Roubos aumentam até 82% em áreas nobres da capital paulista.

Ibirapuera, Vila Mariana e Pinheiros tiveram alta muito acima da média.

* * *

Como estas áreas e bairros são habitados pela classe média, quem odeia este tipo de gente deve ter ficado muito feliz com o aumento da criminalidade por lá. Odiar quem venceu e conseguiu alguma coisa na vida é o esporte predileto de uma certa qualidade de tabacudos deztepaiz.

A “filósofa” petralha Marilena Chaui, por exemplo, que fez um discurso dizendo “Eu odeio a classe média; a classe média é um atraso de vida; é uma abominação; ignorante, petulante, arrogante“, deve ter festejado com muita alegria estes números, que indicam um espantoso aumento na roubalheira, ultrapassando os 80%.

Afinal, são os pobres ladrões, trombadinhas, trombadões e assaltantes a mão armada, marginalizados e excluídos pelo cruel sistema capitalista, que estão expropriando os bens dos burgueses insensíveis.

Marilena deve estar torcendo para que estes índices de criminalidade cresçam mais ainda no ano que está chegando, embora seja ela mesma uma saudável integrante da classe média, assalariada do gunverno, pois é professora de uma universidade pública.

Já mandei avisar à dupla Barba-Dilma que eles parem com esta história de querer transformar os miseráveis de Banânia em cidadãos da classe média, pois Marilena detesta este tipo de gente.

Só pra refrescar a memória dos nossos leitores: Marilena é autora de duas outras pérolas.

A primeira, foi quando ela disse que não havia nada de errado em Lula se aliar a Maluf, pois “Maluf não era corrupto” e representava a tradicional classe de “políticos empreendedores e construtores de obras“.

A segunda pérola foi quando ela decretou que “quando Lula fala, o mundo se enche de luz“. Ou seja, ao dizer que odeia a classe média, Marilena defeca pela boca uma afirmação coerente com a sua brilhante linha de “raciocínio” vermêio.

Se o Velho Guerreiro ainda estivesse vivo, certamente Marilena seria uma excelente auxiliar no Programa do Chacrinha, ajudando-o a gritar pra plateia: “Vocês querem bacalhau???”

Vejam o vídeo a seguir e atentem pra um detalhe: tem gente que aplaude o que ela caga oralmente. Já dizia meu finado pai: “Este mundo é uma despensa: de tudo que se procurar, se acha“.

Se acha até babacas aplaudindo tabacudas…

5 Comentários

  1. Bráulio de Castro disse:

    A classe média é quem sustenta essa figura.

  2. Canindé - Natal - RN disse:

    Essa “filósofa” não passa do que meu saudoso pai, do alto de sua ignorância intelectual e seu doutorado vivencial chamava de uma grandessíssima “chaleira” (babona, baba-ovo, puxa-saco).
    Não há em cima terra, debaixo da lua ou ao redor do sol, filosofia que explique o que existe na cabeça de alguém que se intitula filósofa e vomita tanta besteira.
    E ainda aparecem explicantes desesperados aqui acusando outros de fazerem comentários “ofensivos” porque são divergentes dos pontos de vista que defendem.
    A esses, peço que se esforcem e esclareçam que adjetivação pode ser dada às “pérolas” que a “filósofa” expele.

  3. Nohnoh disse:

    ‘embora seja ela mesma uma saudável integrante da classe média, assalariada do gunverno, pois é professora de uma universidade pública’

    E, desde que a camarilha vermébile emplacou Filosofia como matéria obrigatória, uma ‘best-seller’ do Méqui (por conta dos impostos da classe média).

  4. Cardeal Paulo Moura disse:

    Eu sofria Buylling na faculdade, no tempo que fazia História, porque nunca gostei dessa louca!
    Um dia fui contestar em sala as ideias dela e quase apanho na sala, rsrsrsrsrs

  5. Dirceu disse:

    Só consegui escutar Pq o vídeo tem pouco mais de um minuto. É muita bosta pra uma boca só vomitar, e é muito otário pra cheirar a merda e aplaudir. Só mesmo em Banania.

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