Anunciado pelo Palácio do Planalto como novo ministro das Cidades, o deputado Aguinaldo Ribeiro ocultou da Justiça Eleitoral nas últimas eleições o fato de ser dono de quatro empresas.

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Não me perguntem o que é que leva um homem público a omitir da declaração de rendas a propriedade de empresas. Eu num sei de nada. Ou, melhor dizendo, eu sei perfeitamente a razão.

Bem que meus informantes paraibanos me deram o bizu: o cabra é bom pra roer. (vide postagem do último dia 3).

Duas das empresas que foram escondidas pelo novo ministro (que nem tomou posse ainda) têm tudo a ver com o ministério que ele vai comandar: construção civil e incorporação de imóveis.

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7 Respostas em: “AINDA BEM QUE VOTAMOS PRA MUDAR OS 500 ANOS ANTERIORES”

  • ´Gregório filó Diz:

    NOS ULTIMOS ANOS A PODRIDÃO SE MULTIPLICOU POR MIL PARA RIMAR COM BRASIL.

  • Fernando Flávio S. Monteiro Diz:

    Luiz Berto,

    Vou falar uma coisa! Ou essa “Presidenta” não cumpre o que falar… Ou estão escolhendo os ministro por ela, nesse último caso, é bom trocar que faz essas escolhas, pois parece que são tudo do mesmo time…

  • Goiano Diz:

    Quem escolhe os ministros é a presidenta, sim, mas mediante indicação dos partidos que compõem o governo. Aqui é assim e parece que vão adotar esse sistema também nos Estados Unidos, na França, na Alemanha, na Inglaterra, na Itália e talvez até na Conchichina.
    No caso específico do Ministro das Cidades, vão ter de rebuscar no PP alguém que não tenha pecados, algo difícil entre políticos… O deputado federal Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba, que está com posse marcada para hoje, além do pequeno e insignificante probleminha apresentado no texto acima, de ser dono de umas poucas empresas sem tê-las declarado, parece que é dono de duas emissoras de rádio no interior da Paraíba registradas em nome de seu ex-contador e de um assessor pessoal. Ora, é pouca laranja para um suco! Não dá nem um copo direito!
    Pelo visto, esse não esquenta o trono.

  • Luiz Berto Diz:

    Aguinaldo Ribeiro, o novo ministro das Cidades, é um fenômeno em matéria de aumentar o patrimônio pessoal sem explicação.

    Carlos Newton – 06 de fevereiro de 2012

    Reportagem de Gabriel Mascarenhas e Guilherme Amado, no Correio Braziliense, mostra que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), escolhido pela presidente Dilma Rousseff para comandar o Ministério das Cidades, aumentou seu patrimônio em mais de duas vezes e meia entre 2006, quando era deputado estadual na Paraíba, e 2010, ano em que foi eleito para o primeiro mandato na Câmara dos Deputados.

    No período, segundo as declarações de bens que ele entregou ao Tribunal Superior Eleitoral, o futuro ministro teve uma variação patrimonial de 164,6%: o total de seus bens saltou de R$ 1,35 milhão para R$ 3,57 milhões.

    Para efeito de comparação, a reportagem mostra que a média de valorização do patrimônio dos deputados federais entre 2006 e 2010 foi de apenas 5,2%. Neste mesmo período, Aguinaldo recebia somente R$ 12,4 mil por mês como deputado estadual da Assembleia Legislativa de seu estado.

    Ainda assim, ao longo de apenas quatro anos, o parlamentar comprou dois imóveis, entre eles uma casa de R$ 410 mil, além de dois terrenos e três carros de luxo, sendo um modelo Frontier, ano 2007, por R$ 127 mil. No mesmo período, o então deputado estadual investiu em cabeças de gado, ações, aplicações em renda fixa e até poupança, em que manteve singelos R$ 133,49.

    Agora vem a Folha, em reportagem de Breno Costa e Silvio Navarro, anunciando que o novo ministro das Cidades ocultou da Justiça Eleitoral nas últimas eleições o fato de ser dono de quatro empresas. Duas delas têm atuação na área da construção civil e incorporação de imóveis, atividades ligadas ao ministério que ele comandará oficialmente a partir de hoje. O Ministério das Cidades tem como um de seus carros-chefes as ações na área da habitação social. Nada mal, não é mesmo?

    Depois de desmascarado pela imprensa, o ministro Aguinaldo Ribeiro afirmou, por meio de sua assessoria, que não declarou à Justiça Eleitoral, mas declarou à Receita Federal ser sócio das empresas e disse que irá se desligar delas para chefiar o Ministério das Cidades.

    Ele não explicou, entretanto, o motivo de ter omitido as informações em sua declaração à Justiça Eleitoral quando se candidatou a deputado federal nas eleições de 2010. Mas o motivo é óbvio – as informações à Justiça Eleitoral são públicas, qualquer pessoa pode acessar, enquanto as informações à Receita Federal são sigilosas, só acessáveis mediante autorização judicial.

    Com tamanho talento, Aguinaldo Ribeiro está indo para o ministério errado. A presidente Dilma Rousseff melhor faria se o nomeasse para o ministério da Fazenda, para que ajudasse o governo a multiplicar o desenvolvimento do país, com a mesma rapidez com que ele consegue aumentar seu patrimônio pessoal.

  • Monsenhor Washington Teixeira Diz:

    Trocando seis por meia dúzia, merda por bosta, canalha A por canalha B. E ficamos como estamos!

  • Djan (monsenhor) Diz:

    O que acho indigesto é a capacidade dos socializadores da bunda alheia,de escolher sempre os pilantras. Que tara essa coprofagia, como se sentem bem se lambuzando de merda.
    E tudo isso na maior cara de pau, sob os aplausos das vacas de presépio.

  • Monsenhor Fred Monteiro Diz:

    Goiano, meu caro, que diabo de ética é essa que considera “insignificante probleminha…de ser dono de umas poucas empresas sem tê-las declarado, parece que é dono de duas emissoras de rádio no interior da Paraíba registradas em nome de seu ex-contador e de um assessor pessoal.” Acho que entendi mal.. Um cara legal como vc não deve ter dito isso. Tenho certeza de que vc não chegaria a tanto.

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