CURA GAY?

Quanto mais me aprofundo na situação atual do Brasil e do mundo, mais nojo sinto dessa humanidade “descolada” e burra.

A canalha comunista se aproveita de um povo que não lê, se lê, não entende e dos poucos que, quando leem, leem apenas as manchetes, para distorcer a sentença de um juiz, dizendo que ele disse o que não disse.

E o pior, um monte de artistas “formadores de opinião”, que de intelecto só têm a própria ignorância, apoiam a farsa como verdadeiros idiotas úteis que são, sem saberem do que estão falando porque também só leram as manchetes escritas pelos jornalistas ideologizados por professores igualmente ignorantes e por “intelectuais” da mesma laia.

Quer ser gay?, que seja, você tem todo o direito. Acha que tem problema com a sua sexualidade e quer a ajuda de um psicólogo?, também é seu direito. Nem que seja para ajudá-lo a “sair do armário”. Basicamente é isso que está na clara sentença do juiz, agora demonizado pela classe dos “descolados”, aqueles idiotas que pregam o socialismo e a igualdade… para os outros.

Para que servem os diversos Conselhos Federais se todos estão aparelhados e seu único interesse é no dinheiro dos profissionais? Para defender as classes ou para regular as profissões de acordo com seus interesses escusos?

Por que é tão difícil entender que a corja não está nem aí para a defesa da minoria LGBTQWERT, nem qualquer outra, apenas estão preocupados com seu projeto de poder?

Por que é tão difícil entender que as minorias são usadas como inocentes úteis nas urnas de votação?

A explicação não é simples, mas certamente passa pela falta de leitura, de estudo. O povo está mais preocupado com o motivo da Leide Gaga não ter vindo ao Rock in Rio do que com o rumo que o País está tomando. Está mais preocupado com a falácia da cura gay espalhada pela súcia do que com a criminalidade que aumenta em proporção geométrica. E mal sabe este povo que está fazendo justamente o que “eles” querem. Pobre povo!

Aí vêm aquelas famosas perguntas. Onde vamos parar? Que mundo é esse?

Resposta: não sabemos.

Uma coisa é certa. Enquanto existir o dinheiro do capitalismo para sustentá-los, os devaneios socialistas dos “descolados” continuarão. Enquanto o povo permanecer na ignorância, melhor, pois assim não vai entender o marxismo cultural.

CORÉIA DO NORTE: A GUERRA NUCLEAR

Sou pós-graduado em política e estratégia, logo, parece que sou cientista político. Parece, não acho que sou e nem acredito nesse neologismo. Está na moda. Toda vez que a mídia noticia um conflito, lá vem os “especialistas” analisando aquilo que desconhecem, principalmente quando falam de guerra e operações militares.

É um tal de tantos mil pra lá, tantos mil pra cá; tantos “tanques” pra lá, tantos “tanques” pra cá. Não sabem e nem nunca ouviram falar em ordem de batalha (não vou explicar aqui o que é, pois teria que escrever outro post), que é só o que interessa em uma operação militar, não a quantidade de recursos ou homens. Isso interessava na época das falanges (Grécia antiga). Se assim ainda fosse, Israel não existiria mais.

Mas esse povo não sabe disso, não são militares e talvez nem serviço militar obrigatório tenham feito. São “cientistas”, sociólogos, aqueles que passaram na USP porque não tinham competência pra fazer outro curso, ressalvadas as exceções.

Dito isso, vamos a minha análise do conflito Coréia do Norte X Mundo.

Não gente, não é EUA (pela imprensa, Trump) versus Coréia do Norte. É Gordinho – o único no seu país famélico – recalcado (só pode ser) contra a civilização. Lembra até um filme do 007.

Quando digo Mundo, estou me referindo a uma guerra nuclear, que por mais longe que seja, afetaria os quatro cantos da Terra, seja por radiação, seja pela economia.

O senhor Hussein Obama, com toda sua benevolência comunista, mandava dinheiro para a Coréia do Norte a título de ajuda humanitária (não sabiam?), e mijava pra trás em todas as ameaças dos Kim, “em nome da paz mundial”. O maluco do Trump entrou, a mamata acabou.

O gordinho caricatura resolveu perguntar quem pisou no seu poncho. O Trump respondeu.

Mesmo assim, como um adolescente teimoso, ele resolveu fazer malcriação e começou a lançar mísseis. Criou-se o impasse. Impasse? Jura? Eu não.

Não podemos tirar do gordinho o fato de que, apesar de nem comida existir no seu país, ele conseguiu produzir a bomba atômica. Com que dinheiro? Com o dinheiro do capitalismo. Sanções sérias são urgentes. Mas os bonzinhos, por coincidência comunistas, não querem, pois o povo é que vai sofrer. Jura de novo? Eu não, de novo.

Por que permitir o comércio e dar dinheiro a um país que o usa para desenvolver armas atômicas e não para matar a fome da sua população? Só a esquerda pode explicar.

A China, único “aliado” da Coréia do Norte, vai permitir uma guerra nuclear que vai afetá-la diretamente? Quem acredita nisso? O ceguinho teimoso? Acho que nem ele.

Não, não vai haver guerra nuclear e, sem medo de errar, nem guerra convencional. O único perigo é aquele que a mídia inventou, não porque tem medo, mas porque é preciso atacar o Donald Trump, afinal, o mundo vai acabar por culpa dele.

O maior medo da China, e por isso o apoio, é ter que aceitar milhões de refugiados da Coréia do Norte, pois se a fronteira for aberta, não vai sobrar um norte-coreano sequer no seu país, mas, ao mesmo tempo, se forem pra Coréia do Sul, a China perde prestígio. É a tal da geopolítica.

Posso estar errado, claro. Algum cientista político discorda?

APRENDI UMA ASNEIRA NOVA: PIGMENTALISMO

Não costumo assistir à TV aberta, é raro. E todas as raras vezes a que assisto, aprendo uma asneira nova.

Estava na casa deu uns amigos, em Palmas-To, e sem ter o que fazer, liguei a TV. Como eles não têm TV por assinatura, estava sintonizada na Globo, precisamente no programa apresentado pela Fátima Bernardes.

Começou o desfile de besteiras. O tema, última moda do politicamente correto, era o de sempre: racismo.

Do programa, dentre outros, participava uma atriz negra -não sei o nome- , aquela que faz uma comédia que tem como tema uma pensão no bairro do meier no Rio. É, também não lembro o nome.

Essa senhora contou que é casada com um branco e que, quando conheceu o marido, este lhe chamou de morena, ao que imediatamente protestou, dizendo ser negra com muito orgulho. Foi muito aplaudida pela plateia ignorante. Isso sim, aquela mulher, contra tudo e contra todos da sociedade não aceitou ser chamada pelo que não era, afinal, chamar uma negra de morena é racismo, um absurdo.

Também não acho certo chamar um negro de moreno, mas por que as pessoas fazem isso?…Simples. No mundo politicamente correto de hoje, se você for branco, chamar o negro de negro, ou pior, de preto, mesmo sendo sinônimo, você vai ser taxado de racista, de fascista (mesmo que eles não saibam o que é) e de um monte de outros adjetivos. Experimentem.

O certo seria afrodescendente? Aí é que o bicho pega. Todos nós, sejamos de qualquer etnia, somos afrodescendentes, afinal, o ser humano surgiu na África e todos guardamos essa origem no nosso DNA mitocondrial. E agora? Como chama-los? Humanos de pele mais escura?

Mas o grande absurdo que vi naquele programa não foi o citado acima, foi muito pior.

Aprendi que o termo racismo está ultrapassado. Agora o certo é falar em pigmentalismo… pqp, essa palavra nova ainda consegue ser pior do que empoderamento.

Pigmentalismo, mas que porra é essa?

De acordo com a imbecil que o vomitou, o racismo por si só está errado, pois ele ocorre em diferentes graus de acordo com a tonalidade da pele dos negros, ou seja, os negros de pele mais clara sofrem menos racismo do que os negros de pele mais escura. Deve ser aquele negócio de canela fina. Aí eu desliguei a TV, não deu pra ouvir até o fim.

Mas ela está certa. Como militante da causa de uma minoria, não poderia perder para os LGBT, que hoje estão focados em aumentar a sigla para LGBTQWERTYUIOP…, a cada dia aparece um tipo de boiola, ops, gênero novo. Por que não um tipo de “raça”?

De humano de pele mais escura não vai dar para chamar. De acordo com a jumenta, vai ficar difícil. Vai ter humano com a pele menos escura, humano com a pele escura, humano com a pele muito escura, humano com a pele muito escura pra caralho etc.

Vocês vão ver essa palavra na moda muito breve. Querem apostar?

Volto da minha viagem, o Brasil de pernas pro ar, e vejo o JN festejando o banheiro unissex da PUC, mas isso é conversa pra outra hora.

Uma coisa nós não podemos tirar da esquerda, ela é infinitamente criativa.

E o Berto fica puto quando alguém mete o pau na GROBO.

SI VIS PACEM

Paz? Como? A esquerda tem razão?

Diariamente temos lido uma enorme gama de bobagens e sandices a respeito da paz na mídia mundial, aquela tomada pela ideologia; aquela formada pelos órfãos da queda do muro de Berlim; aquela que leu(?) Marx e Gramsci, mas nunca leu Orwell ou Mises.

Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força. Nada mais atual.

Na cabeça dessa gente, a paz se consegue com conversa. Conversa com terrorista?…é a mesma que coisa conversar com a mídia, esses “intelectuais” que aceitam argumentos desde que alinhados com a sua ignorância e burrice.

Tente convencer o Goiano que o Lula é criminoso, por exemplo? Tente convencer o Black Lives Matter de que os monumentos são história e que a época era outra? Tente dizer que Cuba e Venezuela são ditaduras e o povo é oprimido? Não, eles nunca irão aceitar.

Nunca?…ou até a hora que se virem impedidos de falar as suas besteiras por uma ditadura? Que nem a brasileira onde tínhamos o Pasquim? … e mesmo assim, o mote era e é a repressão. Que repressão escrota!

Dizem que a “ditadura brasileira” assassinou (?) mais de 400 pessoas em 20 anos, mas não dizem que o pupilo do passarito assassinou 120 em menos de 3 meses.

Agora estamos diante de um novo – nem novo é – ataque ao Trump, aquele de quem o Berto não gosta. O “maluco” não condenou os supremacistas brancos e ainda teve o topete de condenar os dois lados. Puta que pariu, quando são os brancos é vandalismo, quando são os negros é protesto. Vale lembrar que a tal manifestação estava normal até os “antirracistas” investirem contra os “racistas”. Ou seja, os “reais” manifestantes não concordaram com os “vândalos”, foram protestar e o confronto se deu. Por culpa dos “supremacistas”, claro.

O radicalismo é unilateral?…, não. E todo radicalismo é burro, seja de que lado for.

Se fomos ver a nossa mídia tradicional, o terrorismo nunca parte da minoria oprimida pela burguesia e pelo capitalismo selvagem, sempre parte da maioria.. E nem estou falando de religião.

E a Coréia do Norte? Há risco de uma guerra nuclear? Só na cabeça de um imbecil.

O ditadorzinho caricato pode até ser taxado de maluco, mas não come cocô (ele é o único gordo em um país famélico) nem rasga nota de yuan.

Pela graça do Senhor, o Barack Hussein está aposentado – o único ex americano que se mete em política – , ou a maior potência do mundo estaria se desculpando com um idiota fanático para dar satisfação a um monte de imbecis (aqueles que citei acima).

E os mais novos (?) atentados na Europa? Mais mimimi, mais orações, mais condenações. Algum país árabe condenou?… Ih, não! De novo!, mas o Islamismo é da paz, só uma minoria é radical. Jura? Vamos conversar com a Al Qaida, com o ISIS, certamente eles vão compreender.

Façamos o seguinte: vamos receber os refugiados que os países islâmicos não recebem, vamos aceitar as sandices do gordinho da Coréia e pedir desculpa, vamos derrubar os monumentos históricos… e rezar pela paz. Que tal?

SE DEUS QUISER!

Não sou religioso, não pratico nenhuma religião.

Acredito em Deus e penso que a ciência chegou até o Big Bang, e só. De uma explosão cataclísmica surgiu o universo. Legal, … mas e antes?

Apesar de não seguir nenhuma religião, já li sobre quase todas, pelo menos as “principais”. Principais entre aspas porque não acredito que haja uma mais certa do que a outra, mesmo as menores. Todas levam ao mesmo caminho, não a Deus, mas à morte.

Sim, à morte. O homem inventou a religião porque é o único animal que tem consciência dela. Se não fosse a morte haveria religião? Creio que não.

Apesar do que disse, sou espiritualista e estudo esoterismo. EU, repito, eu não acredito justamente no que embasou a criação das religiões, ou seja, a morte. Acredito no livre arbítrio e na pluralidade das existências. Para mim, a morte é recomeço.

Não vou aqui querer explicar o motivo da minha crença, apenas acredito que se não houvesse reencarnação Ele não seria justo. Só isso.

Tenho visto, e não são poucas vezes, publicações de pessoas nas redes sociais atribuindo os problemas do mundo ao destino (leia-se vontade de Deus) e não ao que verdadeiramente se devem. Se realmente fosse isso, eu teria que ser obrigado a dizer que Deus é um filho da puta. Não é.

A grande verdade é que o homem é mau na sua essência. Por quê? Porque no início da humanidade ele teve que ser mau para poder sobreviver. Seleção natural, Darwin. Isso a ciência explica. E isso ficou na genética.

O meu estudo esotérico me ensinou que Deus não nos deu destino, não nos deu maktub, não nos deu futuro, mas nos deu livre arbítrio. E é aí que mora o demônio. O demônio das religiões não existem, foram criados apenas para frear as transgressões das pessoas ignorantes do mundo antigo, que precisavam de alguma coisa sobrenatural que as amedrontasse. A bem da verdade, a figura do demônio foi criada no Séc VII por um monge.

Mas…, hoje, religiões e religiosos usam o tal demônio pra amedrontar e conseguir vantagens financeiras de, cada vez mais, uma maior parcela de “fiéis”. Inocentes úteis, coitados! Não sabem que o demônio só existe dentro de nós, da nossa crença manipulada.

Quer ganhar dinheiro? Basta ter uma oratória boa, alugar um galpão, colocar uma Bíblia debaixo do braço e prometer o “imprometível”. Do jeito que o mundo está, um monte de gente vai acreditar em você e dar dinheiro pra “Jesus”.

E o tal apocalipse (em grego, mudança…não destruição) que vai ocorrer com o armagedom ( guerra em Megido, Israel, pois na época, o mundo era limitado)?

Se vai haver uma guerra entre o bem e o mal, e no final o bem vencerá, por que vai haver a guerra? O mal vai entrar já sabendo que vai perder? Que mal burro!

Se queremos mudar o mundo (apocalipse), vamos estudar e entender o que se passa nos dias atuais, antes que haja o armagedom muçulmano, porque o armagedom moral já está acontecendo e tem muita gente que não está vendo.

Sim, armagedom muçulmano porque é a única religião que só prega a boa morte para os seus seguidores, aos outros o inferno. Prega que matar infiéis não é pecado.

Pecado? Outra invenção bonita para a época. Não farás A nem B, senão irás para o inferno. Lindo! … pra época que foram criados – outro monge -, se bem que, confesso, a maioria ainda vale.

Então é isso, o mundo está assim porque Deus quer. Se Deus quiser vai melhorar.

Mas quem é Deus?

Eu sou Deus, você é Deus. Nós somos Deus.

Mas…Foda-se o livre arbítrio!

DESABAFO

Ando com raiva de gente, mas isso não seria o maior problema se eu não tivesse que me olhar no espelho. Meu medo é que eu passe a ter enjoo. Já pensou? Vomitar quando vir a minha imagem? E a minha mulher, meus filhos, meus amigos? Com raiva ou enjoo, temos que conviver conosco e com eles. Melhor que a raiva nunca vire enjoo.

Mas qual é o motivo de tanta raiva? Só um, … gente é burra.

Desde que surgiu a humanidade, surgiram também os espertos e os idiotas, mas infelizmente os segundos superaram os primeiros em números, e superaram em uma escala imensurável.

No primeiro mundo, essa escala era menor – apesar da idade média -. Não é mais, os idiotas estão se proliferando em progressão geométrica, vide a atual visão dos europeus a respeito da imigração, a respeito da liberação da maconha e outras pragas que os idiotas não enxergam.

Sem falar que hoje, o crescimento populacional da Europa está baseado apenas na imigração, ou seja, a cultura europeia (ocidental) vai acabar, dizem os estudiosos, em menos de 50 anos. Os europeus não fornicam mais. E quem assume? Os muçulmanos. Aqueles que vão de encontro a tudo que o mundo ocidental construiu pela liberdade, pela igualdade e pela fraternidade. E olha que o povo de lá é culto! Sim, existe idiota culto, mas burrice não tem cultura.

E só falei da Europa, mas a … – não vou usar palavrão – está acontecendo até no país que mais tem liberdade e que foi formado na liberdade. A imbecilidade é tão grande, que uma até significativa parcela de americanos passou a acreditar que o Obama era o Papai Noel e que o Trump é o demônio. (Né, Berto?)

Não vou aqui falar de filosofia, de Marx, ou principalmente de Gramsc, deixa pra lá. A pinimba é pessoal minha, … ou não.

No Brasil, então, a vaca torce o rabo. Além de todas as besteiras que estão acontecendo no primeiro mundo, ainda temos as nossas de terceiro mundo (?).

Nem vou falar dos petistas, psolistas et caterva, esses são tão idiotas quanto os suicidas do Jim Jones, ou seja, BURROS.

Nós, brasileiros, além de idiotas somos incultos, não conhecemos a nossa própria história, achamos que o mundo está ao nosso redor e seguimos a “filosofia” da “Lei de Gerson”.

Nos comportamos mal, não sabemos nada, e votamos mal.

Burrice? Para onde vamos?

QUAL É A SOLUÇÃO?

Hoje, no Brasil, estamos com carência de líderes. Ou seria…carência de inteligência?

A não vai resolver, B não vai resolver. Então, quem vai resolver?

Eu sei quem vai resolver. Vocês não sabem?, então eu digo: o povo.

O povo? Como?… Pelo voto consciente. Aí é que a vaca torce o rabo, pois nosso povo não sabe votar. Vota no amigo, no caso dos municípios, vota naquele que o amigo ou a igreja indicou, vota em quem pagou, vota em quem o patrão mandou (ainda existe o coronelismo). Nunca vota em quem tem um projeto, aliás, nem lê o projeto.

Mas, graças à Deus, lentamente que seja, o povo está mudando, está acordando de um sono profundo. Não vai ser agora nas próximas eleições, talvez nem na subsequente, mas tenho fé que o Brasil , que a política, vai mudar. Que a Constituição vai mudar.

Uma parcela de imbecis até crê que uma intervenção militar resolveria, ledo engano. Os militares poderiam até voltar, arrumar a casa e devolvê-la novamente aos civis, mas o que ocorreria, pelo menos hoje? O povo votaria novamente nos mesmos e voltaríamos ao estágio anterior.

Precisamos de apenas uma coisa, de políticos honestos, que pensem no Brasil antes de pensar em si mesmos, que vejam os anseios dos brasileiros, antes dos próprios.

E agora? Temos algum?…Temos sim, o “anticristo”, de acordo com a mídia ideológica, Bolsonaro.

Mas votar nele resolve? Não, se só votarmos nele e mantivermos o mesmo Congresso, pois a Constituição cidadã do Doutor Ulysses, que Hades o mantenha no inferno, não permite a ninguém governar sem que tenha que fazer barganhas, sem que fique refém dos deputados e senadores. Precisamos, também, eleger políticos novos, sem rabo preso, em resumo, fazer uma limpa no Legislativo para aí, então, fazer uma nova Constituição que dê direitos, claro, mas com uma contrapartida de deveres, o que a do Doutor não fez. Brasileiro não gosta de dever. A eleição tem que ser dobradinha.

Mas o Bolsonaro é maluco, homofóbico, racista, machista e tudo quando é “fóbico” e “ista” que existe. Verdade? Jura?…Vocês não o conhecem, apenas são guiados pela mídia mianstrean que está toda tomada pelo gramscismo e tem pavor da direita, pois todos são socialistas, apesar de não dividirem seus salários com os menos favorecidos. Vamos cantar Imagine, do comunista caviar John Lennon, hino do globalismo e da extinção das religiões. Não acreditam? Leiam a letra da linda música, pois a música é linda, só. Ele dividiu o seu dinheiro com os pobres? Fez o que escreveu na letra? Não, socialismo é lindo pros outros fazerem, né Chico Buarque? Que venham os muçulmanos!, esses são espertos, se aproveitam da ignorância e da ingenuidade dos “humanitários” globalistas, bando de babacas, para fazer a hégira.

O que tem a ver muçulmanos com eleições?…Simples, elejam as pessoas erradas e logo estaremos chorando, rezando e fazendo vigílias pelos mortos nos atentados terroristas. Leiam o que escrevi sobre isso e leiam a nova Lei de Imigração, do comunista Aloysio Nunes.

A direita não é o que nossos jornalistas dizem. Ser de direita é ser a favor da família; ser a favor do livre mercado; ser a favor da liberdade com responsabilidade, inclusive a de expressão; ser contra o Estado empresário; ser contra o Estado babá; e acima de tudo, acreditar que a renda vem do trabalho… Ih!, eu penso assim, sou de direita e nem sabia.

Pois é, é assim que pensa o Bolsonaro… Viu Berto?

PROTESTO

Ando com preguiça intelectual (se é que eu tenho intelecto), tanto que estou algum tempo ser escrever aqui. Aqui não, em lugar nenhum.

Mas, agora, vendo a zona (no mau sentido, porque zona mesmo não é assim), resolvi externar a minha opinião.

“Manifestações”, quebra quebra, bagunça, tudo em nome da democracia. Que democracia? A deles?… Isso imaginando que, como quer a esquerda, são nós contra eles. Ridículo.

O Temer fez besteira, nada justifica ou explica. Apenas, nos mostrou, mais uma vez, que a política no Brasil está podre, o Brasil está podre. Que ele tenha um pouco de hombridade e renuncie. O País não vai parar não, basta cumprir a Lei. Disseram isso no impeachment da Dilma e seguimos em frente.

O Brasil está podre?…Infelizmente, sim. Não todo o Brasil, mas uma grande parte. Que parte? Aqueles que, mesmo com um bom grau de cultura – não vou falar aqui daqueles que não têm e são apenas inocentes úteis – estão cegos e surdos para o que está acontecendo. E aí vem a teoria da podridão, pois uma fruta podre na fruteira contamina todas as outras, mesmo que sejam frutas nobres.

É muito fácil resolver os problemas do Brasil, basta apenas pensar no Brasil, mas o maior problema é justamente este, nossos políticos e dirigentes não pensam no Brasil, pensam em si mesmos. Pensam nos votos que vão conseguir para poder roubar e enriquecer e, claro, permanecer no poder. Não é só o dinheiro, poder também corrompe. E agora pensam, principalmente, em como vão poder se safar das falcatruas que vieram à tona.
Como acabar com essa baderna que foi instalada pelos “movimentos sociais”?

Facílimo, não precisa chamar Forças Armadas, basta usar a Lei e cumpri-la. Prendam-se os líderes dos ditos movimentos sociais e aí, basta enquadrá-los na lei do terrorismo, pois o que estão fazendo, nada mais é do que terrorismo, basta consultar o Aurélio. Vão fazer isso?

Não entendo o medo dos nossos governantes, talvez até seja um medo infundado, tipo o das crianças e o bicho papão, achando que as FFAA podem vir a tomar o poder novamente. Até a Constituição do Doutor Ulysses mostrou esse medo, e talvez por isso, tenha sido a porcaria que saiu. E as FFAA não querem e não vão. Basta uma vez e aprende-se.

Ou talvez não seja medo, apenas falta de moral… ou “ética”, afinal, como um bandido pode ir de encontro ao modus operandi de outro?

O que fizeram com a segurança pública no nosso País?

Criaram uma tal de Força Nacional que está no limbo, não é guarda nacional nem polícia, só serve como politicagem. Mandam meia dúzia de agentes para “resolver” os problemas de áreas que, sabemos, estão totalmente fora de controle do Estado, e acham que a população vai acreditar que irão dar algum tipo de solução. Fazem, ou viram chacota, ou ambos. Ainda acham que o povo continua burro?

Ou, então, colocam o Exército na rua só para mostrar que estão fazendo alguma coisa, que estão preocupados. Preocupados com o quê? Eles andam em carro blindado e cheio de seguranças. E o Exército, logicamente, não vai resolver nada, não pode, não é polícia e muito menos tem poder de polícia, a Constituição do Doutor Ulysses acabou com isso.

Dito isso tudo, vamos à renúncia do Temer. E agora?…mais um perigo.

Quem esse Congresso podre vai colocar no lugar dele? Jobim? FHC? Joaquim Barbosa? Outro filho da puta?

Não, se o povo não deixar. Não, se o povo tomar as ruas e exigir alguém com um mínimo de decência e que não esteja mancomunado com esses bandidos que hoje, só pensam em melar a Lava-jato. Que seja claro, povo, não esses terroristas a soldo de partidos de esquerda ou de “movimentos sociais”, se é que há diferença entre um e outro, creio eu que não.

Acorde povo!, acorde Brasil!, raciocinem “Hortas”, vocês conseguem!

QUERO SER SOCIALISTA!

Estava eu conversando com um empresário socialista, se é que isso existe, e ele estava me dizendo que tinha 31 funcionários.

Aí eu, capitalista convicto, perguntei como ele era socialista se era empregador, afinal, no socialismo o único empregador é o Estado.

Pasmem! A resposta foi, digamos, surreal. Pelo menos no entendimento da minha pouca inteligência.

Mas antes da infame resposta, perguntei se ele dividia a renda da empresa igualmente com todos os funcionários.

NÃO!, claro que não… Bobinho eu, né? Socialismo só é bom pra pobre que acredita… e vai continuar pobre.

Bem, a resposta dele foi: “Eu não divido a minha renda, mas pago mais imposto do que eles”.

Fiquei eu a imaginar a fortuna que o Fidel pagava de imposto pra Cuba.

Aí eu aprendi o que é o tal de socialismo, dito pelos socialistas.

Socialista é aquele que ganha muito dinheiro, faz turismo na Europa (ele tinha acabado de chegar), paga mal seus funcionários, mas…paga um monte de imposto.

Agora, depois dessa aula, cheguei à conclusão que eu, apesar de assalariado, sou socialista. Pago uma fortuna de imposto todo mês. Fortuna sim, pra mim, pra ele talvez não seja, mas creio que pra todo brasileiro assalariado é, e pra nós, descontados em folha, não tem pra onde correr.

Só esqueci de dizer que o citado empresário é petista. Juro!

Quero pagar um milhão de reais por mês de imposto e votar no PT. E vocês?

E assim caminha a humanidade. Sou socialista, mas amo um Blue Label.

Ninguém é de ferro.

INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL

Por ser militar, a cada escândalo que explode sou questionado por diversas pessoas sobre o motivo de ainda não ter tido uma intervenção. Escuto barbaridades do tipo: “os militares estão comprados”; “os militares estão mancomunados com a esquerda”; ou até, “os militares são cagões”.

Agora, resolvi compartilhar a resposta que esses, digamos, desinformados, normalmente recebem de mim, com um pouco menos de palavras chulas. Sem nenhuma fica difícil.

Aqueles que pedem intervenção militar me lembram os filhinhos de papai, donos da verdade, que após cometerem alguma parvoíce correm para o colinho do genitor para que ele resolva a cagada que o neném fez.

Muitos deles, estão dentre os mais de 30 milhões que ao invés de terem exercido o seu direito de votar, preferiram fazer um churrasquinho ou ir à praia, afinal o seu voto “nada iria mudar”. Logo, são coniventes com a situação que vivemos hoje. Mesma coisa aqueles que votaram na Dilma e nos seus asseclas e que agora estão arrependidos.

E de eleição em eleição, o desinteresse continua, a merda aumenta.

Agora reclamam, correm para o colinho dos militares para que eles abonem a sua falta às urnas ou o seu voto errado, pois eles, nessa hora lembram, que se as eleições existem é justamente porque os militares garantiram o seu direito de votar. Agora pedem para os mesmos militares que lhes retirem esse direito, visto que não souberam o que fazer com ele.

Aí evocam o Art.142 da Constituição e provam que o maior problema do Brasil é a falta de educação e cultura, pois qualquer um que tenha feito uma boa escola primária (aquelas da ditadura), sabe ler e interpretar um texto, coisa que os filhinhos de papai, bem ao seu estilo, não sabem, pois ao invés de estudar ficaram debaixo da saia da mamãe, recebendo a mesada do papai sem ter nenhuma preocupação com o seu futuro. O papai vai bancar.

Para os que não entendem, vou desenhar. Espero que pelo menos isso os filhinhos de papai que gazetearam a escola consigam compreender.

A Constituição Federal, no artigo citado diz: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

GARANTIR os poderes constituídos, para aqueles que não conseguem interpretar, quer dizer proteger o seu funcionamento. Se funciona bem ou se funciona mal, NÃO é responsabilidade dos militares, e sim de quem os colocou lá, ou seja, em uma democracia é do povo que votou, ou não. Dos filhinhos de papai que foram à praia.

POR INICIATIVA DE QUALQUER DELES, quer dizer que para lutar contra o crime as FFAA têm que ter o respaldo de um dos poderes.

Corrupção não é ruptura de poder constituído. Quem tem que resolver é a polícia, o judiciário e, em última instância, o povo pelo exercício do voto.

Qualquer intervenção militar, se não for respaldada por algum dos Poderes, é golpe. Não existe intervenção constitucional e a Carta Magna NÃO diz que o povo é poder constituído. Isso é burrice e fantasia daqueles que não conseguem interpretar um texto. Juristas ou não. Aliás, no Brasil, o que não falta é bacharel analfabeto.

Dissolver poder constituído é usurpação, não garantia. Em 64, com outra Constituição, os militares intervieram, arrumaram a bagunça e devolveram, como não podia deixar de ser, ao civis.

Os civis receberam, esculhambaram tudo, mentiram, passaram a caluniar os militares que arriscaram a vida pela democracia chamando-os de bandidos, tornaram heróis os verdadeiros bandidos, e agora querem colo?

Resolveram chamar os militares de cagões, quando quem fez a cagada foram eles. E esses que xingam, os filhinhos de papai, vão ser os primeiros a correrem para debaixo da cama caso surja uma luta armada, e não tenham dúvida, qualquer intervenção vai escancarar as portas para uma guerra civil e até mesmo para uma guerra externa. O filhote de passarinho megalomaníaco e seus comparsas latino-americanos certamente vão enviar armas e tropas para defender os camaradas do Foro de São Paulo.

E, claro, durante a guerra, vão começar imediatamente a chamar os militares de gorilas, truculentos e assassinos, pois haverá a morte de inocentes e até crianças, efeito colateral de qualquer conflito, e os filhinhos de papai que só enxergam o lado descolado, politicamente correto, estarão escrevendo em seus blogs, escondidos do combate, provavelmente em outro país para o qual fugiram. Aí sim, veremos quem são os cagões. Veremos o comportamento daqueles especialistas em escrever besteira.

O que vocês, filhinhos de papai, hoje pedem do alto da própria ignorância, é justamente o que a corja instalada quer. Seria o melhor caminho para implantar o totalitarismo comunista e, vejam bem, com respaldo popular, porque eles seriam as “vítimas” do golpe que trouxe a guerra.

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?

Lá vem os “analistas” de plantão, aqueles que se dizem cientistas políticos, sabe-se lá o que é isso, alardeando que o ataque americano às bases sírias seria um antecedente para a terceira guerra mundial. A maioria deles, óbvio, naqueles sites de fakenews que todos conhecemos. Claro que essas sumidades já viraram memes nas redes sociais. Os leitores de manchete estão doidinhos espalhando a notícia.

Mas…será? É cansativo explicar e até ter que desenhar, mas vamos lá.

A guerra civil na Síria seria, como eles comparam, a guerra civil espanhola do século XXI?

Isso é querer, mais uma vez, superestimar a burrice alheia e não só a burrice, mas principalmente a falta de cultura histórica de todo um povo.

Não vou me ater aqui às causas de cada uma, mas apenas ao resultado.

A espanhola foi usada como laboratório do Hitler para a guerra, e isso é fato. E a síria, seria o laboratório do Putin?

Hitler e Putin têm algumas coisas em comum. O carisma e o governo de uma nação com baixíssima autoestima, no caso da Alemanha, após a primeira guerra, e da Rússia, após a queda do muro de Berlim e o esfacelamento da União Soviética. Hitler levantou a Alemanha, Putin está levantando a Rússia. Hitler foi ovacionado até que o povo viu a sua verdadeira face e a Alemanha foi novamente destruída. Putin ainda não chegou nesse estágio.

No caso da Síria, não há armas, táticas e exércitos a serem postos a prova. Todos que lá combatem são experientes, então, podemos descartar o laboratório, ou seja, a primeira comparação já está desmentida.

O que se viu na guerra da Espanha foi uma total inépcia das potencias europeias ao permitir, sem nada fazer, a intervenção militar dos nazistas e a retomada do seu poderio bélico. Na Síria não há intervenção dominante. Isso desmente a segunda, logo, uma comparação entre as duas é descabida.

Tirando isso, claro que existem outros perigos, mas então o que impede que uma guerra sistêmica seja declarada? Simples, os EUA de Donald Trump.

O grande perigo que poderia levar a outro conflito mundial seria outra vez a inépcia, dessa vez não a da Europa, mas a dos EUA. Mas, para sorte da Terra, o inepto está aposentado e o seu poste não foi eleito. Sim, para quem ainda não entendeu, estou falando do Hussein Obama e da sua comparsa.

A segunda guerra estourou, em grande parte por culpa do senhor Neville Chamberlain e do senhor Albert Lebrun, então líderes da Grã-Bretanha e da França, que achavam que fazendo concessões a Hitler estariam evitando o conflito. Resumo com uma das frases mais antológicas de Winston Churchill: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra. Tiveram a guerra.”

Não, não seria o bombardeio americano que poderia iniciar a terceira guerra mundial, mas justamente a falta dele. E é o que provavelmente teria acontecido se a Hillary fosse a presidente. Ela teria escolhido a desonra.

Não duvidem que o uso das armas químicas tenha sido um teste do Putin para o novo presidente americano, como os vários testes que Hitler fez na Europa. Um “quem pisou no meu poncho?” E o Trump respondeu com a única resposta possível.

Agora, a retaliação dos Russos será e está sendo também a única possível. Retórica.

Imaginem o perigo se os EUA mostrassem fraqueza ou hesitação, como ocorria na política externa do queniano Barack? Aí sim, talvez o caminho para a guerra tivesse sido aberto.

Não esqueçamos que, além do Putin, há um gordinho louco solto na Coréia do Norte.

O JORNALISMO MODERNO E A IGNORÂNCIA

Não sei quanto aos outros fubânicos, mas eu estou de saco cheio de ler ou assistir aos jornais.

Quando falo de jornais, refiro-me a tal da grande mídia. Aos principais jornais escritos e televisados do nosso Brasil. E os de fora também não escapam.

O que vejo? Todo um staff lavado cerebralmente pelas esquerdas. Um bando de idiotas úteis formados nas faculdades de jornalismo que nada ensinam, a não ser ideologia patética. Jornalista bacana, descolado, tem que ser de esquerda. Tem que contestar as injustiças sociais do mundo, mas certamente só aquelas que interessam a um projeto de poder que os coitados não conseguem compreender da forma que realmente é, e dessa forma são usados. São filhinhos de papai alienados da vida real.

Nada sabem sobre nada, não interessa. Cumprem uma pauta ditada por algum editor comunistinha, com o mesmo padrão de cultura, e vão fazer as matérias totalmente despreparados, ou então repetem um press release de alguém que manda na redação pelo poder econômico ou saem repetindo as besteiras de alguma agência de notícias, mesmo que seja falsa. Pesquisar pra quê?

Vemos esses robôs fazendo perguntas totalmente decoradas, sem que eles tenham, ao menos, lido alguma coisa sobre o assunto que vão cobrir, nem que seja na wikipedia.

Uma mãe tem um filho que acaba de ser assassinado e lá vai o foca perguntar como ela está se sentindo. Valha-me Deus! … Mas isso não é privilégio só dos iniciantes, os mais antigos andam pelo mesmo caminho. Raras exceções.

Não se pode e nem se deve querer um jornalismo isento, mas nunca se pode aceitar um jornalismo tendencioso, militante. E hoje é o que estamos vendo.

Endeusam os seus ídolos de esquerda, as ideias de esquerda, até o crime das esquerdas, e criminalizam todos e tudo que lhes parece contrário aos seus “ideais”. Não atacam só a direita, atacam até a própria esquerda que se distancia da cartilha. Aliás, são esses que eles chamam de direita. A direita mesmo, chamam de extrema direita, e nunca ouviram falar de extrema esquerda.

Chamam todos de fascistas, sem ter um mínimo conhecimento do que é fascismo. Não sabem que fascismo é muito mais próximo do socialismo do que da direita. O que acontece na Venezuela?

São a favor das minorias. Acham normal que os indiozinhos, aqueles inimputáveis que pilotam avião, recebam uma indenização milionária porque sua terra ficou cheia de maus espíritos após a queda de um avião. Querem o desarmamento, mas ao mesmo tempo atacam o poder público. Creem que violência se combate com amor. Polícia é coisa de direita!

Fazem matérias “isentas” sobre o aborto, mostrando apenas o lado que lhes interessa, ou se mostram o outro lado, tentam desmoralizá-lo.

Querem a liberação da maconha, mal sabendo que isso é um dos projetos para acabar com a sociedade, com a família. Da mesma forma a sexualidade humana ditada pelas minorias que nos querem enfiar goela abaixo.

Louvam ditadores e assassinos em nome da justiça social, acreditam no aquecimento global e dizem que os imigrantes ilegais são injustiçados. Que dirá os muçulmanos!

Em suma, seguem direitinho os ensinamentos de Gramsci e outros imbecis comunistas. Mas sem saber, é claro. Nunca estudaram. Só ouviram seus professores tão ignorantes quanto eles.

E isso é só uma pequena parte das insanidades que eles defendem. Teria que se escrever várias laudas sobre isso.

Como disse acima, há exceções, mais a maioria não está mais na dita grande mídia e os que ficaram, são da velha guarda, não fizeram faculdade de jornalismo, não sofreram lavagem cerebral.

Velha guarda? Muita calma nessa hora. Os grandes culpados por essa juventude alienada também fazem parte dela. São órfãos dos movimentos comunistas que, ao contrário de muitos que também foram, não evoluíram, ou evoluíram para a má fé. Se venderam.

Basta ver o que disse Thiago Kristenmacher e eu concordo:

“Quando é o Trump: “Presidente milionário ataca covardemente a Síria a fim de manter o imperialismo estadunidense e favorecer a indústria do petróleo.” Se fosse o Obama: “Primeiro presidente negro dos EUA se solidariza com o sofrimento do povo sírio e, a fim de promover a paz mundial, ataca o país em retaliação às atrocidades cometidas pelo ditador Bashar al-Assad.””

Mas engana-se quem acha que isso é ruim, pior é o idiota que perde seu tempo lendo o que esses mentecaptos escrevem, normalmente só as manchetes (textos são muito grandes e chatos), e saem repetindo que nem papagaios como se fosse a verdade absoluta, pois quem disse foi o “fulano’, um poço de cultura. Claro, em terra de cego…

E por aí as ideias são colocadas e o mundo caminha. Ou seria tropeça?

Resumindo: “A ingnorança é que astravanca o pogresso.”

FEMINISMO! RAZÃO, IDEOLOGIA OU BURRICE?

Deus criou Adão, e Adão sentiu-se sozinho. Para acabar com a sua solidão, de uma de suas costelas, Deus criou Eva. Formou-se, então, o primeiro casal. Daí, depois de provarem o fruto proibido, foram expulsos do paraíso e surgiu a humanidade.

A mulher feita de uma costela do homem? Machismo bíblico? Não, apenas uma alegoria para mostrar uma diferença um tanto quanto óbvia. Existe piu piu e periquita, ou não?

Isso claro que é uma metáfora, mas mostra uma verdade histórica. Cada gênero tem o seu papel na criação, ou seja, o homem e a mulher são diferentes, porém inseparáveis.

Essa diferença, desde a pré-história, é tanto na fisiologia quanto na função.

Mas alguns querem igualar o inigualável. Negar a essência do ser humano.

Até o início do século XX, essa diferença era praticada de forma natural. Nenhum dos gêneros questionava o que era direito ou dever de um ou de outro. Houve alguns movimentos no início daquele século que questionaram direitos das mulheres, a maioria justos, mas nenhum questionou igualdade.

Veio a Primeira Guerra Mundial. Praticamente todos os homens em idade de combater foram convocados. As mulheres foram obrigadas a sair dos seus lares para substituir os homens nas linhas de montagem das fábricas em esforço de guerra. Quando finalmente a paz voltou, muitas permaneceram nos seus postos de trabalho, pois não havia homens suficientes para substituí-las. Milhões haviam morrido.

Surgiu, então, um questionamento. Se podemos trabalhar como os homens, por que não podemos votar? Justo. O voto da mulher foi acertadamente permitido. Em alguns países logo, em outros um pouco mais tarde, mas no Ocidente todas as mulheres viraram eleitoras.

Acabada a frágil paz na Europa, veio a Segunda Guerra Mundial. E lá se vão novamente as mulheres para as fábricas. Dessa vez, para ficar, idependentemente se havia ou não homens que as substituíssem.

Nesse ponto, cabe uma explicação. Desde a revolução industrial, mulheres sempre trabalharam em fábricas, até em minas de carvão, eu sei. Tecelagens, por exemplo, eram formadas por mulheres. Raros ou nenhum eram os homens que trabalhavam como operários nesse tipo de fábrica. Mas eram mulheres pobres, necessitavam, não tinham escolha e eram exploradas como qualquer trabalhador homem, que na época, também o eram. Mulheres de classes mais altas não trabalhavam porque não era a cultura, porque não queriam.

Antes de me chamarem de machista preconceituoso, leiam o resto do texto.

Mas mulheres ganhavam menos! Meia verdade. Como disse acima, na revolução industrial havia postos que só eram ocupados por mulheres, não havia mistura, então, como comparar?

Nas guerras, quando as mulheres assumiram postos dos homens, era esforço de guerra, ganhavam menos ou nem ganhavam. O dinheiro estava todo voltado para o conflito, que é caro. Acaba com o tesouro de qualquer país.

Novamente a paz, os homens voltaram aos seus postos. Proporcionalmente, morreram menos do que na primeira guerra. Mas mesmo assim, ou faltou mão de obra, ou não se quis trocar, ou tinham mulheres mais competentes.

Aí entra uma tese que é minha, nunca corri atrás pra ver se é verdade. Se algum leitor puder contestar com fatos, agradeço.

Aproveitando-se do esforço de guerra, e tendo que manter algumas mulheres na linha de produção, agora como contratadas efetivas, os industriais mantiveram ou pouco aumentaram os salários das mulheres, e tiveram que voltar a contratar os homens. Só que eles haviam voltado do inferno, viram o Nazismo, o Fascismo e o Comunismo e não aceitariam mais trabalhar por migalhas e nem por jornadas abusivas. Nasceu daí a tal da diferença salarial.

Hoje, não creio que exista mais. Muito se fala, mas não se prova. Algum leitor sabe de alguma mulher que ganha menos do que um homem na mesma função? Sabe de alguma repórter de algum jornal, que escreve sobre feminismo, que ganhe menos do de seu colega homem de redação?

Hoje, as mulheres disputam os cargos em total igualdade com os homens. Vale o conhecimento e a competência, não o sexo. Estou errado?

Mas a revolução industrial passou, as guerras mundiais passaram, o mundo é outro, e como bem disse Alvin Toffler, veio a terceira onda. E com a terceira onda, difundiram-se as verdades, as meia-verdades e as falácias. A minoria atuante se sobrepôs à maioria apática. E surgiu o Feminismo.

Não quero falar aqui do feminismo como ele deve ser e concordo, claro que as mulheres têm e devem ser tratadas com respeito, todos nascemos e fomos cuidados por uma. Sem elas, nenhum homem ou mulher estaria nesta Terra, mas generalizar a violência contra a mulher é uma coisa ridícula. Generalizar a diferença de tratamento, seja na família ou no trabalho, também.

Meu Deus, até elogio virou assédio sexual. A depender das ditas feministas de hoje, daqui a alguns anos, concepção só se dará por inseminação artificial. Ou a humanidade será extinta.

E, agora sim, quem quiser que me chame de preconceituoso, mas essas feministas, que não se depilam, que mostram os seios e até defecam na rua, que usam a cruz católica como vibrador a céu aberto, já as chamam de feminazes, e eu concordo, não merecem nem um mínimo de respeito. Pelo menos o meu; quiçá pena.

Essas mal amadas, carentes de tudo, de vida – qualquer psicólogo vai concordar-, querem estabelecer uma agenda (se eu falar de esquerda, vira clichê) de protestos e reivindicações contra toda uma sociedade que não acredita e nunca vai acreditar nas insanidades que elas tentam colocar como verdades. Coitadas! A carência (ou burrice?), realmente faz as pessoas esquecerem da lógica e partirem para os devaneios.

Não me batam por isso, ou me batam, mas hoje a Europa está sofrendo do mal da baixa natalidade. Por que será? Outra teoria minha?

Mulheres galgando postos cada vez mais altos – nada contra- , mas deixando a maternidade para segundo ou nenhum plano. Trocando a maternidade pelo sucesso no trabalho, pelo dinheiro. Está certo? Deus mandou que o homem crescesse e se multiplicasse. Deus que se dane! Homem pra quê?

Aí, na hora de reformar a previdência, por exemplo, as ditas feministas são contra a igualdade de idade com os homens. Elas trabalham e cuidam dos filhos, jornada extra. Que filhos?

Além disso tudo, querem ter o direito de abortar. E o direito da vida daqueles que elas conceberam? Que tal o direito de parar de foder?

Vamos fazer o seguinte – já está acontecendo -, importar população para renovar nosso país. Aí trazemos aqueles muçulmanos, que vem de onde nenhuma mulher é respeitada, aliás as feministas sempre esquecem de tocar nesse assunto nos protestos, para dar continuidade à nossa população.

Quando a imigração dominar o mundo, o feminismo acaba. Allahu Akbar!

Parabéns, feministas!

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

No meu artigo anterior, falei dos militares. Neste, vou falar de uma forma mais expedita, da reforma da previdência como um todo.

Não sou contra a reforma da previdência. Acho que ela precisa e deve ser feita, afinal o brasil está envelhecendo e isso é fato. Mas nunca da forma como o governo quer fazer, e pior, aproveitando-se do desespero de uma época politicamente e financeiramente conturbada.

O que sou contra é:

– que seja feita por esse Legislativo sem um pingo de moral e por um Executivo tomado por corruptos;

– que seja feita sem um estudo mais sério e mais profundo;

– que seja feita sem separar a previdência social da assistência social;

– que seja feita antes de se cobrarem os devedores e os inadimplentes;

– que seja feita em cima de várias falácias e ameaças;

– que seja feita sem que se diminuam os gastos públicos;

– que seja feita antes de uma reforma política decente, sem voto em lista pra livrar a cara de bandidos e sem fundo partidário bilionário;

– que seja feita sem que se acabe com aposentadoria de político, afinal, política não é profissão;

– que seja feita sem a condenação e prisão dessa corja de safados; e

– que seja feita levando ideologia e paixões em consideração.

Enfim, sou a favor de uma reforma quando tivermos um governo sério, que fale a verdade, principalmente, sobre a caixa preta do INSS.

Alguém de juízo perfeito acredita nesse déficit que o governo diz que há e que haverá?

Pelo que se sabe, só os maiores devedores da previdência devem muito mais do que o tal prejuízo.

Não sou economista, nem pretendo discutir sobre uma área que não sou especialista, mas não preciso ser, basta observar um pouco e ter a certeza que nunca se pode confiar na palavra de um governo como o nosso. Uma hora é A, outra hora é B. Aprendi, com vivência e experiência, que de tudo que o governo diz, pelo menos 50% é mentira, considerando que há técnicos no seu quadro. Fossem só políticos, a desconfiança baixaria para 90%.

Solução? Talvez, ir embora pra Pasárgada, mesmo não sendo amigo do Rei.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA. ABSURDO DIFERENCIAR OS MILITARES!

Greve da PM no Estado X.

Barbárie se espalhando. Sobe vertiginosamente o número de assassinatos. A população está presa nas suas casas com medo. Nem lá estão seguras. O que fazer? Chamem as Forças Armadas!

Não dá! Depois da reforma da previdência, quando eles foram colocados na vala comum, por questão de justiça, também ganharam os mesmos direitos dos civis. A tropa que iria para o Estado X entra em greve porque o governo disse não ter recursos para pagar as diárias, as horas extras e o adicional noturno a que tem direito.

Mas não é só isso, oficiais, com idade já avançada, não têm vigor para se imporem à tropa. Os cabos e soldados alegam que eles não conseguem acompanhá-los nas missões e os deixarão expostos aos marginais, pois estarão sem comando.

As polícias dos outros estados, sabendo que não serão substituídas, também entram em greve. O caos se espalha pelo país.

Aproveitando-se da situação, o restante das Forças Armadas também resolve parar para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. E agora? Aeroportos paralisados, aeronaves clandestinas liberadas para transportar drogas, fronteira ainda mais exposta e chega a notícia de que um país estrangeiro envia sua marinha para tomar as plataformas de petróleo, pois não aceita que o Brasil tenha mar territorial de 200 milhas e alega que o petróleo está em águas internacionais.

Cria-se uma coalizão para invadir e internacionalizar a Amazônia com a desculpa de deter a destruição do “pulmão do mundo”. Divide-se a Amazônia entre as potências mundiais e começa a aparecer o verdadeiro motivo, a mineração e a água.

Convoca-se a reserva? Não existe mais reserva, agora os militares são aposentados e não estão mais mobilizáveis. E mesmo que fossem, estariam muito velhos para qualquer tipo de ação que exige força.

Mandam-se tropas de ocupação da ONU para extinguir as Forças brasileiras e “pacificar” o país.

Cria-se um governo internacional e o Brasil perde a sua identidade. O globalismo esquerdista se completa. O Grande Irmão toma conta.

Exagero?, talvez. Impossível?, não, mas serve para mostrar a importância das Forças Armadas, que muitos põem em dúvida.

Com essa estorinha, pretendo mostrar o porquê de não se colocar os militares na previdência comum. Hoje, para aqueles que não sabem, os militares não têm previdência, têm um Sistema de Proteção Social pago pelos cofres da União. Militar só desconta “previdência” para as pensões das viúvas. E ao contrário do que dizem, ela seria majoritária não fosse depositada na Conta Única da União e sim em uma conta própria, lembrando que o desconto se dá até a morte do militar. E se não têm previdência, como podem ser culpados pelo déficit…da previdência? Grande falácia.

Não há como fazer comparação com o servidor civil, seja ele público ou privado. Militar não se aposenta, não tem hora extra, não tem FGTS, não tem direito de greve, não tem adicional de periculosidade, serve e leva a família para locais sem um mínimo de infraestrutura, não tem insalubridade, não tem 40 horas semanais, não pode ter outro trabalho, não fica mais de dois anos em uma cidade – o que impede o cônjuge de trabalhar para auxiliar na renda familiar -, e tem o menor salário pago pela União.

Além disso, 30 anos de serviço militar correspondem a 45 anos de serviço civil.

Não é sem motivo que a previdência dos militares é diferenciada em todo o do mundo.

Não fosse o desejo das esquerdas de destruir as Forças Armadas para que possam tomar o poder – sim, são os militares que os impedem – e, claro, o puro revanchismo por não tê-las permitido outrora, nem se estaria discutindo tamanha afronta.

Reclamam dos “privilégios” dos militares, mas quem quer ter os mesmos deveres sem a contrapartida dos direitos que eles não têm?

AS CONTROVÉRSIAS DE TODO MUNDO

Este texto não é meu, é do meu amigo e quase xará RONALDO ZANATA PAZIM. Achei excelente porque mostra a nossa natureza e resolvi compartilhá-lo com nossos leitores. Espero que gostem como eu.

Essa é uma adaptação minha da peça teatral apresentada pela primeira vez em 1532, chamada Auto da Lusitânia, criada pelo autor português Gil Vicente.

Num lugar não muito distante daqui, há um tolo, cheio de ganância, vaidade e petulância, que se chama TODO MUNDO, e um pobre, mas muito sábio, virtuoso e modesto, cujo nome é NINGUÉM.

Em seus diálogos rotineiros, ambos vivem a se confrontar. E Belzebu também faz parte dessa história, pois em seus trocadilhos desafia a cada um se examinar.

TODO MUNDO se acha cheio de virtudes e adora ser lisonjeado. Mas NINGUÉM aceita uma crítica facilmente e muda seus preconceitos. TODO MUNDO, mais cedo ou mais tarde, revela suas incoerências. NINGUÉM é diferente de TODO MUNDO.

TODO MUNDO quer sucesso, dinheiro e felicidade. Mas quem realmente se empenha e está disposto a pagar o preço para alcançar tudo isso? NINGUÉM.

TODO MUNDO sempre quer as coisas mais bonitas. NINGUÉM aceita que as mais bonitas são inúteis.

TODO MUNDO vem aqui, acolá, cheio de certezas, como se isso não fosse arrogância; quer revelar, instruir, matraquear. Só que NINGUÉM tem certeza sobre nada. Se lhe perguntassem qual a cor do cavalo Branco de Napoleão, eis aí a confusão!

Mesmo quem souber a solução, certeza alguma pode ter se é verdade ou ilusão. TODO MUNDO estava lá? Viu e conheceu Napoleão? Sobre quase tudo, TODO MUNDO vive a reproduzir o que outros lhe contam ou escrevem. Só quem experimenta é que realmente sabe o sabor mais amargo que existe; se lhe contar, TODO MUNDO até pode imaginar, acreditar, mas sem jamais deixar de suspeitar. Afinal, NINGUÉM é sábio,

Como dito no início desta prosa, e por isso cabe sempre refletir que a vida não é para ensinar, mas para aprender. E só para não ficar sem resposta, TODO MUNDO pensa que o mais amargo vem do azedo; NINGUÉM percebe que é do prejuízo.

Nesta etapa deste conto, eu acrescento mais duas pessoas: uma chamada ALGUÉM e outra de nome QUALQUER UM. Elas nunca aparecem, mas TODO MUNDO sabe que elas existem.

NINGUÉM se conscientiza que “o tempo não para” e “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Isto porque há sempre um trabalho importante a ser feito, e TODO MUNDO espera que ALGUÉM o faça. Aliás, QUALQUER UM pode fazê-lo, mas quase sempre, NINGUÉM o faz. ALGUÉM fica zangado porque o trabalho é de TODO MUNDO. E TODO MUNDO pensa que QUALQUER UM pode fazê-lo, mas NINGUÉM reconhece que TODO MUNDO deixa de fazê-lo.

No final, TODO MUNDO culpa ALGUÉM quando NINGUÉM faz o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Para terminar, que NINGUÉM esqueça de dar mais importância às palavras, para que as nossas sejam tesouros aos ouvidos de TODO MUNDO!

NINGUÉM diz só verdades, enquanto TODO MUNDO fala o que lhe convém. Por outras palavras, TODO MUNDO é professor, mas NINGUÉM está aqui para ensinar.

E nesse lugar não muito distante daqui, praticamente é assim: enquanto TODO MUNDO é tolo, NINGUÉM é sábio. Ou será vice-versa? NINGUÉM é tolo, TODO MUNDO é sábio.

RACISMO, ESCRAVIDÃO E COTAS

Nossa! Como o nosso mundo melhorou!

Quando eu era criança, nunca tinha ouvido falar de racismo, de bulling e de outras coisas modernas que nem sei o que é.

Brincava na rua de bolinha de gude, de soltar pipa, carrinho de rolimã ou de nem me lembro mais do quê.

Lembro que, além do meu irmão, O meu companheiro de brincadeiras era o Telson , nunca me esqueci do amigo, nem do nome dele.

Ele era “preto”, eu era branco. Ele era pobre, eu era “rico”.

Brincamos muito, frequentamos nossas casas, tanto a rica quanto a pobre, e nunca percebemos que tínhamos diferenças.

Mudei de casa, passou o tempo, perdi o contato com o Telson.

Agora, eu seria o opressor que usou o poder econômico para se sobrepor ao negro oprimido, que se viu obrigado a aceitar o meu favor para que ele pudesse usufruir das migalhas deixadas pelo luxo dos brancos.

Saudade daquele Brasil, saudade da minha infância, saudade do Telson. Onde ele andará?

Com essa reflexão inicio o meu artigo. Vamos falar de racismo no Brasil?

Primeiro, vamos diferenciar raça de etnia. Raça humana é uma só, logo, falar em racismo seria o mesmo que dizer que algum indivíduo de determinada cor ou de determinada cultura não é humano. Mas tudo bem, vamos fazer de conta que existam raças humanas diferentes, ou então, não teríamos como falar em racismo, palavra “bonita” inventada pelos sociólogos e adorada pelo politicamente correto.

Racismo existe, mas existe de brancos contra negros, negros contra brancos, brancos contra brancos, negros contra negros e por aí vai. Basta olharmos para a África e para o Oriente médio que veremos do que estou falando.

No nosso País, antes do politicamente correto e das minorias controladas pela esquerda, como se negros aqui fossem minoria, não se falava em racismo e não se falava por uma razão óbvia, aqui não existe, ou não existia.

Se existe racismo, como explicar a maioria parda da população? Racista não se relaciona sexualmente com outra “raça”.

Nunca houve lugares em que só era permitido entrar pessoas com uma determinada cor de pele ou cultura, e se houve, foram exceções. E ainda não há… mas a esquerda criou o racismo. Apenas o racismo contra negros, o resto para eles não é racismo. O branco chamar um negro de criolo é racismo, o negro chamar um branco de branquelo azedo não é. Racismo reverso não dá voto. E não pensem os negros e outras ditas minorias que a esquerda quer a sua proteção. Querem apenas manipulá-los e conseguir sua militância e voto para o seu projeto de poder. Depois que conseguirem, jogarão vocês no lixo.

Apartheid era racismo, locais e transportes separados para whites e coloureds era racismo. Até lá fora isso acabou, aqui começou. Basta ver a política de cotas que nada mais é do que…racismo.

Mas e a escravidão? Bem, a escravidão existiu no mundo inteiro, desde que a raça humana dominou a Terra e, infelizmente, ainda existe, vide ISIS ou Boko Haram. É uma aberração e uma vergonha, apesar te ter sido culturalmente aceita na antiguidade.

Mas o racismo nunca foi fruto da escravidão, a escravidão é que foi fruto do racismo. Por que?

Basta ver como era feito o comércio de escravos para as américas? Os mercadores de gente conseguiam a sua “mercadoria” pelas mãos dos próprios africanos. Esses é que capturavam os escravos de outras tribos de etnia diferente. No início eram escravos na própria África até que surgiu a possibilidade de lucro ao vender os escravos para os mercadores brancos. Quem tiver um pouco mais de curiosidade, assista à serie Raízes.

Mas precisamos reparar o mal que fizemos aos negros. Só agora? Eles foram libertos em 1888.

E os negros que fizeram mal aos negros, também não têm que reparar?

Não foram só os negros das tribos escravagistas africanas que fizeram mal aos escravos brasileiros quando os venderam aos brancos, mas historicamente sabe-se que os negros alforriados, assim que conseguiam uma situação social e financeira melhor, compravam…negros escravizados. Quantos escravos tinha a famosa Xica da Silva? Sabe-se ainda que os temidos capitães do mato eram em sua maioria…negros. Que o proclamado e aclamado Zumbi dos Palmares tinha diversos escravos…negros, e também, pasmem, brancos.

Se ainda hoje os negros ainda têm uma situação social e financeira aquém da dos brancos, a culpa é justamente dos abolicionistas, aqueles liberais que brigaram pela causa enquanto ela existiu e, ao ser assinada a lei Áurea, foram para os bares comemorar e quem sabe achar uma outra causa, sem nenhuma preocupação com o destino dos libertos. Lembra alguma coisa?

Como quase tudo no Brasil, a abolição da escravatura foi feita de forma impulsiva e atabalhoada. Não houve uma política de desmobilização, educação e emprego.

A criação da política de cotas apenas cria um racismo inexistente e age como um paliativo para o que é, na realidade, a falência do ensino público básico e médio. Por que o branco pobre, que tem pouca renda, também não tem direito à cota? Por que não foi criada a cota para qualquer um que tenha baixa renda e não para A ou B? Por que o negro de alta renda tem que ter direito à cota? Resposta: racismo.

Ao contrário do que se propaga, as cotas não ajudam os negros, pelo contrário, humilham, roubam o seu voto.

Reparação é dar educação de qualidade a todos, negros, brancos, azuis, verdes; reparação e dar acesso à saúde de qualidade; reparação é melhorar a renda do trabalho; reparação é parar de roubar e desenvolver o Brasil.

Uma coisa é certa, reparação não é criar um racismo que nunca existiu ou um “dia da consciência negra”. Reparação não é criar mais uma separação com o nome pomposo de “apropriação cultural”.

O Brasil só precisa de uma coisa, vergonha na cara.

MATEMÁTICA DA ESQUERDA

O Washington Post, melhor seria se fosse poste, noticiou que o seu alvo predileto, o Trump, gastou 10 milhões de dólares com segurança em apenas um mês de governo e, claro, aquele sujeito íntegro e bacana com uma família mais bacana ainda, o Barac Hussein, gastou “apenas” 1 milhão por mês durante a sua gestão.

O motivo principal desse gasto seria os descansos do Trump em seu clube de golfe que geram uma despesa de 60 mil dólares diários só com horas extras de policiais – sim, nos EUA policiais têm hora extra -, e o fato da esposa Melania morar fora da Casa Branca, o que gera mais 500 mil dólares diários (isso mesmo, diários) de gasto. Puta que pariu, mais de 1,5 milhões de Reais por dia de segurança só da esposa e do filho mais novo? Lembro que o Presidente tem mais quatro filhos que moram fora da Casa Branca e também têm direito.

A maioria dos fubânicos, retirando-se apenas aqueles que sabemos quem, é de pessoas inteligentes e que conhecem o beabá da matemática e certamente irão concordar que o Washito Poste não resiste ao próprio argumento e escandaliza a burrice esquerdista. Claro que será citado como fonte fidedigna nas BoboNews e Falhas de São Paulo da vida que também são formadas por delinquentes de esquerda que não sabem as quatro operações.

Vamos lá. Raciocinemos, aqueles que conseguem, que a Melania passe apenas 20 dias dos 30 em New York, ou seja, apenas os dias de escola do filho. 500 mil dólares vezes 20 dias daria um gasto de?… Ih! 10 milhões de dólares… Aí ferrou…, o dinheiro que o jornal afirmou que seria o gasto mensal da segurança presidencial só pagou 20 dias de segurança da esposa e do filho mais novo. E o resto?

Viram como é fácil desmascarar as notícias plantadas pela esquerda? São burros demais.

JE SUIS BESTA FUBANA

Está havendo uma rápida islamização do mundo. A Europa já está praticamente tomada.

Essa retórica politicamente correta, inventada pela mídia vermelha, de que a maioria dos muçulmanos só quer a paz e que o Corão não prega violência, está totalmente errada. O islã não aceita a convivência com outras religiões. Quem não é muçulmano é incrédulo, e o Corão prega sim, a morte dos infiéis que não se converterem. Manda matar, diz que não peca aquele que mata incrédulo. E é direto, sem metáfora.

“2ª surata: 191 – Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a intriga é mais grave do que o homicídio. Não os combateis nas cercanias da Sagrada Mesquita, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.”

Pergunte a um muçulmano se ele defenderia o seu país ou o islã em caso de guerra? A resposta é única, defenderia o islã. O muçulmano não aceita o estado laico, muito menos a democracia. Islã e democracia são antagônicos.

Nos países democráticos, usam a democracia para criarem verdadeiros guetos onde apenas a sharia é aplicada, não aceitam as leis dos países que os acolhem. Pobres refugiados! Por que não se refugiam nos países muçulmanos ricos? Simples, eles não aceitam. Por que? Porque querem islamizar o ocidente e, para isso, contam com os refugiados e com a idiotia do politicamente correto e seus seguidores. Também contam com a “tolerância” do ocidente.

Não aceitam a cultura dos países ocidentais, mas querem que os ocidentais, quando em países muçulmanos, aceitem a sua. A mídia diz que é um absurdo não permitirem que as muçulmanas usem seus trajes, é um desrespeito aos seus valores. Mas não diz que é um absurdo que as cristãs não o usem quando estão lá, são obrigadas. Cadê as feministas?

Alguém já viu algum líder muçulmano (não um simples mulá de mesquita) condenando os atentados e fazendo campanha contra o terrorismo? Dizendo que não existe “mártir”? Que quem comete um atentado não vai para o paraíso e que não existem 72 virgens esperando? Dizendo que quem se mata pelo islã é apenas um inocente útil nas mãos de um bando de psicopatas? Que Deus não quer que ninguém mate em Seu nome? Não, né. No máximo, meia dúzia de bagrinhos dizem que o islã é paz blá blá blá, sem nem tocar no assunto.

Quando eu ouvir algum condenando o terrorismo, condenando a jihad, mudo de ideia.

Essa religião tornou-se uma epidemia que precisa ser freada. Que fique dentro das fronteiras dos países que a adotam, antes que o mundo tenha que reviver as cruzadas, já que eles reviveram a jihad e a fatwa. Aliás, não fossem as cruzadas, tão criticadas pelo politicamente correto, a Europa estaria seguindo a sharia há séculos, ou seja, a Europa já passou por isso, mas parece que não aprendeu nada.

Muitos muçulmanos estão combatendo o ISIS, é verdade. Mas é pelos seus territórios, pelas suas próprias vidas, não porque querem acabar com o terrorismo no ocidente. Se eles não se entendem nem mesmo entre eles, como vão viver bem com outras religiões?

E os cristãos assassinados diariamente nos países muçulmanos simplesmente por serem cristãos? Mulheres, crianças. A imprensa não mostra, o assunto não é tocado por nenhum líder mundial, nem pelo nosso Papa comunista, parece tabu. Ih! o Trump falou… mas ele não é doido?

Os EUA estavam indo pelo mesmo caminho, mas o povo americano acordou.

Sei que um monte de fubânicos, inclusive o fubânico-mor, acham o Trump maluco e outros adjetivos negativos, mas sem ele, tenham a certeza, a coisa ia ficar cada vez mais preta.

E não pensem os brasileiros que aqui não chegará se nada for feito, e desde já. Há poucos anos o islamismo ainda era inexpressivo na Europa como é no Brasil.

Nós precisamos abominar o politicamente correto da esquerda. Jogar no lixo.

Não se combate intolerância com tolerância. As flores, infelizmente, não vencem os canhões. E eles sabem disso.

DESARMAMENTO CIVIL

Estamos vivendo uma absurda e criminosa greve da PMES, com uma grande chance de alastra-se pelo Brasil. O governo é fraco, quer “negociar” e talvez ninguém seja punido quando acabar. Esse é o Brasil, o país da anistia. As outras PM que façam a sua levando em consideração a certeza de serem anistiadas. A do Rio de Janeiro já está ensaiando.

O caos e a barbárie estão espalhados por todo o Espírito Santo. Bandidos nas ruas, impunimente; roubos, furtos e assassinatos em massa; saques no comércio; e o cidadão de bem na prisão das suas casas, rezando para que ninguém as viole. Diz o governo que a situação melhorou…diz o governo.

Falando hipoteticamente, pois isso lá seria praticamente impossível, imaginemos se essa greve tivesse ocorrido no estado do Texas, EUA? Lá, o porte de arma, qualquer tipo de arma, é livre. Mais de 90% da população possui alguma arma, muitos possuem várias, e a grande maioria as porta. Pasmem, o Texas tem um dos menores índices de crime com uso de armas de fogo do mundo. Haveria caos e barbárie? Os bandidos iriam se criar? NÃO.

Só não contem isso para a esquerda!

Façamos um adendo para explicar aos leigos a diferença entre posse e porte. Posse é simplesmente ter a arma em casa, porte é carrega-la junto ao corpo em qualquer lugar.

Mas, sem precisarmos usar a greve da PM para justificar a nossa tese e desmistificar a da esquerda, vamos lembrar um fato triste no Brasil que a imprensa explorou como se fosse um daqueles que houve nos EUA (não vou me ater a esses agora, nem ao motivo, que não é aquele que a mídia conta):

“ATIRADOR ENTRA EM ESCOLA EM REALENGO, MATA ALUNOS E SE SUICIDA”, lembram? Foi em 2011. (Clique aqui para ler)

Naquele malfadado episódio, sem que ao menos esfriassem os cadáveres das vítimas inocentes, crianças na maioria, logo correram à mídia os políticos e os especialistas de plantão (a Globo adora!) com as já famosas soluções simplistas para um problema complexo, e um diagnóstico ainda mais simplista. Um culpado, uma solução e a falácia.

O culpado: a arma de fogo; a solução: desarmar a população de bem; a falácia: sem armas de fogo na mão da população de bem, os homicídios diminuem.

Destaco o “de bem” porque é aí que mora a mentira. É preciso desarmar sim, mas desarmar os bandidos. Aqueles que compram armas no mercado negro e nunca deixarão de comprá-las. Só assim irão diminuir os homicídios. Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas. Só bandidos ou desequilibrados mentais não pensam antes de atirar.

Mas, os políticos estão de olho nos votos; os especialistas, nos holofotes. Até, claro, a próxima tragédia que anula a anterior e o ciclo – ou circo – recomeça.

Todas as soluções que se apresentam na esteira dessas horas só têm como finalidade real esconder da população a incompetência do Estado e defender o interesse próprio. E o interesse das pessoas afetadas direta ou indiretamente pelo fato? E o interesse do povo? Ou de mais de 65% do povo? Lembram do referendo? Lembram o que fizeram com o resultado?

Só que agora o efeito foi contrário (a mídia se cala, claro) até para esses especialistas. Polícia em greve, população desarmada… Mad Max.

No caso da tragédia de 2011, existia polícia e o Caos não estava instalado. Agora, no ES, é cada um por si e Deus por todos. O Exército não vai resolver. Não tem poder de polícia e nem condição ou treinamento para isso. É apenas um pequeno paliativo, até porque o bandido, que de bobo não tem nada, já conhece as fraquezas das Forças Armadas nesse tipo de operação. É apenas uso político da Forças Armadas. Resolveria só se houvesse intervenção federal e estado de sítio, mas um governo fraco nunca adotaria essas medidas.

Acredito que qualquer pessoa normal quer a paz e é contra a violência, mas, infelizmente estamos no planeta Terra. O uso de armas com a finalidade de ferir ou matar o semelhante é tão antiga que data do período em que o homo sapiens começou a se tornar sedentário e viu-se obrigado a “contratar” pessoas que, em vez de auxiliarem na agricultura e na criação, ficavam de plantão para defendê-los daqueles que ainda eram caçadores-coletores e viam nas tribos sedentárias uma maneira mais fácil de conseguir alimento. A polícia é tão antiga quanto o roubo.

Nos dias de hoje, continuamos tendo a nossa plantação e a nossa criação, além do nosso principal e inviolável bem, a vida, mas infelizmente, ainda temos os nômades que teimam em tomá-los. Só que as tribos cresceram muito e os homens de plantão ficaram poucos.

Metáforas à parte, todo cidadão tem o direito constitucional de se defender. Todo cidadão tem que ter o direito de possuir uma arma de fogo, desde que queira e que possa comprovar perícia, bons antecedentes e boa saúde mental, ou seja, cumprir os requisitos que a lei atual já impõe. Resumindo, basta provar que saiba usá-la e que não é bandido nem louco, difícil?

Muita gente confunde porte com posse, como mostrei acima, e a má fé se aproveita disso. Não defendo o porte livre de armas, como existe na maioria dos Estados americanos, só em alguns casos que não vou explicar neste artigo. Acho que lá dá certo e que aqui não funcionaria, povos diferentes e ideias diferentes, mas vou me ater apenas às razões do direito à posse. Lembro que o porte de arma já é proibido no Brasil para o cidadão comum. A posse é permitida, mas com tanta burocracia, que a maioria dos cidadãos não tem acesso. O porte, então, tornou-se quase impossível depois do tal Estatuto do Desarmamento, um grande absurdo depois de um referendo. Mas era o PT, né?

Temos que ser responsabilizados pelos atos que praticamos e não pelos que podemos praticar. Pelos que fazemos, há o rigor da lei e o Estado tem a obrigação de fazê-la cumprir, o que não ocorre no Brasil.

Estatísticas e números existem para quem quiser consultá-los, e os que existem são do governo. O que vemos, na relação entre o número de armas legais e a variação dos índices de homicídios, e isto é fato, é que nos Estados brasileiros onde existem mais armas LEGAIS os índices são menores.

Os EUA são o país que têm o maior número de armas em mão dos cidadãos e, no entanto, ostentam um índice de assassinatos seis vezes menor do que o nosso.

Mas não é isso que mostram os números das ONGs e dos movimentos desarmamentistas!

Bem, até hoje eles não mostraram onde, como e quando fizeram o levantamento desses números e nem o registro de nenhuma pesquisa. Há apenas as pesquisas do ouvi dizer, sem dizer quem disse e, claro, os interesses duvidosos em torno de financiamentos, da indústria da segurança privada e de eminências pardas. Coisas que talvez só o goiano saiba explicar, mesmo sem argumento.

O ministro Luis Fux, do STF, um dia desses disse que a população votou errado no referendo e que o cidadão armado, se matar alguém, vai sentir remorso. Nos chamou de burros, mas a imprensa amou, imagino o Goiano. Lembro que ele tem segurança 24 horas por dia. Eu, por exemplo, vou sentir remorso se um bandido matar algum familiar meu porque não atirei antes. Nunca mais vou conseguir dormir.

Perguntem a um bandido se ele entraria numa casa em que tivesse a certeza de que o dono possui uma arma? Por si só, a arma é um fator dissuasório. Ladrão também tem instinto de sobrevivência. E é por isso que onde existem mais armas, ocorrem menos crimes.

Mas essa declaração é antiga. Pior foi a do Barroso que quer descriminalizar a maconha e, puta que pariu, a cocaína. Ele só pode ser viciado. Vou escrever sobre isso. Só citei porque também tem a ver com o desarmamento.

De todas as falácias sobre armas, talvez a maior seja quando as ONGs dizem que a maioria das que estão nas mãos dos bandidos são de fabricação nacional e foram conseguidas de cidadãos comuns, por roubo ou compra. Que eu saiba, não se vendem AK-47, AR-15, G3, metralhadoras de mão, pistolas 9mm e .45 nas lojas especializadas. São armamentos de uso restrito e proibidos.

Sabemos, agora sem falácias, que a grande maioria do armamento ilegal vem das nossas fronteiras, principalmente do Paraguai e Bolívia. Agora temos a Venezuela também. Inclusive armas de fabricação brasileira exportadas legalmente para aqueles países que depois retornam ilegalmente. Sabemos, também, que 84% das armas lá vendidas são importadas de forma ilegal pelas máfias com a conivência do governo local. Leiam sobre a Interarms.

Por que, em vez de cobrir aqueles países de benesses e simpatia, o governo brasileiro não cria sanções para impor a eles o controle desse comércio? Isso é imperialismo?

O governo se diz incapaz de vigiar e coibir o tráfico nas fronteiras por falta de efetivo. Por que não devolve às Forças Armadas o poder de polícia e as emprega na busca e apreensão dessas armas? E não só na fronteira. Hoje o Exército divide com a Polícia Federal o registro e a fiscalização das armas de fogo, mas depende das polícias para a autuação dos infratores da lei. São dois caciques na mesma tribo, mas só um pode castigar os índios.

O que falta no Brasil é um governo com pulso firme, sem ideologia partidária, e uma política de segurança séria, clara e efetiva, sem demagogia, que prenda bandidos e os mantenham presos, que pague um salário digno aos profissionais da segurança pública, que invista em tecnologias, em treinamento e equipamento e, principalmente, que tenha a coragem de fazer um Código Penal e um Código Processual livre do paternalismo fora de moda que só beneficiam os bandidos. O povo já votou e espera que a sua vontade seja respeitada. Basta que a democracia e o Estado de Direito sejam respeitados. A lei já existe e é dura, cumpram e a façam cumprir.

Desarmar a população é querer culpar a vítima pelo delito que sofreu. É tentar justificar a falência da política atual e desviar o foco das falcatruas e roubalheiras.

A arma mais mortal que um cidadão porta, e sem nenhuma restrição, é o Título de Eleitor.

COLUNA NOVA, COLUNISTA NOVO

Dentre outas coisas, sou metido a cozinheiro, e se tem alguma coisa na minha casa que só eu faço é o feijão.

Estava cozinhando o meu feijão do dia seguinte quando, para esperar a panela de pressão, resolvi olhar meus e-mails. Em um deles havia um elogio e um convite do Berto para ser colunista desta gazeta.

Não acreditei de imediato – tem um monte de feras consagradas que aqui escrevem — e perguntei ao Berto se era eu mesmo e se ele tinha certeza. Ele confirmou… Coitado!, criou um monstro. Efeito colateral… a distração queimou meu feijão.

– Berto, você me deve meio quilo.

Agora, só me restou a obrigação de escrever meu primeiro texto, e sendo eu de fina educação, não poderia ser outro senão uma apresentação da minha quase humilde pessoa – a humildade era total até receber o elogio e o convite do Berto.

Meu nome vocês já sabem, está no título da coluna, se souberem ler, é claro. Se não sabem, perguntem a quem não é analfabeto. Ah, não precisa. Se vocês são analfabetos nem irão ver a coluna. Visto isso, vamos à minha personalidade. Sei que vocês nem perceberam na introdução.

Gosto de brincar e sou adepto do Chaplin, “Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando”, mas nem sempre brinco, muitas vezes brigo.

Sou um estudioso de História, principalmente a do Brasil, e de Geopolítica. É o meu hobby desde que comecei a enxugar gelo há 12 anos. Agora parece que o Berto resolveu me arrumar outro.

Leio pouca ficção, a maioria de escritores consagrados, tanto brasileiros quanto estrangeiros. Aliás, após ver que o Berto estava relendo “Cem Anos de Solidão”, fiquei com inveja e também reli, lindo. Não li ainda nenhum livro do Berto, nem sei se presta, mas pretendo.

– Não gosto de Saramago, viu Berto.

Dou palpite sobre alfinete, chegando ao foguete, mas não sem antes passar por pequenas cirurgias, sendo acima de tudo um especialista em generalidades. Se meus palpites estão certos ou errados, vocês que dirão, ou não (lembrei de um certo esquerdista caviar). Contestem com conhecimento de causa, ou sofrerão a fúria da minha humildade.

Xingo, mas aceito ser xingado, vide meu embate com o Cícero …, ainda aguardo um no mesmo padrão com a Glória. Sou chegado numa baixaria, mas baixaria sadia, sem palavrões. Xingamentos só com palavras da parte culta da língua, mas como sou adepto da dicotomia de Saussure, podem usar qualquer dialeto. Entenderam, caraio?

Dizem, vocês sabem quem, que sou de extrema direita, mas não sou racista, não encho o saco de viados e lésbicas (cada um dá ou faz que quer). Tenho amigos queridos que são negros, viados e LGBT (generalizando, pois não entendo mais porra nenhuma). Só não aceito que queiram que eu concorde com certas coisas, como beijo entre gays em público etc — não aceito nem entre héteros – ou que crianças tenham que aceitar isso como regra, não como exceção. Cada um faça o que quiser entre quatro paredes, ninguém tem nada com isso, só não queiram nos impor o seu modo de vida.

Não pertenço à KKK, nem a nenhuma sociedade extremista, que eu saiba. Aliás, sou contra todas e também não aceito, de forma alguma, o extremismo e o politicamente correto, sendo que um completa o outro, creio eu.

Apoio as ideias do Trump – quase meu xará, né Cícero? -, apoiei o Brexit e torço para a eleição da Marine Le Pen. Sou contra a ONU, não aceito a islamização do ocidente e pretendo escrever sobre isso e outros assunto que são polêmicos (pra esquerda, claro).

Tenho esperança de que, um dia, as Bobonews e Falhas de São Paulo da vida façam jornalismo sério, de verdade, e que as faculdades de jornalismo (já frequentei) ensinem o que presta.

Antes das críticas e dos xingamentos, vão estudar ou irão apanhar. “Sapientiam Autem Non Vincit Malitia”. É, sou fã do Olavo de Carvalho, mas não concordo com tudo que ele diz. Sou absolutamente contra intervenção militar, seria golpe. Basta ler e interpretar a Constituição, apesar de prolixa e fora da realidade (tema bom). Não votaram direito, que aprendam!

Odeio petistas e periféricos, leitores de manchetes e outras aberrações, mas odiar não quer dizer que não vou debater (?), apesar da frase do Lobão que dizem não ser do Lobão. Mas vou desdenhar, é claro. É a minha natureza.

Gosto muito de escrever quando sou provocado, principalmente se for por asneiras dos esquerdistas. Entenderam? … Cícero? Glória?

No mais, aceito sugestão de temas e, a partir de agora, com a devida guarida do Berto, me aturem.

O meu fraternal abraço aos leitores fubânicos e a todos o meu desejo de Saúde, Força e União.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa