9 janeiro 2017TÁ CHEGANDO A HORA…



Um acervo criminal e histórico de mais de 30 milhões de documentos, guardados em uma sala sem janelas com acesso controlado e monitorado 24 horas por câmeras na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, forma o banco de dados da Operação Lava Jato. A delação da Odebrecht, que deve ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre fevereiro e março, vai mais do que duplicar as investigações.

É o maior acervo de provas já produzido pela Polícia Federal em uma investigação contra a corrupção no Brasil. Às vésperas de completar três anos, em março, a Lava Jato teve 36 fases deflagradas, cumpriu 730 mandados de busca e apreensão até aqui e acumulou um total de 1.434 procedimentos instaurados.

No 3º andar da Superintendência em Curitiba, o centro nervoso da Lava Jato ocupa quatro salas interligadas por portas internas que formam um labirinto circular. A primeira sala guarda HDs de computador com cópias de segurança dos arquivos digitalizados. Nas prateleiras estão pastas de inquéritos, relatórios, apensos e análises dos mais de 400 inquéritos e procedimentos criminais já abertos pelos delegados.

Na segunda e na quarta salas trabalham equipes de analistas que passam o dia abrindo arquivos apreendidos em buscas, separando dados de relevância para as apurações e produzindo relatórios de análise – um grupo restrito de cerca de vinte investigadores. Cada equipe tem um chefe e está vinculada a um delegado da Lava Jato.

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Segundo os irmãos Malamanhado e Malouvido – dois desocupados e queridos amigos meus de Palmares, ambos especialistas em enredos, boatos, escrachos e fuxicos -, não adianta nada Lula ficar demonstrando simpatias e enviando recados elogiosos para o Estado Islâmico.

Este acervo guardado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, que conta a maior história de corrupção e roubalheira já acontecida desde que Cabral chegou por aqui e Banânia foi descoberta, é à prova da ataques terroristas.

Não tem bomba ou arma química que dê fim ao material ali acumulado. O 3º andar da superintendência da PF em Curitiba é indestrutível.

E tem mais: a fortaleza descrita nesta notícia aí de cima é à prova de pragas rogadas por idiotas da militância, por descerebrados zisquerdóides e por babacas vermêios-istrelados.

“Tô fudido. Si lasquei-me mermo”

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