CARDEAL CÍCERO CAVALCANTI – CUIABÁ-MT

Filho Da Mãe Berto I

Mãe já tá em casa, quase totalmente curada.

A sujeita fez questão de mandar beijos pra todos os malassombrados e malassombradas que desejaram sua saúde.

Obrigado, tuia de gente arretada.

R. Todos nós dessa tuia continuamos torcendo e no aguardo de boas novas…

MADRE SUPERIORA ANA CRISTINA LASKOS – FLORIANÓPOLIS-SC

Sua Santíssima Santidade

Hoje sendo o Dia Nacional do Choro, nao vou mandar nenhum choro para os nobres do JBF, mas só vou fazer um comentário sobre o choro e a música.

Eu sou a pessoa que mais chora ouvindo música, pois a música tem esse poder de me transportar para ela, me jogo de cabeça e cuia, não consigo ouvir as músicas que gosto sem chorar, a nao ser quando estou dançando, aí esqueço de tudo, até de chorar.

Pois quando gosto da música, resolvo cantar junto com o cantor, pode ser música brasileira ou em inglês, mesmo nao sabendo direito eu imito direitinho e dano a chorar, nao chega nem na metade da música….o pior é quando estou dirigindo, aí dana tudo, as lágrimas descem e tenho que dar risadas para parar com o chorôrô!!!!

Ô coisa triste, mas nao vivo sem a música, principalmente as antigas!!!!! Sempre falo que me modernizei em muita coisa, menos nas músicas!!!!!!

R. Pois então, a propósito de choro e de chorar, não deixe de ler a coluna do Monsenhor Walter Jorge, na próxima postagem.

Ela é dedicada ao Dia Nacional do Choro, comemorado hoje. E, de brinde, ainda tem três chorinhos arretados.

Pra completar o desmantelo, ofereço pra você um choro que eu acho arretado, da autoria de Pinxinguinha, nascido no dia de hoje, intitulado “André de Sapato Novo” e interpretado por Zé Calixto.

Chore à vontade!!

LEO BARGOM – BRASÍLIA-DF

CORDÉ DA NOVA ORTOGRAFIA

Meu amigo e minha amiga
Sou cordelista di pôca iscrita
Fui criado no sertão torrado
Pôca sorte i muita luta
Curtido na labuta do arado.
Amigo minha iscrita não é vasta
Mas pra um bom intendedor
Quatrocenta palavra basta.

Comecei a intender minha língua
I tudo mudou i virou incógnita
Tô iscrevendo i sofrendo a míngua
Pra tentar iscrever uma simpres carta
Pro sertão qui deixei pra traz.
Amigo minha iscrita não é vasta
Mas pra um bom intendedor
Quatrocenta palavra basta.

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CARDEAL BERNARDO – MACEIÓ-AL

Mestre Papa,

veja aí uma linda aparição na praia da Ponta Verde aqui em Maceio.
 
Com os respeitos do Cardeal

R. “Aparição”…. Tô vendo…

É cada nome arretado que vocês arranjam pra “isso”…

CARDEAL HARDY GUEDES – CURITIBA-PR

ANOTE UMA NOVA PALAVRA: VANTAJOSIDADE
 
Caro Berto,
 
Hoje cedo, assistindo o jornal local, ouvi uma procuradora que investiga uma compra mal feita (pra variar) no serviço público usar a palavra Vantajosidade.
 
Na hora, os meus ouvidos doeram. Nunca havia lido ou escutado alguém usando esse termo.
 
Corri ao dicionário, porque estou sempre disposto a aprender. Mas a palavra não existe no dicionário eletrônico que uso. Fui então buscar no dicionário oficial, ou seja, na página da Academia Brasileira de Letras e, também, não encontrei essa palavra.
 
Por princípio, se não está no Dicionário da Academia, não existe. Assim, fui buscar na Internet e achei o seguinte:
 
“A vantajosidade determinada no artigo 3º da Lei das Licitações espelha basicamente a busca por contratação que seja tanto economicamente mais vantajosa — menor gasto de dinheiro público — quanto que assim o seja qualitativamente, melhor gasto.”
 
Nada contra a invenção de novas palavras e novos termos. A língua tem de ser sempre dinâmica. Mas creio que temos dois dicionários no Brasil: o da Academia e o jurídico!
 
Fica aqui o registro dessa nova palavra inventada a partir do princípio acima e as perguntas:
 
1) Não dá pra usar MAIS VANTAJOSO?.
2) Por que advogado tem mania de falar difícil?
 
Grande abraço

CARDEAL JESSIER QUIRINO – ITABAIANA-PB

Uma charge do gaúcho Luciano Kayser.

Eleição com fé:

MONSENHOR WALTER JORGE DE FREITAS – PESQUEIRA-PE

Contando mais uma vez com a boa vontade de todos, sugiro aos apreciadores do chorinho, escutarem estas três peças musicais feitas e executadas com capricho:

Espinha de Bacalhau – De Severino Araújo – Com a Orquestra Tabajara

Vou Vivendo – De Pixinguinha e Benedito Lacerda – Com Paulo Moura e Os Batutas

Velhos Chorões – De Luciana Rebello – Com a autora

Agradeço a audiência.

MARCOS MAIRTON – QUIXADÁ-CE

Prezado Papa,

compartilho singelos versos de autoria do poeta que assumiu ontem um dos cargos mais importantes do país, o de Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Nunca conversei com o Ministro Carlos Ayres Britto, mas fico feliz de ver que um poeta que se tornou juiz pode chegar tão longe…

Indiozinho

Hoje me chamam de ministro
E eu decido sob respeitável toga.
Meu coração, porém, não mudou nada.
Continuo um romântico indiozinho
                                     a remar sua piroga
E a cismar por entre as árvores, à noitinha,
Vendo em cada pirilampo e em cada estrela
Os faiscantes olhos da namoradinha.”

Carlos Ayres Britto in “Ópera do Silêncio”

JOSÉ DE OLIVEIRA RAMOS – SÃO LUÍS-MA

As fotos falam mais que aquilo que a gente diz! Né não?!

É bom, muito bom, quando alguém chega num determinado degrau da escada da vida, lúcido, podendo dar uma volta no túnel do tempo e realinhar cada momento e, paralelamente, cada degrau subido.  Melhor ainda, quando entre esses degraus, não há um somente que lhe cause vergonha ou provoque arrependimento.

Sinto ser meu dever, embora a convivência esteja apenas no limiar, comunicar aos amigos que, com a benção do Papa Berto, vou ficar ausente por alguns dias – inclusive dos comentários – para me submeter a uma cirurgia (ponte de safena) que espero seja coroada de sucesso e me permita voltar logo.

A ausência vai doer mais – provavelmente! – que a cirurgia reparadora. Beijão a todos, com meus sinceros respeitos e admiração. Aí dento!

   

Sono maravilhoso!!!! Aí dento!

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CARDEAL CÍCERO CAVALCANTI – CUIABÁ-MT

Dizimista Santidade

A Igreja Universal acaba de inventar um golpezinho chamado de Cana Santa em Mato Grosso. A coisa é simples: a cadeia é dividida em duas alas e uma delas fica sobre o comando da igreja.

O bonitinho da história é que a Universal cobra 340 paus por semana para o preso que quiser viver em paz e na santíssima proteção divina. É de lascar o que esse povo inventa pra faturar um troquinho.

O ministério público já caiu de pau em riba. Tomara que os pastores sejam presos nessa “ala” junto com o espírito santo.

Oremus…

BISPO OZI DOS PALMARES – SÃO PAULO-SP

Olá amigo!!

Esta é minha nova música “A FULÔ DE MEU AVÔ” (Xote), que fará parte de meu CD “Espetáculo de Rua” 2012.

Ouça, espero que goste!

Abraços e obrigado.

MONSENHOR WASHINGTON TEIXEIRA – CAMPOS GERAIS-MG

Super, Ultra, Santificado e Arretado Papa Berto I, O Inamovível

Hoje fui agradavelmente surpreendido com uma programação elaborada pela Sinfônica de Ouro Preto que retrata a obra do grande cantor e compositor Alceu Valença. O trabalho é dar uma burilada, através da Regência da Sinfônica em treza canções do artista.

Começou ontem em Ouro Preto e deverá seguir por várias capitais brasileiras contando, é claro, com a participação deste grande artista pernambucano e brasileiro.

As imagens do show de ontem ficaram registradas na TV Globo Minas e não consegui baixar para anexar à esta postagem. Como sei que o Ultra Papa tem mais recursos do que eu, gostaria de ver essa mensagem postada e com a apresentação realizada ontem! Na minha modesta opinião, ficou espetacular!

Sem mais, dIreto de Campos Gerais, capital mundial do café de qualidade!

R. Encaminhei sua carta pra Papisa, encarregada do Departamento de Zuadas e Vídeos do JBF, e ela mandou dizer que basta clicar na tela que está no aí embaixo pra ver a matéria veiculada pela Rede Globo das Minas Gerais. Ao ser dado o clique, vai aparecer outra tela com a reportagem.

Alceu é um artista pernambucano, natural da cidade de São Bento do Una, que muito engrandece e honra a Nação Nordestina. Mas, infelizmente, como a matéria foi feita pela emissora carioca, tem um bocado de fubânicos que não vai dar o clique pra assistir esta excelente cobertura. Segundo eles, nada do que a Globo bota no ar é bom e tudo que ela apresenta é material de baixo nível.

Coitado de Alceu… que deve estar preocupadíssimo com a opinião dessa turma…

Eu, que só assisto o que é bom e que presta, e que uso com sabedoria o controle remoto quando começam os BBBs da vida, vivo em paz com minha consciência. Em paz, mais ainda, com aquilo que chamam de “coerência”

PADRE QUINCAS – SÃO PAULO-SP

Meus queridos amigos leitores, acabei de contabilizar 27 comentários para  “Maceió, Depois que saí de lá, nunca mais comi guajuru“, título desta semana das “Crônicas do Padre Quincas”, publicadas toda terça-feira, no JBF. Trata-se de um feito: igualei, até a tarde desta quarta-feira – 18 de abril -  o RECORDE conseguido por esta coluna (incluindo as minhas respostas) na estréia da coluna com “São Paulo, nos Trilhos do Meu Coração“, divulgada em 06 de março.

Na próxima semana, fará 8 semanas destes escritos. Estou muito feliz! Quero, portanto, dividir com as pessoas que sempre estiveram comigo nessa empreitada, esta vitória e emoção. É uma nova fase: o encontro com uma expressão que sempre busquei e que, talvez, esteja reconhecendo agora, no amadurecer do meu tempo por estas bandas.

Sou colaborador, mas acima de tudo, um leitor do JBF, sediado fisicamente no Recife e lido em todo o país, expandindo-se cada dia mais para praças importantes com São Paulo (2º lugar), de onde escrevo, Curitiba, Rio de Janeiro.

Queria finalizar, afirmando que 27 não é apenas um número que empata com outro semelhante e representativo, em termos de visibilidade de nosso trabalho, via JBF. Mais importante que ele é a própria leitura de cada um dos amigos, que têm se apresentado como participantes interativos e inteligentes nos comentários que dirigem a este colaborador.

Obrigado de coração

BETO BRITO – JOÃO PESSOA-PB

Fiz o custo de vida mais barato
A clareza do sol e dos videntes
Arrelia pra todos inocentes
Fiz valer o começo do boato
Que um dia na terra fiz contato
Com viventes em naves siderais
A matéria foi vista nos jornais
Comprovando a verdade milenar
De que fiz o espaço se curvar
E o que é que me falta fazer mais?

Fiz os guizos da cobra tilintar
Na espreita escura da vereda
O primeiro calor da labareda
Quando a luz começou se revelar
Fiz a foto à laser dum quasar
Registrei em Plutão os temporais
Fiz a liga de todos os metais
Alfabeto hindu e aramaico
As pinturas bonitas em mosaico
E o que é que me falta fazer mais?

Fiz a vida melhor do povo laico
Desvendei as charadas de Camões
Na montanha ouvi todos sermões
De Jesus, que jamais virou arcaico
Nem cantor, nesse tempo catolaico
Escrevi sobre a força dos sinais
Numa gruta pra seres imortais
Fiz o pão, a cevada e a espiga
Botei força demais numa formiga
E o que é que me falta fazer mais?

MONSENHOR WALTER JORGE DE FREITAS – PESQUEIRA-PE

O Besta Fubana, seus leitores e colaboradores, talvez sejam os únicos a se envolverem até o momento, com o DIA NACIONAL DO CHORO, que se comemora no dia 23 de abril.

Oferecemos uma mariola a quem já viu ou ouviu algum órgão de imprensa dar uma notinha por pequena que seja, sobre essa data tão importante para a nossa evolução musical.

Diante do exposto que, dito por quem está rabiscando estas maltraçadas, não tem a menor importância, passamos a apresentarmais três chorinhos de primeira linha:

Flor do Cerrado – De Waldir Azevedo – Com o autor

Jacaré Cintilante – De Maurício Cavalcani e Marcelo Varella – Com Dalva Torres e Grupo Regional

Reencontro com Paulinho – De Canhoto da Paraíba – Com o autor

Rápidos fuxicos sobre as músicas em apreço:

1 – Flor do Cerrado, na minha modesta opinião, é um dos mais bonitos dos choros que Waldir – o responsável pela popularização do cavaco como instrumento de solo – produziu. Conta-se que o autor se inspirou na vegetção do Centro-Oeste, quando sobrevoava a região com destino a São Paulo.

2 – Jacaré Cintilante foi feito especialmente para homenagear o grande cavaquinista pernambucano Antônio da Silva Torres, mais conhecido como Jacaré. Os autores capricharam na obra e na escolha da intérprete – Dalva Torres – uma “chorona” de primeira linha, cuja interpretação enriqueceu a obra e valorizou mais ainda a homenagem. Integra a faixa 08 do CD Acordes para Jacaré.

3 – No choro Reencontro com Paulinho, o autor celebra a sólida amizade com o sambista e “chorão” Paulinho da Viola. Participaram da gravação, além do solista Canhoto, Paulinho da Viola, (cavaco), João Lira (violão base), Bozó (violão 7 cordas) e Ivo (pandeiro).

Esperando mais uma vez contar com a acolhida e divulgação dos leitores do JBF, digo até a próxima remessa.

CARDEAL HARDY GUEDES – CURITIBA-PR

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL 
 
Caro Berto,
 
Hoje, 18 de abril, Dia Nacional do Livro Infantil, é uma data que sempre me lembra um episódio hilário. Foi há alguns anos. Tinha eu apenas uma meia dúzia de livros publicados.

Nessa ocasião, fui convidado pela Prefeitura de Maringá (cidade linda que sempre me traz boas lembranças) para visitar as bibliotecas municipais e conversar com crianças. Assim fui de biblioteca em biblioteca. A cerimônia final seria na principal biblioteca da cidade, cujo auditório estava lotado.

Certamente, durante a semana inteira, ou mesmo nas duas últimas semanas, os alunos das escolas municipais haviam sido intruídos sobre a importância da data (nascimento de Monteiro Lobato) e que haveria um escritor presente, Hardy Guedes. Imagino que tenham trabalhado os meus livros com as crianças durante esse período.

Assim, fiquei aguardando a hora de ser convidado a subir no palco. A bibliotecária-chefe fez o papel de mestre de cerimônias e foi perguntando às crianças:

- Vocês sabem que dia é hoje?

Responderam em coro:

- Dia Nacional do Livro Infantil!!!

- E vocês sabem por que foi escolhida esta data?

- SIIIMMMMM!

E a bibliotecária continuou:

- Então, vocês sabem que hoje se comemora a data do nascimento do maior escritor de literatura infantil do Brasil, que nasceu em 19 de abril de 1882. Como é o nome dele?

A criançada em coro respondeu:

- Hardy Guedes!
 
Não consigo me lembrar dessa data, sem morrer de rir.
 
Grande abraço e parabéns a todos os autores de literatura infantil de todo o país.

GABRIELLE VITÓRIA (LUNA VITROLIRA) – RECIFE-PE

Caros Poetas,

Estou com um Projeto que é uma exposição poética chamada “Ontolombrologia Sertaneja: ode aos vates”,  no qual faço uma singela homenagem aos nossos grandes mestres consagrados da poética sertaneja e seus herdeiros de gerações sucessivas. A exposição será apresentada em Porto Alegre no dia 23 de Abril, na FestiPoa, Festa Literária de Porto Alegre.

O repertório conta com nomes como Cancão, Manuel Filó, Manoel Xudú, Ivanildo Vila Nova, Zé da Luz, Zé Adalberto, Pinto do Monteiro, Vinícius Gregório, Ícaro  Tenório, Louro Branco, Lorival Batista, Dimas batista, Antônio Marinho Neto, Ésio Rafael, Diniz Vitorino, Dudu Morais, Marcos Passos…
      
Como a intenção do projeto é difundir, propagar, dimensionar nossa arte literária, nossa poesia, o cheiro do nosso chão - “porque nossas raízes caminham” – venho através deste pedir o apoio de vocês para realizar uma ação que consiste em sortear livros, pois, ao meu ver, seria mais interessante não apenas declamar os versos  e voltar para Recife, mas deixar algo nas mãos dos Gaúchos, já que os livros não chegam lá e, no universo virtual, tem pouco do trabalho de vocês.

Gostaria de saber se alguém se interessa em doar dois ou três livros, cordéis, cd’s e o que mais desejarem para que seja possível a realização dessa ação. O Marcos Passos já deixou três de seus livros comigo. Ah, por favor, se puderem, repassem este pedido para outros poetas e amigos. Aguardo o retorno de vocês para que possamos combinar onde poderei pegá-los.

Agradecida desde já

RONALDO CONDE AGUIAR – BRASÍLIA-DF

Meu caro:

Leitor da Besta Fubana, gostaria de saber como mando para você livros que escrevi sobre a Rádio Nacional, as cantoras dos anos 1950.

Creio que serão do seu agrado.

Um abraço

R. Já não basta o tanto de malassombrado que tem aqui, e chegando mais e mais a cada dia.

Meu caro, é uma alegria enorme saber que você é leitor do JBF. Aguardo ansioso a chegada dos seus livros. Espero que o correio funcione…

Ronaldo Conde Aguiar é alagoano de Penedo. Já morou no Rio de Janeiro e, atualmente, reside em Brasília, onde leciona Sociologia e Cultura Brasileira. Seus livros sobre os anos de ouro do rádio são fontes obrigatória de consulta pros estudiosos e pros apreciadores do assunto.

Quem quiser contactá-lo, pode entrar na sua página clicando aqui.

Ronaldo já publicou, entre outros títulos, “O rebelde esquecido: tempo, vida e obra de Manoel Bomfim”, “Adeus ao paraíso: a internacionalização da Amazônia”, “Vitória na derrota: a morte de Getúlio Vargas”, “Almanaque da Rádio Nacional” e “As divas do rádio nacional“.

PADRE ZAMENHOF SITÔNIO – MACEIÓ-AL

Papa Berto I,

Sei que é assunto por demais explorado por toda a mídia. Mas, com relação ao transporte do Carlinhos Cachoeira, acabei de ler uma reportagem a respeito, de que o mesmo será recambiado do presídio de segurança máxima de Mossoró/RN, para o presídio da Papuda, em Brasília/DF.

Até aí tudo bem. Cumprindo determinação judicial, que em muitos casos, não se discute. Agora, vamos ao ponto que me causou perplexidade.

Num avião comercial e com esse aparato todo, vai causar, além de constrangimento, pânico entre os passageiros. A Policia Federal, dispões de aeronaves próprias para esse tipo de transporte. Me causa estranheza, esse comportamento com relação ao Carlinhos Cachoeira. Para quê tanto estardalhaço, para quê tantas “luzes”? Fica minha interrogação.

Espero que existam respostas convincentes.

R. Pois espere sentado, meu caro.

Ou melhor: espere deitado.

E, enquanto você espera, eu fico aqui ansioso e roendo as unhas, torcendo pra que Cachoeira abra o bico, bote a boca no trombone e solte o verbo.

Todavia, o que estou torcendo mesmo é pra que Cachoeira libere o vasto, o inesgotável arquivo que ele tem de vídeos e gravações. Um espetáculo de imagens, meu caro, digno de uma superprodução pra ganhar o Oscar da Bandidagem!

oculos

Melhor que as imagens do arquivo de Cachoeira serão as declarações dos pais-da-pátria sobre elas.

Será arretado!!!!

CARDEAL BERNARDO – MACEIÓ-AL

Mestre Papa,

além do ensino religioso, o DS está desenvolvendo uma pesquisa sobre aves em extinção. Logo de saida, encontramos um raríssimo exemplar de periquito pousado na mão da bióloga “avística” ainda sem qualificação.

Soube pela boca do povo, que é natural das bandas do Mato Grosso. Com a palavra os clérigos ornitólogos daquelas bandas, versados no quesito periquitança.
 
Com os respeitos do Cardeal

R. Observei atentamente a foto e constatei que, paralelamente ao exuberante colorido da paisagem, existem duas penugens pretas.

Uma no periquito e outra no priquito.

O passarinho de Roberta Foster

CARDEAL ZELITO NUNES – RECIFE-PE

Para o pajeuzeiro Hesdras Souto, com orgulho

Meu caro jovem amigo Hesdras Souto, conheço  você desde pequeno e venho manifestar a minha admiração e um declarado orgulho porquanto vizinho de aldeia seu,pela brilhante defesa que você faz da terra e da gente honesta que ainda preserva os bens culturais da nossa pátria sertaneja.

O seu artigo de hoje no Jornal do Commércio, é veículo condutor do nosso grito calado na garganta contra os ditadores de aldeia que procuram a todo custo exterminar o que temos de mais sagrado: a nossa identidade cultural.

Parabéns.

E vá em frente…ppp

* * *

TUPARETAMA – Hesdras Souto

Tuparetama, cidade encravada no Sertão do Pajéu, está prestes a completar 50 anos de emancipação política. Uma festa foi programada para encher de olhos míopes a maioria dos tuparetamenses que, em vez da arte e a da boa música, assistirá a um espetáculo de mau gosto ao som dos acordes chulos da banda de pornô-music Garota Safada e axé music.

Segundo os organizadores do “espetáculo”, uma programação para “todos os gostos” foi elaborada. Mas a organização sequer se esforçou para trazer alguma atração que seja atemporal e pautada no mais fino gosto musical.

Nos últimos anos, Tuparetama tem provido uma massificação das músicas relâmpagos de uma ou duas estrofes. A organização pecou ainda em não escolher quem faz parte dos 50 anos da cidade. Começando pelos primeiros habitantes-fundadores da Tuparetama, o coronel Manoel Benedito e sua companheira a negra Manoela, como é conhecida, que infelizmente não serão lembrados. Após Tuparetama se desmembrar de Tabira e tornar-se cidade, o grupo responsável pela independência da Vila de Bom Jesus, primeiro nome do município, festejou após incansável luta.

Severino Souto de Siqueira, Otton Leite e outros poucos foram os seus condutores. Severino Souto de Siqueira acabou sendo o primeiro prefeito eleito pelo povo de Tuparetama. Sua luta pela independência da cidade até suas primeiras obras são suas marcas. O primeiro e melhor calçamento da cidade também foi concretizado, literalmente, em sua gestão. Hoje, nas vésperas do cinquentenário, o primeiro prefeito eleito não terá seu devido reconhecimento, porque interesses familiares sobrepujaram a história e os fatos.

Uma Vergonha! O atual prefeito da cidade é filho de um homem que também estava envolvido, e também merece uma homenagem, no processo de emancipação de Tuparetama. Este homem acabou sendo nomeado temporariamente a prefeito pelos envolvidos no processo, enquanto os documentos eram feitos para puxar uma eleição democrática. O mais engraçado será a fixação de um busto do primeiro prefeito, não o prefeito eleito democraticamente pelos cidadãos, mas o prefeito nomeado temporariamente. Talvez isso seja uma atitude de alguém que, inconsciente ou não, gosta de se auto-homenagear, sempre que se vê no reflexo do pai.

Mas deixamos isso de lado, a história é um profeta com os olhos voltados para traz e nada foge ao seu julgamento. Ela sempre guardará no seu panteão um lugar especial para os grandes homens probos, como Severino Souto de Siqueira e tantos outros.

JOE BASS – BRUXELAS – BÉLGICA

Vossa Santidade Papa Berto,
 
Analisando as imagens produzidas pela equipe hagiográfica do nosso – único na história desse país – Babalorixá da Banânia, Pai Supremo dos miseráveis e Ícone Máximo da malandragem de plantão, noto que estão forçando a mão para tentar associar sua imagem a uma espécie de entidade espiritual superior, cuja bondade vence a doença e o sofrimento. Porém, o máximo que estão conseguindo é fazê-lo parecer à cada dia mais com o Zé Pelintra, o patrono dos pés-de-cana.
 
Segundo a definição da Wikipédia:

Zé Pelintra (também Zé Pilintra) é uma personagem folclórica e espiritual oriunda dos cultos ameríndios brasileiros, sobretudo, da umbanda e do catimbó). Bastante considerado, especialmente entre os umbandistas, como o espírito patrono dos bares, locais de jogo e sarjetas, embora não alinhado com entidades de cunho negativo, é uma espécie de transcrição arquetípica do “malandro”.

Só falta umas boas sessões de bronzeamento artificial e ir pros braços da galera.

“Seu Zé Pilintra quando vem,
Ele trás sua magia,
Para saudar todos seus filhos,
E retirar feitiçaria “

CARDEAL HARDY GUEDES – CURITIBA-PR

UMA PEÇA DE TEATRO PARA COLABORAR NO COMBATE À DENGUE
 
Caro Papa Berto I,
 
Volta e meia, temos lido algumas notícias sobre casos de dengue, inclusive com mortes. Preocupado com isso e como atuo na área da literatura infantil, sei que sem a mobilização das crianças pressionando os pais nada vai pra frente.

Assim, escrevi uma peça de teatro (toda em versos, como um cordel), para ser montada em escolas e para a população de um modo geral. Enviei “trocentos” e-mails para as prefeituras das maiores cidades de Norte a Sul do País e, até agora, nenhuma se interessou pela montagem.

Fica aqui, portanto, o oferecimento para os grupos de teatro infantil que queiram montar a peça em suas regiões. A peça se chama CHAPEUZINHO COR DE MEL E UM MONSTRO PRA LÁ DE CRUEL e está devidamente registrada na Biblioteca Nacional.

Contanto com o desinteresse das autoridades no assunto, estou certo que a dengue vai durar muitos e muitos anos ainda. Logo, quem montar a peça vai ter trabalho que não acaba mais.

Se V. Santidade me permite, gostaria de deixar o meu e-mail para contato: hardyguedes@gmail.com
 
Um abraço

POLIANA PIRES – GARANHUNS-PE

Times de Futebol !

Estou indignada , com o futebol Pernambucano, ontem estava sem sono, quando resolvi assistir um programa, só sobre futebol onde passava os lances dos jogos do Final de Semana do Campeonato. Hoje, as torcidas não vão assistir o espetáculo, o jogo em si,  estão mais preocupados, com o time adversário, com a rivalidade,  com brigas fúteis, isso sem contar nas briguinhas verbais em fóruns na internet, famílias não estão indo mais aos estádios, por conta dessa briga sem fim.

Sou Sport, mas totalmente contra a essas  pancadarias, ate acho   que deveria  mudar essa grito de guerra  “Pelo Sport Tudo …” Quem já se viu dar tudo pelo time, (Por sua Mãe tudo ou Por seus filhos …) Mulesta de ta se acabando por time, os jogadores não estão nem ai, nem le conhece, pra você estar destruindo tudo. Sem contar que basta ganhar fama já começam a rebolar faltando os treinos, e você lá matanto e morrendo pelo time, isso não existe.

Vamos dar valor mais ao nosso tempo, assistir coisas mais  inteligentes, sair para passear com nossos filhos, não perder o domingo se matando por um time, imaginem uma copa, Meu Deus!

MONSENHOR WALTER JORGE DE FREITAS – PESQUEIRA-PE

AGUARDANDO O DIA DO CHORO

Dando sequência ao que foi prometido, seguem mais três páginas musicais pouco conhecidas mas feitas por quem entende do assunto e executadas por instrumentistas que elevam o nome de Pernambuco cenário musical do Brasil.

Lembranças de Gravatá – de Henrique Annes – Com o autor e participação do clarinetista Paulo Sérgio Santos

Chorando em Diminutas – De Cláudio Almeida – Com o autor e participação da pianista Elyanna Caldas

Lembranças – De Rafael Marques e Bruno Eduardo – Com o Grupo Arabiando

Só pra lembrar:

O excelente violonista pernambucano Henrique Annes é professor aposentado do CPM, compositor, arranjador e conhecido nacionalmente. Lembranças de Gravatá integra a faixa 15 do CD Violão Pernambuco, produzido por ele e que tem participações importantes como Maurício Carrilho (violão), Luciana Rabello (cavaquinho), Jorginho do Pandeiro , no acompanhamento, além dos mais que consagrados Joel Nascimento (bandolim), Altamiro Carrilho (flauta) e Paulo S. Santos, solando as faixas 06, 14 e 15.

Cláudio Almeida é pesqueirense e pertence ao seleto grupo de exímios violonistas que Pernambuco emprestou ao Brasil. É compositor, arranjador, produtor musical, com grande destaque em músicas carnavalescas.

O Grupo Arabiando é formado por jovens talentosos oriundos do CPM, unidos sob as bênçãos do professor, maestro e conselheiro Marco César. Lembranças faz parte do primeiro CD gravado pela meninada, cujo título é: Caminho de Casa.

Boa audição e excelente início de semana.

PADRE MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Olá, meu Santo Papa, Bertão, Primeiríssimo e Único, Salve Salve Amém da Pátria!!!

Quando estava em visita à cidade do Penedo, nas Alagoas, pude tirar essa foto, que fica no Centro Histórico. Para ser mais exato, é a parede do convento franciscano construído em 1632.

A educação do povo é impressionante. Onde não se poderia jogar lixo, veja só o que acontece… Reflexo da educação destepaiz que eu nem quero dizer o nome para não sujar a boca.

Saudações clericais aqui desse Santo (Sujo) Padre!!!

LEO BARGOM – BRASÍLIA-DF

Discobri este blog foi como discubri o brasí
Tava caçando a imagem de uma braúna
Pra butar na capa do livro de contos qui iscrivi
Me depararei com Patativa e o poema Chico Braúna.

Agora num paro de lê este excelente jorná
Qui me alembra do sertão que deixai pra trás
Quero aqui cum orguio te parabenizá
E nunca deixar de lê esta besta fera jamais.

R. Tá em casa.

Fique à vontade.

CARDEAL FÁBIO PASSA DISCO CABRAL – RECIFE-PE

Caro Berto.

Será lançado em maio pelo selo Passa Disco, um box com três Cds em homenagem ao mestre Dominguinhos, intitulado Pernambuco Forrozando Para o Mundo.

Nesse box, Dominguinhos fará duetos com Irah Caldeira (em “A poeira e a estrada“, de Maciel Melo/Cláudio Almeida), Maciel Melo (em “Só vou de mulata“, de Gordurinha), Nena Queiroga (em “Pra não ter mais fim“, da própria Nena), Jessier Quirino (em “Um sonhador marginando“, do próprio Jessier), Dudu do Acordeon (em “A rede veia“, de Luiz Queiroga), Petrúcio Amorim (em “Baião de nós dois” de Rogério Rangel/Petrúcio), Luciano Magno (em “Baião experimental“, do próprio Magno), Quinteto Dona Zaira (em “Todo dia“, de Rafael Beibi), Azulão (em “Arte verdadeira“, de Herbert Lucena/Helder Isaac), Silvério Pessoa (em “Forró na gafieira“, do próprio Silvério) e com Waldonys, na inédita “Senhora da minha alegria” de Xico Bizerra e Dominguinhos, gravada especialmente para a coletânea.

Vários tributos são prestados a Dominguinhos, como por exemplo “E aí, Seu Domingos?”, de/com Cezzinha, “Canção adomingada” de Xico Bizerra/Beto Hortis, na interpretação de Liv Morais, “Seu Domingos“, de/com Flávia Bittencourt e “De domingo a domingo“, de/com Beto Hortis, entre outras…

Também participam do box, nomes como Elba Ramalho, Herbert Lucena, Cláudio Almeida, Santanna, Cláudio Rabeca, Jorge de Altinho, Cristina Amaral, João do Pife, Walmir Silva, anchieta Dali, Lêda Dias, Adryanna BB, João Cláudio Moreno, Jacinto Silva, João Silva, Jefferson Gonçalves, Accioly Neto, Joquinha Gonzaga, Adelson Viana, Renata Rosa, Geraldo Maia, Flávio Leandro, Luizinho Calixto,  Arlindo dos Oito Baixos, Spok, Sandro Haik e os grupos Fim de Feira, Eddie, Chá de Zabumba e Sonoris Fábrica.

R. Minino, isso é que é um desmantelo arretado da bixiga lixa!

O Cardeal Xico Bizerra já havia me falado, sem entrar em detalhes, sobre este projeto. Mas me pediu reserva até o momento oportuno. Agora, que você escancarou o assunto, é com muita alegria que ajudo a divulgar a notícia.

A Passa Disco, além de sede da Academia da Música Nordestina, ponto de encontro dos amantes da boa música e uma loja que se orgulha de não vender produtos piratas, a partir de agora também será conhecida através do selo Passa Disco, que promete lançar só material de altíssima qualidade na praça. Que nem esta homenagem ao grande Dominguinhos, um artista que muito nos honra com a sua participação na comunidade fubânica.

Passa Disco

Só aparece desmantelo e malassombro por aqui!!!

dm1

Padre Paulo Vanderley, colunista fubânico e doutor na obra gonzagueana, apresentando o JBF a Dominguinhos na residência do mestre, em São Paulo

JANDEILMO CLEIDÃO – RIACHO DE SANTANA-RN

Estimado Papa Berto!

Inigualável, incomparável, supremo e infinito pontífice…

Toda esta puxação de saco é para que Vossa Santidade publique estes versos mal compostos, os quais escrevi há pouco mais de 03 anos, no dia em que acrescentava mais um número na contagem cronológica da minha existência. Na ocasião, entrava na trigésima década e, a passagem do tempo era o único motivo para que um cidadão brasileiro, nordestino, potiguar, santanense e matuto pudesse comemorar o número 30 x 365.

Então, após tomar uma duas ou três lapadas de 05 centenas e 01 unidade, inventei de inventar uma rima que pudesse marcar a data. Na ocasião, os versos foram publicados no jornal “O Mossoroense” e ficaram expostos no perfil de uma das chamadas “redes sociais” a qual tenho a senha por mais de dois anos, com o intuito de saber a opinião de quem o lia. Mas, como não causou repercussão alguma, o removi.

Como recentemente me lembrei da imensa audiência do JBF, resolvi apelar, os enviando para análise e crivo papal, para, quem sabe tê-los publicados neste espaço. Aí sim! Se passar pela “censura” do Papa, vou me arriscar a escrever outros, se não, estou encerrando minha carreira de poeta. Vamos ao poema.

R. Li apenas sua mensagem.

Não li o poema de propósito. Só vou ler depois de publicado.

Aí, então, eu aplico a “censura”…

Trigésimo Aniversário

Tempo… por que não paras um só instante?
Por que não descansas jamais?
Vives em um bailado incessante
Deixando tudo e todos para trás
30, é um significativo montante.
Não sei quantos irei contar inda mais.

Passastes por muitos dos ancestrais
Que vieram para eu poder surgir
Soberanos e guerreiros colossais
Nenhum deles foi capaz de resistir
Por mais que tentassem mais e mais
Um dia, tiveram que sumcubir.
 
Um dia também terei que partir
Sei que não poderei lhe acompanhar
E por mais que não queira desistir
Num instante irás me ultrapassar
E de cena por certo irei sair
Para que outros possam se apresentar!

CARDEAL BERNARDO – MACEIÓ-AL

Mestre Papa,

atendendo a centenas de emêios, estou enviando mais uma foto da Martinha.

A ex-noviça que abandonou a vida que a levaria ao céu, optando por ser dona do Bar Celona na Serraria, aqui em Maceió.
 
Com os respeitos do Cardeal

R. Só pra refrescar a memória da fubanada, não custa nada repetir a primeira foto que você mandou da moça.

Taí Martinha em dose dupla:

 

Martinha, dona do Bar Celona, na Serraria-Maceió

FLÁVIA FREITAS – ARCOVERDE-PE

Causos de Motel

Minhas queridas ficam as dicas, se você vai para um motel com seu marido, namorado, amigo, vizinho, caso ou afins e ele pagar mais de 100,00 reais pelo quarto não tome vinho, beba água, refrigerante ou suco, mas nunca, NUNCA cometa o erro de tomar vinho, ele tem o dom de deixar você com sono e se o cara com quem você estiver for seu marido ou noivo faça valer a “manobra financeira”, afinal você poderia fazer todas as coisas imagináveis em casa, na sua cama confortável ou até quem sabe em cima do guarda-roupa, sabe-se que pessoas tem uma criatividade enorme.

Seja uma equilibrista, invente posições, faça cara de leoa pronta para dar o bote na sua presa, lembre-se que esses 100,00 reais poderiam ser suas contas de luz, água e telefone o que no meu caso é exatamente este valor, sorria como uma modelo que faz pose para a revista Playboy, se você o ama então sussurre isso no ouvido dele.

Mas não tome vinho, não gaste 100,00 reais para DORMIR, isso mesmo, dormir em outra cama que não seja a sua e onde você dormiria de graça. Babar então? Num motel, o homem que você ama desembolsa este valor e você está lá, como uma velhinha bradando o benefício do sono, imagina a cena: Seu marido, noivo ou afim todo alegre com a perspectiva de uma noite inesquecível, com direito a urros enlouquecedores, porque é claro, o camarada está imaginando toda uma selvageria e você como quem mata toda uma nação, dorme tranquilamente, juro eu não tiro a razão do homem se este tiver acordado você com uns sopapos e solavancos dizendo que toda uma nação de espermatozoides foi dizimada por você.

O motel é o up no sexo do casal, fazer certas coisas em lugares diferentes dá uma nova roupagem as estas tais coisas e estas coisas não são pensadas quando tomamos umas taças de vinho a mais, prefira comidas leves assim também sua barriguinha estará mais definida. Imagina você depois de ter comido buchada no almoço e sarapatel no jantar, seu amado a convidada para um passeio e você lá, pocando como diz umas amigas, inchada como uma grávida que carrega trigêmeos. Veja eu não contra o vinho, tampouco a buchada, só que essas coisas em excesso podem frustrar a noite mais fudida da sua vida e acabar de vez com o tesão que seu parceiro sente por você.

Se você toma 3 taças de vinho antes do sexo, cuidado, eu advirto que em dado momento você não terá controle e nem lembranças claras. Você pode acordar com dor de ouvido e o nariz sangrando e se perguntar por quê.

R. Acordar com dor de ouvido e nariz sangrando são males menores. Danado é acordar com dor na perseguida e o furico sangrando.

Agora, voltando ao mérito da sua argumentação, você está coberta de razão, caríssima leitora. E eu já tive notícias de casos até piores.

Veja, por exemplo, a foto que está no final desta postagem. Foi feita pelo meu amigo Zezé Estrovenga, no Motel Fantasy, lá de Palmares. Um estabelecimento que cobra 33 reais e que jamais atingirá esta carestia aí de Arcoverde, de cobrar 100 reais por uma estadia. É sinal de que os fudedores do Sertão estão em melhores condições de vida do que os fudedores da Mata Sul. Três vezes melhores, pra ser exato.

 

Zezé é mototaxista de profissão. Ele é tão ajumentado que, além do capacete, usa um escudo de couro no meio das pernas pra proteger a pajaraca. A namorada dele, batizada por Estelita, mas que é mais conhecida na praça por Licatraia, adora encher o furico com Ron Bacardi, quando não está enchendo-o com a estrovenga de Zezé.

Ficou tão bêba na semana santa que dormiu abraçada com a garrafa. Zezé se arretou, tirou o retrato dela e me mandou. Diz ele que passou a noite vendo filme de sacanagem e escutando a moça roncar.

Agora, me diga: é ou não é desperdício sem tamanho, um pezinho de rabo mimoso e fofinho feito esse de Licatraia, ficar sem serventia uma noite inteira por causa de bebedeira???

Nessas horas práticas, o velho ditado de que “fiofó de bêba num tem dono” num serve nem de consolo.

CARDEAL MAVIAEL MELO – SALVADOR-BA

Chaveiríssimo Papa

A chave dessa besta tem arrebentado cabeças de fechaduras mundo à fora, incentivando a futilidade, abastecendo a anarquia, esculhambando o “inesculhambável” e proliferando muita alegria. “Cachaceando” uma boemia de letras sedentas de verbos e portas, tem a Besta a porta aberta pro mundo. E quanta porta ainda há por se abrir, algumas já se arreganharam com a chave da corrupção a concupiscência de poder, outras tantas à espera de um convite.

Que porta queremos abrir? Do ter pra poder ser, do querer sem merecer, do sentir por pura inveja ou do sonhar sem entender?

Quais são as portas pra se abrir? Da felicidade pelo que se merece, do sorriso pela piada escutada, dos desejos pelo que alegra os olhos? Ou a porta do sonho de cada um?

Não importa.

Aporta um verso pra comunidade fubânica e um mote a disposição:

Em cada porta há um segredo
No “é difícil” do mundo!

A Porta

Nem sempre a chave é a certa
E trava logo na entrada
A volta não completada
Já deixa a trinca esperta
Se forçar ela desperta
E fecha feito um segundo
Se esquiva qual vagabundo
Escapulindo do medo
Em cada porta há um segredo
No “é difícil” do mundo!

Depois de conseguir abrir a porta de casa.

MONSENHOR WALTER JORGE DE FREITAS – PESQUEIRA-PE

AGUARDANDO O DIA DO CHORO

Como parte de nossa intenção de tocar alguns choros nesses dias que antecedem a data comemorativa desse gênero musical genuinamente brasileiro, escolhemos mais três páginas musicais:

Nova Ilusão – Samba-Choro de Claudionor Cruz e Pedro Caetano

Trata-se de uma gravação inédita incluída no CD “Trilha Sonora do Filme Nelson Gonçalves”. Embora gravada em 1986, essa pérola sobrou do disco de que faria parte e ficou na gaveta até o lançamento do filme sobre a vida do velho e eterno “Metralha”.

Trombone Atrevido – Choro de Pixinguinha – Interpretado por Zé da Velha e Silvério Pontes

A dupla de instrumentistas Ze da Velha (trombone) e Silvério Pontes (piston), vem há décadas gravando, tocando e dando vida ao choro nas apresentações nos palcos brasileiros.

Pedacinho do Ceu – Choro de Waldir Azevedo – Yamandu Costa e Dominguinhos

Temos mais uma vez, um choro conhecidíssimo interpretado por dois dos maiores músicos brasileiros: Yamandu, grande violonista e Dominguinhos, o nosso velho sanfoneiro, juntos
graças à iniciativa da Biscoito Fino.

Boa Audição!

CARDEAL XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Meu Papa,

Dia 18, 18 horas, Nena Queiroga receberá o título de Cidadã Pernambucana. Faz-se justiça.

Escrevi-lhe esse bilhete, via imeio e autorizo sua publicação no JBF.

É uma homenagem e, ao mesmo tempo, convite para o evento na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Grande abraço, Saúde, Luz e Paz.

R. Deu certo que só beiço de bode esta mensagem do nobre colunista fubânico: vou aproveitar pra ilustrar a postagem com a homenageada Nena Queiroga cantando uma música da autoria do Cardeal Xico Bizerra! 

No mês de novembro passado, na qualidade de Presidente da Academia Passa Disco da Música Nordestina, tive o privilégio e a alegria de dar posse à grande artista Nena Queiroga, nascida no Rio de Janeiro mas pernambucana de coração e bem-querer. E, a partir da próxima semana, pernambucana de papel passado, carimbado e votado no plenário da Assembleia Legislativa!

De modo que é com muita alegria que o JBF bota no ar o texto que você nos mandou.

“Minha Pintura”, do Cardeal Xico Bizerra, com Nena Queiroga

Papa Berto dando posse a Nena Queiroga na APDMN

* * *

CARTA ABERTA A NENA QUEIROGA, cidadã pernambucana

 Nena Querida,

Bastar-lhe-ia o sobrenome Queiroga para se tornar merecedora desse título. Mas essa menina Nena vai muito além disso, como cantora e, principalmente, como gente. É que o destino às vezes prepara surpresas e a cegonha, vez por outra, erra o endereço de entrega. Nena ‘desembuchou’ no Rio de Janeiro, mas sua alma é totalmente pernambucana, como o frevo que ela tão bem interpreta. Seu coração é tão Guararapes quanto o de Capiba e o de Gonzaga e o sangue que lhe corre nas veias vem do mesmo ventre de emoção que permeia a nordestinidade dos vaqueiros, dos aboiadores e dos violeiros nascidos nesse Pernambuco imortal. 

Dia 18 nosso Estado amanhecerá mais feliz e com um sol mais brilhante ao descobrir-se como terra de Nena. De minha parte sinto-me lisonjeado de ser, além de amigo, seu conterrâneo. Não a parabenizo – ela já é daqui de direito e agora torna-se de fato. Parabenizo, sim, o Deputado Daniel pela justeza da proposta e, sobremaneira, o povo de Pernambuco pela conterrânea que acaba de ganhar, agora de papel passado.

Xêro do fã

Xico Bizerra

CARDEAL JOÃO VEIGA* – RECIFE-PE

Essa conversa que médico não quer ir para o interior do Estado é balela, é conversa para a boiada dormir e roncar.

Médico não gosta é de ganhar uma miséria, ninguém gosta; médico não gosta de trabalhar sozinho como “boi que puxa arado”; médico não gosta de trabalhar sem exame e tecnologia, pois aprendemos e é muito importante a tecnologia para salvar vidas.

Médico pensa em se oposentar e ter o seu sustento garantido após 35 de trabalho; médico gosta de atualizar seus conhecimentos como uma obrigação mútua do estado e do médico.

Médico gosta de trabalhar com as condições e seguranças dos juízes de direito, de procuradores de estado e federal, de delegados federais, de ex-presidentes da república;

médico não tem cara de panaca
médico não tem jeito de babaca
médico não quer tá com a bunda exposta na janela
pra passar a mão nela…

*médico desde 1989

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES – RECIFE-PE

Gente amada:

Convido-os para uma visita ao site de Eliana Zagui (clique aqui), 38 anos, há 36 com paralisia do pescoço para baixo, num hospital paulista. E que acaba de lançar um livro!! E que aprendeu línguas! E ainda é pintora!!

Uma fantástica lição desbabaquizadora!!

Uma lição para todos nós, que às vezes nos descontetamos com pequenas merdinhas.

Com afeto e as bençãos do Homão da Galileia, nosso Irmão Libertador.

ANTONIO FERREIRA – PALMAS-TO

Caro Berto,
 
Todos nós sabemos que o PT nasceu no meio operário e com a finalidade de defender a categoria.

Porém, recentemente li em algumas mídias que o mesmo PT mudou radicalmente de opinião com relação as demandas dessa mesma categoria.

É o caso das greves nas hidrelétricas que estão sendo construídas no estado de Rondônia, mas especificamente em Jirau, onde o governo desse mesmo PT, atualmente manda prender grevistas e os chama de bandidos.

Gostaria que vossa santidade, de cima do seu pedestal de sabedoria, se pronunciasse sobre esse assunto.
 
Abraço

R. Caríssimo leitor, besta do jeito que sou, fiquei ancho que só a porra com este “pedestal de sabedoria” que você me atribuiu. Tô aqui mais inxado do que cururu de goteira. Tem uma corrente de cabras safados que não vai com a minha cara e que vive boatando que eu sou um leso à cata de xaleirismo. E dizendo que eu engulo mais corda do que cacimbão do agreste. Pois eles estão certíssimos!

Brigado, caro leitor. Fiquei comovido.

Quanto à sua consulta, sobre a atitude petista atualmente frente às greves, este é apenas um dos itens do extenso prontuário vermêio de mudanças. A água se transformou em vinho. O mar virou sertão.

Tudo que o bando defendia e pregava antes de chegar ao poder, hoje em dia não consta mais do programa de atuação. “Abaixo o neoliberalismo“, “abaixo o Plano Real“, “abaixo a Lei de Responsabilidade Fiscal“, Fora Sarney“, “Cadeia pros corruptos“, “o congresso tem 300 picaretas“, “abaixo o Bolsa Ruth Cardoso“,  ”não às coligações partidárias com a direita“, “abaixo a burguesia“, “Roseana só ganha eleição no Maranhão porque o pai dela é sócio da Globo“, etc. etc. etc., (e mais centenas de etc…) são sombras e fantasmas de um passado longínquo. Como no profético romance 1984, de George Orwell, porcos e humanos, nos dias de hoje, têm a mesma cara.

Recomendo a leitura de uma postagem que foi feita há pouco mais de dois meses. E que cuida deste mesmo assunto: como era o PT frente às greves, antes e depois de chegar ao poder. Clique aqui e leia.

A seguir, por oportuno, dê também uma lidinha nesta outra postagem. Tem tudo a ver.

E aguarde mais: temos aqui um time atuante de comentaristas fubânicos, todos gunvernistas, que explica com precisão, maestria e grande capacidade de contorcionismo, cada uma das guinadas que os vermêios deram após chegar ao puder.

Eles têm a conveniente mania de sumir, dependendo do assunto postado. Mas eu tenho esperanças de que eles apareçam pra comentar esta sua cartinha.

MONSENHOR WALTER JORGE DE FREITAS – PESQUEIRA-PE

Estimado Papa Berto.

Mesmo considerando que a postagem anterior teve pouca repercussão, mas alimentando o desejo de divulgar o choro, gênero pouco executado nas nossas emissoras de rádio, volto o pedir a gentileza de apresentar aos leitores as peças que seguem:

Obrigado

Chorando Baixinho – De Abel Ferreira com o autor

Maluquinho – De José Meneses com Spok e Sexteto Capibaribe

Lamentos – De Pixinguinha e Vinícius de Moraes com Elisete Cardoso e Conjunto Época de Ouro

MONSENHOR ANDERSON SOUSA – RIO DE JANEIRO-RJ

My Pope nr 1 !!

Olha a foto da garrafa que foi de Presente pro Obama

Fiquei com inveja do negão

R. Presente do povo brasileiro, entregue pela Presidenta Dilma ao presidente americano.

Também fiquei com inveja: uma garrafa de cachaça cravejada de diamantes, no valor de R$ 200 mil, teria uma serventia da porra aqui no Papado da ICAS.

E, pelo que pude ler no rótulo, é da marca da cachaça que eu bebia há mais de vinte, minha querida Velho Barreiro.

Chega suspirei…

CARDEAL HUYTAMAR – NATAL-RN

Etílico papa Berto I,

Enfim a “marvada” se tornou um produto “Made in Brazil” e até já sabemos a preferência do Obama:

A dos nossos políticos também está clara e evidente:

Ao restante da população brasileira que aprecia, ficaram as seguintes alternativas

Ssirvam-se à vontade! Hahahahahaháááá…


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