O BAIÃO DA SERRA GRANDE

A dupla Palmeira e Biá alegra o nosso domingo com uma composição de Fred Williams.

Em seguida, o próprio compositor e sua gaita.

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CHUÁ, CHUÁ

Para encantar o nosso sábado, Pena Branca e Xavantinho cantam uma dolente canção de autoria da dupla Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão.

MEU PRIMEIRO AMOR

A saudosa dupla Cascatinha & Inhana interpretando uma composição de Gimenez, José Fortuna e Pinheirinho Junior, gravação de 1952.

CARINHOSO

No dia de hoje, 19 de janeiro, está fazendo exatamente 35 anos que Elis Regina encantou-se.

Como o tempo passa ligeiro…

Vamos reverenciar sua memória ouvindo-a cantar Carinhoso, a linda composição de Pixinguinha e João de Barro (Braguinha).

ÚLTIMO DESEJO

Já tem mais de 28 anos que encantou-se a cantora Aracy Teles de Almeida ou, simplesmente, Aracy de Almeida, carioca da gema.

Vamos reverenciar sua memória ouvindo-a cantar esta composição do seu conterrâneo, o genial Noel Rosa, gravada em 1937. 

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(* 19/8/1914 – 20/6/1988)

SEQUESTRARAM MINHA SOGRA

Pra alegrar uma bela terça-feira, Bezerra da Silva interpreta uma composição de Barbeirinho do Jacarezinho e Sarabanda.

CASA DESMORONADA

Neste final de tarde de uma bela segunda-feira, vamos ouvir uma canção de autoria da dupla Antenor Borges/Pedro Fábio, e que foi gravada em 1941. Já lá se vão 76 anos…

Augusto Calheiros, o intérprete, encantou-se há 61 anos. Era alagoano de Maceió, iniciou sua carreira no Recife, transferiu-se para o Rio de Janeiro e fez sucesso no Brasil inteiro por causa de sua voz afinada e do estilo peculiar de interpretação.

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Augusto Calheiros (Jun/1891 – Jan/1956)

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ONTEM AO LUAR

Música composta originalmente em 1907 como polca, com o nome “Choro e poesia“, por Pedro de Alcântara. Posteriormente recebeu letra de Catulo da Paixão Cearense e passou a chamar-se “Ontem, ao luar“.

Para encantar o nosso domingo, temos aqui duas diferentes interpretações desta bela composição.

A primeira na voz da Vicente Celestino. A segunda, na voz de Marisa Monte.

AQUELES OLHOS VERDES

Uma bela interpretação de Agostinho dos Santos para esta versão do bolero mundialmente conhecido (Aquelles ojos Verdes) de Nilo Memendes e Adolfo Utrera.

DEUSA DO ASFALTO

Nélson Gonçalves interpreta uma composição de Adelino Moreira, datada do ano em que o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo: 1958.

EU SONHEI QUE TU ESTAVAS TÃO LINDA

Uma valsa brasileira, de autoria da dupla Lamartine Babo e Francisco Matoso, interpretada por Carlos Galhardo.

JURACY

Uma composição da dupla Cyro de Souza e Antônio Almeida, gravada pelo Trio Irakitan.

NORMALISTA

Uma composição da dupla Benedito Lacerda e David Nasser, interpretada por Nelson Gonçalves.

VIDA, VIDA

Um bolero de 1959. Música de Anísio Silva, cantada por ele mesmo.

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Nota do Editor:

Faço referência a esta música no texto “Nós, os Meninos de Palmares“, crônica de abertura do meu livro “A Prisão de São Benedito“.

CORRUPIO

Genival Lacerda interpreta um balançado gostoso de sua autoria pra alegrar o nosso domingo.

BALADA TRISTE

Música de Dalton Vogeler e Esdras Silva, interpretada por Agostinho dos Santos.

QUEM SABE?

Uma modinha de 1859, de autoria da dupla Carlos Gomes e Bittencourt Sampaio, interpretada por Francisco Petrônio. No violão, Dilermano Reis.

FREVO MULHER

Música de Zé Ramalho, interpretada por Amelinha.

IRACEMA

Um samba de 1956, composto por Adoniram Barbosa, interpretado pelos Demônios da Garoa.

A POEIRA E A ESTRADA

Um amigo muito querido, Maciel Melo, interpreta música de sua autoria. Participação de Elba Ramalho.

NAQUELA MESA

Uma composição de Sérgio Bittencourt em homenagem ao seu pai, Jacob do Bandolim. A interpretação é de Nelson Gonçalves.

NA EMENDA

Um saculejado da bixiga lixa pra este primeiro dia do ano de 2017.

Música de Manuel Euzébio e Juarez Santiago interpretada pelo Trio Nordestino.

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ÁGUAS DE MARÇO

Pra fechar o Caçuá Musical deste ano de 2016, vamos ouvir um composição do saudoso Tom Jobim, um gênio da MPB.

Ele encantou-se há exatos 22 anos, no mês de dezembro, na cidade de Nova Iorque.

O MEU AMOR CHOROU

Paulo Diniz interpreta uma composição da autoria de Luiz Marçal Ferreira Neto.

ONDE A DOR NÃO TEM RAZÃO

Paulinho da Viola canta Onde a dor não tem razão, de autoria dele e Elton de Medeiros:

PROPAROESQUISITONO

Zé Mulato e Cassiano, os autores desta composição, constituem uma autêntica dupla caipira da atualidade, radicada em Brasília.

Uma moda de viola com uma letra instigante e surpreendente, toda à base de palavras proparoxítonas.

PÉ DE CEDRO

Uma composição de Goiá e Zacarias Mourão.

Interpretação da dupla Belmonte e Amaraí.

CHÃO DE ESTRELAS

Para começar a última semana deste ano de 2016, Silvio Caldas interpreta um clássico da MPB, Chão de Estrelas, da autoria de Orestes Barbosa.

SERENATA SUBURBANA

Neste tranquilo domingo, dia 25 de dezembro, Ângela Maria canta Serenata Suburbana, uma das mais inspiradas músicas de Capiba, o saudoso compositor pernambucano.

AVE MARIA

Neste dia 24 de dezembro, quando é celebrado um cabra muito querido, Jorge Aragão, à frente do seu conjunto, interpreta a Ave Maria, de Gounod.

 

SER HUMANO

Neste 24 de dezembro, uma composição de Zeca Pagodinho para a comunidade fubânica.

INHAMBU XINTÃ E O XORORÓ

Uma moda de viola da autoria de Atos Campos interpretada pela dupla Tonico e Tinoco.

SAXOFONE, POR QUE CHORAS?

Para alegrar esta quinta-feira, Severino Rangel, o Ratinho, interpreta um choro de sua autoria:

BOLERO DE ISABEL

Xangai, um menestrel pra lá de arretado,  interpretando composição do Poeta Jessier Quirino, colunista do JBF.

TU QUE ME DESTE O TEU CUIDADO

Para encher de poesia esta terça-feira bonita, Clara Nunes cantando o poema de Manuel Bandeira, Tu que me deste o teu cuidado, que foi musicado por Capiba.

Dois pernambucanos cheios de talento, sendo interpretados pela voz de uma linda e saudosa mineira.

Tu que me deste o teu carinho
E que me deste o teu cuidado,
Acolhe ao peito, como o ninho
Acolhe ao pássaro cansado,
O meu desejo incontentado.

Há longos anos ele arqueja
Em aflitiva escuridão.
Sê compassiva e benfazeja.
Dá-lhe o melhor que ele deseja:
Teu grave e meigo coração.

Sê compassiva. Se algum dia
Te vier do pobre agravo e mágoa,
Atende à sua dor sombria:
Perdoa o mal que desvaria
E traz os olhos rasos de água.

Não te retires ofendida.
Pensa que nesse grito vem
O mal de toda a minha vida:
Ternura inquieta e malferida
Que, antes, não dei a ninguém.

E foi melhor nunca ter dado:
Em te pungido algum espinho,
Cinge-a ao teu seio angustiado.
E sentirás o meu carinho.
E sentirás o meu cuidado.

SERENATA DO ADEUS

Uma bela composição de Vinicius de Moraes. Cantam Cauby Peixoto e Agnaldo Rayol.

FEIRA DE MANGAIO

Para alegrar o nosso domingo, uma composição de Glorinha Gadelha e Sivuca, retratando a feira da cidade de Itabaiana-PB, onde mora o colunista fubânico Jessier Quirino. A interpretação é de Clara Nunes, acompanhada pela sanfona de Sivuca.

FILHO DO DONO

Para iluminar o nosso sábado. Composição de Petrúcio Amorim, um dos grandes nomes da música nordestina contemporânea, cantada por ele mesmo.

MATANÇA

Uma canção de 1981. Composição de Jatobá. Interpretada pelo baiano Eugênio Avelino, o Xangai.

BALANCÊ

Um sacolejado bem gostoso pra alegrar a nossa quinta-feira. Marchinha de carnaval de 1936. Composição de João de Barro e Alberto Ribeiro. Canta Carmem Miranda.


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