feito o comércio de escravos para as américas? Os mercadores de gente conseguiam a sua “mercadoria” pelas mãos dos próprios africanos. Esses é que capturavam os escravos de outras tribos de etnia diferente. No início eram escravos na própria África até que surgiu a possibilidade de lucro ao vender os escravos para os mercadores brancos. Quem tiver um pouco mais de curiosidade, assista à serie Raízes.

Mas precisamos reparar o mal que fizemos aos negros. Só agora? Eles foram libertos em 1888.

E os negros que fizeram mal aos negros, também não têm que reparar?

Não foram só os negros das tribos escravagistas africanas que fizeram mal aos escravos brasileiros quando os venderam aos brancos, mas historicamente sabe-se que os negros alforriados, assim que conseguiam uma situação social e financeira melhor, compravam…negros escravizados. Quantos escravos tinha a famosa Xica da Silva? Sabe-se ainda que os temidos capitães do mato eram em sua maioria…negros. Que o proclamado e aclamado Zumbi dos Palmares tinha diversos escravos…negros, e também, pasmem, brancos.

Se ainda hoje os negros ainda têm uma situação social e financeira aquém da dos brancos, a culpa é justamente dos abolicionistas, aqueles liberais que brigaram pela causa enquanto ela existiu e, ao ser assinada a lei Áurea, foram para os bares comemorar e quem sabe achar uma outra causa, sem nenhuma preocupação com o destino dos libertos. Lembra alguma coisa?

Como quase tudo no Brasil, a abolição da escravatura foi feita de forma impulsiva e atabalhoada. Não houve uma política de desmobilização, educação e emprego.

A criação da política de cotas apenas cria um racismo inexistente e age como um paliativo para o que é, na realidade, a falência do ensino público básico e médio. Por que o branco pobre, que tem pouca renda, também não tem direito à cota? Por que não foi criada a cota para qualquer um que tenha baixa renda e não para A ou B? Por que o negro de alta renda tem que ter direito à cota? Resposta: racismo.

Ao contrário do que se propaga, as cotas não ajudam os negros, pelo contrário, humilham, roubam o seu voto.

Reparação é dar educação de qualidade a todos, negros, brancos, azuis, verdes; reparação e dar acesso à saúde de qualidade; reparação é melhorar a renda do trabalho; reparação é parar de roubar e desenvolver o Brasil.

Uma coisa é certa, reparação não é criar um racismo que nunca existiu ou um “dia da consciência negra”. Reparação não é criar mais uma separação com o nome pomposo de “apropriação cultural”.

O Brasil só precisa de uma coisa, vergonha na cara.

MATEMÁTICA DA ESQUERDA

O Washington Post, melhor seria se fosse poste, noticiou que o seu alvo predileto, o Trump, gastou 10 milhões de dólares com segurança em apenas um mês de governo e, claro, aquele sujeito íntegro e bacana com uma família mais bacana ainda, o Barac Hussein, gastou “apenas” 1 milhão por mês durante a sua gestão.

O motivo principal desse gasto seria os descansos do Trump em seu clube de golfe que geram uma despesa de 60 mil dólares diários só com horas extras de policiais – sim, nos EUA policiais têm hora extra -, e o fato da esposa Melania morar fora da Casa Branca, o que gera mais 500 mil dólares diários (isso mesmo, diários) de gasto. Puta que pariu, mais de 1,5 milhões de Reais por dia de segurança só da esposa e do filho mais novo? Lembro que o Presidente tem mais quatro filhos que moram fora da Casa Branca e também têm direito.

A maioria dos fubânicos, retirando-se apenas aqueles que sabemos quem, é de pessoas inteligentes e que conhecem o beabá da matemática e certamente irão concordar que o Washito Poste não resiste ao próprio argumento e escandaliza a burrice esquerdista. Claro que será citado como fonte fidedigna nas BoboNews e Falhas de São Paulo da vida que também são formadas por delinquentes de esquerda que não sabem as quatro operações.

Vamos lá. Raciocinemos, aqueles que conseguem, que a Melania passe apenas 20 dias dos 30 em New York, ou seja, apenas os dias de escola do filho. 500 mil dólares vezes 20 dias daria um gasto de?… Ih! 10 milhões de dólares… Aí ferrou…, o dinheiro que o jornal afirmou que seria o gasto mensal da segurança presidencial só pagou 20 dias de segurança da esposa e do filho mais novo. E o resto?

Viram como é fácil desmascarar as notícias plantadas pela esquerda? São burros demais.

JE SUIS BESTA FUBANA

Está havendo uma rápida islamização do mundo. A Europa já está praticamente tomada.

Essa retórica politicamente correta, inventada pela mídia vermelha, de que a maioria dos muçulmanos só quer a paz e que o Corão não prega violência, está totalmente errada. O islã não aceita a convivência com outras religiões. Quem não é muçulmano é incrédulo, e o Corão prega sim, a morte dos infiéis que não se converterem. Manda matar, diz que não peca aquele que mata incrédulo. E é direto, sem metáfora.

“2ª surata: 191 – Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a intriga é mais grave do que o homicídio. Não os combateis nas cercanias da Sagrada Mesquita, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.”

Pergunte a um muçulmano se ele defenderia o seu país ou o islã em caso de guerra? A resposta é única, defenderia o islã. O muçulmano não aceita o estado laico, muito menos a democracia. Islã e democracia são antagônicos.

Nos países democráticos, usam a democracia para criarem verdadeiros guetos onde apenas a sharia é aplicada, não aceitam as leis dos países que os acolhem. Pobres refugiados! Por que não se refugiam nos países muçulmanos ricos? Simples, eles não aceitam. Por que? Porque querem islamizar o ocidente e, para isso, contam com os refugiados e com a idiotia do politicamente correto e seus seguidores. Também contam com a “tolerância” do ocidente.

Não aceitam a cultura dos países ocidentais, mas querem que os ocidentais, quando em países muçulmanos, aceitem a sua. A mídia diz que é um absurdo não permitirem que as muçulmanas usem seus trajes, é um desrespeito aos seus valores. Mas não diz que é um absurdo que as cristãs não o usem quando estão lá, são obrigadas. Cadê as feministas?

Alguém já viu algum líder muçulmano (não um simples mulá de mesquita) condenando os atentados e fazendo campanha contra o terrorismo? Dizendo que não existe “mártir”? Que quem comete um atentado não vai para o paraíso e que não existem 72 virgens esperando? Dizendo que quem se mata pelo islã é apenas um inocente útil nas mãos de um bando de psicopatas? Que Deus não quer que ninguém mate em Seu nome? Não, né. No máximo, meia dúzia de bagrinhos dizem que o islã é paz blá blá blá, sem nem tocar no assunto.

Quando eu ouvir algum condenando o terrorismo, condenando a jihad, mudo de ideia.

Essa religião tornou-se uma epidemia que precisa ser freada. Que fique dentro das fronteiras dos países que a adotam, antes que o mundo tenha que reviver as cruzadas, já que eles reviveram a jihad e a fatwa. Aliás, não fossem as cruzadas, tão criticadas pelo politicamente correto, a Europa estaria seguindo a sharia há séculos, ou seja, a Europa já passou por isso, mas parece que não aprendeu nada.

Muitos muçulmanos estão combatendo o ISIS, é verdade. Mas é pelos seus territórios, pelas suas próprias vidas, não porque querem acabar com o terrorismo no ocidente. Se eles não se entendem nem mesmo entre eles, como vão viver bem com outras religiões?

E os cristãos assassinados diariamente nos países muçulmanos simplesmente por serem cristãos? Mulheres, crianças. A imprensa não mostra, o assunto não é tocado por nenhum líder mundial, nem pelo nosso Papa comunista, parece tabu. Ih! o Trump falou… mas ele não é doido?

Os EUA estavam indo pelo mesmo caminho, mas o povo americano acordou.

Sei que um monte de fubânicos, inclusive o fubânico-mor, acham o Trump maluco e outros adjetivos negativos, mas sem ele, tenham a certeza, a coisa ia ficar cada vez mais preta.

E não pensem os brasileiros que aqui não chegará se nada for feito, e desde já. Há poucos anos o islamismo ainda era inexpressivo na Europa como é no Brasil.

Nós precisamos abominar o politicamente correto da esquerda. Jogar no lixo.

Não se combate intolerância com tolerância. As flores, infelizmente, não vencem os canhões. E eles sabem disso.

DESARMAMENTO CIVIL

Estamos vivendo uma absurda e criminosa greve da PMES, com uma grande chance de alastra-se pelo Brasil. O governo é fraco, quer “negociar” e talvez ninguém seja punido quando acabar. Esse é o Brasil, o país da anistia. As outras PM que façam a sua levando em consideração a certeza de serem anistiadas. A do Rio de Janeiro já está ensaiando.

O caos e a barbárie estão espalhados por todo o Espírito Santo. Bandidos nas ruas, impunimente; roubos, furtos e assassinatos em massa; saques no comércio; e o cidadão de bem na prisão das suas casas, rezando para que ninguém as viole. Diz o governo que a situação melhorou…diz o governo.

Falando hipoteticamente, pois isso lá seria praticamente impossível, imaginemos se essa greve tivesse ocorrido no estado do Texas, EUA? Lá, o porte de arma, qualquer tipo de arma, é livre. Mais de 90% da população possui alguma arma, muitos possuem várias, e a grande maioria as porta. Pasmem, o Texas tem um dos menores índices de crime com uso de armas de fogo do mundo. Haveria caos e barbárie? Os bandidos iriam se criar? NÃO.

Só não contem isso para a esquerda!

Façamos um adendo para explicar aos leigos a diferença entre posse e porte. Posse é simplesmente ter a arma em casa, porte é carrega-la junto ao corpo em qualquer lugar.

Mas, sem precisarmos usar a greve da PM para justificar a nossa tese e desmistificar a da esquerda, vamos lembrar um fato triste no Brasil que a imprensa explorou como se fosse um daqueles que houve nos EUA (não vou me ater a esses agora, nem ao motivo, que não é aquele que a mídia conta):

“ATIRADOR ENTRA EM ESCOLA EM REALENGO, MATA ALUNOS E SE SUICIDA”, lembram? Foi em 2011. (Clique aqui para ler)

Naquele malfadado episódio, sem que ao menos esfriassem os cadáveres das vítimas inocentes, crianças na maioria, logo correram à mídia os políticos e os especialistas de plantão (a Globo adora!) com as já famosas soluções simplistas para um problema complexo, e um diagnóstico ainda mais simplista. Um culpado, uma solução e a falácia.

O culpado: a arma de fogo; a solução: desarmar a população de bem; a falácia: sem armas de fogo na mão da população de bem, os homicídios diminuem.

Destaco o “de bem” porque é aí que mora a mentira. É preciso desarmar sim, mas desarmar os bandidos. Aqueles que compram armas no mercado negro e nunca deixarão de comprá-las. Só assim irão diminuir os homicídios. Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas. Só bandidos ou desequilibrados mentais não pensam antes de atirar.

Mas, os políticos estão de olho nos votos; os especialistas, nos holofotes. Até, claro, a próxima tragédia que anula a anterior e o ciclo – ou circo – recomeça.

Todas as soluções que se apresentam na esteira dessas horas só têm como finalidade real esconder da população a incompetência do Estado e defender o interesse próprio. E o interesse das pessoas afetadas direta ou indiretamente pelo fato? E o interesse do povo? Ou de mais de 65% do povo? Lembram do referendo? Lembram o que fizeram com o resultado?

Só que agora o efeito foi contrário (a mídia se cala, claro) até para esses especialistas. Polícia em greve, população desarmada… Mad Max.

No caso da tragédia de 2011, existia polícia e o Caos não estava instalado. Agora, no ES, é cada um por si e Deus por todos. O Exército não vai resolver. Não tem poder de polícia e nem condição ou treinamento para isso. É apenas um pequeno paliativo, até porque o bandido, que de bobo não tem nada, já conhece as fraquezas das Forças Armadas nesse tipo de operação. É apenas uso político da Forças Armadas. Resolveria só se houvesse intervenção federal e estado de sítio, mas um governo fraco nunca adotaria essas medidas.

Acredito que qualquer pessoa normal quer a paz e é contra a violência, mas, infelizmente estamos no planeta Terra. O uso de armas com a finalidade de ferir ou matar o semelhante é tão antiga que data do período em que o homo sapiens começou a se tornar sedentário e viu-se obrigado a “contratar” pessoas que, em vez de auxiliarem na agricultura e na criação, ficavam de plantão para defendê-los daqueles que ainda eram caçadores-coletores e viam nas tribos sedentárias uma maneira mais fácil de conseguir alimento. A polícia é tão antiga quanto o roubo.

Nos dias de hoje, continuamos tendo a nossa plantação e a nossa criação, além do nosso principal e inviolável bem, a vida, mas infelizmente, ainda temos os nômades que teimam em tomá-los. Só que as tribos cresceram muito e os homens de plantão ficaram poucos.

Metáforas à parte, todo cidadão tem o direito constitucional de se defender. Todo cidadão tem que ter o direito de possuir uma arma de fogo, desde que queira e que possa comprovar perícia, bons antecedentes e boa saúde mental, ou seja, cumprir os requisitos que a lei atual já impõe. Resumindo, basta provar que saiba usá-la e que não é bandido nem louco, difícil?

Muita gente confunde porte com posse, como mostrei acima, e a má fé se aproveita disso. Não defendo o porte livre de armas, como existe na maioria dos Estados americanos, só em alguns casos que não vou explicar neste artigo. Acho que lá dá certo e que aqui não funcionaria, povos diferentes e ideias diferentes, mas vou me ater apenas às razões do direito à posse. Lembro que o porte de arma já é proibido no Brasil para o cidadão comum. A posse é permitida, mas com tanta burocracia, que a maioria dos cidadãos não tem acesso. O porte, então, tornou-se quase impossível depois do tal Estatuto do Desarmamento, um grande absurdo depois de um referendo. Mas era o PT, né?

Temos que ser responsabilizados pelos atos que praticamos e não pelos que podemos praticar. Pelos que fazemos, há o rigor da lei e o Estado tem a obrigação de fazê-la cumprir, o que não ocorre no Brasil.

Estatísticas e números existem para quem quiser consultá-los, e os que existem são do governo. O que vemos, na relação entre o número de armas legais e a variação dos índices de homicídios, e isto é fato, é que nos Estados brasileiros onde existem mais armas LEGAIS os índices são menores.

Os EUA são o país que têm o maior número de armas em mão dos cidadãos e, no entanto, ostentam um índice de assassinatos seis vezes menor do que o nosso.

Mas não é isso que mostram os números das ONGs e dos movimentos desarmamentistas!

Bem, até hoje eles não mostraram onde, como e quando fizeram o levantamento desses números e nem o registro de nenhuma pesquisa. Há apenas as pesquisas do ouvi dizer, sem dizer quem disse e, claro, os interesses duvidosos em torno de financiamentos, da indústria da segurança privada e de eminências pardas. Coisas que talvez só o goiano saiba explicar, mesmo sem argumento.

O ministro Luis Fux, do STF, um dia desses disse que a população votou errado no referendo e que o cidadão armado, se matar alguém, vai sentir remorso. Nos chamou de burros, mas a imprensa amou, imagino o Goiano. Lembro que ele tem segurança 24 horas por dia. Eu, por exemplo, vou sentir remorso se um bandido matar algum familiar meu porque não atirei antes. Nunca mais vou conseguir dormir.

Perguntem a um bandido se ele entraria numa casa em que tivesse a certeza de que o dono possui uma arma? Por si só, a arma é um fator dissuasório. Ladrão também tem instinto de sobrevivência. E é por isso que onde existem mais armas, ocorrem menos crimes.

Mas essa declaração é antiga. Pior foi a do Barroso que quer descriminalizar a maconha e, puta que pariu, a cocaína. Ele só pode ser viciado. Vou escrever sobre isso. Só citei porque também tem a ver com o desarmamento.

De todas as falácias sobre armas, talvez a maior seja quando as ONGs dizem que a maioria das que estão nas mãos dos bandidos são de fabricação nacional e foram conseguidas de cidadãos comuns, por roubo ou compra. Que eu saiba, não se vendem AK-47, AR-15, G3, metralhadoras de mão, pistolas 9mm e .45 nas lojas especializadas. São armamentos de uso restrito e proibidos.

Sabemos, agora sem falácias, que a grande maioria do armamento ilegal vem das nossas fronteiras, principalmente do Paraguai e Bolívia. Agora temos a Venezuela também. Inclusive armas de fabricação brasileira exportadas legalmente para aqueles países que depois retornam ilegalmente. Sabemos, também, que 84% das armas lá vendidas são importadas de forma ilegal pelas máfias com a conivência do governo local. Leiam sobre a Interarms.

Por que, em vez de cobrir aqueles países de benesses e simpatia, o governo brasileiro não cria sanções para impor a eles o controle desse comércio? Isso é imperialismo?

O governo se diz incapaz de vigiar e coibir o tráfico nas fronteiras por falta de efetivo. Por que não devolve às Forças Armadas o poder de polícia e as emprega na busca e apreensão dessas armas? E não só na fronteira. Hoje o Exército divide com a Polícia Federal o registro e a fiscalização das armas de fogo, mas depende das polícias para a autuação dos infratores da lei. São dois caciques na mesma tribo, mas só um pode castigar os índios.

O que falta no Brasil é um governo com pulso firme, sem ideologia partidária, e uma política de segurança séria, clara e efetiva, sem demagogia, que prenda bandidos e os mantenham presos, que pague um salário digno aos profissionais da segurança pública, que invista em tecnologias, em treinamento e equipamento e, principalmente, que tenha a coragem de fazer um Código Penal e um Código Processual livre do paternalismo fora de moda que só beneficiam os bandidos. O povo já votou e espera que a sua vontade seja respeitada. Basta que a democracia e o Estado de Direito sejam respeitados. A lei já existe e é dura, cumpram e a façam cumprir.

Desarmar a população é querer culpar a vítima pelo delito que sofreu. É tentar justificar a falência da política atual e desviar o foco das falcatruas e roubalheiras.

A arma mais mortal que um cidadão porta, e sem nenhuma restrição, é o Título de Eleitor.

COLUNA NOVA, COLUNISTA NOVO

Dentre outas coisas, sou metido a cozinheiro, e se tem alguma coisa na minha casa que só eu faço é o feijão.

Estava cozinhando o meu feijão do dia seguinte quando, para esperar a panela de pressão, resolvi olhar meus e-mails. Em um deles havia um elogio e um convite do Berto para ser colunista desta gazeta.

Não acreditei de imediato – tem um monte de feras consagradas que aqui escrevem — e perguntei ao Berto se era eu mesmo e se ele tinha certeza. Ele confirmou… Coitado!, criou um monstro. Efeito colateral… a distração queimou meu feijão.

– Berto, você me deve meio quilo.

Agora, só me restou a obrigação de escrever meu primeiro texto, e sendo eu de fina educação, não poderia ser outro senão uma apresentação da minha quase humilde pessoa – a humildade era total até receber o elogio e o convite do Berto.

Meu nome vocês já sabem, está no título da coluna, se souberem ler, é claro. Se não sabem, perguntem a quem não é analfabeto. Ah, não precisa. Se vocês são analfabetos nem irão ver a coluna. Visto isso, vamos à minha personalidade. Sei que vocês nem perceberam na introdução.

Gosto de brincar e sou adepto do Chaplin, “Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando”, mas nem sempre brinco, muitas vezes brigo.

Sou um estudioso de História, principalmente a do Brasil, e de Geopolítica. É o meu hobby desde que comecei a enxugar gelo há 12 anos. Agora parece que o Berto resolveu me arrumar outro.

Leio pouca ficção, a maioria de escritores consagrados, tanto brasileiros quanto estrangeiros. Aliás, após ver que o Berto estava relendo “Cem Anos de Solidão”, fiquei com inveja e também reli, lindo. Não li ainda nenhum livro do Berto, nem sei se presta, mas pretendo.

– Não gosto de Saramago, viu Berto.

Dou palpite sobre alfinete, chegando ao foguete, mas não sem antes passar por pequenas cirurgias, sendo acima de tudo um especialista em generalidades. Se meus palpites estão certos ou errados, vocês que dirão, ou não (lembrei de um certo esquerdista caviar). Contestem com conhecimento de causa, ou sofrerão a fúria da minha humildade.

Xingo, mas aceito ser xingado, vide meu embate com o Cícero …, ainda aguardo um no mesmo padrão com a Glória. Sou chegado numa baixaria, mas baixaria sadia, sem palavrões. Xingamentos só com palavras da parte culta da língua, mas como sou adepto da dicotomia de Saussure, podem usar qualquer dialeto. Entenderam, caraio?

Dizem, vocês sabem quem, que sou de extrema direita, mas não sou racista, não encho o saco de viados e lésbicas (cada um dá ou faz que quer). Tenho amigos queridos que são negros, viados e LGBT (generalizando, pois não entendo mais porra nenhuma). Só não aceito que queiram que eu concorde com certas coisas, como beijo entre gays em público etc — não aceito nem entre héteros – ou que crianças tenham que aceitar isso como regra, não como exceção. Cada um faça o que quiser entre quatro paredes, ninguém tem nada com isso, só não queiram nos impor o seu modo de vida.

Não pertenço à KKK, nem a nenhuma sociedade extremista, que eu saiba. Aliás, sou contra todas e também não aceito, de forma alguma, o extremismo e o politicamente correto, sendo que um completa o outro, creio eu.

Apoio as ideias do Trump – quase meu xará, né Cícero? -, apoiei o Brexit e torço para a eleição da Marine Le Pen. Sou contra a ONU, não aceito a islamização do ocidente e pretendo escrever sobre isso e outros assunto que são polêmicos (pra esquerda, claro).

Tenho esperança de que, um dia, as Bobonews e Falhas de São Paulo da vida façam jornalismo sério, de verdade, e que as faculdades de jornalismo (já frequentei) ensinem o que presta.

Antes das críticas e dos xingamentos, vão estudar ou irão apanhar. “Sapientiam Autem Non Vincit Malitia”. É, sou fã do Olavo de Carvalho, mas não concordo com tudo que ele diz. Sou absolutamente contra intervenção militar, seria golpe. Basta ler e interpretar a Constituição, apesar de prolixa e fora da realidade (tema bom). Não votaram direito, que aprendam!

Odeio petistas e periféricos, leitores de manchetes e outras aberrações, mas odiar não quer dizer que não vou debater (?), apesar da frase do Lobão que dizem não ser do Lobão. Mas vou desdenhar, é claro. É a minha natureza.

Gosto muito de escrever quando sou provocado, principalmente se for por asneiras dos esquerdistas. Entenderam? … Cícero? Glória?

No mais, aceito sugestão de temas e, a partir de agora, com a devida guarida do Berto, me aturem.

O meu fraternal abraço aos leitores fubânicos e a todos o meu desejo de Saúde, Força e União.


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