AUGUSTO LUCENA MOSTRA O PAU À PROFESSORA MARIQUINHA BUNDÃO

De 1964 a 1969, anos de chumbo que o prefeito Augusto Lucena foi nomeado pelo governador Eraldo Gueiros de Pernambuco para administrar a Prefeitura do Recife, contam-se trapalhadas homéricas de arrepiar os pentelhos do forévis dos bastidores do Cabaré de José Mariano durante os ânus que o homem de chapéu ramenzoni ficou à frente do executivo.

Modernizador do bairro de São José, Augusto Lucena era alvo de elogios, mas de pesadas críticas dos seus desafetos quando o assunto era sua administração, chegando ao ponto de seus inimigos políticos o chamarem de: “Revitalizador da Venérea Brasileira”, por ser o bairro dos cortiços onde predominavam os maiores índices de gonorreias, sífilis, chatos, cristas de galo, blenorragia, herpes genital…

Durante suas gestões foram criados o edifício-sede da Prefeitura, o Colégio Municipal para ensino do 1º e 2º graus, mais de 4000 casas populares, muitas avenidas, entre elas: a Caxangá, a Antônio de Góis, a José Estelita, a Nossa Senhora do Carmo, a Agamenon Magalhães, a Domingos Ferreira, a Abdias de Carvalho e o Cais do Apolo; as pontes de Limoeiro, Jiquiá, Capunga e Caxangá, o alargamento da Av. Dantas Barreto, onde houve a necessidade da demolição da Igreja dos Martírios, considerado pela municipalidade como imprescindível para a construção e alargamento da avenida.

Foi nesse tempo que os religiosos que defendiam a permaneça da Igreja dos Martírios se insurgiram contra o prefeito Augusto Lucena e se puseram em frente à igreja deitados de bunda para cima como resistência à sua demolição e o velho mandou passar o trator por cima dos que resistiram à derrubada. Esse episódio ficou conhecido como “A revolta dos cus aperobados”.

Mas foi no período em que administrou a cidade do Recife que o prefeito Augusto Lucena enfrentou sua mais dura batalha caseira: os desaforos da professora Mariquinha Bundão, uma baixinha enfezada moradora do bairro de Água Fria.

Certa vez um grupo de professora, à frente a educadora baixinha Mariquinha Bundão, insatisfeita com o salário de miséria que recebia da Prefeitura, fez uma marcha de protesto até o Cabaré de Jose Mariano para reivindicar melhores salários e condições de trabalho…

Quando adentrou no recinto da câmara de vereadores, encontrou o prefeito Augusto Lucena debatendo boca com outros funcionários que protestavam também por aumento de salário, e as professoras, à frente a líder, Mariquinha Bundão, foram logo se dirigindo ao chefe do executivo e dizendo, dedo em riste:

– Ei, cunhão murcho, vai pagar a gente ou não vai o aumento salarial? Essa merda que a gente está recebendo não dá nem pra comprar um sabugo de milho para limpar o furico! Como queres que a gente dê aulas com os dentes arreganhados?

Tenso e atrapalhado com tanta pressão, o chefe do executivo municipal não teve outra alternativa: pôs a mão no fecho ecler, pegou o pau com os ovos e, chacoalhando-os, disse:

– Olha aqui que eu tenho para vocês de aumento salarial! Se não estão satisfeitas com o que ganham, vão dar o rabo nos botecos da São José! Vocês ganham mais!

Revoltada com a resposta desaforada do prefeito e percebendo que o homem era duro na queda para dar aumento, na frente de todos que estavam no salão do Cabaré de José Mariano, Dona Mariquinha Bundão, sem papa na língua, perguntou:

– Tudo bem, mas onde fica esse cortiço que o senhor frequenta pra eu ir até lá pra gente dar uma a seu gosto e preferência? Prometo-lhe fazer de tudo! Qual! Qual! Qual! Qual! Qual! E saiu de fininho antes que o prefeito soltasse os cachorros!

SEVERINO BIL E A CABRITA MIMOSA

Severino Bil era um adolescente bem-afeiçoado, corpanzil escultural, apesar de filho de neta de escrava. Sua atividade era pastorar as cabritas do avô materno nos canaviais de Lagoa do Carro, distrito pacato de Carpina, Pernambuco. No colégio estadual do distrito onde estudava era cobiçado pelas meninas que viam nele um galã de cinema, um Jemes Dean, um Marlon Brando, mas ele nunca dava atenção a elas, pôs não tinha a malícia de sacar as pretensões astuciosas das adolescentes assanhadas, que ficavam toda molhada só em imaginá-lo pelado na frende delas.

Olhos azuis, cabelos pretos e lisos, rosto afilado, Severino Bil puxou à genética do pai de origem alemã, que deixou a mãe assim que percebeu que ela estava prenha dele, depois de uma convivência amancebada de mais de dois anos, morando num quartinho de dois vãos no sítio Padre Cícero Romão Batista do avô materno, seu Zé Bil de Maria.

Quando completou dezessete anos aí é que o adolescente despertava suspiros alucinados nas alunas do Colégio Joaquim Nabuco mesmo, principalmente na professora balzaquiana Chiquinha, cabaço absoluto, que, segundo ela às colegas de profissão, todo dia sonhava com o rapagão a comendo na posição meia nove!…

– Minhas meninas, dizia Chiquinha às colegas professoras na hora dos intervalos de classes, é impressionante o poder de sedução que aquele adolescente exerce em mim! Que Olhos! Que boca! Vocês acreditam que todo dia eu sonho com aquele safadinho me comendo? Ao passo que as colegas, ouvindo tais confissões indecentes de Chiquinha, arregalavam os olhos e a censuravam, mas desejando o mesmo para elas:

– Mas, Chiquinha, isso é pecado capital! Quem já se viu uma educadora feito tu teres tesão por um adolescente que é teu aluno, mulher? Deus te castiga, visse?…

Como resposta às surpresas das colegas, Chiquinha respondia com todas as forças da paixão e desejos reprimidos:

– Minhas meninas, se vocês soubessem os sonhos eróticos que tenho com aquele adolescente, as posições com que ele me pega, as sacanagens que ele me faz nos sonhos, vocês não diziam isso!… Desconfio que Deus não se preocupe com isso não!…

Depois dessa conversa com as colegas em classe, Chiquinha nunca mais quis tocar no assunto referente ao adolescente nem as colegas perguntavam.

É que, segundo as más línguas, Chiquinha resolveu visitá-lo no sítio do avô materno no período de férias escolares com pretexto de conhecer a família e matar a saudade da paixão avassaladora que a devorava nos sonhos eróticos com ele.

Quando chegou ao sítio Padre Cícero Romão Batista encontrou Dona Maria das Dores, mãe de Severino Bill e perguntou onde estava o rapaz e esta respondeu, apontando para o canavial: “Está lá em guentão dentro do canavial pastorando as cabritas do avô.”

Ansiosa, Chiquinha, pede licença a Dona Maria Das Dores e adentra ao mato, indo ao encontro de Severino Bill, enquanto as professoras que vieram com ela ficaram com a mãe do adolescente no alpendre da casa grande, conversando.

Para sua surpresa e decepção, Chiquinha, quando adentra no mato para descobrir o local onde está Severino Bil pastorando as cabritas ouve um sussurro, um fungado, um “ai mimosa, ui mimosa”. Para sua decepção e nojo, era Severino Bill pastorando a cabrinha Mimosa por trás e a chamando de “minha doce cabritinha!”

A decepção da professora Chiquinha foi tão grande, tão avassaladora com a cena a que assistiu que ela saiu correndo em desabalada carreira por dentro do canavial que até hoje se a procura nas imediações e não se a encontra, passados mais de quarenta anos do flagra do “hidden love” entre Severino Bill e a cabrita Mimosa.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL SE TRANSFORMA NUMA CORTE DE CONVENIÊNCIA

“Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal é a degradação do Judiciário brasileiro.” O Jurista Dalmo de Abreu Dallari proferiu essa profética frase em 2002 por ocasião da indicação e nomeação do ministro àquela Corte Constitucional, por Fernando Henrique Cardoso.

Em 17.02.2017, no julgamento histórico que discutia a legitimidade de ato do TJ/SP no HC 126.292, que negou provimento ao recurso exclusivo da defesa, e determinou o início da execução da pena, o pleno do Supremo Tribunal Federal (STF), por 7 votos a 4, mudou a jurisprudência que persistia na Corte desde 2009 no julgamento do HC 8.4078/MG, de relatoria do ministro aposentado Eros Grau. No HC 126.292/SP o STF confirmou que era, sim, possível a execução da pena depois de decisão condenatória confirmada em segunda instância, mudando o entendimento até então prevalente, desde que seja imperiosa a indicação concreta e objetiva de que os pressupostos descritos no artigo 312 do CPP incidam na espécie.

No julgamento, cujo relator do processo foi o profícuo, ético, ilibado, escorreito e “suicidado-se em tragédia aérea” ministro Teori Zavascki, que votou no sentido de mudança da jurisprudência, no que foi prontamente seguido pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, cada um apresentando argumentos muito pertinentes.

Passados menos de um ano do julgado histórico e com o advento da Operação Laja Jato a todo vapor, que resultou no conjunto de investigações pela Polícia Federal do Brasil, que cumpriu mais de mil mandados de busca e apreensão, de prisão temporária, de prisão preventiva e de condução coercitiva, visando apurar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou bilhões de reais em propina, que veio como furacão prendendo políticos e empresários ladrões, fenômeno esse jamais visto em terra Banânia. O dinheiro que, no dizer do genial Millôr Fernandes, compra até amor sincero e paga toda sua felicidade, mudou o entendimento de dois ministros canalhas, pilantras, escrotos, escroques, ladrões: Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que passaram a se insurgir contra decisões defendidas por eles próprios como corretas. Entre o dinheiro sujo que receberam e o direito de punir para não receberem nada, optaram pela bandidagem, mudando entendimento jurisprudencial que eles mesmos firmaram na mais alta Corte Constitucional, antes da visibilidade da Lava Jato.

Após verem o dinheiro sujo cair em suas mãos como prêmios, vindo de políticos ladrões e empresários bandidos, os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli passaram para o lado da bandidagem e começam a se insurgir contra prisões cautelares de quaisquer espécies, prisão temporária, prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão, de forma monocrática que, segundo entendem agora maculam a imagem de gente honesta, séria, ilibada, que a única coisa que deseja é o bem do Brasil e dos brasileiros.

“É justo que gente da hombridade, da honestidade, da seriedade, do caráter dum Paulo Maluf, dum José Dirceu, dum Eduardo Cunha, dum Garotinho, duma Rosinha, dum Sérgio Cabral e tantos outros anjos ungidos estejam presos por decisões de juízes de primeiro grau irresponsáveis?, – perguntou Gilmar Mendes em coletiva ao Jornal “O Puteiro de Notícias” de Carpina, PE, tirando o cu do assento antes que o repórter Ivan Pé de Mesa perguntasse se a “mala recebida por ele de Garotinho tinha muita nota de cem”.

P:S: Feliz 2018 para todos os colunistas, chargistas, comentaristas e leitores do Jornal da Besta Fubana.

GOVERNO DE GOIÁS CONSIDERA NORMAL DISTRIBUIR BONECAS COM GENITÁLIAS ÀS CRIANÇAS CARENTES

“A loucura é um dom de quem se julga normal”. Falcão e Tarcísio Matos.

Milhares de bonecas com pênis e periquitas salientes foram distribuídas às crianças carentes pelo Governo de Goiás semana passada e geraram intensas discussões nas redes sociais, nos salões de cabeleireiros, nos bares, botecos, cabarés e tertúlias de guris.

Vídeos gravados por pais de crianças apreensivos com a bizarrice do caso ocorrida no município de Jataí e outros, no entorno do Distrito Federal (DF), capital onde fica instalado o centro da máfia política do Brasil, mostram que as bonecas têm características femininas, mas possuem órgãos genitais masculinos e femininos.

Muitos moradores que se julgam normais chegaram a chamar as bonecas de transgênero e fizeram duras críticas aos distribuidores. Outros, com tendência à viadagem, no entanto, não viram problema nas bonecas com genitálias e ressaltaram a importância do combate ao preconceito desde criança.

“É preciso estimular a libido das crianças logo cedo sobre as cores do arco-íris, porque, se elas tiverem tendência a queimar o caneco, gostar do pratevai e esfregar as aranhas, já começa a se estimularem” – declarou o estilista Jaque Porrô de Cupuá, frangão assumido ainda na barriga da mãe e entusiasta do mainstream.

Segundo o presidente da Organização das Voluntárias e Voluntários de Goiás (OVG), o veadão Jaque Bruder, a (OVC), que tem a tradição de distribuir brinquedos em todos os municípios do Estado no final do ano, por meio de licitações direcionadas, sempre teve a preocupação de entregar presentes de qualidade, dentro das especificações técnicas estabelecidas pelos órgãos de controle, informou não haver problema nenhum nas bonecas com genitálias. “Elas representam o que há de mais modernos no mundo atual: A iniciação da queimação da rosca no varejo das crianças!”

“Os mesmos bonecos e bonecas – devidamente vestidos – já foram distribuídos no ano passado sem frescura. A variedade de presentes é uma forma de mais uma vez agradar às crianças dos municípios goianos, não havendo outro objetivo senão presenteá-las.”, “Se dermos cestas básicas, não convêm, porque a comida enche o bucho das crianças por um dia e elas voltam a azucrinar o juízo da mãe por mais comidas no outro. Com as bonecas é diferente: as crianças brincam com a barriga vazia e se deleitam pegando nas genitálias delas e não enchem o saco da genitora para comer. Isso é que é pedagogia do oprimido!” – disse em nota oficial o chefe boiolão, Jaque Bruder, cupincha mafioso do governo, contemplado com a licitação direcionada.

Tempos modernos! Tempos confusos!

ADVOGADO KAYKAY PROMETE SOLTAR MARIN DA JUSTIÇA AMERICANA NO BERRO

“Sou bravo! Com meu cliente, ninguém mexe! Até a Justiça americana me estende o tapete vermelho!” – Declarou o espalhafatoso advogado Antônio Carlos de Almeida Castro – O Kaykay

Considerado culpado por seis das sete acusações lhe impostas nos Estados Unidos por crimes de conspiração e formação de organização criminosa, fraude financeira nas Libertadores, lavagem de dinheiro nas Libertadores, fraude financeira na Copa do Brasil e fraude financeira na Copa América, e – preso! – o todo poderoso ex chefão da CBF e da FIFA, José Maria Marin, 86 anos, já contratou o espalhafatoso advogado Antônio Carlos de Almeida Castro – O Kaykay – para livrá-lo da prisão no Department of Justice Federal Bureau of Prisons – Metropolitan Detention Center – local onde está preso e como castigo leva uma dedada no rabo por dia para ficar mais sensível às agruras do dia a dia prisional: como varrer o chão da cadeia, encerar, colher o lixo, limpar o vaso sanitário e lavar o fiofó com apenas um caneco de água!

Em entrevista à Falha de São Paulo por cognição, mediada pelo jornalista boiolão Reinaldo Azevedo, que preferiu só publicar os pontos menos polêmicos da falação, por considerar desconexa a maioria do conteúdo, uma vez que o espalhafatoso causídico Kaykay estava para lá de Bagdá cheio de manguaça.

Num dos trechos da entrevista o pomposo causídico disse que iria mostrar aos americanos com quantos paus se faz uma canoa, mas entendo que o objetivo imediato é fazer com que Marin possa esperar a sentença em liberdade, já que se fosse aqui em Banânia ele ficava cagando e andando com uma liminar do meu amigo Gilmar Mendes, conterrâneo de boates, cabarés e rodas de surubas. Entendo também – e isso vou provar – nem que seja no berro para a Justiça Americana – continuou – que é uma prisão que não tem justificativa, diante da idade do meu cliente, das condições físicas dele, da dificuldade de se movimentar, ele ficar preso até a sentença de uma juíza federal chinfrim. Então, isso é a nossa prioridade. Depois vamos apelar do veredicto, justificou o barbicha-de-besouro-espalha-bosta, encerrando a entrevista soltando uma bufa de batata-purgante na cara do jornalista boiolão e ordenando que o mordomo Pau Preto o conduzisse até o porão da mansão que fica localizada no Lago Paranoá, em Brasília, o Cabaré do Brasil.

Retornando da recepção ao jornalista falsa-bandeira, o mordomo Pau Preto ouviu o causídico fanfarrão Kaykay se vangloriando no reflexo do espelho da mansão dos clientes que já defendeu e defende aqui em Banânia: “Ora, se eu com minha experiência com figurões do quilate de mafiosos dum Edison Lobão, Romero Jucá, Roseana Sarney, Aécio Neves, Ciro Nogueira, Duda Mendonça, Antônio Carlos Magalhães, José Sarney, José Dirceu e o doidão Roberto Carlos não ganhar essa nos Estados Unidos, trazendo Marin livre, leve e solto, feito Jesus Cristo de braços abertos sobre a Guanabara, eu dou meu rabo para quem quiser comer.” Foi terminando de dizer essas tolices para depois se deitar no sofá da mansão com o olhar complacente do mordomo Pau Preto, que ficou pensando: Por que será que gente rica é tão cheia de putaria, meu Deus?

ADVOGADA É ADVERTIDA POR DECORO PROVOCATIVO

A advogada Natália Martins Nunes, de Uberlândia, Minas Gerais, foi advertida pelo segurança Adamastor Florisberto da Silva, macumbeiro e pastor evangélico, e o vigilante Dom Casmurro Silva, que estava impedida de entrar no Fórum daquela Comarca para participar de audiências por estar usando um decote lascivo, provocativo, sensual demais, incompatível com o decoro de advogada, segundo previsões legais estabelecidas nos artigos 31 e 58, XI, do Estatuto da OAB, e nas normas de Conduta e Comportamento estabelecidas na Resolução 69 do TJMG, elaborado por uma comissão de velhinhos da época em que o “papai e mamãe” eram a regra entre os casais.

Segundo os vigilantes Adamastor Florisberto da Silva e Dom Casmurro Silva aos que sacanamente perguntavam por que a admoestação ao decote da advogada, justificaram que assim que ela adentrou ao Fórum com aqueles peitões trepidando no sutiã todos os servidores do judiciário e advogados que estavam por perto ficaram eriçados, arrepiados, intumescidos, inclusive eles, provocando um congestionamento de tarados jamais visto naquele recinto, de modo que ficamos assustados para que não houvesse uma corrida desenfreada de bronheiros aos sanitários forenses e o chão ficasse abarrotado de espermatozoides morrendo feito piabas no seco.

Devido à repercussão do episódio do decote sensual, a advogada Natalia Martins Nunes foi chamada pelo diretor da Comarca de Uberlândia, juiz José Lourenço Migliorini Tabajara que informou que ela ficasse tranquila, pois ele iria consultar o Deus Todo Poderoso do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Cara de Buceta Ferreira Mendes para dar um parecer sobre a constitucionalidade daquela Resolução, uma vez considerar que ela não foi recepcionada pela “Constituição Cidadã” e por isso mesmo merecendo o destino das prisões cautelares coercitivas contra senadores, deputados federais, deputados estaduais, empresários ricos, corruptos e corruptores, ladrões dos cofres públicos e bandidos de estimação: A LATA DO LIXO!

EM BANÂNIA, A ASCENSÃO DA BANDIDAGEM NO CONGRESSO NACIONAL DESTRÓI A CREDIBILIDADE DO PAÍS E AFRONTA SUAS LEIS

O cabo e pastor Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, mais conhecido como cabo Daciolo, é um bombeiro militar e político bananeiro. Em 2014, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Expulso do PSOL em 2015, atualmente é filiado à quadrilha que atende pelo nome de “Avante” (ex-PTdoB).

Cabo Daciolo ganhou notoriedade em 2011, quando foi uma das lideranças da greve dos bombeiros no Rio de Janeiro. Na ocasião, os grevistas ocuparam o quartel-general da corporação e acamparam nas escadarias da ALERJ. O cabo Daciolo chegou a ser preso por nove dias no presídio de Bangu I por insubordinação e incitação à greve, proibida expressamente no artigo 142, §3, IV, da utópica “Constituição Cidadã.”

Em maio de 2015, o diretório nacional do PSOL decidiu expulsá-lo do partido depois que ele propôs uma emenda constitucional para alterar o parágrafo primeiro da Constituição Brasileira de: “Todo poder emana do povo” para: “Todo poder emana de Deus”, o que segundo o PSOL, fere o estado laico. Além disso, em março de 2015, Daciolo gerou atrito dentro do PSOL ao defender a libertação dos doze policiais acusados de participar da tortura e morte do pedreiro Amarildo Dias de Souza em 2013. Na mesma reunião do diretório nacional, o PSOL decidiu não reivindicar ao Tribunal Superior Eleitoral o mandato do cabo Daciolo.

Em fevereiro de 2015, junto com o deputado pastor Edmilson Rodrigues (Psol-PA), o deputado Daciolo dos Santos foi autor do PL/17 da Câmara Federal, que resultou na Lei nº 13.293, de 1º de junho de 2016 que anistiou bombeiros e policiais militares de diversos estados que participaram de movimentos grevistas em 2011 – quando a então presidente Dilma Rousseff (PT) já havia concedido uma anistia – e a data da publicação da nova lei, depois de ter o veto presidencial rejeitado pelo senado.

Um ano e meio depois, no último dia 12, os ministros do Supremo Tribunal Federal declararam extinta a punibilidade do deputado federal cabo Daciolo, por causa da anistia criada pela lei proposta quando o réu já respondia à ação por associação criminosa (artigo 288, parágrafo único, do Código Penal) e por diversos dispositivos da Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/1983).

Decididamente Banânia não tem salvação enquanto os eleitores não fizerem uma assepsia política, NÃO elegendo para lhes representar batedores de carteiras, sindicalistas e líderes comunitários delinquentes, pastores ladrões, sonegadores inescrupulosos, quadrilheiros criminosos, saqueadores dos cofres públicos, exploradores da fé alheia, traficantes de entorpecentes, associados ao tráfico, matadores de aluguel, bandidos, ladrões, assassinos, condenados, fichas sujas, réus. Os praticantes de delitos de associação criminosa, corrupção passiva, usurpação de função pública qualificada pelo auferimento de vantagem, todos do Código Penal, feito essa corja que empesta, hoje, as duas casas legislativas do Congresso Nacional.

Como diz o competente comentarista político da TV Gazeta, Josias de Souza: Num cenário político assim, o problema não é os políticos tentarem fazer os eleitores de idiotas; o grande problema mesmo é que eles ainda encontram muitos eleitores idiotas!

VACA PEIDONA – A DISLÉXICA CORISTINA COM GROSELHA

O INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, responsável por prover informações meteorológicas diariamente, em nível nacional, a previsão do tempo, avisos e boletins meteorológicos especiais, por falta de investimento do governo federal, está ameaçado de dar a previsão do tempo em todo Brasil.

Os meteorologistas, com a falta de investimento do governo federal para a monitoração e previsão do tempo em Banânia, vão contratar a descerebrada Dilma Rousseff para passar a previsão do tempo a todos os bananeiros, como nesse discurso que fez recentemente no Estado de São Paulo, quando estava sendo contrata após está de saco cheio sem fazer nada, depois que deixou o governo petralha à deriva.

Na dissertação que escreveu para ser contratada a ex presidenta disse o seguinte numa passagem célebre do texto dissertativo, pegando a deixa da chuva caindo:

“O Estado de São Paulo começou a chover muito e o pessoal tá saindo da chuva.” “Com razão”. “Então, o pessoal que não tá protegido, tá saindo da chuva”. “É bom que chova”. “Mas, tem hora que quem tá na chuva não quer… pegar a chuva.” Então, é essa contradição sempre!”

Esses e outros discursos dissertativos antológicos da anta, ex presidenta Dilma Rousseff, estão todos reunidos nesse vídeo abaixo para todos os bananeiros que quiserem se deliciar com os conceitos climatológicos, escrotológicos, deste ser que Deus botou no mundo só para ser serva de Lapa de Ladrão e frescar com a a cara da gente!

PREFEITO, MAIS UM CARGO GUABIRU CRIADO PELA UTÓPICA “CONSTITUIÇÃO CIDADÔ

Em críticas ácidas, pertinentes e proféticas, o genial economista e constituinte originário Roberto Campos sempre disse que a Constituição Federal de 1988 – um dicionário de utopias de mais de 321 artigos, um avanço do retrocesso, – discorre utopicamente em seu artigo 29 que o prefeito é o chefe do executivo municipal, ou seja, a principal autoridade política do município. Cabendo-lhe administrar os serviços públicos locais, decidindo onde serão aplicados os recursos provenientes dos impostos e dos repasses do estado e da União, quais obras devem ser executadas e programas a serem implantados. Também é função do prefeito sancionar e revogar leis, vetando propostas que sejam inconstitucionais ou não atendam ao interesse público.

Isso é o que deveria acontecer na prática se houvesse leis penais rigorosas, sérias, decentes justas e condenação exemplar em Banânia, logo em primeira instância para políticos corruptos ativos e passivos, com confisco de todos os bens e inelegibilidade por mais de dez anos a quaisquer cargos públicos!

Mas como na prática a teoria é diferente, a maioria esmagadora dos prefeitos eleitos em toda Banânia de quatro em quatro anos se arvoram à eleição porque ver no cargo do executivo uma oportunidade única de se locupletar, sangrar os cofres públicos em beneficio próprio, puxar o trem com a caneta – de trás para frente – cheio de parentes, de agregados, de aderentes, etc. e tal, como diz o filósofo fuleiragem Falcão, na letra da musica O dinheiro não é tudo, mas é 100%, feita em parceria com Tarcísio Matos.

Um dos casos mais visíveis e ímprobos dessa extorsão criminosa executiva do câncer predador que ganhou notoriedade nacional e internacional foi o do município pobre e lascado de Bom Jardim, no Maranhão, onde a ex prefeita ostentação, Lidiane Leite da Silva, antes uma fudida vendedora de leite de jumenta, junto com seu amante, o ex-secretário de Articulação Política, Humberto Dantas dos Santos, o Beto Rocha, roubou todo o dinheiro da educação e da merenda escolar das crianças carentes daquele município para torrar em festas deslumbrantes, viagens luxuosas, hospedagens em motéis cinco estrelas, e compra de patrimônios luxuosos em nome de laranjas!

Condenada pela justiça de primeira instância a mais de 20 anos de prisão sem o confisco dos bens roubados, a pedido do Ministério Público do Maranhão, por fraude em compra de caixões, não chegou nem a mijar na boca do boi da cadeia local que logo foi solta, sendo beneficiada pela benevolência do inútil Estatuto da Primeira Infância (Lei n.º 13.257/16), que permite a conversão da preventiva pela domiciliar para mulheres gestantes ou com filhos de até 12 anos incompletos. Mais uma lei bostal criada pelos congressistas de Banânia para beneficiar políticos ladrões, bandidos e traficantes ricos que podem pagar habeas corpus a peso de ouro do dinheiro roubado da nação a advogados inescrupulosos.

Três dias após a determinação da prisão domiciliar, a ex prefeita ostentação, Lidiane Leite de Jumenta, publicou várias fotos de dentro de um carro no banco do motorista nas redes sociais, com os dois filhos no banco de trás. Pelo vidro traseiro do carro é possível observar que o veículo está parado em uma rua e não na garagem da casa da ex prefeita, descumprindo as medidas cautelares determinadas pela Justiça do Maranhão para não sair de casa! A foto teve mais de duas mil curtidas e mais de duzentos comentários de puxas-sacos, a maioria elogiando a beleza do trio.

Em outra imagem em que aparece fora de casa, a ex prefeita ostentação Lidiane Leite de Jumenta, está dentro de um carro, na rua com o marido Julyfran Catingueira, vereador do município de Lagoa de Pedra (MA). Na legenda ela usa uma música do cantor Lenny Kravitz e se declara ao marido. A foto, publicada há três semanas, já obteve mais de cinco mil curtidas e mais de quinhentos comentários de descerebrados. Em um deles, a própria Lidiane Leite de Jumenta afirma que está com saudades de uma amiga e que vai visitá-la por esses dias e, parodiando Getúlio Vargas, diz não dar importância à decisão judicial para ficar domiciliar, pois decisão judicial para quem tem dinheiro roubado da nação, é feito cabaço, ficou para ser descumprida, ou melhor: rompida!

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Dercy Gonçalves e os prefeitos de sua terra natal

O QUE FAZ UM VEREADOR?

Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 29, o vereador é um agente político, eleito para sua função pelo voto direto e secreto da população de quatro em quatro anos. Ele trabalha no Poder Legislativo da esfera municipal da federação brasileira. O Brasil é uma federação composta por três esferas de poder: União, Estados e Municípios. Assim, o vereador tem um papel equivalente ao que deputados e senadores possuem nas esferas mais amplas dos Estados e União… Será mentira ou será verdade?

Isso é o que está escrito na Constituição de 1988, por opção do legislador originário, que sonhou que Banânia é um paraíso onde existe uma harmonia perfeita entre os três poderes, principalmente no Executivo e no Legislativo: O Refúgio dos Ladrões!

Como integrante do Poder Legislativo municipal, o vereador tem como função primordial: representar os interesses da população perante o poder público. Esse é, ou pelo menos deveria ser o objetivo final de uma pessoa escolhida como representante do povo, mas na prática a teoria é diferente, já dizia o sábio Joelmir Beting.

E como um vereador pode representar, na prática, os eleitores? Pode-se dizer que a atividade mais importante do dia a dia de um vereador é legislar. O que significa isso? Podemos entender legislar todas as ações relacionadas ao tratamento do corpo de leis que regem as ações do poder público e as relações sociais em Banânia no âmbito municipal. O Brasil tem como tradição fazer a regulação de assuntos importantes para a vida em sociedade por meio de leis escritas, seguindo princípios que remontam ao Direito Romano. É por isso que temos uma grande Constituição com característica formal, escrita, promulgada, rígida, analítica e dogmática, com centenas de artigos, parágrafos e alíneas quase inúteis. E não acaba por aí: a Constituição serve apenas para guiar as leis “menores”, mais específicas, as que dizem respeito a uma grande variedade de assuntos.

Dessa forma, podemos citar como ações típicas que estão ao alcance de um vereador, segundo está escrito na Constituição de 1988, criar, extinguir e emendar leis municipais, da maneira que ele julgar que seja mais adequada ao interesse público?

Esse vídeo que está logo abaixo parece dizer o seguinte: as câmaras de vereadores em toda Banânia são uma fossa pública onde todos os dejetos – que são os vereadores – estão ali para jogar bosta no ventilador da população e roubar-lhe o dinheiro!

“SOLOGAMIA” E A CARTA DA VÉIA FILOMENA

Segundo definição dos “magnatas” do assunto que virou mania nos Estados Unidos e na Europa, e que ainda não se encontra definido conceitualmente nem no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa nem no Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a “Sologamia” é o casamento feminino ou masculino realizado consigo mesmo. E parece ser o caminho normal a ser percorrido pela civilização moderna.

Esta não é uma prática nova, mas que, de acordo com o site “WUSA9“ filiado à CBS, tem crescido cada vez mais entre a comunidade norte-americana. Tal como o nome indica, a sologamia acontece quando um homem ou uma mulher decide se casar consigo próprio, quer seja por nunca ter chegado a encontrar a cara metade quer seja porque, como diz o ditado, mais vale ficar sozinho do que mal acompanhado.

Uma das praticantes sologamistas é Erika Anderson, de 37 anos. Entrevistada em Brooklyn pelo “WUSA9”, a norte-americana descreve a sua cerimônia de auto-casamento como “uma mulher a dizer ‘sim’ a si mesma. Significa que somos suficientes, mesmo que não estejamos ao lado de outra pessoa”. A cerimônia decorreu como se de um casamento se tratasse, mas, em vez de ter um noivo à sua espera no altar, não havia absolutamente ninguém! Somente Erika Anderson mesma!

Embora incomum, esta prática já foi apresentada em séries como “Jam-2000-2000”, “Glee-2009-2015”, da Fox, ou “Sex and the City-1998-2004”, da HBO, o que levou a sologamia a crescer exponencialmente e a assumir-se como uma solução para quem estava farto de ouvir a pergunta “mas porque é que ainda estás a sós?”.

No Canadá, Estados Unidos e outros países europeus já existem até empresas especializadas para o fenômeno, como a canadense “Marry Yourself (casar-se)”, que oferece serviços como fotografia e os preparativos de cerimônia.

Uma das casadas, Erika Anderson diz que, apesar de estar casada consigo mesma, não fecha as portas a um possível relacionamento, principalmente se for um homem bom de pegada. Será considerado traição se isso vier a acontecer? – pergunta?

Dois anos atrás, a britânica Sophie Tanner virou notícia mundo afora por ter se casado com ela mesma.

Só que, no programa “This Morning”, da ITV, Sophie, moradora de Brighton (Inglaterra),confessou “ter se traído”. A britânica de 38 anos teve um “caso” com um homem identificado como Ruari Barratt, que era defensor da poligamia.

Só que o caso durou cinco meses. Ruari decidiu seguir o exemplo de Sophie e se casou consigo mesmo e foi morar em Las Vegas (Nevada, EUA) e se uniu com o seu “eu”.

Quanta à Sophie, ela não pretende se divorciar, afirmando que “o seu casamento consigo mesma é para a eternidade, embora, aqui e acolá, dê umas escapulidas!”

O casamento de Sophie com Sophie teve cerimônia com padrinhos, convidados, buquê jogado para as solteiras, festa e lua de mel!

“É a moda!” Como profeticamente o disse o genial e saudoso humorista de Caruaru, Luiz Jacinto Silva, o Coronel Ludugero, na sua “Carta da Véia Filomena-1968!” “Moda é moda! “Afinal de conta não há crime nenhum!” “Pois se é moda manda fazer dois buracos aqui no meu chapéu de couro, porque se é a moda eu tenho de acompanhar a moda também!” “E não precisa nem dizer pra que é!” “Vá fazer agora! Vá logo!!” Kkkkkkkkkkkkkkk!

Profético e fantástico Coronel Ludugero!

“BONITO ESTETICAMENTE”

A Câmara de Vereadores da cidade de Petrópolis, do Rio de Janeiro, aprovou a Lei Municipal n.º 7.587/17, de autoria do vereador Márcio Arruda, que tramitou na Câmara de Vereadores, onde passou por todas as comissões e foi aprovada em duas votações e, como não houve nenhum óbice legislativo posterior, foi sancionada pelo prefeito Bernardo Rossi (PMDB-RJ) e publicada no Diário Oficial do município no dia 21.11.2017, criando o Dia do Servidor Público Municipal “Bonito Esteticamente”.

Segundo o inusitado texto da lei aprovada, para concorrer à honrosa escolha o pré-requisito básico é estar em pleno exercício de suas funções no Executivo ou no Legislativo. Os postulantes ao concurso são escolhidos aleatoriamente por uma comissão de três Membros da Câmara Municipal, ou por meio da indicação das secretarias, companhias mistas, Legislativo e Executivo.

Escolhidos os aspirantes ao título, segundo estabelece a magnífica lei mencionada, seus dotes estéticos serão analisados por um colegiado de dez mulheres em evento exclusivo para esse fim. O texto da lei diz não poder haver mais de dez candidatos, mas não é claro sobre se haverá disputas masculina e feminina ou se homens e mulheres, ou veados e sapatões concorrerão entre si.

Segundo o artigo 2.º, inciso III, da referida lei municipal, os postulantes desfilarão “graciosamente”. “Os mais desinibidos poderão se vestir da maneira que melhor se lhes convier, desde que não seja sunga ou short para homens e maiô ou biquínis paras as mulheres, para não haver olhos grandes concentrados nas genitálias ou nas piceletas”.

Os três primeiros colocados receberão medalhas de lata, ferro e chumbo, “correspondentes às suas colocações”, e os outros sete concorrentes levarão para casa as medalhas de participação, como sendo: canudos de papel de embrulho de rolo de fumo de Arapiraca, de preferência preto!

Segundo a lei, cada um dos candidatos deverá vender dez ingressos para o evento, que custarão 20 reais. A boa notícia, também segundo as boas intenções da lei, é que o dinheiro será revertido a três instituições de caridade: uma responsável por idosos, outra por crianças carentes e a terceira: por cegos, aleijados, mocos e mudos. As entidades serão escolhidas pelas primeiras-damas da Prefeitura e da Câmara de Petrópolis.

Essa lei é mais um escárnio, um deboche, uma afronte, um acinte, um penico de bosta de banheiro público jogado na cara da dignidade da população decente de Petrópolis pelo Legislativo e Executivo municipais, com o dinheiro desviado da Saúde, da Educação, da Segurança, do Transporte, da Alimentação e do desenvolvimento econômico daquele município para promover mais essa suruba oficial que, infelizmente, acontece na maioria dos grotões de Banânia e ninguém é punido por isso.

A PRAGA DO SEU LEANDRO

Seu Leandro era um homem muito trabalhador. Todos os dias, às quatro da manhã, chovesse ou fizesse sol, estava de pé trabalhando, gerando riqueza, criando empregos e pagando impostos para o governo e os políticos roubarem.

Também era um homem muito raparigueiro. Não podia ver um rabo de saia que já crescia os olhos e a piroca intumescia! Só na cidade onde morava possuía, além da teúda, umas quatro manteúdas e outros pés quebrados. A cidade inteira sabia de suas estripulias galináceas! Tudo lhe era transparente e não dava satisfação a ninguém!

Depois de quarenta anos de labuta montou um patrimônio considerável, ao ponto de ser considerado um dos homens mais rico e influente da localidade, mas como era muito farrista, raparigueiro e viciado em jogo de azar, se envolveu com agiotas e, com menos de dois anos, destruiu o patrimônio que passou mais de quarenta anos para erguer.

Falido, tendo de vender tudo para pagar os agiotas que o viviam perseguindo, do dia para noite teve de se contentar com apenas um posto de gasolina e uma casa construída no quintal da sogra, que ele antes detestava e todo dia lhe rogava uma praga de urubu.

Já velho, cego e falido, tentou recomeçar a vida com um novo posto de gasolina, mas com os tempos negros lulistas e vaca peidona faliu de vez e teve de vender o posto para pagar mais dívidas, comprar uns terrenos para fazer umas casinhas para alugar para ajudar na mísera aposentadoria de menos de um salário mínimo que recebe do INSS depois de mais de trinta e cinco anos de contribuição!

Revoltado com a situação financeira, de saco cheio com as teúdas e manteúdas e com o pinto aposentado, depois de uma operação de próstata, foi morar sozinho.

Após duas semanas morando só, recebeu a visita do filho mais velho, seu homônimo, tentando convencê-lo para voltar a morar com a sua mãe que lhe tinha segurado as raparigagens do pai por mais de quarenta anos e ainda lhe era leal.

– Pai, por que o senhor não volta a morar com mãinha? Ela está lhe esperando! A essas alturas da vida o senhor já velho, cansado, quase cego e aleijado e sem ninguém para lhe cuidar, é burrice e orgulho idiota seu querer morar sozinho – disse o filho para o pai.

– Colocando na balança os prós e os contras da velhice – disse o velho se balançando na espreguiçadeira sem encarar o filho. Eu vou voltar a viver com a sua mãe, afinal foi a única que me aturou com as raparigagens e nunca disse nada! Mas, bem que eu gostaria de estar morto agora para ver “lá de cima” como as outras que me abandonaram estão se virando sem mim! Afinal de contas nunca trabalharam! Devem estar na merda!…

A essa altura o filho já tinha posto todos os mijados do velho dentro do carro e o chamou para voltar a morar com a mãe que, da qual nunca havia se separado!

 

INSTINTO PERVERSO X PODER JUDICIÁRIO LENIENTE

João e Pedro moravam na favela “muvuca” desde criança. João cresceu trabalhando com o pai na “secos e molhados”, que dá de frente para a praça principal. O espaço foi crescendo com a chegada do progresso e, como João vivia trabalhando muito com o pai, pois não poderia deixá-lo só na mercearia, cedeu o espaço a Pedro oferecido pela Prefeitura do Munícipio para vigiar a Praça e vender produtos a granel às pessoas que frequentavam o ambiente, pois queriam consumir. Pedro rejeitou a proposta de João, afirmando que sua ambição era mais alta, que não tinha nascido para ganhar dinheiro a retalhos. Isso era coisa de gente sem visão!

Depois da rejeição de Pedro, João vendo no negócio uma grande oportunidade de crescimento, começou a vender produtos que os fregueses procuravam quando frequentavam o local à noite. Vendia de um tudo! E foi crescendo, progredindo. Enquanto João trabalhava com o pai na mercearia e no seu negócio, Pedro foi crescendo e se envolvendo com más companhias e se debandando para o mundo do crime na “muvuca”: Pequenos roubos, homicídios, latrocínios e tráficos de entorpecentes…

Um dia passou em frente do comércio de João e percebeu que ele estava organizado, com dinheiro! Estava faturando! Pedro se juntou aos comparsas da gangue e planejou assaltar João. Dia e hora marcados chegaram lá quando João estava organizando as mercadorias nas prateleiras, anunciou o assalto, roubou todo o dinheiro do apurado de João do dia anterior e, como João o havia reconhecido, perguntou-lhe por que estava fazendo aquilo e justo com ele. Pedro não teve demora: deu um tiro na testa de João, pegou duas garrafas de bebidas e se mandou com os comparsas para comemorar na comunidade do crime: O beco da “muvuca”. Mas antes de se mandar, também atirou no pai de João, acertando-lhe dois tiros no peito, fugindo em seguida com os comparsas.

Pegos no mesmo dia com os produtos do roubo e o revólver que atirou em João pelo delegado de polícia da jurisdição, foram trancafiados na cadeia. Logo apareceram dois advogados criminalistas de olho na grana de Pedro e seus comparsas que haviam roubado do armazém de João. Foram para a Audiência de Custodia. Depois de interrogados pelo juiz, este resolveu relaxar a prisão preventiva da gangue por intender que eles não ofereciam perigo à comunidade, apesar de terem confessado o crime e serem contumazes em roubos na localidade, além de traficarem drogas!

É doloroso afirmar, mas João e o pai estão mortos. O comércio foi à falência porque não havia quem os substituísse. A família foi à ruína! Os advogados que participaram da Audiência de Custódia ficaram com o dinheiro que Pedro e sua gangue levaram nos latrocínios. O Estado, por meio do Judiciário, tirou o cu foram da responsabilidade. É gente perversa, criminosa, que não faz nada matando gente honesta que produz e gera riqueza à nação, e ficando impune para matar e roubar outros inocentes com a anuência do estado juiz, via Poder Judiciário e leis penais natimortas!

Decididamente Banânia não tem salvação enquanto existir um Poder Judiciário leniente e um Congresso Nacional cheio de ladrões assaltando a Nação!

“CASAMENTO É PARA SEMPRE”

No livro “Somente a Verdade”, lançado em 2016 pela Editora Record, o mais sensato advogado de mídia do Recife e do Brasil, Dr. José Paulo Cavalcanti Filho, um dos homens mais honestos, honrados e conscienciosos desta Réupublica Federativa de Banânia (RFB), narra uma história de amor pungente, comovente, penetrante, que só o ser humano é capaz de proporcionar e externá-lo nos seus mais puros sentimentos, mas que infelizmente um ressentimento idiota destruiu toda beleza de sua existência.

Tal história é retratada na crônica “Casamento é para sempre,” do referido livro, pág. 21

É a história de uma mulher que passou mais de trinta e dois anos separada do marido mas sem se divorciar dele, após descobrir que ele tinha um filho fora do casamento e nunca lhe perdoou a traição. E o expulsou de casa, embora ele a sustentasse e os filhos e os visitasse todos os finais de semana.

Guardou essa mágoa para sempre, mesmo nunca tendo deixá-lo de amar!

Trinta e dois anos depois da “separação” sofreu um AVC, e quando estava no leito de cama do hospital com uma das faces paralisada, mandou-o chamar para ter uma conversa reservada com ele no quarto hospitalar. Desejava-lhe um beijo! E ele cumpriu o pedido dela, confessando ao causídico ter sido o beijo mais quente e demorado de sua vida, mas ela não voltou para ele por não lhe perdoar a traição! Ressentimentos!

Narro esse fragmento extraído da crônica para dar um testemunho pessoal, porém nada doloroso, sofredor, ao contrário…

Casado por mais de seis anos com minha primeira esposa nos separamos, mas nunca conseguimos desvencilhar um do outro, principalmente da família dela, apesar de ela ter se juntado a outro, ter tido dois filhos e recentemente ter enviuvado. Já nos encontramos por várias vezes e quando isso acontece é uma festa de choro, alegria, lágrima, riso e emoção. Com ela sempre rindo do meu senso de humor! Quem assiste à cena à distância com a gente se abraçando na maior descontração, nunca vai acredita tratar-se de um casal afetivo que não vive mais junto há mais de trinta e dois anos!

Dias atrás, num desses encontros pungentes, inesquecíveis, onde a ternura foi mais uma vez a tona festiva de nosso encontro, nos tornando mais humano, e, rindo, perguntei a ela por que é que a gente se ama tanto até hoje e separou. Resposta: Porque tinha de ser assim! Tinha de haver essa separação em nossa vida! Segundo ela: a gente nunca deixou de se amar. Porque a gente vai viver um para o outro mesmo a gente separado e não se vendo todos os dias! Você é a maior lembrança boa da minha vida! – disse ela. Por que não deu certo? – Perguntei. É que na época que nos casamos nós éramos dois irresponsáveis – disse ela para mim se afastando para não chorar! E eu a deixei mais uma vez ir embora, respeitando sua vontade soberana!

Quem explica esses mistérios do amor?

Clique aqui para assistir entrevista do colunista fubânico José Paulo Cavalcanti no Programa Jô Soares.

“VÁ DEVAGAR!”

“Você tem de pensar em si mesmo como uma criança pequena”. Você está aprendendo a andar! Você precisa dar pequenos passos! Tudo precisa ser feito em pequenas etapas, e você tem que ser bom para si mesmo. Há uma grande tendência a ficar muito frustrado. Há uma grande curva de aprendizagem. Vá devagar!!”

Foram essas palavras ditas pela advogada Valeria Newman, especialista em apelação que conseguiu a reversão da prisão perpetua de outros condenados, inclusive ao recém-condicionado Bobby Hines, depois de ele ter cumprido 28 anos de prisão por ter participado indiretamente da morte de um garoto da mesma idade na época do assassinato por disputa por drogas.

Na verdade Bobby Hines havia pego prisão perpétua sem direito à condicional, porque numa noite de 1989, ele e mais dois garotos da mesma idade, 15 anos, teriam ajudado a matar James Warren, jovem de outra gangue. Hines não atirou. Apenas instigou seus companheiros a atirarem. Estava na gangue por causa de disputa por drogas!

A revisão da prisão perpétua de Bobby Hines só foi possível porque a Corte Suprema dos EUA, por 6 a 3, em 2012, ampliou a proibição de prisões perpétuas sem condicional para criminosos juvenis que já estavam na prisão, lançando uma onda de novas sentenças e a liberdade de dezenas de prisioneiros nos estados de Michigan, Pensilvânia, Arkansas dentre outros.

A maioria dos jovens condenados à prisão perpétua, libertados até agora ao redor dos EUA está fora da prisão há um ano ou menos devido à revisão sentencial depois da decisão da Corte Suprema. Segundo os oficiais correcionais da Pensilvânia, Michigan e Louisiana, dos mais de mil e duzentos condicionados, até o presente momento, nenhum violou a condicional ou cometeu outro crime.

Tudo isso só é possível porque nos EUA existe um sistema assistencial prisional sério, austero, intransigente, incorruptível, com educação de qualidade e qualificação profissional proficiente, com o oferecimento de diplomas equivalentes ao do ensino médio, com curso preparatório de faculdade de negócios com uma completa série de programas de autoajuda e treinamento para enfrentar o mercado de trabalho. Diferentemente de Banânia, onde presos saem da carceragem com PhD em ciências criminais, principalmente de forem políticos ladrões e agentes públicos de colarinhos brancos, com direito a pernoite carceral, bolsa motel, bolsa família, bolsa prisão, bolsa celular, bolsa FGTS, bolsa minha casa, minha vida, bolsa tríplex, bolsa habeas corpus concedidos pelo Supremo Tribunal Federal, bolsa tornozeleira eletrônica, bolsa o caralho a quatro.

Bobbys Hines foi solto após cumprir 28 anos de prisão por participação indireta por um crime cometido quando tinha 14 anos. Depois de solto, teve seu primeiro encontro com o oficial condicional, que estabeleceu as regras: ter de comparecer todas as primeiras e terceiras sextas feiras do mês para pagar uma taxa US$240 por ano de supervisão da condicional e US$ 1.033 em restituição pelo funeral de sua vítima. Fosse aqui em Banânia, com certeza já teria matado uns 50 inocentes, traficados uma tonelada de entorpecentes para as baladas aecianas e influenciado a classe política à bandidagem refinada, a maior beneficiária por essas qualificadoras por terem o foro privilegiado!

Definitivamente Banânia não tem conserto se comparado ao sistema punitivista americano, onde o direito penal sobrepõe a todos os outros!

A CELPE ERA UMA PUTA QUE A GENTE COMIA, MAS NÃO DAVA VALOR

Em 2006, com o Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe) ainda funcionando dentro da Celpe, privatizada em 2000 no governo Jarbas Vasconcelos, sendo arrematada por um consórcio composto pela Iberdrola da Espanha, Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil e Banco do Brasil Investimento, mantendo, portanto, a maioria da participação nacional. Em 2004 o consórcio controlador passou a se chamar Grupo Neoenergia. Na sede principal da Rua João de Barros, Boa Vista, eu fui até lá fazer um depósito em nome de um funcionário do então Grupo Neoenergia.

Lá chegando, encontrei uns vinte funcionários e ex funcionários da extinta Celpe na fila do caixa do banco aguardando serem atendidos. Dava para perceber que a maioria dos que estavam ali era de ex funcionários aposentados da extinta Celpe. Conversa vai conversar vem, João se dirigi a um tal de Manuel, e pergunta:

– Manuel, como estão aquelas reuniões que a gente fazia no pátio depois do almoço, aquelas mesas de dominós, de baralhos, porrinhas, palitos de fósforos?…

Desolado, Manuel, que ainda trabalhava na empresa, responde:

– Ah! Meu filho, as coisas mudaram! Aquelas mamatas acabaram! Hoje a Celpe tem dono! E a gente que reclamava tanto na época de Pai Arraes, chamando-o de corno velho, filho da puta, comunista; e Jarbas Vasconcelos, de veado, filho de rapariga, traidor, entreguista, querendo todo lucro da empresa para a gente!… A gente era feliz e não sabia! A gente era dono da Celpe e não tinha consciência disso!

E Joaquim e outros ex funcionários de outros setores da extinta Celpe que estavam também na fila, curiosos com a conversa entre o funcionário da ativa e o aposentado, entraram no convence e perguntaram:

– E aquelas liberdades que agente tinha de entrar na cozinha, tomar um cafezinho, comer uma bolachinha cream cracker, ir à sala da contabilidade, à sala do gerente para saber de tudo que estava por vir em beneficio da gente por meio do nosso sindicato, ainda existe?

Mais desolado ainda, Manoel e outros responderam:

– Um caralho!!, Aquelas mamatas acabaram! Hoje a palavra lá dentro é: TRABALHO, ORDEM E PROGRESSO! Não trabalhou, rua! Rua!!! Acabou-se o que era doce! A Celpe era uma puta que a gente comia, pagava a gente e a gente não dava valor!

Foi nesse momento que um ex funcionário, que estava na fila, sem se importar com o mau caratismo explícito, falou para todos que estavam presentes ouvir:

– Vocês lembram quando mandavam a gente ir para as noites naquelas Toyotas Bandeirantes fazermos serviços noturnos em redes elétricas em bairros inteiros? Pois é, amigos, a gente já puto da vida, cheio da manguaça, quebrava o freio do carro, furava os pneus, quebrava a caixa de marcha, desligava o rádio amador, parava o carro e ficava tomando caéba e raparigando até o cu do amanhecer! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

Eita tempo bom da porra!!

Foi quando um funcionário neófito que havia entrado já com a Celpe privatizada, se intrometeu na conversa e indagou inocentemente para todos que estavam na fila que eram do quadro de funcionários antigos, e perguntou:

– Mas, realmente isso acontecia mesmo?! E ninguém tomava providência?! E o administrador geral onde estava que não via essas ações irresponsáveis e criminosas?!

Foi quando o aposentado que estava na fila, gaiato e malandro, se atravessou, e rindo com a cara mais deslavada do mundo do funcionário novato, respondeu:

– Meu jovem, quem mandava nessa porra era a política! E onde a política entra a moral, a ética, a honestidade e a responsabilidade procuram uma fresta na porta, botam o rabo entre as pernas, e se recolhem a suas insignificâncias, envergonhadas sem poder fazer porra nenhuma, entendeu!?

Aprenda uma lição, continuou o ex-funcionário aposentado da extinta Celpe: toda empresa pública é feito cachimbo de cachorra no cio, todo cachorro quer empurrar a vara e gozar dentro, mas nenhum quer se responsabilizar pelos cachorros que nascem!

Se a Celpe não tivesse sido privatizada, Pernambuco, hoje, estaria sendo iluminado por lamparinas da época do Império – conclui ele.

O BRASIL OFICIAL CAGA NA CABEÇA DOS BRASILEIROS HONESTOS

No dia 8 de outubro de 2017, sobre o título sugestivo de “Herança Maldita – 1975. Auge do Milagre brasileiro, o mestre Adônis de Oliveira escreveu essa pérola publicada aqui no Jornal da Besta Fubana e que talvez tenha passado desapercebido por boa parte dos leitores dessa Gazeta Escrota, demonstrando, minuciosamente, detalhadamente, sucintamente, como estamos sendo usurpados, roubados, ludibriados e massacrados todos os dias na nossa dignidade por todos esses políticos ladrões, corruptos, criminosos e desonestos com o dinheiro público de Banânia, sangrados da segurança, da saúde, da educação, da alimentação, do desenvolvimento, do transporte, via empresas públicas, autarquias, empresas mistas, fundações, tribunais de contas, organizações governamentais, associações sem fins lucrativos que são subsidiadas com o dinheiro roubados dos contribuintes; bolsas famílias, bolsas presídios – tudo criado com um só objetivo: roubar, roubar, roubar, roubar infinitamente.

A certa altura do artigo o nobre colunista comenta: O resto só dá para amamentar gulosamente hordas compostas por milhões de picaretas! São deputados, senadores, ministros, prefeitos, secretários, aspones, procuradores, auditores, corregedores, promotores, defensores públicos (o cargo mais mamateiro do judiciário), ouvidores, fiscalizadores, sindicatos, etc. Para cada assunto que o cidadão pensar ou imaginar, existem umas dez organizações governamentais e pastas secretariais encarregadas de defecar as famigeradas “Políticas Públicas” para o setor, todas sempre competindo por pedaços da mesma carniça: Verbas, emendas parlamentares, dotações orçamentárias, transferências voluntárias, e por aí vai… Não sobra quase nada para investimentos.

Vou mais além do que o nobre colunista: além das mencionadas pragas acima que agem nos bastidores feito ratos, baratas e escorpiões, corroendo toda a economia, para que horda pior para Banânia do que os prefeitos, vereadores de todos os municípios, que só estão ali para assaltarem a população e loteá-los em cargos nos nomes dos parentes, dos agregados, dos aderentes, etc. e tal. como diz o bardo Falcão na antológica O dinheiro não e tudo, mas é 100%? 

O que esperar do Brasil com um Poder Executivo, Legislativo e Judiciário mais escroto do que o Cabaré de Maria Bago Mole, que foi à bancarrota quando os bandidos e assassinos começaram a mandar?

CAETANO VELOSO X MOVIMENTO BRASIL LIVRE, MOVIMENTO RENOVAÇAO LIBERAL E ALEXANDRE FROTA

O cantor, compositor, escritor e maior expoente do Movimento Tropicalista, Caetano Veloso, que surgiu sob a influência das correntes artísticas da vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o rock ‘n roll e o concretismo) nos anos sessenta, e sua esposa e empresária, Paula Lavigne, foram vítimas de ataques vis, canalhas, terroristas, nas redes sociais por uma turminha de marginais que se dizem defensores de um país livre, libertário, democrático, plural. Mas intolerantes e radicais com o ponto de vista dos contrários a eles, disseminando ofensas e ódios contra Caetano Veloso, chamando-o de pedófilo e que a sua esposa, Paula Lavigne apoiara-lhe a putaria com a encoberta do hímen arrancado dela pelo cantor quando apenas 13 anos.

O juiz da 50.ª Vara Cível do TJ-RJ deu um prazo de 48 horas para que os oportunistas dos grupos de araque autodenominados Movimento Brasil Libre (MBL), Movimento Renovação Liberal (MRL) e seus líderes, como Kim Kataguiri e Renan Santos, e outros escorias da sociedade como Alexandre Frota e o analista político, Vinicius Carvalho Aquino, retirassem as ofensas publicadas nas redes sociais sob pena de multa diária de R$.10.000,00 (dez) mil a cada um dos réus.

Para o magistrado Bruno Manfrenatti que concedeu a liminar para a retirada de todos os conteúdos ofensivos aos autores da ação, o MBL e Frota abusaram da liberdade de expressão quando chamou o cantor e compositor de merda, filho-da-puta, ladrão, 171, pedófilo e apoiador da corrupção.

Caetano e Lavigne começaram a ser atacados depois de gravarem um vídeo, junto com outros artistas, em defesa da liberdade de expressão artística e da exposição Queer Museu — que foi cancelada pelo Santander Cultural em Porto Alegre depois de ser acusada por grupos conservadores de promover a pedofilia e a zoofilia. Apesar de ser uma merda a exposição, seus defensores tem todo o direito de defender essa merda até o fim! É o preço que se paga por viver numa Democracia!

O MBL passou, então, a promover nas redes sociais uma hashtag (jogo da velha) em que acusa Caetano Veloso de pedófilo em referência a uma entrevista que Paula Lavigne concedeu à revista Playboy em 1998, em que ela afirma ter perdido o cabaço aos 13 anos com o cantor, que tinha na época quarenta.

Juntando-se ao grupo dos reacionários acima mencionados, a TV Record do bispo Edir Macedo, exibiu recentemente uma matéria sensacionalista, tendenciosa, cujo tema era: Record expõe verdade sobre Caetano Veloso e Paula Lavigne e compara o caso ao do cineasta Polanski, onde implicitamente acusa o cantor e compositor de cometer pedofilia, como se na Igreja Universal do Queijo do Reino, principalmente hoje, não houvesse veado, bicha, baitola, pedófilo, charlatão, bandido, ladrão, sonegador, contraventor e principalmente exploradores da fé dos fudidos, lascados e mal pagos, tudo em nome de Deus, que é moco, surdo, cego e gago, fingindo não ouvir essas barbaridades praticadas na terra pelos seus rebanhos de aproveitadores!

A relação sexual de um adulto com uma menor de 18 (dezoito) anos e maior de 14 (quatorze) anos passou a ser considerado estupro de vulnerável só em 2009 com o advento da Lei 12.015/2009, que prever no seu art. 217-A, caput, que assim estabelece: ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com a vítima maior de 14(quatorze) anos e menor de 18 (dezoito), pena de reclusão de 6 (seis) a 10 (dez) anos. Nos anos 1980, quando Caetano Veloso e Paula Lavigne se relacionaram, cabia ao juiz julgar, caso a caso, se a menor tinha consciência dos seus atos. Portanto, se não havia lei tipificando essa conduta do agente, não havia crime nessa modalidade de conjunção carnal.

Segundo o juiz da 50.ª Vara Cível, Bruno Manfrenatti, os réus fazem parte dessa parcela de pessoas que usam do alcance das redes sociais para perseguir, denegrir, ofender, injuriar, caluniar aqueles que discordam de sua plataforma política, de suas ideias, de sua agenda. “A opinião alheia, se contrária à dos réus, torna-se alvo de ataques violentos, verbais e, até, físicos, senão pelos próprios réus, pelos seus seguidores, insuflados pelo discurso de ódio”, aponta o magistrado na decisão liminar.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: mesmo discordando dos dissonantes componentes do Movimento Procure Saber, liderado por Roberto Carlos, que depois que a merda começou a feder, limpou o cu e o tirou fora, para impedir biografias não autorizadas de serem publicadas: que moral, ética filosófica, cívica, política, religiosa, possui uma figura execrável, abominável, viadal, baitolal feito Alexandre Frota que já levou tanta pajaraca no rabo que, se for por uma atrás da outra e somada, vai do Oiapoque ao Chuí, para dizer que Caetano Veloso é um merda, um filha-da-puta, um ladrão, um 171, um pedófilo e apoiador da corrupção?

CARLOS HENRIQUE RAPOSO, O CARLOS KAISER CARA DE PAU X LULA, LAPA DE LADRÃO, O 51 DA PITU

Considerado a maior farsa que já houve na história do futebol brasileiro, assim como Lapa de Ladrão, na história da política, Carlos Henrique Raposo, conhecido como Forresp Gump, também conhecido como Carlos Kaiser devido sua semelhança com o jogador alemão Franz Beckenbauer, conseguiu passar incólume e enganar todos os dirigentes futebolísticos banânicos e do estrangeiro sem nunca ter jogado uma única partida de futebol.

De 1.86m de altura de pura pilantragem, Carlos Henrique Raposo, ou Carlos Kaiser, nascido em Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em 2 de abril de 1963, com uma malandragem típica do brasileiro filho de Caetês, o maior farsante que o Nordeste pariu para ser presidente da República Federativa de Banânia por duas vezes, vai ter a vida virada pelo avesso através de um documentário intitulado Kaiser: The Greatest Footballer Never to Have Played Football (em tradução livre: Kaiser: O maior futebolista que nunca jogou futebol), pelo realizador e produtor britânico Louis Myles, responsável por vários documentários sobre futebol.

Em 2011, o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, exibiu uma matéria que contava, com detalhes, como Carlos Kaiser, o maior farsante do futebol brasileiro, por mais de 20 anos conseguiu ludibriar diversos clubes brasileiros, como Botafogo, Flamengo, Bangu, Fluminense, Vasco da Gama, América e do exterior, como o Puebla do México, Independiente da Argentina, El Paso Patriots dos EUA, Louletano de Portugal e Gazélec Ajaccio da França, fazendo parte de seus elencos, mesmo sem praticamente ter disputado partidas oficiais. Entre seus supostos feitos notáveis, Kaiser alega ter sido campeão Mundial Interclubes pelo Independiente em 1984, fato não confirmado pela diretoria do clube argentino.

Tendo como maior habilidade fazer amizade com os jogadores mais importantes da época como Romário, Bebeto, Branco e Edmundo, e assim, conseguir ser contratado pelos grandes clubes, Carlos Kaiser não perdia a oportunidade de se apresentar como grande jogador e conquistar a simpatia de grandes dirigentes futebolísticos e, dessa forma, ser contratado como grande revelação mesmo sem jogar uma partida de futebol.

O próprio Carlos Raposo explicou sua maneira de agir diante dos jogadores que acabavam tornando-se seus amigos para conseguir notoriedade: “A gente se encontrava num hotel e eu levava mulheres”. E completou: “Alugava apartamentos com uma diferença de dois andares dos jogadores, assim ninguém precisava sair do hotel.” Dessa maneira, e por intermédio do sexo feminino, ele conseguia se aproximar dos jogadores para ser contratado pelos grandes times.

Em 1986, Carlos Raposo conseguiu, no futebol, o seu primeiro contrato ou, o que muitos consideravam seu primeiro golpe, já que foi convocado pelo simples fato de estar ligado a uma figura do meio. Maurício foi quem o levou ao Botafogo, onde era ídolo. O vínculo entre eles tinha nascido na infância e ganhou importância nos anos seguintes.

Assim como os comediantes quando sobem ao palco para iniciar seu monólogo num stand-up, Raposo tinha seu método para viver o dia a dia no clube: “Fazia algum movimento estranho, tocava minha coxa e ficava 20 dias no departamento médico”. Era assim que, numa época em que as ressonâncias magnéticas não existiam, esse jogador fictício vivia do clube.

Assim como Lula Lapa de Ladrão, que se tornou uma “lêndia”, uma “fricção” para os fudidos, um Antônio Conselheiros para os lascados, Carlos Kaiser continua desfilando sua malandragem aos quatro cantos do mundo e conseguindo manter seu status quo, mesmo depois de se provar por “A” mais “B” sua farsa de grande jogador.

Carlos Henrique Raposo é conhecido no mundo do futebol como o maior golpista que viveu desse esporte. As estatísticas são notáveis: atuou como jogador por 20 anos e esteve em 15 equipes diferentes. Algumas delas foram Botafogo, Flamengo, Puebla, Bangu, América, Vasco da Gama, Fluminense e Independiente.

Assim como Lapa de Ladrão, o maior canalha politiqueiro saído das entranhas de Caetês para enganar o Brasil e o mundo, deu-se tão bem em suas malandragens que até hoje os tabacudos e descerebrados endeusam suas farsas nas caravanas do fracasso.


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