Um buraco negro de aproximadamente 690 milhões de anos foi observado pela primeira vez por um time de astrônomos de várias instituições do mundo.

Trata-se do buraco negro mais distante da Terra observado até agora e, provavelmente, o mais antigo.

O feito foi publicado na edição desta quarta-feira (6) da revista “Nature“.

* * *

Eu num vi buraco negro nenhum na montagem que ilustra a notícia aí de cima…

O que aparece mesmo é um furico branco com um pontinho preto no meio, cercado dumas rodelas encarnadas.

E com um fiapo de gás arroxeado atravessando o olho daquele cu astronômico.

Vôte!

A militância do Movimento Social Idioteiro Politicamente Correto protestou veementemente contra a denominação “buraco negro” dada pelos cientistas a esta descoberta.

Pra acirrar ainda mais a discussão, o filósofo palmarense Otacílio, especialista em putarias astronômicas, mandou me dizer que o mais correto seria batizar o fenômeno de “cu negro”.

Otacílio vivia me sacaneando – eu, preto metido a abrancalhado – com uma célebre frase de sua autoria, muito citada nas rodas intelectuais palmarenses: “Preto é feito caranguejo: só as fêmeas prestam”.

1 Comentário

  1. Zé Mané disse:

    Berto

    Maria do Rosário, Gleisi Hoffman, Vanessa Graziotin e Cia. irão processar a Nature pelo título racista.
    Querem substituir o termo BURACO NEGRO por BURACO AFRODESCENDENTE.

    Abraços,

    Zé Mané

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