MATANÇA

Xangai, parceiro e amigo do colunista fubânico Jessier Quirino, canta uma linda e tocante composição da autoria de Jatobá.

SE ACASO VOCÊ CHEGASSE

Para alegrar a nossa tarde de sábado, Elza Soares interpreta uma composição de Lupicinio Rodrigues e Felisberto Martins, 

FREVO MULHER

Aniversariante do dia de hoje, 21 de julho, quando completa 67 bem vividos anos, a cearense Amelinha interpreta uma composição do ex-marido Zé Ramalho.

RONDA

Carmem Costa interpreta um clássico da autoria de Paulo Vanzolini:

RECIFE MANHÃ DE SOL

Depois de tantos dias chovendo aqui no Recife, São Pedro deu uma trégua. Hoje o dia amanheceu com sol e o bom tempo se mantém até agora, final de tarde. Para comemorar o fato, uma composição de J.Michilis na interpretação de Maria Bethânia.

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FEITIÇO DA VILA

Letra de Noel Rosa e música de Vadico. Elizete Cardoso canta com acompanhamento de Jacob do Bandolim. 

O X DO PROBLEMA

Um inspirado samba de Noel Rosa para abrilhantar o nosso domingo. Interpretação de Roberta Sá e Martinho da Vila.

MODINHA

Para embelezar esta véspera de final de semana, Carlos José interpreta um clássico da autoria de Sérgio Bittencourt:

A DEUSA DOS ORIXAS

A saudosa Clara Nunes (1942-1983) interpreta uma composição de autoria da dupla Romildo e Toninho.

TIMONEIRO

Para embelezar a nossa terça-feira, Paulinho da Viola interpreta uma inspirada música que ele compôs em parceria com Hermínio Bello de Carvalho.

FORRÓ EM LIMOEIRO

Pra alegrar este nosso início de semana, uma composição da autoria de Edgar Ferreira, na interpretação de dois grandes forrozeiros saudosos: Marinês e Dominguinhos. 

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CONVERSA DE BOTEQUIM

Para enriquecer o nosso domingo, vamos curtir uma criação arretada.

Esta composição é um clássico da música brasileira e uma das mais inspiradas letras de Noel Rosa, um gênio que se encantou muito jovem, com apenas 27 anos, deixando uma obra incabada.

Antes do vídeo – uma gravação original na voz do próprio Noel -, este Editor gostaria de transcrever para os leitores do JBF um trecho do livro “Noel Rosa – Uma Biografia“, de João Máximo e Carlos Didier:

“Muita gente diz ter presenciado Noel compor à mesa deste ou daquele café um de seus sambas imortais: Conversa de Botequim. Papagaio inclusive. (Nota do Editor: Papagaiao era um amigo de Noel) Noel, com essa história de dizer “vou cantar um samba que acabo de fazer”, vive dando às pessoas a falsa impressão de que “acabo de fazer” significa, literalmente, que o samba foi feito há instantes. Mas é de fato possível que o amigo motorista o tenha visto ao menos trabalhar a letra de Conversa de Botequim, uma prodigiosa crônica dos cafés cariocas e seus folgados frequentadores. Um irretocável retrato da cidade e de alguns de seus tipos, o garçom que passa o pano na mesa como se a dizer ao freguês que este já lhe roubou tempo demais, o sujeito que gasta seu último níquel apostando no jogo do bicho, o interessante um tanto vago pelo futebol (como o de Noel). Quem se lembrar bem dos tempos do Carvalho, em Vila Isabel, e do papel comunitário que o botequim então – como ainda hoje – prestava, poderá concluir que tudo aquilo, o espírito de se tirar do botequim tudo que ele tem para dar (o cigarro filado, o cartão, a revista, o cinzeiro, o tinteiro, o dinheiro emprestado, o telefone, o recado, a despesa pendurada) ficou guardado no coração do poeta.

Mas não é apenas por isso que Conversa de Botequim pode se incluir entre as mais notáveis peças de toda a história da música popular brasileira. Em nenhuma outra é tão harmonioso o casamento da melodia com a letra, pontuação perfeita, acentuação irrepreensível (nem todos têm muito cuidado para com a acentuação musical, isto é, a sílaba mais forte correspondendo à nota sobre a qual recai o acento melódico, do que Conversa de Botequim é exemplo definitivo). Um samba que acaba se convertendo num desafio aos estudiosos. Sendo feito de parceria com Vadico, a questão se põe em dois pontos: ou Vadico fez toda a melodia e Noel criou para ela os mais exatos versos de toda a canção brasileira, ou o próprio Noel teve alguma participação na construção da música – escorregadia como a de um choro. O que é mais provável.

Seu garçom, faça o favor
De me trazer depressa
Uma boa média que não seja requentada,
Um pão bem quente com manteiga à beça,
Um guardanapo
E um copo d’agua bem gelada.
Fecha a porta da direita
Com muito cuidado
Que não estou disposto
A ficar exposto ao sol.
Vá perguntar ao seu freguês do lado
Qual foi o resultado do futebol.

Se você ficar limpando a mesa,
Não me levanto nem pago a despesa.
Vá pedir ao seu patrão
Uma caneta, um tinteiro,
Um envelope e um cartão.
Não se esqueça de me dar palitos
E um cigarro pra espantar mosquitos.
Vá dizer ao charuteiro
Que me empreste umas revistas
Um isqueiro e um cinzeiro.

Telefone ao menos uma vez
Para 34-4333
E ordene ao seu Osório
Que me mande um guarda-chuva
Aqui pro nosso escritório.
Seu garçom me empreste algum dinheiro
Que eu deixei o meu com o bicheiro,
Vá dizer ao seu gerente
Que pendure essa despesa
No cabide ali em frente.

Papagaio bem pode ter acompanhado a lenta elaboração deste primor de samba. Lenta, sim, porque são francamente inconcebíveis as versões que correm por aí nos dando conta de um Noel que chega ao botequim, sente baixar-lhe uma súbita inspiração, pede lápis e papel ao garçom e, em questão de minutos, escreve de ponta a ponta os versos para a música de Vadico.”

A MODA DA MULA PRETA

Tonico e Tinoco interpretam uma moda-de-viola clássica, da autoria de Raul Torres e Florêncio.

TOURADAS EM MADRID

A interpretação é do Trio Irakitan, criado em 1950 por Edinho, Joãozinho e Paulo Gilvan.

Gravaram seu primeiro disco 78 rotações em 1954 e também atuaram em vários filmes brasileiros contracenando com famosos artistas da época.

A composição é de Braguinha (João de Barro) e fez parte do filme “Garota Enxuta” de 1959.

ESPERANÇAS PERDIDAS

Para alegrar a nossa quarta-feira, os Originais do Samba interpretando um embalo gostoso de autoria da dupla Davi Moreira e Nelson Custódio

SERRA DA BOA ESPERANÇA

Francisco Alves interpreta um clássico da música brasileira, composto por Lamartine Babo.

LamartineBabo

Lamartine Babo (Jan/1904 – Jun/1963)

Saiba mais sobre Lamartine Babo e saiba também a curiosa história da música “Serra da Boa Esperança” clicando aqui

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QUANDO EU CONTAR IAIÁ

Zeca Pagodinha canta um samba bem balançado de sua autoria para alegrar este nosso início de semana.

CORRUPIO

Para alegrar o primeiro dia do segundo semestre, um sábado que amanheceu chuvoso aqui no Recife, Genival Lacerda interpreta um gostoso sacolejado de sua autoria:

QUANDO EU VIM DE MINAS

A saudosa Clara Nunes, uma mineira arretada, interpreta uma linda composição de Xangô da Mangueira para alegrar a nossa sexta-feira.

SERENA NO MAR

Um embalo gostoso, um sacolejo arretado, de autoria do casal Sivuca-Glorinha Gadelha, para alegrar a nossa quinta-feira.

O trio que interpreta a composição dispensa apresentações: Luiz Gonzaga e o casal de autores, Glorinha Gadelha e Sivuca.

MIUDINHO

Para alegrar a nossa terça-feira, Paulinho da Viola canta uma composição do trio Raul Marquês, Monarco e Bucy Moreira.

MINHA FOGUEIRA

 

É tempo de celebração na Nação Nordestina.

Vamos ouvir a doce voz de Amelinha interpretando uma composição da dupla Walter Queiroz e Gerônimo.

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NA EMENDA

Hoje, 23 de junho, véspera de São João, vamos começar o expediente desta gazeta escrota com um saculejado da bixiga lixa. Para todo mundo remexer os quartos!

Música de Manuel Euzébio e Juarez Santiago interpretada pelo Trio Nordestino.

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CHAMEGUINHO

Amanhã é dia de festa na Nação Nordestina, véspera do Dia de São João. Festa pra celebrar o querido santo com muito forró, muita comida, muita bebida, muita música, muita dança.

Assim como no final do ano se deseja “Feliz Natal”, aqui na terrinha a gente deseja Feliz São João!

Vamos esperar a grande festa de amanhã com um peneirado da bixiga lixa, obra da compositora paraibana Cecéu, na doce voz de Elba Ramalho.

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Flagrante feito no São João de 2015, aqui no Recife, Sítio Trindade: o casal de editores do JBF relando o bucho e polindo a fivela do cinturão num fuá da bixiga lixa!

PAGODE RUSSO

Uma sugestão do colunista fubânico José Nêumanne Pinto para este caçuá.

Composição da dupla Luiz Gonzaga e João Silva, interpretada pelo Rei.

HOJE TEM

Um forró de Ilmar Cavalcante e Nanado Alves. Interpretado por Sandra Belê.

SÃO JOÃO NA PASSAGEM

Chegou o São João ! ! !

Um forró da dupla Toninha e Adão Ferreira na interpretação d’Os 3 do Nordeste. 

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SÃO JOÃO DORMINHOCO

 

Um forró junino da autoria de Antônio Barros e interpretado pelo Trio Nordestino. 

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SÃO JOÃO AGARRADINHO

Para esquentar o forró junino fubânico, uma composição da dupla Delmiro Ramos e Vitor Oliveira na voz do saudoso Ary Lobo. 

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QUADRILHA É BOM

quadrilha

Aqui na Nação Nordestina já estamos em meio aos festejos juninos. Aliás, desde que começou este mês de junho.

Apesar do título, “Quadrilha é Bom“, esta música nada tem a ver com o Brasil contemporâneo. Nada a ver com Mensalão, Petrolão, JBS ou cachês pagos por empreiteiras a figurões da república.

Trata-se apenas de uma celebração junina, gravada em 1957.

Composição do imortal Zé Dantas na voz de Marinês. 

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FESTA DE SANTO ANTONIO

Homenagem ao santo do dia de hoje, 13 de junho, o casamenteiro arranjador de marido pras moças que estão no caritó.

Vamos ouvir o rei Luiz Gonzaga interpretando esta composição de autoria da dupla Alcymar Monteiro e João Paulo.

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* * *

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Pau da Bandeira de Santo Antônio, devoção e muita aguardente na maior festa popular de Barbalha-CE; neguinho enche o rabo de cachaça debaixo do pau da bandeira do santo

MEU SANTO É BRASA

Chegou o São João ! ! !

Um embalo junino composto pela dupla Jackson e Anastácia, na voz de Jackson do Pandeiro. 

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Anastácia e Jackson do Pandeiro

SAUDADE

Minha querida Tia Amara, que encantou-se hoje, foi uma grande carnavalesca, pioneira do Galo da Madrugada.

Ela era uma brincante que se destacava nos blocos e troças do Recife, enchendo de vida e de alegria as ruas desta cidade mágica.

Na foto abaixo, ela aparece embaixo do estandarte do Bloco da Besta Fubana, usando a camiseta branca da nossa agremiação, com a Besta Fubana estampada nela.

Foi no carnaval de 2004.

Em homenagem a ela, aqui vai o frevo-de-bloco intitulado Saudade, da autoria de Aldemar Paiva.

A interpretação é do coral do Bloco da Saudade, a agremiação cujo desfile Tia Amara acompanhava toda segunda-feira de carnaval.

MINHA NEGA NA JANELA

Pra abrir o expediente deste sábado, um samba que foi composto em 1956 pela dupla Germano Mathias e Doca. Uma letra que tem tudo pra emputiferar a turminha do politicamente correto. Canta Germano Mathias.

NA GLÓRIA

Ele encantou-se há oito anos, quando tinha 94 anos de idade. Raul de Barros era um dos maiores trombonistas brasileiros.

Vamos ouvi-lo interpretando o samba-choro de sua autoria Na Glória.

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RauBarros

(* 25.Nov.1915 – 08.Jun.2009)

CHEGOU SÃO JOÃO

Já começaram os festejos juninos na Nação Nordestina!

Marinês e Sua Gente alegram o forró fubânico cantando uma música junina da autoria de Zé Dantas e Joaquim Lima.

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SE ARRASTANDO

Chegou o São João ! ! !

Um balançado bem gostoso, à base de pífano, pra alegrar a terça-feira fubânica.

Música de Tulio Ricardo, interpretada por João do Pife.

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João-do-Pife

João do Pife, grande artista pernambucano natural de Riacho das Almas

5ª SINFONIA DE BEETHOVEN

No dia de hoje, 5 de junho, o genial artista Oswaldinho do Acordeon, nascido em Duque de Caxias-RJ e radicado em São Paulo, completa 63 anos.

Vamos ouvi-lo interpretando  a 5ª Sinfonia de Beethoven. 

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Oswaldinho do Acordeon: um sanfoneiro da bixiga lixa

HISTÓRIA DE LAMPIÃO

No dia de hoje, 4 de junho, há 119 anos, nascia em Serra Talhada-PE, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, um dos mais destacados mitos da Nação Nordestina.

Para lembrar a data, vamos ouvir uma composição de Onildo Almeida, História de Lampião, que resume a vida de Lampião. A interpretação é de Marinês.

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lampião

Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião (* 04.Jun.1898 – 28.Jul.1938)

FEIRA DE MANGAIO

Para alegrar a nossa sexta-feira e aguardarmos o final de semana em alto astral, um sacolejado gostoso da autoria de Glorinha Gadelha e Sivuca, retratando a feira da cidade de Itabaiana-PB, onde mora o colunista fubânico Jessier Quirino. A interpretação é de Clara Nunes, acompanhada pela sanfona de Sivuca.


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