12 julho 2017 JOSIAS DE SOUZA

LULA CONDENADO

12 julho 2017 FULEIRAGEM

JOÃO BERTO – JORNAL DA BESTA FUBANA

12 julho 2017 DEU NO JORNAL

UFA!!! ATÉ QUE ENFIM!!!

* * * 

Eu não entendi qual a razão de um meliante deste porte ter pego uma pena tão pequena.

Nove anos e meio???

Isto é muito pouco.

Devia ter arrochado mais, Dr. Moro!

Mas, pelo que sei, acho que esta cacetada se refere a um único processo. Outras devem estar a caminho.

Leia a íntegra da sentença clicando aqui.

Sobre esta condenação, o grande Hélio Bicudo acaba de declarar o seguinte:

“Notícia para soltar foguetes! Saber que Lula foi condenado por corrupção mostra que é possível confiar na Justiça. Primeira condenação de outras que certamente estão a caminho.”

Pois vamos atender ao apelo do Dr. Bicudo e encher os ares de alegria.

Uma salva de fogos pela prisão do maior delinquente que Banânia já teve!!!

12 julho 2017 FULEIRAGEM

ALECRIM – CHARGE ONLINE

INSTITUIÇÕES INSULTADAS

A série de insultos às instituições republicanas culminou ontem com o sequestro da Mesa do Senado por uma horda de bandalheiras – as senadoras Fátima Bezerra (PT-RN) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM,) à frente – para impedir a votação da reforma trabalhista. Ao mandar apagar as luzes do plenário, o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), fez a metáfora típica de membro do baixo clero num cargo do qual não está à altura.

Essa submissão da coisa pública às mesquinhas ambições pessoais da baixa política teve início após o impeachment de Dilma Rousseff (PT-RS), quando seus sequazes percorrerem o Brasil e o mundo a denunciar o “gópi” (da lavra da acima citada Fátima Bezerra), garantindo que a democracia havia sido interrompida por uma intervenção ilegítima. Agora que o governo Temer se assemelha cada vez mais a um zumbi assombrando um Brasil espoliado e intranquilo, os mesmos pregoeiros da desgraça garantem que o eventual substituto provisório e, quem sabe, provável sucessor até 2018, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estaria protagonizando o golpe do golpe. Mas as instituições parecem funcionar e Deus queira que as aparências não nos enganem.

O que não falta desde então, entretanto, são tentativas insidiosas de desmoralizá-las em proveito próprio. O Partido dos Trabalhadores (PT) foi o primeiro a entrar nesse cordão dos “arrasa-instituições”. Defenestrada em processo constitucional normalíssimo, a mineira dos Pampas não perde uma oportunidade de maldizer os Poderes Legislativo e Judiciário, que a depuseram para punir crimes de responsabilidade que ela cometeu, como as famigeradas “pedaladas fiscais”. Sua narrativa da deposição ilícita de uma “presidenta” honesta, sem contas no exterior, pelo vingativo e corrupto inimigo, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que presidia a Casa que a destituiu, com o voto de mais de dois terços do total dos seus membros, correu o mundo para macular o seu afastamento definitivo, satanizando o sistema que a deserdou.

Responsável por sua insensata e inesperada ascensão ao posto máximo da República, o antecessor e padrinho dela, Luiz Inácio Lula da Silva, recorreu a idêntico expediente ao tentar transferir para investigadores, acusadores e julgadores de seus crimes as penas que lhe cabem. Após constatar, em telefonema a um comparsa, que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, seria “ingrato”, incapaz de ser minimamente leal a benfeitores que o promoveram, abusa de ataques insanos ao Ministério Público (MP), à Polícia Federal (PF) e ao juiz federal Sergio Moro, responsáveis pelos cinco processos a que responde. E, dizendo-se vítima de ditadura inexistente, avisou que, se condenado, apelará a Cortes no exterior.

Na guerra de vaidades e por poder nem todos os chefes dessas instituições têm agido de forma incontestável no uso de suas atribuições. Rodrigo Janot, que se jacta de enfrentar, de forma imparcial e sobranceira, os mais poderosos varões nada impolutos da República, escorregou na baba da própria ambição. Em busca de um lugar no pódio da corrida do combate à corrupção, autorizou uma negociação nefasta para o interesse público com os marchantes da família Batista de Anápolis, propiciando-lhes impunidade absurda por sua participação numa ação programada de que a principal vítima foi o presidente da República. A obra-prima dele, a delação premiada de Joesley Batista, seu irmão e seus empregadinhos, resultou num desastre de relações públicas. A troca de 2 mil anos de pena por uma gravação do chefe do governo em flagrante delito empata em desconfiança e impopularidade com a desastrada atuação no comando do Executivo do mais poderoso de seus acusados. Comparar a troca com a “escolha de Sofia”, referência à opção entre dois filhos, salvando um em troca da morte do outro, da protagonista de William Styron, é a metáfora que sai pior do que a tentativa de correção.

A desastrada estratégia do tudo ou nada de Janot terminou por prejudicar muito mais a ação dos procuradores, incluindo os da força-tarefa da Operação Lava Jato, do que todas as tentativas de barrar suas iniciativas feitas pelos suspeitos de corrupção que ocupam cargos de mando na República. Sua sucessora, Raquel Dodge, terá uma missão árdua para corrigir isso, ao mesmo tempo que terá de esgarçar a teia de cumplicidade em que Temer e aliados pretendem enredá-la.

Impossível ainda será deixar o presidente de fora dessa tentativa malfazeja de desmoralizar as instituições da República para tentar safar-se dos próprios erros. Por mais inepta e frágil que seja a peça da acusação da lavra de Janot, que deu entrada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, ela tem como núcleo um fato incontestável: o encontro injustificável de Temer com Joesley na calada da noite, no porão do Jaburu, para tratar de assuntos pra lá de suspeitos e da forma mais inconveniente.

Desde que a reunião foi divulgada, a expectativa de delação de ex-parceiros, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o contador Lúcio Funaro, desafia a reputação impecável alegada pelo morador do Jaburu. Nada disso, contudo, viria à baila se ele não tivesse permitido a constatação lógica de que pode ter cometido delitos de corrupção passiva, obstrução à investigação e formação de organização criminosa no único prazo em que não poderia tê-lo feito: os dois anos e meio em que completaria o mandato reduzido de Dilma Rousseff.

Sem fatos que possam socorrê-lo, o presidente contratou seu amigo fiel e conviva semanal Antônio Cláudio Mariz de Oliveira para enxovalhar a reputação da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e de um órgão técnico em cuja boa-fé repousam inquéritos criminais da maior relevância, o Instituto Nacional de Criminalística. Mas o Estado de Direito depende do funcionamento de instituições que a defesa de Temer tem enxovalhado para garantir o bom emprego dele.

12 julho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

12 julho 2017 A PALAVRA DO EDITOR

AS TABACUDAS VERMÊIAS NAS TREVAS DA IDIOTICE

As bovinas descerebradas que aparecem no flagrante acima estão nas trevas de uma ridícula idiotice e no negrume da mais absoluta ausência de postura, de ética e de respeito.

Uma ausência de ridículo tão grande quanto a ausência de cérebro no interior do crânio destas porras.

Não vivemos num país.

Viemos num imenso puteiro.

O Senado é apenas uma suite deste puteiro.

E estas tabacudas estão lá porque foram eleitas.

Ou seja, tem eleitor canalha neste país capaz de dar um voto a estas antas.

É phoda!!!

As raparigas profissionais, aquelas que ganham a vida honestamente, dando duro e levando duro, estão indignadas com o comportamento destas tabacudas zisquerdóides.

12 julho 2017 FULEIRAGEM

JOTA A – JORNAL O DIA (PI)


MÚSICA PARA OUVIR SÓ

Hoje acordei intempestivamente – um barulho estranho dentro do quarto. Era uma rolinha, que entrou provavelmente quando a mulher abriu a janela para observar alguma coisa lá fora. Voltou, fechou a janela e não viu a ave dentro do quarto. Batendo na vidraça para tentar sair, a rolinha me acordou. Me fez lembrar João Berto (tenha umas boas férias Joãozim, você merece).

Acordei com uma preguiça danada. Uma preguiça baiana misturada com maranhense. Resolvi basear a coluna de hoje com três músicas – as três interpretações que considero fantásticas. Vamos a elas:

Can’t Stop Loving You – Compositor: Don Gibson

Ray Charles

* * *

Atrás da Porta – Elis Regina

Elis Regina

* * *

Balada Para Mi Muerte – Compositor: Horacio Ferrer/Astor Piazzolla


Astor Piazzolla

12 julho 2017 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)

EM NOME DO FILHO

Para a Rede Globo e muitos políticos, Michel Temer já caiu: só falta avisá-lo de que seu mandato acabou. Para grande parte da imprensa, mesmo que Temer sobreviva a esta primeira denúncia, não resistirá à seguinte (e, se sobreviver, ainda haverá uma terceira). Para o deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara, primeiro na lista de sucessão, nem é preciso esforçar-se para chegar ao Planalto: o poder cairá no seu colo.

Para este colunista, a previsão (nome chique que o pessoal citado acima dá ao palpite), é de que Temer tem boas probabilidades de resistir. A fonte principal da coluna lembra que uma conceituada consultoria internacional de análise de risco político, Eurasia Group, dá a Temer maiores chances de terminar o mandato do que de cair: no dia 11, de 60% a 40%. Deve ser uma análise séria, já que os clientes da Eurasia a utilizam em suas decisões de investimento. Mas a fonte do colunista acha que a probabilidade de Temer sobreviver é maior do que a calculada pela Eurasia. E lembra que, se o grupo contrário a Temer tivesse a certeza de derrotá-lo, iria acelerar a votação, em vez de retardá-la com depoimentos e recursos ao STJ.

Qual é a fonte em quem tanto confia este colunista? A fonte é um bom analista, César Maia. Mais do que bom analista, é pai do deputado Rodrigo Maia. Se o pai prevê, publica e assina  que o filho não chega agora à Presidência, quem pode dizer o contrário?

A arma do presidente

Ao menos neste momento, Temer tem o apoio do baixo clero, nome do grupo de parlamentares que têm pouca importância política e que em geral são ignorados pelos líderes políticos – mas cujo voto vale tanto quanto o dos caciques. Temer foi três vezes presidente da Câmara e sabe conversar com esses deputados, dando-lhes a importância que não têm; e, presidente da República, tem condições de oferecer-lhes mais importância e algo mais. Admitir o pedido de autorização para a abertura de inquérito sobre Temer exige 342 votos. Se 172 deputados faltarem à votação, ou votarem contra, o número mínimo não será atingido e a autorização estará rejeitada.

Olha o nível!

Dia de votar a reforma das leis trabalhistas no Senado. O PT é contra (bem como sindicatos e centrais sindicais, que perdem a grande boquinha do Imposto Sindical). Início da sessão: 11 horas. O presidente da Casa, senador Eunício Oliveira, chega no horário e descobre que quatro senadoras, três do PT e uma do PSB, estão ocupando a Mesa. Recusam-se a sair de lá. Eunício encerra a sessão e manda apagar a luz. As senadoras continuam no mesmo lugar. Na hora do almoço, chegam as marmitas para as quatro. Mais tarde, vêm à Mesa mais duas senadoras. Perto da Mesa, circulam outras parlamentares, como Benedita da Silva, PT, esquerdista histórica, e Kátia Abreu, PMDB, que passou de líder ruralista a militante de esquerda. E Lindbergh Farias fica ali, como camarada orientador. Discutir o projeto para que? Fazer arruaça infanto-juvenil rende mais tempo na TV.

A Mesa foi desocupada às 18h45. Quem negociou com as senadoras? Um peemedebista que tem bom diálogo com elas, Jader Barbalho, PMDB.

Os nomes, os nomes

As primeiras ocupantes da Mesa foram Lídice da Mata (PSB), Gleisi Hoffmann (presidente nacional do PT), Fátima Bezerra e Regina Souza, ambas do PT. Juntou-se a elas, mais tarde, Vanessa Grazziotin (PCdoB).

Todos juntos

O Imposto Sindical, um dia do ordenado de cada um dos assalariados do país, estimula a criação de mais sindicatos, por ser uma bela fonte de renda, e faz com que os sindicatos não precisem trabalhar, pois tenham ou não associados sua receita está garantida. Resultado, temos mais de 17 mil sindicatos no país, que funcionam do jeito que se sabe. E é importante lembrar que sindicatos patronais, que representam quase 1/3 deste número, também se beneficiam do Imposto Sindical e querem mantê-lo. O setor empresarial tem ainda outro benefício: o Sistema S (Sesc, Senac, Sesi, Senai) recebe dinheiro do Governo, via federações patronais.

Dia quente

Hoje, ao meio-dia, outra sessão movimentada: a sabatina de Raquel Dodge, indicada pelo presidente Temer para procuradora-geral da República. No foco, o que pretende Raquel Dodge fazer com a Lava Jato. Entende-se: em público, todos querem que a Lava Jato seja prioritária. Mas querem mesmo que a Lava Jato morra de inanição e que o juiz Sérgio Moro seja promovido a desembargador. Aí será mais um, não mais o único.

Rompendo o sigilo

Nesta semana, notícias não faltarão: o BNDES deve apresentar o Livro Verde, com as principais operações realizadas de 2001 a 2016. Por exemplo, o caso JBS, de Joesley Batista.

12 julho 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL (PA)


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GLOSA

Só sete palmos de chão
É tudo que vamos ter.

Mote de Antônio Cassiano – Glosa desta colunista

Amor é coisa divina
E não tem como negar
Quando decide chegar
O coração contamina
Não adianta vacina
Isso devemos saber
Quem tem amor pra viver
Aproveite a ocasião
Só sete palmos de chão
É tudo que vamos ter.

12 julho 2017 FULEIRAGEM

ADNAEL – CHARGE ONLINE

QUEM TEM, TEM MEDO

Lula defende Temer para escapar das revelações de Joesley sobre a conta na Suiça que bancou despesas do chefão

“Você não pode, só por conta de delação, culpar as pessoas, porque têm muito delator mentindo”.

Lula, em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba, ao afirmar que Michel Temer não pode ser denunciado pelas revelações de Joesley Batista, fazendo de conta que defende o atual presidente por prezar a Justiça, não para desqualificar as informações fornecidas por seu açougueiro predileto sobre os R$ 300 milhões depositados numa conta na Suíça aberta para bancar despesas do chefão.

11 julho 2017 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

ADEUS, TEMER. E DEPOIS?

Não há na nossa história republicana nenhum caso de um presidente que tenha tido uma agonia política tão longa como a de Michel Temer.

No início da República, Deodoro da Fonseca, após ter fechado o Congresso Nacional, permaneceu mais uma quinzena no poder antes de ser obrigado a renunciar, após a rebelião da Marinha, entregando o governo a Floriano Peixoto. Mais de meio século depois, Getúlio Vargas resistiu 19 dias até a tragédia do 24 de agosto de 1954.

A crise de novembro de 1955 foi resolvida no próprio mês, mesmo tendo três presidentes em um curto espaço de tempo.

Já em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros, em duas semanas, fundamentalmente, foi possível encontrar uma solução para o impasse sucessório. Três anos depois – e, neste caso, com a decisiva presença militar – em alguns dias foi construída uma nova situação política.

Agora, mesmo tendo instituições um pouco mais sólidas do que nos momentos históricos citados, nada indica que seja possível encontrar, a curto prazo, um caminho que retire o país da mais profunda crise da nossa história.

Com a redemocratização, foi construído um estado democrático de direito que não conseguiu lançar os fundamentos de uma República democrática. Pelo contrário, a institucionalidade acabou – graças à sua complexidade e ausência de controle público – dando guarida segura àqueles que conspiraram sistematicamente contra os valores republicanos.

O que deveria servir como um instrumento de defesa da cidadania acabou, ao longo de três décadas, sendo utilizado para garantir legalmente – por mais paradoxal que pareça – uma República apodrecida pela corrupção.

Os republicanos passaram por diversos momentos de desilusão política. A cada aparente ruptura, vinha – em seguida – a desilusão. E isso desde o 15 de novembro de 1889, passando por 1930, 1945, 1964, 1985 e, especialmente para a conjuntura que vivemos, 1988 e a sua “Constituição cidadã.”

De Saldanha Marinho, lá no início do governo Deodoro, até a atual sociedade civil – participante, ativa, que transformou as redes sociais em instrumentos de combate político – todos dizem que não vivemos na República dos nossos sonhos.

A cada dia fica mais profundo o fosso que separa o cidadão comum da elite dirigente – elite dirigente, entenda-se, dos Três Poderes da República.

O poder continua petrificado, de costas para a sociedade. Não quer saber de mudança. Quer manter, na essência, tudo como está. Basta recordar que estamos a cerca de um ano das eleições presidenciais e nada indica que haverá uma profunda alteração do que vivemos no processo eleitoral de 2014.

Ou seja, teremos o habitual jogo sujo, com os mesmos partidos políticos, com os marqueteiros de sempre, os eternos candidatos e os ridículos debates. E no segundo turno, se houver, teremos dois candidatos representando frações eventualmente distintas do grande capital.

E a cidadania? Ah, esta pouco importa – ou melhor, importa só como eleitor, naqueles segundos em frente à urna eletrônica.

Desta forma, a crise do governo Temer é muito mais profunda. Que o presidente não está à altura do momento histórico, disso não há dúvida. Poderia liderar o país até o processo eleitoral de 2018, mas se apequenou, seduzido pelas benesses financeiras do poder. Resta agora, desesperadamente, se manter à frente do governo, manobrando da forma mais vil. Contudo, nada indica que deva permanecer até 31 de dezembro de 2018.

Mas se o problema fosse somente Michel Temer, tudo poderia facilmente ser resolvido. A questão é mais complexa, é estrutural.

Não estamos passando por uma crise política, o que não é pouco, como tantas outras na História do Brasil. Agora há uma crise sistêmica que atinge os Três Poderes.

Temer, Lava-Jato, JBS, Dilma, Odebrecht, Lula, Aécio et caterva são faces conhecidas de um sistema que entrou em colapso.

O processo do impeachment deu a falsa ilusão de que tudo estaria resolvido com a mera substituição do titular do Palácio do Planalto. Ledo engano. Tanto que, no “novo governo”, grande parte da base parlamentar é a mesma da antiga situação e, inclusive, teve – e ainda tem – no Ministério Leonardo Picciani, que votou contra a autorização para a abertura do processo contra Dilma Rousseff.

Entre as principais forças políticas com representação no Congresso, há um relativo consenso de que tudo o que ocorreu nos últimos anos não passou de mero acidente de percurso. Algo inevitável, típico de uma jovem democracia.

Insistem na falácia de que as instituições estão funcionando, mesmo em meio aos escândalos que transformaram o Brasil no país mais corrupto do mundo ocidental. É a velha conciliação, sempre presente na nossa história, principalmente nos momentos de tensão política.

Desta vez, dada a profundidade e magnitude temporal da crise, é provável que a conciliação fracasse. Isso só poderá ocorrer se a sociedade civil tiver uma ação ativa e propositiva. E aí mora um dos problemas. Fazer o quê? Como? Quais são as propostas? De que forma encaminhá-las? Como combinar a institucionalidade vigente com ideias de reorganização do aparelho de Estado? E de que forma construir o novo em meio a uma estrutura arcaica, que impede as mudanças?

Michel Temer deve logo abandonar o Palácio do Planalto. Mas a crise sistêmica vai permanecer. Ela é muito mais profunda do que a mera substituição do presidente. E se for seguido o velho figurino brasileiro – o que é mais provável – permaneceremos em meio à turbulência nos próximos anos, com reflexos diretos na economia e na sociedade.

11 julho 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Caro editodos Luiz Berto:

Em 04 de fevereiro de 1997 perdíamos um dos jornalistas mais ácido, sarcástico e corajoso do jornalismo e telejornalismo brasileiros: FRANZ PAUL TRANNIN DA MATTA HEIBORN, o Paulo Francis, por escancarar no programa MANHATTAN CONNECTION, diretamente dos EUA, em 1996, durante transmissão ao vivo que a PETROBRAS era um covil de ladrões, era propriedade dos seus funcionários e não do povo brasileiro, e precisava urgentemente ser privatizada, e que seu presidente, à época, JOEL RENNÓ e os diretores possuíam mais de US$50 milhões de dólares em conta escusa na SUÍÇA, dinheiro surrupiados dos cofres da estatal.

Acusação pela qual foi processado na justiça norte-americana pelo presidente JOEL RENNÓ, sob alegação de que o programa seria transmitido dos Estados Unidos para assinantes brasileiros de TV por assinatura.

Infelizmente morreu em decorrência dessa corajosa exposição da verdade!

O tempo provou que Paulo Francis estava certo!

O vídeo abaixo é esclarecedor:

11 julho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

PROPOSTA DE CANDIDATO

Se Deus quiser este ano
Eu vou me candidatar
Prometer mundos e fundos
Para trouxa em mim votar
Se acaso for eleito
De vida vou melhorar
Pois o povo tá dormindo
E do jeito que tá indo
Vai custar muito acordar.

Vou me vestir de santinho
Como faz a maioria
Distribuir muitos abraços
Recheados de simpatia
Fingir que gosto de pobre
Andar na periferia…
Nas vilinhas lá do fundo
Vou mentir pra todo mundo
Que odeio a burguesia.

Dos políticos safados
Eu vou engrossar a lista
Quero ser igual a eles
Demagogo e populista
Passo a perna nos tapados
Vestido de progressista
Enrolo bem o povão
Garanto minha eleição
Só com papo moralista.

Farei milhões de promessas
Pra enganar a população
Emprego pra todo mundo
Saúde e educação
Transporte grátis a todos
Segurança de montão
Em cada esquina uma praça
Comida e roupa de graça
Boa vida e diversão.

Mas depois que for eleito
Que vá se lixar essa gente
Porque só vai ter boquinha
Quem for amigo e parente
E na próxima eleição
Nada vai ser diferente
Volto a concorrer de novo
Passo a lábia nesse povo
E saio eleito novamente.

11 julho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

O ÚNICO CANDIDATO FICHA LIMPA ATÉ O PRESENTE MOMENTO

Comentário sobre a postagem MOISÉS C. TAVOLIERI – APUCARANA-PR

J Wilton:

“Bolsonaro é um dos raros políticos que não tem rabo preso com a justiça, nem com a rataria que pulula nos palácios e prédios da Capital Federal.

Não acho a escolha difÍcil:

Entre um troglodita honesto e um banco de ratos, fico com o primeiro.

O resto é hipogogia! (hipocrisia+demagogia)”

11 julho 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

11 julho 2017 MEGAPHONE DO QUINCAS


DUPLAS SERTANEJAS D’ANTANHO

Fábrica de músicas duvidosas

A coisa esquentou mesmo foi esse ano. A rinha vinha fervendo de outros são joões, mas em 2017 a pirotecnia foi maior.

A questão é muito mais antiga e profunda do que se apresenta hoje. Qualquer música regional pode e tem o direito de ser assimilada por outros rincões.

Os dois processos mais conhecidos são: o natural reconhecimento popular e a demanda espontânea por artistas que estão bombando; e a famosa máquina de criar duplas, ídolos, mitos, por meio do velho jabá e dos atuais centros de fabricação de sertanejos, que entram numa linha de montagem – geralmente no Centro-Oeste, Paraná e Interior de São Paulo – destinada a transformar porcaria em algo palatável.

O raciocínio vale para o sabão em pó, Bombril e a música romântica universitária sertaneja – ou como queiram rotulá-la. Por qualquer três ou quatro milhões (cash), dois irmãos bonitinhos, dupla com, no máximo uma voz afinada, o molde, o modelo, o empresariadismo, os acordos comerciais de presença em tudo que é canto ao mesmo tempo e a badalação. Nós, pobres cristãos, de tanto ouvir onipresentemente esses mantras nos flagramos a cantar “Fio de Cabelo” e até “É o amor”, exceções num cancioneiro insosso e padrão.

Neste último São João, a discussão voltou, de novo, à baila e Caruaru-PE e Campina Grande-PB, mecas das festas juninas do Nordeste, disputaram à ponta de faca quem traria mais atrações como “Mariulza e Marielza”, Marília Mendonça – nova musa – e os tradicionais e indigestos, que me permito aqui omitir.

Concorrência desleal, como sentar em cima do disco do outro para quebrar (como me ensinou o amigo Pelão), comprar o espaço do sucesso na mídia e implantar um chip de lavagem cerebral nos desatentos, já é prática de muito tempo. No fundo, a estrutura mental é a mesma: destruir a cultura alheia e assentar em cima os seus fakes, para angariar dividendos.

Esse assunto me dá náuseas, como diria o procurador. Apenas para não deixar batido, mostro aqui dois momentos mais originais e mais antigos desse gênero que até gostava de ouvir. Tire-se desse libelo, por favor, a linhagem representada por Inezita e tantos outros craques.

Venâncio e Corumba – “Chuleado da Vovó” – Bem Brasil – 1982

Venâncio e Corumba nasceram no Recife, em Pernambuco, sendo autores também, de, entre outros sucessos de “Último Pau de Arara”.

Milionário e Zé Rico

A Estrada da Vida – Milionário e Zé Rico

O mineiro Milionário e o pernambucano Zé Rico (já falecido) foram motivo de dois filmes, um dos quais “A Estrada da Vida”, de Nelson Pereira dos Santos.

Semana que vem, tem mais.

11 julho 2017 FULEIRAGEM

FRED – CHARGE ONLINE

TIMONEIRO

Para embelezar a nossa terça-feira, Paulinho da Viola interpreta uma inspirada música que ele compôs em parceria com Hermínio Bello de Carvalho.

11 julho 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


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TROCA DE VERSOS

Também sou menino
Curumim brasileiro
Inquieto, arteiro
Seguindo o destino
Guri nordestino
Criança crescida
De alma atrevida
Em plena alegria
Fazendo poesia
De bem com a vida!

Jesus de Ritinha

Também sei cantar
Eu sou cunhatã
Eu canto a manhã
Vendo o sol raiar
Corro a traquinar
Em meio a campina
Criança, menina,
Alegre e brejeira,
Versejo faceira
Essa é minha sina.

Dalinha Catunda

11 julho 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

ATÉ QUE ENFIM, UM CANDIDATO QUE PRESTA: NEM ROUBA E NEM FAZ PORRA NENHUMA !!!

Comentário sobre a postagem NOVOS CANDIDATOS E “NOVOS” ELEITORES

Jairo Juruna:

“Precisamos de novos candidatos.

Que tal este aqui?”

11 julho 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

AS PALAVRAS! AS PALAVRAS!

Sim senhor, hoje existo! Não minha imagem osso, que por osso é pó. Ou minha sombra pálida, que por sombra é nada. Hoje existo em cada vírgula, estou vivo em cada ponto. E continuo. Hoje cada palavra me representa e também quando interrogo(?), falo. Mesmo quando calo, quando silencio, falo. Falo pelas entrelinhas, falo pelas reticências… As palavras, o que querem dizer, dizem. E o que não querem, dizem também; mais dia, menos dia, mais hora, menos hora. Sim senhor, hoje existo, sou palavra. Minha vida hoje é um ponto de exclamação!

Antes mesmo de expressar-se numa sequência de sons emitidos e articulados com lógica fonética e conteúdos semânticos aptos a serem compreendidos por um ouvinte, a fala humana faz-se gênese linguística em nossas mentes. Como bem disse Ferdinand Saussure, a língua é um sistema de signos formados pela junção do significante e do significado, ou seja, da união entre uma imagem acústica e um sentido. E por onde começa esse elo? Como primícias, por nossos sentidos todos, é óbvio, e como processo detidamente inteligente, seu cerne é o raciocínio, o pensamento.

Daí então, apesar de o signo linguístico inicialmente encerrar certa arbitrariedade , não é arriscado dizer: de tão acostumados, para nós hoje é como se cada nome de coisa ou ser atraísse gravitacionalmente características próprias daquela nomeação original. Algo assim como se em nossas alamedas mentais essas associações sígnicas-identitárias transitassem empunhando um crachá natural pregado no bolso da blusa ou camisa.

O desenrolar das histórias das comunidades humanas, com suas interações migratórias e os vários outros fatores determinantes de contatos e interpenetrações idiomáticas e de dialetos, foi tratando (através dos processos de derivação ou composição) de estabelecer e ampliar o acervo lexical de cada povo ou nação; e o avanço tecnológico, por sua vez, foi tratando de exigir novas “invenções” de nomes.

Contudo, através das épocas, por um processo diacrônico, as estruturas e as acepções das palavras podem sofrer variações morfológicas ou de sentido, respectivamente. Ou mesmo passar cultural e socialmente por sensíveis mudanças de emprego semântico. Isso por tratar-se a língua de uma entidade viva, passível até de cair em desuso ou transmudar-se em outra ou outras, pois nossa maneira de falar também sofre a ação do tempo. A filologia é que vem em nosso socorro quanto a isso. E quando então vista a partir de suas características do momento, sintonizando o falante com seu tempo, lidamos com a sincrônica contemporaneidade de uma dada realidade linguística.

As palavras! As palavras! Ah! se todos soubessem como é bom cultivar e devotar a elas o nosso mais dedicado amor! Jamais esqueço da belíssima e verdadeira explosão de exaltação às palavras que o poeta Pablo Neruda construiu em um dos seus mais arrebatadores momentos. Ali ele nos diz, dentre outras maravilhas sobre os vocábulos amados, que:

…”são as palavras as que cantam, as que sobem e baixam … Prosterno-me diante delas… Amo-as, uno-me a elas, persigo-as, mordo-as, derreto-as … Amo tanto as palavras … As inesperadas… As que avidamente a gente espera, espreita até que de repente caem … Vocábulos amados … Brilham como pedras coloridas, saltam como peixes de prata, são espuma, fio, metal, orvalho … Persigo algumas palavras … São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema!”

E o poeta segue em sua linda profissão de fé, até confessar:

…”que bom idioma o meu, que boa língua herdamos dos conquistadores torvos … Estes que andavam a passos largos pelas tremendas cordilheiras, pelas Américas encrespadas; por onde passavam a terra ficava arrasada… Mas caíam das botas dos bárbaros, das barbas, dos elmos, das ferraduras, como pedrinhas, as palavras luminosas que permaneceram aqui resplandecentes… o idioma. Saímos perdendo… Saímos ganhando… Levaram o ouro e nos deixaram o ouro… Levaram tudo e nos deixaram tudo… Deixaram-nos as palavras.”

Que coisa bela! Que belo testemunho de amor! Parabéns Neruda, parabéns! Também amo as palavras, também preciso delas como o próprio ar que respiro. Pudesse eu dar um conselho que fosse acatado por todos, com certeza diria para as pessoas dedicarem-se ao hábito de aprender palavras, estudar palavras, colecionar palavras na mente, saber suas histórias, carregá-las nos bolsos, nas abas dos chapéus, nas palmas das mãos, debaixo dos braços, sobre os ombros, por todo possível e impossível canto por onde andem. Sim, dediquem-se às palavras como quem dedica-se a um ser muito amado, afinal são elas que nos elevam à condição de humanos!

Se você parar pra pensar nas causas e sobre a essência desses valores que nos traduzem em quem somos e demarcam nossa humanidade, talvez percorra corredores antropológicos que falem de projeções e sublimações, ou adentre assuntos fisiológicos constituintes ou biológicos-hormonais, e vá até à bioquímica das reações e dos estados moleculares, e termine se perguntando sobre o que é a matéria afinal. E não achará a resposta e acabará contentando-se com alguma equação matemática que lhe prometerá ser a “fórmula do universo”.

No entanto, para caminhar até essa representação numérica, você foi conduzido/conduzida pelas mãos generosas das palavras. Sem elas jamais o conhecimento -ou a vontade de conhecer- sairia do lugar, avançaria. Da mais abstrata das abstrações aos engenhos dos números, do seu nome próprio ao clamor por Deus, o Verbo que a tudo principiou, lá estão elas, as palavras! Portanto, cuide de se entender com elas…

11 julho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

11 julho 2017 EVENTOS

É HOJE! – PARA OS LEITORES DE BRASÍLIA – COLUNISTA FUBÂNICO LANÇA LIVRO

11 julho 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

AURINO QUIRINO GONÇALVES – “PINDUCA” – REI DO CARIMBÓ

Sugerido pelo colega colunista fubânico, Cícero Tavares

Pinduca, o Rei do Carimbó

Pertencente a uma família de músicos, Pinduca iniciou sua carreira aos 14 anos de idade cantando carimbó, rítmo que garantiu-lhe o título de ” Rei do Carimbó” e tornando-o uma das figuras mais conhecidas do estado do Pará.

* * *

01 – Sinhá Pureza – (Pinduca) – 1974

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02 – A dança do carimbó – (D.P.) – 1975

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03 – Sirimbó – (Pinduca) – 1973

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04 – Garota do tacacá – (Pinduca) – 1986

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05 – Mistura de carimbó com ciranda – (Pinduca/Antonio Amorim) – 1975

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06 – Forrobodó tem ginga – (Pinduca/Arnóbio Santos) – 1984

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07 – Chuva e lágrima – (Pinduca/Jorge Paulo) – 1982

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08 – Sem você nada é bonito – (Pinduca/Otávio Roosevelth) – 1994

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09 – 12 horas sem te ver – (Pinduca/Neném) – 1994

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10 – Sirí mole, sirí duro – (Pinduca/Otávio Roosevelth)

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11 – Bicho papão – (Pinduca) – 1975

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12 – Farinhada – (Pinduca) – 1974

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13 – Carimbó do macaco – (Pinduca) – 1996

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14 – Tia Luzia, Tio José – (Pinduca/João) – 1975

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15 – Carimbó do mato – (Tradicional) – 1974

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16 – O pinto – (Pinduca) – 1974

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11 julho 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

11 julho 2017 DEU NO JORNAL

MASSACRE NA CASA DO VIZINHO

Um jovem de 16 anos morreu, nesta segunda-feira (10), no Estado de Carabobo, no sudoeste da Venezuela, durante uma manifestação da oposição, subindo para 92 o número de mortos no país desde o início da onda de protestos há três meses.

GNB nos capacetes dos policiais: abreviatura de Guardia Nacional Bolivariana, o regime político que é o sonho dos panacas zisquerdistas banânicos

* * *

Quase uma centena de execuções.

Um massacre impressionante, um extermínio em massa horroroso.

E nada de manifestação das zisquerdas de Banânia

MST, Lula, Boulos, CUT, Dilma, PT, Stédille, Instituto Lula, PCdoB, Jandirão, Gleisi, Zé Dirceu…

Tudo caladinho e de cu trancado…

Bando de felas-da-puta!!! (sem qualquer ofensa às putas, claro…)

Cumpanhero Nicolas Podre, podi matá coxinha reacionaro a vontadi e conti cum meu cilençu”

11 julho 2017 FULEIRAGEM

GUABIRAS – CHARGE ONLINE


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