Férias, praia, mar, aquela preguiça gostosa na areia e uma surpresa. Enquanto aproveitava os dias de folga a três mil quilômetros de casa, na Praia de Ponta Negra, no Rio Grande do Norte, a jornalista Francielly Azevedo, que mora em Curitiba, se deparou com a própria foto estampada em um carrinho de crepe.”Eu levantei e falei: sou eu, moço. Sou eu, e ele não acreditou”, contou a jornalista.

O carrinho de crepe francês é o sustento de um ambulante João Batista de Mendonça, de 36 anos. Desde 2000, ele trabalha na praia. Aleatoriamente, ele fez uma pesquisa na internet por “crepe francês mulher” e encontrou a foto da jornalista. Sem hesitar, decidiu colocar a foto para ajudar nas vendas na beira da praia.

Batista nem se importou com o fato do “figurino da modelo” estar destoante do cenário das vendas – blazer, blusa de lã e camisa.

A imagem foi postada pela própria jornalista, no Facebook, em 2013. Na ocasião, ela fez um registro de um dia de trabalho em meio à produção de uma reportagem para um programa de culinária na emissora em que trabalha.

* * *

Este mundo muderno, todo interneticado, é de lascar.

Isto é o que se pode chamar de coincidência do caralho.

Vôte!!!

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7 Comentários

  1. A. Luis disse:

    .
    e, e, e,
    e, se a jornalista quiser tirar seu visual do carrinho,
    sugiro uma foto artística da inefável e operosa Chupicleide!

  2. joaquimfrancisco disse:

    Coisa linda é mulher! talvez seja o motivo de tanta rebelião. Faz muita falta uns monumentos destes por perto e bem perto. Sugiro tambem uma foto da afável e onerosa Chup,numa praia na Antártida é claro.

  3. jm disse:

    e ela não exigirá indenização, royalties ou o caralho a quatro???

    • Jairo Juruna disse:

      Isso já foi acertado.

      Do G1:

      A coincidência não saiu da cabeça da jornalista, que queria encontrar o ambulante novamente para poder tirar uma foto do lado do carrinho e contar para os amigos. “Eu pensava: meus amigos não vão acreditar na hora que eu contar essa história”.
      “Andei a orla toda e não o encontrei. Quando eu o avistei, saí correndo atrás do carrinho, e ele saiu correndo também. Eu correndo atrás dele, e ele correndo de mim porque ele achou que ia chamar a polícia, ia fazer alguma retaliação”, contou aos risos a jornalista.
      Mais calmo, o ambulante entendeu que Francielly não tinha intenção de chamar a polícia e que havia achado graça da coincidência. “Ele acabou me dando uns quatro crepes. Vendi o direito de imagem por quatro crepes”, brincou.

      http://g1.globo.com/pr/parana/ferias-verao/2017/noticia/2017/01/de-ferias-no-nordeste-curitibana-ve-propria-foto-em-carrinho-de-crepe.html

  4. joaquimfrancisco disse:

    Indenizações,royalties tudo bem,não precisa entrar com processo, mas o resto nem com ajuda do stf.

  5. Jairo Juruna disse:

    Como ela é jornalista, o fato resultou em uma interessante matéria jornalística.
    Se ela fosse advogada ou alguma celebridade, não iria deixar barato e, assim como ocorreu em casos parecidos envolvendo o rei Roberto Carlos ou o ex-jogador Fio maravilha, o vendedor ambulante iria ganhar um processo.

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