BOLSONARO É FUNDAMENTAL

Estava escrevendo um artigo para rebater um comentário do Gil (Giulio Sanmartini), aqui no JBF, a respeito do “despreparo” do Bolsonaro para assumir a direção do nosso País.

Já havia terminado, até que recebi este texto escrito pela Claudia Wild (não sei quem é).

Ao lê-lo, percebi a insignificância do meu perto do dela. Rasguei-o.

* * *

Bolsonaro é Fundamental – Claudia Wild

Na verdade o Brasil vive um paradoxo entre seus desejos realizáveis e as exigências fictícias!

Nunca tivemos um país tão inculto, com tantos analfabetos funcionais, tomado pela barbárie e pela falta de civilização, mas em contrapartida, as exigências para a política se colocam à procura de um heróico e santo salvador, que seja culto, probo, desligado da velha arte de fazer política, que possa trazer a moralização total, e claro – que agrade uma elite intelectual que sempre aprendeu male-male o beabá da tabuada, e arrota ensinamentos de Albert Einstein. Uma turma que tem no atraso de Woodstock a explicação do próprio atraso brasileiro.

Muitos acusam Bolsonaro de “tosco“ e “despreparado“, mas não se atentam para o que tivemos num passado recente.

Tivemos dois presidentes toscos (um analfabeto e outra semi-alfabetizada) que ganharam o coração de boa parte dos brasileiros e que jamais tiveram suas competências questionadas.

Já um capitão do Exército que tem boa formação educacional e moral, é sumariamente rechaçado por uma turma que só curte uma aparência cool de um idealismo que não leva em conta a barbárie civilizacional brasileira e que deve, portanto, ser enfrentada por alguém corajoso e sem o politicamente correto (tão adorado por cegos seguidores que não conseguem mensurar as consequências trágicas que poderão vir ao adotar essa utopia de defender as minorias sem pensar no coletivo).

Bolsonaro pode ter sido desmedido em algumas falas, não é perfeito, não é nenhum salvador da pátria, mas tem honestidade – que para o brasileiro não vale se estiver divorciada de chavões retóricos, de vernizes literários, de competências financeiras (que inclusive Lula e Dilma nunca tiveram).

Daí a implicância com relação ao seu nome e o que ele se propõe.

Segundo meu amigo Mozart Lisboa, “Bolsonaro agride o senso estético do provincianismo intelectual brasileiro”. É isto, um povo extremamente ligado à “jecura” da nossa suposta elite intelectual que tem “nojinho“ de quem fala a verdade direta, crua, sem rodeios e que está disposto a colocar a mão na massa.

Bolsonaro precisa de uma boa equipe, bons assessores ligados à competência e não aos apadrinhamentos políticos – geralmente espúrios e regados a muita corrupção. As deficiências de Bolsonaro, para um país que teve Sarney, Collor, Lula e Dilma, a nação tira de letra. Os defeitos de Bolsonaro são muito menos importantes do que as suas qualidades, estas absolutamente necessárias ao país neste momento. Um homem honesto, corajoso, patriota e que não está comprometido com este nefasto projeto de poder marxista que varreu a possibilidade de deixarmos nosso subdesenvolvimento nos próximos 20 anos.

Em sendo assim, para começarmos uma nova fase, Bolsonaro será fundamental. Já tentam caricaturá-lo como fizeram com o saudoso Enéas Carneiro. Tentam manchar, 24 horas por dia, sua ilibada conduta e reputação política. Tentam afastar o brasileiro do caminho certo, e temo que não conseguirão! Sabem por quê?

– Estamos enfastiados de canalhas e de homens sem compromisso com o Brasil. No que depender de mim, Bolsonaro será o próximo presidente brasileiro. Está com o tal “nojinho“ e repetindo os jargões de intelectuais de meia-tigela?

– Mude-se para a Inglaterra e aguarde a futura encarnação de Churchill ou da Thatcher, ou então encare a nossa realidade! O que há de melhor no Brasil neste momento. Sim, ele, o Capitão.”

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS? (2)

Devido a alguns questionamentos que recebi ao escrever o primeiro artigo, resolvi desenvolver mais um pouco o assunto dentro, claro, do meu entendimento.

Tudo que li e vi, até agora, sobre a teoria dos alienígenas do passado, só trazem perguntas sem respostas. E todas essas perguntas são direcionadas para que, quem as houve ou lê, realmente chegue a acreditar na tal teoria e até construa um dogma a respeito do assunto. Humano adora uma teoria da conspiração.

Para oferecer um contraponto a essas perguntas, vou colocar outras, também sem respostas, mas serão algumas que os teóricos não fizeram ou não quiseram fazer (melhor hipótese). Por quê?

São só algumas, há outras, mas não vou me estender. Então, vamos a elas.

Ao mesmo tempo que eles afirmam que a tecnologia de construção e metalurgia (não sei de nenhuma outra) foi transferida aos povos por alienígenas, há uma maioria de povos que nunca teve acesso a ela. Alguns permaneceram na idade da pedra até poucas centenas de anos, quando então, tiveram contato com a tecnologia europeia, durante as grandes navegações. E isso, até mesmo dentro dos próprios continentes onde outas, mais avançadas, existiam. Cito: grande parte da África; grande parte da América do Sul e do Norte e a Oceania na sua integralidade. Por que a distinção? Mesmo os Maias, Astecas e Incas construíram impérios impressionantes de pedra, mas não conheciam a metalurgia militar. Usavam armas de obsidiana. E, pior, não conheciam a…roda.

Muitas das construções encontradas e postas em dúvida, se conhece muito pouco a respeito, porque esses povos não tinham linguagem escrita. Stonehenge, por exemplo. Ou seja, os caras deram tecnologia para construírem mas não ensinaram uma linguagem escrita para que esse conhecimento não fosse perdido? O interesse deles não era o desenvolvimento?

Os egípcios escreveram sobre a construção das pirâmides, mas os teóricos não falam sobre isso. Se a levitação os ajudou a construí-las, por que nas pinturas aparecem milhares de trabalhadores subindo as rampas e nenhum bloco de pedra levitando?

Existem vários objetos em pedra esculpidos que foram deixados inacabados, por rachaduras ou outros motivos, como alguns obeliscos do reinado de Hapshetsut. Todos apresentam marcas de ferramentas rústicas. Por que tinham tecnologia alienígena para levantar esses objetos e não tinham para extrai-los?

Outra coisa que não se fala, são iconografias que eles afirmam serem provas, pois mostram supostos foguetes, trajes espaciais, pistas de pouso e figuras para orientação espacial. Vem cá, se eles tinham tecnologia para viajar pelo espaço sideral, talvez com velocidade de dobra ou usando portais, como os buracos de minhoca, sabe-se lá, para que precisavam de foguetes, trajes, pistas de pouso e de figuras para se orientarem? Usavam aviões? Essa tecnologia é do séc.XX, aqui na Terra. E a NASA, ainda nos anos 60, já usava computadores para orientação. Quando vieram para a Terra, os alienígenas regrediram?
Por que não deixaram nenhum vestígio palpável da colonização quando foram embora? Os que os teóricos afirmam que são, são apenas objetos rústicos demais para o nível de tecnologia dos alienígenas.

Como disse, isso trata-se de apenas uma parte dos meus questionamentos e da minha opinião pessoal. Tenho muitos outros.

No meu caso, eles não conseguiram me deixar com nenhuma pulga atrás da orelha. Prefiro continuar acreditando na capacidade do ser humano.

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?

Eu preciso parar de ler. Eu preciso parar de estudar. Eu preciso ser ignorante.

Como viver neste mundo de hoje? Não sei.

Dá uma baita vontade de me enfiar numa caverna bem longe, num lugar inóspito e aguardar a chamada de Deus.

E quando me refiro a este mundo, penso primeiro no Brasil, meu micro-mundo.

Está na moda hoje no Brasil, pelo menos nas redes sociais, a profecia de um ser humano que adoro e admiro, Chico Xavier.

Não posso reproduzi-la com precisão, nem afirmar que é mesmo dele, mas posso resumir no seguinte: Jesus Cristo, muito brabo com o que está ou estava acontecendo com o mundo, deu um prazo de 50 anos para que nós, humanos, criados por Deus, à sua imagem e semelhança, não fizéssemos outra guerra mundial.

Raciocinando, em 1969 estávamos no auge da guerra fria. Não sei a data da tal previsão.

Em primeiro lugar, voltamos à ira de Deus, do velho testamento. Ira? Deus tem isso? Na minha crença Nele, isso não existe. Deus é bondade, é compreensão, é tolerância, é tudo de bom, menos mau e vingativo.

Mas a profecia diz que, se houver guerra, haverá catástrofes naturais em todo o mundo e o Brasil será pouco atingido. Aí, os bons imigrariam para cá e o Brasil seria dividido entre países da Europa e América do Norte (esqueceram o oriente).

Fala sério? Logo pro Brasil? …Será que o Chico e o espírito com que ele conversou esqueceram que podemos não ter catástrofes naturais, mas temos um dos povos mais catastróficos do mundo?

Mas não parou aí, tem a parte “boa” da profecia. Se não houver a guerra, em 2019 receberemos a visita dos ETs, que vão nos transferir tecnologia e acabar com todas as doenças e males da humanidade. E a fome?… Os ETs vão trazer comida também, visto que não houve guerra e a população pobre aumentou? Os outros males seria a fome?

Com meus 55 anos, já passei por várias profecias. Já houve centos armagedons. Mais um?

Dizem que foram os ETs que construíram as pirâmides, que nos ensinaram a fundição dos metais, enfim, que visitaram a Terra há milhares de anos e até nos criaram por intermédio de experimentos genéticos etc, etc, etc.

Por que então não nos ensinaram a medicina que existe hoje? Por que não nos ensinaram a eletricidade? Não ficaram aqui por quê? E por que só em 2019 vão voltar?

Concluindo, a humanidade é burra e incompetente, Darwin é um filho da puta e Deus é astronauta.

Que venha 2019! Quem sabe mordo a minha língua?

MERO ABORRECIMENTO

Assistindo ao problema do Berto com a empresa LocaWeb, resolvi contar o meu com a empresa Vivo, para demonstrar a minha opinião, ou melhor, indignação com o setor de serviços e a justiça de Banânia. O Berto não está sozinho.

Em dezembro do ano passado, comecei a ter problema com a minha conexão de internet. Hora caía, hora ficava tão lenta, que me dava saudade da época em que a conexão era discada.

Antes de continuar, vou ambientá-los no local onde moro. A minha cidade é pequena e de baixo poder aquisitivo, portanto, as grandes empresas de prestação de serviços não têm muito interesse na captação de clientes. No meu bairro, afastado do centro, o máximo de velocidade que se consegue contratar é de 2 Mbps, maior só no Centro e entorno, mesmo assim, com o máximo de 10 Mbps, o que em grandes cidades não é mais nada.

Além da baixa velocidade, concorrência só nos Centro e bairros próximos. Mesmo assim, são apenas duas empresas, a Vivo e a Net. No meu, só a Vivo. Não temos pra onde correr.

Dito isso, voltemos ao meu martírio, sim martírio, pois já se arrasta há quase um ano sem solução.

Comecei, como qualquer otário, a reclamar com a empresa, enfrentando aquelas ligações com direito a ouvir musiquinhas e gerundismos, que todos conhecemos. Aquelas em que temos vontade de entrar pelo telefone e esganar o atendente. A cada vez, tinha que fazer testes disso e daquilo, refazer a configuração, até o Doutor Atendente chegar à óbvia conclusão de que precisaria mandar um técnico. O técnico vinha e dizia que nada de errado havia com a rede. Ligava para a central, trocava o meu par, mudava o meu perfil (seja lá o que é isso) e a velocidade voltava ao normal por algumas horas. Aí eu tornava a ligar, vinha o técnico novamente e fazia a mesma coisa num “looping” que não tinha fim.

Diga-se, a minha velocidade varia de 0,001 a 2 Mbps várias vezes ao dia, tendo horas que não carrega nem o google.

Já passado algum tempo sem solução, resolvi abrir uma reclamação na ANATEL. Pra quê?

A agência, uma daquelas que só servem pra locupletar políticos, apenas repassava minha reclamação à Vivo, que novamente mandava o técnico, que novamente fazia a mesma coisa e a ANATEL era informada que estava solucionado. Reabria a reclamação informando que a empresa mentia, e tudo continuava igual.

Não tendo mais opção, passei para a “ultima ratio” e entrei na justiça pedindo a reparação do serviço e dano moral.

Passados SEIS meses, isso porque era JEC, a sentença foi dada. A meritíssima não entendeu que houve dano moral, apenas um mero aborrecimento nas palavra dela, e mandou a empresa restabelecer a velocidade de conexão em cinco dias úteis, sob pena de multa diária de 50 reais.

Não preciso contar o que a empresa fez para a minha narrativa não entrar em “looping”. A única diferença é que dessa vez disseram que o problema era a minha instalação, mal sabendo eles que tinha acabado de reformar a minha casa e a refiz toda usando, inclusive, o melhor cabo que existe no mercado, como eles mesmos puderam constatar. Ficaram sem argumento.

Agora, estou esperando, e bota espera nisso, a execução e o pagamento da multa e a empresa continua pouco se lixando para a decisão judicial. A realidade é que a rede está saturada (domingos e feriados piora) e creio que eles preferem pagar as multas. Sai muito mais barato do que trocar cabeamento e equipamentos.

Enfim, isso foi para demonstrar que em Banânia estamos à mercê de uma justiça sem moral – se é assim no STF, imaginem numa JEC? -, entregues à própria sorte e que, quando precisamos de um serviço, com raras exceções, de péssima qualidade, sempre teremos que passar por um mero aborrecimento.

VAMOS NOS DESARMAR

Mais uma vez, vou ter que contornar a minha preguiça para falar de um assunto muito batido, mas que insiste em não sair da pauta. Dessa vez, vou tentar desenhar, pois já falei sobre isso e creio que não fui entendido.

Vamos lá. Que saco!

Mais um massacre nos EUA, morreram 59, que absurdo!, também acho. No Brasil, naquele mesmo dia morreram 181. Alguém leu sobre isso na mídia? Claro que não.

Aí, sem que ao menos os corpos esfriassem, começou a lenga lenga da esquerda capitaneada pela “liberal” Hillary Clinton. Vamos controlar as armas de fogo!

Uma palavra de pêsames às famílias que tiveram seu entes queridos mortos ou feridos?, nem pensar. Existe um projeto mais importante do que meros sentimentalismos.

Aí, na esteira dos absurdos, vem uma reportagem sobre como a Austrália acabou com os massacres controlando o acesso às armas. Que bonito!, mas quanto sofisma!

Realmente houve um louco australiano que matou, se não me engano, 28 pessoas num ataque de fúria ou, como prefiro, de demência. Lá, o esquerdismo disfarçado de salvador da pátria, aproveitando a comoção social e à ignorância temporária de uma população, fez uma lei de restrição ao acesso às armas de fogo e, como nunca mais houve outro, atribuiu isso a tal lei gramscista. Mas, na Austrália nunca tinha havido, até aquela data, qualquer outro fato semelhante, e, por raciocínio lógico, não houve outro. Pelo controle das armas ou pelo fato de lá isso não ser comum?

Na Europa, hoje totalmente tomada pelo pensamento esquerdista, há um rígido controle de armas e não há porte para pessoas comuns. E daí? Matam com caminhões, carros e facas. Vamos restringir o porte dos mesmos?

Ah, mas os EUA, têm mais armas do que gente. E daí? Lá, o índice de mortes por armas de fogo, apesar da população maior, é infinitamente menor do que o nosso, e um terço dessas mortes são por suicídio e outro terço por briga de gangues latinas…preconceito. Não sabiam?

Armas não matam, caminhões não matam, carros não matam, facas não matam. Pessoas matam.

Mas e as estatísticas? Elas são lindas… e manipuláveis. Uma vez, um imbecil da prefeitura da minha cidade, pra tentar justificar a instalação de pardais na nossa principal avenida, disse num jornal que os acidentes diminuíram 50%. A realidade: passaram de dois pra um, com o detalhe de que em nenhum dos dois houve vítimas. Estatística.

Faça-se o controle que quiser, mas não venham dizer que são as armas legalizadas que são usadas nos crimes, como afirmam certas ONGs, a soldo dos Soros e das Fundações Ford. Não se pode comprar, no Brasil, fuzis, metralhadoras de mão e pistolas de calibre restrito. São os .38 e .380 da vida que são usados no crime?…pergunta retórica.

Marginal não compra arma na loja, não dá o CPF e não quer um simples .38.

Uma boa desculpa para o controle seria uma polícia atuante. Chamou, chegou. Isso é a nossa realidade?

Mais uma pergunta retórica. O marginal vai entrar numa casa onde ele sabe que o proprietário possui armas, ou em uma outra em que ele sabe que não tem?
Desarmar a população foi muito bom para a Venezuela, foi muito bom para Cuba. População desarmada engole tudo por medo, pois não tem como reagir. Só é bom para governos totalitários.

Nosso povo brasileiro não aceita isso e não aceitou por plebiscito, mas adiantou? O PT fingiu que não entendeu e fez o tal Estatuto do Desarmamento de encontro ao desejo da população.

Vamos acabar com o lobby desarmamentista, que a nossa imprensa teima em chamar de armamentista.

Vamos nos desarmar e cantar Imagine quando estivermos a mercê de criminosos. Certamente, eles vão entender e chorar junto com as vítimas.

SUN TZU

Não se sabe se realmente Sun Tzu existiu, muito menos o motivo do seu sumiço. Alguns historiadores afirmam que sim, outros atribuem a sua obra, A Arte da Guerra, a uma coletânea de ensinamentos de vários senhores da guerra.

O fato é que a obra a ele atribuída traz ensinamentos atemporais, que são estudados e postos em prática até os dias de hoje.

Mas o que que isso tem a ver com política? Eu explico.

Disse Sun Tzu: “Se as ordens não são claras e diretas, se as ordens não são completamente entendidas, o general é o culpado. Mas se suas ordens forem claras e os soldados mesmo assim desobedecerem, então a culpa é de seus oficiais.”

Diz-se que para demonstrar esse princípio, Sun Tzu decapitou as duas concubinas preferidas do Imperador.

De que adianta termos um Presidente da República que, a cada “ordem” que dá, muda de ideia, talvez por ceder a pressões? De que adiante termos ministros que, após uma determinação do PR, ou não, falam outra língua e depois são desautorizados pelo chefe? Quem é o culpado?

Os princípios ensinados por Sun Tzu são treze, eu só usei um. Mas precisa de mais algum?

Posso até citar outros, mas tenho certeza que os leitores vão procurá-los e “encaixá-los” na política, todos valem.

INTERVENÇÃO MILITAR

Não tinha escrito nada sobre a palestra do general Mourão porque achei que o assunto não ia adiante, mas creio que me enganei. A esquerda encagaçada não vai deixar.

Já escrevi aqui sobre o que penso de “intervenção militar constitucional”, mas até então, não tinha parado para analisar a nossa Constituição. Agora, depois de toda a celeuma, li novamente o art. 142 e resolvi fazer uma análise sintática, lembrando que não sou formado em letras, logo, minha análise não pode ser considerada técnica. Fubânicos letrados, me ajudem.

O Art.142 da Carta Magna diz:

“As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

Reparemos que a oração “por iniciativa de qualquer deles” está colocada após um “e, vírgula”, ou seja, somente a garantia da lei e da ordem dependem da iniciativa de um dos poderes.

Já, a “garantia dos poderes constituídos” vem antes desse “e”, logo, se houver ruptura desses poderes, as Forças Armadas não dependem de solicitação de nenhum deles, lembrando que o Presidente da República, antes de ser o comandante supremo, representa o Poder Executivo e, se este poder for rompido, cessa imediatamente a sua autoridade e, em consequência, não há quebra de hierarquia ou de disciplina.

Nesse caso, e somente nesse caso, as Forças Armadas podem sim, aliás, devem intervir para restabelecer os poderes. Ainda não é o nosso caso.

Foi só isso que o general Mourão falou, nada mais do que está escrito na própria Constituição. Pregação de golpe, só na cabeça da canalha.

Inclusive, após ler um texto do Merval Pereira, enviei-lhe um e-mail solicitando que ele submetesse a minha análise aos seu confrades na Academia Brasileira de Letras, mas creio que nunca receberei resposta.

Este artigo é um complemento do anterior com algumas ideias novas.

O general Mourão foi meu instrutor.

CURA GAY?

Quanto mais me aprofundo na situação atual do Brasil e do mundo, mais nojo sinto dessa humanidade “descolada” e burra.

A canalha comunista se aproveita de um povo que não lê, se lê, não entende e dos poucos que, quando leem, leem apenas as manchetes, para distorcer a sentença de um juiz, dizendo que ele disse o que não disse.

E o pior, um monte de artistas “formadores de opinião”, que de intelecto só têm a própria ignorância, apoiam a farsa como verdadeiros idiotas úteis que são, sem saberem do que estão falando porque também só leram as manchetes escritas pelos jornalistas ideologizados por professores igualmente ignorantes e por “intelectuais” da mesma laia.

Quer ser gay?, que seja, você tem todo o direito. Acha que tem problema com a sua sexualidade e quer a ajuda de um psicólogo?, também é seu direito. Nem que seja para ajudá-lo a “sair do armário”. Basicamente é isso que está na clara sentença do juiz, agora demonizado pela classe dos “descolados”, aqueles idiotas que pregam o socialismo e a igualdade… para os outros.

Para que servem os diversos Conselhos Federais se todos estão aparelhados e seu único interesse é no dinheiro dos profissionais? Para defender as classes ou para regular as profissões de acordo com seus interesses escusos?

Por que é tão difícil entender que a corja não está nem aí para a defesa da minoria LGBTQWERT, nem qualquer outra, apenas estão preocupados com seu projeto de poder?

Por que é tão difícil entender que as minorias são usadas como inocentes úteis nas urnas de votação?

A explicação não é simples, mas certamente passa pela falta de leitura, de estudo. O povo está mais preocupado com o motivo da Leide Gaga não ter vindo ao Rock in Rio do que com o rumo que o País está tomando. Está mais preocupado com a falácia da cura gay espalhada pela súcia do que com a criminalidade que aumenta em proporção geométrica. E mal sabe este povo que está fazendo justamente o que “eles” querem. Pobre povo!

Aí vêm aquelas famosas perguntas. Onde vamos parar? Que mundo é esse?

Resposta: não sabemos.

Uma coisa é certa. Enquanto existir o dinheiro do capitalismo para sustentá-los, os devaneios socialistas dos “descolados” continuarão. Enquanto o povo permanecer na ignorância, melhor, pois assim não vai entender o marxismo cultural.

CORÉIA DO NORTE: A GUERRA NUCLEAR

Sou pós-graduado em política e estratégia, logo, parece que sou cientista político. Parece, não acho que sou e nem acredito nesse neologismo. Está na moda. Toda vez que a mídia noticia um conflito, lá vem os “especialistas” analisando aquilo que desconhecem, principalmente quando falam de guerra e operações militares.

É um tal de tantos mil pra lá, tantos mil pra cá; tantos “tanques” pra lá, tantos “tanques” pra cá. Não sabem e nem nunca ouviram falar em ordem de batalha (não vou explicar aqui o que é, pois teria que escrever outro post), que é só o que interessa em uma operação militar, não a quantidade de recursos ou homens. Isso interessava na época das falanges (Grécia antiga). Se assim ainda fosse, Israel não existiria mais.

Mas esse povo não sabe disso, não são militares e talvez nem serviço militar obrigatório tenham feito. São “cientistas”, sociólogos, aqueles que passaram na USP porque não tinham competência pra fazer outro curso, ressalvadas as exceções.

Dito isso, vamos a minha análise do conflito Coréia do Norte X Mundo.

Não gente, não é EUA (pela imprensa, Trump) versus Coréia do Norte. É Gordinho – o único no seu país famélico – recalcado (só pode ser) contra a civilização. Lembra até um filme do 007.

Quando digo Mundo, estou me referindo a uma guerra nuclear, que por mais longe que seja, afetaria os quatro cantos da Terra, seja por radiação, seja pela economia.

O senhor Hussein Obama, com toda sua benevolência comunista, mandava dinheiro para a Coréia do Norte a título de ajuda humanitária (não sabiam?), e mijava pra trás em todas as ameaças dos Kim, “em nome da paz mundial”. O maluco do Trump entrou, a mamata acabou.

O gordinho caricatura resolveu perguntar quem pisou no seu poncho. O Trump respondeu.

Mesmo assim, como um adolescente teimoso, ele resolveu fazer malcriação e começou a lançar mísseis. Criou-se o impasse. Impasse? Jura? Eu não.

Não podemos tirar do gordinho o fato de que, apesar de nem comida existir no seu país, ele conseguiu produzir a bomba atômica. Com que dinheiro? Com o dinheiro do capitalismo. Sanções sérias são urgentes. Mas os bonzinhos, por coincidência comunistas, não querem, pois o povo é que vai sofrer. Jura de novo? Eu não, de novo.

Por que permitir o comércio e dar dinheiro a um país que o usa para desenvolver armas atômicas e não para matar a fome da sua população? Só a esquerda pode explicar.

A China, único “aliado” da Coréia do Norte, vai permitir uma guerra nuclear que vai afetá-la diretamente? Quem acredita nisso? O ceguinho teimoso? Acho que nem ele.

Não, não vai haver guerra nuclear e, sem medo de errar, nem guerra convencional. O único perigo é aquele que a mídia inventou, não porque tem medo, mas porque é preciso atacar o Donald Trump, afinal, o mundo vai acabar por culpa dele.

O maior medo da China, e por isso o apoio, é ter que aceitar milhões de refugiados da Coréia do Norte, pois se a fronteira for aberta, não vai sobrar um norte-coreano sequer no seu país, mas, ao mesmo tempo, se forem pra Coréia do Sul, a China perde prestígio. É a tal da geopolítica.

Posso estar errado, claro. Algum cientista político discorda?

APRENDI UMA ASNEIRA NOVA: PIGMENTALISMO

Não costumo assistir à TV aberta, é raro. E todas as raras vezes a que assisto, aprendo uma asneira nova.

Estava na casa deu uns amigos, em Palmas-To, e sem ter o que fazer, liguei a TV. Como eles não têm TV por assinatura, estava sintonizada na Globo, precisamente no programa apresentado pela Fátima Bernardes.

Começou o desfile de besteiras. O tema, última moda do politicamente correto, era o de sempre: racismo.

Do programa, dentre outros, participava uma atriz negra -não sei o nome- , aquela que faz uma comédia que tem como tema uma pensão no bairro do meier no Rio. É, também não lembro o nome.

Essa senhora contou que é casada com um branco e que, quando conheceu o marido, este lhe chamou de morena, ao que imediatamente protestou, dizendo ser negra com muito orgulho. Foi muito aplaudida pela plateia ignorante. Isso sim, aquela mulher, contra tudo e contra todos da sociedade não aceitou ser chamada pelo que não era, afinal, chamar uma negra de morena é racismo, um absurdo.

Também não acho certo chamar um negro de moreno, mas por que as pessoas fazem isso?…Simples. No mundo politicamente correto de hoje, se você for branco, chamar o negro de negro, ou pior, de preto, mesmo sendo sinônimo, você vai ser taxado de racista, de fascista (mesmo que eles não saibam o que é) e de um monte de outros adjetivos. Experimentem.

O certo seria afrodescendente? Aí é que o bicho pega. Todos nós, sejamos de qualquer etnia, somos afrodescendentes, afinal, o ser humano surgiu na África e todos guardamos essa origem no nosso DNA mitocondrial. E agora? Como chama-los? Humanos de pele mais escura?

Mas o grande absurdo que vi naquele programa não foi o citado acima, foi muito pior.

Aprendi que o termo racismo está ultrapassado. Agora o certo é falar em pigmentalismo… pqp, essa palavra nova ainda consegue ser pior do que empoderamento.

Pigmentalismo, mas que porra é essa?

De acordo com a imbecil que o vomitou, o racismo por si só está errado, pois ele ocorre em diferentes graus de acordo com a tonalidade da pele dos negros, ou seja, os negros de pele mais clara sofrem menos racismo do que os negros de pele mais escura. Deve ser aquele negócio de canela fina. Aí eu desliguei a TV, não deu pra ouvir até o fim.

Mas ela está certa. Como militante da causa de uma minoria, não poderia perder para os LGBT, que hoje estão focados em aumentar a sigla para LGBTQWERTYUIOP…, a cada dia aparece um tipo de boiola, ops, gênero novo. Por que não um tipo de “raça”?

De humano de pele mais escura não vai dar para chamar. De acordo com a jumenta, vai ficar difícil. Vai ter humano com a pele menos escura, humano com a pele escura, humano com a pele muito escura, humano com a pele muito escura pra caralho etc.

Vocês vão ver essa palavra na moda muito breve. Querem apostar?

Volto da minha viagem, o Brasil de pernas pro ar, e vejo o JN festejando o banheiro unissex da PUC, mas isso é conversa pra outra hora.

Uma coisa nós não podemos tirar da esquerda, ela é infinitamente criativa.

E o Berto fica puto quando alguém mete o pau na GROBO.

SI VIS PACEM

Paz? Como? A esquerda tem razão?

Diariamente temos lido uma enorme gama de bobagens e sandices a respeito da paz na mídia mundial, aquela tomada pela ideologia; aquela formada pelos órfãos da queda do muro de Berlim; aquela que leu(?) Marx e Gramsci, mas nunca leu Orwell ou Mises.

Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força. Nada mais atual.

Na cabeça dessa gente, a paz se consegue com conversa. Conversa com terrorista?…é a mesma que coisa conversar com a mídia, esses “intelectuais” que aceitam argumentos desde que alinhados com a sua ignorância e burrice.

Tente convencer o Goiano que o Lula é criminoso, por exemplo? Tente convencer o Black Lives Matter de que os monumentos são história e que a época era outra? Tente dizer que Cuba e Venezuela são ditaduras e o povo é oprimido? Não, eles nunca irão aceitar.

Nunca?…ou até a hora que se virem impedidos de falar as suas besteiras por uma ditadura? Que nem a brasileira onde tínhamos o Pasquim? … e mesmo assim, o mote era e é a repressão. Que repressão escrota!

Dizem que a “ditadura brasileira” assassinou (?) mais de 400 pessoas em 20 anos, mas não dizem que o pupilo do passarito assassinou 120 em menos de 3 meses.

Agora estamos diante de um novo – nem novo é – ataque ao Trump, aquele de quem o Berto não gosta. O “maluco” não condenou os supremacistas brancos e ainda teve o topete de condenar os dois lados. Puta que pariu, quando são os brancos é vandalismo, quando são os negros é protesto. Vale lembrar que a tal manifestação estava normal até os “antirracistas” investirem contra os “racistas”. Ou seja, os “reais” manifestantes não concordaram com os “vândalos”, foram protestar e o confronto se deu. Por culpa dos “supremacistas”, claro.

O radicalismo é unilateral?…, não. E todo radicalismo é burro, seja de que lado for.

Se fomos ver a nossa mídia tradicional, o terrorismo nunca parte da minoria oprimida pela burguesia e pelo capitalismo selvagem, sempre parte da maioria.. E nem estou falando de religião.

E a Coréia do Norte? Há risco de uma guerra nuclear? Só na cabeça de um imbecil.

O ditadorzinho caricato pode até ser taxado de maluco, mas não come cocô (ele é o único gordo em um país famélico) nem rasga nota de yuan.

Pela graça do Senhor, o Barack Hussein está aposentado – o único ex americano que se mete em política – , ou a maior potência do mundo estaria se desculpando com um idiota fanático para dar satisfação a um monte de imbecis (aqueles que citei acima).

E os mais novos (?) atentados na Europa? Mais mimimi, mais orações, mais condenações. Algum país árabe condenou?… Ih, não! De novo!, mas o Islamismo é da paz, só uma minoria é radical. Jura? Vamos conversar com a Al Qaida, com o ISIS, certamente eles vão compreender.

Façamos o seguinte: vamos receber os refugiados que os países islâmicos não recebem, vamos aceitar as sandices do gordinho da Coréia e pedir desculpa, vamos derrubar os monumentos históricos… e rezar pela paz. Que tal?

SE DEUS QUISER!

Não sou religioso, não pratico nenhuma religião.

Acredito em Deus e penso que a ciência chegou até o Big Bang, e só. De uma explosão cataclísmica surgiu o universo. Legal, … mas e antes?

Apesar de não seguir nenhuma religião, já li sobre quase todas, pelo menos as “principais”. Principais entre aspas porque não acredito que haja uma mais certa do que a outra, mesmo as menores. Todas levam ao mesmo caminho, não a Deus, mas à morte.

Sim, à morte. O homem inventou a religião porque é o único animal que tem consciência dela. Se não fosse a morte haveria religião? Creio que não.

Apesar do que disse, sou espiritualista e estudo esoterismo. EU, repito, eu não acredito justamente no que embasou a criação das religiões, ou seja, a morte. Acredito no livre arbítrio e na pluralidade das existências. Para mim, a morte é recomeço.

Não vou aqui querer explicar o motivo da minha crença, apenas acredito que se não houvesse reencarnação Ele não seria justo. Só isso.

Tenho visto, e não são poucas vezes, publicações de pessoas nas redes sociais atribuindo os problemas do mundo ao destino (leia-se vontade de Deus) e não ao que verdadeiramente se devem. Se realmente fosse isso, eu teria que ser obrigado a dizer que Deus é um filho da puta. Não é.

A grande verdade é que o homem é mau na sua essência. Por quê? Porque no início da humanidade ele teve que ser mau para poder sobreviver. Seleção natural, Darwin. Isso a ciência explica. E isso ficou na genética.

O meu estudo esotérico me ensinou que Deus não nos deu destino, não nos deu maktub, não nos deu futuro, mas nos deu livre arbítrio. E é aí que mora o demônio. O demônio das religiões não existem, foram criados apenas para frear as transgressões das pessoas ignorantes do mundo antigo, que precisavam de alguma coisa sobrenatural que as amedrontasse. A bem da verdade, a figura do demônio foi criada no Séc VII por um monge.

Mas…, hoje, religiões e religiosos usam o tal demônio pra amedrontar e conseguir vantagens financeiras de, cada vez mais, uma maior parcela de “fiéis”. Inocentes úteis, coitados! Não sabem que o demônio só existe dentro de nós, da nossa crença manipulada.

Quer ganhar dinheiro? Basta ter uma oratória boa, alugar um galpão, colocar uma Bíblia debaixo do braço e prometer o “imprometível”. Do jeito que o mundo está, um monte de gente vai acreditar em você e dar dinheiro pra “Jesus”.

E o tal apocalipse (em grego, mudança…não destruição) que vai ocorrer com o armagedom ( guerra em Megido, Israel, pois na época, o mundo era limitado)?

Se vai haver uma guerra entre o bem e o mal, e no final o bem vencerá, por que vai haver a guerra? O mal vai entrar já sabendo que vai perder? Que mal burro!

Se queremos mudar o mundo (apocalipse), vamos estudar e entender o que se passa nos dias atuais, antes que haja o armagedom muçulmano, porque o armagedom moral já está acontecendo e tem muita gente que não está vendo.

Sim, armagedom muçulmano porque é a única religião que só prega a boa morte para os seus seguidores, aos outros o inferno. Prega que matar infiéis não é pecado.

Pecado? Outra invenção bonita para a época. Não farás A nem B, senão irás para o inferno. Lindo! … pra época que foram criados – outro monge -, se bem que, confesso, a maioria ainda vale.

Então é isso, o mundo está assim porque Deus quer. Se Deus quiser vai melhorar.

Mas quem é Deus?

Eu sou Deus, você é Deus. Nós somos Deus.

Mas…Foda-se o livre arbítrio!

DESABAFO

Ando com raiva de gente, mas isso não seria o maior problema se eu não tivesse que me olhar no espelho. Meu medo é que eu passe a ter enjoo. Já pensou? Vomitar quando vir a minha imagem? E a minha mulher, meus filhos, meus amigos? Com raiva ou enjoo, temos que conviver conosco e com eles. Melhor que a raiva nunca vire enjoo.

Mas qual é o motivo de tanta raiva? Só um, … gente é burra.

Desde que surgiu a humanidade, surgiram também os espertos e os idiotas, mas infelizmente os segundos superaram os primeiros em números, e superaram em uma escala imensurável.

No primeiro mundo, essa escala era menor – apesar da idade média -. Não é mais, os idiotas estão se proliferando em progressão geométrica, vide a atual visão dos europeus a respeito da imigração, a respeito da liberação da maconha e outras pragas que os idiotas não enxergam.

Sem falar que hoje, o crescimento populacional da Europa está baseado apenas na imigração, ou seja, a cultura europeia (ocidental) vai acabar, dizem os estudiosos, em menos de 50 anos. Os europeus não fornicam mais. E quem assume? Os muçulmanos. Aqueles que vão de encontro a tudo que o mundo ocidental construiu pela liberdade, pela igualdade e pela fraternidade. E olha que o povo de lá é culto! Sim, existe idiota culto, mas burrice não tem cultura.

E só falei da Europa, mas a … – não vou usar palavrão – está acontecendo até no país que mais tem liberdade e que foi formado na liberdade. A imbecilidade é tão grande, que uma até significativa parcela de americanos passou a acreditar que o Obama era o Papai Noel e que o Trump é o demônio. (Né, Berto?)

Não vou aqui falar de filosofia, de Marx, ou principalmente de Gramsc, deixa pra lá. A pinimba é pessoal minha, … ou não.

No Brasil, então, a vaca torce o rabo. Além de todas as besteiras que estão acontecendo no primeiro mundo, ainda temos as nossas de terceiro mundo (?).

Nem vou falar dos petistas, psolistas et caterva, esses são tão idiotas quanto os suicidas do Jim Jones, ou seja, BURROS.

Nós, brasileiros, além de idiotas somos incultos, não conhecemos a nossa própria história, achamos que o mundo está ao nosso redor e seguimos a “filosofia” da “Lei de Gerson”.

Nos comportamos mal, não sabemos nada, e votamos mal.

Burrice? Para onde vamos?

QUAL É A SOLUÇÃO?

Hoje, no Brasil, estamos com carência de líderes. Ou seria…carência de inteligência?

A não vai resolver, B não vai resolver. Então, quem vai resolver?

Eu sei quem vai resolver. Vocês não sabem?, então eu digo: o povo.

O povo? Como?… Pelo voto consciente. Aí é que a vaca torce o rabo, pois nosso povo não sabe votar. Vota no amigo, no caso dos municípios, vota naquele que o amigo ou a igreja indicou, vota em quem pagou, vota em quem o patrão mandou (ainda existe o coronelismo). Nunca vota em quem tem um projeto, aliás, nem lê o projeto.

Mas, graças à Deus, lentamente que seja, o povo está mudando, está acordando de um sono profundo. Não vai ser agora nas próximas eleições, talvez nem na subsequente, mas tenho fé que o Brasil , que a política, vai mudar. Que a Constituição vai mudar.

Uma parcela de imbecis até crê que uma intervenção militar resolveria, ledo engano. Os militares poderiam até voltar, arrumar a casa e devolvê-la novamente aos civis, mas o que ocorreria, pelo menos hoje? O povo votaria novamente nos mesmos e voltaríamos ao estágio anterior.

Precisamos de apenas uma coisa, de políticos honestos, que pensem no Brasil antes de pensar em si mesmos, que vejam os anseios dos brasileiros, antes dos próprios.

E agora? Temos algum?…Temos sim, o “anticristo”, de acordo com a mídia ideológica, Bolsonaro.

Mas votar nele resolve? Não, se só votarmos nele e mantivermos o mesmo Congresso, pois a Constituição cidadã do Doutor Ulysses, que Hades o mantenha no inferno, não permite a ninguém governar sem que tenha que fazer barganhas, sem que fique refém dos deputados e senadores. Precisamos, também, eleger políticos novos, sem rabo preso, em resumo, fazer uma limpa no Legislativo para aí, então, fazer uma nova Constituição que dê direitos, claro, mas com uma contrapartida de deveres, o que a do Doutor não fez. Brasileiro não gosta de dever. A eleição tem que ser dobradinha.

Mas o Bolsonaro é maluco, homofóbico, racista, machista e tudo quando é “fóbico” e “ista” que existe. Verdade? Jura?…Vocês não o conhecem, apenas são guiados pela mídia mianstrean que está toda tomada pelo gramscismo e tem pavor da direita, pois todos são socialistas, apesar de não dividirem seus salários com os menos favorecidos. Vamos cantar Imagine, do comunista caviar John Lennon, hino do globalismo e da extinção das religiões. Não acreditam? Leiam a letra da linda música, pois a música é linda, só. Ele dividiu o seu dinheiro com os pobres? Fez o que escreveu na letra? Não, socialismo é lindo pros outros fazerem, né Chico Buarque? Que venham os muçulmanos!, esses são espertos, se aproveitam da ignorância e da ingenuidade dos “humanitários” globalistas, bando de babacas, para fazer a hégira.

O que tem a ver muçulmanos com eleições?…Simples, elejam as pessoas erradas e logo estaremos chorando, rezando e fazendo vigílias pelos mortos nos atentados terroristas. Leiam o que escrevi sobre isso e leiam a nova Lei de Imigração, do comunista Aloysio Nunes.

A direita não é o que nossos jornalistas dizem. Ser de direita é ser a favor da família; ser a favor do livre mercado; ser a favor da liberdade com responsabilidade, inclusive a de expressão; ser contra o Estado empresário; ser contra o Estado babá; e acima de tudo, acreditar que a renda vem do trabalho… Ih!, eu penso assim, sou de direita e nem sabia.

Pois é, é assim que pensa o Bolsonaro… Viu Berto?

PROTESTO

Ando com preguiça intelectual (se é que eu tenho intelecto), tanto que estou algum tempo ser escrever aqui. Aqui não, em lugar nenhum.

Mas, agora, vendo a zona (no mau sentido, porque zona mesmo não é assim), resolvi externar a minha opinião.

“Manifestações”, quebra quebra, bagunça, tudo em nome da democracia. Que democracia? A deles?… Isso imaginando que, como quer a esquerda, são nós contra eles. Ridículo.

O Temer fez besteira, nada justifica ou explica. Apenas, nos mostrou, mais uma vez, que a política no Brasil está podre, o Brasil está podre. Que ele tenha um pouco de hombridade e renuncie. O País não vai parar não, basta cumprir a Lei. Disseram isso no impeachment da Dilma e seguimos em frente.

O Brasil está podre?…Infelizmente, sim. Não todo o Brasil, mas uma grande parte. Que parte? Aqueles que, mesmo com um bom grau de cultura – não vou falar aqui daqueles que não têm e são apenas inocentes úteis – estão cegos e surdos para o que está acontecendo. E aí vem a teoria da podridão, pois uma fruta podre na fruteira contamina todas as outras, mesmo que sejam frutas nobres.

É muito fácil resolver os problemas do Brasil, basta apenas pensar no Brasil, mas o maior problema é justamente este, nossos políticos e dirigentes não pensam no Brasil, pensam em si mesmos. Pensam nos votos que vão conseguir para poder roubar e enriquecer e, claro, permanecer no poder. Não é só o dinheiro, poder também corrompe. E agora pensam, principalmente, em como vão poder se safar das falcatruas que vieram à tona.
Como acabar com essa baderna que foi instalada pelos “movimentos sociais”?

Facílimo, não precisa chamar Forças Armadas, basta usar a Lei e cumpri-la. Prendam-se os líderes dos ditos movimentos sociais e aí, basta enquadrá-los na lei do terrorismo, pois o que estão fazendo, nada mais é do que terrorismo, basta consultar o Aurélio. Vão fazer isso?

Não entendo o medo dos nossos governantes, talvez até seja um medo infundado, tipo o das crianças e o bicho papão, achando que as FFAA podem vir a tomar o poder novamente. Até a Constituição do Doutor Ulysses mostrou esse medo, e talvez por isso, tenha sido a porcaria que saiu. E as FFAA não querem e não vão. Basta uma vez e aprende-se.

Ou talvez não seja medo, apenas falta de moral… ou “ética”, afinal, como um bandido pode ir de encontro ao modus operandi de outro?

O que fizeram com a segurança pública no nosso País?

Criaram uma tal de Força Nacional que está no limbo, não é guarda nacional nem polícia, só serve como politicagem. Mandam meia dúzia de agentes para “resolver” os problemas de áreas que, sabemos, estão totalmente fora de controle do Estado, e acham que a população vai acreditar que irão dar algum tipo de solução. Fazem, ou viram chacota, ou ambos. Ainda acham que o povo continua burro?

Ou, então, colocam o Exército na rua só para mostrar que estão fazendo alguma coisa, que estão preocupados. Preocupados com o quê? Eles andam em carro blindado e cheio de seguranças. E o Exército, logicamente, não vai resolver nada, não pode, não é polícia e muito menos tem poder de polícia, a Constituição do Doutor Ulysses acabou com isso.

Dito isso tudo, vamos à renúncia do Temer. E agora?…mais um perigo.

Quem esse Congresso podre vai colocar no lugar dele? Jobim? FHC? Joaquim Barbosa? Outro filho da puta?

Não, se o povo não deixar. Não, se o povo tomar as ruas e exigir alguém com um mínimo de decência e que não esteja mancomunado com esses bandidos que hoje, só pensam em melar a Lava-jato. Que seja claro, povo, não esses terroristas a soldo de partidos de esquerda ou de “movimentos sociais”, se é que há diferença entre um e outro, creio eu que não.

Acorde povo!, acorde Brasil!, raciocinem “Hortas”, vocês conseguem!

QUERO SER SOCIALISTA!

Estava eu conversando com um empresário socialista, se é que isso existe, e ele estava me dizendo que tinha 31 funcionários.

Aí eu, capitalista convicto, perguntei como ele era socialista se era empregador, afinal, no socialismo o único empregador é o Estado.

Pasmem! A resposta foi, digamos, surreal. Pelo menos no entendimento da minha pouca inteligência.

Mas antes da infame resposta, perguntei se ele dividia a renda da empresa igualmente com todos os funcionários.

NÃO!, claro que não… Bobinho eu, né? Socialismo só é bom pra pobre que acredita… e vai continuar pobre.

Bem, a resposta dele foi: “Eu não divido a minha renda, mas pago mais imposto do que eles”.

Fiquei eu a imaginar a fortuna que o Fidel pagava de imposto pra Cuba.

Aí eu aprendi o que é o tal de socialismo, dito pelos socialistas.

Socialista é aquele que ganha muito dinheiro, faz turismo na Europa (ele tinha acabado de chegar), paga mal seus funcionários, mas…paga um monte de imposto.

Agora, depois dessa aula, cheguei à conclusão que eu, apesar de assalariado, sou socialista. Pago uma fortuna de imposto todo mês. Fortuna sim, pra mim, pra ele talvez não seja, mas creio que pra todo brasileiro assalariado é, e pra nós, descontados em folha, não tem pra onde correr.

Só esqueci de dizer que o citado empresário é petista. Juro!

Quero pagar um milhão de reais por mês de imposto e votar no PT. E vocês?

E assim caminha a humanidade. Sou socialista, mas amo um Blue Label.

Ninguém é de ferro.

INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL

Por ser militar, a cada escândalo que explode sou questionado por diversas pessoas sobre o motivo de ainda não ter tido uma intervenção. Escuto barbaridades do tipo: “os militares estão comprados”; “os militares estão mancomunados com a esquerda”; ou até, “os militares são cagões”.

Agora, resolvi compartilhar a resposta que esses, digamos, desinformados, normalmente recebem de mim, com um pouco menos de palavras chulas. Sem nenhuma fica difícil.

Aqueles que pedem intervenção militar me lembram os filhinhos de papai, donos da verdade, que após cometerem alguma parvoíce correm para o colinho do genitor para que ele resolva a cagada que o neném fez.

Muitos deles, estão dentre os mais de 30 milhões que ao invés de terem exercido o seu direito de votar, preferiram fazer um churrasquinho ou ir à praia, afinal o seu voto “nada iria mudar”. Logo, são coniventes com a situação que vivemos hoje. Mesma coisa aqueles que votaram na Dilma e nos seus asseclas e que agora estão arrependidos.

E de eleição em eleição, o desinteresse continua, a merda aumenta.

Agora reclamam, correm para o colinho dos militares para que eles abonem a sua falta às urnas ou o seu voto errado, pois eles, nessa hora lembram, que se as eleições existem é justamente porque os militares garantiram o seu direito de votar. Agora pedem para os mesmos militares que lhes retirem esse direito, visto que não souberam o que fazer com ele.

Aí evocam o Art.142 da Constituição e provam que o maior problema do Brasil é a falta de educação e cultura, pois qualquer um que tenha feito uma boa escola primária (aquelas da ditadura), sabe ler e interpretar um texto, coisa que os filhinhos de papai, bem ao seu estilo, não sabem, pois ao invés de estudar ficaram debaixo da saia da mamãe, recebendo a mesada do papai sem ter nenhuma preocupação com o seu futuro. O papai vai bancar.

Para os que não entendem, vou desenhar. Espero que pelo menos isso os filhinhos de papai que gazetearam a escola consigam compreender.

A Constituição Federal, no artigo citado diz: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

GARANTIR os poderes constituídos, para aqueles que não conseguem interpretar, quer dizer proteger o seu funcionamento. Se funciona bem ou se funciona mal, NÃO é responsabilidade dos militares, e sim de quem os colocou lá, ou seja, em uma democracia é do povo que votou, ou não. Dos filhinhos de papai que foram à praia.

POR INICIATIVA DE QUALQUER DELES, quer dizer que para lutar contra o crime as FFAA têm que ter o respaldo de um dos poderes.

Corrupção não é ruptura de poder constituído. Quem tem que resolver é a polícia, o judiciário e, em última instância, o povo pelo exercício do voto.

Qualquer intervenção militar, se não for respaldada por algum dos Poderes, é golpe. Não existe intervenção constitucional e a Carta Magna NÃO diz que o povo é poder constituído. Isso é burrice e fantasia daqueles que não conseguem interpretar um texto. Juristas ou não. Aliás, no Brasil, o que não falta é bacharel analfabeto.

Dissolver poder constituído é usurpação, não garantia. Em 64, com outra Constituição, os militares intervieram, arrumaram a bagunça e devolveram, como não podia deixar de ser, ao civis.

Os civis receberam, esculhambaram tudo, mentiram, passaram a caluniar os militares que arriscaram a vida pela democracia chamando-os de bandidos, tornaram heróis os verdadeiros bandidos, e agora querem colo?

Resolveram chamar os militares de cagões, quando quem fez a cagada foram eles. E esses que xingam, os filhinhos de papai, vão ser os primeiros a correrem para debaixo da cama caso surja uma luta armada, e não tenham dúvida, qualquer intervenção vai escancarar as portas para uma guerra civil e até mesmo para uma guerra externa. O filhote de passarinho megalomaníaco e seus comparsas latino-americanos certamente vão enviar armas e tropas para defender os camaradas do Foro de São Paulo.

E, claro, durante a guerra, vão começar imediatamente a chamar os militares de gorilas, truculentos e assassinos, pois haverá a morte de inocentes e até crianças, efeito colateral de qualquer conflito, e os filhinhos de papai que só enxergam o lado descolado, politicamente correto, estarão escrevendo em seus blogs, escondidos do combate, provavelmente em outro país para o qual fugiram. Aí sim, veremos quem são os cagões. Veremos o comportamento daqueles especialistas em escrever besteira.

O que vocês, filhinhos de papai, hoje pedem do alto da própria ignorância, é justamente o que a corja instalada quer. Seria o melhor caminho para implantar o totalitarismo comunista e, vejam bem, com respaldo popular, porque eles seriam as “vítimas” do golpe que trouxe a guerra.

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?

Lá vem os “analistas” de plantão, aqueles que se dizem cientistas políticos, sabe-se lá o que é isso, alardeando que o ataque americano às bases sírias seria um antecedente para a terceira guerra mundial. A maioria deles, óbvio, naqueles sites de fakenews que todos conhecemos. Claro que essas sumidades já viraram memes nas redes sociais. Os leitores de manchete estão doidinhos espalhando a notícia.

Mas…será? É cansativo explicar e até ter que desenhar, mas vamos lá.

A guerra civil na Síria seria, como eles comparam, a guerra civil espanhola do século XXI?

Isso é querer, mais uma vez, superestimar a burrice alheia e não só a burrice, mas principalmente a falta de cultura histórica de todo um povo.

Não vou me ater aqui às causas de cada uma, mas apenas ao resultado.

A espanhola foi usada como laboratório do Hitler para a guerra, e isso é fato. E a síria, seria o laboratório do Putin?

Hitler e Putin têm algumas coisas em comum. O carisma e o governo de uma nação com baixíssima autoestima, no caso da Alemanha, após a primeira guerra, e da Rússia, após a queda do muro de Berlim e o esfacelamento da União Soviética. Hitler levantou a Alemanha, Putin está levantando a Rússia. Hitler foi ovacionado até que o povo viu a sua verdadeira face e a Alemanha foi novamente destruída. Putin ainda não chegou nesse estágio.

No caso da Síria, não há armas, táticas e exércitos a serem postos a prova. Todos que lá combatem são experientes, então, podemos descartar o laboratório, ou seja, a primeira comparação já está desmentida.

O que se viu na guerra da Espanha foi uma total inépcia das potencias europeias ao permitir, sem nada fazer, a intervenção militar dos nazistas e a retomada do seu poderio bélico. Na Síria não há intervenção dominante. Isso desmente a segunda, logo, uma comparação entre as duas é descabida.

Tirando isso, claro que existem outros perigos, mas então o que impede que uma guerra sistêmica seja declarada? Simples, os EUA de Donald Trump.

O grande perigo que poderia levar a outro conflito mundial seria outra vez a inépcia, dessa vez não a da Europa, mas a dos EUA. Mas, para sorte da Terra, o inepto está aposentado e o seu poste não foi eleito. Sim, para quem ainda não entendeu, estou falando do Hussein Obama e da sua comparsa.

A segunda guerra estourou, em grande parte por culpa do senhor Neville Chamberlain e do senhor Albert Lebrun, então líderes da Grã-Bretanha e da França, que achavam que fazendo concessões a Hitler estariam evitando o conflito. Resumo com uma das frases mais antológicas de Winston Churchill: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra. Tiveram a guerra.”

Não, não seria o bombardeio americano que poderia iniciar a terceira guerra mundial, mas justamente a falta dele. E é o que provavelmente teria acontecido se a Hillary fosse a presidente. Ela teria escolhido a desonra.

Não duvidem que o uso das armas químicas tenha sido um teste do Putin para o novo presidente americano, como os vários testes que Hitler fez na Europa. Um “quem pisou no meu poncho?” E o Trump respondeu com a única resposta possível.

Agora, a retaliação dos Russos será e está sendo também a única possível. Retórica.

Imaginem o perigo se os EUA mostrassem fraqueza ou hesitação, como ocorria na política externa do queniano Barack? Aí sim, talvez o caminho para a guerra tivesse sido aberto.

Não esqueçamos que, além do Putin, há um gordinho louco solto na Coréia do Norte.

O JORNALISMO MODERNO E A IGNORÂNCIA

Não sei quanto aos outros fubânicos, mas eu estou de saco cheio de ler ou assistir aos jornais.

Quando falo de jornais, refiro-me a tal da grande mídia. Aos principais jornais escritos e televisados do nosso Brasil. E os de fora também não escapam.

O que vejo? Todo um staff lavado cerebralmente pelas esquerdas. Um bando de idiotas úteis formados nas faculdades de jornalismo que nada ensinam, a não ser ideologia patética. Jornalista bacana, descolado, tem que ser de esquerda. Tem que contestar as injustiças sociais do mundo, mas certamente só aquelas que interessam a um projeto de poder que os coitados não conseguem compreender da forma que realmente é, e dessa forma são usados. São filhinhos de papai alienados da vida real.

Nada sabem sobre nada, não interessa. Cumprem uma pauta ditada por algum editor comunistinha, com o mesmo padrão de cultura, e vão fazer as matérias totalmente despreparados, ou então repetem um press release de alguém que manda na redação pelo poder econômico ou saem repetindo as besteiras de alguma agência de notícias, mesmo que seja falsa. Pesquisar pra quê?

Vemos esses robôs fazendo perguntas totalmente decoradas, sem que eles tenham, ao menos, lido alguma coisa sobre o assunto que vão cobrir, nem que seja na wikipedia.

Uma mãe tem um filho que acaba de ser assassinado e lá vai o foca perguntar como ela está se sentindo. Valha-me Deus! … Mas isso não é privilégio só dos iniciantes, os mais antigos andam pelo mesmo caminho. Raras exceções.

Não se pode e nem se deve querer um jornalismo isento, mas nunca se pode aceitar um jornalismo tendencioso, militante. E hoje é o que estamos vendo.

Endeusam os seus ídolos de esquerda, as ideias de esquerda, até o crime das esquerdas, e criminalizam todos e tudo que lhes parece contrário aos seus “ideais”. Não atacam só a direita, atacam até a própria esquerda que se distancia da cartilha. Aliás, são esses que eles chamam de direita. A direita mesmo, chamam de extrema direita, e nunca ouviram falar de extrema esquerda.

Chamam todos de fascistas, sem ter um mínimo conhecimento do que é fascismo. Não sabem que fascismo é muito mais próximo do socialismo do que da direita. O que acontece na Venezuela?

São a favor das minorias. Acham normal que os indiozinhos, aqueles inimputáveis que pilotam avião, recebam uma indenização milionária porque sua terra ficou cheia de maus espíritos após a queda de um avião. Querem o desarmamento, mas ao mesmo tempo atacam o poder público. Creem que violência se combate com amor. Polícia é coisa de direita!

Fazem matérias “isentas” sobre o aborto, mostrando apenas o lado que lhes interessa, ou se mostram o outro lado, tentam desmoralizá-lo.

Querem a liberação da maconha, mal sabendo que isso é um dos projetos para acabar com a sociedade, com a família. Da mesma forma a sexualidade humana ditada pelas minorias que nos querem enfiar goela abaixo.

Louvam ditadores e assassinos em nome da justiça social, acreditam no aquecimento global e dizem que os imigrantes ilegais são injustiçados. Que dirá os muçulmanos!

Em suma, seguem direitinho os ensinamentos de Gramsci e outros imbecis comunistas. Mas sem saber, é claro. Nunca estudaram. Só ouviram seus professores tão ignorantes quanto eles.

E isso é só uma pequena parte das insanidades que eles defendem. Teria que se escrever várias laudas sobre isso.

Como disse acima, há exceções, mais a maioria não está mais na dita grande mídia e os que ficaram, são da velha guarda, não fizeram faculdade de jornalismo, não sofreram lavagem cerebral.

Velha guarda? Muita calma nessa hora. Os grandes culpados por essa juventude alienada também fazem parte dela. São órfãos dos movimentos comunistas que, ao contrário de muitos que também foram, não evoluíram, ou evoluíram para a má fé. Se venderam.

Basta ver o que disse Thiago Kristenmacher e eu concordo:

“Quando é o Trump: “Presidente milionário ataca covardemente a Síria a fim de manter o imperialismo estadunidense e favorecer a indústria do petróleo.” Se fosse o Obama: “Primeiro presidente negro dos EUA se solidariza com o sofrimento do povo sírio e, a fim de promover a paz mundial, ataca o país em retaliação às atrocidades cometidas pelo ditador Bashar al-Assad.””

Mas engana-se quem acha que isso é ruim, pior é o idiota que perde seu tempo lendo o que esses mentecaptos escrevem, normalmente só as manchetes (textos são muito grandes e chatos), e saem repetindo que nem papagaios como se fosse a verdade absoluta, pois quem disse foi o “fulano’, um poço de cultura. Claro, em terra de cego…

E por aí as ideias são colocadas e o mundo caminha. Ou seria tropeça?

Resumindo: “A ingnorança é que astravanca o pogresso.”

FEMINISMO! RAZÃO, IDEOLOGIA OU BURRICE?

Deus criou Adão, e Adão sentiu-se sozinho. Para acabar com a sua solidão, de uma de suas costelas, Deus criou Eva. Formou-se, então, o primeiro casal. Daí, depois de provarem o fruto proibido, foram expulsos do paraíso e surgiu a humanidade.

A mulher feita de uma costela do homem? Machismo bíblico? Não, apenas uma alegoria para mostrar uma diferença um tanto quanto óbvia. Existe piu piu e periquita, ou não?

Isso claro que é uma metáfora, mas mostra uma verdade histórica. Cada gênero tem o seu papel na criação, ou seja, o homem e a mulher são diferentes, porém inseparáveis.

Essa diferença, desde a pré-história, é tanto na fisiologia quanto na função.

Mas alguns querem igualar o inigualável. Negar a essência do ser humano.

Até o início do século XX, essa diferença era praticada de forma natural. Nenhum dos gêneros questionava o que era direito ou dever de um ou de outro. Houve alguns movimentos no início daquele século que questionaram direitos das mulheres, a maioria justos, mas nenhum questionou igualdade.

Veio a Primeira Guerra Mundial. Praticamente todos os homens em idade de combater foram convocados. As mulheres foram obrigadas a sair dos seus lares para substituir os homens nas linhas de montagem das fábricas em esforço de guerra. Quando finalmente a paz voltou, muitas permaneceram nos seus postos de trabalho, pois não havia homens suficientes para substituí-las. Milhões haviam morrido.

Surgiu, então, um questionamento. Se podemos trabalhar como os homens, por que não podemos votar? Justo. O voto da mulher foi acertadamente permitido. Em alguns países logo, em outros um pouco mais tarde, mas no Ocidente todas as mulheres viraram eleitoras.

Acabada a frágil paz na Europa, veio a Segunda Guerra Mundial. E lá se vão novamente as mulheres para as fábricas. Dessa vez, para ficar, idependentemente se havia ou não homens que as substituíssem.

Nesse ponto, cabe uma explicação. Desde a revolução industrial, mulheres sempre trabalharam em fábricas, até em minas de carvão, eu sei. Tecelagens, por exemplo, eram formadas por mulheres. Raros ou nenhum eram os homens que trabalhavam como operários nesse tipo de fábrica. Mas eram mulheres pobres, necessitavam, não tinham escolha e eram exploradas como qualquer trabalhador homem, que na época, também o eram. Mulheres de classes mais altas não trabalhavam porque não era a cultura, porque não queriam.

Antes de me chamarem de machista preconceituoso, leiam o resto do texto.

Mas mulheres ganhavam menos! Meia verdade. Como disse acima, na revolução industrial havia postos que só eram ocupados por mulheres, não havia mistura, então, como comparar?

Nas guerras, quando as mulheres assumiram postos dos homens, era esforço de guerra, ganhavam menos ou nem ganhavam. O dinheiro estava todo voltado para o conflito, que é caro. Acaba com o tesouro de qualquer país.

Novamente a paz, os homens voltaram aos seus postos. Proporcionalmente, morreram menos do que na primeira guerra. Mas mesmo assim, ou faltou mão de obra, ou não se quis trocar, ou tinham mulheres mais competentes.

Aí entra uma tese que é minha, nunca corri atrás pra ver se é verdade. Se algum leitor puder contestar com fatos, agradeço.

Aproveitando-se do esforço de guerra, e tendo que manter algumas mulheres na linha de produção, agora como contratadas efetivas, os industriais mantiveram ou pouco aumentaram os salários das mulheres, e tiveram que voltar a contratar os homens. Só que eles haviam voltado do inferno, viram o Nazismo, o Fascismo e o Comunismo e não aceitariam mais trabalhar por migalhas e nem por jornadas abusivas. Nasceu daí a tal da diferença salarial.

Hoje, não creio que exista mais. Muito se fala, mas não se prova. Algum leitor sabe de alguma mulher que ganha menos do que um homem na mesma função? Sabe de alguma repórter de algum jornal, que escreve sobre feminismo, que ganhe menos do de seu colega homem de redação?

Hoje, as mulheres disputam os cargos em total igualdade com os homens. Vale o conhecimento e a competência, não o sexo. Estou errado?

Mas a revolução industrial passou, as guerras mundiais passaram, o mundo é outro, e como bem disse Alvin Toffler, veio a terceira onda. E com a terceira onda, difundiram-se as verdades, as meia-verdades e as falácias. A minoria atuante se sobrepôs à maioria apática. E surgiu o Feminismo.

Não quero falar aqui do feminismo como ele deve ser e concordo, claro que as mulheres têm e devem ser tratadas com respeito, todos nascemos e fomos cuidados por uma. Sem elas, nenhum homem ou mulher estaria nesta Terra, mas generalizar a violência contra a mulher é uma coisa ridícula. Generalizar a diferença de tratamento, seja na família ou no trabalho, também.

Meu Deus, até elogio virou assédio sexual. A depender das ditas feministas de hoje, daqui a alguns anos, concepção só se dará por inseminação artificial. Ou a humanidade será extinta.

E, agora sim, quem quiser que me chame de preconceituoso, mas essas feministas, que não se depilam, que mostram os seios e até defecam na rua, que usam a cruz católica como vibrador a céu aberto, já as chamam de feminazes, e eu concordo, não merecem nem um mínimo de respeito. Pelo menos o meu; quiçá pena.

Essas mal amadas, carentes de tudo, de vida – qualquer psicólogo vai concordar-, querem estabelecer uma agenda (se eu falar de esquerda, vira clichê) de protestos e reivindicações contra toda uma sociedade que não acredita e nunca vai acreditar nas insanidades que elas tentam colocar como verdades. Coitadas! A carência (ou burrice?), realmente faz as pessoas esquecerem da lógica e partirem para os devaneios.

Não me batam por isso, ou me batam, mas hoje a Europa está sofrendo do mal da baixa natalidade. Por que será? Outra teoria minha?

Mulheres galgando postos cada vez mais altos – nada contra- , mas deixando a maternidade para segundo ou nenhum plano. Trocando a maternidade pelo sucesso no trabalho, pelo dinheiro. Está certo? Deus mandou que o homem crescesse e se multiplicasse. Deus que se dane! Homem pra quê?

Aí, na hora de reformar a previdência, por exemplo, as ditas feministas são contra a igualdade de idade com os homens. Elas trabalham e cuidam dos filhos, jornada extra. Que filhos?

Além disso tudo, querem ter o direito de abortar. E o direito da vida daqueles que elas conceberam? Que tal o direito de parar de foder?

Vamos fazer o seguinte – já está acontecendo -, importar população para renovar nosso país. Aí trazemos aqueles muçulmanos, que vem de onde nenhuma mulher é respeitada, aliás as feministas sempre esquecem de tocar nesse assunto nos protestos, para dar continuidade à nossa população.

Quando a imigração dominar o mundo, o feminismo acaba. Allahu Akbar!

Parabéns, feministas!


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