21 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

A DOR DE UMA SAUDADE

Um lindo e tocante Frevo-de-Bloco de autoria do saudoso compositor Edgar Moraes. A interpretação é do coral feminino do Bloco da Saudade.

19 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

LÁGRIMAS DE FOLIÃO

Pra começarmos este lindo domingo em alto astral, um frevo-de-rua da autoria de Levino Ferreira, gravado pela Orquestra do Maestro Duda. O frevo-de-rua é um dos três gêneros de frevo. Os outros dois são frevo-canção e frevo-de-bloco.

18 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

CHIQUITA BACANA

Emilinha Borba interpreta um grande sucesso do carnaval de 1949. Uma marchinha de autoria da dupla Braguinha/Alberto Ribeiro.

17 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

FREVO DOS MOTORISTAS

Um frevo-de-rua do Maestro Nunes. Executado pela Orquestra 1º de Novembro de Timbaúba-PE. Todos os músicos são excelentes, mas tem uma tuba aí no meio da orquestra que é um espetáculo à parte!

16 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

FREVO E CIRANDA

Um frevo de rua do compositor Capiba. Executado pela Orquestra 1º de Novembro de Timbaúba-PE.

15 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

PARAQUEDISTA

Um Frevo de Bloco interpretado pelo coral do Bloco da Saudade. Música de Roberto Bozan.

14 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

CARNAVAL DIVINAL

Recife já vive a efervescência do Carnaval. Um Frevo-de-bloco da autoria de Edgar Moraes. Frevo-de-bloco é a forma mais poética, lírica e tocante do gênero frevo. Interpretação do Coral Feminino.

13 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

HOMENAGEM À FOLIA

Um Frevo de Bloco interpretado pelo coral do Bloco da Saudade. Música de Edgard Moraes, saudoso compositor pernambucano que se encantou em março de 1973, aos 69 anos de idade.

12 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

SONHO AZUL

Para alegrar o nosso domingo, Maciel Melo, um amigo que mora na estima do Editor desta gazeta, interpreta a música Sonho Azul, uma composição de sua autoria.

11 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

HORA DO ADEUS

Música de Onildo de Almeida e Luiz Queiroga, na voz do Rei Luiz Gonzaga.

ULTIMO DIA – Levino Ferreira

Hoje, 9 de Fevereiro, é o Dia do Frevo. Pros leitores fubânicos um Frevo de Rua da autoria do Maestro Levino Ferreira, intitulado Último Dia, o frevo preferido da co-editora do JBF, Aline Berto.

ANSIEDAD

Uma canção de 1958, composta pelo venezuelano José Enrique “Chelique” Sarabia Rodriguez, na voz marcante do saudoso Nat King Cole.

SÓ PARA MOER

Para alegrar esta terça-feira de sol, uma música de Viriato Silveira da Silva composta em de 1877. E já lá se vão 140 anos!!! Execução de Pixinguinha e Benedito Lacerda, em gravação de 1949.

RATO, RATO

Polca do pistonista da Banda do Corpo de Bombeiro do Rio de Janeiro, Casimiro da Rocha, composta em 1904. A música foi feita na época em que a peste bubônica se alastrava na Cidade Maravilhosa.  Em tempos de zika, dengue, febre amarela e chikungunya, a música vem a calhar. Execução de Canhoto e seu Regional e Jacob do Bandolim.

WHAT A WONDERFUL WORLD

Para um domingo maravilhoso, uma música maravilhosa que fala de um mundo maravilhoso. Composição de Bob Thiele e George David Weiss, gravada em 1967 por Louis Armstrong.

Ô ABRE ALAS

Neste sábado bonito, quando estamos nos proximidades do carnaval, vamos ouvir uma linda marcha-rancho da autoria de Chiquinha Gonzaga, composta em 1899, quando ainda faltava um ano pra chegada do Século XX. E olhe que já estamos no Século XVI… As saudosas irmãs Dircinha e Linda Baptista são as intérpretes.

ESCOVADO

Uma música composta em 1930 por Ernesto Nazareth. Interpretação de Jane do Bandolim, acompanhada pelo grupo Miado de Gato.

NOCHE DE RONDA

Uma valsa canção de 1937, composta pela mexicana Maria Teresa Lara, e interpretada aqui pelo seu irmão, o também compositor Agustín Lara.

CONTATOS IMEDIATOS

Um lindo choro de Altamiro Carrilho para encantar a nossa quinta-feira.

MOON RIVER

Música de Henry Mancini, letra de Johnny Mercer, lançada em 1961. Foi interpretada no filme Breakfast at Tiffany’s por Audrey Hepburn. Mas foi na voz do cantor Andy Williams que alcançou grande sucesso.

PARAQUEDISTA

Orquestra Tabajara executando um chorinho de 1946, do compositor José Leocádio.

AQUARELA BRASILEIRA

Martinho da Vila canta o samba-enredo da escola de samba Império Serrano, desfile do ano de 1964, uma belíssima composição do saudoso Silas de Oliveira. Um tempo em que dava gosto ouvir samba-enredo…

SILAS-DE-OLIVEIRA

Silas de Oliveira (Out/1916 – Mai/1972)

AMOR É ASSIM

Para inaugurar nossa semana, Paulinho da Viola interpreta uma canção de sua autoria.

PRELÚDIO PRA NINAR GENTE GRANDE

Muita gente conhece esta música por Menino Passarinho.

É um tocante poema de Luiz Vieira, pernambucano de Caruaru, que completa 89 anos em 2017, no próximo mês de outubro. Não gosta de ser chamado de cantor, prefere ser conhecido por cantador, à moda nordestina.

Aqui ele interpreta sua música. 

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luiz

ADEUS BATUCADA

Um samba de Synval Silva, composto em 1935.

Interpretado pela querida e saudosa Carmem Miranda.

FASCINATION

Para abrilhantar o nosso sábado, o inesquecível Nat King Cole interpreta uma canção de Maurice de Féraudy (versão em inglês de Dick Manning).

TERREIROS DE FORRÓ

Pra aguardarmos com bom astral a chegada do final de semana, um arrasta-pé arretado de Miguel Marcondes e Luiz Homero, intitulado “Terreiros de Forró“, na voz macia e linda de Patrícia Cruz.

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pc

Patrícia Cruz: uma mulher cantadeira da Nação Nordestina

DEU PRA TI

Para começarmos em alto astral o expediente da nossa sexta-feira, Kleiton e Kledir cantam uma canção de autoria desta dupla gaúcha:

MANÉ FOGUETEIRO

Um samba-canção de João de Barro de 1934. Canta Augusto Calheiros.

CASACA DE COURO

Um rojão gostoso da autoria de Rui de Morais e Silva intitulado “Casaca de Couro“, um simpático passarinho da Nação Nordestina. A interpretação é de Jackson do Pandeiro.

Pela peculiaridade dos termos, a letra da composição merece ser transcrita e está logo a seguir.

Saiba mais sobre o Casaca de Couro clicando aqui.

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casaca-de-couro

Casaca-de-Couro, passarinho típico da região Nordeste do Brasil, é avistado nos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Ceará e Piauí.

Xô, xô, xô, xô
Casaca de couro
Cantando as duas na telha
Cantando as duas na telha.

Parece um arapuá
Cheio de vara e algodão
O ninho de uma casaca
Não parece ninho não
Parece mais os parceiros
Do pajau do sertão.

Em riba do pé de turco
Tem um ninho de graveto
Tem garrancho de jurema
Tem pau branco, tem pau preto
Tem lenha que dá pra facho
Tem vara que dá espeto.

Uma grita, outra responde
Uma baixa, outra também
Parece mulher pilando
Pro mode fazer xerém
Subindo e descendo as asas
Como os seios do meu bem.

Eu nunca vi desafio
Mais bonito, mais iguá
Duas casacas de couro
Quando começa a cantar
Parece dois violeiros
Num galope à beira-mar.

FELICIDADE FOI EMBORA

A dupla Pena Branca & Xavantinho interpreta um composição de Lupicínio Rodrigues.

VOA LIBERDADE

Neste ano de 2017, no próximo mês de março, vai fazer 24 anos que se encantou um cabra chamado Jessé, uma voz como poucas que já surgiram na música brasileira.

Morreu jovem, com apenas 41 anos e deixou uma interpretação tocante da música intitulada “Voa Liberdade“, composta pelo trio Mário Maranhão, Eunice Barbosa e Mário Marcos. (Um detalhe curioso: Eunice Barbosa é mãe do cantor Antonio Marcos, também já falecido.)

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Jessé (Abr/1952 – Mar/1993)

O BAIÃO DA SERRA GRANDE

A dupla Palmeira e Biá alegra o nosso domingo com uma composição de Fred Williams.

Em seguida, o próprio compositor e sua gaita.

* * *

CHUÁ, CHUÁ

Para encantar o nosso sábado, Pena Branca e Xavantinho cantam uma dolente canção de autoria da dupla Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão.

MEU PRIMEIRO AMOR

A saudosa dupla Cascatinha & Inhana interpretando uma composição de Gimenez, José Fortuna e Pinheirinho Junior, gravação de 1952.

CARINHOSO

No dia de hoje, 19 de janeiro, está fazendo exatamente 35 anos que Elis Regina encantou-se.

Como o tempo passa ligeiro…

Vamos reverenciar sua memória ouvindo-a cantar Carinhoso, a linda composição de Pixinguinha e João de Barro (Braguinha).

ÚLTIMO DESEJO

Já tem mais de 28 anos que encantou-se a cantora Aracy Teles de Almeida ou, simplesmente, Aracy de Almeida, carioca da gema.

Vamos reverenciar sua memória ouvindo-a cantar esta composição do seu conterrâneo, o genial Noel Rosa, gravada em 1937. 

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(* 19/8/1914 – 20/6/1988)

SEQUESTRARAM MINHA SOGRA

Pra alegrar uma bela terça-feira, Bezerra da Silva interpreta uma composição de Barbeirinho do Jacarezinho e Sarabanda.

CASA DESMORONADA

Neste final de tarde de uma bela segunda-feira, vamos ouvir uma canção de autoria da dupla Antenor Borges/Pedro Fábio, e que foi gravada em 1941. Já lá se vão 76 anos…

Augusto Calheiros, o intérprete, encantou-se há 61 anos. Era alagoano de Maceió, iniciou sua carreira no Recife, transferiu-se para o Rio de Janeiro e fez sucesso no Brasil inteiro por causa de sua voz afinada e do estilo peculiar de interpretação.

acl

Augusto Calheiros (Jun/1891 – Jan/1956)

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ONTEM AO LUAR

Música composta originalmente em 1907 como polca, com o nome “Choro e poesia“, por Pedro de Alcântara. Posteriormente recebeu letra de Catulo da Paixão Cearense e passou a chamar-se “Ontem, ao luar“.

Para encantar o nosso domingo, temos aqui duas diferentes interpretações desta bela composição.

A primeira na voz da Vicente Celestino. A segunda, na voz de Marisa Monte.


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